Com o objetivo de realizar debates sobre o sucateamento do IPE Saúde no Rio Grande do Sul foi lançada na manhã de hoje, na Assembleia Legislativa, a subcomissão que irá realizar plenárias nas macrorregiões do Estado. A iniciativa, realizada durante reunião ordinária da Comissão de Segurança e Serviços Públicos, presidida pelo deputado Jeferson Fernandes (PT), pretende, ao final dos debates, produzir um relatório com sugestões e recomendações para a melhoria do IPE Saúde.

A vice-presidente do CPERS, Solange Carvalho, e a diretora do Departamento de Saúde do Trabalhador, Vera Lesses, acompanharam o lançamento. São frequentes os relatos que chegam ao Sindicato sobre professores(as) e funcionários(as) de escola que não conseguem atendimento pelo IPE, além de denúncias sobre a falta de médicos e o fechamento de escritórios e agências.

“Representamos uma parcela significativa dos servidores públicos e estamos preocupados com situações como a lentidão para a nomeação dos diretores do IPE, o fechamento das agências e a falta de especialistas. O governo parece desconhecer esta lamentável realidade. Nós pagamos a contribuição e temos o direito a um atendimento de qualidade. Vamos mobilizar nossa categoria para participar das plenárias”, afirmou Solange.

O governo do estado foi convidado para participar da audiência, porém nenhum representante compareceu.

“Vamos lançar um olhar cuidadoso sobre o IPE, que atende a um público de mais de um milhão de pessoas, o que significa quase dez por cento da população do Estado”, afirmou o relator da subcomissão, deputado Pepe Vargas (PT).

O cronograma de interiorização para que as discussões sejam levadas às regiões será divulgado posteriormente.

Audiência pública discute alienação dos imóveis do IPE

Após a aprovação do requerimento para a criação da subcomissão, teve início a audiência pública sobre a alienação dos imóveis do IPE-Saúde, proposta pelo CPERS e pela União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública. A iniciativa integra o trabalho da subcomissão sobre a situação do IPE-Saúde no Estado.

“Não é justo o estado se apropriar dos imóveis do Fundo de Assistência em Saúde, porque eles devem ser uma reserva técnica para que o Instituto possa usar no caso de uma situação emergencial. Estes imóveis são patrimônio da autarquia do IPE Saúde e dos seus segurados. O governo precisa implementar a autarquia do IPE Saúde, tirando-a do papel e colocando para funcionar”, destacou Vera.

O presidente da União Gaúcha, Cláudio Martinewski, falou da movimentação da entidade para impedir que os imóveis do IPE sejam alienados, com significativas perdas para a autarquia e seus beneficiários. “A venda dos imóveis, patrimônio bastante valoroso, representa a impossibilidade da garantia de que se houvesse uma deficiência haveria uma possibilidade de salvar o Instituto. É uma afronta e facilita a privatização. A extinção começa nessa parte material e reflete nos atendimentos”, expôs.

A promotora de Justiça do Ministério Público, Míriam Villamil Balestro, também destacou que os imóveis não são propriedade do Rio Grande do Sul. Ela enfatizou que eles foram adquiridos com a contribuição dos servidores ao longo dos anos. “Essa questão constitui abuso de direito. No entender do Ministério Público é um enriquecimento sem causa por parte do estado em detrimento da saúde dos servidores”, salientou.

Fernandes destacou a falta de transparência nos processos de venda dos imóveis. “Alienações irresponsáveis e pouco transparentes prejudicam ainda mais os atendimentos do IPÊ saúde”, afirmou.

Nessa audiência foram encaminhadas propostas que visam a fiscalização referente a alienação dos imóveis feitas por parte do Estado, bem como, quanto a sua avaliação com relação ao valor de mercado atual.  E também o governador Eduardo Leite será comunicado sobre a criação da subcomissão que visa debater a situação do IPE-Saúde no Estado do Rio Grande do Sul.

 

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Integrantes da Direção Central do CPERS acompanharam, na manhã desta quinta-feira (5), no Plenarinho da Assembleia Legislativa, a Audiência sobre o Plano Plurianual (PPA), promovida pela Comissão de Finanças, Planejamento, Fiscalização e Controle. O PPA estabelece as medidas, gastos e objetivos a serem seguidos pelo governo ao longo dos próximos quatro anos.

A coordenadora do Departamento de Funcionários do CPERS, Sônia Solange dos Santos Viana expôs que o CPERS apresentou três emendas ao PPA. Sônia questionou Leany Lemos, secretária de Planejamento, sobre a ausência de previsão de reajuste salarial. “Nós já estamos amargando cinco longos anos de salários parcelados, atrasados e congelados. O último reajuste que tivemos foi em novembro de 2014 e a inflação continua crescendo. O ICMS teve reajustes anuais que não foram repassados para a educação”, frisou.

Leany respondeu que os professores do Distrito Federal recebem 10 mil e não conseguem mudar sua posição no Instituto Estadual de Desenvolvimento da Educação Profissional – IDEP. Afirmou, com isso, que o salário não é o único responsável pelo desempenho da educação do Rio Grande do Sul.

 

“A realidade de Brasília não é a realidade do RS, que embora sendo a quarta economia do Brasil, hoje está pagando o pior salário para os educadores. Os professores e funcionários não tem mais como sobreviver com um salário de fome, um salário de miséria. Tem pessoas se suicidando, nos últimos cinco anos nunca tivemos um índice tão alto de suicídios na nossa categoria. Os educadores estão endividados no Banrisul, pedindo dinheiro até para agiotas e precisam sair dessa situação de miserabilidade. Nunca tivemos numa miserabilidade tão grande como estamos agora. É urgente e necessário que o Estado do RS faça justiça com a educação”, concluiu Sônia.

Daniel Damiani, também diretor do CPERS, relatou que o governo está desde julho sem responder aos pedidos de retomada da negociação salarial. “A única forma que estamos conseguindo ser atendidos é com mobilização, com pressão, com denúncia. Se o governo não retomar as negociações com o CPERS, nós estamos preparando uma greve, nós vamos parar a educação. Isso é se o governo não parar antes. Nós estamos no mês de agosto e o governo admite que faltam 5 mil professores. E a medida do governo é o enxugamento.”

O PPA segue tramitando na Assembleia Legislativa até ser votado pelos parlamentares.

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Nesta quarta-feira (4), o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande (Sinterg) realizou uma Plenária pelo Fortalecimento da Escola Pública. O evento atende ao chamado da CNTE para realização de atividades alusivas a Semana pelo Fortalecimento da Educação Pública e aconteceu na sede do sindicato, em Rio Grande.

A diretora do CPERS Rosane Zan, participou da abertura do evento e destacou a importância da unidade contra os ataques dos governos Leite e Bolsonaro à educação. “Precisamos fortalecer a luta pela manutenção do FUNDEB no financiamento da educação básica e contra a privatização e mercantilização da educação pública”, destacou Rosane.

Durante a tarde foram realizados dois painéis que discutiram temas referentes ao futuro da educação no Rio Grande do Sul. No primeiro, o secretário de Assuntos Educacionais da CNTE, Gilmar Ferreira e o presidente da Comissão de Educação da Câmara de Vereadores de Rio Grande, vereador André Lemes, debateram temas como o financiamento da educação, o novo Fundeb, o custo aluno x qualidade e o orçamento para a educação em 2020.

No segundo painel, a professora da UFPel, Valdelaine Mendes, conversou com o público sobre mercantilização e privatização da educação pública.

“Eventos como essa plenária, chamada pelo Sinterg e o 6° Núcleo – Rio Grande, são um exemplo de unidade e resistência nestes tempos difíceis de retirada de direitos conquistados as duras penas”, disse Rosane.

No fim do dia, Rosane também marcou presença no programa de rádio Sintonia com o CPERS, iniciativa do 6º Núcleo (Rio Grande). Na ocasião a diretora fez um chamamento para a 4ª Mostra Pedagógica do CPERS e destacou as reivindicações do Sindicato, como a luta pelo ajuste salarial de 28,78% e a realização de concurso público ainda em 2019. O programa é apresentado pela Diretora Geral do 6° Núcleo, Andréa Nunes da Rosa e vai ao ar toda quarta-feira, às 18h10, na Rádio Cultura Riograndina.

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Na manhã desta quarta-feira (4), representes da direção central estiveram no Instituto Estadual de Educação Assis Chateaubriand, em Charqueadas, para verificar como está a comunidade escolar após o triste episódio do dia 21 de agosto, quando um ex-aluno atacou estudantes e educadores(as) com uma machadinha.

O 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, e a coordenadora do Departamento Administrativo, Sandra Terezinha Regio, que acompanham o desenrolar dos fatos desde o início, levaram apoio e solidariedade à comunidade.

Todos os feridos no episódio já retomaram a normalidade de suas rotinas, com exceção de um aluno que está se recuperando de uma lesão na clavícula.

Mesmo após semanas do ocorrido, o sentimento de professores(as), funcionários(as) e estudantes  é de insegurança.

A diretora da escola, Cristina Flores de Paula, conta que depois do episódio, a comunidade e os estudantes estão mais unidos. “Nossos estudantes estão em uma grande sintonia. Um cuidando do outro, com uma preocupação constante. E a comunidade escolar demonstra um carinho muito grande. Fomos bem acolhidos, recebemos presentes. Temos alguns psicólogos da comunidade que estão sempre aqui conosco. Um cuidado realmente especial”, conclui.

A escola já tem uma estrutura de segurança com câmeras e porta eletrônica. Os investimos foram feitos com a verba de autonomia da escola.  “O que precisamos são de pessoas para nos ajudar nesse controle, que é um monitor que já solicitamos para a 12ª CRE”, observa a diretora.

Uma viatura da Brigada Militar fica posicionada o dia todo em frente à escola. “Essa foi uma decisão do comandante da BM local, até que venha o brigadiano aposentado que deve ser encaminhado pelo governo para fazer a segurança da escola. A secretaria de educação nos garantiu que logo este profissional estará aqui, que faltam apenas questões burocráticas”, afirmou.

Ela relata também que nesta terça-feira foi realizada uma reunião com a equipe diretiva sobre algumas fragilidades da escola, a segurança e o que precisa melhorar. “Amanhã temos reunião com os professores para determinamos mais algumas regras de convivência e logo teremos uma assembleia com os pais, onde colocaremos todos os detalhes que precisamos reforçar”, afirma a diretora sobre as demais iniciativas quanto à segurança da escola.

Atualmente, a instituição está com falta de profissional especializado para a biblioteca e um monitor para a pátio, o qual ajudaria com as questões de segurança do local.

Conversa expõe o descaso com a escola pública

Sandra e Edson conversaram com os(as) educadores(as) durante o intervalo das aulas sobre os ataques dos governos de Eduardo Leite e Bolsonaro. Cortes nas verbas da educação pública, educadores sem reajuste salarial há cinco anos, salários atrasados e parcelados e fechamento de turmas e escolas foram alguns dos pontos abordados.

“É o desmonte nacional da educação pública o que está ocorrendo atualmente”, destacou Edson.

Devido à pressão exercida pelos educadores(as) contratados(as), que realizaram um forte ato na manhã de ontem, em frente ao Palácio Piratini, o secretário de educação, Faisal Karam, divulgou um vídeo em que assumiu o compromisso de não demitir os(as) contratados(as) no final do ano. “Estamos esperando que oficializem realmente o que o secretário falou. Só acreditamos vendo”, ressaltou Edson.

“Estamos em um momento nunca vivido e nunca visto, de ataques constantes à educação pública e a nós, educadores. Por isso, precisamos de toda a categoria unida. Precisamos da força de cada educador e educadora na luta”, ressalta a diretora Sandra.

Convite para participação na 4ª Mostra Pedagógica do CPERS

Na ocasião, os diretores do Sindicato aproveitaram para convidar os(as) professores(as) para participarem da 4º Mostra Pedagógica do CPERS. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site do Sindicato com até cinco dias de antecedência ao evento. Os 42 núcleos da entidade realizarão mostras regionais, a partir do próximo dia 10.

“O objetivo da Mostra é valorizar a escola pública. As coisas ruins nós já sabemos. Queremos é mostrar as coisas boas, os trabalhos que produzimos no chão da escola”, declarou.

 

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Em pouco mais de 30 minutos, seis associados(as) do CPERS entraram em contato com a assessoria jurídica do Sindicato – representada pelo Escritório Buchabqui & Pinheiro Machado – denunciando uma tentativa de golpe.

Um grupo de estelionatários, que se identificam como advogados do escritório, está ligando para credores de precatórios e pedindo o depósito de valores para viabilizar o pagamento do crédito em até 24 horas.

Na maioria dos casos, o fraudador se identifica como Marilia Pinheiro Machado Buchabqui (pelo número 51980621924), e alega que, com o depósito antecipado, será possível liberar o crédito decorrente do processo judicial.

Orientamos que quem receber qualquer tipo de ligação dessa natureza deve entrar em contato com o escritório pelo número (51)30737500, ou através do núcleo do CPERS da sua região.

O escritório informa que já está tomando as devidas providências e solicita aos clientes que não atendam a qualquer solicitação que envolva depósito de valores.

Abaixo, o relato de uma sócia, que foi pressionada a depositar R$ 4.991,84.

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Nesta terça-feira (3), o secretário Faisal Karam divulgou um vídeo em que assume o compromisso de não demitir contratados no final do ano letivo, em resposta à pressão do CPERS e das centenas de contratados que participavam de ato na Praça da Matriz. Mas uma dúvida persistia: os contratos por tempo fechado (de março a dezembro) também seriam renovados?

Hoje, quarta (4), em contato com a comunicação da Seduc, o CPERS obteve a confirmação: todos os contratos – de professores(as) e funcionários(as) – serão renovados, independente do tipo de vínculo.

É uma grande vitória para a categoria.

Outra situação equacionada após intensa pressão do CPERS é a do atraso no primeiro pagamento de recém contratados(as), que estão até seis meses sem receber. Na última semana, Eduardo Leite se comprometeu a agilizar a folha.

Na próxima terça-feira (10), a categoria deve voltar a se mobilizar na Praça para acompanhar a possível votação da emenda que dá segurança legal à manutenção de contratos na Lei, além da realização de concurso público ainda em 2019.

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As etapas regionais da 4ª Mostra Pedagógica do CPERS iniciam no próximo dia 10 e seguem até o final de novembro. A iniciativa oportuniza aos(as) educadores(as) e estudantes das escolas públicas gaúchas mostrarem a qualidade dos trabalhos que desenvolvem.

Nesta edição, em contraponto à escalada de ataques à educação e ao seu patrono nacional, o evento homenageia Paulo Freire. O tema “Educar é uma aventura criadora” remete-se à dedicatória do autor à sua amiga e pesquisadora Eliete Santiago, contida na obra  Pedagogia da Autonomia.

Para fazer a inscrição basta preencher o formulário e enviar os anexos (documentos, trabalhos por escrito ou em power point, fotos e vídeos) para o e-mail mostracpers@gmail.com. As inscrições podem ser realizadas com até cinco dias de antecedência ao evento. A última edição, em 2018, contou com mais de 250 projetos inscritos.

Os projetos e trabalhos mais significativos participarão da etapa estadual da Mostra Pedagógica, que ocorrerá em Porto Alegre em data  a ser definida. As experiências selecionadas também serão compiladas em uma  publicação especial.

O CPERS convida a todos(as) educadores(as) a participarem da Mostra Pedagógica.

Vamos juntos defender, mostrar e valorizar a qualidade do trabalho realizado na rede pública estadual de ensino.

 

Cronograma das etapas regionais

10/09 – Cerro Largo
11/09 – Santa Rosa
12/09 – Três de Maio
13/09 – Santo Ângelo
17/09 – São Luiz Gonzaga
18/09 – São Borja
19/09 – Cruz Alta
24/09 – Palmeira das Missões
25/09 – Ijuí
26/09 – Frederico Westphalen
27/09 – Três Passos
01/10 – Carazinho
02/10 – Passo Fundo
03/10 – Erechim
04/10 – Lagoa Vermelha
08/10 – Vacaria
09/10 – Caxias do Sul
11/10 – Guaporé
11/10 – Estrela
15/10 – São Gabriel
16/10 – Alegrete
17/10 – Uruguaiana
18/10 – Livramento
22/10 – Bagé
23/10 – Rio Grande
24/10 – Pelotas
25/10 – Camaquã
29/10 – Santiago
30/10 – Santa Maria
31/10 – Cachoeira do Sul
01/11 – Santa Cruz
05/11 – 38º Porto Alegre
05/11 – 39° Porto Alegre
05/11 – Gravataí
06/11 – Canoas
06/11 – Guaíba
07/11 – São Leopoldo
07/11 – Soledade
08/11 – Osório
08/11 – Montenegro
12/11 – Bento Gonçalves
12/11 – Taquara

 

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Os estudantes brasileiros voltam às ruas no próximo sábado, 7 de Setembro, para protestar contra os ataques do governo Bolsonaro à educação pública, entre eles o corte de verbas para o setor, a ingerência na autonomia universitária e a tentativa de “privatização” das universidades e institutos federais por meio do programa “Future-se”.

Em Porto Alegre o ato ocorre a partir das 15h na Redenção.

Educadores(as) da rede estadual devem se somar aos atos em suas regiões. Na data, a direção central do CPERS e mais de 1.700 delegados(as) eleitos pela categoria estarão no X Congresso Estadual do Sindicato.

Os outros protestos deste ano se desdobraram em manifestações contra a reforma da Previdência e de apoio à greve geral dos trabalhadores. No sábado, os estudantes vão incorporar à pauta educacional a bandeira do meio ambiente e da defesa da Amazônia.

Esta é a quarta manifestação contra as políticas do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e seu ministro da Educação, Abrahan Weintraub, para o setor. As anteriores, em 15 de maio30 de maio e 13 de agosto, levaram milhões de pessoas às ruas de todo o país.

Segundo a União Nacional dos Estudantes (UNE), já estão definidos os locais dos atos em 19 Estados, sendo 11 capitais.

Com informações do Brasil de Fato.
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No início da tarde desta terça-feira (3), junto ao Ato Estadual dos Contratados, a direção do CPERS exigiu uma audiência com o governo e foi recebida pelo secretário-adjunto da Casa Civil, Bruno Pinto Freitas.

A presidente Helenir Aguiar Schürer entregou um ofício solicitando a continuidade da mesa de negociação da pauta salarial, interrompida pelo governo em julho.

“Solicitamos também que a gente não fique esperando. Quem prega o diálogo tem que fazer acontecer o diálogo. A cada mês nosso salário é pago mais tarde. Nós temos colegas que são constrangidos a pedir dinheiro para a família para poder ir ao trabalho. Nós continuamos cumprindo nossa obrigação e precisamos que o governo atenda minimamente a nossa pauta”

No ofício, a direção do CPERS reitera a necessidade de reposição emergencial de 28,78% (referente à inflação acumulada desde o último reajuste até março deste ano) e de pagamento em dia.

Helenir também lembrou que o Sindicato ingressou no TCE com um pedido de inspeção extraordinária das contas do Estado.

A representação – elaborada com dados do Dieese em conjunto com a assessoria jurídica do Sindicato – questiona a continuidade da política de atraso, parcelamento e congelamento salarial, contrariando ordem judicial e os princípios constitucionais, e à revelia do crescimento expressivo da arrecadação.

Além do pedido, na última semana o Sindicato protocolou emendas populares ao Plano Plurianual do governo Leite para integralizar o piso, garantir concursos para professores(as) e funcionários(as) e a destinação de 35% da receita para a educação, conforme previsão constitucional do Estado.

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“Faço faxina uma vez por semana e vendo lingerie. Se não fizer isso, fica impossível pagar as contas. Além de não receber o salário até agora, vivemos inseguros ”, relatou a merendeira Rosane Pereira da Rosa, de Ijuí. A situação vivida por ela é a mesma de centenas de educadores(as) contratados, que hoje estiveram na Praça da Matriz, em ato estadual organizado pelo CPERS, para exigir a não demissão dos atuais profissionais até que sejam substituídos por nomeados, a realização imediata de concurso público e reajuste salarial.

A mobilização foi marcada para pressionar governo e deputados(as) pela aprovação da emenda parlamentar de autoria da Comissão de Educação. O texto acrescenta ao PL 392 – enviada por Eduardo Leite à Assembleia – a garantia de que não haverá demissões de contratados e que o concurso público, proposto pelo governo a partir de 2020, seja realizado ainda neste ano.

Pressionado, secretário assume compromisso de não demitir contratados(as)

A pressão levou o secretário de educação, Faisal Karam, a divulgar um vídeo ainda pela manhã garantindo que não haverá rompimento de nenhum contrato emergencial no final deste ano. De acordo com ele, cerca de 19 mil contratados(as) terão seus vínculos renovados.

“Nós vamos nos manter muito atentos e seguir pressionando. Não vamos deixar que esqueçam que a nossa pauta também é por salário em dia. O governo tem que vir para a mesa discutir esta questão conosco, pois a categoria não suporta mais”, afirmou Helenir.

No início da tarde, a reunião de líderes da Assembleia Legislativa decidiu que o PL 392 não entraria na pauta votações da casa hoje. Mesmo assim, os educadores(as) foram para as galerias expor cartazes e reivindicar a aprovação da emenda. Na próxima terça-feira (10), a categoria deve voltar a se mobilizar na praça para acompanhar a possível votação.

“Na próxima terça-feira estaremos aqui novamente fazendo a devida pressão. Continuaremos a nossa mobilização até que a emenda seja aprovada”, garantiu Helenir.

“Precisamos ter a garantia de que o ano letivo de 2020 inicie com o quadro completo de professores e funcionários de escola. Estamos em setembro e ainda faltam educadores em inúmeras escolas”, observou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

Pela manhã, divididos em 14 grupos, os educadores(as) visitaram os 55 gabinetes dos deputados(as) para pedir apoio à aprovação da emenda. Todos(as) receberam documento explicando a necessidade da aprovação.

Estudantes levam apoio aos(as) educadores(as)

Para prestar solidariedade aos seus professores(as), os estudantes da escola Leopoldo Menem, de Fortaleza dos Valos, enfrentaram cinco horas de estrada para participar do ato na capital. “Esta é a primeira vez que viemos a Porto Alegre. Fizemos questão de vir aqui mostrar que defendemos nossos professores. Em nossa escola, 70% dos educadores são contratados. Eles são como nossa família, não poderíamos deixar de vir mostrar o quanto são importantes para nós”, explicou a aluno do 2º ano do Ensino Médio, Jamile Brizola dos Santos.

Portando cartazes em apoio aos(as) educadores, alunos do Colégio Estadual Coronel Afonso Emílio Massot, de Porto Alegre, também foram prestar solidariedade. “Estamos aqui para apoiá-los porque somos muito gratos por tudo que eles nos ensinam e proporcionam. Estamos aqui pelo nosso futuro e pelos deles. Só conseguiremos dias melhores através da educação”, disse a estudante Mariane.

 

 

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