Dando continuidade à maratona de plenárias em todo o estado, a direção central e a assessoria Jurídica do CPERS estiveram, nesta segunda-feira (21), em São Leopoldo para informar e mobilizar direções escolares para a luta contra o pacote desumano apresentado por Eduardo Leite.

O professor Cássio Ritter representou a direção estadual e Luiz Henrique Becker, diretor geral do 14º núcleo, conduziu os trabalhos do encontro.

As direções encaminharam, entre outras medidas, a confecção de uma carta endereçada à Assembleia Legislativa; abaixo-assinado em defesa da educação pública e da carreira; solicitação de moções de apoio nas Câmaras de Vereadores; realização de plenárias nas micro-regiões do Núcleo; mobilização para ato em Porto Alegre em conjunto com demais categorias do funcionalismo; e ampliação do diálogo com a comunidade.

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– Série de vídeos detalha os ataques do pacote desumano de Eduardo Leite
– Como o pacote de Leite afeta funcionários de escola, professores e aposentados
– Eduardo Leite quer destruir a carreira e economizar às custas dos educadores
– Nota técnica da assessoria jurídica do CPERS 
– Eduardo Leite quer que os professores paguem o próprio piso
– Direções escolares se mobilizam contra ataques de Eduardo Leite
– Educadoras aposentadas assinam carta contra os projetos de Eduardo Leite

 

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Desde o dia 16, o 6º Núcleo do CPERS realiza uma série de reuniões com a base em escolas da região para informar sobre os projetos de Eduardo Leite para a categoria e mobilizar educadores(as) para a greve.

Nesta terça (22) pela manhã, a diretora Andréa Nunes esteve CE SVP, de Santa Vitória do Palmar, reunida com professores(as) e funcionários(as) de escola da cidade e do município de Chuí. À tarde, a plenária será no mesmo local às 16h.

Amanhã, quarta-feira, o encontro está marcado para as 10h na EEEM Carlos Loréa Pinto.

Na sexta, a direção estará no IEE Juvenal Miller às 10h e na EEEM Alfredo F. Rodrigues às 16h30.

Na próxima terça (29), educadores(as) de São José do Norte, Marques, Silvéio e Capitão podem participar das plenárias na EEEF Marques de Souza, às 10h15, e no IEE São José do Norte, às 16h.

Na última semana, educadores(as) do Núcleo interpelaram Eduardo Leite, que visitava a cidade para evento oficial. No ato, o governador foi cobrado a rever suas propostas. “Pedimos que reveja sua posição e não apresente as propostas, mas também alertamos que estamos mobilizando a categoria e construindo a resposta a altura se os projetos forem apresentados”, conta Andréa.

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As educadoras de Caibaté, na região das Missões, arregaçaram as mangas e deram exemplo em sessão da Câmara Municipal desta segunda-feira (21).

Elas lotaram o plenário para expor as consequências do pacote desumano de Eduardo Leite e convencer vereadores a pressionarem deputados das suas bancadas pela rejeição das medidas.

A pressão permanente em todas as esferas do Legislativo e lideranças políticas locais e estaduais foi uma das deliberações do Conselho Geral do CPERS, realizado também nesta segunda.

“Nossa resistência e pressão serão fundamentais para evitarmos essa calamidade. As câmaras de vereadores vão enxergar professores e funcionários de escola como nunca viram. Vamos fazer pressão em todos os partidos”, afirmou a presidente Helenir Aguiar Schürer na oportunidade.

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Ampla divulgação e mobilização para a greve – com Assembleia Geral da categoria no mesmo dia da deflagração -, intensificar as plenárias regionais sobre os ataques de Eduardo Leite, mobilizações unificadas com os demais servidores, pressão nos vereadores, deputados e senadores, entre outras ações.

O Conselho Geral desta segunda-feira (21) foi definidor para os próximos passos da luta do CPERS, que inicia uma semana crucial para o futuro da educação.

“O governo tenta vender para a sociedade a ideia de que a alteração do plano de carreira do magistério gaúcho irá torná-lo mais atrativo. O que nos foi apresentado é atrativo apenas para os cofres do Estado”, observou a presidente do Sindicato, Helenir Aguiar Schürer, no início dos trabalhos.

Para exemplificar uma das consequências das alterações pretendidas por Leite, Helenir explicou que se uma professora com ensino médio e um professor com doutorado ingressassem hoje no estado, a diferença entre seus salários seria de 100%. Com o projeto de governo, a diferença passaria a ser de apenas 7%. “É o arrocho mais brutal que já vimos. Temos uma posição muito clara da categoria que é a de não permitir mais essa violência contra os educadores”, ressaltou.

“Aqueles que ganham menos devem pagar mais pela crise do estado e os que ganham mais terão pouquíssima repercussão em seus salários. Temos andado pelo Estado e conversado com diretores que, juntamente com os aposentados, serão os mais prejudicados”, também alertou.

A presidente da entidade chamou a atenção para o fato de o governo ter 42 votos favoráveis na Assembleia Legislativa. “Nossa resistência e pressão serão fundamentais para evitarmos essa calamidade que estão querendo fazer conosco. As câmaras de vereadores vão enxergar professores e funcionários de escola como nunca viram. Vamos fazer pressão em todos os partidos”, afirmou.

Para o pleno entendimento dos riscos aos direitos históricos de professores e funcionários de escola, o advogado Marcelo Fagundes, da assessoria jurídica do sindicato, apresentou o estudo feito pelo jurídico, abordando ponto a ponto os projetos do governo.

Atentos, os conselheiros ouviram as explicações e logo após fizeram questionamentos e esclareceram dúvidas.

A economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Anelise Manganelli, apresentou a análise feita pelo Departamento sobre o pacote de maldades do governo. “É um governo liberal, então o objetivo deles é só achatar e aumentar as alíquotas. A gente não conhece detalhes do projeto, teríamos muitas perguntas pra fazer ao governo. Mas pelo que tivemos acesso até agora, está muito claro que é o fim da educação pública”, afirmou.

Conforme deliberado na última Assembleia Geral da categoria, assim que o  governador protocolar os projetos na Assembleia Legislativa, o Sindicato comunicará toda a categoria e em setenta e duas horas (72h) será deflagrada a greve.

Confira as mobilizações aprovadas:

1. Fazer ampla divulgação da deflagração da Greve, conforme deliberação da Assembleia Geral de 27/09, em 72 horas após o protocolo do “Pacote de Eduardo Leite”. Intensificar a comunicação externa, através de rádios, colagem de cartazes, dentre outros, para dar visibilidade a nossa luta e disputar a narrativa com o governo na sociedade. Construção de carta à comunidade escolar, distribuída massivamente, chamando apoio à greve e à defesa da educação;

2. Realizar Plenárias Regionais abertas para toda a comunidade com a participação da Assessoria Jurídica do CPERS/Sindicato;

3. Articular com demais categorias de Servidores(as) Públicos(as) Estaduais:
3.1 – Audiências Públicas organizadas nas Câmaras de Vereadores, em todos os municípios, pressionando lideranças políticas locais e deputados(as) estaduais; 3.2 – Plenárias conjuntas com os demais servidores estaduais relativo ao pacote de Leite e também discutir a possibilidade de greve unitária; 3.3 – Elaboração de material de defesa dos serviços públicos, das estatais e das carreiras para ser impresso e construir um calendário de panfleteação nas categorias e na sociedade. O material deve ser disponibilizado também para redes sociais, páginas e grupos de whatsapp; 3.4 – Ações conjuntas com servidores ou outras categorias em greve – exemplo: Petroleiros, IMESF (POA) e outras.

4. Construir o “Ato dos 30 Mil” da Frente dos Servidores(as) Públicos(as);

5. Moção de Repúdio ao Prefeito Marchezan(PSDB) pelo encaminhamento da demissão em massa de servidores(as) da saúde. Total apoio aos(as) trabalhadores(as)!

6. Realizar Assembleia Geral no dia em que inicia a greve para aprovar as ações e o comando de greve;

7. Instalar bancas para coletar assinaturas de aposentados(as) à Carta aprovada no Encontro Regional de Aposentados de Erechim, que será entregue ao governador e amplamente utilizada para denunciar e solicitar apoio para barrar o ataque aos direitos da categoria(partidos, Câmara de Vereadores, plenárias, atos, dentre outros);

8. Pressionar os senadores do RS para votarem contra a Reforma da Previdência, através de mails e no aeroporto, fazendo pressão, em conjunto com as centrais sindicais;

9. Denunciar deputados/as e senadores gaúchos que votam ou votaram contra o povo e a favor da Reforma da Previdência;

10. Moção de apoio à professora Maria Medianeira Ibanez em face da repressão do governo municipal de Uruguaiana.

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Na última sexta-feira (18) a coordenadora do Departamento de Formação Política e Sindical do CPERS, Valdete Moreira, conduziu uma intensa agenda de mobilização, formação e debate na região de abrangência do 10º Núcleo do CPERS, sediado em Santa Rosa.

As reuniões foram organizadas em conjunto com Glaci Paulina Krann e Leonel Paulo Ferreira, integrantes da direção do núcleo, e a aposentadora Nilza Schebella.

Pela manhã, a agenda começou com entrevista à rádio Fema, de Santa Rosa. Na sequência, o salão da EEEB Santos Dumont recebeu uma plenária com com direções, aposentados(as) e representantes de escola. Os presentes debateram os projetos de Eduardo Leite para as carreiras e a Previdência Estadual, que atacam duramente os trabalhadores(as) em educação.

Às 16h30, o tema foi debatido com educadores na ativa e aposentados na EEEM República Argentina, em Porto Lucena. Na ocasião, estavam presentes representantes das escolas Castro Alves, de Porto Lucena, Roncador e Almirante Tamandaré, de Porto Vera Cruz.

Valdete Moreira destacou os pontos mais violentos dos projetos de Leite e falou da importância da união da categoria. “A crise é um projeto. O pacote de Eduardo Leite de desmonte da educação no estado é uma decisão política de governo. Incansavelmente vamos trabalhar nas escolas, nas ruas e nas comunidades denunciando mais esse ataque que atinge toda a classe trabalhadora. Nesse momento histórico não podemos mais apenas resistir. É tempo  de indignação e reação.”

Formação Política e Sindical do CPERS fortalece educadores para a luta

Já durante a noite, às 19h, professores e funcionários de escola reuniram-se na EEEB Cruzeiro em Santa Rosa para o quarto encontro do Curso de Formação Política e Sindical do CPERS. O tema abordado pelo doutorando em Educação pela UFSM, Marcos Corrêa foi “Escola Crítica: nossa crise é  projeto”.

Para Marcos, retirar direitos dos educadores é uma escolha política. “Isso é um fenômeno dos governos que vem precarizando e escolhendo deliberadamente precarizar uma parte da população. Vai o governador na televisão dizer que estamos em crise, quando de fato não há crise no Brasil, o que há é a produção de uma crise pra demandar dinheiro e lucro para outras pessoas que não o povo brasileiro”, alerta.

“O CPERS está fazendo um trabalho importante, chamando a atenção para esses governos cínicos, esses governos que preferem tirar de nós trabalhadores para dar aos bancos”, conclui.

Segundo o professor a greve é necessária e demanda apoio da sociedade. “Nenhum professor gosta de fazer greve. Os professores fazem greve porque estão sendo atacados”, ressalta Marcos.

No sábado, às 8h30, o curso de formação ocorreu na EEEB Leopoldo Ost, de Santo Cristo.

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Nesta sexta-feira (18), o 14º Núcleo (São Leopoldo) sediou a plenária que expôs aos(as) aposentados(as) da região as severas consequências do pacote de maldades do governo Eduardo Leite, que pretende alterar o Plano de Carreira do Magistério, o Estatuto dos Servidores (Lei 10.098) e a Previdência Estadual.

Na ocasião, o advogado Marcelo Fagundes, da assessoria jurídica do CPERS, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, explicou que as mudanças atingirão a todos, inclusive aos aposentados(as).

Entre as informações repassadas, ele frisou que aqueles que recebem a partir de um salário mínimo passarão a contribuir com alíquotas que chegam até a 16,32% do salário. Também explicou que os professores aposentados terão todas as gratificações e vantagens integradas ao básico. “Ou seja, qualquer valor que seja acima do piso do nível ou da classe correspondente será transformado em parcela autônoma que não sofrerá reajustes.  O governador quer mascarar o pagamento do piso, mas vai apenas realocar valores. Por isso insistimos, quem vai pagar o piso é o próprio professor”, detalhou.

A diretora do Departamento dos(as)Aposentados(as) do CPERS, Glaci Weber  e o diretor Cássio Ritter acompanharam a plenária e ressaltaram a importância da realização de uma forte greve, conforme deliberado na assembleia geral da categoria, para barrar a retirada de direitos. “Outros governos tentaram mexer em nosso plano de carreira e não conseguiram devido à nossa resistência. Vocês são a história de lutas deste sindicato. A trajetória de cada um é muito importante neste momento em que temos que aglutinar forças para impedir, mais uma vez, que não alterem o nosso plano e nos retirem direitos históricos”, destacou.

Luiz Henrique Becker, diretor do 14º Núcleo, frisou que o objeto da plenária foi o de esclarecer e informar aos educadores aposentados e assim conscientizá-los sobre a importância da luta da categoria neste momento crucial. “Todos estavam muito aflitos após a notícia das alterações que o governo quer fazer. Então, organizamos esta plenária para trazer informações e conscientizar sobre a importância de nos mobilizarmos massivamente para impedir que o pacote de maldades do governador Eduardo Leite seja aprovado”, observou.

Após debate foram propostos os seguintes encaminhamentos de mobilização: visitas às escolas para conversa com educadores, panfletagem em fábricas (pais de alunos), entrega de carta aos deputados, participação em programas de rádio, jornais, câmaras de vereadores da região, participação no acampamento da resistência, em Porto alegre e elaboração de vídeos explicativos sobre o projeto do governo.

 

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Educadoras de Uruguaiana, São Borja e Livramento, responsáveis pelas atividades nesta primeira semana de acampamento na Praça da Matriz, deram mais um exemplo de resistência e companheirismo nesta sexta-feira (18).

Após dias de chuva, a semana se encerrou com sol e muita luta. Pela manhã o grupo realizou o tradicional sinetaço para “acordar Eduardo Leite” e uma oficina de cartazes que expôs para quem transitava pela Praça da Matriz e para o governador que os educadores(as) gaúchos não se entregam e seguem firmes contra os constantes ataques.

“Respeito à educação! Professor não é pano de chão!”

“Sem professor não se forma um governador”

Assim como em outros dias, as educadoras presentes no acampamento também cozinharam o almoço para todos os participantes e ajudaram a manter fortes os presentes.

No encerramento do dia, mais um sinetaço em frente ao Palácio Piratini, para lembrar a todos porque lutamos. Com sinetas, bandeiras e entoando o hino do CPERS as educadoras passaram o recado, a categoria segue firme em defesa da carreira, da previdência e dos direitos dos servidores.

O Acampamento da Resistência é o marco inicial da greve, a ser deflagrada se Eduardo Leite enviar os projetos de mudança no Plano de Carreira ou na Previdência Estadual. Os 42 núcleos do CPERS se revezam para manter as atividades, na próxima semana quem comanda as atividades são os núcleos de Porto Alegre e da região metropolitana.

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Saiba tudo sobre os novos ataques de Eduardo Leite:

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Por todo o estado, a direção central do CPERS trabalha junto com os núcleos para informar direções escolares sobre as consequências dos projetos de Eduardo Leite para a carreira dos educadores e as atividades escolares.

Desde quarta-feira, reuniões ocorreram em em Gravataí, Porto Alegre, Erechim, Santo Ângelo, Camaquã, Ijuí, Uruguaiana, Alegrete Livramento, Lagoa Vermelha, Vacaria, Carazinho e Três Passos.

A presidente Helenir Aguiar Schürer esteve nas Missões ao longo da sexta-feira, e os diretores(as) Candida Rossetto, Rosane Zan, Mauro Calliari e Alda Maria Bastos organizaram nas agendas nas demais regiões.

Além do debate, o momento é fundamental para organizar a luta e preparar as comunidades escolares para a greve, a ser deflagrada 72 horas depois do envio dos projetos de Eduardo Leite à Assembleia Legislativa.

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A etapa regional da 4ª Mostra Pedagógica do CPERS ocorreu nesta sexta-feira (18), no 23º núcleo – Santana do Livramento. Com muito entusiasmo e disposição os(as) professores(as) e estudantes expuseram seus projetos na Sociedade Espanhola, às 14h.

Os projetos abordaram assuntos variados como inclusão social, reciclagem de eletrônicos, tecnologia, direitos humanos, depressão.

Os educadores José Louis Sampaio, Ivone Antunes e Helena Vigil formaram a mesa avaliadora e selecionaram os projetos que participaram da etapa estadual no mês de novembro em Porto Alegre.

Para a diretora do núcleo, Adriana de Leon dos Santos a Mostra é um incentivo para os(as) educadores(as) e estudantes. “A mostra incentiva e motiva mais nossos estudantes e professores na hora de realizar o projeto. A atividade expõe o que estamos desenvolvendo dentro das nossas escola públicas”, analisa.

A coordenadora do Departamento de Educação do CPERS, Rosane Zan deu os parabéns para os trabalhos apresentados. “Podemos ver aqui nos trabalhos que os(as) educadores(as) mostram para o seu alunado como lidar com as diferenças na sociedade. É essa escola pública que queremos para os filhos e filhas dos trabalhadores.  Por ela que lutamos diariamente”, concluiu Rosane.

Foram selecionados os seguintes projetos:

Projeto: Cientista Mirim

Orientador: Claudia Cristiane Bisso Fagundes

Escola: E.E.E. Médio Cyrino Luiz de Azevedo

Modalidade: Séries Iniciais do Ensino Fundamental

 

Projeto: Invisíveis sociais – um estudo sobre a marginalização dos seres humanos

Orientador:  Sandra Canabarro

Escola: E.E.E. Fundamental Pinto da Rocha

Modalidade: Séries Finais do Ensino Fundamental

 

Projeto:  Robótica – Reciclando eletrônicos

Orientador:  Sandra Canabarro;  Noelci Prestes Cunha

Escola: E.E.E. Fundamental Pinto da Rocha

Modalidade: Séries Finais do Ensino Fundamental

 

Projeto: Inclusão Social

Orientador: Suelem Fernanda Giacomelli

Escola: E.E.E. Médio Cyrino Luiz de Azevedo

Modalidade: Ensino Médio

 

Projeto: Malala

Orientador:  Luciana do Nascimento Corrêa;  Inajara Meregalli de Jesus Pacheco

Escola: E.E.E. Médio Cyrino Luiz de Azevedo

Modalidade: Ensino Médio

 

Projeto: Depressão

Orientador: Mõnica Liliane Gonçalves de Oliveira

Escola: E.E.E. Médio Cyrino Luiz de Azevedo

Modalidade: Séries Finais do Ensino Fundamental

 

Mostra valoriza educadores e as escolas públicas estaduais

A 4ª Mostra Pedagógica do CPERS está na estrada desde 10 de setembro, prestigiando os trabalhos que os(as) alunos(as) e educadores(as) realizam no chão da escola.

Ainda dá tempo de participar, basta ver no cronograma quando a Mostra estará em sua região e inscrever-se no formulário abaixo. É rápido e fácil!

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Por todo o estado, educadores reagem com indignação às propostas de Eduardo Leite para as carreiras do funcionalismo estadual.

Nas regiões de Erechim (15º Núcleo do CPERS) e do Sul do estado, diretores(as) de 97 estabelecimentos da rede estadual assinaram e divulgaram cartas de repúdio ao pacote de medidas, que ataca brutalmente quem trabalha no chão da escola e inativos(as). Leia a íntegra dos documentos abaixo.

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CARTA DAS DIRETORAS E DIRETORES DE ESCOLAS ESTADUAIS DE ERECHIM E REGIÃO

Nós, diretoras e diretores de escola de Erechim e da região do 15º Núcleo do CPERS, nos dirigimos ao governador Eduardo Leite para expressar total repúdio à sua proposta de alteração do Plano de Carreira do Magistério, do Estatuto dos Servidores e da Previdência Estadual.

É impensável que o Estado, após cinco anos promovendo uma brutal política de arrocho, queira cortar mais fundo na carne dos educadores e educadoras, aposentados e na ativa. O governo pretende destruir a carreira, prorrogar o arrocho salarial por anos, retirar direitos e confiscar o dinheiro dos aposentados que recebem menos.

Ora, estamos há 46 meses sem receber em dia, com os salários congelados há cinco anos, com valor da gratificação de direção estagnado há 17 anos, em situação de miséria e escolhendo entre comer e pagar as contas. Se a política de contenção de gastos com recursos humanos resolvesse os problemas do Estado, o Rio Grande do Sul já estaria distante do abismo.

Mas Eduardo Leite quer aplicar o mesmo remédio amargo, testado e reprovado múltiplas vezes. Beira a irracionalidade sacrificar o presente e o futuro do Rio Grande do Sul em nome de uma eterna crise fiscal, sem apresentar qualquer solução alternativa. É nos ombros de quem recebe os menores salários que recairá a conta da má gestão, das desonerações fiscais bilionárias, da sonegação de grandes empresas e dos privilégios dos altos salários.

Não nos cabe aqui falar em investimento, enquanto os repasses da autonomia financeira estão congelados a mais de 6 anos, sendo insuficientes para pagar luz, água, telefone, internet, limpeza, material de expediente, enfim manter as despesas diárias da escola. As escolas se encontram desamparadas com estrutura precária, com problemas estruturais.

Este é um projeto de morte, cruel e nocivo ao desenvolvimento das atividades escolares. Um pacote de medidas desumanas, que prejudica a gestão, o projeto pedagógico, os trabalhadores, os pais e o aprendizado dos estudantes.

Nós trabalhamos com amor, carregamos a escola pública nas costas, fazemos o possível e o impossível para realizar um bom trabalho e dar condições adequadas para nossos estudantes. Mas não vamos abrir mão da nossa dignidade.

Se Eduardo Leite insistir em seu projeto nefasto, a greve da categoria contará com nosso apoio total e irrestrito. Não aceitaremos retroceder e perder direitos. O limite já foi ultrapassado.
Avante educadores, de pé!

Assinam essa carta os diretores abaixo:

1. Adiles F. Coradi E.E. Erval Grande Erval Grande
2. Andiara Mazzuti E.E. Roque Gonzales Erechim
3. Anete Sberse E.E. Francisco de Assis Estação
4. Azir Artifon E.E. Luiz Giacomini Gaurama
5. Carina Mezzaroba E.E. Nossa S. da Paz Campinas do Sul
6. Cesar S. Beatrici E.E. João Caruso Erechim
7. Consuelo A. P. Dal Vesco E.E. Érico Veríssimo Erechim
8. Cristiane Avosani E.E. C. Raul Barbosa Paulo Bento
9. Darlan da Rocha C.E. Haidée Tedesco Realli Erechim
10. Delfina Magnabosco I. E. João XXIII Campinas do Sul
11. Ederson Luiz Szydloski E.E. Rondonia Centenário
12. Edezio Klein E.E. N. Senhora de Lourdes Três Arroios
13. Elaine Seehaber C.E. Iriney E. de Souza Erebango
14. Eliana S. de A. Neumann E.E. Bella Vista Erechim
15. Eliane H Follador E.E. Miguel Wawruch Barão de Cotegipe
16. Elisete P. Nonnenmacher E.E. Angelo Emilio Grando Erval Grande
17. Evandes Meneghetti E.E. Dr. Sidney Guerra Erechim
18. Flavio luiz Gabardo E.E. Erico Veríssimo Jacutinga
19. Ivete Perin E.E. Antonio Scussel Getúlio Vargas
20. Janete Araujo E.E. Campos Sales Floriano Peixoto
21. Juceli F. Ramos E.E. Faxinalzinho Faxinalzinho
22. Lauracy M. Denti E.E. Salgado Filho Erechim
23. Letania Risson E.E. Quatro Irmãos Quatro Irmãos
24. Lisiane S. Dalla Costa E.E. Santo Agostinho Erechim
25. Maria T. Graichen E.E. Antonio Burin Erechim
26. Mariliza T. Palud E.E. Érico Veríssimo Getúlio Vargas
27. Miriam Rempel E.E. Helvética R. Magnabosco Erechim
28. Nelci T. Taufer E.E. C. L. Reichmann Erechim
29. Neuri Stieven C.E. Mario Quintana Barão de Cotegipe
30. Neusa J. Golynski C.E. Pres. Costa e Silva Aurea
31. Neusa M. F. de Aguiar Werle E.E. Geny Telles Colpani Campinas
32. Oriete Bazzan E.E. Mariano Moro Mariano Moro
33. Rejane C. Z Ganasini E.E. São José Ponte Preta
34. Reli A. M. Mikoanski E.E. Carlos Gomes Carlos Gomes
35. Reni F. Toniollo E.E. Benjamin Constant do Sul Benjamin C. do Sul
36. Roberto H. Bagatini C.E. Mantovani Erechim
37. Silvana Dalpaz E.E. Emilio Tagliari Estação
38. Silverio Fortunato E.E. Irany Jaime Farina Erechim
39. Sirlei C. L. Pavan E.E. Rio Toldo Getúlio Vargas
40. Sirlei L. Confortin E.E. Maria kandoia Keso Faxinalzinho
41. Suzie Barbosa Moreira E. E. José Bonifácio Erechim
42. Vania Bettega C.E. L. A. de Oliveira Gaurama
43. Vera Lucia Dozza E.E. Sete de Setembro Erechim
44. Zulmira Nonoratto E.E. Vicente de Paula Erechim
45. Venilde M. Z. Krebs I. E. Marcelino Ramos Marcelino Ramos
46. Idiane F. Czosnecki E.E. Mathias Lorenzon Maximiliano de Almeida
47. Silvana Voginski E.E. Landell de Moura Gaurama
48. Sandra Rieker E.E. Barragem do Rio P. Fundo Entre Rios do Sul
49. Esterzina A. M. Schmidt E.E. João Germano Imlau Erechim

CARTA DAS DIRETORAS E DIRETORES DE ESCOLAS ESTADUAIS DO SUL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

Nós, diretoras e diretores das escolas estaduais da Região Sul do Estado do Rio Grande do Sul, vimos nos dirigir ao governador Eduardo Leite e sua equipe de governo, para nos pronunciarmos frente à situação da educação, das condições das escolas públicas e dos ataques aos servidores, e em especial os professores e funcionários do magistério público estadual.

Vivemos uma situação de miserabilidade e a beira do caos! Adoecidos, sofrendo assédio da Mantenedora, com sobrecarga exaustiva de trabalho, tentado suprir a carência e a falta de recursos humanos nas escolas, convivendo com ameaça de fechamento de turmas, turnos e escolas, previsão de fechamento de vagas para alunos no ano de 2020, acumulando empréstimos impagáveis, sem dinheiro para ir trabalhar, escolhendo entre comer e pagar as contas, com a alma e o coração feridos, com a dignidade dilacerada e a vida por um fio.

Com salários parcelados há quase 4 anos, completando em novembro 5 anos de salários congelados, com perdas de mais de 1/3 do poder de compra, defasagem de 102% em relação ao Piso Nacional, com congelamento de mais de 17 anos nas Gratificações de Direção, com a retirada de direitos, com a projeção de mudança lesiva no Plano de Carreira dos Educadores, com perspectiva de aumento na contribuição do IPE previdência para os ativos e inclusão de contribuição previdenciária dos servidores já aposentados e pensionistas pelo IPE, ainda assim, trabalhamos e oferecemos uma educação de qualidade num quadro caótico em que se encontram as Escolas Estaduais.

Ao mesmo tempo, os repasses da Autonomia Financeira estão congelados a mais de 6 anos sendo insuficientes para manter as necessidades diárias das escolas como luz, água, telefone, internet, limpeza, pedagógico, esportivo, material de expediente, consertos e reparos. Não nos cabe aqui falar em investimentos porque seria ironia. As escolas encontram-se desassistidas, com estrutura precária, com rede elétrica que não suportam nem a instalação de ventiladores, com problemas estruturais nos forros, paredes e assoalhos, com janelas sem vidros e danificadas deixando o ambiente gélido para os tempos de aulas no inverno, Quadras Esportivas corroídas pelo tempo, Parques Infantis em precárias condições, sem Laboratórios, sem Bibliotecas, Refeitórios insalubres e Laboratórios de Informática em ruínas e atolados de lixo eletrônico.

Da mesma forma, alguns recursos humanos estão extintos nas escolas como Coordenação Pedagógica, Orientação Educacional, Monitoria de Laboratório, Bibliotecários, Professores de Informática, outros porém, existem, mas estão escassos em muitas escolas como Merendeiras, Secretárias, Professores de Currículo, Professores de diversas disciplinas das Áreas da Educação, Monitores, Serventes e Vice-diretores. Escolas sem Projetos Pedagógicos e Extracurriculares porque não existem mais quem tenha tempo destinado a pensar e coordenar estas tarefas.

Vivemos uma situação precária na Educação do Estado do Rio Grande do Sul e estamos aqui para denunciar o desmantelamento do Sistema Educacional Gaúcho e reivindicar maior investimento na Educação do povo da nossa terra, assim exigimos:

  • que seja cumprido o percentual de 35% da Receita Líquida dos Impostos do estado em investimento em Educação Pública;
  • realização de Concurso Público que venha suprir as carências de recursos humanos nas escolas;
  • reajuste de 30% nos salários dos Servidores do Magistério Público Estadual;
  • reajuste das Gratificações de Direção de acordo com a defasagem de 17 anos de congelamento;
  • investimento e qualificação dos espaços pedagógicos e administrativos das escolas.

A Educação Pública não aguenta mais esta sobrecarga, não suporta mais este ataque à educação popular. “Negar a educação e a cultura a um povo é perpetuar a falta de expectativa de uma nação” (JC Leão).

Educar é lutar e resistir.

Fórum de Diretoras e Diretores do Sul

Aline Teixeira Benito – EEEM Presidente Castelo Branco – Capão do Leão

Ariane Barbosa Oliveira – EEEM Jacinto Inácio – Santana da Boa Vista

Auri Muller EEEF Padre José Herbst – São Lourenço do Sul

Carmem Vera Almeida Colvara – EEEF Neusa Paes do Amaral – Canguçu

Catia Cilene Soria Silva – EEEM Leonel de Moura Brizola – Pedras Altas

Cristiane Frizzo Amaral – EEEF Sepé Tiaraju – Piratini

Dalva Rosane Dias Cruz – EEEF Jardim de Allah – Pelotas

Deise Constança Bonnel Amado – EEEM Cassiano do Nascimento – Pelotas

Edilene Silveira Maasz – EEEF Padre Maximiliano Strauss – São Lourenço do Sul

Edna Machado Motta – EEEF Zilda Morrone – Pelotas

Eliana Ribeiro Pimentel – Colégio Félix da Cunha – Pelotas

Eliane Muller – EEEF Oziel Alves Pereira – Canguçu

Elisa Schwartz Leite – EEEM Dr. Amilcar Gigante – Pelotas

Ester Gomes Medeiros – EEEF Dr. Manoel Amaro Jr – Jaguarão

Eva Maria da Cruz Correa – EEEF Dr. Ottoni Xavier – Pelotas

Eva Regina Echebeste Vieira Lemos – EEEF Dr. Ottoni Xavier – Pelotas

Fabiani Hellwig Timm – EEEM João de Deus Nunes – Canguçu

Fabiane Madeira dos Santos Pereira – EEEM Osmar da Rocha Grafulha – Pelotas

Fábio Luis da Rosa – EEEF Armando Fagundes – Pelotas

Fábio Padilha da Silva – Instituto de Educação Assis Brasil – Pelotas

Felipe Neto de Faria – EEEM Professora Elizabeth Blass Romana – Pelotas

Gabriel Barcellos Nunes – EEEM Deputado Adão Pretto – Piratini

Gislene Barboza de Campos – EEEF Luis Carlos Corrêa da Silva – Pelotas

Guilherme Mateus Bourscheid – EEEM Jardim América – Capão do Leão

Hélcio Fernandes Barbosa Junior – EEEM Coronel Pedro Osório – Pelotas

Juline Fernandes da Silva – ETE Canguçu – Canguçu

Jurema Fernandes de Oliveira Moraes – EEEF Monsenhor Gautsch – São Lourenço do Sul

Lisane Meireles Rockenbach – EEEF Nossa Senhora Medianeira – Pelotas

Lissandra Wachholz  – EEEF Dom Joaquim Ferreira de Mello – Pelotas

Lucas Gonçalves Soares – EEEF Laura Alves Caldeira – Capão do Leão

Luciane Schroder Vitoria – EEEM Arroio do Padre – Arroio do Padre

Luciane Weege – EEEM Adolfo Fetter – Pelotas

Luciara Santos da Costa – EEEF Dirceu Moreira – Pelotas

Marcia Peglow – EEEM Areal – Pelotas

Marco Antônio Chaves – EEEF Santa Eulália – Pelotas

Maria de Fátima Souza – EEEF Rachel Mello – Pelotas

Maria Virgilia Ortiz Lopes – ETE Santa Isabel – São Lourenço do Sul

Marileia Neitzke – EEEM Ponche Verde – Piratini

Marilete Oliveira Moreira – EEEF Parque do Obelisco – Pelotas

Nelda Centeno – EEEM João Simões Lopes Neto – Turuçu

Neuza Regina das Neves Janke – EEEF Procópio Duval – Pelotas

Patricia Dias – EEEF Padre Rambo – Pelotas

Roberta Moreira Soares – EEEF Vicente Di Tolla – São Lourenço do Sul

Sheila Tatiane Studzinki Irigon – EEEM Colônia de Pescadores Z3 – Pelotas

Susani de Castro Pitano – EEEM Cruzeiro do Sul – São Lourenço do Sul

Vera Saldanha Fernandes – EEEF Santa Rita – Pelotas

Verônica Rodrigues de Lima – EEEF Hermes Pintos Affonso – Jaguarão

Zaida Teresinha Greitas da Rosa – EEEF Marlene Medeiros – Santana da Boa Vista

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