Clique aqui para baixar o modelo de moção

Elaboramos um modelo de Moção de Repúdio e Protesto a ser levado e protocolado na Câmara Municipal da sua cidade.

Vamos pra cima dos vereadores e lembrar que 2020 é ano de eleições municipais!

Converse, fale sobre a situação de miséria dos educadores e das consequências dos projetos de Eduardo Leite para a educação.

Eles podem pressionar as bancadas na Assembleia Legislativa e garantir votos importantes para barrar o pacote desumano do governo.

A pressão permanente em todas as esferas do Legislativo e lideranças políticas locais e estaduais foi uma das deliberações do Conselho Geral do CPERS.

“Nossa resistência e pressão serão fundamentais para evitarmos essa calamidade. As câmaras de vereadores vão enxergar professores e funcionários de escola como nunca viram. Vamos fazer pressão em todos os partidos”, afirmou a presidente Helenir Aguiar Schürer na oportunidade.

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Leia mais:

– Série de vídeos detalha os ataques do pacote desumano de Eduardo Leite
– Como o pacote de Leite afeta funcionários de escola, professores e aposentados
– Eduardo Leite quer destruir a carreira e economizar às custas dos educadores
– Nota técnica da assessoria jurídica do CPERS 
– Eduardo Leite quer que os professores paguem o próprio piso
– Pressão nos vereadores: baixe o modelo de moção de repúdio aos projetos
– Direções escolares se mobilizam contra ataques de Eduardo Leite
– Assine a carta das educadoras aposentadas contra os projetos de Eduardo Leite

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Por 20 votos a 3, o Plenário do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) fixou, nesta segunda-feira – dia do Servidor Público -, a tese de que o funcionalismo não tem direito automático a indenização por atraso no pagamento dos salários.

O julgamento dos desembargadores – que recebem rendimentos brutos de R$ 53,1 mil por mês (sem atrasos) – se sobrepõe a decisão contrária de março deste ano, quando as Turmas Recursais do TJ-RS reconheceram, por 8 votos a 3, o direito à indenização sem a necessidade de apresentar material comprobatório.

O acórdão não fecha as portas para a ação por dano moral, mas dificulta o acesso à indenização. Será necessário comprovar o prejuízo para obter reparação financeira.

“Vamos trazer os filhos de servidores para dizer que seus pais não tem dinheiro para cumprir suas obrigações? Vamos trazer o funcionário do Banrisul que não pode mais dar empréstimo ao educador? O dono do mercadinho que vende fiado? É isso que vamos ter que fazer para provar que há dano moral?”, argumentou o advogado Marcelo Oliveira Fagundes, representando o CPERS em defesa do direito sem necessidade comprobatória.

“Não estamos falando de um, dois ou três salários atrasados, ou de um dois dias de atraso. São 47 meses de salários atrasados. O atraso virou política de Estado. Não há duvida de que isso gera dano moral. Não condenar o Estado aqui é avalizar essa política em descumprimento da Constituição Estadual”, completou Marcelo, referindo-se ao artigo 35 da Constituição.

Apesar dos apelos, a maior parte dos desembargadores acompanhou o parecer do relator, Armínio José Abreu Lima.

O mesmo Órgão Especial, em 2015, deferiu pedido liminar do CPERS contra o governo Sartori pela prática de atraso e parcelamento, reconhecendo a clareza do referido artigo quanto ao dever de quitar os salários até o último dia útil do mês trabalho. Desde então o Estado descumpre a ordem judicial, o que pode ser enquadrado como crime de desobediência e responsabilidade.

Na mesma sessão, os desembargadores decidiram que a proposta do governo de congelar repasses a todos os poderes, incluindo o duodécimo, é inconstitucional. “É uma vergonha”, resumiu a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer. “A contradição é evidente. Eles têm os mais altos salários e, ainda assim, legislam em causa própria”, ponderou.

“Nossa categoria não aguenta mais. Estamos adoecidos, sem capacidade de contrair novas dívidas, escolhendo entre comer e pagar as contas. O que mais é preciso para provar o dano moral? Nosso contracheque, cheio de empréstimos e com salários de miséria parcelados, é a prova”, afirma.

Integrantes da direção central do CPERS e educadores(as) dos núcleos de Cachoeira do Sul, Santiago, Santa Maria e São Gabriel – presentes em Porto Alegre para o Acampamento da Resistência – acompanharam o julgamento.

“Vamos recorrer às instâncias superiores. E, se for preciso, vamos provar o direito de cada educador à indenização”, disse Marcelo após o julgamento. O advogado, do Escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, informa que em breve novas orientações serão enviadas aos núcleos do CPERS a respeito do ajuizamento de ações.

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Na sexta-feira (25), prazo final dado pelo governo para receber “sugestões” aos projetos de destruição das carreiras e da Previdência Estadual, o CPERS endereçou ofício a Eduardo Leite formalizando rejeição total à medidas propostas. Leia a íntegra abaixo.

Senhor Governador,

Ao cumprimentar Vossa Excelência, em resposta as propostas apresentadas, o Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul – CPERS/Sindicato vem, através deste documento, rebater as propostas da Reforma Estrutural do Estado, pois visam somente a supressão de direitos de todo funcionalismo estadual, em especial ao magistério.

Por primeiro cabe destacar o ataque direto à carreira do servidor público. Atualmente a progressão na carreira se dá através de promoções por merecimento e antiguidade. O projeto altera os dispositivos constitucionais e infraconstitucionais, não tendo mais vinculação temporal e passando a ser por ato exclusivamente discricionário da Administração Estadual. Na prática, o que se vislumbra é um Governo autorizado a nunca mais promover nenhum servidor.

Ainda, em relação à carreira, a readequação dos níveis acaba por desvalorizar a instrução acadêmica e tornar a carreira menos atrativa aos professores com maior qualificação, uma vez que, um professor com pós-graduação terá que aguardar o término do estágio probatório para alterar o seu nível. Já o professor com mestrado ou doutorado só poderá receber de acordo com o seu nível (V) após cinco anos da sua nomeação. Ou seja, um professor com titulação elevada – mestrado/doutorado – (nível V) ficará por dois anos recebendo menos que o professor com titulação inferior de especialização (nível IV), o que não faz o menor sentido.

Hoje, além disso, a diferença remuneratória entre um professor nível I para um professor nível VI é de 100%, enquanto que na proposta do Governo a diferença gira em torno de 7%, gerando assim, um desestimulo a qualificação do professor. A Lei Nº 6.672/74 prevê promoções de classes e de níveis com uma diferenciação salarial atrativa, que fomenta a qualificação, estimulando crescimento técnico e profissional dentro da carreira, preservando o bom desempenho do serviço público. 

A Proposta do Governo indica também a intenção de revogar o §3º do art. 33 da Constituição Estadual, extinguindo de forma expressa os adicionais e as gratificações por tempo de serviço. Trata-se, portanto, do fim do conceito de carreira, em que os servidores têm suas remunerações acrescidas pelo tempo de serviço, fazendo com que o servidor em início e final de carreira recebam o mesmo numerário. Tal ataque deixa todos à mercê da vontade política do Governo na concessão de aumentos e reajustes, representando um congelamento eterno dos vencimentos, em verdadeiro arrocho salarial.

O Governo pretende incluir, ainda, como hipótese de perda de cargo o baixo desempenho do servidor, o que abre perigoso precedente para perseguições de todos os tipos, sobretudo políticos, uma vez que não determina critério objetivos nesta avaliação de desempenho. 

Nesta mesma linha está a inclusão do critério de produtividade para fins de satisfação no estágio probatório. Mais uma vez este critério passa a ser absolutamente subjetivo, dando margem, novamente, a perseguições.

O ponto mais sensível do projeto é, sem dúvida alguma, a alteração da matriz salarial proposta pelo Governo, com a instituição de subsídio. De arranque, ressaltamos que a modalidade de remuneração por subsídio é incompatível com uma carreira como a do magistério que possui diversas gratificações e abonos. 

O fato de haver autorização constitucional para a instituição de subsídio para os servidores públicos, não significa que toda a carreira pública será compatível com esta modalidade de pagamento. Considerando que os níveis são uma espécie de gratificação por capacitação, os mesmos professores, com os mesmos cargos e na mesma classe, receberão subsídios diferentes em face de uma gratificação, o que não é permitido pela Constituição Federal.

O que pretende o Governo é somar o vencimento básico do professor com as suas vantagens temporais (triênios e avanços), e os valores que estiverem acima do subsídio, passarão a compor uma parcela autônoma de irredutibilidade.

A medida que o subsídio tenha aumentos, esta parcela de irredutibilidade diminuirá, até que o valor percebido pelo professor seja exclusivamente o subsídio, que segundo o Governo está dentro do Piso Salarial do Magistério. Ou seja, o que o Supremo Tribunal Federal decidiu na ADI 4167, de que o piso corresponde ao valor do vencimento básico da carreira e não da remuneração, foi jogado no lixo através da manobra de instituição do modelo de subsídio. Quer dizer, a medida que o valor do subsídio for aumentando e absorvendo a parcela de irredutibilidade o piso se tornará o teto.

O que é importante que fique claro é que essa alteração não trará nenhum aumento salarial aos professores, e nada mais é do que uma mudança na forma de pagamento para que o Governo sustente o cumprimento do Piso Salarial do Magistério, de forma absolutamente mascarada.

Para os aposentados, além das modificações citadas acima, o projeto ataca direitos já incorporados ao patrimônio jurídico do servidor. O desconto previdenciário que passará a ser cobrado dos inativos viola o disposto na Constituição Federal, já que reduzirá significativamente os proventos, ocasionando perda no poder de compra e agravando ainda mais a condição de miserabilidade que os aposentados já vivem com todo o cenário de parcelamento e falta de reajuste salarial.

Em que pese todos os ataques e supressões de direitos do funcionalismo como um todo, o que mais chama a atenção é a forma como o Governo estabelece um novo método para fingir o pagamento do Piso do Magistério. O que se observa é que o professor “pagará” o piso com o seu vencimento atual, e o piso se tornará teto, desrespeitando a própria razão da lei, que buscava a qualificação da educação através da valorização dos seus professores.

Não resta dúvida que além de não pagar o piso como efetivamente devido, as mudanças pretendidas pelo Governador Eduardo Leite acarretarão no congelamento salarial por muitos anos, visto que o eventual reajuste do piso será abatido da parcela irredutibilidade criada.

O discurso de “tornar a carreira mais atrativa” não apenas não se sustenta como está em franca contradição com o teor das propostas. A estagnação de proventos já defasados, o achatamento do plano, o fim das vantagens temporais, a redução de gratificações – o que poderá levar ao fechamento de escolas em comunidades carentes (a exemplo do difícil acesso) – e o término das incorporações farão da carreira um deserto de recursos humanos.

Diante do acima exposto, reafirmamos a defesa do pagamento do piso conforme a estrutura do atual Plano de Carreira, bem como a nossa disposição em discutir projetos que visem a real valorização do funcionalismo e dos serviços públicos, sem abrir mão dos nossos direitos.

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– Nota técnica da assessoria jurídica do CPERS 
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– Direções escolares se mobilizam contra ataques de Eduardo Leite
– Educadoras aposentadas assinam carta contra os projetos de Eduardo Leite

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Educadores(as) de 16 escolas da zona sul da capital lotaram o auditório da EEEM Padre Reus nesta sexta-feira (26) para debater e conhecer as consequências dos projetos de Eduardo Leite.

A diretora geral do 39º Núcleo, Christiane Ribeiro Gomes, abriu o encontro lembrando que o momento exige organização da categoria.

“Fico muito feliz de ver esse auditório lotado. É disso que precisamos nesse momento. Somente com união e fazendo muita pressão é que conseguiremos impedir a aprovação deste pacote que quer acabar com a nossa carreira”, disse Christiane.

Daniel Damiani, da direção central do CPERS, ressaltou a importância de envolver a comunidade escolar  na luta.

“Os pais, alunos e a sociedade como um todo precisam saber da situação dos educadores gaúchos.  Eles precisam saber que é a escola pública que está em jogo, não são só as nossas questões funcionais”, enfatizou Daniel. 

O advogado Pedro Otávio Magadan, representando a assessoria do sindicato, escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, detalhou as medidas apresentadas na minuta do projeto do governo.

“Vão retirar todas as gratificações e vantagens e incorporar no básico. Ou seja, serão os professores que pagarão o próprio Piso e não o governo”, ressaltou Pedro. 

Pedro alertou para a complexidade da peça. Alguns dos pontos aparentam trazer vantagens e promessas, mas serão prejudiciais aos trabalhadores(as) em educação.

Os projetos preveem alteração do plano de Carreira do Magistério, o Estatuto dos Servidores (Lei 10.098) e a Previdência Estadual. Se aprovados, causarão o congelamento dos salários de toda a categoria por anos a fio, o extermínio de direitos históricos como as vantagens temporais, ataques à organização sindical e a taxação de aposentados(as) que recebem um centavo acima do salário mínimo, sem prever qualquer compensação.

Ao fim do encontro, os representantes das escolas  definiram encaminhamentos e trocaram experiências a fim de definir estratégias para a construção de uma greve forte na região.

Rodas de conversa, confecção de cartas, abaixo assinado e eventos foram algumas das propostas encaminhadas para informar a comunidade sobre a gravidade da situação e que a luta deve ser coletiva. 

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– Nota técnica da assessoria jurídica do CPERS 

– Eduardo Leite quer que os professores paguem o próprio piso

– Direções escolares se mobilizam contra ataques de Eduardo Leite

– Educadoras aposentadas assinam carta contra os projetos de Eduardo Leite

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Eduardo Leite não tem descanso. Há duas semanas ouve diariamente palavras de ordem, sinetas e tambores, além de ver as bandeiras douradas do CPERS tremularem em frente ao Centro de poder do Estado.

A manhã desta sexta-feira foi marcada por uma roda de conversa com Heleno Araújo, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), em visita ao RS para participar de um debate em Santa Cruz.

Helenir Aguiar Schürer, presidente do CPERS, também esteve presente.

“O que Eduardo Leite quer fazer aqui é um ataque aos serviços públicos que atendem a todo o povo gaúcho. Governador, não faça isso. Não provoque esse desastre no Rio Grande do Sul. Se ele insistir, vamos parar esse estado.”

Ao longo da semana, as atividades foram mantidas pelos núcleos da Região Metropolitana: Porto Alegre, Canoas, Guaíba e Gravataí. A partir de segunda, o espaço será ocupado por educadores(as) de Palmeira das Missões, Soledade e Santa Cruz do Sul.

Instalado no Dia do Professor, o Acampamento da Resistência é o marco inicial da greve, a ser deflagrada se Eduardo Leite enviar os projetos de mudança no Plano de Carreira ou na Previdência Estadual.

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Lançada oficialmente em coletiva durante o ato do dia 15, a Frente de Servidores Públicos (FSP/RS) reuniu-se na tarde desta sexta-feira (25) no auditório do CPERS para traçar os próximos passos da luta unificada do funcionalismo estadual, municipal e federal.

Diante da iminência do protocolo dos projetos de Eduardo Leite na Assembleia Legislativa, a proposta de reforma administrativa de Bolsonaro e as políticas de desmonte do prefeito Marchezan Jr, o grupo – composto por mais de 20 entidades e centrais – elegeu o dia 14 de novembro para realizar um ato unificado na capital.

“Será um marco para uma nova fase de lutas contra a destruição dos serviços públicos”, explica Helenir Aguiar Schürer, presidente do CPERS, que propôs o desafio de superar a mobilização histórica que reuniu mais de 30 mil servidores(as) em 2015 e paralisou o governo Sartori.


Foto: Guilherme Santos / Sul 21

Para tanto, as entidades e centrais envolvidas convocarão assembleias e atos durante a manhã em diferentes pontos de concentração. Às 13h30, o funcionalismo gaúcho se encontra no Largo Glênio Peres, seguindo em marcha até o Palácio Piratini.

A FSP/RS também deliberou por protocolar, junto à Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa, um pedido conjunto de audiência pública com Eduardo Leite e representantes dos demais poderes.

A intenção é questionar os projetos do governo para o funcionalismo e reiterar o posicionamento contrário do grupo às medidas apresentadas.

Para os educadores(as), os ataques incluem o fim de vantagens temporais (triênios e quinquênios) e da incorporação de gratificações, aumento do tempo de contribuição, difícil acesso apenas para escolas do campo e taxação de aposentados(as) que recebem um centavo acima do salário mínimo, sem prever qualquer compensação, além do congelamento dos salários de toda a categoria por anos.

O CPERS permanece mobilizado para deflagrar uma greve massiva passados três dias do envio do pacote desumano de Eduardo Leite à Assembleia Legislativa.

“Estamos percorrendo todo o estado, dialogando com a base e apresentando as consequências das medidas. Não há meias palavras. A intenção do governo é destruir a escola pública e o conjunto dos serviços prestados à população”, argumenta Helenir.

Integram a FSP/RS: ADUFRGS, AFAGRO, AFOCEFE-Sindicato, ASSUFRGS, CEAPE-Sindicato, CPERS, CTB/RS, CUT/RS, INTERSINDICAL, FETRAFI, SEMAPI, SENERGISUL, SIMPE-RS, SINASEFE, SINDIÁGUA, SINDICAIXA, SINDJUS/RS, SINDPERS, SINDSEPE/RS, SINDISERF/RS SINPRO/RS, SINTERGS, SINTRAJUFE-RS e UGEIRM

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Lançada oficialmente em coletiva durante o ato do dia 15, a Frente de Servidores Públicos (FSP/RS) reuniu-se na tarde desta sexta-feira (25) no auditório do CPERS para traçar os próximos passos da luta unificada do funcionalismo estadual, municipal e federal.

Diante da iminência do protocolo dos projetos de Eduardo Leite na Assembleia Legislativa, a proposta de reforma administrativa de Bolsonaro e as políticas de desmonte do prefeito Marchezan Jr, o grupo – composto por mais de 20 entidades e centrais – elegeu o dia 14 de novembro para realizar um ato unificado na capital.

“Será um marco para uma nova fase de lutas contra a destruição dos serviços públicos”, explica Helenir Aguiar Schürer, presidente do CPERS, que propôs o desafio de superar a mobilização histórica que reuniu mais de 30 mil servidores(as) em 2015 e paralisou o governo Sartori.


Foto: Guilherme Santos / Sul 21

Para tanto, as entidades e centrais envolvidas convocarão assembleias e atos durante a manhã em diferentes pontos de concentração. Às 13h30, o funcionalismo gaúcho se encontra no Largo Glênio Peres, seguindo em marcha até o Palácio Piratini.

A FSP/RS também deliberou por protocolar, junto à Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa, um pedido conjunto de audiência pública com Eduardo Leite e representantes dos demais poderes.

A intenção é questionar os projetos do governo para o funcionalismo e reiterar o posicionamento contrário do grupo às medidas apresentadas.

Para os educadores(as), os ataques incluem o fim de vantagens temporais (triênios e quinquênios) e da incorporação de gratificações, aumento do tempo de contribuição, difícil acesso apenas para escolas do campo e taxação de aposentados(as) que recebem um centavo acima do salário mínimo, sem prever qualquer compensação, além do congelamento dos salários de toda a categoria por anos.

O CPERS permanece mobilizado para deflagrar uma greve massiva passados três dias do envio do pacote desumano de Eduardo Leite à Assembleia Legislativa.

“Estamos percorrendo todo o estado, dialogando com a base e apresentando as consequências das medidas. Não há meias palavras. A intenção do governo é destruir a escola pública e o conjunto dos serviços prestados à população”, argumenta Helenir.

Integram a FSP/RS: ADUFRGS, AFAGRO, AFOCEFE-Sindicato, ASSUFRGS, CEAPE-Sindicato, CPERS, CTB/RS, CUT/RS, INTERSINDICAL, FETRAFI, SEMAPI, SENERGISUL, SIMPE-RS, SINASEFE, SINDIÁGUA, SINDICAIXA, SINDJUS/RS, SINDPERS, SINDSEPE/RS, SINDISERF/RS SINPRO/RS, SINTERGS, SINTRAJUFE-RS e UGEIRM

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Conhecer e debater as consequências do pacote desumano de Eduardo Leite, foi essa a atividade de professores(as) e funcionários(as) de escola da EEEF Ayrton Senna da Silva em Porto Alegre.

“Leite vai pagar o piso como? Com o nosso dinheiro. O aumento vai sair dos nossos direitos já adquiridos. Vamos ficar uns 10 ou 15 anos sem aumento. Eu entendo que esse projeto acaba com a nossa carreira. Em 26 anos de magistério nunca pensei em ver um projeto assim, ele acaba completamente com a nossa perceptiva profissional”, afirma Edson Garcia, 2º vice-presidente do CPERS.

Os projetos incluem o fim de vantagens temporais (triênios e quinquênios), aumento do tempo de contribuição, difícil acesso apenas para as escolas do campo, ataques à organização sindical e taxação de aposentados(as) que recebem um centavo acima do salário mínimo, sem prever qualquer compensação, além do congelamento dos salários de toda a categoria por anos.

“Temos que reproduzir o que vimos aqui. Falar com os colegas, com pais. Precisamos do apoio da comunidade escolar. Leite ainda não é mal visto pela sociedade. Por isso, precisamos denunciar sua crueldade com a educação pública em todos os cantos do Rio Grande do Sul”, conclui.

O advogado Márcio Rosa, da assessoria jurídica do CPERS, explicou os principais pontos dos projetos que atacam a categoria. “Em 30 anos de serviços tem um escalonamento, os educadores vão adquirindo direitos, que levam para aposentadoria. O que não vai mais acontecer se esse projeto passar”, afirmou.

“O governo vai retirar todas as gratificações e vantagens e incorporar no básico. O pagamento do Piso será retirado do próprio bolso dos educadores”, concluiu.

O diretor da Escola Ayrton Senna, Adroaldo Machado Ramos expôs sua preocupação com o pacote de Leite. “Sou aposentado, mas também me preocupo, sei que as mudanças atingem todos nós. Queremos saber e conhecer esse projeto”, destacou.

Para Dumara Aguirre, professora aposentada, tanto o prefeito Nelson Marchezan quanto Eduardo Leite querem privatizar a educação pública. “Os dois se juntaram para acabar com a educação, para privatizar. O projeto deles é que os custos não saiam dos impostos e sim das empresas e empresários.”

“Do jeito que está indo não vai mais ter professor. Ninguém mais vai querer lecionar com salários defasados e sem nenhum direito garantido”, afirmou Kátia Lanner, diretora da EEEF Luiz de Azambuja Soares.

Logo após, Edson e Marcio deslocaram-se para mais uma plenária, desta vez no CE Glicério Alves, no bairro Belém Novo, zona sul da capital.

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Aspectos da cultura local, cuidados com a saúde, preservação da natureza, questões indígenas e racismo foram alguns dos temas dos trabalhos apresentados na etapa regional da 4ª Mostra Pedagógica do CPERS, realizada em Camaquã (42º Núcleo), nesta sexta-feira (25).

Os projetos, expostos no Espaço Cultural Servi/Uniasselvi, simbolizavam a qualidade do ensino, a disposição dos estudantes e o empenho dos professores.

Após conhecer de perto os trabalhos e ouvir dos alunos como foram desenvolvidos, a coordenadora do departamento de educação do CPERS, Rosane Zan, salientou a importância da realização da Mostra em um período em que os direitos históricos dos educadores estão em risco. “É inacreditável o que o governo de Eduardo Leite está querendo fazer. É um projeto que acaba com a carreira do magistério. Não temos outra alternativa que não seja a de lutarmos pelos nossos direitos. Neste cenário, a Mostra tem sido um forte símbolo de resistência, tanto dos professores quanto dos alunos, a mais este ataque contra a educação pública”, frisou.

“Mesmo em tempos difíceis, os professores da escola pública seguem, com alegria e esperança, promovendo a cultura com muita criatividade. Assistir a esses trabalhos nos fortalece para seguir em frente acreditando que vale a pena continuar lutando por uma escola pública de qualidade e inclusiva”, observou a diretora do núcleo, Iarita Ávila de Souza.

Para avaliar os 11 projetos inscritos, a iniciativa contou com uma comissão julgadora composta por Iara Schmegel, diretora coordenadora de ensino da Servi/Uniasselvi, Claiton Silva da Silva, professor e vereador, Leandro Neutzling, professor do IFSUL campus Camaquã, Maristela Zanchet, professora da escola São Bernardino de Sena, Maria Beatriz Tavares da Silva, professora aposentada e Catulo Fernandes, escritor e poeta da Casa CAPOCAM.

Projetos selecionados para a etapa estadual da Mostra:

 

Ensino Médio

Projeto: Revista literária do Cônego

Escola: Instituto Estadual de Educação Cônego Luiz Walter Hanquet

Professor responsável: Alceu Amaral da Silva

 

Ensino Fundamental e Ensino Médio

Projeto: Semana Macanuda

Escola: CEEF Sete de Setembro

Professores responsáveis: Lisa Fernanda Meyer da Silva e Cláuber Uebel

 

Séries Finais do Ensino Fundamental

Projeto: Curtas Literários

Escola: EEEM Ana César

Professor responsável: Ilda Rejane Queiróz Abel

 

Projeto: Conhecimento

Escola: EEEM Ana César

Professor responsável Maria Rejane Barbosa Scherer

 

Projeto: Tratamento e distribuição de água na região de Camaquã

Escola: EEEM Ana César

Professor responsável: Handerson Luiz Hugo Batista

 

Inscrições para a 4ª Mostra Pedagógica do CPERS

Para participar da 4ª Mostra Pedagógica basta inscrever-se no site do CPERS com até cinco dias de antecedência do evento em sua região. Os projetos e trabalhos mais significativos participarão da etapa estadual da Mostra Pedagógica, que ocorrerá em Porto Alegre em data a ser definida. As experiências selecionadas também serão compiladas em uma publicação especial.

Confira as datas das próximas Mostras Regionais: 
29/10 – Santiago
30/10 – Santa Maria
31/10 – Cachoeira do Sul
01/11 – Santa Cruz
05/11 – 38º Porto Alegre
05/11 – 39° Porto Alegre
05/11 – Gravataí
06/11 – Canoas
06/11 – Guaíba
07/11 – São Leopoldo
07/11 – Soledade
08/11 – Osório
08/11 – Montenegro
12/11 – Bento Gonçalves
12/11 – Taquara
12/11 – Guaporé

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