A mobilização nas regiões é uma das estratégias deliberadas pelo Conselho Geral do CPERS para pressionar o governo a pagar o que deve à categoria, cujos proventos foram cortados apesar da recuperação das aulas e do encerramento do ano letivo.

▶ Baixe o modelo de moção e envie aos vereadores(as) da sua cidade

Este é um ano eleitoral, e os vereadores(as) podem exercer pressão crucial sobre seus partidos na base do governo para assegurar o pagamento dos salários cortados.

Desde dezembro, a categoria amarga cortes mensais que chegam a 30% do salário. São mais de 27 mil castigados para – nas palavras do governador – “desestimular a prática grevista”, apesar das aulas recuperadas sem prejuízo aos estudantes.

São famílias inteiras em situação de calamidade, com salários cortados e sem perspectivas de alívio financeiro. Muitos têm recorrido a doações arregimentadas em campanhas de arrecadação.

▶ Receba notícias do CPERS por whatsapp

Moções aprovadas em apoio ao pagamento dos educadores grevistas
Atualizado em 16/09

1 Água Santa
2 Arroio dos Ratos
3 Bagé
4 Barra do Quaraí
5 Barra Funda
6 Bento Gonçalves
7 Boa Vista das Missões
8 Caçapava do Sul
9 Caiçara
10 Camaquã
11 Camargo
12 Candiota
13 Caxias do Sul
14 Chuí
15 Constantina
16 Encantado
17 Engenho Velho
18 Erechim
19 Esteio
20 Estrela
21 Faxinal do Soturno
22 Garruchos
23 Giruá
24 Guaíba
25 Horizontina
26 Ijuí
27 Independência
28 Itacurubi
29 Lagoa Vermelha
30 Lajeado
31 Lavras do Sul
32 Maçambará
33 Muçum
34 Nova Bassano
35 Nova Hartz
36 Nova Palma
37 Novo Barreiro
38 Novo Hamburgo
39 Palmeira das Missões
40 Panambi
41 Parobé
42 Passo Fundo
43 Pelotas
44 Pinheiro Machado
45 Piratini
46 Portão
47 Rio Grande
48 Rio Pardo
49 Santa Maria
50 Santa Rosa
51 Santa Vitória do Palmar
52 Santana do Livramento
53 Santiago
54 Santo Ângelo
55 São Borja
56 São Francisco de Paula
57 São Jerônimo
58 São José das Missões
59 São José do Norte
60 São Leopoldo
61 São Pedro do Sul
62 São Sepé
63 São Vicente do Sul
64 Sapiranga
65 Soledade
66 Taquara
67 Taquari
68 Teutônia
69 Três Cachoeiras
70 Três de maio
71 Ubiretama
72 Vale Real
73 Vanini
[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Às portas da escola Estado do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, educadores(as) e servidores(as) das três esferas protestaram contra a Reforma Administrativa de Bolsonaro, que coloca em risco a própria existência do serviço público no Brasil.

Convocado pela Frente de Servidores Públicos (FSP/RS), a mobilização na manhã desta terça-feira (15) marcou o lançamento de uma campanha conjunta contra o projeto, que ameaça a estabilidade, os concursos públicos, os salários, os direitos e as carreiras de quem presta serviços essenciais à população.

 

“Estamos marcando o início da luta contra a Reforma Administrativa do governo Federal. Bolsonaro e Leite têm muito em comum. Eles estão unificados pelas propostas de Guedes, pautadas na precarização e desmonte total do serviço público”, asseverou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

A reforma impõe medidas que têm o objetivo de privatizar o Estado, reduzir investimentos, minar políticas de combate à desigualdade e transformar a oferta pública e gratuita de serviços em mercadoria privada.

“É a sociedade que precisa da escola pública, do posto de saúde, do SUS. É essa a luta que estamos fazendo na rua. O fim da estabilidade, o fim do concurso público, não é só ataque aos servidores, é ataque à população”, disse o diretor do Sintrajufe/RS, Zé Oliveira.

Mais uma vez, o governo chantageia os brasileiros dizendo que a reforma é necessária para o Brasil crescer. É o mesmo discurso que foi utilizado para congelar investimentos por 20 anos e acabar com a aposentadoria e as leis trabalhistas.

A aliança entre o governo e a mídia, que depreciam a atuação dos servidores(as) e mentem à população a respeito do peso das carreiras nos gastos públicos, exigirá unidade e perseverança para barrar o projeto.

A luta está só começando.  O próximo ato será realizado no dia 30 de setembro, integrando o Dia Nacional de Mobilização contra a Reforma, convocado por centrais sindicais para dizer “NÃO” à destruição do Estado.

Rio Grande do Sul resiste

Com máscaras e respeitando o distanciamento mínimo de 1,5m, o grupo também protestou contra o fechamento da escola Rio Grande do Sul. A instituição foi arrombada pelo governo que, de forma arbitrária, sumiu com documentos dos estudantes e pertences, forçando a sua mudança para a EEEF Leopolda Barnewitz.

A instituição permanece ocupada pela comunidade escolar como ato de resistência à postura autoritária de Eduardo Leite (PSDB).

“Rio Grande do Sul, resiste!”, entoavam os participantes.

Para a professora, escritora e ex-aluna da EEEF Estado do Rio Grande do Sul, Atena Beauvoir Roveda, fechar a instituição é acabar com a história de toda a comunidade.

“São as nossas vidas. É a nossa escola. É a minha história e é a história de tantos outros alunos e alunas. Se ele tira essa história daqui, ele tira uma parte de mim nessa capital”, afirmou

            

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Na manhã desta terça-feira (15), Dia Nacional de Mobilizações da Educação em Defesa da Vida, educadores(as), estudantes e pais protestaram em todo o Rio Grande do Sul pela abertura de vagas em EJAs, Neejas e Cursos Técnicos e contra o fechamento de escolas.

No interior, os atos se deram em frente às Coordenadorias Regionais de Educação (CRE). Na capital, o protesto ocorreu às portas do Palácio do Piratini, e também chamou atenção para o fechamento da escola Estado Rio Grande do Sul, arrombada pelo Estado no dia 3 de setembro e, desde então, ocupada pela comunidade escolar como forma de resistência.

“Além de defender um símbolo da educação, uma escola que carrega o nome do nosso estado, estamos aqui cobrando do governo a reabertura das inscrições que foram proibidas neste ano em modalidades fundamentais. Nenhum aluno a menos!”, destacou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

Em meio à pandemia, o governo Eduardo Leite (PSDB) e o secretário da educação, Faisal Karam, proibiram a abertura de novas vagas nas modalidades da EJA, NEEJa e cursos técnicos em escolas estaduais.

A não liberação de matrículas impede a criação de turmas, reduz carga horária de professores(as), deixa contratados(as) à margem do desemprego e faz com que trabalhadores(as) sejam remanejados para outras escolas sem qualquer organização prévia.

Dezenas de milhares de estudantes, em sua maioria de baixa renda e em situação de vulnerabilidade agravada pela pandemia, serão prejudicados pelas determinações. Se o impedimento permanecer, muitos terão negado o direito constitucional à educação.

“Este é um governo que finge diálogo, mas que age no sentido contrário, arrombando uma escola e saqueando os móveis da Secretaria sem autorização da comunidade escolar. A Rio Grande do Sul é a única escola que oferece EJA e Ensino Fundamental no centro de Porto Alegre. Esperamos que o governo volte atrás dessa decisão absurda”, defendeu o diretor do CPERS, Daniel Damiani.

A mãe de aluna da Rio Grande do Sul, Natanielle Almada, ressaltou que o governo Eduardo Leite é autoritário e governa para elites e não para o povo.

“Só quem precisa da escola sabe o quanto é difícil. Quem é mãe ter que se deslocar para pegar as crianças. A outra escola é muito mais longe, como faz uma mãe que anda a pé com os seus filhos na chuva e no frio. Mostra que não é um governador que veio governar para o povo, e sim para a elite.”

O 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia manifestou o receio dos estudantes e educadores em voltar às aulas presenciais.

“Temos que ter segurança para voltar. Não só um retorno com uma data pré-estabelecida pelo governo, mas uma data que a gente tenha tranquilidade em voltar com todos os protocolos respeitados, tanto os sanitários quanto os pedagógicos”, destacou.

Cirlânia Souza, diretora do Colégio Emílio Massot, também criticou a falta de diálogo do governo.

“Estamos aqui pois são sonhos e projetos de pessoas adultas que estão sendo interrompidos. Não houve em nenhum momento diálogo com as instituições para discutir o fechamento das inscrições dos EJAs e cursos técnicos. É lamentável que em plena pandemia estejamos vivendo nessa situação, nos arriscando pra defender mais uma vez a escola pública.”

 

A secretária-geral, do CPERS, Candida Rossetto falou do dia de luta remetendo ao direito constitucional à educação.

“Estamos dizendo para a sociedade que o papel do governante é justamente na contramão do que Leite faz: é de defesa do direito à educação pública, gratuita e de qualidade. O governo usa o setor público para favorecer o setor privado.”

O tesoureiro do CPERS, Mauro Calliari, lembrou que Eduardo Leite e Bolsonaro estão alinhados na política de destruição dos serviços públicos e retirada de direitos.

“Aqui no Rio Grande do Sul, Eduardo Leite está atacando as escolas, tentando fechar escolas, desrespeitando o direito à escola pública de qualidade que defendemos e vamos continuar defendendo. ”

Durante a manifestação, após entregar o projeto de Reforma Administrativa na Assembleia Legislativa, o governador Eduardo Leite entrou pela porta dos fundos do Palácio, dando as costas para a mobilização.

“É uma marca deste governo não ouvir, não escutar a voz daqueles que educam e daqueles que levam os seus filhos para a escola. Hoje tínhamos para dizer a ele a sobre a importância da abertura da escola Rio Grande do Sul. Os estudantes querem a sua escola, os estudantes querem vagas nos Ejas e cursos técnicos. ”, afirmou a presidente do CPERS.

Diversos núcleos do CPERS também realizaram atividades em frente às CREs e escolas que oferecem as modalidades em risco. Confira:

Bagé

Caxias do Sul

Ijuí

Passo Fundo

Pelotas

Rio Grande

Santa Rosa

Santo Ângelo

São Leopoldo

São Luiz Gonzaga

Três de Maio

   

 

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

“Testei positivo e estou isolada. Na minha escola nós somos três, imagina quantas pessoas não tem em outras escolas? Hoje a CRE fez reunião cobrando o retorno das aulas. Como nós vamos voltar desse jeito?”

Rosmari Teresa Formolo é orientadora educacional da EEEM Melvin Jones, de Caxias do Sul. Ela participou do primeiro dia das plenárias regionais organizadas pelo CPERS para ouvir a categoria e organizar a luta em defesa da vida e contra a retomada das aulas presenciais.

A educadora e duas colegas se contaminaram enquanto trabalhavam no plantão presencial. Pagaram o teste do próprio bolso. Após comunicarem a CRE, a mantenedora não providenciou a higienização e ordenou que a escola usasse recursos do caixa ou que os funcionários(as) realizassem a tarefa.

O relato de Rosmari ecoa o medo de milhares de educadores(as), estudantes e familiares da rede estadual. Faltam recursos, faltam profissionais, faltam testes, falta segurança para cumprir o calendário de volta às aulas proposto pelo governador Eduardo Leite (PSDB).

Sobra descaso e falta respeito à vida.

Diante da decisão irresponsável e sádica do Estado, o CPERS convocou a categoria a construir a resistência. A direção central e os dirigentes dos 42 núcleos do Sindicato organizam reuniões com sócios(as) dos 42 núcleos do Sindicato ao longo desta semana para dialogar e reunir propostas de luta e mobilização.

Nesta segunda (14), participaram educadores(as) dos núcleos de Bento Gonçalves, Camaquã, Canoas, Caxias do Sul, Cruz Alta, Frederico Westphalen, Palmeira das Missões, São Gabriel e São Leopoldo.

“Nós não temos dúvidas: voltar às aulas agora é um crime contra a vida. Mas a resistência não depende só do Sindicato, ela deve vir da base, do chão da escola. Por isso queremos ouvir e reunir sugestões para evitar este massacre”, explica a presidente Helenir Aguiar Schürer.

Como a história de Rosari, inúmeros relatos confirmaram dados já apontados pelo CPERS na pesquisa Educação e Pandemia no RS. A maior parte das escolas tem estrutura deficitária, recursos humanos e financeiros insuficientes, salas pequenas e superlotadas e mais de 40% dos profissionais no grupo de risco.

A pesquisa, realizada com cerca de 2 mil educadores(as), também mostrou que a Covid-19 já chegou a mais de 140 escolas estaduais trabalhando em regime de plantão. A exemplo da escola Melvin Jones, a mantenedora não providenciou a pronta higienização em 75,5% dos casos.

A posição dos educadores(as) que participaram do debate é unânime: não há como voltar. Um governo que não controlou a pandemia nas escolas mesmo com o fluxo reduzido e sem aulas presenciais não tem qualquer condição de garantir um retorno seguro.

Entre as sugestões propostas pela categoria nas três plenárias do dia, constam a realização de ampla campanha midiática em defesa da vida, organizar a resistência a partir dos conselhos escolares e instâncias da gestão democrática e pressão junto a prefeitos e parlamentares, bem como atos com número reduzido de participantes, evitando aglomerações e chamando atenção da sociedade.

As plenárias continuam ocorrendo diariamente, até sexta-feira. Confira o cronograma completo e contate o seu núcleo para participar.

15/09 – 14h

Carazinho – 37° Núcleo – (54) 99986 4478
Cerro Largo – 36° Núcleo – (55) 99950 6943
Guaíba – 34° Núcleo – (51) 99588 8592
Ijuí – 31° Núcleo – (55) 99941 3252
Porto Alegre Zona Norte – 38° Núcleo – (51) 99702 1369
São Luiz Gonzaga – 33° Núcleo – (55) 99943 3163
Taquara – 32° Núcleo – (51) 99549 3008
Três de Maio – 35° Núcleo – (55) 99729-4449
Vacaria – 30° Núcleo – (54) 99691 0859

16/09 – 17h

Erechim – 15° Núcleo – (54) 99602 5013
Lagoa Vermelha – 25° Núcleo – (54) 99957 6158
Osório – 13° Núcleo – (51) 99700 5509
Pelotas – 24° Núcleo – (53) 99963 6494
Porto Alegre Zona Sul – 39° Núcleo – (51) 99735 6983
Santana do Livramento – 23° Núcleo – (55) 99666 2904
Santiago – 29° Núcleo – (55) 99932 9545
Soledade – 28° Núcleo – (54) 99960 7571
Uruguaiana – 21° Núcleo – (55) 99660 8541

17/09 – 17h

Bagé – 17° Núcleo – (53) 99967 9415
Estrela – 8° Núcleo – (51) 99538 7122
Gravataí – 22° Núcleo – (51) 99914 6038
Guaporé – 3° Núcleo – (54) 99699 2451
Santa Maria – 2° Núcleo – (55) 99660 5417
Santa Rosa – 10° Núcleo – (55) 99666 4530
Santo Ângelo – 9° Núcleo – (55) 99660 9132
São Borja – 16° Núcleo – (55) 99920 5476
Três Passos – 27° Núcleo – (55) 99721 0340

18/09 – 17h

Alegrete – 19° Núcleo – (55) 99931 1581
Cachoeira do Sul – 4° Núcleo – (51) 98047 7528
Montenegro – 5° Núcleo – (51) 99506 6944
Passo Fundo – 7° Núcleo – (54) 99705 0245
Rio Grande – 6° Núcleo – (53) 99930 8290
Santa Cruz do Sul – 18° Núcleo – (51) 99799 3792

 *Verifique a qual núcleo sua cidade pertence clicando aqui









[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Após o retorno do Ensino Médio no estado do Amazonas, no dia 10 de agosto, mais de 1,7 mil educadores(as) da capital, Manaus, testaram positivo para a Covid-19.

O dado é da Fundação de Vigilância em Saúde do Estado, que testou 5,1 mil profissionais, sugerindo que estarrecedores 34,3% já foram contaminados.

Como o governo do Amazonas realiza testagem em massa apenas na capital, o número de contágios em todo o estado é seguramente mais expressivo.

Covid-19 já chegou a mais de 140 escolas estaduais do RS

No Rio Grande do Sul, o governador Eduardo Leite (PSDB) pretende abrir escolas sem sequer realizar testes. Mas pesquisa do CPERS realizada com mais de 2 mil educadores(as) gaúchos detectou que a Covid-19 já chegou a mais de 142 escolas da rede.

Mesmo com as aulas presenciais suspensas, parcela significativa das escolas estaduais trabalham em regime de plantão, com fluxo reduzido, para realizar tarefas administrativas, limpeza dos espaços e entrega de materiais aos estudantes.

Em 71% das instituições, não são fornecidas máscara com a frequência necessária para todos os trabalhadores(as) no período de plantão e 92% das direções respondentes afirmaram que suas escolas não têm condições estruturais de reabrir respeitando os protocolos.

▶ Receba notícias do CPERS por whatsapp

Os dados reiteram a posição do Sindicato: o Rio Grande do Sul não tem condições de retomar as aulas presenciais. As curvas não apresentaram uma redução expressiva, a dança das bandeiras perdeu o sentido e a transmissão comunitária permanece fora de controle.

Faltam profissionais, falta estrutura, faltam recursos, faltam testes e falta segurança. Falta respeito à vida.

Devido à situação crítica, o último Conselho Geral do CPERS, realizado no dia 28 de agosto, aprovou a exigência de vacinação em massa para o retorno às aulas.

Não seremos cúmplices da tentativa de normalizar a morte, a necropolítica que une Bolsonaro, Eduardo Leite e todos que celebram o capital acima da vida.

O governador precisa fazer o seu dever de casa. Nós, nossos estudantes e familiares não seremos cobaias.

#EscolasFechadasVidasPreservadas

Leia também:

▶️ Plenárias regionais organizam resistência em defesa da vida; saiba como participar
▶️ Sociedade de Infectologia do RS demonstra preocupação com retorno das aulas presenciais
▶️ Conselho de Direitos Humanos recomenda que aulas presenciais não sejam retomadas no RS
▶️ Em Manaus, 342 professores testam positivo 15 dias após retorno às aulas
▶️ Volta às aulas: Eduardo Leite (PSDB) cedeu à pressão, mas não à sensatez
▶️ Lutamos hoje contra o luto amanhã: protestos no estado marcam posição por escolas fechadas
▶️ Com 280 casos em 24h, Coreia do Sul volta a fechar escolas para conter Covid-19
▶️ Para 86% da comunidade escolar, vacina é pré-requisito para volta às aulas presenciais

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Uma afirmação do secretário Faisal Karam na audiência da Comissão de Educação da última quinta-feira (10) revoltou a direção e comunidade escolar do tradicional colégio Júlio de Castilhos, o Julinho, da capital.

Tentando mostrar que há condições de retorno às aulas no Rio Grande do Sul, Faisal constrangeu os presentes dizendo, de forma grosseira, que “… o Julinho tem R$ 600 mil reais na conta da autonomia financeira.”

Como o secretário se retirou da reunião sem dialogar com a comunidade, não ouviu a resposta. Mas no dia seguinte, a escola enviou ofício assinado pela diretora Maria Berenice Moura Alves, cobrando esclarecimentos.

“Gostaríamos de saber em qual conta do Colégio Estadual Júlio de Castilhos está depositado o valor citado pelo Senhor?”, questiona o documento, afirmando que a informação não é verdadeira. O texto também critica o desconforto causado pela fala perante a comunidade escolar.

▶ Leia a íntegra do documento aqui

O documento também escancara o descaso do Estado com a escola, lembrando que desde 2019 a direção envia ofícios à Seduc solicitando obras urgentes, como reformas da cozinha e refeitório, rampas de acessibilidade e reparos no telhado, entre outras.

Os pedidos foram emitidos na esperança de receber verba do BIRD com valor estipulado de R$ 150 mil. Porém, segundo relata a diretora, o colégio nunca recebeu os fundos.

“(…) é importante destacar, senhor secretário, que, se realmente tivéssemos o expressivo valor de R$ 600 mil referentes à autonomia financeira, (…) as reformas, com certeza, já teriam sido realizadas e muitas outras melhorias já estariam prontas.”

O ofício é concluído com uma manifestação de solidariedade a “tantas outras escolas estaduais que lutam para administrarem seus espaços e deixá-los em condições adequadas para o desenvolvimento de uma educação de qualidade.”

Em pesquisa realizada pelo CPERS, 70,5% das direções escolares afirmaram que os repasses da verba de autonomia financeira estão em atraso. Já 61,6% colocam que os repasses da verba de manutenção estão em atraso.

A falta de recursos e a incapacidade do Estado em fazer a sua parte na gestão das escolas são alguns dos motivos pelos quais o Sindicato é contrário ao retorno das aulas presenciais.  86% da categoria defende que não há condições de retomar as aulas sem vacina.

▶ Receba notícias do CPERS por whatsapp

 

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

A professora Julia Gomes havia contratado dois empréstimos em uma financeira com taxas de juros duas vezes mais elevadas do que a média do mercado. Em maio ela se associou ao CPERS e ingressou com uma ação revisional de juros junto à assessoria jurídica do Sindicato.

Com o ganho de causa, ela deixou de pagar R$ 829 mensalmente. Ao final dos contratos, Julia terá economizado o valor total de R$ 46 mil.

Assim como a professora, muitos educadores(as) recorrem a financeiras que prometem crédito facilitado e acabam sofrendo com taxas extorsivas, que podem chegar a 726,75% ao ano, contra 181% da média do mercado e 77,6% do Banrisul.

É ponto pacífico no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul a abusividade de taxas acima da média informada pelo Banco Central.

Se você contratou empréstimo de financeiras nos últimos 10 anos ou tem contrato de empréstimo em aberto, contate a nossa assessoria jurídica para revisar suas parcelas.  A depender do resultado, também é possível reaver parte dos valores já pagos.

Saiba como

Contatos da assessoria jurídica
(51) 3073.7512
atendimento@buchabqui.adv.br

▶️ Clique aqui para se associar ao CPERS

Documentos necessários para ajuizar a ação

a) O cliente interessado deverá apresentar a seguinte documentação:

  1. Procuração judicial outorgando poderes para ajuizar a demanda judicial;
  2. Cópia do(s) contrato(s) assinado(s) com a instituição financeira;

b.1) Caso o cliente não tenha os contratos, este deverá protocolar pedido de apresentação dos contratos de empréstimos/ financiamento (modelo em anexo). O pedido deverá ser levado ao banco ou financeira em 2 vias e o banco deverá assinar/carimbar o documento a fim de confirmar o recebimento do pedido. A via do cliente deverá ser encaminhada ao escritório, pois tal documento será levado ao processo judicial em caso do(s) contrato(s) não serem apresentados pelo banco ou financeira no prazo estabelecido.

b.2) Caso o banco/financeira exija o pagamento de taxa para impressão e entrega da 2ª via do(s) contrato(s) ao cliente, o valor deverá ser pago e o comprovante de pagamento desta despesa deverá ser entregue ao escritório para comprovação, pois será juntado no processo.

  1. Cópia do extrato bancário dos últimos 3 meses;
  2. Cópia do carnê de pagamento das parcelas (se houver) ou comprovante de pagamento das parcelas (se houver);

Cópia da identidade, comprovante de residência  

Baixe aqui o formulário para o pedido de apresentação e entrega da 2ª via de contrato de empréstimo.

▶ Receba notícias do CPERS por whatsapp

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Em meio à pandemia, o governo Eduardo Leite (PSDB) e o secretário da educação, Faisal Karam, proibiram a abertura de novas vagas nas modalidades da EJA, NEEJa e cursos técnicos em escolas estaduais.

A não liberação de matrículas impede a criação de turmas, reduz carga horária de professores(as), deixa contratados(as) à margem do desemprego e faz com que trabalhadores(as) sejam remanejados para outras escolas sem qualquer organização prévia.

Dezenas de milhares de estudantes, em sua maioria de baixa renda e em situação de vulnerabilidade agravada pela pandemia, serão prejudicados pelas determinações. Se o impedimento permanecer, muitos terão negado o direito constitucional à educação.

Trata-se de mais um passo rumo à privatização da escola pública, reduzindo a oferta gratuita e abrindo espaço para o ensino privado.

Por meio deste abaixo-assinado, reivindicamos o fim da exclusão e a reabertura de vagas para todas as modalidades, por uma educação pública gratuita, inclusiva, de qualidade e socialmente referenciada.

Nenhum aluno a menos!

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

O direito constitucional à educação está sob ataque no Rio Grande do Sul.

Milhares de jovens e adultos que efetuaram suas matrículas na EJA para o ano letivo de 2021 aguardam a homologação para iniciar ou dar continuidade seus estudos, sem previsão de resposta.

Muitas escolas ostentam listas de espera com alunos(as) impedidos de ingressar em função do corte de turmas de acesso ao Ensino Fundamental, Médio, Profissional e mesmo de Alfabetização.

O cessamento indica que não haverá turmas de continuidade no próximo semestre, efetivamente fechando a EJA em diversas escolas.

Se o impedimento permanecer, os estudantes, em sua maioria de baixa renda e em situação de vulnerabilidade agravada pela pandemia, terão negado o direito constitucional à educação e o sonho de uma vida melhor.

Trata-se de mais um passo rumo à privatização da escola pública, reduzindo a oferta gratuita e abrindo espaço para o ensino privado.

Por meio deste abaixo-assinado, exigimos o fim da exclusão e a imediata homologação de turmas e matrículas, bem como a extensão do prazo para novas inscrições.

Nenhum aluno a menos!

 

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Privatizar o Estado, reduzir investimentos, minar políticas de combate à desigualdade e transformar a oferta pública e gratuita de serviços em mercadoria privada.

Estes são os pontos destacados pelo Dieese em síntese publicada nesta semana sobre a Reforma Administrativa do governo Bolsonaro.

“São proposituras que diminuem as garantias orçamentárias previstas na Constituição Federal para os serviços públicos, especialmente na saúde e educação, e retiram direitos dos servidores públicos”, avalia o órgão.

Mais uma vez, o governo chantageia os brasileiros dizendo que a reforma é necessária para o Brasil crescer. É o mesmo discurso que foi utilizado para congelar investimentos por 20 anos e acabar com a aposentadoria e as leis trabalhistas.

“Como é visto e sentido pelo povo brasileiro, nenhuma dessas medidas teve qualquer força para impulsionar o crescimento do país”, assevera o Dieese.

▶️ Leia a íntegra da análise do Dieese aqui

A aliança entre o governo e a mídia, que depreciam em uníssono a atuação dos servidores(as) e mentem à população a respeito do peso das carreiras nos gastos públicos, imporá grandes desafios à luta para barrar o projeto.

“Bem diferente do discurso da mídia e do governo, o número de servidores públicos em relação à população brasileira está abaixo do verificado em muitos países desenvolvidos. E em relação aos rendimentos, a maior parte dos funcionários públicos (57%) tem rendimentos concentrados na faixa de até 4 salários mínimos, ou seja, de R$ 3.816,00 (dados de 2018)”, resume o texto.

O documento também traz um alerta aos servidores(as) na ativa:

“O governo tenta reduzir a rejeição ao projeto dizendo que os atuais servidores públicos não serão afetados, no entanto, a estabilidade condicionada ao ‘desempenho insatisfatório’ e o fim da progressão por tempo de serviço, em alguns casos, são exemplos de pontos presentes na PEC 32 que afetarão o funcionalismo na ativa hoje. Sem contar que é inaceitável uma mudança que precariza as condições de trabalho dos servidores e o atendimento à população, mesmo que no futuro.”

Além de listar as principais mudanças propostas – que afetam todas as carreiras exceto militares, parlamentares e juízes -, o Dieese traz uma série de sugestões sobre quais medidas de equilíbrio fiscal deveriam ser adotadas da perspectiva dos trabalhadores(as).

▶ Receba notícias do CPERS por whatsapp

 

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES