Os quatro municípios da região de abrangência do 6º Núcleo do CPERS (Rio Grande) assinaram decreto prorrogando a suspensão da volta às aulas e contrariando o calendário do governo Leite (PSDB).

O não retorno se aplica a todas as instituições de ensino de Rio Grande, Chuí, Santa Vitória do Palmar e São José do Norte, incluindo as da rede estadual.

Nas últimas semanas, inúmeras prefeituras já haviam decidido pelo não retorno das atividades presenciais, preservando a vida de dezenas de milhares de estudantes, pais, professores e funcionários.

Caso o Estado insista em abrir as escolas nestes territórios, o governo precisará judicializar a questão.

>> Leia a Carta ao Povo Gaúcho em Defesa da Vida

Em Conselho Geral, o CPERS deliberou por articular a resistência junto aos núcleos para sensibilizar prefeitos(as), vereadores(as) e deputados(as) pelo não retorno das atividades presenciais, conclamando, ainda, a sociedade a se manifestar em todos os espaços possíveis.

>> Baixe o modelo de Ofício a ser enviado aos prefeitos, vereadores ou candidatos da sua cidade

Em Santa Vitória do Palmar e Chuí, a suspensão das atividades será prorrogada “até que os dados epidemiológicos possibilitem a reavaliação da decisão”. 

Rio Grande prorrogou a suspensão até, pelo menos, 31 de outubro.

O documento afirma que a decisão se deu pela “necessidade de complementação de medidas para promover a prevenção e a mitigação da propagação do Novo Coronavírus (COVID-19) e, assim, manter a proteção à saúde dos estudantes, trabalhadores em educação, comunidade escolar e de toda população riograndina”

 

Já São José do Norte decretou a continuidade da suspensão das atividades presenciais de escolas, cursos e creches até 30 de outubro.

Leia mais:

>>Escolas de Caxias do Sul publicam manifesto contra retomada das aulas presenciais

>> Em carta, direções de Palmeira das Missões e região rejeitam volta às aulas presenciais

>> Comunidades escolares de Cruz Alta dizem não ao retorno das aulas presenciais

>> Em carta aberta, escola Presidente Roosevelt explica por que não retomará atividades presenciais

>> Na pressão: núcleo de São Leopoldo cobra apoio de prefeitos contra a reabertura das escolas

>> Santa Cruz do Sul resiste! Escolas lançam carta em defesa da vida e contra o retorno às aulas presenciais

>> Unidas pela vida! Mais de 60 escolas da capital realizam ato contra a volta às aulas presenciais

>> Comunidade do Cândido Godói decide manter a escola fechada e preservar vidas

>> Em defesa da vida: direções de Rio Grande não assinam Termo de Conformidade para volta às aulas presenciais

 

 

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A atleta Carol Solberg manifestou-se contra o presidente Jair Bolsonaro durante entrevista ao vivo após conquistar medalha de bronze no Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, realizado recentemente no Rio de Janeiro. Ao final de uma entrevista para tevê, Carol falou:  “Só para não esquecer, Fora Bolsonaro”.

Diante da atitude corajosa da atleta, que apenas exerceu o seu direito à liberdade de expressão, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) a denunciou com base nos artigos 191 e 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva. O artigo 191 fala em “deixar de cumprir, ou dificultar o cumprimento de regulamento, geral ou especial, de competição” e o 258, sobre “assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva.

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) também posicionou-se contra Carol, emitindo uma nota de repúdio.

A tensão entre o posicionamento político e ambientes esportivos não vem de hoje. Nas últimas décadas, outros atletas também foram protagonistas em momentos políticos do país como, por exemplo, pedir pelo fim da ditadura militar e exigir mudanças em modalidades.

O CPERS manifesta seu incondicional apoio à atleta e alerta que a atitude do STJD e da CBV configura-se como censura.

Desde que o presidente Jair Bolsonaro assumiu a presidência, a democracia brasileira vem sofrendo severos ataques. Toda manifestação contra o governo tem sofrido repúdio e punições.

Bolsonaro tem adotado como prática intimidar a todos que se opõem ao seu governo. Tolerar esta postura é validar atitudes antidemocráticas, que rasgam o direito de todos os cidadãos a manifestar-se livremente.

Vozes como as de Carol não devem ser caladas, precisam ser multiplicadas para que as arbitrariedades e atrocidades que Bolsonaro e seus aliados cometem sejam denunciadas.

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Em documento titulado “Carta de alerta e conclamação à comunidade escolar de Caxias do Sul”, direções de 14 instituições da cidade denunciam a falta de condições para o retorno seguro às aulas presenciais e demonstram contrariedade à retomada.

As direções afirmam que, “por menor que seja a quantidade de alunos, as escolas não apresentam condições seguras para um fluxo de pessoas que sempre será maior do que o recomendado até aqui pelas autoridades de saúde.”

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A carta questiona a falta de soluções para o problema crônico de falta de servidores(as) e reivindica insumos para higiene e limpeza, EPIs e medidores de temperatura, além de exigir a testagem de toda a comunidade escolar.

Outro ponto levantado é a falta de escuta e diálogo por parte do governo Leite (PSDB). “Apesar de não termos sido ouvidos, ninguém mais do que nós, trabalhadores em educação, conhece a realidade das escolas”. De acordo com os diretores(as), a comunidade escolar está em “absoluta maioria” contra a volta.

>> Leia a Carta ao Povo Gaúcho em Defesa da Vida

O documento é finalizado conclamando a comunidade a resistir apelando à sensibilidade e à responsabilidade da 4ª CRE, da Secretaria da Educação e do governo do Estado.

Valendo-se da autonomia escolar da gestão democrática, um número crescente de escolas tem construído mecanismos de resistência ao autoritarismo do governo Leite (PSDB). Confira algumas das manifestações:

>> Em carta, direções de Palmeira das Missões e região rejeitam volta às aulas presenciais

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Em audiência solicitada pelo Sindicato, representantes do CPERS e da assessoria jurídica reuniram-se remotamente na tarde de sexta (9) com promotores do Ministério Público do Rio Grande do Sul para tratar da retomada das aulas presenciais na rede estadual. 

Já no início do encontro o Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Institucionais do MP, Marcelo Lemos Dornelles, deixou claro o posicionamento da instituição:

“Não trabalhamos para dar razão para A, B Ou C, nós avaliamos o tocante aos critérios sanitários tendo o cuidado de não nos intrometermos naquilo que é matéria do gestor. Temos uma opinião de que cumpridos os requisitos e os protocolos, as aulas devem retornar”, disse.


Os representantes do CPERS argumentaram que nenhuma escola de conhecimento do Sindicato havia sequer recebido EPIs até esta sexta, e defenderam a necessidade de que autoridades competentes como a Vigilância Sanitária sejam responsáveis pela liberação das escolas.

Para o promotor, no entanto, isto seria uma impossibilidade. “Nós já definimos que não tem condições da autoridade sanitária ir em todas as escolas. Então a vigilância deve atuar apenas naquelas que apresentarem problemas.”


Em outro momento, o advogado Pedro Magadan – representando a assessoria jurídica do CPERS – informou que a presidente do Comitê Científico instituído pelo Estado, a reitora da UFCSPA Dra. Lucia Pellanda, havia se manifestado contrariamente à reabertura sem a realização de testes em massa.

O promotor reagiu relativizando o consenso científico.

“A própria opinião cientifica tem divergências, por isso não compramos a, b, ou c e sim optamos por privilegiar o gestor público”, disse.

A reunião tinha o objetivo de encontrar medidas para garantir a vida dos educadores(as) e da comunidade escolar, que já declararam que não querem retomar enquanto não houver garantia de testagem em massa, recursos humanos e financeiros, e equipamentos de segurança suficientes em todas as escolas. 

No entanto, Dornelles afirmou que o papel do MP será o de mediar a relação com o Executivo. “A nossa ideia é trabalhar junto ao poder publico nessas questões pontuais de alguma ou outra escola que não esteja de acordo”.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, manifestou as preocupações da categoria com o retorno e relembrou o procurador que a realidade das escolas estaduais é bem diferente da que o governo Eduardo Leite (PSDB) propaga. 

“A grande maioria das escolas já nos expressou a impossibilidade de execução dos protocolos. Não há EPIs ou RH suficientes. Não há treinamento. Tudo o que as escolas receberam até agora foi pressão e informações desencontradas”.

O advogado Marcelo Fagundes, da assessoria jurídica do CPERS, destacou que o Sindicato procurou o MP por acreditar que a entidade olha não só para as questões da educação, mas para o trabalho, os idosos, as crianças. 

“Nós estamos tomando todos os cuidados até o momento, inclusive não judicializarmos a decisão, mas o que temos recebido são informações contraditórias.”

O procurador sugeriu que as exigências do Sindicato poderiam ser tratadas diretamente com a Seduc, no que a presidente informou que os diversos pedidos de reuniões e até o pedido para que o CPERS fizesse parte dos comitês nunca foram ouvidos. 

COEs e os processos de liberação das escolas

Helenir ressaltou que a categoria está apreensiva e que os diretores estão receosos em assinar a autodeclaração de conformidade sanitária para a liberação das escolas: “Nós somos educadores, não somos agentes de saúde, não podemos nos responsabilizar por essa liberação, os técnicos é que devem fiscalizar as escolas”. 

“O que nos parece é que ao dizer que as escolas devem retornar, é que o MP está aceitando que o diretor da escola dê o atestado, mas entendemos que os educadores não têm capacidade técnica para isso”, declarou o advogado Marcelo Fagundes. 

O procurador disse que os educadores devem se encarregar pela liberação por ser somente um checklist que não levaria à responsabilização de fato por eventuais contágios.

Para o advogado Pedro Magadan, há necessidade de alteração no decreto do estado, visto que o posto no documento diverge dessa declaração. 

“O decreto fala em autodeclaração de conformidade sanitária, ou o governo tem que mudar o decreto e deixar checklist ou se adequar à declaração de conformidade sanitária com responsabilidade dos servidores da área”.  

Pedro ainda complementa: “O decreto exige que as escolas façam um plano de contingência que, entre outras coisas, orienta a colocação de recomendações, que recomendações? O professor vai imprimir numa folha e colar na parede. Nem isso o Estado fornece. Está tudo nas costas dos COEs, mas que preparo essas pessoas estão recebendo?” 

Pressão para o retorno 

Outro ponto tratado na reunião e que vem gerando extrema preocupação nos educadores e educadoras, principalmente os contratados, foi o Memorando n° 47 enviado no dia 7 de outubro.

O documento apresenta, entre outras diretrizes, a dispensa do grupo de risco para maiores de 60 anos e que os servidores contratados(as) que optarem por não retornar deverão entrar em licença saúde, o que pode acarretar demissões em massa e pressionar educadores com comorbidades a voltarem para as salas de aula.

“Queremos saber qual a recomendação do MP sobre esse memorando, as indicações da OMS não deve ser mais seguida e as pessoas com comorbidade terão de ir trabalhar por medo?”, indagou Helenir. 

O promotor declarou não ter conhecimento do documento, mas que anotou as ponderações e que buscará esclarecimentos junto ao Estado. Para Marcelo, a maioria dos pontos levantados pelo Sindicato resultam de uma falta de comunicação com a Seduc e se comprometeu em mediar um encontro em uma reunião conjunta. 

“Com essa premissa de que somos a favor do retorno, mas com conformidade com as regulamentações sanitárias, vamos publicar as nossas orientações em nosso site e levar essas ponderações para o governo”, declarou. 

Os educadores(as), em especial os que pertencem ao grupo de risco, esperam uma postura mais proativa do MP para proteger a saúde, os empregos e a vida da categoria e de toda a comunidade escolar. A assessoria jurídica do CPERS também estuda buscar medidas legais em outras instâncias.

Além dos já citados, acompanharam a reunião os diretores do CPERS, Daniel Damiani e Vera Lessês e as promotoras regionais da educação de Porto Alegre, Luciana Cano Casarotto e Danielle Bolzan Teixeira. 

 

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Dezenas de prefeituras já decidiram que não irão cumprir o calendário de morte apresentado pelo governo Eduardo Leite (PSDB) para a volta às aulas presenciais. 

Por decreto, os municípios reiteram que não há viabilidade para o retorno seguro. Muitos impedem a retomada das atividades também das escolas estaduais, criando um impasse legal para o Estado.

O jurídico do Sindicato avalia que, caso o Estado insista em abrir as escolas nestes territórios, precisará judicializar a questão.

O movimento se dá, também, devido à pressão dos educadores(as). O CPERS deliberou, em Conselho Geral, que os núcleos do Sindicato trabalhem para sensibilizar gestores municipais, além de conclamar a sociedade a se manifestar em todos os espaços possíveis em defesa da vida.

>> Baixe o modelo de Ofício a ser enviado aos prefeitos, vereadores ou candidatos da sua cidade

As escolas não estão preparadas para abrir e não podem ser polos de contaminação. Faltam profissionais, faltam recursos físicos e financeiros, faltam equipamentos de proteção.

Julio de Castilhos, Sapucaia do Sul, Viamão, Alvorada, Triunfo, Uruguaiana, Montenegro, Capela de Santana e Portão são algumas da cidades que proibiram a reabertura das escolas total ou parcialmente.

Diz o decreto do município de Portão: “Ficam suspensas as aulas presenciais em todas as escolas e faculdades, públicas ou privadas, municipais ou estaduais e demais instituições de ensino de todos os níveis e graus, incluídas creches e pré-escolas situadas no município”.

 

 

A prefeitura de Capela de Santana decretou a suspensão das atividades de escolas municipais, estaduais e privadas por tempo indeterminado como medida de controle da pandemia.

“Não há segurança sanitária para o retorno presencial das aulas, em razão do elevado risco de transmissão de Covid-19 entre os alunos, além da insuficiência de prossifionais para atuarem na logística da manutenção e supervisão do distanciamento controlado, higienização das salas de aula e do transporte escolar“, constata o documento.

 

 

Já Ametista do Sul fez consulta pública aos pais e responsáveis.

Com o levantamento, o município elencou cinco motivos pelo não retorno: a volta às aulas não conta com a adesão da comunidade escolar, ausência de estrutura hospitalar, baixo ganho de aprendizagem com o distanciamento mínimo entre alunos, dificuldades de controle de contágio e uso de equipamentos sanitários ao transporte escolar.

 

Uruguaiana suspendeu o retorno no mês de outubro e avaliará para o mês seguinte. Já Triunfo publicou decreto em que informa que as aulas não voltam, mesmo nas escolas estaduais, até o final de 2020.

A prefeitura de Alvorada realizou uma pesquisa com 3.515 pais de alunos, na qual 93,1% não concordaram com o retorno das aulas presenciais. A administração, então, decidiu não retornar presencialmente as atividades curriculares neste ano.

Em Viamão, a prefeitura determinou que as aulas não voltam na rede pública nem na privada. A suspensão deve permanecer enquanto durar o estado de calamidade pública.

Mesma decisão foi tomada pelo município de Sapucaia do Sul. As escolas da rede municipal não terão mais aulas presenciais neste ano.

O CPERS deliberou, em Conselho Geral, por articular a resistência com prefeitos(as), vereadores(as) e deputados(as) pelo não retorno das atividades presenciais e conclama a sociedade a se manifestar em todos os espaços possíveis.

>> Leia a Carta ao Povo Gaúcho em Defesa da Vida

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Direções escolares da região de abrangência da 20ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) assinaram uma carta conjunta entregue à CRE, ao Ministério Público e à Vigilância Sanitária alertando sobre a situação dramática das escolas e manifestando contrariedade ao retorno presencial.

O documento elenca 16 pontos que preocupam as comunidades, incluindo a falta de equipamentos de proteção, a ausência de materiais e recursos humanos para a limpeza, o atraso nos repasses financeiros e a falta de clareza por parte da mantenedora a respeito dos protocolos.

>> Confira a íntegra da carta aqui

O ofício também exige que cada escola passe por análise e laudo técnico realizados por autoridades sanitárias competentes, ressaltando que as direções e equipes pedagógicas não podem se responsabilizar pela segurança das instituições.

As direções entendem, ainda, como imprescindível a manutenção das atividades desenvolvidas de forma remota, bem como a necessidade de que seja respeitada a autonomia escolar e a gestão democrática.

A educação escolhe a vida

Outro destaque é a lembrança de que, mesmo com a adoção de protocolos rígidos, não se afasta de forma absoluta a possibilidade de contágio no ambiente escolar, reivindicando que esta responsabilidade não pode recair sobre as direções.

“Neste cenário de Pandemia, nenhum outro bem, direito ou interesse pode ser mais valioso do que o direito à vida e à saúde; a educação deve ser entendida como um direito social não menos importante, mas ministrado com segurança e sem diferenciação entre seus sujeitos”, pontua a carta.

Assim, as direções manifestam sua não concordância em assinar o Termo de Autodeclaração exigido no art. 2º, inc. III, da Portaria SES 608/20, assumindo sozinhos a responsabilidade em caso de surto de infecção e contaminação.

O Núcleo do CPERS de Palmeira das Missões (40º) articulou a redação do documento junto às direções. O diretor Joel Oliveira também foi recebido pelo prefeito da cidade nesta semana, entregando o documento que atesta a impossibilidade de retornar às aulas presenciais no momento.

Em Conselho Geral, o CPERS deliberou por articular a resistência com prefeitos(as), vereadores(as) e deputados(as) pelo não retorno.

Além da importância da mobilização da comunidade escolar, conclamamos a sociedade a se manifestar em todos os espaços possíveis.

>> Leia a Carta ao Povo Gaúcho em Defesa da Vida

Valendo-se da autonomia escolar da gestão democrática, um número crescente de escolas tem construído mecanismos de resistência ao autoritarismo do governo Leite (PSDB). Confira algumas das manifestações:

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Em Assembleia Geral nesta quinta-feira (8) quase 2 mil educadores(as) de todo o estado debateram e aprovaram uma firme resistência contra o retorno às aulas presenciais.

>> Leia a matéria sobre a Assembleia

Abaixo, publicizamos a íntegra das proposta aprovadas:

  1. Não retorno às aulas presenciais, com a continuidade de ensino remoto. Aulas se recuperam, vidas não. 1.1 não ao retorno presencial no ano 2020, enquanto não houver garantia dos órgãos de saúde para um retorno seguro, testagem e vacina; 1.2 não executar os planos de contingência antes da chegada de todos os EPIs na Escola e todos os funcionários de limpeza necessários para a higienização; 1.3 -exigir a certidão da vigilância sanitária antes de abrir as escolas; 1. 4 – pressão sobre prefeitos/as para o não retorno de todas as escolas do município; 1.5 -exigir informação oficial de qual será o centro de saúde de referência para atendimento da comunidade escolar; 1.6 construir documento em conjunto com Conselho Escolar, comunicando a não abertura das escolas por falta de condições para atendimento presencial; 1.7 exigir laudo dos bombeiros, visto que as escolas não têm PPCI; 1.8 Governo deve ser responsabilizado pelo retorno às aulas;
  2. Exigir do governo testagem RT-PCR em massa para professores, funcionários e estudantes, de forma imediata e com periodicidade, bem como de todos os EPIs.
  3. Ato “Em Defesa da Vida e da Educação Pública”, em Frente às CRES, no dia 15 de outubro, vestidos de morte. Neste dia entregar “Termo de Responsabilidade do Governador Eduardo Leite com a vida de todos/as trabalhadores/as em educação, estudantes e autoridades (*anexo do Termo de Responsabilidade) Agregar Dias de luta contra a Reforma Administrativa – Escolas fechadas, Vidas Preservadas, nos dias 15 e 28 de outubro;
  4. Potencializar os COES que já foram formados e instalados nas escolas para que as direções os utilizem como símbolo de resistência pelo não retorno presencial, exigindo “detalhadamente” em seus protocolos todas as condições sanitárias de infraestrutura e de recursos humanos para atuar antes, durante e depois de horários de atividades;
  5. Lutar para garantir a renovação automática de todos os contratos temporários de professores/as e funcionários/as em vigor no ano letivo de 2020. Pela renovação dos contratos de cinco em cinco anos, garantido a renovação dentro deste período, conforme encaminhamento da Comissão de Educação. Contra a posição autoritária do governo no Memorando Circ. Nº 047/20;
  6. Realizar ampla campanha de mídia, incluindo TVs de audiência pelo não retorno às aulas presenciais e defesa da vida;
  7. Criar uma cartilha sobre a ação do COE e Plano de Contingência;
  8. Nota de apoio a Carol Solberg e contrária a denúncia do CBJD que pede uma suspensão à atleta e estipula uma multa de 100 mil reais por ter pronunciado a frase #ForaBolsonaro em uma entrevista no final da primeira etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia;
  9. Canal de denúncia anônima do CPERS para que a categoria registre as reais condições das escolas em relação aos protocolos sanitários e possa ser usada para acionamento da vigilância em saúde; 
  10. Movimento estadual e nacional de valorização das trabalhadoras e trabalhadores da educação ressaltando a relevância da educação e do serviço público prestados com excelência, mesmo em face do desrespeito de alguns governantes com os profissionais/funcionários da educação pública. Luta destes/as e demais trabalhadores/as do serviço público pela retirada da Reforma Administrativa de Bolsonaro, pela pressão ao Parlamento e Câmaras de Vereadores;
  11. Levantamento e divulgação das escolas que junto com seus Conselhos Escolares manifestam a contrariedade ao retorno presencial às aulas.
  12. Proposta de Resolução, “Derrotar os governos da morte e seus aliados: fora Leite e Bolsonaro”: o CPERS Sindicato representa uma categoria de trabalhadores em educação que tem enfrentado a amarga experiência dos governos neoliberais, incompatíveis com um projeto de defesa de uma educação pública, gratuita e de qualidade. Realizamos esta assembleia em um momento de forte pressão dos governos Bolsonaro (ex-PSL) e Leite (PSDB) pelo retorno às aulas presenciais sem as mínimas condições de saúde. O ataque sistemático à escola pública ao qual estamos submetidos há algum tempo, assume os contornos de uma verdadeira política da morte. Derrotar a ofensiva ultraliberal de desmonte da escola pública passa a ser também uma luta em defesa das nossas vidas. Por isso a assembleia do CPERS orienta nas lutas que se seguirão e também nas eleições a necessidade de “derrotar os governos da morte e seus aliados, Fora Leite e Bolsonaro”.

Porto Alegre, 08 de outubro de 2020.

Assembleia Geral do CPERS/Sindicato.

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Em Assembleia Geral histórica, a primeira digital e a primeira a ser convocada para tratar da literal defesa da vida, quase 2 mil educadores(as) de todo o estado debateram e aprovaram uma firme resistência contra o retorno às aulas presenciais.

A categoria reafirmou: professores(as), funcionários(as) e estudantes não serão cobaias da política de morte de Eduardo Leite (PSDB), representada pela imposição precipitada, autoritária e irresponsável do governador.

Entre as propostas aprovadas, consta a continuidade do ensino remoto no lugar da reabertura das escolas.

“Cada um e cada uma sai desta Assembleia com a responsabilidade de defender a vida e construir a resistência em suas escolas. Nós queremos trabalhar e estamos trabalhando muito. Mas não queremos que nossas escolas passem de um espaço de transmissão de conhecimento para transmissão de Covid-19”, declarou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

Realizar ampla campanha midiática, exigir testagem em massa (RT-PCR) de professores(as), funcionários(as) e estudantes, recursos humanos e financeiros, EPIs e condições estruturais para as escolas e fomentar a resistência junto a conselhos escolares e aos COEs foram algumas das propostas construídas pelo conjunto da Assembleia.

Atentado à vida

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, abriu os trabalhos criticando o memorando nº 47/2020, enviado pela Seduc às CREs um dia antes da Assembleia. 

O texto, repleto do autoritarismo característico do governo Leite, orienta a reorganização do quadro e a demissão após 15 dias de licença-saúde daqueles profissionais contratados(as) durante a pandemia, além de abrir caminho para o retorno de servidores(as) com mais de 60 anos.

“São orientações que, além de causar enorme preocupação em toda a categoria em um momento em que estão todos sobrecarregados e em franco processo de adoecimento, atentam contra a vida e ignoram as orientações de segurança da Organização Mundial da Saúde (OMS)”, reiterou a presidente.

Uma das propostas aprovadas se refere, ainda, a lutar pela renovação de todos os contratos emergenciais.

Escolas fechadas, vidas preservadas

Desde que Eduardo Leite (PSDB) anunciou a proposta de retomada das aulas presenciais, o CPERS encabeça ampla campanha com o lema “Escolas Fechadas, Vidas Preservadas”, mote que tomou o coração dos gaúchos e cruzou as fronteiras do Rio Grande do Sul, inspirando a resistência em outros estados.

Mas, em live, o governador chegou a dizer que escolas fechadas não são vidas preservadas e conclamou atos de ruas pela volta às aulas presenciais, num momento em que a pandemia não está controlada e não há testagem em massa e vacina, nem EPIs e RH suficientes.

Requerido pelo Executivo para a reabertura das instituições, o Termo de Conformidade Sanitária também aqueceu o debate. O documento exige que equipes diretivas atestem que as escolas têm condições de retomar as aulas presenciais.

Quem tem que dar declaração são os agentes da saúde. Não somos técnicos da saúde portanto que seja a vigilância sanitária e não as escolas que elaborem essas declarações”, disse Helenir.


O Sindicato defende que não há condições para um retorno seguro. Anos de descaso deixaram a escola pública despreparada para enfrentar esta guerra sanitária. Faltam profissionais, faltam recursos físicos e financeiros, faltam equipamentos de proteção, falta organização e capacidade de gestão.

Pesquisa realizada pelo CPERS com apoio técnico do Dieese demonstrou que 92% das escolas não têm recursos suficientes para investir na estrutura e EPIs adequados, 81% não dispõem de profissionais de limpeza para realizar a higienização necessária e 70% sofrem, mesmo em tempos de normalidade, com atrasos no repasse de verbas por parte do Estado.

O mesmo levantamento aponta que, durante o período de plantão presencial, com fluxo reduzido, mais de 140 escolas já foram contaminadas com a Covid-19. Não à toa, a ampla maioria dos educadores(as), pais e estudantes – 86% – não acredita que é possível retomar as aulas sem vacina.

Para combater a obscuridade do governo quanto à real situação da Covid-19 no seio da comunidade escolar, a Assembleia também aprovou a construção de um canal de denúncia anônimo para a categoria apontar falhas em protocolos, contaminações e condições abusivas de trabalho.

A greve sanitária, proposta por algumas das forças presentes, foi reprovada por 74% dos participantes, entendendo que a categoria não está pronta para deflagrar um novo movimento paredista neste momento.

No dia 15 de outubro, Dia do Professor, o CPERS fará mobilizações em frente às CRES “Em Defesa da Vida e da Educação Pública”.  

Já no dia 16 ocorre audiência, solicitada pelo Sindicato, no Ministério Público com o procurador de Justiça Fabiano Dallazen, e o subprocurador Marcelo Dornelles para tratar o tema do não retorno das aulas. 

Abaixo, publicizamos a íntegra das proposta aprovadas:

  1. Não retorno às aulas presenciais, com a continuidade de ensino remoto. Aulas se recuperam, vidas não. 1.1 não ao retorno presencial no ano 2020, enquanto não houver garantia dos órgãos de saúde para um retorno seguro, testagem e vacina; 1.2 não executar os planos de contingência antes da chegada de todos os EPIs na Escola e todos os funcionários de limpeza necessários para a higienização; 1.3 -exigir a certidão da vigilância sanitária antes de abrir as escolas; 1. 4 – pressão sobre prefeitos/as para o não retorno de todas as escolas do município; 1.5 -exigir informação oficial de qual será o centro de saúde de referência para atendimento da comunidade escolar; 1.6 construir documento em conjunto com Conselho Escolar, comunicando a não abertura das escolas por falta de condições para atendimento presencial; 1.7 exigir laudo dos bombeiros, visto que as escolas não têm PPCI; 1.8 Governo deve ser responsabilizado pelo retorno às aulas;
  2. Exigir do governo testagem RT-PCR em massa para professores, funcionários e estudantes, de forma imediata e com periodicidade, bem como de todos os EPIs.
  3. Ato “Em Defesa da Vida e da Educação Pública”, em Frente às CRES, no dia 15 de outubro, vestidos de morte. Neste dia entregar “Termo de Responsabilidade do Governador Eduardo Leite com a vida de todos/as trabalhadores/as em educação, estudantes e autoridades (*anexo do Termo de Responsabilidade) Agregar Dias de luta contra a Reforma Administrativa – Escolas fechadas, Vidas Preservadas, nos dias 15 e 28 de outubro;
  4. Potencializar os COES que já foram formados e instalados nas escolas para que as direções os utilizem como símbolo de resistência pelo não retorno presencial, exigindo “detalhadamente” em seus protocolos todas as condições sanitárias de infraestrutura e de recursos humanos para atuar antes, durante e depois de horários de atividades;
  5. Lutar para garantir a renovação automática de todos os contratos temporários de professores/as e funcionários/as em vigor no ano letivo de 2020. Pela renovação dos contratos de cinco em cinco anos, garantido a renovação dentro deste período, conforme encaminhamento da Comissão de Educação. Contra a posição autoritária do governo no Memorando Circ. Nº 047/20;
  6. Realizar ampla campanha de mídia, incluindo TVs de audiência pelo não retorno às aulas presenciais e defesa da vida;
  7. Criar uma cartilha sobre a ação do COE e Plano de Contingência;
  8. Nota de apoio a Carol Solberg e contrária a denúncia do CBJD que pede uma suspensão à atleta e estipula uma multa de 100 mil reais por ter pronunciado a frase #ForaBolsonaro em uma entrevista no final da primeira etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia;
  9. Canal de denúncia anônima do CPERS para que a categoria registre as reais condições das escolas em relação aos protocolos sanitários e possa ser usada para acionamento da vigilância em saúde; 
  10. Movimento estadual e nacional de valorização das trabalhadoras e trabalhadores da educação ressaltando a relevância da educação e do serviço público prestados com excelência, mesmo em face do desrespeito de alguns governantes com os profissionais/funcionários da educação pública. Luta destes/as e demais trabalhadores/as do serviço público pela retirada da Reforma Administrativa de Bolsonaro, pela pressão ao Parlamento e Câmaras de Vereadores;
  11. Levantamento e divulgação das escolas que junto com seus Conselhos Escolares manifestam a contrariedade ao retorno presencial às aulas.
  12. Proposta de Resolução, “Derrotar os governos da morte e seus aliados: fora Leite e Bolsonaro”: o CPERS Sindicato representa uma categoria de trabalhadores em educação que tem enfrentado a amarga experiência dos governos neoliberais, incompatíveis com um projeto de defesa de uma educação pública, gratuita e de qualidade. Realizamos esta assembleia em um momento de forte pressão dos governos Bolsonaro (ex-PSL) e Leite (PSDB) pelo retorno às aulas presenciais sem as mínimas condições de saúde. O ataque sistemático à escola pública ao qual estamos submetidos há algum tempo, assume os contornos de uma verdadeira política da morte. Derrotar a ofensiva ultraliberal de desmonte da escola pública passa a ser também uma luta em defesa das nossas vidas. Por isso a assembleia do CPERS orienta nas lutas que se seguirão e também nas eleições a necessidade de “derrotar os governos da morte e seus aliados, Fora Leite e Bolsonaro”.

Porto Alegre, 08 de outubro de 2020.

Assembleia Geral do CPERS/Sindicato.

No dia 28, Dia do Servidor, o CPERS adere à luta nacional contra a Reforma Administrativa de Bolsonaro.

A mesa que dirigiu a Assembleia reuniu-se presencialmente na sede do CPERS, com os necessários cuidados sanitários, e foi composta, também, pela vice-presidente Solange Carvalho, o 2º vice-presidente Edson Garcia e a secretária-geral Candida Rossetto.

O conjunto das propostas aprovadas ainda será organizado e amplamente divulgado à categoria.

    

       

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Mães, pais e responsáveis pelos estudantes das escolas de Cruz Alta e região afirmam: seus filhos não retornarão às aulas presenciais enquanto não houver segurança. É o que aponta o resultado parcial da pesquisa de opinião do 11º  Núcleo do CPERS (Cruz Alta).

O questionamento aos pais, que iniciou em 29 de setembro e deve encerrar no próximo dia 13, tem como objetivo conhecer se as famílias são a favor ou contra a retomada do ensino presencial. Até o momento, 100% das comunidades escolares consultadas afirmaram ser contrárias.

A pesquisa abrange os municípios de Cruz Alta, Tupanciretã, Ibirubá, Fortaleza dos Valos, Jari, Pejuçara, Salto do Jacuí, Quinze de Novembro, Boa Vista do Incra, Boa Vista do Cadeado e Jacuizinho.

O fato da pandemia estar longe de ser controlada, a falta de estrutura, de profissionais e EPIs, bem como a afirmação do secretário da educação, Faisal Karam, de que não será realizada a aplicação de testes são algumas das razões pelas quais a comunidade e os educadores não aceitam o retorno presencial neste momento.

Além de terem que lidar com todo o cenário de insegurança e medo, professores e funcionários de escola sofrem pressão do governo, através da ameaça de demissões e cortes salariais, aumentando o sofrimento e o adoecimento da categoria que, com seus próprios recursos financeiros e tecnológicos, garantiu o ano letivo até o momento.

Pais e mães também estão sendo pressionados a assinarem termos de responsabilidades para isentar as autoridades, caso o pior ocorra com seus filhos e familiares. As ameaças do governo também se estendem a prefeitos dos municípios que são contrários às aulas presenciais durante a pandemia.

Diante deste cenário, a diretora do 11º Núcleo, Mari Andreia Oliveira de Andrade, destaca a importância de dar voz à comunidade escolar.

“Essa pesquisa visa tranquilizar, respaldar legalmente as decisões das escolas e suas comunidades, pois os conselhos escolares, sendo instâncias consultivas, fiscalizadoras, avaliativas e deliberativas, poderão se valer desta consulta à comunidade da escola e deliberar pela continuidade das aulas remotas até o final do ano de 2020, com vistas a salvaguardar as vidas humanas durante a pandemia”, explica.

Os resultados parciais da pesquisa foram divulgados nesta segunda-feira (5), através de reunião on-line, às equipes diretivas, possibilitando que conhecessem o panorama de suas escolas e também da rede.

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Seguradas do IPE Saúde terão isenção na coparticipação do exame preventivo de mamografia em qualquer clínica de imagem credenciada no período de 15 a 31 de outubro. A campanha é destinada a pessoas com idade entre 40 e 75 anos.

Para realizar o exame basta procurar os serviços da rede IPE Saúde com a devida requisição feita por um médico credenciado, a isenção é garantida automaticamente.

Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer, no Rio Grande do Sul, 5.210 novos casos da doença devem ser registrados até o fim deste ano. Porto Alegre é a capital brasileira com maior incidência, com 147 a cada 100 mil. A descoberta prévia da doença tem um papel fundamental na redução do problema, visto que a identificação em exame precoce indica chances de 95% de cura.

A adesão a exames preventivos tem sido um desafio: há redução média de 1% ao ano na realização do exame de mamografia. Com a pandemia da Covid-19, esta realidade se agravou: comparado ao ano de 2019, a queda na procura do serviço chegou a 36%.

Conforme levantamento realizado pelo IPE Saúde, de 2017 a 2019, houve redução de 2.889 exames de mamografia. No mesmo período, se observou crescimento de 4.595 casos de câncer de mama entre as usuárias do sistema de assistência estadual. Os dados enfatizam a importância da ação.

O câncer de mama é responsável por 5,8% de todas as despesas do sistema de assistência estadual. A prevenção por meio de exames de mamografia custou ao instituto, no ano passado, R$ 9,6 milhões.

De acordo com o presidente do instituto, Marcus Vinícius Vieira de Almeida, a iniciativa, além de salvar vidas, afiança a manutenção do sistema de saúde, que ano após ano tem sido fortemente impactada pela doença. Somente em 2019, o IPE Saúde investiu cerca de R$ 140 milhões em tratamentos, crescimento de 19,65% se comparado a 2018.

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