O “Agosto Lilás”, mês de combate à violência doméstica e familiar contra as mulheres, tem como objetivo prevenir casos de violência, fornecendo mais informações ao público em geral e aumentando a visibilidade do tema.

A campanha tem como base a Lei 11.340, sancionada em 7 de agosto de 2006, popularmente conhecida como Lei Maria da Penha. Ela foi criada com o intuito de proteger as mulheres contra atos de violência e punir os agressores. Recebeu esse nome em homenagem à professora universitária cearense Maria da Penha Maia, que ficou paraplégica após uma tentativa de assassinato por parte de seu marido.

Além da prevenção, a Lei desempenha um papel fundamental ao informar e auxiliar a população a identificar os diferentes tipos de violência.

Atualmente, a Lei é a principal ferramenta no combate à violência de gênero e feminicídios, assegurando direitos e proteção por meio de mecanismos como a Medida Protetiva, que visa manter a vítima em segurança, afastando-a do agressor, além de fortalecer os serviços oferecidos pelas delegacias de Atendimento à Mulher.

Um dos maiores avanços que alcançamos na sociedade foi a conscientização. Segundo o Instituto Patrícia Galvão/Locomotiva, em uma pesquisa realizada em 2020 sobre violência doméstica durante a pandemia, 85% dos entrevistados conhecem muito ou um pouco sobre a Lei Maria da Penha. Cerca de 75% concordam que agora a violência doméstica é mais condenada do que antes de sua implantação e 83% acreditam que ela contribui para a redução dos crimes de violência contra a mulher.

Sabemos que este é um caminho árduo e longo e que necessitamos de mais políticas públicas para favorecer a população feminina, mas seguimos firmes em busca de respeito, dignidade e igualdade.

O CPERS, através de seu Departamento de Gênero e Diversidade, apoia de maneira vigorosa todos os movimentos que defendem a vida das mulheres e se compromete com a segurança delas. Compreendemos que essa é uma responsabilidade de todos(as).

Em situações de violência, não se cale, denuncie. Disque 180!

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Neste domingo, 06 de agosto, comemoramos o Dia dos Profissionais da Educação, uma data especial para reconhecer e homenagear aqueles que são fundamentais para o desenvolvimento educacional e social de nosso país.

Nesta ocasião, é crucial lembrarmos que não existe educação sem a dedicação incansável dos trabalhadores e trabalhadoras da educação.

Professores(as), diretores(as), coordenadores(as), assistentes, merendeiras, zeladores(as), secretárias e tantos outros profissionais que atuam nas escolas desempenham um papel vital em moldar o futuro das novas gerações. São eles que dedicam horas preciosas para transmitir conhecimento, orientar, inspirar e acompanhar o crescimento intelectual e emocional de nossas crianças e jovens.

Valorizar esses profissionais é primordial para a construção de uma educação pública de qualidade, acessível a todos(as), e capaz de proporcionar oportunidades de desenvolvimento a cada aluno(a). Afinal, uma educação de excelência não se constrói apenas com tijolos e livros, mas sim através do comprometimento e amor dos trabalhadores(as) que se empenham diariamente para criar um ambiente de aprendizado enriquecedor e acolhedor.

Devemos reconhecer que a valorização dos profissionais da educação se faz com salários justos e condições de trabalho adequadas, mas também é preciso oferecer formação contínua, incentivar a troca de experiências e conhecimentos entre colegas, promover um ambiente colaborativo e inclusivo, e proporcionar oportunidades de crescimento profissional.

Ao reconhecer o valor desses profissionais e investir em suas carreiras, estamos investindo no futuro de nossa sociedade como um todo. Professores(as) e funcionários(as) de escolas realizam um trabalho essencial, moldando não apenas futuros profissionais, mas também cidadãos conscientes, críticos e capazes de contribuir positivamente para a construção de um país mais justo e igualitário.

Neste Dia dos Profissionais da Educação, o CPERS celebra e agradece a todos(as) que se dedicam à nobre missão de educar. Vamos refletir sobre a importância de garantir uma educação pública de qualidade, com profissionais valorizados e motivados. Juntos(as), podemos construir um futuro melhor, onde a educação seja uma força transformadora, impulsionada pelo compromisso e dedicação dos trabalhadores(as) da educação.

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Nesta sexta (4) e sábado (5), o CPERS esteve presente no 16° Congresso Estadual da Central Única dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul (16° CECUT – RS). Com o tema “Luta, direitos e democracia que transformam vidas”, o encontro foi realizado no Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa, em Porto Alegre.

As 400 delegadas e delegados e as mais de 40 observadoras e observadores, eleitos(as) pelas entidades filiadas – entre elas o CPERS, definiram estratégias e o plano de lutas para o próximo período.

Na última Assembleia Geral do Sindicato, realizada no dia 14 de julho, educadoras e educadores de todo o estado definiram, por meio de voto, a refiliação do Sindicato à CUT.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, ressalta que o retorno da entidade para a Central é de extrema importância para reforçar a união na luta pelos direitos da classe trabalhadora e unificar as mobilizações nacionais que impactam diretamente a categoria, como a revogação do Novo Ensino Médio, a defesa do Piso, o fim do desconto previdenciário, entre outras.

“O Congresso da CUT é muito importante para as lutas da categoria, pois aqui colocamos as pautas da educação na agenda da Central Única dos Trabalhadores. Aprovamos uma luta conjunta contra as escolas cívico-militares e contra o Novo Ensino Médio, porque os trabalhadores sabem que esses projetos impedem que seus filhos tenham direito a uma universidade pública e uma educação de qualidade. Também aprovamos a pauta do desconto previdenciário”, afirmou a presidente.

Helenir ainda completou: “A partir de agora as nossas lutas são as lutas de todos os trabalhadores do Rio Grande do Sul ligados à CUT. Unidos somos mais fortes!”.

Além das pautas da educação, o 16º CECUT – RS também aprovou a luta unificada por emprego, renda e proteção social, o combate aos retrocessos na regulação do trabalho e unidade de ação e mobilização popular para democratizar as políticas públicas, entre outras. 

Encontro do Macrossetor Serviço Público organiza a luta em defesa dos servidores das três esferas

No primeiro dia do encontro, servidores(as) públicos cutistas, das esferas municipal, estadual e federal, reuniram-se na sede do CPERS, em Porto Alegre, para participar do Encontro do Macrossetor Serviços Públicos, atividade que integrou a programação do 16º CECUT-RS. 

O encontro tinha o objetivo de aprofundar o debate e organizar conjuntamente a luta em defesa dos serviços públicos e dos servidores(as), através da análise das propostas apresentadas pela CUT-RS para o 16º CECUT-RS, partindo do ponto vista dos trabalhadores e das trabalhadoras públicos(as). 

Eleição da nova direção

Ao fim do Congresso, as delegadas e delegados elegeram a nova direção da CUT – RS, que estará à frente da Central na gestão 2023 – 2027. Amarildo Cenci foi reeleito por unanimidade e segue como presidente da entidade. 

Entre os eleitos(as), estão a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, como nova secretária de Formação, e a secretária-geral do Sindicato, Suzana Lauermann, que assume a pasta Secretaria da Mulher Trabalhadora.

Também participaram do Congresso, o 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, a tesoureira, Rosane Zan, e os diretores e diretoras Juçara Borges, Carla Cassais, Sonia Solange Viana, Amauri Pereira, Sandra Régio e Cássio Ritter.

Fotos: CPERS e CUT RS

 

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✊🏾 Vitória da luta!  Em comunicado publicado pela GZH, na noite desta sexta-feira (4), a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) confirma que voltou atrás na orientação de demitir educadoras e educadores da rede estadual com contratos temporários de 20 horas, que se recusem a assumir 40 horas, e também nas demissões por licença-saúde.

Este foi o principal ponto da última reunião entre o CPERS e a Seduc, realizada no dia 18 de julho. Na ocasião, representantes da direção central do Sindicato exigiram respostas sobre o ofício com a desumana orientação, que acarretou demissões de trabalhadores(as) da educação que estavam afastados para tratamento de saúde, inclusive em situações graves como câncer.

Em nota, a Seduc “justifica” a decisão com a desculpa de que o “objetivo das demissões era o de projetar a necessidade de contratação de professores ao longo dos próximos anos”, mas vale ressaltar, que a demissão é uma vontade política do governo Eduardo Leite (PSDB) e não acontece pela impossibilidade de chamar novos contratos.

Para sanar o problema, o governo deveria enviar para a Assembleia Legislativa uma solicitação de ampliação dos contratos emergenciais ou das vagas oferecidas no concurso público, mas opta por demitir, mostrando sua face desumana.

As demissões por motivo de saúde são extremamente cruéis, visto que, em sua maioria, as pessoas adoecem dentro do local de trabalho e depois são descartados sem a mínima humanidade, no momento em que mais precisam.

O recuo na decisão é uma conquista, mas precisa estar acompanhado de uma decisão sobre as exonerações já efetuadas. O CPERS seguirá na pressão pelos direitos da categoria e reforça que um governo comprometido com a sociedade não pode negligenciar essas questões. É preciso compromisso para a garantia de proteção aos profissionais da educação!

>> Leia também:
O governo Eduardo Leite e a crueldade contra educadores em licença para tratamento de saúde

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No ano de 2022, a cada 6 horas, uma mulher é vítima de feminicídio. Das 3.930 mulheres assassinadas no ano, 1.410 foram registradas como feminicídio (quando o crime é motivado pela vítima ser mulher). Esse foi o maior número desde que a lei do feminicídio entrou em vigor em 2015, segundo o levantamento feito pelo G1.

Índices preocupantes, revelados pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública, apontam que crimes sexuais contra crianças e adolescentes saltaram de 45.076 em 2021 para 51.971 em 2022. Um aumento de de 15,3%.

O crescimento na taxa desses crimes tem evidenciado uma situação alarmante no Brasil. Mas o que tem levado o país a ocupar a quinta posição entre as nações com maior número de feminicídio por ano e um aumento assustador nos casos de abuso de jovens e crianças?

Mesmo com anos de legislação em vigor contra esses crimes – como a Lei Maria da Penha e o Estatuto da Criança e do Adolescente, por exemplo -, volta e meia ainda surgem casos na mídia que chocam todo o país e evidenciam o quanto esses temas têm sido pouco abordados na sociedade.

Durante a madrugada do dia 30 de julho, uma jovem de 22 anos foi vítima de estupro em um bairro da região noroeste de Belo Horizonte, após voltar desacordada de um show na capital mineira. No evento, ela teria ingerido grande quantidade de bebida alcoólica e teve a ajuda de um amigo, que a colocou em um carro de aplicativo na volta para a casa e compartilhou a corrida com o irmão dela.

No fim da corrida, ao chegar ao endereço, por volta das 3h da madrugada, o motorista desembarcou a jovem, ainda desacordada, na calçada do prédio com ajuda de outro homem que passava na rua. Após não ser atendido por um membro da família, foi embora deixando a jovem sozinha e inconsciente na rua.

Minutos após o motorista sair do local, outro homem se aproximou de onde a vítima foi deixada e a carregou até um campo de futebol do bairro, onde ela foi abusada e encontrada 4 horas depois por moradores da região, que acionaram o Serviço de Atendimento Móvel (Samu) para o atendimento.

Além do agressor, atitudes dos envolvidos no caso em relação à vítima têm gerado comoção no país, sobre o que poderia ter sido feito para impedir o crime.

Educar para prevenir

Notícias como a da jovem de Belo Horizonte e os dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública têm revelado a importância de ampliar as discussões sobre os temas, para conscientizar e denunciar violências e abusos.

Para a secretária de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Francisca Seixas, ao envolver toda a sociedade nesse necessário debate, é possível contribuir de maneira contundente para o enfrentamento à violência, aos abusos, em defesa das crianças, adolescentes e mulheres.

Francisca ainda cita que “a escola tem um papel fundamental para o Brasil avançar em seu processo civilizacional. A educação sexual tem o poder de ensinar as crianças e os adolescentes a identificar onde termina o carinho e começa o abuso. Além disso, questões de gênero na escola são essenciais para levar informação transparente e sem tabus às crianças e adolescentes sobre como os seus corpos devem ser respeitados”, conta.

Guelda Andrade, secretária de Assuntos Educacionais da CNTE, destaca também as diversas formas de abordar o assunto dentro das escolas sendo, um deles, usando a própria realidade como em casos que caracterizam desrespeito a alunos em sala de aula ou quando assuntos polêmicos surgem no ambiente escolar. Momentos como esses podem ser aproveitados para promover a discussão, através de um debate saudável e respeitoso.

“Assim, forma-se uma cultura de respeito. No início é preciso ter um cuidado especial e saber como abordar o tema no espaço escolar, para que ninguém se sinta desrespeitado ou ofendido”, menciona.

Ela ainda ressalta a importância de tratar assuntos como violência de gênero logo cedo, desde a pré-infância, auxiliando a formação de um futuro adulto com senso crítico de respeito e atenção, “a criança vai crescer com uma cultura de paz e respeito com os outros, não só com a mulher, mas com o ser humano. Independente do gênero, é preciso enxergar os outros como seres humanos”, afirma Guelda.

Desafios

Atualmente, a legislação brasileira prevê, por meio do art. 26 da Lei nº 14.164 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a aplicação de conteúdos relativos aos direitos humanos e à prevenção de todas as formas de violência contra crianças, adolescentes e mulheres, de modo adequado em cada nível de ensino.

Também voltado para temáticas como prevenção de violências e acidentes, promoção da cultura de paz e direitos humanos, saúde sexual e reprodutiva, além de prevenção de HIV/IST nas escolas, em julho deste ano, o Governo Federal destinou mais de Mais de R$ 90 milhões aos municípios que aderiram ao Programa Saúde na Escola (PSE).

No entanto, lembra Francisca, ainda é necessário enfrentar muitas barreiras até que conteúdos como educação sexual tornem-se pauta comum no ambiente escolar, principalmente em relação à estrutura social e religiosa bastante forte no país e posicionada contra o assunto. “A inclusão desses temas no currículo escolar esbarra no preconceito e na ignorância, ou seja, na falta de informação confiável sobre sexualidade”, diz.

“O fundamentalismo religioso e o patriarcado tentam de todas as maneiras podar que as crianças e adolescentes recebam a informação adequada à sua faixa etária, sobretudo, no que envolve a sexualidade e os seus corpos, que devem ser invioláveis”, completa Francisca.

Para Guelda, as pautas sobre gênero vêm sendo negligenciadas há um tempo, tendo se acentuado ainda mais graças ao conservadorismo crescente no país e as limitações impostas pelo governo anterior na educação básica, fazendo com que o tema se torne um assunto evitado.

“O tema faz parte da formação do aluno. Esses debates são momentos de levar orientação sobre como as pessoas podem se defender e buscar ajuda”, finalizou.

Fonte: CNTE

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Valorizar aqueles e aquelas que fizeram a história do CPERS e fortalecer a luta por direitos. É com este propósito que o Sindicato vem realizando os Encontros Regionais dos Aposentados(as), que nesta quinta-feira (3) chegou ao 3º Núcleo (Guaporé).

A atividade contou com a participação de educadores(as) do núcleo sede e dos núcleos de Bento Gonçalves (12º), Lagoa Vermelha (25°) e Vacaria (30º).

Na abertura do encontro, a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, fez um importante resgate dos ataques aos direitos dos professores(as) e funcionários(as) de escola ao longo dos anos. “A partir dos anos 90 começou um ataque sistemático à nossa profissão. De lá para cá, temos sofrido perdas atrás de perdas, um arrocho salarial nunca visto, entre outras ações que nos retiraram direitos históricos. Essa desvalorização está levando a um possível apagão de professores no Brasil”, alertou.

A diretora do Departamento dos Aposentados(as) do CPERS, Glaci Weber, lembrou do início das atividades desenvolvidas pelo Sindicato em prol dos aposentados. “Antes da nossa gestão os aposentados estavam esquecidos. Desenvolvemos atividades culturais, começando com a poesia, que resultou na publicação de um livro. Também propomos desafios de teatro e dança, sempre com grande participação. Nosso objetivo é o de manter nossos aposentados ativos, informados e juntos exigir a justa valorização”, observou.

A psicóloga Catarina Vanzella e a fisioterapeuta Nathali Rubik ministraram a palestra Envelhecimento Saudável.

Após a explanação, Nathali convidou o público para se exercitar através de exercícios de alongamento.

Para encerrar as atividades da manhã, houve a apresentação do Coral de educadoras do 3º Núcleo (Guaporé).

 Reforma do IPE Saúde e as consequências aos educadores(as)

O encontro também debateu sobre a mais recente maldade do governo Eduardo Leite (PSDB): a reforma do IPE Saúde, que penalizou quem menos ganha e aliviou para os maiores salários.

A diretora do CPERS e representante do Sindicato no Conselho de Administração do IPE, Vera Lessês, ressaltou questões importantes sobre o IPE Saúde, após a aprovação do nefasto projeto. “Se o governador achar que a arrecadação é insuficiente, vai corrigir no ano seguinte, de acordo com o que considerar necessário para equalizar as contas do Instituto. A cada ano, ele poderá tirar mais recursos dos nossos bolsos, pois a lei não está condicionada à reposição salarial anual para nós”, expôs.

Informes e esclarecimentos da Assessoria Jurídica 

A assessoria jurídica do CPERS, representada pelo Escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, também esteve presente no evento, explicando e tirando dúvidas sobre as ações em andamento em prol dos direitos dos aposentados(as).

O ponto de maior interesse para o público ficou por conta dos esclarecimentos sobre o julgamento do desconto previdenciário. O advogado da assessoria jurídica do CPERS (escritório Buchabqui e Pinheiro Machado), Marcelo Fagundes, informou sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), que está em tramitação no STF. “Acreditamos que será declarado inconstitucional esse desconto. Seguimos na luta para que esses recursos sejam devolvidos a vocês”, afirmou.

Desafio de Danças Folclóricas Internacionais encanta o público 

Nesta edição do Encontro dos Aposentados(as), o ritmo que embalou o Desafio de Danças Folclóricas Internacionais foi a valsa veneziana.

Apresentaram-se os grupos dos núcleos de Guaporé, Lagoa Vermelha e Bento Gonçalves.

O júri que avaliou as apresentações foi composto pelas educadoras Clari de Conto, Maria Cerenita de Mello Gomes, Nelita Gerreira da Costa, pelo secretário de turismo de Guaporé, Odacir Toldi, e pela professora de dança, bailarina e coreógrafa, Estefânia Bocchi.

Guaporé foi o grupo selecionado para a etapa estadual do Encontro dos Aposentados(as).

O evento contou com a presença dos diretores do CPERS, Juçara Borges e Leonardo Preto Echevarria, e dos diretores(as) dos núcleos participantes, Marili Grosselli Toldi (Guaporé), Leonildo da Luz de Moura (Bento Gonçalves), Joarez Antonio Lorenzon (Lagoa Vermelha) e Joara Dutra Vieira (Vacaria). O prefeito de Guaporé, Valdir Carlos Fabris, e a secretária municipal da Educação, Veridiana Tonini, também prestigiaram o Encontro.

>> Confira abaixo as datas e os núcleos que sediarão os próximos encontros: 

Sede: Três Passos
Data: 16/08/2023
Núcleos: Três Passos, Frederico Westphalen, Palmeira das Missões e Três de Maio

Sede: Porto Alegre
Data: 17/08/2023
Núcleos: 38º e 39º Núcleos de Porto Alegre, Guaíba, Canoas e Gravataí.

Sede: Osório
Data: a definir
Núcleos: Osório, Taquara e São Leopoldo

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Hoje (3), o Jornal do Almoço trouxe à luz uma denúncia, que está sendo feita há tempos pelo CPERS, e que precisa chegar a todos os gaúchos e gaúchas, para desmascarar o falso discurso de “prioridade para a educação” e do fazer de conta que “concede reajustes aos educadores” do governo Eduardo Leite (PSDB).

Em uma matéria tocante, foram apresentados os casos de duas funcionárias de escola, da limpeza e da merenda, que sofreram com o absurdo desconto da insalubridade, realizado neste mês.

É inadmissível e ultrajante que, em um estado que supostamente preza pelo bem-estar e dignidade de seus cidadãos, os funcionários(as) das escolas estaduais do Rio Grande do Sul sejam tratados com tamanho desrespeito e desvalorização.

A insalubridade é um direito fundamental para esses profissionais que trabalham incansavelmente na formação das futuras gerações. Não é apenas um valor adicional, é um reconhecimento merecido para esses educadores(as) que, diariamente, lidam com produtos que apresentam riscos à saúde e à segurança para garantir um ensino de qualidade.

Além da insalubridade, várias outras gratificações também têm sido sistematicamente burladas, prejudicando os trabalhadores(as) que deveriam ser beneficiados por esses adicionais. O mais preocupante é que o governo tem conhecimento dessa prática, mas pouco tem feito para coibir essa situação – e o CPERS tem denunciado em todas as oportunidades e pressionado por mudanças.

Para piorar, essa questão é parte de um problema maior, que tem suas raízes em uma defasagem histórica dos salários. A tabela salarial dos funcionários(as) da educação, que remonta a R$ 657,97 apresenta graves problemas, cuja maior parte da tabela inicial (nivel 1, classe A) fica abaixo do Salário Mínimo Regional. Além disso, estes educadores(as) sofrem com a estagnação salarial, que já perdura por quase uma década.

O que Eduardo Leite(PSDB) pretende com essa atitude vergonhosa? Deixar claro que não valoriza a educação, que não respeita aqueles que se dedicam a construir um futuro melhor para nossos jovens?

É inaceitável que trabalhadores(as) empenhados em suas atividades e que lidam diariamente com condições insalubres não recebam as gratificações devidas, agravando ainda mais a sua situação financeira. O governo deve assumir a responsabilidade de resolver essa questão.

Diante desse cenário degradante, o CPERS reforça o seu repúdio a essa ação do governo Leite (PSDB). O Sindicato já enviou um ofício ao governo exigindo uma audiência urgente para reverter esta situação absurda e injusta. A insalubridade é um direito inquestionável desses educadores(as), e não descansaremos até que ela seja efetivamente paga, como deve ser.

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A recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), desta terça-feira (1°), em proibir o uso da tese de legítima defesa da honra como justificativa para a absolvição de condenados(as) por feminicídio tem apoio do CPERS, por meio de seu Departamento de Gênero e Diversidade.

Ao tomar essa importante medida, o STF demonstra respeito ao apelo do Sindicato e de diversas organizações, movimentos sociais e a sociedade em geral, afirmando, desse modo, seu compromisso em combater a impunidade em crimes contra as mulheres e garantir a proteção dos direitos femininos no país.

A proibição dessa tese representa um importante passo na busca pela justiça de gênero e pela equidade entre homens e mulheres.

O Departamento de Gênero e Diversidade do Sindicato, juntamente com movimentos feministas, organizações de direitos humanos e grupos de defesa das mulheres, tem sido incansável na luta por uma sociedade mais justa e igualitária. 

Temos trabalhado incessantemente para conscientizar a população, além de vereadores(as) e deputados(as), sobre a gravidade do feminicídio e suas causas profundamente enraizadas no machismo e na cultura do patriarcado.

A decisão do STF é uma conquista na luta de todas as mulheres que têm sofrido com a violência de gênero e para suas famílias, que muitas vezes são privadas da justiça diante de crimes tão brutais. 

É fundamental que continuemos apoiando e fortalecendo a luta contra o feminicídio e a violência contra a mulher, bem como colaborando para a criação de políticas públicas que protejam os direitos das mulheres e promovam a igualdade de gênero em todas as esferas da sociedade.

Reforçamos a importância de todas e todos se unirem na luta contra a violência de gênero e na construção de um futuro mais justo e seguro para as mulheres. A proibição da tese de legítima defesa da honra é um passo – de muitos que ainda precisam ser dados – para a construção de uma sociedade verdadeiramente igualitária, na qual todas as vidas sejam respeitadas e valorizadas.

Foto de capa: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

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A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) publicou, nesta terça-feira (1º), uma nota condenando o contingenciamento de verbas da educação e cobrando do Congresso Nacional a conclusão da votação do novo arcabouço fiscal, excluindo do teto de gastos os recursos da União para o Fundeb e as receitas destinadas à Ciência e Tecnologia.

>> Confira a nota na íntegra:

Na última sexta-feira (28/07), o Governo Federal editou o Decreto 11.621, alterando a programação orçamentária e financeira para a execução do Orçamento da União em 2023.

A referida alteração decorre de exigências, ainda em vigor, da Emenda Constitucional (EC) 95/2016, que impôs o limite de teto de gastos à administração pública federal. Ou seja, enquanto o novo arcabouço fiscal exigido pela EC 126/2022 não for aprovado pelo Congresso Nacional, a União continuará impedida de expandir seus custeios e investimentos para além da reposição inflacionária, desde que haja crescimento de receitas. E, em havendo déficits na programação orçamentária anual, os contingenciamentos continuarão prevalecendo até que a EC 95 seja revogada definitivamente.

Com base nesta regra nefasta de arrocho fiscal, o Governo Federal contingenciou recursos do orçamento deste ano, atingindo, também, as áreas de educação e saúde – R$ 332 milhões e R$ 452 milhões, respectivamente. Ocorre que esses dois cortes contrariam a perspectiva inicial do próprio Governo de isentar as duas pastas de quaisquer contingenciamentos em razão da EC 95.

A CNTE reconhece o esforço do atual Governo – com o apoio do Congresso Nacional – de recompor os orçamentos das áreas sociais no final de 2022, quando Jair Bolsonaro entregou o país em situação de terra arrasada, com flagrantes desvios de finalidade orçamentária na tentativa de conquistar a reeleição. Não havia dinheiro sequer para pagar as contas de luz das universidades ao longo do ano. Porém, a educação e a saúde não podem continuar sendo alvos desses contingenciamentos, pois são áreas sensíveis e que sofreram muitos retrocessos desde o golpe de 2016.

Neste sentido, a CNTE reitera a importância de o Congresso Nacional concluir a votação do novo arcabouço fiscal, excetuando da nova regra de gastos os recursos da complementação da União ao FUNDEB, além das receitas destinadas à Ciência e Tecnologia e ao Fundo Constitucional do DF. Isso é o mínimo que se deve garantir à sociedade, uma vez que o Congresso modificou o texto original do PLP 93/2023, apresentado pelo Governo, que, além de prever um arcabouço temporário (até 2027), deixava de fora do teto de gastos os mínimos constitucionais da educação e da saúde, além de outras rubricas sociais.

Em razão da conjuntura e do tempo exíguo – pois o país não suporta mais conviver com contingenciamentos orçamentários –, conclamamos os(as) deputados(as) a aprovarem o texto do arcabouço fiscal oriundo do Senado, com o compromisso de num futuro breve, após consolidada a retomada do crescimento econômico e concluída a reforma tributária – com a devida tributação dos super-ricos –, o Governo e o Congresso reverem a política de teto de gastos, a fim de preservar os investimentos necessários para promover a inclusão social e o desenvolvimento para todos(as).

Pela imediata revogação da EC 95/2016!
Pelo fim dos contingenciamentos nos orçamentos do MEC e da Saúde! Por mais investimentos nas áreas sociais!

Brasília, 01 de agosto de 2023
Diretoria da CNTE

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Atenção, educador(a)! Inscreva-se na 5ª edição da Mostra Pedagógica do CPERS e embarque em uma jornada de descobertas e inspirações.

Professores(as) e funcionários(as) da rede estadual estão convocados a participar e evidenciar a força transformadora do conhecimento e da educação pública.

Com o tema “Escola Livre, Educação Presente”, a Mostra abre as portas para um ambiente educacional onde a liberdade, a criatividade e a diversidade de ideias são celebradas como poderosas ferramentas de crescimento.

A atividade é um convite à inovação e uma homenagem à dedicação de cada educador(a) pelo trabalho que desempenha no chão da escola, fortalecendo a comunidade escolar e promovendo o intercâmbio de ideias e conhecimentos.

Os 42 núcleos do CPERS promoverão exibições regionais, de agosto a novembro, e os educadores(as) precisam se inscrever com até cinco dias de antecedência ao evento em sua região. Os projetos e trabalhos selecionados ganharão destaque na fase estadual da Mostra, que acontecerá em Porto Alegre, em dezembro, com data a ser definida. As experiências selecionadas serão ainda reunidas em uma publicação especial.

A Mostra Pedagógica é uma oportunidade para construirmos juntos(as) uma escola pública cada vez mais inclusiva e enriquecedora, destacando que a excelência da educação floresce em meio às adversidades.

Cada projeto inscrito é um passo em direção ao futuro que queremos construir para nossos estudantes, inspirando-os a serem cidadãos criativos e críticos.

E aí, está pronto(a) para fazer história? Inscreva-se e mostre que o poder transformador da educação nasce do amor e da dedicação dos educadores(as), apesar da desvalorização e descaso do governo Eduardo Leite (PSDB) com o ensino público e os professores(as) e funcionários(as) de escola.

Juntos(as), vamos escrever um capítulo na história da educação estadual. Seja a mudança que queremos ver no mundo. Contamos com você, educador(a), para inspirar, inovar e revolucionar!

▶️ INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

1. Somente sócios(as) do CPERS terão suas inscrições validadas para a Mostra Pedagógica;
2. Os anexos (como documentos, trabalhos por escrito ou em PowerPoint, fotos e vídeos) devem ser enviados para o e-mail mostracpers5@gmail.com;
3. As inscrições podem ser realizadas com até 5 (CINCO) dias de antecedência à Mostra Regional do seu núcleo. Clique aqui para conferir o cronograma das etapas regionais da Mostra;
4. Clique aqui para acessar o regulamento completo da Mostra Pedagógica;
5. Se tiver dificuldades no preenchimento do formulário ou outras dúvidas, entre em contato pelo e-mail secgeral@cpers.org.br ou pelo fone (51) 3254.6000.

 

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