O governo Eduardo Leite e a crueldade contra educadores em licença para tratamento de saúde


Imagem: Rogerio Santana / Agência Brasil

No cenário político estadual, o governo Eduardo Leite (PSDB) tem se destacado, infelizmente, por uma série de atitudes desumanas e cruéis, principalmente, contra trabalhadores(as) da educação.

A sua mais recente maldade configura-se na brutal demissão de professores(as) e funcionários(as) de escola contratados(as) afastados para tratamento de saúde, mesmo em casos graves, como de câncer.

Essa postura revela uma falta de empatia alarmante por parte do governo, que deveria ser um exemplo de responsabilidade social.

Não se trata apenas de uma questão de emprego, mas sim da vida e do bem-estar destas pessoas. Em uma sociedade que preza pelos direitos humanos e pelo cuidado com o próximo, é inadmissível que um governo tome medidas tão cruéis e insensíveis.

A atitude revela uma visão utilitarista e fria, onde a saúde e o sofrimento humano são ignorados em prol de interesses financeiros e administrativos. É de se questionar: onde está a empatia e o compromisso com o bem-estar dos cidadãos?

Para o CPERS, um governo comprometido com a sociedade não pode negligenciar essas questões. É preciso compromisso para a garantia de proteção a estes profissionais da educação.

O Sindicato já solicitou uma audiência com a Secretaria de Educação (Seduc) para tratar deste tema e também da ameaça de demissão aos contratados(as) que possuem 20h e que, por motivos diversos, não aceitam a troca para 40h.

É urgente que o governo repense suas políticas e aja de forma mais humana, colocando o bem-estar e a saúde dos cidadãos em primeiro plano.

O CPERS orienta que os contratados(as) ameaçados(as) de demissão não assinem qualquer pedido de exoneração e procurem medidas legais. Sócios e sócias do CPERS podem buscar o auxílio da assessoria jurídica do Sindicato, Escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, com atendimento presencial nos 42 núcleos da entidade ou através do telefone 51 3073.7512.

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