Nesta terça-feira (20), o ministro da educação, Milton Ribeiro, que até então pouco aparecia, fez um pronunciamento em rede nacional conclamando o retorno das aulas presenciais em todo o país.

A atitude de Ribeiro infelizmente não causa estranheza. Mas surpreende por se dar apesar da absoluta inépcia do MEC na gestão da educação do período pandêmico.

A rede básica não recebeu um centavo a mais para as adaptações necessárias à proteção da comunidade escolar. Recentemente, o governo Bolsonaro tentou vetar projeto que ampara alunos(as) da rede pública com Internet gratuita.

Ao contrário do que disse Ribeiro em rede nacional, protocolos sanitários não foram criados e sequer discutidos no âmbito do Ministério. Também não foram considerados os crônicos problemas estruturais das escolas públicas do país, muitas sequer com pias e banheiros em funcionamento.

Os gastos totais com o programa Dinheiro na Escola, em 2020, foram os menores ao menos desde 2015, ficando acima apenas do primeiro ano da gestão Bolsonaro. O valor divulgado pelo ministro – na ordem de R$ 1,7 bilhão para o enfrentamento da Covid-19 nas escolas, não tem respaldo em dados oficiais.

Por fim, nunca é demais repetir; Milton Ribeiro pertence a um governo que, desde o início da pandemia, trabalhou a favor do vírus e, recentemente, se vê envolvido em corrupção e propina ao invés de vacina.

O CPERS segue defendendo a vida e a retomada das aulas presenciais apenas com absoluta segurança sanitária, EPIs adequados, imunização e mais recursos físicos, humanos e financeiros para as redes básicas.

Não vamos admitir que mais vidas sejam ceifadas pela precipitação de negligência de governos que não priorizam a vida.

 

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Na manhã desta terça-feira (20), as sinetas dos educadores(as) estaduais voltaram à Praça da Matriz para a primeira de uma séria de vigílias, com foco na reivindicação de recomposição salarial.

Representantes dos núcleos 38º e 39º (Porto Alegre), 34º (Guaíba), 22º (Gravataí), 20º (Canoas) e 14º (São Leopoldo), denunciaram os sete anos de salários congelados e as perdas inflacionárias que já tomaram 45,05% do poder aquisitivo da categoria.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, falou da campanha salarial que o Sindicato deu início neste domingo e da importância de uma mesa de negociação nesse momento.

“Não podemos mais esperar, temos que abrir uma mesa de negociação. Nossa categoria urge por um salário digno”, reforçou a presidente.

Helenir também relatou o caso de uma funcionária de escola que recebeu R$ 800,00 de salário, devido ao grande desconto do vale-transporte retroativo. “Essa colega tentou suicídio. Ela e outras tentativas que podem vir a acontecer, vão ficar nas costas do Leite, pois é dele essa responsabilidade”, afirmou.

“Leite tem sonho de ser presidente, mas nós vamos mostrar para o Brasil que ele está acabando com a educação pública no Rio Grande do Sul. Resistiremos! ”, finalizou a presidente.

“Somos uma categoria empobrecida, desvalorizada. Investir em propaganda é necessário para que o colega que esteja na ponta se sinta encorajado e lute com a gente. É vergonhoso o que está acontecendo, tivemos caso de colega que ganhou R$ 300,00 devido aos descontos. Não podemos mais admitir que isso aconteça. Governador, político nenhum terá futuro na política sem olhar para educação e ter respeito por ela”, destacou o 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia.

A diretora Sandra Terezinha Régio informou como funcionará a vigília semanal em frente ao Piratini.

“Nossa vigília é pela luta salarial e valorização da nossa categoria. Todas as terças-feiras estaremos aqui na Praça, com representantes de cinco núcleos. Seguindo todos os protocolos de segurança contra a Covid-19 e dando prioridade para quem já está com a segunda dose da vacina para vir para a mobilização. Todos que estiverem aqui nas terças, também terão alimentação por conta do sindicato”, informou.

“Com sete anos sem reajuste, a sobrevivência se torna complicada para os educadores, pois tudo, água, luz, gás, alimentos, teve significativos aumentos. Temos que igualar Eduardo Leite a Bolsonaro, pois ele aplica a mesma política aqui”, argumentou a diretora do 38º Núcleo (Porto Alegre), Terezinha Bulle da Silva.

“Com a vigília vamos mostrar para a sociedade o sofrimento da nossa categoria. Queremos nossa reposição salarial e os nossos dias de greve. Estamos na pressão com a Assembleia Legislativa e precisamos de uma resposta do que será feito, urgente”, enunciou a diretora do 22° Núcleo (Gravataí), Leticia Coelho Gomes.

O diretor do 14° Núcleo (São Leopoldo), Luiz Henrique Becker, destacou a importância da pressão nas Câmaras de Vereadores para o apoio a reposição salarial dos educadores(as).

“É extremamente necessário e urgente nossa reposição salarial. Nossa categoria está sem perspectiva. A vigília é importante, assim como a ida nas Câmeras de Vereadores para a aprovação das moções. Estamos vendo as nossas moções sendo aprovadas por unanimidade”.

A diretora do 39° Núcleo (Porto Alegre), Neiva Ines Lazzarotto, fez um comparativo de perdas salariais com o valor da cesta básica. Em 2014 o valor da cesta era de R$ 348,56, já em 2021 a cesta básica está no valor de R$626,11, enquanto os salários dos professores(as) e funcionários(as) está estagnado há SETE anos.

“Chega de tirar direitos. Precisamos do mínimo de dignidade para os educadores continuarem o seu trabalho”

O 39º Núcleo vai entregar 11 cestas para os colegas necessitados hoje, e depois arrecadará mais alimentos para continuar a ação.

“Hoje, dia 20 julho, estamos em vigília para mostrar o descaso do governo Leite conosco, são sete anos sem reposição salarial. A vida continuou e o nosso salário parou. Leite está se vangloriando que está pagando o salário em dia, mas isso é obrigação dele. Queremos nossa reposição salarial e que a comunidade seja respeitada e vacinada, não dá para voltar às aulas presenciais sem vacina em massa”, garantiu a representante 1/1000 do 34º Núcleo (Guaíba), Líbia Aquino.

“A categoria está sofrendo demais, é de extrema importância nosso reajuste salarial.  A vigília é a arma que podemos usar nesse momento para reivindicar nossos direitos”, expôs a diretora do 20° Núcleo (Canoas), Iara Beatriz Anziliero Nunes.

A vigília do CPERS retorna à Praça da Matriz na próxima terça-feira (27), quando os professores(as) e funcionários(as) de escola dos núcleos de Montenegro, Estrela, Osório, Taquara e Camaquã, chegam à capital.

#ReposiçãoJÁ

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A coordenação colegiada da Conferência Estadual Popular de Educação do RS (CONEPE RS), da qual o CPERS participa, lançou o canal do YouTube “CONEPE RS 2021”, mobilizando para o pré-lançamento do evento, que ocorre nesta segunda-feira (26), às 18h, com transmissão ao vivo pela rede social.

A série de atividades preparatórias à CONEPE RS – que será lançada às 10h, do dia 27 de agosto, na Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa -, propõe divulgar a programação da Conferência com vídeos e entrevistas, além de promover a cobertura nos diferentes municípios das conferências livres e temáticas.

>> Inscreva-se no canal para acompanhar o pré-lançamento

Em breve, serão divulgados os eixos I e V dentro da programação.

O canal também serve como espaço de memória da etapa estadual da Conferência Nacional Popular de Educação (CONAPE), que acontece de 10 a 12 de junho de 2022, em Natal, no Rio Grande do Norte, permanecendo ativo após a atividade para consulta.

Para julho, está prevista a institucionalização no estado do Fórum Estadual Popular de Educação (FEPE/RS), que inclui representações de entidades, instituições, movimentos sociais e estudantis, conforme prevê orientações para os estados e municípios pelo Fórum Nacional Popular de Educação (FNPE).

>> Confira aqui as entidades que compõem a coordenação colegiada da CONEPE-RS

Sobre a CONAPE 2022

A CONAPE 2022 tem como eixo de lutas o fortalecimento desses princípios, a defesa do estado democrático de direito, a democracia e o Plano Nacional de Educação (PNE), lei vigente até 2024, conforme previsto no Documento base para a Conferência, a ser debatido e aprofundado em todas as etapas da conferência.

“Reconstruir o país: a retomada do Estado democrático de direito e a defesa da educação pública e popular, com gestão pública, gratuita, democrática, laica, inclusiva e de qualidade social para todos/as” é o tema desta edição.

A Conferência ocorre entre os dias 10 e 12 de junho de 2022, em Natal, no Rio Grande do Norte, cujo homenageado será o educador pernambucano Paulo Freire, em seu centenário (1921-2021), com o lema “Educação pública e popular se constrói com Democracia e Participação Social: nenhum direito a menos e em defesa do legado de Paulo Freire”.

No ano de 2018, o evento foi responsável por abrir no país um espaço de lutas dos movimentos sociais e populares em prol da educação tendo como base a gestão pública, gratuita, de qualidade, laica, democrática, inclusiva, libertadora, antirracista, feminista e voltada para todos e todas.

Acesse aqui o caderno virtual preparado pelo Fórum Nacional Popular de Educação (FNPE) com orientações sobre a Conferência.

Leia também

>> Entidades preparam Conferência Estadual e Popular de Educação (CONEPE) com foco na defesa da escola pública

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No último dia 14, a EEEF Carlos Chagas, de Viamão, completou 59 anos. Na data que seria de comemoração, a direção da escola recebeu da 28ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) o comunicado sobre a possibilidade de fechamento da instituição.

A professora Cássia de Souza Fay, que atua há mais de 16 anos na escola, relata que no dia 13 de julho a diretora Fábia Borcelli Olle foi chamada na Coordenadoria, onde comunicaram sobre o fechamento e que os prédios deveriam estar disponíveis já em agosto.

“Ela conseguiu que a escola permanecesse aberta até o final do ano, pois estamos com nossos alunos no modo presencial e remoto”, explica.

Como ex-aluna e professora, ela se diz inconformada em ver que pode desaparecer uma escola que formou gerações de cidadãos. “Eu sempre me dediquei para dar o melhor aos meus alunos. Hoje eu me sinto triste e frustrada ao ver a atitude dos governantes.”, lamenta.

Diante das dúvidas e insegurança quanto ao futuro da escola, a educadora questiona.  “De onde os municípios irão tirar os recursos para suprir os custos que antes eram do Estado? A qualidade do ensino será a mesma? Irão lotar as salas de aulas? Farão concursos para chamar novos professores ou usarão os mesmos métodos do Estado, contratos temporários? E o patrimônio do estado será doado ou uma concessão para o município?”.

Segundo ela, nos próximos dias será realizada uma reunião com a comunidade escolar para comunicar a situação.

Insegurança e preocupação

A auxiliar administrativa, Ana Cristina Silva Pinheiro, 39 anos, foi aluna da Carlos Chagas e hoje, sua filha, Luísa Helena, cursa a 1ª série no local. “Foi uma experiência que ficou na memória porque sempre nos ensinaram com atenção e amor. Sei da luta e dedicação de todos para mantê-la em funcionamento, mesmo com dificuldades”, observa.

Conforme ela, a comunidade escolar tem uma boa relação com a escola e os pais estão extremamente preocupados quanto ao possível fechamento. “Não vamos ficar de braços cruzados esperando o pior acontecer. Nossa vontade e opinião têm que ser levadas em conta, pois sem a educação ninguém chega a lugar nenhum.”

Para o educador social Adriano Steinmetz Costa, a questão vai muito além do fechamento da escola. “É uma chaga que se tenta abrir no peito da comunidade que, há 59 anos constrói diariamente ali, uma história de amor, educação e superação”, afirma.

Passaram pela Carlos Chagas a esposa e a filha mais velha de Costa. Agora, seu filho caçula começa a descobrir ali o mundo das construções cognitivas. “É uma lástima que o caminho se construa assim, sem diálogo com a comunidade, com as mães e os pais que depositam tanta fé e tanto respeito na escola”, pondera.

“Quantas vezes os senhores e senhoras que estão à frente desta empreitada de municipalização levaram em consideração as pessoas? Vemos falar de prédios, de estruturas políticas, de acertos entre entes federados, mas as pessoas e suas necessidades, as famílias e suas vidas, me parecem, são meros peões neste jogo.”

CPERS quer explicação do governo e da prefeitura

O tesoureiro do 22° núcleo (Gravataí), Jussemar da Silva, recorda que essa não é a primeira escola da cidade a enfrentar ameaça de fechamento e municipalização. De acordo com ele, as instituições Caldas Júnior, escola rural Liberato Salzano da Cunha e Ana Jobim também passaram pela mesma situação. “Agora estão tentando fechar a Carlos Chagas, uma escola que tem uma história muito forte com a comunidade da Santa Isabel.”

Logo após ser informado pela diretora da instituição sobre a possibilidade de fechamento, Silva foi visitar o local.

“Constatamos excelentes espaços físicos e ótimos equipamentos na sala de informática. Biblioteca, salas de aula e demais espaços em perfeitas condições. A escola presta um ótimo atendimento, por isso não entendemos a razão de fechamento por parte do governo do estado em parceria coma prefeitura”, indaga.

O diretor também ressalta que a instituição possui um número bastante expressivo de alunos com necessidades educacionais especiais e que são atendidos com muita dedicação pela equipe.

“Estamos buscando junto ao governo e à prefeitura uma reunião para ver quais as razões que eles apresentam para o fechamento, o qual consideramos injustificável. Seguiremos acompanhando de perto toda a situação”, afirma.

 

 

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Desde o lançamento de sua campanha por reposição salarial, no último domingo (18), o CPERS vem recebendo o apoio da sociedade e de entidades representativas do funcionalismo público.

Em nota publicada nesta terça-feira (20), a ADUFRGS-Sindical manifestou a sua solidariedade aos educadores(as) gaúchos, que já amargam quase sete anos de salários congelados com metade do poder de compra perdido para a inflação.

“Neste período, a inflação acumulada chega a cerca de 45,05%, segundo dados do DIEESE. Com isso, os professores e funcionários da ativa e aposentados do Estado do Rio Grande do Sul já perderam quase metade do seu poder aquisitivo, fruto do descaso e da falta de compromisso dos governantes com as comunidades acadêmicas”, diz trecho.

O documento também exige a revogação imediata da Emenda Constitucional do Teto de Gastos Públicos (EC 95), que congela os gastos e sufoca o Estado, o que pode causar em graves prejuízos para a população a médio e longo prazo.

Leia a nota completa:

A valorização da Educação anda lado a lado com a valorização dos profissionais da educação. No dia 18 de julho de 2021, o CPERS Sindicato lançou a Campanha: “A Educação não pode esperar, REPOSIÇÃO JÁ”.

A ADUFRGS-Sindical vem a público manifestar seu apoio à campanha em solidariedade aos profissionais da Educação do Estado do Rio Grande do Sul, que ao longo dos últimos sete anos estão sem reajustes salariais. Neste período, a inflação acumulada chega a cerca de 45,05%, segundo dados do DIEESE.

Com isso, os professores e funcionários da ativa e aposentados do Estado do Rio Grande do Sul já perderam quase metade do seu poder aquisitivo, fruto do descaso e da falta de compromisso dos governantes com as comunidades acadêmicas.

A ADUFRGS-Sindical, em defesa da educação, publica, gratuita e de qualidade, continuará lutando pela imediata Revogação da Emenda Constitucional do Teto de Gastos Públicos – EC 95, que sufoca e desmonta o estado brasileiro acabando com qualquer possibilidade de crescimento sustentável a médio e longo prazo.

Um país, um Estado e/ou uma Região que não valoriza a Educação e os Profissionais da Educação estará fadado ao fracasso econômico, político e cultural.

REPOSIÇÃO JÁ!

PELA REVOGAÇÃO IMEDIATA DA EC 95!

SIM A EDUCAÇÂO PÚBLICA, GRATUITA E DE QUALIDADE!

Diretoria da ADUFRGS-Sindical

 

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A Comissão Eleitoral Estadual, no uso de suas atribuições, homologa os resultados finais da 2ª etapa das Eleições para os cargos de Representantes Estaduais de Aposentados e dos Representantes 1/1000 de Alegrete, que integrarão os Conselhos dos Núcleos e o Conselho Geral do CPERS na gestão 2021/2024.

Cabe às subcomissões eleitorais realizarem a homologação dos resultados do pleito para Representantes de Aposentados dos Núcleos e dos Representantes Municipais.

 

 

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A articulação da luta por valorização salarial foi a tônica do debate do Conselho Geral do CPERS, na última quarta-feira (14).

Com veiculação no horário nobre do Fantástico de peça publicitária, o Sindicato lançou uma intensa campanha, no último domingo (18), focada no diálogo com a sociedade e na exposição das dificuldades enfrentadas pela categoria.

Além das inserções em rádio e TV e ações coordenadas nas redes sociais, o CPERS prepara mobilizações presenciais.

Para exigir reposição salarial e o pagamento dos salários cortados por Eduardo Leite (PSDB) durante a greve de 2019, o Sindicato realizará vigílias na Praça da Matriz todas as terças-feiras. A primeira ocorre já neste dia 20 de julho.

Em um primeiro momento da campanha, vamos dialogar com a sociedade gaúcha para que ela venha conosco. Também utilizaremos as redes sociais e rádios do interior e da capital, além de outdoors. A campanha completa deverá ocorrer até o final de agosto com o intuito de fazer o chamamento para a mesa de negociação salarial”, afirmou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

Nesta quarta-feira (21), CPERS e Casa Civil do governo têm audiência para discutir salário, tema urgente à categoria, com a presença do secretário-chefe Artur Lemos e do líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Frederico Antunes (PP).

A pressão também se dá na Câmara de Vereadores com as Moções de Apoio por salário digno aos educadores da rede estadual; mais de 170 já foram aprovadas nas Câmaras Municipais.

“É óbvio que os deputados estão vendo os seus vereadores, os seus cabos eleitorais se comprometendo com a causa da categoria e começam a se preocupar. Estamos fazendo pressão em todos os espaços políticos, pressionando os deputados e vereadores, fazendo esse debate com a sociedade e mostrando que não é possível continuar onde estamos”, asseverou a presidente Helenir.

Outro ponto pautado no Conselho foi a articulação da luta contra a Reforma Administrativa (PEC 32). O CPERS e demais entidades que integram a Frente de Servidores Públicos (FSP/RS) iniciaram, na sexta (16), as mobilizações regionais contra a Reforma com ato em frente ao escritório do deputado Osmar Terra (MDB), em Santa Rosa, com pressão sobre o seu voto.

“É importante a gente denunciar na cidade, onde ele tem o seu curral eleitoral, o que significa a Reforma e quem vai pagar a conta, que é o trabalhador; temos que fazer essa luta com muita força”, destacou Helenir.

Durante a reunião, os eleitos na segunda etapa do processo eleitoral do CPERS foram empossados.

As propostas aprovadas pelo Conselho também envolvem a exigência de imunização de todos os educadores e comunidade escolar, além de testagem em massa, como condicionantes ao retorno das aulas, campanha de arrecadação de alimentos não perecíveis aqueles que estão passando por necessidades financeiras, pressão para que os descontos retroativos cessem, entre outras.

As demais propostas enviadas pelos Núcleos e pelos conselheiros foram acolhidas pela Direção e serão analisadas em breve.

Confira a íntegra das propostas:

  1. Exigir do Governo que o retorno as aulas só aconteça quando professores/as, funcionários/as, alunos/as e pais estiverem totalmente imunizados e respeitando os devidos protocolos sanitários com testagem em massa;
  2. Intensificar e fortalecer a Campanha Salarial através das mídias tradicionais e nas redes, com o compartilhamento do material produzido contendo a realidade tão sofrida da nossa categoria(professores/as, funcionários/as e aposentados/as);
  3. Produzir uma SINETA sobre a Reforma Administrativa e Campanha Salarial e reformulação do Ensino Médio;
  4. Intensificar o pedido de Moções de Apoio nas Câmaras de Vereadores de todos os municípios;
  5. Convocar Ato Estadual dia 13/08 onde também será feita a entrega das Moções ao Governo;
  6. Participar dos Atos Fora Bolsonaro do dia 24 de julho. Chamar a categoria para participar do Ato Fora Bolsonaro e Leite e exigir a reposição salarial. Respeitando todos os protocolos sanitários;
  7. Exigir que o Governo pare com os descontos retroativos que estão afetando ainda mais a categoria que já esta empobrecida e há 7 anos sem reajustes;
  8. Solicitar que os Núcleos façam campanhas de arrecadação de alimentos não perecíveis para distribuir aos colegas que estão passando necessidades;
  9. Participar ativamente das atividades da CONAPE com foco na qualidade da Educação Pública.


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O CPERS lançou campanha salarial no dia 18 de julho, com veiculação no horário nobre do Fantástico de peça publicitária focada no diálogo com a sociedade e na exposição das dificuldades enfrentadas com a categoria.

Além das inserções em rádio e TV e ações coordenadas nas redes sociais, o Sindicato prepara mobilizações presenciais, iniciando por vigílias na Praça da Matriz todas as terças-feiras.

Os 42 núcleos do CPERS também trabalham para pressionar atores locais. Quase 300 moções de apoio à reposição foram aprovadas em Câmaras de Vereadores de todo o estado.

Todas as moções são enviadas ao Palácio Piratini e à Assembleia Legislativa.

No dia 13 de agosto, a categoria realizou um ato na Praça da Matriz.

Fique atento às nossas mídias e compartilhe os conteúdos. A hora é agora!

#ReposiçãoJÁ

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2️⃣ Após, clique no botão “usar como foto do perfil”.

Sineta de Agosto:

Artistas apoiam a luta da categoria por #ReposiçãoJÁ!

Nei Lisboa

Bebeto Alves

Deborah Finocchiaro

King Jim

Humberto Gessinger

Nelson Coelho de Castro

Duca Leindecker

Cara da Sunga

Frank Jorge

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A última sexta-feira (16) foi o marco de uma nova fase na luta contra a Reforma Administrativa do Rio Grande do Sul.

Em unidade com as entidades que compõem a Frente de Servidores Públicos (FSP), o CPERS movimentou Santa Rosa para debater com a população e pressionar o deputado Osmar Terra (MDB), integrante da Comissão Especial da PEC 32, a votar contra a destruição dos serviços públicos.

Entoando em alto e bom som as frases “Não vai voltar“ e “Abaixo, abaixo, abaixo o 32”, os trabalhadores(as) promoveram um ato em frente ao escritório político do parlamentar, natural da região.

É o primeiro movimento da campanha “Quem votar não volta”, que pretende fomentar mobilizações locais para aumentar a pressão sobre os deputados gaúchos que têm a caneta nas mãos para rejeitar a Reforma.

A agenda incluiu entrevistas à imprensa local e distribuição de materiais informativos a respeito da PEC, que ataca a estabilidade, favorece o apadrinhamento, escancara as portas para a corrupção, extingue carreiras e precariza o atendimento à população.

Para a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, o governo e a grande mídia reproduzem o falso argumento de que a Reforma será uma proposta boa para a sociedade, mas o verdadeiro interesse é privatizar os serviços públicos.

“Vocês têm que lembrar que havia um debate sobre a privatização do SUS, não privatizaram porque veio a pandemia”, asseverou a presidente Helenir.

“Nós iremos fazer pressão em cima de todos os parlamentares que são favoráveis à PEC 32. Estamos aqui para dizer ao deputado Osmar Terra que quem votar a favor da Reforma não volta. Temos o compromisso de fazer com que quem vote a favor dessa PEC não se reeleja. Estamos aqui fazendo o apelo para que os deputados ouçam os educadores e valorizem a educação pública. Vamos resistir”, finalizou a presidente.

“Esse governo neoliberal destrói o que a Constituição de 88 estabeleceu como princípio fundamental e é um dos pilares para a construção da democracia, que é o bem estar social. Para nós, a Reforma Administrativa é o equivalente à Reforma Trabalhista, de 2017, construída por golpistas como Temer. Onde estão os empregos e as rendas que prometeram?”, questionou o vice-presidente do CPERS, Alex Saratt.

Marcelo Carlini, representando a CUT/RS, destacou a importância da unidade na luta.

“Essa Reforma é um problema para todo o Brasil. Estamos nos manifestando ao lado de uma unidade básica de saúde, serviço público que salva vidas e que o governo Bolsonaro quer acabar. Se você precisar de atendimento mais sério, você não vai ter. É por isso que estamos aqui. Vamos pressionar os 31 deputados federais até que todos digam que são contra”, destacou.

 Esse discurso de corte de privilégios é uma balela, como já se vendeu anos atrás quando foi aprovada a Reforma Trabalhista e a Reforma da Previdência. Não vimos nenhuma melhora”, afirmou Ramiro Lopes, diretor da Sintrajufe/RS.

Para o representante do Sindicato dos Servidores Municipais de Santa Rosa, Jonas Fusiger, a Reforma destrói a carreira de todos os servidores e favorece o clientelismo: “Se aprovada, para o trabalhador ter o seu emprego público precisa ser puxa saco de alguém. Precisamos ser fortes e lutar muito contra essa PEC e estamos dispostos a resistir”.

Para Adalberto Klock, representante do Sindijus/RS, a Reforma é um grande retrocesso, o que torna difícil recuperar as perdas aos trabalhadores(as) brasileiros: “Venho aqui dizer da necessidade da luta aos trabalhadores brasileiros. Trata-se da destruição das instituições e do nosso patrimônio”.



 

 

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Após a reedição da 2ª etapa das eleições no núcleo de Alegrete, nesta quinta-feira (16), estão encerradas as #EleiçõesCPERS2021.

O pleito define os novos Representantes 1/1000, Representantes Municipais e Representantes de Aposentados(as) Estaduais e dos Núcleos.

Clique aqui para conferir os resultados atualizados

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