Prepare-se para momentos intensos de debate, reflexão e união em prol da valorização dos professores(as) e funcionários(as) de escola aposentados(as). A partir desta quinta-feira (22), iniciam os Encontros Regionais dos Aposentados(as) do CPERS.

Após dedicarem uma vida à educação gaúcha, esses heróis merecem mais do que nunca o respeito e uma aposentadoria digna, sem surpresas desagradáveis em seus contracheques.

Vale lembrar que Eduardo Leite (PSDB) e sua base aliada deixaram quase 10 mil aposentados(as) sem paridade sem sequer um centavo de aumento.

Além disso, a recente aprovação da reforma do IPE Saúde (PLC 259), do atual governo, só desrespeita ainda mais aqueles que já contribuíram ao longo de suas vidas, deixando-os com um salário cada vez menor, além dos descontos previdenciários exorbitantes com a reforma da previdência estadual.

Nestes encontros, estaremos unidos em nossa luta por justiça e reconhecimento. Serão dias de debates fervorosos para fortalecer a categoria, incentivar os talentos e celebrar a cultura de cada região.

“Alegria e comprometimento com as lutas de classe são marcas constantes dos nossos encontros”, destaca Glaci Weber, diretora do Departamento dos Aposentados(as) do CPERS.

Os Encontros Regionais serão realizados em diferentes macrorregiões. O primeiro ocorrerá em Rio Grande, nesta quinta-feira (22), reunindo os núcleos de Pelotas, Bagé, Santana Livramento, Camaquã e Rio Grande. Já na sexta-feira (23), será a vez de Cachoeira do Sul sediar o evento, com a participação dos núcleos de Santa Maria, São Gabriel e Cachoeira do Sul.

Participe! Juntos(as), podemos alcançar a valorização e a dignidade que merecemos. Contate o seu núcleo e mobilize-se! 

>> Confira abaixo o calendário completo com as datas e os núcleos que sediarão cada encontro: 

Sede: Rio Grande
Data: 22/06/2023
Núcleos: Rio Grande, Pelotas, Bagé, Santana do Livramento e Camaquã

Sede: Cachoeira do Sul
Data: 23/06/2023
Núcleos: Cachoeira do Sul, Santa Maria e São Gabriel

Sede: Santiago
Data: 28/06/2023
Núcleos: Santiago, São Luiz Gonzaga e Cerro Largo

Sede: Alegrete
Data: 29/06/2023
Núcleos: Alegrete, São Borja e Uruguaiana

Sede: Osório
Data: 14/07/2023
Núcleos: Osório, Taquara e São Leopoldo

Sede: Ijuí
Data: 19/07/2023
Núcleos: Ijuí, Cruz Alta, Santa Rosa e Santo Ângelo

Sede: Erechim
Data: 21/07/2023
Núcleos: Erechim, Passo Fundo, Soledade e Carazinho

Sede: Caxias do Sul
Data: 02/08/2023
Núcleos: Caxias do Sul, Estrela, Santa Cruz do Sul e Montenegro

Sede: Guaporé
Data: 03/08/2023
Núcleos: Guaporé, Bento Gonçalves, Lagoa Vermelha e Vacaria

Sede: Porto Alegre
Data: 17/08/2023
Núcleos: 38º e 39º Núcleos de Porto Alegre, Guaíba, Canoas e Gravataí

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Ainda era madrugada quando educadores(as) e demais servidores(as) bloquearam as entradas de acesso à Assembleia Legislativa, em Porto Alegre, nesta terça-feira (20) – data da votação do projeto cruel de reestruturação do IPE Saúde (PLC 259), de Eduardo Leite (PSDB).

A ação visava impedir que a proposta, um ataque feroz aos servidores(as) públicos gaúchos e seus direitos fundamentais, fosse aprovada pelos deputados(as).

A Praça da Matriz foi tomada por aproximadamente 10 mil aposentados(as), funcionários(as) de escola, professores(as) e demais trabalhadores(as) da ativa, em uma demonstração massiva de resistência e indignação.

Essa mobilização é resultado das plenárias realizadas em todo o Rio Grande do Sul, que evidenciaram o caráter desumano do projeto apresentado pelo governo. O chamado para a participação de todos(as) no ato foi incisivo e unificador, buscando transmitir a urgência de se opor a essa proposta prejudicial.

Durante toda a manhã, os manifestantes procuraram o diálogo com os parlamentares para apresentar uma proposta de acordo feita pelo CPERS e pela Frente dos Servidores Públicos (FSP) para que fosse retirado o regime de urgência do projeto. No entanto, o governo e sua base na Assembleia Legislativa recusaram o pedido.

A reunião de líderes, responsável por discutir as pautas que seriam votadas, foi realizada no Memorial do Legislativo devido ao fechamento do Parlamento pelos servidores(as). Ignorando a solicitação dos representantes da FSP, a Mesa Diretora decidiu prosseguir com a votação do PLC 259.

Diante da brava luta dos trabalhadores(as), que resistiram e não desobstruíram as entradas da Assembleia, o governo ordenou que o Batalhão de Operações Especiais (BOE) liberassem os acessos para os deputados(as), que foram escoltados pelo BOE e acessaram o prédio principal.

“Uma vergonha virarem as costas para o povo e precisar da polícia para entrar na Assembleia. Se dizem representantes do povo e não escutam o nosso pedido de retirada desse projeto cruel. Pior: ainda chamaram o nosso ato de antidemocrático. Falam isso porque não precisam sobreviver com o salário que recebemos. Se este projeto passar, ficaremos sem condições de pagar o IPE Saúde e a demanda do SUS aumentará significativamente”, asseverou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

“Os parlamentares que votarem a favor serão os responsáveis pela crise que será gerada no SUS, pois estão nos jogando para lá. A nossa resposta será nas urnas”, acrescentou Helenir.

Censura e autoritarismo: votação do PLC 259 ocorre a portas fechadas, sem a participação dos servidores públicos

Logo após o ingresso dos parlamentares à Assembleia, o presidente da casa, Vilmar Zanchin, anunciou decisão da Mesa de realizar sessão fechada, sem acesso da população no que deveria ser a Casa do Povo.

“Vergonhosamente, estão votando escondido e impedindo a participação dos servidores. Esse deputados não nos representam. Seguimos com a nossa luta por reposição salarial. Não aceitaremos que o governo desconte 12% do nosso salário, sem nos conceder nada de reajuste”, asseverou Helenir.

Assembleia Unificada declara Eduardo Leite (PSDB) como inimigo número 1 dos servidores

Diante da falta de diálogo com as categorias e da insistência na votação do projeto, o CPERS e a FSP organizaram uma Assembleia Geral Unificada, em frente ao Palácio Piratini. Durante a votação, decidiu-se por unanimidade que Eduardo Leite (PSDB) é o inimigo nº1 dos trabalhadores(as) gaúchos, dos serviços e da educação pública.

Os representantes do funcionalismo público também decidiram não participar da votação do PLC 259, além de prosseguir com a luta em defesa do IPE Saúde e pela Revisão Geral dos Salários.

“Se aprovarem esse projeto será um crime contra os servidores, principalmente contra os mais velhos. Mas queremos deixar bem claro que não tem governo que irá acabar com essa unidade dos servidores públicos. Seguiremos cerrando fileiras em defesa do Instituto e por valorização salarial.”, afirmou Helenir.

Base do governo aprova o projeto desumano de reestruturação do IPE Saúde (PLC 259)

Pela noite, os deputados(as) da base do governo Eduardo leite (PSDB) aprovaram, por 36 votos favoráveis e 16 contrários, o projeto cruel de reforma do IPE Saúde (PLC 259), que massacra aposentados(as), funcionários(as) de escola, professores(as) e demais servidores(as) da ativa, em sessão extraordinária, na Assembleia Legislativa.

Servidores(as) devem estar vigilantes em relação aos deputados(as) e partidos que traíram os trabalhadores(as) ao apoiarem o PLC 259. A luta continua, não apenas em defesa do IPE Saúde, mas também pela valorização salarial de todos(as).


 

 

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Na noite desta segunda-feira (19), os educadores(as) se reuniram, no Conselho Geral do CPERS, determinados a enfrentar os ataques cruéis de Eduardo Leite (PSDB) ao funcionalismo público, cerrando fileiras contra o projeto desumano do governo de reestruturação do IPE Saúde (PLC 259) e por valorização salarial.

A forte mobilização com todos os trabalhadores(as) programada para esta terça-feira (20), data em que o perverso projeto de Leite (PSDB) deve ser votado pelos deputados(as), na Assembleia Legislativa, foi o cerne do debate. 

Servidores(as) estarão mobilizados a partir das 8h. Já pela tarde, às 14h, ocorre Assembleia Geral Unificada, na Praça da Matriz, em Porto Alegre.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, trouxe à tona a importância da unidade na luta neste momento crucial. 

“Juntos, precisamos impedir que novos ataques nos atinjam e garantir que cada educador e servidor seja valorizado pelo seu trabalho incansável. Agora é a hora de estarmos unidos, tanto entre nós, educadores, quanto com outras categorias, para exercermos uma pressão intensa e evitar que Eduardo Leite destrua o nosso IPE Saúde”, asseverou.

“O governador não pode ignorar que a responsabilidade de gerir e arcar com as dívidas das instituições públicas é do próprio governo, não dos servidores. Os nove anos de arrocho salarial nos trouxeram a essa situação insustentável. Não podemos aceitar essa culpa injusta que Eduardo Leite tenta nos atribuir”, completou Helenir.

Caso o PLC 259 seja aprovado, aproximadamente um milhão de gaúchos estarão à beira do desamparo, sem acesso aos cuidados médicos e hospitalares fornecidos pelo IPE Saúde. Os novos custos propostos tornarão o orçamento dos trabalhadores(as) simplesmente insustentável.

Trata-se de um cenário preocupante, no qual a crescente dificuldade de lidar com as altas contribuições do Instituto pode levar um número significativo de servidores(as) a migrar para o já sobrecarregado SUS. Essa situação evidencia claramente que a desestruturação da autarquia tem impactos negativos em toda a sociedade.

Na ocasião, também foram debatidos pontos como a luta pela revisão geral dos salários para todos(as), fim do desconto previdenciário imposto por Eduardo leite (PSDB), revogação do novo Ensino Médio e do PL 173, de Jair Bolsonaro (PL) que não considera o tempo de trabalho da pandemia, entre outros.

Confira, abaixo, as propostas de mobilização aprovadas no Conselho Geral

  1. Realização de grande ato estadual;
  2. Seguir a luta unificada com todos os servidores pela revisão geral anual, única forma dos funcionários terem seus salários reajustados;
  3. Seguir a luta pelo fim do desconto previdenciário dos aposentados;
  4. Seguir a luta pelo Revoga Novo Ensino Médio.
  5. Exigir que seja cumprida a legislação específica sobre inclusão escolar, pois não temos profissionais com formação para tal; 
  6. Seguir na luta pela realização de Concurso Público que contemple as áreas faltantes do Concurso 01/2023 e que inclua os Funcionários(as) de escola; 
  7. Seguir exigindo que o Governo Leite preencha todo o quadro funcional das escolas; 
  8. Denunciar a falta de professores(as), funcionários(as) e especialistas no estado do Rio Grande do Sul, evidenciando a falta de Orientadores Educacionais e Supervisão; 
  9. Conselho de agosto sendo o dia todo.
  10.  Seguir a luta e pressão pela revogação do PL 173 do Bolsonaro que não considera o tempo de trabalho da pandemia.

 

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“A nossa profissão é tão linda e nos sentimos tão pequenos. As pessoas, às vezes, passam na rua e ironizam a gente estar aqui, na chuva e no frio. Mas eu tenho orgulho, da minha classe, das minhas lutas. Enquanto eu puder estar à frente com os meus colegas, eu quero me fazer presente”. Este é o relato de Terezinha Madruga, professora de ciências e alfabetizadora aposentada, representante do 29º Núcleo (Santiago).

Terezinha integra o grupo das bravas guerreiras aposentadas, que encerraram o ciclo de três dias de vigílias, nesta segunda-feira (19), em frente ao Palácio Piratini. As aposentadas e aposentados enfrentaram a chuva, o frio e os ventos fortes dos últimos dias, mas não arredaram o pé em defesa do IPE Saúde e salário digno para todas e todos.

A educadora destaca que está há 42 anos na luta e se sente cada vez mais descontente e triste com os últimos governos.

“Nos últimos anos, só temos perdido, somos tratados com descaso, com desrespeito e, principalmente, pelo governo do Estado e os deputados da base aliada. Mas, temos que defender os nossos direitos”, afirma.

“Eu acho um absurdo! Com o que a gente recebe não dá para sustentar nossas famílias, muito menos os valores impostos para pagar o IPE Saúde nesse novo projeto que Eduardo Leite está propondo. Desde que eu comecei no Estado, tenho Instituto e, agora, que realmente precisamos, querem nos tirar”, destaca o professor aposentado do 39º Núcleo (Porto Alegre), Conceição Rodrigues da Rosa.

Vera Teixeira, professora aposentada e representante de 1/1000 do 29º Núcleo (Santiago), conta que perdeu praticamente todas as vantagens que tinha na carreira.  “É como ter um contrato de trabalho rasgado, literalmente”, desabafa.

Para Vera, o projeto do IPE Saúde seria “a pá de cal” na trajetória de retirada de direitos, do governador Eduardo Leite (PSDB). “Esse projeto não é um ajuste, é uma deformação total do que era o IPE Saúde. Agora que estamos envelhecidos e precisamos mais de uma assistência médica é completamente desumano o governo propor essa imoralidade. Viemos aqui dizer para os deputados que não é razoável, não é justo, não é nem descente o que estão propondo nesse projeto”, analisa Vera.

Amanhã é Dia de Luta!

O CPERS e a Frente dos Servidores Públicos (FSP) convocam todos os trabalhadores(as) para Paralisação Estadual em defesa do IPE Saúde e por salário digno.

A mobilização ocorre nesta terça-feira (20), data em que a proposta pode ser votada pelos deputados(as), com concentração, às 9h, em frente à sede do CPERS e caminhada até o Palácio Piratini. Pela tarde, às 14h, será realizada a Assembleia Geral Unificada, na Praça da Matriz.

Participe!

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O CPERS vem a público manifestar seu repúdio ao terrível incidente ocorrido no Colégio Estadual Helena Kolody, em Cambé, Paraná, nesta segunda-feira (19). Um ex-aluno adentrou à instituição e efetuou disparos com uma arma de fogo, resultando no trágico falecimento de uma estudante, além de deixar outro aluno gravemente ferido na cabeça.

Consideramos absolutamente inadmissível que tragédias desse tipo continuem acontecendo em nosso país. É urgente e imprescindível que sejam tomadas medidas imediatas para garantir a segurança de professores(as), funcionários(as) de escola e estudantes, assim como de toda a comunidade escolar, que não podem mais permanecer à mercê da insegurança que assola nossas escolas.

Expressamos nosso mais profundo pesar pelas vidas ceifadas por esse ato de extrema barbárie. A violência que assola o ambiente escolar é resultado direto da flexibilização das políticas de acesso a armas e do aumento do discurso de ódio, que infelizmente tem sido propagado nos últimos quatro anos pelo governo Bolsonaro (PL), e que deve ser prontamente interrompido.

Ressaltamos também que o governo federal, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, implementou a Operação Escola Segura, que abriu um canal na internet para o recebimento de informações sobre ameaças e ataques às instituições de ensino. É crucial que a população denuncie qualquer sinal de perigo, sendo garantido o anonimato e o sigilo das informações enviadas. Clique aqui para saber mais.

Diante do atual cenário, o CPERS reforça que é necessário realizar uma revisão pedagógica urgente para reverter o quadro atual de insegurança e garantir um ambiente escolar saudável e protegido.

Exigimos ação imediata das autoridades competentes para que sejam implementadas políticas efetivas de prevenção e combate à violência nas escolas. Não podemos mais tolerar a perda de vidas inocentes em um espaço que deveria ser de aprendizado, convivência pacífica e formação de cidadãos.

Manifestamos nossa solidariedade às famílias das vítimas e reiteramos nosso compromisso em lutar incansavelmente por uma educação segura e de qualidade.

Queremos, sim, uma política contundente que tire de circulação armas de fogo em nosso país, que só trazem mais mortes e violência e, somente assim, nossas escolas poderem voltar a ser territórios de paz! Basta de violência nas escolas!

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Em todos os cantos do Rio Grande do Sul, a voz da resistência ecoa contra o cruel projeto de reestruturação do IPE Saúde (PLC 259) e por salários dignos. 

No último dia de plenárias por todo o estado, nesta sexta-feira (16), dirigentes do CPERS e da Frente dos Servidores(as) Públicos (FSP) percorreram as regiões de Passo Fundo (7º), Santo Ângelo (9º) e Piratini (24º).

Os representantes estão convocando os trabalhadores(as) a unirem suas forças na Paralisação Estadual em defesa do Instituto e pela Revisão Geral dos Salários, na terça-feira (20), data em que o PLC 259, proposto por Eduardo Leite (PSDB) e que ameaça o bolso e a saúde de milhares de famílias, deve ser votado pelos deputados(as), na Assembleia Legislativa.

Desde o dia 17 de maio, o Sindicato e a FSP pegaram a estrada mobilizando todo o RS, promovendo o debate em plenárias e audiências públicas, denunciando o descaso do governo com os servidores(as) em rádios locais, pressionando parlamentares e exigindo que se retire o projeto desumano de Leite (PSDB) da pauta.

Durante plenária na Câmara de Vereadores(as) de Passo Fundo, os diretores Cássio Ritter e Amauri Pereira da Rosa analisaram o projeto de reforma da autarquia e destacaram os principais pontos que afetam os professores(as), funcionários(as) de escola e demais servidores(as) estaduais, da ativa e aposentados(as).

“Muitos acreditam que Eduardo Leite deseja privatizar o IPE Saúde, mas, na verdade, ele quer acabar com o Instituto. Ele deseja retirá-lo dos servidores. E nós devemos lutar incansavelmente para manter o nosso IPE Saúde público, solidário e de qualidade”, destacou o diretor Cássio Ritter.

Já o diretor Amauri Pereira da Rosa afirmou que o PLC 259 afeta diretamente quem recebe os salários mais baixos, beneficiando aqueles com altos salários.

“Esse projeto onera de forma significativa os servidores que recebem menos. Ele ataca diretamente nossos aposentados, na tentativa de retirar o IPE Saúde daqueles que mais precisam, os idosos e os servidores menos remunerados”, afirmou Amauri.

Érico Corrêa, presidente do Sindicaixa, ressaltou que os aposentados(as) são os mais atingidos.

“Se eles querem nos enfraquecer, precisamos fazer um pacto para não sucumbir. Os aposentados são extremamente importantes para nós, tanto que são os primeiros a nos apoiar na luta”, observou Érico.

O evento contou com a participação do Diretor do 7º núcleo (Passo Fundo), Orlando Marcelino da Silva Filho, José Luiz Zibetti, diretor presidente da ASSTBM Regional de Passo Fundo, Tadeu Trindade, representante dos bombeiros e vereador de Passo Fundo.

Em plenária que mobilizou trabalhadores(as) no Centro Municipal de Cultura de Santo Ângelo, a diretora do CPERS e representante do Sindicato no Conselho de Administração do IPE Saúde, Vera Lessês, afirmou que lidar com o aumento das contribuições ao Instituto é uma dificuldade que pode resultar em um grande número de servidores(as) migrando para o já sobrecarregado SUS. Isso evidencia que o desmonte da autarquia afeta não apenas os trabalhadores(as), mas toda a sociedade.

“Um milhão de gaúchos correm o risco de ficar desamparados, sem acesso à assistência médica e hospitalar oferecida pelo IPE Saúde. Os novos custos se tornarão insustentáveis. Essa situação coloca em perigo a saúde e o bem-estar de um número significativo de servidores. A sociedade como um todo precisa se unir para defender esse patrimônio e garantir que todos tenham o direito fundamental à saúde assegurado”, asseverou.

A diretora Juçara Borges destaca de forma contundente o propósito do governo: precarizar o IPE Saúde como parte de um plano de privatização. 

O governo sentirá a força do funcionalismo público estadual. Esse é um chamado à união e à resistência para preservar o Instituto, que é de todos os gaúchos e que desempenha um papel fundamental na vida dos servidores públicos”, exclamou a diretora Juçara.


Durante audiência pública na Câmara de Vereadores(as) de Piratini, a diretora Sonia Solange Viana expressou sua posição de forma sobre a cruel exclusão de 25 mil funcionários(as) de escola do reajuste salarial, que recebem um salário base de apenas R$ 657,97.

“Como os funcionários da educação conseguirão arcar com as novas alíquotas do IPE Saúde? A reforma proposta por Eduardo Leite é marcada por sua crueldade e falta de humanidade os funcionários e demais servidores, que já enfrentam nove longos anos sem reajuste salarial, uma situação insustentável”, frisou.

Antônio Andreazza, representante do CPERS no Conselho de Administração do IPE Saúde, trouxe à tona uma questão alarmante: o governo está acumulando uma dívida significativa com o IPE Saúde, totalizando R$ 356,6 milhões em precatórios e RPV retidos pela CAGE. Essa revelação só reforça a suspeita de que a crise atual foi, de fato, criada intencionalmente pelas administrações anteriores.

O governo está tentando transferir a responsabilidade das dívidas do Instituto para os próprios servidores, mas não podemos aceitar essa situação. É inaceitável que os altos salários sejam beneficiados enquanto os baixos salários são sobrecarregados com altas taxas. Essa disparidade é injusta e não pode ser tolerada”, destacou.

Também estava presente na atividade o representante do Sindicaixa, João josé, entre outros dirigentes.

    

     

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Durante o período do Grande Expediente da sessão plenária, nesta quinta-feira (15), a deputada Stela Farias (PT) trouxe à tona a preocupante questão do desmonte do IPE Saúde.

Com firmeza, ela ressaltou as consequências alarmantes que o PLC 259, projeto de reforma do IPE Saúde, proposto por Eduardo Leite (PSDB), acarretará, como a possibilidade de sobrecarregar do SUS, podendo levá-lo ao colapso, e consequentemente tornando o Instituto financeiramente insustentável.

“Se o PLC 259 for aprovado, os representantes da Educação e da Segurança Pública, que são as duas maiores categorias de servidores públicos do Estado, já apontam a migração em massa para o Sistema Único de Saúde, o que vai tornar o IPE Saúde financeiramente insustentável”, afirmou.

O 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, que estava presente na atividade, deixou claro que, diante da proposta de reestruturação que ameaça a existência do IPE Saúde, tão vital para os servidores(as) públicos, é essencial que os parlamentares assumam uma postura firme em defesa dos direitos e do bem-estar dos trabalhadores(as).

“Quero reafirmar a importância dos deputados manifestarem o seu compromisso com a pauta do IPE. A deputada Estela, que é uma usuária do IPE e sócia do CPERS, entende a luta que travamos há muitos anos para a manutenção saudável e de qualidade do nosso Instituto, em especial do IPE Saúde. Este Grande Expediente é fundamental para fortalecer ainda mais a luta de todos os servidores do Rio Grande do Sul por uma saúde digna. O IPE é nosso!”, asseverou Edson.

Na ocasião, a deputada mencionou a proposta construtiva apresentada pelas bancadas do PT e do PCdoB ao secretário-chefe da Casa Civil, Arthur Lemos, no Palácio Piratini, na última terça-feira. Essa proposta busca recuperar as finanças do IPE Saúde por meio de apenas três medidas, fornecendo a sustentabilidade necessária para manter a instituição viva diante dos desafios atuais. Stela ressalta a importância dessas medidas para garantir um futuro sustentável para o IPE Saúde.

Também acompanharam o Grande Expediente o presidente da União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública, Mário Rheingantz; a representante da Fessergs, Márcia Trindade; o representante do Cpers, Edson Rodrigues Garcia; o presidente da Abamf, Potiguara Galvan Ribas; o coordenador geral da Abergs, tenente coronel Ederson Carlos Franco da Silva; o presidente da Asofbm, Coronel Marcos Paulo Beck; a representante da Ugeirm,  Neiva Carla Back Leite, o presidente da Associação dos Oficiais Estaduais do RS, Paulo Ricardo da Silva e outros líderes sindicais.

Saiba por que é preciso defender valorização salarial e o IPE Saúde

1) Nada menos que um milhão de gaúchos, o equivalente a 10% da população, estão à beira do desamparo, privados do acesso à assistência médica e hospitalar fornecida pelo IPE Saúde. Os novos custos tornarão essa situação insustentável.

2) A crescente dificuldade de lidar com as contribuições elevadas ao IPE Saúde poderá levar um número expressivo de servidores a migrarem para o já sobrecarregado SUS. Isso comprova que a desestruturação do Instituto afeta negativamente toda a sociedade, amplificando os problemas no sistema de saúde.

3) Diversas categorias, inclusive a educação, sofrem com perdas salariais alarmantes para mais da metade da inflação.

4) Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelam que Eduardo Leite (PSDB) excluiu cruelmente 25 mil funcionários de escola do reajuste, enquanto recebem um salário base de apenas R$ 657,97. Esses educadores precisam urgentemente de um complemento para alcançar o valor do salário mínimo regional, e eles representam a esmagadora maioria, ou seja, 90% dos servidores públicos nessa condição.

5) O governador deixou quase 10 mil aposentados sem a paridade e outros servidores sem qualquer aumento sequer. É revoltante constatar que há recursos disponíveis, visto que o superávit orçamentário, as isenções fiscais bilionárias e os reajustes astronômicos dos salários mais altos são prova clara de que é possível e viável agir, desde que haja vontade política.

6) Segundo a Contadoria e Auditoria-Geral do Estado do Rio Grande do Sul (Cage), o governo acumula uma dívida astronômica de R$ 356,6 milhões em precatórios e RPV retidos pelo IPE Saúde. Fica evidente que a crise atual foi intencionalmente criada pelas gestões anteriores.

7) É importante lembrar que a proposta de reforma de Eduardo Leite (PSDB) revela sua verdadeira intenção: abrir as portas para a gradual privatização do IPE Saúde, prejudicando a qualidade e o acesso aos serviços do Instituto para os educadores e demais servidores.

Leia também

>> CPERS e Frente dos Servidores(as) Públicos pressionam pela retirada do projeto de reforma do IPE Saúde e aprovam calendário de lutas

>> #NãoAoPLC259: pressione os deputados para que rejeitem o projeto de reforma do IPE Saúde

>> Pressão nos vereadores: baixe o modelo de moção de repúdio ao projeto que reestrutura o IPE Saúde

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“Nós, aposentados, já contribuímos com a previdência ao longo de toda nossa vida, e ainda assim continuamos a pagar. Nossos direitos estão sendo subtraídos de maneira incalculável. Sentimos a perda, não apenas financeiramente, mas também em nossa dignidade e valorização”

Este é o relato de Carmen Fão, funcionária de escola aposentada de Pelotas (24º Núcleo). Ela integra o grupo de aposentadas que estão no segundo dia de vigília, desta sexta-feira (16), na Praça da Matriz.

Cerrando fileiras em defesa do IPE Saúde, por dignidade e valorização salarial, as educadoras integram os núcleos de Santa Maria, Carazinho, São Borja, Santa Cruz, Pelotas, Ijuí e Porto Alegre, que se mobilizaram mesmo com chuva, frio e ventos fortes.

A Vigília das Aposentadas(os), que se mantém na segunda-feira (19), integra a agenda de mobilizações do CPERS e da Frente dos Servidores(as) Públicos, que estão utilizando diversas estratégias para combater o projeto de reforma do IPE Saúde (PLC 259), proposto por Eduardo Leite (PSDB), e lutar pela Revisão Geral dos Salários.

As entidades têm pressionado parlamentares, buscando sensibilizá-los sobre os impactos negativos desse projeto para os servidores(as) públicos e suas famílias, além de denunciar na imprensa as consequências dessa proposta e percorrido todo o Rio Grande do Sul, levando a mensagem de resistência e luta a todos os cantos do estado.

O PLC 259, com seus descontos consideravelmente mais altos, coloca em risco o orçamento das famílias que dependem do IPE Saúde, especialmente os aposentados e aposentadas.

A funcionária aposentada Carmem lamenta que políticos, especialmente o governador, tenham negligenciado a importância dos servidores(as) públicos. 

“Todas as profissões têm suas raízes na educação, é o alicerce de tudo. Mas, hoje, nos vemos com os salários mais precários. Aqueles que dedicam suas vidas à educação enfrentam dificuldades inimagináveis, enquanto os preços de tudo aumentam e nossos salários permanecem estagnados. Agora, estão retirando nossos direitos, como o IPE Saúde, com o intuito de privatizá-lo. Estamos arcando com uma conta que não nos pertence. É uma injustiça inconcebível”, desabafa. 

Vale lembrar que o governador Eduardo Leite (PSDB) deixou quase 10 mil aposentadas e aposentados, além de muitos outros servidores(as), sem nenhum reajuste salarial por nove longos anos. Essa política de salários congelados tem corroído o poder de compra desses trabalhadores, colocando-os em situações de extrema dificuldade financeira.

Para a professora aposentada, de Carazinho (37º Núcleo), Emelda Anastacia Haubert, o sentimento é de que os governantes estão excluindo deliberadamente os trabalhadores(as), sobretudo aposentados(as), de qualquer política de valorização.

“Estamos aqui, hoje, porque compreendemos a gravidade da situação em relação ao IPE Saúde, especialmente para nós, aposentados. Presenciamos muitos de nossos colegas adoecendo, e somos nós, justamente, os mais necessitados de cuidado. Infelizmente, somos tratados como invisíveis, deixados à margem da sociedade. Nossa vida carece de perspectivas, e é exatamente por essa razão que estamos reunidos aqui”, asseverou.

A vigília segue firme na segunda-feira (19). Já na terça, dia 20 – data em que o projeto de reforma do IPE Saúde (PLC 259), pode ser votado pelos deputados(as) -, o CPERS e a FSP realizam a Paralisação Estadual com todos os servidores(as) da ativa e aposentados(as). Contate o seu núcleo e mobilize-se!

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>> Pressão nos vereadores: baixe o modelo de moção de repúdio ao projeto que reestrutura o IPE Saúde

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>> Clique aqui para baixar o modelo de moção

O projeto de reforma do IPE Saúde (PLC 259), de Eduardo Leite (PSDB), pode ser votado, na terça-feira, dia 20, pelos deputados(as). Para barrar mais esse ataque do governo, o CPERS e a Frente dos Servidores Públicos (FSP) elaboraram um modelo de Moção de Repúdio a ser protocolado na Câmara Municipal da sua cidade.

Vamos para cima dos vereadores(as)! A pressão para a garantia de um IPE Saúde solidário e de qualidade e pela Revisão Geral dos Salários é fundamental.

Converse, fale sobre a situação de miséria dos educadores(as) e demais servidores(as), e dos prejuízos do PLC 259, projeto cruel de Eduardo Leite (PSDB) que reestrutura o IPE Saúde e penaliza aposentados(as) e aqueles que recebem os menores salários.

Vereadores(as) podem pressionar as bancadas na Assembleia Legislativa e garantir votos importantes em defesa dos servidores(as).

A hora é agora! Participe da Paralisação Estadual, no dia 20, data da votação do PLC 259, com todos os trabalhadores(as) da ativa e aposentados(as). Nossa resistência e pressão serão fundamentais para evitarmos essa calamidade. Contate o seu núcleo e mobilize-se!

>> Clique aqui para pressionar os deputados para que digam #NãoAoPLC259 que reestrutura o IPE Saúde

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“Nós, educadores aposentados, temos sido alvo de ataques e perdas contínuas ao longo dos últimos governos. A proposta do governador é um golpe cruel, colocando o peso maior sobre os mais velhos e insinuando que os aposentados são um fardo para o IPE Saúde. Essa ideia de que aposentado bom é aposentado morto é repugnante. Enquanto estivermos vivos, resistiremos. Nossa força é inquebrável, e não seremos silenciados”, desabafou Cleusa Teresinha Albuquerque, de Santa Maria (2º Núcleo), durante a Vigília das Aposentadas(os), iniciada nesta quinta-feira (15), na Praça da Matriz.

Cleusa foi uma das bravas aposentadas dos núcleos de Santa Maria, Porto Alegre, Pelotas, Santiago, Santa Cruz do Sul e Ijuí que se uniram na luta incansável pela defesa do IPE Saúde e por valorização salarial. Nem mesmo a chuva, nem o vento, nem o frio conseguiram intimidá-las.

O CPERS e a Frente dos Servidores(as) Públicos estão unidos em uma batalha para impedir a aprovação do projeto de reestruturação do Instituto (PLC 259), apresentado por Eduardo Leite (PSDB). Na terça-feira (20), na Assembleia Legislativa, deputados(as) decidirão o destino dessa proposta cruel.

Com descontos significativamente mais altos, o PLC 259 representa uma séria ameaça ao bolso das famílias que mais precisam do IPE Saúde, sobretudo aposentados(as).

O governador Eduardo Leite (PSDB) deixou quase 10 mil aposentados(as), bem como com muitos outros servidores(as) por nove anos sem nenhum centavo de aumento. Essa política de salários congelados está corroendo o poder de compra destes trabalhadores(as), que estão na miséria.

“Minha presença na vigília é motivada pela preocupação com o coletivo, mesmo não tendo dependentes. A nova tabela proposta por Leite afetará meu próprio bolso. É ele, como governador deste estado, quem deve arcar com as consequências e cumprir com suas responsabilidades. A situação caótica em que o IPE se encontra é resultado da falta de fiscalização por parte do próprio legislativo, que não cumpriu seu papel. Continuaremos exigindo justiça e lutando incansavelmente pelos nossos direitos e por um futuro mais digno para todos”, afirmou Tânia Schwab, professora aposentada de Ijuí (31º Núcleo).

A situação alarmante das contribuições elevadas ao IPE Saúde pode empurrar um número cada vez maior de servidores(as) em direção ao já sobrecarregado SUS. Essa realidade evidencia que a desestruturação do Instituto não afeta somente os beneficiários diretos, mas também a sociedade como um todo. Os problemas do sistema de saúde serão amplificados, causando um impacto negativo generalizado.

A professora aposentada de Santa Cruz do Sul (18º Núcleo), Cris klafke, explica que sua principal preocupação é com a desistência dos beneficiários do IPE Saúde, que serão forçados a recorrer ao SUS, agravando ainda mais a situação de colapso que os servidores(as) já enfrentam.

“É um cenário devastador, que colocará em risco a saúde e o bem-estar de milhares de pessoas. Precisamos agir agora para evitar essa catástrofe iminente”, afirmou.

A Vigília segue nos dias 16 e 19 de junho e no dia 20, data em que a reforma do IPE Saúde (PLC 259) pode ser votada pelos deputados(as), faremos uma Paralisação Estadual com todos os servidores(as) da ativa e aposentados(as).

É urgente agir e reverter essa situação para garantir o acesso digno e de qualidade ao IPE Saúde para todos(as) e lutar por uma remuneração justa. Contate o seu núcleo e mobilize-se!

Saiba por que é preciso defender valorização salarial para todos(as) e o IPE Saúde

1) Nada menos que um milhão de gaúchos, o equivalente a 10% da população, estão à beira do desamparo, privados do acesso à assistência médica e hospitalar fornecida pelo IPE Saúde. Os novos custos tornarão essa situação insustentável.

2) A crescente dificuldade de lidar com as contribuições elevadas ao IPE Saúde poderá levar um número expressivo de servidores a migrarem para o já sobrecarregado SUS. Isso comprova que a desestruturação do Instituto afeta negativamente toda a sociedade, amplificando os problemas no sistema de saúde.

3) De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), diversas categorias, inclusive a educação, sofrem com perdas salariais alarmantes de 57,33%.

4) Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelam que Eduardo Leite (PSDB) excluiu cruelmente 25 mil funcionários de escola do reajuste, enquanto recebem um salário base de apenas R$ 657,97. Esses educadores precisam urgentemente de um complemento para alcançar o valor do salário mínimo regional, e eles representam a esmagadora maioria, ou seja, 90% dos servidores públicos nessa condição.

5) O governador deixou quase 10 mil aposentados sem a paridade e outros servidores sem qualquer aumento sequer. É revoltante constatar que há recursos disponíveis, visto que o superávit orçamentário, as isenções fiscais bilionárias e os reajustes astronômicos dos salários mais altos são prova clara de que é possível e viável agir, desde que haja vontade política.

6) Segundo a Contadoria e Auditoria-Geral do Estado do Rio Grande do Sul (Cage), o governo acumula uma dívida astronômica de R$ 356,6 milhões em precatórios e RPV retidos pelo IPE Saúde. Fica evidente que a crise atual foi intencionalmente criada pelas gestões anteriores.

7) É importante lembrar que a proposta de reforma de Eduardo Leite (PSDB) revela sua verdadeira intenção: abrir as portas para a gradual privatização do IPE Saúde, prejudicando a qualidade e o acesso aos serviços do Instituto para os educadores e demais servidores.

 

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