O CPERS fez-se presente, na manhã desta quarta-feira (16), no 10° Grito de Alerta, em Ijuí, para somar forças à luta em defesa da agricultura e pecuária familiar e pela educação do campo.

O ato, organizado pela Fetag-RS, teve concentração na Praça da República do município e mobilizou mais de 4 mil trabalhadores(as) rurais de todo o estado. A atividade também contou com a mobilização de lideranças sindicais e parlamentares.

A política de estado mínimo instaurada nos governos de Eduardo Leite (PSDB) e Bolsonaro (PL) – juntamente com os efeitos da pandemia – agravaram a crise enfrentada pelas milhares de famílias de pequenos agricultores(as).

Para a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, é preciso que os governos federal e estadual tenham políticas sérias e urgentes de incentivo à agricultura e pecuária familiar, perpassando também pela educação do campo.

“Estamos trazendo a solidariedade dos educadores para essa luta da agricultura familiar. Muitos alunos da escola pública estão aqui juntamente com os seus pais dando um Grito de Alerta tanto para o governo Bolsonaro quanto para o governo Leite de que há uma necessidade urgente de atender a pauta dos pequenos agricultores, porque vai faltar comida na mesa”, explicou Helenir.

Elevação no custo de produção de todas as cadeias produtivas devido à forte alta em insumos como ração e os defensivos agrícolas, aumento no preço da energia elétrica, desvalorização do salário mínimo e das aposentadorias, congelamento de recursos investidos na saúde e a falta de infraestrutura de internet, sinal de telefonia e de estradas em boas condições são alguns dos problemas.

Devido à estiagem, agricultores(as) do Rio Grande do Sul também enfrentam sérias dificuldades para continuar produzindo alimentos que chegam na casa dos gaúchos(as).

“Precisamos cobrar respostas do governo do Estado e do governo federal. A estiagem continua e os agricultores têm que estar aqui para cobrar resposta destes governos que, até o momento, não responderam às nossas reivindicações. Agricultores querem respostas, querem a resolução para os seus problemas”, asseverou o presidente da Fetag-RS, Carlos Joel da Silva.

Considerando os números que foram divulgados até o momento, as perdas financeiras provocadas pela seca no estado deverão apresentar um prejuízo aos produtores(as) estimado em R$ 36,14 bilhões, segundo levantamento realizado pela FecoAgro/RS.

A exigência de políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres do campo também pautou o ato. Na última década (2012 até 10 de fevereiro de 2022), foram registrados 954 feminicídios no estado. Conforme pesquisa do TJ-RS, os casos de feminicídio subiram 21% em 2021.

O 10º Grito de Alerta também chama atenção ao Projeto de Lei (PL) 2963/2019, que facilita a compra, a posse e o arrendamento de terras por estrangeiros; com a correção da tabela do Imposto de Renda para os agricultores(as) e pecuaristas familiares. 

Além disso, levanta a discussão da PEC 188 do Pacto Federativo que trata no artigo 115 sobre a extinção de municípios com menos de 5 mil habitantes e sobre o artigo 5° da Lei Complementar 141/2012 que acaba com o recurso mínimo a ser aplicado pela União na saúde e na educação.


A edição de 2022 foi inspirada na Década da Agricultura Familiar, instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), que estabelece sete pilares para valorização e incentivo à agricultura e à pecuária familiar.

É uma realização da Macro Região Missões Fronteira Noroeste, Regionais Sindicais Ijuí, Missões I, Missões II, Santa Rosa e Três Passos, Macro Regional Central, Fetag-RS e Fetar-RS.

>> Confira todas as reivindicações do 10º Grito de Alerta aqui.

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

O Conselho Geral do CPERS manifesta a sua irrestrita solidariedade à irmã Lourdes Dilll, que será transferida da Arquidiocese de Santa Maria para a Diocese de Grajaú, no Maranhão.

Irmã Lourdes desempenha um trabalho político-social de excelência em Santa Maria. Em um momento tão adverso da conjuntura social do Rio Grande do Sul e do país, sua transferência representa uma grande perda para a cidade.

No município, ela não só deu sequência ao trabalho de promoção da inclusão social via economia solidária implementado por Dom Ivo Lorscheiter como ampliou-o, qualificou-o e multiplicou-o, potencializando a expressão de luta, organização popular, solidariedade, coragem, firmeza e determinação na esfera de quem mais precisa.

Ela é o elo do passado que dá vida à história da Economia Solidária no município, que através do pioneirismo de Dom Ivo Lorscheiter tornou-se referência mundial.

Há 35 anos, pelo Projeto Esperança/Cooesperança e seu trabalho junto às pastorais cristãs com as Feiras da Economia Solidária, a religiosa realizou sonhos e deu dignidade a milhares, levando Santa Maria a ser reconhecida como a capital da Economia Solidária na América Latina.

Numa conjuntura de alta vulnerabilidade social, sua presença na cidade é imprescindível, inclusive para o fortalecimento das novas lideranças que irão sucedê-la um dia.

Irmã Lourdes é a ligação que nos faz reverenciar o passado e anima as possibilidades de futuro, gerando um processo aprendente e ensinante que enreda todos e todas.

Que o novo arcebispo, Dom Leomar Brustolin, faça a diferença. Que a memória luminosa de Dom Ivo inspire Dom Leomar a interceder pela comunidade santa-mariense. Fica irmã Lourdes!

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Na próxima semana, o CPERS pega novamente a estrada para denunciar as mentiras de Eduardo Leite (PSDB).

A #CaravanaDaVerdade percorrerá os 42 núcleos do Sindicato, a partir do dia 22, para denunciar a farsa dos 32%, a desvalorização dos funcionários(as) de escola e dos aposentados(as) sem paridade, além de exigir a restituição da parcela de irredutibilidade.

Com o retorno do ano letivo, também visitaremos as escolas da última caravana para verificar como estão as condições e se os recursos propagandeados pelo governo realmente chegaram nas instituições que mais necessitam.

Leite (PSDB) relegou as escolas estaduais durante três anos. Agora, em ano eleitoral, utiliza a situação de precariedade para se promover. Para avançar de verdade na educação é preciso valorização e compromisso. Levanta da cadeira, governador!

Organiza teu núcleo, chama os colegas, vamos somar na mobilização em defesa da educação pública e de qualidade.

#LeiteMente

Confira o roteiro da #CaravanaDaVerdade:

1ª SEMANA – DE 22 A 24 DE FEVEREIRO

  • ROTEIRO 1: 22/02 – Uruguaiana; 23/02 – Alegrete; 24/02 – Santana do Livramento;
  • ROTEIRO 2: 22/02 – São Borja; 23/02 – São Luiz Gonzaga; 24/02 – Cerro Largo.

2ª SEMANA – DE 03 E 04 DE MARÇO

  • ROTEIRO 1: 03/03 – 38º Núcleo (Porto Alegre/ZN); 04/03 – 39º Núcleo(Porto Alegre/ZS);
  • ROTEIRO 2: 03/03 – Gravataí; 04/03 – Guaíba;
  • ROTEIRO 3: 03/03 – Taquara; 04/03 – Osório.

3ª SEMANA – DE 08 A 11 DE MARÇO

  • ROTEIRO 1: 08/03 – Santo Ângelo; 09/03 – Santa Rosa; 10/03 – Três de Maio; 11/03 – Três Passos;
  • ROTEIRO 2: 08/03 – Palmeira das Missões; 09/03 – Frederico Westphalen; 10/03 – Carazinho; 11/03 – Passo Fundo.

4ª SEMANA – DE 15 A 18 DE MARÇO

  • ROTEIRO 1: 15/03 – São Gabriel; 16/03 – Bagé; 17/03 – Rio Grande; 18/03 – Pelotas;
  • ROTEIRO 2: 15/03 – Erechim; 16/03 – Lagoa Vermelha; 17/03 – Vacaria;
  • ROTEIRO 3: 15/03 – Guaporé; 16/03 – Estrela; 17/03 – Bento Gonçalves; 18/03 – Caxias do Sul.

5ª SEMANA – DE 22 A 25 DE MARÇO

  • ROTEIRO 1: 22/03– Santiago; 23/03 – Santa Maria; 24/03 – Santa Cruz do Sul; 25/03 – Cachoeira do Sul;
  • ROTEIRO 2: 22/03 – Montenegro; 23/03 – São Leopoldo; 24/03 – Canoas; 25/03 – Camaquã;
  • ROTEIRO 3: 22/03 – Ijuí; 23/03 – Cruz Alta; 24/03 – Soledade.
[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Pela verdade e contra as mentiras de Eduardo Leite (PSDB), centenas de educadores(as) de todo o Rio Grande do Sul realizaram ato público estadual, na manhã desta terça-feira (15), em Porto Alegre.

Munidos de bandeiras, cartazes e muita força de vontade, professores(as) e funcionários(as) de escola – da ativa e aposentados(as) – tomaram as ruas do centro da capital em direção ao Palácio Piratini e deixaram o recado para a sociedade: Leite mente. 

O governador gasta uma fortuna em mídia dizendo que concedeu reajuste para toda a categoria. Mas, na realidade, apenas 14% dos trabalhadores(as) da educação receberam acima de 30% e cerca de 86% não receberam a reposição salarial de 32%. 

Pior: ao absorver a parcela de irredutibilidade no subsídio, Leite (PSDB) obrigou os educadores(as) a pagar o reajuste com o dinheiro do próprio bolso e ainda ignorou cerca de 25 mil funcionários(as) de escola e quase 10 mil aposentados(as) sem paridade. 

Para a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, as mentiras do governador já ultrapassaram todos os limites. 

“Em campanha, Leite disse que se fosse eleito os educadores seriam valorizados. E agora, no horário nobre da televisão, diz que deu 32% para todos os professores, é mentira! E ainda por cima, deixou de fora os funcionários de escola e os aposentados sem paridade. Basta!”, destacou. 

A presidente ainda ressalta: “Leite teve a cara de pau de visitar uma escola para fazer propaganda do aumento do valor da merenda, tirou foto com uma funcionária, mas manteve um silêncio sepulcral em relação à valorização de quem garante a alimentação das nossas crianças”.

O governador também anunciou aos quatro ventos um superávit recorde no Estado, que chegou a mais de R$ 2,5 bilhões em 2021. A realidade é que fez caixa arrochando o salário e retirando direitos dos educadores e demais servidores públicos. Se tem dinheiro, por que não valoriza aqueles que sustentam, junto dos estudantes, a educação pública?

O legado do governador Eduardo Leite

Esse governo, que aprovou o teto de gastos no Rio Grande do Sul, congelando as despesas primárias – aqueles gastos necessários para a prestação de serviços públicos à sociedade – por 10 anos, aprovou o ingresso do estado no Regime de Recuperação Fiscal da União (RRF), que impõe severas vedações que recaem diretamente sobre os educadores(as) e demais servidores(as) públicos.

Ao invés de valorizar a educação, Leite está deixando um legado de arrocho e sobrecarga de trabalho, impedindo reajustes salariais e realização de concursos públicos.

No último dia 7 de fevereiro, o governo publicou decreto com os procedimentos e condutas a serem adotados por todos os órgãos do estado diante dessa nova realidade imposta.

O CPERS exige que a Secretária de Educação, Raquel Teixeira, submeta à Secretaria da Fazenda, conforme previsto no decreto, até o próximo dia 21 de fevereiro, as excepcionalidades às vedações do RRF e garanta a reposição salarial e do quadro de pessoal para o ano letivo de 2022. 

Quem mente cresce o nariz! 

Eduardo Leite (PSDB) mentiu na campanha, mentiu no governo e vem mais uma mentira por aí: ele que disse ser contra a reeleição, agora dá todos os indícios de que mudou de ideia.

“Vamos denunciar para os pais, para os nossos alunos, que esse é um governo que está acabando com a educação pública no Rio Grande do Sul. Vamos dizer um grande não à reeleição de Eduardo Leite”, reforça a presidente Helenir.

No próximo dia 22, o CPERS pega novamente a estrada, em Caravana, para expor a realidade dos educadores(as) e das escolas estaduais, além de expor as mentiras de Eduardo Leite em todo o estado. 

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

No ato realizado na manhã desta terça-feira (15), a diretora do Sindicato, Glaci Weber, durante a sua fala, proferiu termo que causou desconforto em funcionários(as) de escola presentes e que acompanhavam a nossa live pelo Facebook.

Muito respeitosamente, o CPERS Sindicato e a diretora Glaci, vem a público esclarecer que o termo utilizado não tinha a intenção de ofender, mas após avaliação, percebemos que foi o ocorrido.

Temos profundo respeito por esses profissionais que permitem o funcionamento das nossas escolas e sem os quais não existiria educação pública.

O ato de limpeza das instituições é nobre e merece todo o nosso reconhecimento, assim como de nossos gestores. Seguiremos na luta por reajuste para nossos funcionários, porque se para Eduardo Leite (PSDB) funcionários(as) são invisíveis, para o CPERS são essenciais!

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Quem educa tem por ofício combater a desinformação. Qualquer gaúcho que tenha compromisso com a verdade deve conhecer a grande farsa por trás do reajuste do magistério.

Alardeada como uma generosa reposição, Eduardo Leite vende à sociedade que conferiu um reajuste de 32% para a nossa categoria. É mentira!

Os dados apresentados pelo próprio governo do Estado à Assembleia Legislativa contradizem a propaganda: somente 14% dos educadores receberam mais de 30% de reajuste. A grande maioria – 86% – ficou de fora.

Pior: cerca de 45 mil aposentados amargaram somente 5,53%. Leite tirou 26,47% dos adicionais por tempo de serviço que esses professores já tinham no seu contracheque, o que fez com que o reajuste fosse pago com o dinheiro do próprio educador.

Vale lembrar que estamos há mais de sete anos sem qualquer valorização salarial e hoje o nosso poder de compra está reduzido para mais da metade da inflação.

Como se não bastasse tanto desrespeito, o governador ignorou do projeto os funcionários de escola e os aposentados sem paridade.

Aliás, Eduardo Leite teve a cara de pau de visitar uma escola para fazer propaganda do aumento do valor da merenda, tirou foto ao lado de uma funcionária, mas manteve um silêncio sepulcral em relação à valorização de quem garante a alimentação das nossas crianças.

Leite também anunciou aos quatro ventos um superávit recorde no Estado, que chegou a mais de R$ 2,5 bilhões em 2021. A realidade é que fez caixa arrochando o salário e retirando direitos dos educadores e demais servidores públicos. Se tem dinheiro, por que não valoriza aqueles que sustentam, junto dos estudantes, a educação pública?

Nossos direitos não são presentes, são fruto de muita luta e mobilização popular. Se o Piso Nacional do Magistério ficou acima do percentual aqui no RS foi porque conquistamos através da pressão para que a Lei fosse criada em 2008 e garantisse reajuste anual.

Estaremos cobrando do governo, com muita força, o reajuste de 33,24% para toda a categoria. O que nós conquistamos é através do nosso suor. Enquanto houver coragem, haverá luta!

Helenir Aguiar Schürer, professora da rede estadual e presidente do CPERS/Sindicato

*Artigo publicado originalmente no jornal Zero Hora em 15/02/2022

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Na tarde desta sexta-feira (11) aconteceu o primeiro Conselho Geral do CPERS de 2022, a reunião ocorreu através da plataforma Zoom e definiu as próximas mobilizações em defesa do reajuste salarial de 33,24% para toda categoria.

Na abertura, a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, destacou a importância da luta pelo piso para toda a categoria, reforçando a convocação dos(as) educadores(as) para o Ato Público que será realizado nessa terça-feira(15), a partir das 10h, em frente ao Palácio Piratini. A concentração para o ato será às 9h, em frente a sede do CPERS (Av. Alberto Bins, 480).

“Dia 15 temos que fazer um ato massivo, desmascarando a campanha que Eduardo Leite vem fazendo na televisão e nas rádios, uma propaganda milionária. Esse governo já arrecadou mais de 8 milhões do imposto de renda dos servidores, fora o que nos tirou através do difícil acesso, desconto da previdência. Fica muito fácil ser competente, ser bom moço, quando o que arrecadou foi retirado do bolso dos trabalhadores”, destacou.

Helenir apontou a necessidade de dialogar com a população gaúcha com o objetivo de desmascarar Eduardo Leite (PSDB) mostrando que os funcionários(as) de escola e os aposentados(as) sem paridade não receberam reajuste salarial.

“Temos que mostrar que somente 14% da categoria recebeu 32% de reajuste. Devemos usar todos os espaços de mídia, é importante que a sociedade gaúcha saiba da verdade”, reforçou.

Para finalizar a educadora falou da importância de elegermos candidatos que dialoguem com os trabalhadores(as) e garantam o cumprimento da Lei do Piso Nacional do Magistério.

“Temos grandes desafios e grandes mobilizações a serem feitas. Esse conselho tem o objetivo de organizar a luta e o mais importante, desmascarar Eduardo Leite. Os desafios são muitos, mas o CPERS nunca esmoreceu frente aos desafios. Continuaremos a luta para sermos valorizados e respeitados”, concluiu Helenir.

Propostas aprovadas:

1) Participar massivamente do Ato Estadual em Defesa do Reajuste de 33,24% para Toda a Categoria: Funcionários/as e Professores/as, na ativa, Aposentados/as com e sem paridade, pela restituição da parcela de irredutibilidade e pela devolução dos descontos pelos dias de greve recuperados e Fora Leite, no dia 15/02/2022(terça-feira), às 10h, em frente ao Palácio Piratini. Passeata com concentração, a partir das 9h, em frente à Sede do CPERS/Sindicato;
2) Exigir que o Governo garanta as condições sanitárias (testagem, efetiva e comprovada vacinação e demais protocolos) visando evitar a contaminação dos estudantes, professores/as e funcionários/as, no retorno presencial às aulas;
3) Exigir do Governo a publicação do Edital do concurso para professores/as, aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, e exigir a realização de concurso para funcionários/as de escola e nomeação em todas as áreas e contemplando todas as vagas existentes;
4) Realizar Seminário de Formação, online, em duas etapas, a primeira no dia 17/02/2022(quinta-feira), às 18h, e a segunda com data a ser marcada no mês de março, para Mobilizar e Construir a Resistência nas escolas a implementação do Novo Ensino Médio, em conjunto com os Movimentos Educacionais;
5) Realizar Caravana da Direção Central a partir de 21/02, em todos os Núcleos, para denunciar as mentiras dos Governos Leite e Bolsonaro;
6) Participar do 10º Grito de Alerta, no dia 16/02, em Ijuí e demais municípios, que busca chamar a sociedade para a realidade vivida pela agricultura e pela pecuária familiar no Rio grande do Sul;
7) Participar ativamente das atividades alusivas ao 8 de Março – Dia Internacional das Mulheres: Pela Vida das Mulheres, Bolsonaro Nunca Mais! Por um Brasil sem machismo,
sem racismo e sem fome!;
8) Participar do Dia De Luta chamado pela CNTE, com grandes mobilizações em todo o Brasil, em 16 de março;
9) Participar efetivamente das atividades presenciais e híbridas promovidas pelo Fórum Social Mundial das Resistências no final do mês de abril;
10) Participar do Ato no dia 25/02 no consulado americano e na representação consular do reino unido, juntamente com Associação Jose Martí, Levante Popular, MST e outras organizações. Os núcleos da região metropolitana participarem do ato pela Liberdade de Julian Assange, fundador do WikiLeaks, que denunciou as mentiras dos governos dos EUA e Inglaterra;
11) Participar da 3ª Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, marcada para o dia 07 de abril;
12) Enviar Moção de Apoio a Irma Lourdes, que devido a seu trabalho em favor da economia solidária há mais de vinte anos e por sua identidade com as causas sociais, está sendo transferida da cidade de Santa Maria para o Maranhão, e a sua permanência e trabalho são de vital importância para a religiosidade e, também, para os mais carentes e necessitados;
13) Moção de Apoio aos educadores/as do município de Ijuí e região, contra as investidas e perseguições aos(às) educadores(as) realizadas pelo Vereador Rodrigo Noronha
do PP;
14) Nota de Repúdio aos eventos racistas acontecidos no Rio de Janeiro no último período: brutalidade do assassinato do congolês Moïse Mugenyi Kabagambe e a prisão injusta do jovem negro Yago Corrêa de Souza que retornava da padaria com um saco de pão, e pelo senhor Durval Teófilo Filho, assassinado pelo vizinho militar;
15) Ampliação da campanha de outdoors denunciando a farsa do Governo para o interior do estado;
16) Campanha denunciando os ataques aos direitos dos trabalhadores(reformas) e reforçando as pautas de reivindicações;
17) Exigir do governo orientação mais precisas e atualizadas sobre os COES a fim de possibilitar o cumprimento das normas de segurança sanitária;
18) Campanha na mídia de valorização do Servidor Público. Importância do concurso público. Governos são transitórios e o funcionário é o que te atende e serve sempre, enfatizando a importância do Concurso Público;
19) Fazer uma amostragem na mídia ou mesmo vídeos mostrando as verbas realmente repassadas para as escolas e contracheques dos Trabalhadores em Educação, para podermos postar e mostrar para as comunidades escolares;
20) Que o reinicio das aulas seja com a reposição imediata dos funcionários para limpeza, higienização e merenda, através de concurso público;
21) Campanha na grande mídia (RBS) desmentindo a farsa do reajuste do Leite;
22) Fazer vídeos com os professores e aposentados denunciando a farsa do reajuste e publicar nas redes, grupos, fazendo compartilhamentos até viralizar e também fazer impulsionamentos nas redes;
23) Realizar Assembleia Geral para ouvir a categoria sobre as formas de mobilizar após a finalização da caravana da direção;
24) Exigir do governo atenção à saúde psíquica dos trabalhadores em educação, criar formas de auxílio para acesso a tratamento com psicólogos e psiquiatras;
25) Enviar através da Sineta, informações esclarecendo a real situação dos contracheques;
26) Cobrar do Governo a implantação da Lei federal de Dez/19 que determina que cada escola tenha assistente social e psicólogo (Lei 13935 de 11 de dezembro de 2019 dispõe sobre prestação de serviços de psicologia e serviço social nas redes públicas de educação básica);
27) Campanha para as escolas publicarem nas redes sociais fotos com crianças vacinadas mediante autorização dos pais;
28) Cartazes incentivando a vacinação para colocar no comércio e transporte público – PRESERVE A VIDA: VACINE SEU FILHO!!;
29) Intensificar campanha sobre a vacina e a farsa do reajuste com spots de rádios e faixas;
30) Orientações por escrito sobre a distribuição de carga horária, hora atividade, hora relógio e legislação em vigor sobre o tema;
31) Orientação e divulgação da OS n°5, pois escolas estão optando por contratos novos e reduzindo contratos antigos;
32) Moção de Apoio pela reabertura dos Anos Iniciais da Escola Frederico Linck em Guaíba.

 

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Eduardo Leite (PSDB) faz propaganda pelo estado dizendo que deu 32% de reajuste para a categoria, mas é mentira!

Precisamos combater a desinformação e desmascarar a crueldade deste governo. 86% dos educadores(as) pagaram o reajuste com dinheiro do próprio bolso, para piorar, funcionários(as) de escola e aposentados(as) sem paridade ficaram de fora da valorização salarial.

Após mais de sete anos sem reajuste e com o poder de compra reduzido para mais da metade da inflação, educadores(as) gaúchos, da ativa e aposentados(as), estão escolhendo entre comer e pagar as contas.

Eduardo Leite (PSDB) ignorou cerca de 25 mil funcionários(as) de escola

“Esse é o pior dos governos, tirou nossos direitos, vantagens e age como se os funcionários não existissem”, diz Cristina Souza, monitora no Colégio Protásio Alves, em Porto Alegre.

Cristina faz parte dos quase 25 mil funcionários(as) de escola que não existem para o governador Eduardo Leite (PSDB) e que ficaram de fora do reajuste concedido ao magistério em janeiro deste ano.

“O governo Leite não tem respeito pelos funcionários de escola. Temos direito ao aumento salarial sim, pois trabalhamos diretamente com os educandos e estamos muitos anos sem reajuste. É uma vergonha essa desvalorização conosco. Estamos cansados e desmotivados. Como vamos ter ânimo para trabalhar se com o salário que temos não conseguimos pagar nossas contas básicas como água e luz, que tiveram um aumento gigantesco nos últimos anos”, desabafa.

A educadora conta que tem vergonha de mostrar seu contracheque e como está cada vez mais difícil honrar as contas básicas do mês.

“Quem está dentro de uma escola sabe como este trabalho exige da gente saúde física e mental, nestas condições está cada vez mais difícil continuar nessa profissão. Nós estamos somente sobrevivendo, não temos dinheiro para nada e ainda ficamos endividados com o Banrisul, pois no final do mês temos que mexer no limite para pagar as contas ou pior, fazer empréstimos, que é o que a maioria dos colegas está fazendo”, destaca Cristina.

Zero de reajuste para os aposentados(as) sem paridade

Nubia Moreira Brodbeck, professora aposentada desde 1994, não recebeu nenhum centavo de reajuste, pois está dentro da parcela dos quase 10 mil aposentados sem paridade.

“A não concessão de reajuste para todos, tem a intenção de dividir a categoria e ter a opinião pública do seu lado. Afinal, a população acredita que ganhamos 32%”, frisa.

Além de reajuste zero, com a Lei Complementar 15.429/2019, aprovada em dezembro de 2019, na Assembleia Legislativa, Nubia voltou a contribuir para a Previdência. Com um desconto de R$410,00 (quatrocentos e dez reais) por mês, a educadora conta que tem que se privar de ter uma vida digna, como merecia após tanta dedicação ao trabalho.

“Faço economia de guerra na alimentação, substituo por itens de menor preço. Lazer nem se fala, nada. Tiro tudo o que não for absolutamente necessário. Vendi meu carro, faz duas semanas, para ao menos ter uma reserva, tenho 70 anos e preciso ter cuidados com a saúde”, observa.

Nubia ainda complementa: “O governo Leite é uma piada de mau gosto, um déspota, um político soberbo, o legítimo representante desta direita bandida que governa o país e a maioria dos estados”.

86% da categoria não recebeu a reposição salarial de 32%

Marcelo Belmiro Bischoff, professor de história na EEEM Engenheiro Parobé, no município de Parobé, já contabiliza 21 anos de trabalho no estado, mas nunca mudou de classe, continua na A. Ele está entre os 10% dos educadores que receberam de 15% a 20% de reajuste.

“O reajuste anunciado pelo governo para a maior parte da categoria é uma farsa. Anunciou 32% de aumento, mas recebi 15%, apenas, ou seja, nem a metade do que os meios de comunicação continuam divulgando. Tem outros colegas que a porcentagem é menor. É vergonhoso e humilhante”, analisa Marcelo.

O professor explica que para dar conta das dívidas e da inflação desses sete anos sem reajuste, a saída é trabalhar cada vez mais.

“A possibilidade de fazer compras à vista são mínimas. Estamos sempre correndo atrás. Para dar conta aumentamos carga horária, trabalhos extras e não é para guardar, mas para sobreviver. Um reajuste honesto ajudaria a aliviar as dificuldades do dia a dia”, desabafa Marcelo.

“Um governo de mentiras e contradições. Destruiu nosso plano de carreira, desvaloriza o aposentado e os funcionários de escolas.  Somos humilhados pelo governo e a base aliada na Assembleia Legislativa.  Estou chegando na reta final da vida funcional, sem reconhecimento.  Somos atacados de todos os lados.  Mas nossa luta continua, pois não podemos nos calar”, reflete o educador.

17,72% da categoria receberam de 5,54% a 10% de reajuste salarial

Maria Elisabeth Neves Müller é professora aposentada, dedicou 32 anos da sua vida para o Estado e na hora de receber o merecido reajuste salarial recebeu somente 7%, equivalente a R$ 282,00 (duzentos e oitenta e dois reais), com uma matrícula de 40h.

Mesmo sendo sozinha, e sem ter aluguel para pagar como a maioria da categoria, Beth conta que não conseguiria sobreviver somente com a sua aposentadoria, por isso continua trabalhando em outra profissão.

“É um jogo tão feio, Eduardo Leite tem a mídia do lado dele. Quem não é do magistério pensa que realmente foi dado os 32% de reajuste para todos os trabalhadores em educação, o que não ocorreu”, destaca.

Para a aposentada a gestão de Eduardo Leite (PSDB) é desastrosa e mentirosa, e tem como meta acabar com a educação pública.

“Estou muito furiosa, a situação só piora. O sentimento que tenho é que nós educadores aposentados ou da ativa não temos direito de ter uma casa, um carro, pois com o salário que recebemos mal dá para sobreviver”, mostra Beth.

Dia 15 vai ter luta! 

Na próxima terça-feira(15) educadores(as) de todo estado realizam Ato Público, às 10h, em frente ao Piratini, para denunciar a farsa do governo Leite e exigir reajuste de 33,24% para toda a categoria.

“Dia 15 estaremos nas ruas, para cobrar com muita força os 33,24% para os nossos funcionários, para os professores que perderam a paridade e desmentir as mentiras do Eduardo Leite. Nós não queremos somente 5,53%, 7%, 10%. Nós queremos para toda a categoria os 33,24% que a lei nos dá. Espero por você dia 15”, conclama a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

O CPERS, representado pelas diretoras Sandra Regio e Vera Lessês, participou, nesta sexta-feira (11), junto a outras entidades e parlamentares, do ato de instalação da Frente Parlamentar em Defesa da Educação Física Escolar, na Assembleia Legislativa.

A Frente, proposta pela deputada Juliana Brizola (PDT), busca revogar a imposição do governo Eduardo Leite (PSDB), que sem diálogo com as comunidades escolares, reduziu a carga horária de Educação Física através do novo Ensino Médio.

“Eu aprendi na minha trajetória que qualquer transformação ocorre em diálogo com a comunidade escolar. Reduzir a carga horária de educação física é só uma prova do cenário desolador que nos encontramos. Queremos trazer o debate para que a sociedade fique sabendo o que o governo está fazendo com a educação. Queremos abrir uma porta de diálogo, agora institucionalizada pela Frente”, explicou a deputada Juliana, durante a abertura do evento.

Sob um verniz modernizante, o novo Ensino Médio apresenta elementos que acirram a mercantilização do ensino, fomentando uma formação deficitária e descolada da realidade social de educandos(as) e educadores(as).

O modelo imposto cria um explícito prejuízo para os estudantes das escolas públicas, acentuando desequilíbrios educacionais e abrindo espaço para a iniciativa privada na venda de pacotes pedagógicos e gerenciais para a escola pública.

A supressão dos componentes curriculares clássicos, como a redução da carga horária de Filosofia, Sociologia, Educação Física e Espanhol, entre outras disciplinas, escancara a sua real intenção: comprometer o ensino para formar mão de obra barata para o mercado de trabalho precarizado.

“É inacreditável! Países de primeiro mundo estão colocando mais espaço para a Educação Física e nosso Estado tirando. Agendamos uma audiência com a secretária de Educação, Raquel Teixeira, para revogar a situação”, expôs Everton Deiques, delegado regional da FIEP no Rio Grande do Sul.

Para a diretora do CPERS, Sandra Régio, que também é professora de Educação Física, reduzir a carga horária da disciplina é um desrespeito não apenas aos estudantes, como também aos profissionais da área, que já enfrentam condições de trabalho precárias pela política de Estado mínimo do governo Leite.

“O Sindicato está sempre comprometido com a luta dos educadores. A Frente vem como um grande instrumento para cobrarmos do governo políticas que de fato atendam os reais interesses das comunidades escolares”, afirmou.

Durante o ato, foi entregue um documento à Frente com reivindicações para revogar a medida autoritária do governo Eduardo Leite (PSDB). 

Também estavam presentes as deputadas Luciana Genro (PSOL) e Sofia Cavedon (PT).

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Ao utilizar estudantes como fonte de manobra para disseminar seu discurso de ódio, o vereador de Ijuí, Rodrigo Noronha, feriu o direito de professores(as) de se expressarem livremente no ambiente escolar. 

A censura à liberdade de ensino e aprendizagem solidifica preconceitos e transforma a sala de aula em um ambiente hostil e intimidatório para educadores(as).

A tentativa de amordaçar professores(as) e estabelecer balizas inconstitucionais ao exercício da profissão é um desrespeito aos educadores(as), colocando em risco não apenas a educação, mas a capacidade de discernimento dos alunos(as).

O CPERS defende a liberdade de ensino-aprendizagem e a pluralidade no ambiente escolar e endossa a nota publicada pelo Sindicato dos Professores da Rede Pública Municipal (APMI), de Ijuí.

Confira a íntegra do texto abaixo:

RESPEITO ÀS PROFESSORAS E PROFESSORES

A perseguição e constrangimento aos professores pregada por adeptos do famigerado e natimorto projeto denominado “escola sem partido”, de forma reiterada e não isolada, é parte de um projeto de ataque ao conhecimento. Quem ataca os profissionais da educação em todos os níveis e sistemas de ensino, com ameaças, está promovendo um ataque às liberdades, ataque à ciência e ao progresso da humanidade.

Perseguir professoras e professores no ambiente da sala de aula é prática daqueles que preferem viver às sombras, que se negam a perceber a luz que insiste em iluminar as ideias e promover os avanços da sociedade. Demonstram completo desconhecimento do ofício do magistério, da importância da educação libertadora, da formação do pensamento crítico.

O incentivo à coleta e divulgação de imagens, fotografias, vídeos ou áudios de professores no momento em que ministram suas aulas fere a liberdade de cátedra, direito garantido pela Constituição, bem como o direito à proteção da imagem, também garantido pela mesma Carta. Esses direitos são intrinsecamente ligados ao princípio da dignidade da pessoa humana, bem como aos demais princípios constitucionais e são intransferíveis, vitalícios e imprescritíveis.

A legislação brasileira garante a liberdade de cátedra dos professores. A CF/88, em seu art. 206, incisos II e III, versa que “O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber; III – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino”. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional reitera esses princípios e, em seu art. 3º, inciso IV, ainda acrescenta o “respeito à liberdade e apreço à tolerância”.

A liberdade de cátedra ou liberdade de ensino, nada mais é que um princípio que assegura a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber. Enfim, é a liberdade plena que os professores possuem de discutir diversos assuntos que entendam ser importantes para o ensino em sala de aula e em seus grupos de pesquisa ou estudos.

Nas escolas, existem profissionais identificados com diferentes concepções e espectros políticos. Os programas de ensino que conduzem a prática docente são públicos e estão disponíveis nos planos de ensino, inclusive na Nova Base Nacional Comum Curricular, e servem de parâmetro para o planejamento e condução das aulas. Todos os professores estão comprometidos com o processo de ensino e aprendizagem. Estes profissionais fazem o melhor para contribuir com a formação dos estudantes, que são a base de nossa sociedade fundada em preceitos democráticos e republicanos.

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES