É com pesar que o CPERS comunica o falecimento o companheiro João Felício, ex-presidente nacional da CUT, da APEOESP e da Confederação Sindical Internacional (CSI). Felício faleceu às 3h da madrugada desta quinta-feira (19), em São Paulo. O velório está ocorrendo desde às 10h, no cemitério do Araçá e seu sepultamento ocorre às 16h no mesmo local.

Felício foi um amigo fiel e companheiro de muitas lutas sociais, incluindo a dos educadores gaúchos, tendo contribuído em atividade de planejamento da atual direção central do CPERS.

“João  Felício foi um grande lutador, uma grande liderança para nós e representou sempre muito bem a luta dos trabalhadores. Estamos sentidos com a sua partida, sabemos que ele estava enfrentando uma doença que o debilitou muito. Mas esperamos que e sua história e os seus exemplos sejam uma força para continuarmos a nossa luta de resistência”, lamenta a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

O Sindicato presta solidariedade e apoio à familiares e amigos.

João Felício, presente!

Trajetória de  luta de Felício:

Formado em Desenho e Plástica, Educação Artística e História da Arte, pela Fundação Educacional de Bauru, Felício começou a lecionar como professor de Desenho em São Paulo, na rede oficial de Ensino Estadual, onde permaneceu até se aposentar.

Sua militância política e sindical iniciou ainda nos anos 1970, em 1977, participando das mobilizações dos professores, na luta por melhores condições de vida e salário, contra a ditadura militar e pela conquista da APEOESP.

Em 1980 foi eleito para o Conselho de Representantes da APEOESP, pela região norte da Capital. Participou da fundação do Partido dos Trabalhadores, como Delegado no Congresso de Fundação, no Colégio Sion na Capital.

Em 1981 venceu a eleição para Diretoria da APEOESP, como Diretor do Departamento Cultural. Neste período foi criada a Comissão de Mulheres e a de Combate ao Racismo da APEOESP, vinculadas a este Departamento. E também a organização de atividades culturais entre Professores e Alunos e formulação da concepção de Educação e Escola Pública da APEOESP.

Em 1983 participou do processo que resultou na fundação da CUT e da filiação da APEOESP à Central. Foi reeleito como Diretor do Departamento Cultural.

Em 1984 participou da Campanha das Diretas-Já e da greve dos professores durante o Governo Montoro, quando a APEOESP chegou a realizar assembleias com mais de 50.000 professores. Em 1985 foi reeleito como Diretor de Sub-sedes da Capital da APEOESP. Em 1987 eleito Presidente da APEOESP e, neste ano, a entidade realizou duas greves, uma em cada semestre.

Participou da luta pôr uma nova Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da Educação Nacional e em 1989 foi reeleito Presidente da APEOESP com mais de 80% dos votos. Neste ano ocorreu a mais longa greve da história dos Professores do Estado de São Paulo (oitenta e dois dias), resultando numa conquista de 126% de reajuste.

Em 1990 a APEOESP lança a campanha “Educação no Centro das Atenções”. É eleito primeiro suplente do Senador Eduardo Suplicy (PT – São Paulo) e Membro do Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores. Em 1991 foi reeleito para o terceiro mandato como Presidente da APEOESP.

Em 1993 deixa a Presidência da APEOESP e retorna à sala de aula, na Escola Estadual de Primeiro e Segundo Graus Dr. Octávio Mendes, no bairro de Santana, na Capital. Naquele ano a APEOESP atingiu 122.000 associados, dos quais 70.000 participaram no processo eleitoral, na maior eleição na história desta Entidade, quando foi eleito Presidente, o professor Roberto Felicio.

Em 1994 foi eleito para Direção Executiva Nacional da CUT, indicado pelos professores do Brasil. Neste mandato foi responsável pela Comissão de Educação, Formação Profissional e da Previdência e membro do Coletivo Internacional da CUT, para questões relativas a OIT (Organização Internacional do Trabalho) e Direitos Humanos. Em 1997 foi eleito Secretário Geral Nacional da CUT e membro do Diretório Nacional do PT. Em 2000 assumiu a presidência nacional da CUT.

Em 2003 foi eleito Secretário-Geral Nacional da CUT e Secretário Sindical Nacional do PT.

Foi membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social indicado pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva. Indicado pela CUT como representante desta Central, no Conselho de Administração do BNDES. Fez parte ainda, da Direção do Instituto de Cidadania.

Em 2005, retorna à presidência da CUT Nacional, após a saída do Luiz Marinho que assumiu o Ministério do Trabalho.

Em 2006 foi eleito pelo 9º CONCUT como Secretário de Relações Internacionais da CUT Nacional. Em 2009 reeleito Secretário de Relações Internacionais, mandato renovado em 2012 no 11º CONCUT.

Em 2014 foi eleito presidente da Confederação Sindical Internacional (CSI). Felício foi o primeiro latino-americano a presidir essa importante central internacional.

Fonte: CUT-RS com Maria Frô – Revista Fórum

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A Associação dos Supervisores de Educação do Estado do Rio Grande do Sul (ASSERS) e a Associação de Orientadores (AOERGS) declararam apoio ao fechamento total das escolas da rede estadual como forma de prevenção ao coronavírus (COVID-19).

Em nota, as entidades solicitam a revisão do Memorando 02/2020, enviado pelo Estado às escolas, que coloca em risco a integridade de diretores(as), supervisores(as), orientadores(as) e funcionários(as) ao manter, em regime de revezamento, as instituições abertas mesmo com as aulas suspensas.

Leia as notas completas:

TODAS AS VIDAS IMPORTAM, GOVERNADOR!

▶Nossas vidas importam: orientação para as comunidades escolares

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“Não repassaram coisa nenhuma! Pagaram verba atrasada depois no dia 10 e a verba da merenda não veio.” 

Este é o relato da Regina, vice-diretora de uma escola da capital. Como muitos gestores da rede estadual, ela está indignada com a determinação do governo em manter a instituição aberta apesar da suspensão das aulas em virtude da pandemia de coronavírus.

Em memorando enviado nesta terça-feira (17) o Estado orientou que funcionários(as) e equipes diretivas mantenham as instituições operando com o setor administrativo em “funcionamento normal” e assegurando a distribuição de merenda.

Além de expor os educadores(as) e estudantes à pandemia, o governo sequer repassou a verba para aquisição da merenda em 2020 para grande parte das instituições.

Outro anúncio feito pelo governo é referente a um aporte de R$ 2 milhões para a higienização das escolas, que ainda não chegou.

“Na minha escola recebemos verba de manutenção de janeiro e fevereiro. Não veio permanente, nem as verbas de março, muito menos verba extra. Merenda entrou só a complementação. Não entrou do governo federal”, expõe Bruna Ruiz dos Santos, diretora da escola Onofre Pires.

A funcionária de escola e representante do CPERS no Conselho Estadual de Educação, Dulce Delan, explica que em 2020, além do atraso no valor da merenda, houve atraso no repasse da verba de autonomia das escolas, o que dificultaria ainda mais a possibilidade de mantê-las abertas.

“As escolas recebem através de duas rubricas, uma para a manutenção e outra para gastos permanentes, como móveis e computadores. Em outros anos esses valores eram repassados mensalmente e as escolas prestavam conta a cada quadrimestre. Em 2020, o governador só fez o repasse da verba de manutenção no dia 11 de março, e as escolas até agora não receberam a verba para os gastos permanentes”, destaca Dulce.

Muitas escolas, como a Padre Reus, também de Porto Alegre, oferecem como “merenda” maçãs, bolachas e achocolatado, ou aquilo que conseguem adquirir com dinheiro dos próprios educadores(as).

Nesta quarta, o CPERS ingressou com um pedido liminar para assegurar o fechamento total das instituições. O Sindicato aguarda a decisão da Justiça.

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Burocracia e falta de capacitação dificultam aquisição de alimentos

A agente educacional do Colégio Protásio Alves e conselheira do Conselho Estadual de Alimentação, Raquel de Los Santos Fidelis, diz que em razão de mudanças impostas pela própria gestão estadual, diversas escolas não têm acesso ao recurso.

“A verba é repassada pelo governo federal e o governo do Estado repassa para as escolas. Mas o que está dificultando, além do atraso de sempre, é a implantação do cartão corporativo nas instituições”, conta a conselheira. 

Raquel relata que a partir desse ano é preciso fazer a compra dos alimentos com o cartão ou ir até uma agência bancária e retirar uma verba no valor de R$ 2.000,00. “Não houve preparo nenhum das direções para a implementação desse cartão, por isso, muitos enfrentam dificuldades na hora de fazer a retirada”, expõe. 

A diretora do Onofre relata mais um agravante. 

“Eu só fico sabendo se saiu a verba da merenda do governo federal indo no caixa eletrônico do Banco do Brasil. Pois, a conta nova é com cartão e funciona assim. Como a agência é muito longe da escola, não sei quando poderei verificar”, diz Bruna.

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Portaria publicada no Diário Oficial nesta quarta-feira (18) estabelece a inclusão no rol de cobertura do IPE Saúde o exame para detecção do Coronavírus (COVID-19).

O procedimento será realizado mediante solicitação médica, de acordo com o protocolo e as diretrizes definidas pelo Ministério da Saúde.

 

Devem ficar atentos e procurar ajuda:

  • indivíduos que apresentam febre associada a qualquer sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, coriza, entre outros);
  • pessoas que voltaram de viagem de países com transmissão local nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento desses sintomas;
  • pessoas sem histórico de viagem, mas que tiveram contato próximo com um caso suspeito ou confirmado de coronavírus.

Leia também:

▶ IPE Prev e Saúde suspendem atendimento presencial por 120 dias

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A equipe diretiva do Colégio Estadual Cândido José de Godói, da capital, divulga uma carta aberta em que manifesta a preocupação com a manutenção de funcionários(as), gestores(as) e equipes pedagógicas nas escolas.

“O teor do memorando enviado pela Secretaria Estadual da Educação e suas Coordenadorias parece escolher entre os que serão preservados dos que poderão seguir os riscos de exposição ao vírus”, afirma o documento.

Leia a íntegra da carta:

Nós, membros da Equipe Diretiva do Colégio Estadual Cândido José de Godói, viemos por meio desta carta manifestar todo o nosso apoio às medidas tomadas pelos agentes públicos no sentido de conter o avanço do coronavírus.

Mesmo enfrentando uma situação delicada com a propagação do vírus, o governo exclui do abrigo do decreto as equipes diretivas e funcionários, razão pela qual solicitamos a isonomia de tratamento dispensado aos demais personagens que constituem a comunidade escolar, pois entendemos que a situação que leva perigo aos educadores e alunos, também diz respeito às Equipes Diretivas e Agentes Educacionais. 

Sabemos que o momento é de extremo risco para toda população do Rio Grande do Sul e mundial. O teor do decreto emitido pelo governador e em sequencia o memorando enviado pela Secretaria Estadual da Educação e suas Coordenadorias parece escolher entre os que serão preservados dos que poderão seguir os riscos de exposição ao vírus sendo por isso inadmissível para nós, aceitar a tudo isso sem nos manifestarmos e exigir o mesmo tratamento da lei.

Estamos ao lado de todas as iniciativas de combate à expansão do coronavírus, mas não concordamos em seguirmos expostos pelo fato de estarmos nesse momento compondo as Equipes Diretivas das escolas bem como os Agentes Educacionais já tão sofridos com seus baixos salários seguir cumprindo expediente ainda que de forma escalonada e com isso seguir em risco.

E, para além do nosso pedido em favor das Equipes Diretivas e Agentes Educacionais esperamos a consideração e apoio desta instituição no sentido de nos incluir sob a proteção da lei a fim de que  não sejamos impactados em breve por tão grande perigo a que estamos obrigados a nos expor.

Sendo assim, entendemos como urgente a manifestação do poder público, no sentido de nos garantir a reclusão domiciliar até então válida para alunos e professores, pois entendemos que o decreto emitido e sua conseqüente aplicação por meio dos memorandos dele oriundos precariza e ofende a dignidade e a vida dos Agentes Educacionais e Equipes Diretivas.

Mário Antonio da Silva – Diretor

Lílian Balbinot – Vice-Diretora

Clarice Fátima Dal Médico – Vice-Diretora

Marcus Vinicius Borba Sobotyk – Vice-Diretor

Leia também:

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Nós, do Fórum de Diretores e Diretoras de Escolas Estaduais da Região Sul do Rio Grande do Sul, nos manifestamos frente à escalada do vírus SARS-CoV-2, também conhecido como Coronavírus, agente causador da Covid-19.

De tempos em tempos nossa sociedade se depara com uma problemática sanitária e temos que dar respostas eficientes para minimizar as tragédias humanitárias. Assim, nós diretores e diretoras organizadores deste Fórum de Diretores, posterior às orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), ao decreto nº 55.115, do governador Eduardo Leite, e, finalmente, Mem Circular GAB/SEDUC/Nº 02/2020, do secretário estadual de educação, Faisal Karam, como também o desastroso vídeo divulgado e, precocemente, removido pelo secretário anteriormente citado, nos posicionamos frente esta conjuntura adversa:

Em primeiro lugar somos a favor da vida e nesse sentido TODA A VIDA IMPORTA. O que está colocado neste momento é que em nenhuma das orientações dos nossos gestores estaduais há a preocupação em respeitar as orientações da OMS quando exige que funcionários e equipes diretivas mantenham as escolas abertas dentro da normalidade.

Não estamos dentro da normalidade. Pessoas estão morrendo, Itália e China amargam enterrar seus mortos sem um funeral descente, recebendo somente as cinzas dos seus entes queridos sem uma despedida porque, neste momento, reuniões estão proibidas.

Não estamos dentro da normalidade. No Brasil temos 8.819 casos suspeitos, 291 casos confirmados e uma morte. Estes dados são maiores dos que os da Itália, posterior há 20 dias desde detectado o primeiro caso. Não podemos seguir os rumos da Itália, que esta lição seja aprendida.

Não estamos dentro da normalidade. Nossas escolas, nesse momento, não tem estrutura para receber a comunidade escolar em segurança e nem mesmo assegurar que equipes diretivas e funcionários não sejam infectados com o Coronavírus. Os parcos recursos recebidos pela autonomia financeira não possibilitam a compra em quantidade necessária de álcool gel, máscaras e materiais de limpeza para execução de higiene conforme orientação de três vezes ao dia e mãos higienizadas a cada contato com superfícies não higienizadas.

Não estamos dentro da normalidade. Oferecer alimentação aos estudantes em situação de vulnerabilidade social é uma ideia muito boa, mas não é funcional. Em primeiro lugar não respeita a orientação de evitar aglomerações, em segundo lugar, não nos chegaram os recursos da merenda, os extraordinariamente insuficientes R$ 0,36 (trinta e seis centavos) que as direções das escolas fazem milagres para garantir uma merenda decente para nossos estudantes, imaginemos garantir uma refeição fora dos tempos escolares para a população das nossas escolas que a cada dia que passa tem mais necessidades frente à crise do capitalismo, a destruição da economia do Rio Grande do Sul e do Brasil, dos explorados contratos de trabalho pós reforma trabalhista e do confisco das aposentadorias dos funcionários públicos. Caso o governo queira realmente alimentar a população em situação de vulnerabilidade deve executar um programa próprio para esta situação com distribuição de cestas básicas para esta parcela da população, neste cenário, desde que com estrutura para executar a demanda, somos parceiros do governo.

Não estamos dentro da normalidade quando nossos trabalhadores e nossas trabalhadoras em educação foram caloteadas e caloteados pelo governo estadual, Eduardo Leite (PSDB), quando não pagou os dias de greve recuperados e findado o ano letivo de 2019 acentuando o estado de vulnerabilidade econômica e social da categoria do magistério público estadual, fome e miséria tomam conta da categoria. O amargor do salário parcelado e atrasado e o endividamento junto ao Banrisul para o financiamento do próprio salário, o injusto arrocho salarial de cinco anos e seis meses sem reposição inflacionária nos proventos das famílias, o confisco do salário dos servidores inativos, o aumento na contribuição da previdência, a sobrecarga de trabalho devido a falta de recursos humanos nas escolas e o sucateamento das escolas e da educação trazem à superfície o quadro devastador e desolador em que nos encontramos e em que se encontra a Educação do Rio Grande do Sul.

Propomos:

-Fechamento total das escolas. Toda vida importa;

-Implementação de políticas assistenciais para as comunidades escolares em situação de vulnerabilidade social;

-Pagamento já dos(as) trabalhadores(as) em educação das aulas recuperadas pós greve.

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Nesta quarta-feira (18), a assessoria jurídica do CPERS ingressou com ação civil pública com pedido de liminar para assegurar que nem uma escola permaneça aberta durante o período de suspensão das aulas.


A decisão foi tomada após memorando enviado às escolas pelo Estado, orientando funcionários(as) e equipes diretivas a manter, em regime de revezamento, as instituições abertas mesmo com as aulas suspensas, atuando no administrativo e na distribuição de merenda.

“Esta é uma categoria já com a saúde fragilizada, hipertensa, sem salário em dia e que ainda sobrevive à injustiça do corte do ponto. Nossos funcionários de escola e equipes diretivas não serão a linha de frente do contágio”, reforçou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, após o anúncio do governo.

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O CPERS comunica que, diante do quadro dramático de pandemia do coronavírus (Covid-19), o 4º Encontro Estadual dos Aposentados(as), que aconteceria nos dias 1º e 2 de abril, está suspenso. 

A decisão foi tomada seguindo orientações da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde, que sugerem evitar aglomerações e, em especial, contato social próximo entre pessoas com mais de 60 anos.

O evento será reagendado de acordo com a evolução do cenário e assim que houver possibilidade de uma nova data divulgaremos em nossas redes. 

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Mobilização em rede, notícias em tempo real, vídeos e informações atualizadas da luta dos educadores(as) gaúchos. Mais de 10 mil professores(as) e funcionários(as) de escola já estão conectados à Rede CPERS, nosso canal de comunicação via whatsapp.

Para receber nossos conteúdos no seu celular, basta clicar no link do seu núcleo abaixo. Engaje-se e ajude a divulgar!

Núcleo 1 – Caxias do Sul
Núcleo 2 – Santa Maria
Núcleo 3 – Guaporé
Núcleo 4 – Cachoeira do Sul
Núcleo 5 – Montenegro
Núcleo 6 – Rio Grande
Núcleo 7 – Passo Fundo
Núcleo 8 – Estrela
Núcleo 9 – Santo Ângelo
Núcleo 10 – Santa Rosa
Núcleo 11 – Cruz Alta
Núcleo 12 – Bento Gonçalves
Núcleo 13 – Osório
Núcleo 14 – São Leopoldo
Núcleo 15 – Erechim
Núcleo 16 – São Borja
Núcleo 17 – Bagé
Núcleo 18 – Santa Cruz do Sul
Núcleo 19 – Alegrete
Núcleo 20 – Canoas
Núcleo 21 – Uruguaiana
Núcleo 22 – Gravataí
Núcleo 23 – Santana do Livramento
Núcleo 24 – Pelotas
Núcleo 25 – Lagoa Vermelha
Núcleo 26 – Frederico Westphalen
Núcleo 27 – Três Passos
Núcleo 28 – Soledade
Núcleo 29 – Santiago
Núcleo 30 – Vacaria
Núcleo 31 – Ijuí
Núcleo 32 – Taquara
Núcleo 33 – São Luiz Gonzaga
Núcleo 34 – Guaíba
Núcleo 35 – Três de Maio
Núcleo 36 – Cerro Largo
Núcleo 37 – Carazinho
Núcleo 38 – Porto Alegre Zona Norte
Núcleo 39 – Porto Alegre Zona Sul
Núcleo 40 – Palmeira das Missões
Núcleo 41 – São Gabriel
Núcleo 42 – Camaquã
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Integrando as atividades da Greve Geral da Educação, convocada pela CNTE para esta quarta-feira (18), o CPERS, em parceria com a ADUFRGS e outras sete entidades, promove uma aula pública via internet para debater o Coronavírus. 

Com o tema “O que a Universidade Pública tem a dizer sobre o Coronavírus?”, a bióloga molecular Ana Beatriz Gorini da Veiga (UFCSPA) e o Infectologista Luciano Zubaran Goldani (UFRGS) trarão informações sobre o que se sabe até o momento a respeito do vírus e o trabalho que as Universidades e Institutos de Pesquisas estão desenvolvendo para combatê-lo e evitar a sua propagação.

A aula pública será transmitida pelo facebook do CPERS, nesta quarta-feira (18), a partir das 9h30.

Promoção: CPERS – ADUFRGS-Sindical – SINPRO – CNTE – UNE – UEE – CUT – CTB – PROIFES-Federação.

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