Nesta quinta-feira (24), a 4ª Mostra Pedagógica do CPERS, etapa regional, ocorreu no 24º Núcleo (Pelotas). Na sede da entidade, educadores(as) e estudantes apresentaram os belos trabalhos realizados em sala de aula, com muito empenho e dedicação diária.

Os 11 projetos inscritos destacaram diversos assuntos, entre eles, raciocínio lógico, práticas esportivas, postura e oratória, tecnologia, protagonismo da mulher na sociedade, meio ambiente e religiosidade.

As escolas participantes da região foram: EEEM Dr. Augusto Simões Lopes, EEEM Monsenhor Queiroz, Colégio Estadual Dom João Braga, EEEM Jardim América, I.E.E Aimone Soares Carriconde, Escola Técnica Estadual de Santa Isabel e Instituto Estadual de Educação Assis Brasil.

A coordenadora do departamento de educação do CPERS, Rosane Zan, parabenizou à todos pelos projetos realizados. “Temos o prazer de exibir os excelentes trabalhos feitos no chão da escola. O governador Eduardo Leite está tentando retirar nossos direitos com esse pacote desumano. Através da Mostra nós dizemos: aqui tem resistência e tem muita luta”, afirmou.

“Nessa conjuntura de ataques, para nós é muito gratificante ter 11 projetos inscritos aqui em Pelotas. São fruto do trabalho sério e dedicado que os educadores fazem diariamente. Nós defendemos e vamos defender sempre a educação pública e de qualidade”, defende o diretor de Pelotas, Mauro Rogério Amaral.

Inscrições para a 4ª Mostra Pedagógica do CPERS

Para participar da 4ª Mostra Pedagógica basta inscrever-se no site do CPERS com até cinco dias de antecedência do evento em sua região. Os projetos e trabalhos mais significativos participarão da etapa estadual da Mostra Pedagógica, que ocorrerá em Porto Alegre em data a ser definida. As experiências selecionadas também serão compiladas em uma publicação especial.

Confira as próximas Mostras Regionais: 
25/10 – Camaquã
29/10 – Santiago
30/10 – Santa Maria
31/10 – Cachoeira do Sul
01/11 – Santa Cruz
05/11 – 38º Porto Alegre
05/11 – 39° Porto Alegre
05/11 – Gravataí
06/11 – Canoas
06/11 – Guaíba
07/11 – São Leopoldo
07/11 – Soledade
08/11 – Osório
08/11 – Montenegro
12/11 – Bento Gonçalves
12/11 – Taquara
12/11 – Guaporé

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Rostos tensos que transpareciam a indignação e a aflição de toda uma categoria. Esse foi o cenário da plenária que reuniu educadores(as) de sete escolas do 38º Núcleo (Porto Alegre – norte), nesta quinta-feira, (24), CE Cândido José de Godoi.

Professores e funcionários de escola receberam com espanto as informações repassadas pela direção central do CPERS, pela assessoria jurídica do sindicato e por representantes do núcleo.

Durante a abertura do encontro, o diretor do colégio, Mário Antônio da Silva, frisou a importância do debate neste momento de ataque brutal à todos os servidores públicos. “Querem privatizar a educação. Somente com a união da categoria que conseguiremos barrar esse projeto”, afirmou.

Para o diretor do CPERS, Daniel Damiani, o momento é grave e irá exigir organização e união da categoria para que seja construída uma greve forte para impedir a aprovação do pacote de maldades do governo.

“O ataque é forte, por isso a resposta precisa ser mais forte ainda. Precisamos fortalecer a agenda de comunicação com os pais e alunos e fazer pressão aos deputados mas, para isso, é necessário que todos compreendam o que está em jogo”, destacou Daniel.

Conforme decisão da Assembleia Geral, 72 horas após o projeto do Executivo ser protocolado na Assembleia Legislativa, a categoria entrará em greve. Por isso, o CPERS segue apresentando aos educadores de todo o Estado o que o governo realmente pretende.

O que está em jogo para a categoria

O advogado Marcio Rosa, da assessoria jurídica do CPERS, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, detalhou as perdas que a categoria terá, baseado na minuta do projeto apresentada ao sindicato.

“No discurso inicial, o governo garantiu que as mudanças iam ser para tornar a carreira mais atrativa, mas na realidade eles podem acabar com a carreira do magistério e desvalorizar ainda mais os educadores como um todo”, afirmou Marcio.

Os projetos preveem alteração em três legislações fundamentais para os educadores(as), o plano de Carreira do Magistério, o Estatuto dos Servidores (Lei 10.098) e a Previdência Estadual. Se aprovados, causarão o congelamento dos salários de toda a categoria por anos a fio, o extermínio de direitos históricos como as vantagens temporais, ataques à organização sindical e a taxação de aposentados(as) que recebem um centavo acima do salário mínimo, sem prever qualquer compensação.

“O governo quer fazer economia em cima do contra cheque do servidor público. Ele promete piso, mas vai pagar com corte de gratificações, adicionais por tempo de serviço, triênios, difícil acesso, entre outras coisas”, enfatizou o advogado.

Ao fim da apresentação, os educadores estavam indignados com a situação exposta e preocupados com a perda de seus direitos. Diante da situação, a representante do 38° núcleo, Maria Helena, ressaltou “não podemos desistir. É somente a nossa união que conseguiremos barrar esse projeto. O momento é gravíssimo. Eu tenho 34 anos de magistério e nunca vi um ataque tão grave”.

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Leia mais:

– Assine a carta das educadoras aposentadas contra os projetos de Eduardo Leite
– Série de vídeos detalha os ataques do pacote desumano de Eduardo Leite
– Como o pacote de Leite afeta funcionários de escola, professores e aposentados
– Eduardo Leite quer destruir a carreira e economizar às custas dos educadores
– Nota técnica da assessoria jurídica do CPERS
– Eduardo Leite quer que os professores paguem o próprio piso
– Direções escolares se mobilizam contra ataques de Eduardo Leite
– Educadoras aposentadas assinam carta contra os projetos de Eduardo Leite

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Dando continuidade à maratona de plenárias e reuniões no chão da escola em todo o estado, a direção central e a assessoria Jurídica do CPERS também percorreram, nestas quarta e quinta-feira (24), os núcleos de Santa Maria, Caxias, Canoas e Camaquã, Alegrete e Ijuí.

Os encontros têm um papel crucial para conscientizar direções, professores(as) e funcionários(as) de escola acerca das consequências do pacote de medidas proposto pelo governo Eduardo Leite. São, ainda, uma oportunidade para mobilizar a greve, a ser deflagrada 72 horas após o protocolo na Assembleia Legislativa.

Os projetos incluem medidas como o congelamento dos salários de toda a categoria por anos a fio, o extermínio de direitos históricos como as vantagens temporais, ataques à organização sindical e taxação de aposentados(as) que recebem um centavo acima do salário mínimo, sem prever qualquer compensação.

As direções dos núcleos também têm realizado uma agenda intensa de visitações a escolas.

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– Como o pacote de Leite afeta funcionários de escola, professores e aposentados
– Eduardo Leite quer destruir a carreira e economizar às custas dos educadores
– Nota técnica da assessoria jurídica do CPERS 
– Eduardo Leite quer que os professores paguem o próprio piso
– Direções escolares se mobilizam contra ataques de Eduardo Leite
– Educadoras aposentadas assinam carta contra os projetos de Eduardo Leite

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O oitavo dia de Acampamento da Resistência na Praça da Matriz contou com uma visita ilustre. O escritor e jornalista Flávio Tavares prestou solidariedade às educadoras pela manhã desta quinta-feira (24) na Praça da Matriz.

“Vocês me comovem pela luta, pela visão que têm do mundo e pelo significado do trabalho que exercem”, disse. “Vocês são o fundamento das gerações futuras, assim como foram da minha geração. Continuem na luta, pois assim nos incentivam a lutarmos por uma sociedade mais justa.”

O espaço é mantido na Praça da Matriz por educadores(as) dos 42 núcleos do CPERS, que se revezam na organização da rotina e das atividades, em parceria com a direção central. Professores(as) e funcionários(as) de escola de Porto Alegre, Guaíba, Canoas e Gravataí cuidam do acampamento nesta semana.

Solange Carvalho, 1ª vice-presidente do Sindicato, conduziu os trabalhos durante o dia.  “Ficaremos até dezembro para dizer a Eduardo Leite que o seu pacote, que retira nossos direitos, não passará. Estamos aqui e em todo o Rio Grande do Sul, no chão da escola, mobilizando a greve”, explica.

Sinetaços, tambores e gritos de ordem diários não dão descanso para o governo.

Rudnéia Paré Neves, professora há 30 anos, leciona na escola Paula Soares, da capital e conta que o acampamento tornou-se parte da sua rotina. “Eu vou dar aula e venho pra cá sempre que possível. Não é nada fácil para nós, professores e funcionários de escola, esta situação de descaso. É muito importante que estejamos aqui no acampamento e em todas as mobilizações em defesa dos nossos direitos”, conta.

Instalado no Dia do Professor, o Acampamento da Resistência é o marco inicial da greve, a ser deflagrada se Eduardo Leite enviar os projetos de mudança no Plano de Carreira ou na Previdência Estadual.

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– Como o pacote de Leite afeta funcionários de escola, professores e aposentados
– Eduardo Leite quer destruir a carreira e economizar às custas dos educadores
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– Eduardo Leite quer que os professores paguem o próprio piso
– Direções escolares se mobilizam contra ataques de Eduardo Leite
– Educadoras aposentadas assinam carta contra os projetos de Eduardo Leite

 

 

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O lúdico e a luta se misturam. Na plenária desta quarta-feira (23) em São Gabriel, a diretora da EEEM XV de Novembro, Andréa Bonorino Cunha Nicoletti, vestiu a fantasia de Eduardo Mãos de Tesoura, em referência ao nobre governador.

“Infelizmente, o que o governo está nos mostrando hoje são cortes e mais cortes. Me vesti conforme Eduardo Leite age”, conta a educadora.

“Atacado” pela diretora, o professor  Lucas Loch Moreira relatou: “me senti como um funcionário público costuma se sentir, cada vez mais alfinetado e picotado. Ao contrário da fantasia, que parece nociva mas não é, o nosso governador parece fofo mas está enfiando a tesoura nas nossas costas.

Com apresentação da assessoria jurídica do CPERS, da presidente Helenir Aguiar Schürer e da direção do núcleo, a plenária foi mais uma das dezenas de encontros de mobilização da base em curso em todo o estado desde a última semana.

Os projetos incluem medidas como o congelamento dos salários de toda a categoria por anos a fio, o extermínio de direitos históricos como as vantagens temporais, ataques à organização sindical e taxação de aposentados(as) que recebem um centavo acima do salário mínimo, sem prever qualquer compensação.

“Somente uma mobilização massiva, unificada e consciente dos educadores pode forçar Eduardo Leite a recuar. Essa categoria tem força e uma história rica em lutas vitoriosas. O governador passará, mas nossos direitos ficarão”, convoca Helenir.

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Até as 11h30 desta quinta-feira (24), mais de 3,1 mil educadores(as) aposentados já assinaram o manifesto disponibilizado pelo CPERS contra os projetos de morte de Eduardo Leite para a categoria. O documento foi lançado para receber assinaturas na tarde de terça-feira (22).

A adesão não para de crescer. Para assinar, basta preencher o formulário abaixo. A íntegra da carta pode ser lida na sequência da página.

Carta das aposentadas e aposentados da rede estadual de educação sobre o projeto desumano de Eduardo Leite

Nós, educadoras e educadores aposentados(as) da rede estadual do Rio Grande do Sul, repudiamos com veemência o mais recente ataque de Eduardo Leite aos professores(as), funcionários(as) de escola e a todos os gaúchos(as) que dependem da educação pública para aprender, sonhar e crescer.

É com perplexidade e indignação que tomamos conhecimento dos projetos do governador para destruir a carreira do magistério – conquistada a duras penas em nossas lutas históricas -, aprofundar o arrocho salarial, retirar direitos e confiscar o dinheiro dos aposentados(as) que ganham menos taxando a Previdência.

Em toda nossa trajetória, jamais vimos um governo atacar com tanta violência seus próprios servidores(as). Não é nada menos do que inacreditável a disposição de cobrar alíquotas previdenciárias de quem ganha pouco mais de um salário mínimo. Não trabalhamos e lutamos a vida inteira para chegar à aposentadoria empobrecidos e sem dignidade.

Este é um projeto de morte, nocivo e cruel.  É nos ombros de quem recebe os menores salários que recairá a conta da má gestão, das desonerações fiscais bilionárias, da sonegação de grandes empresas e dos privilégios dos altos salários.

O governador quer sacrificar as nossas vidas em nome de um ajuste fiscal que não produziu qualquer resultado positivo em cinco anos de arrocho. Pelo contrário, Sartori legou aos gaúchos(as) o maior rombo dos últimos 16 anos nas contas públicas. Quem, como Leite, está a serviço deste projeto, não está a serviço do Rio Grande do Sul.

Somos dezenas de milhares que construímos o passado e o presente, educando gerações. Nossas lutas históricas fizeram do CPERS um dos maiores e mais combativos Sindicatos do Brasil. Enfrentamos o chumbo da ditadura e a insensibilidade de outros governantes.

Estaremos em todos os espaços, nas ruas, nas praças e nos piquetes em escolas, de mãos dadas com os colegas da ativa para barrar essa proposta nefasta e inaceitável. A greve da categoria tem nosso apoio total e irrestrito. Eduardo Leite passará, nossos direitos ficarão. Avante educadores, de pé!

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Unidade na luta marcou o Acampamento da Resistência do CPERS desta quarta-feira (23). Estudantes do Colégio Cândido José de Godoi somaram forças a educadores(as), integrantes da direção central e direções de Porto Alegre, Canoas, Gravataí e Guaíba.

Eles ergueram as bandeiras do CPERS e tocaram sinetas em frente ao Palácio Piratini, caminhando pelo entorno da Praça da Matriz para chamar atenção da sociedade para os ataques de Eduardo Leite aos educadores(as) e à educação.

 

“Estamos unindo forças para combater o governo Leite, que só pretende prejudicar mais a nossa educação. Acho que todo mundo deveria vir para participar das atividades que o Sindicato está fazendo, pois os educadores precisam do apoio da sociedade”, diz Wellington Luiz, aluno do Colégio Cândido José de Godoi.

Os ataques de Eduardo Leite são muito fortes para a categoria. É o que diz Clarice Dal Médico, vice-diretora do Colégio Cândido José de Godoi: “Se o projeto de Eduardo Leite passar, ele estará acabando com a vida do funcionalismo e, principalmente, com a educação pública. Nós defendemos um ensino gratuito de qualidade. Esperamos que o governador tome uma atitude diferente do que ele vem fazendo”.

A professora aposentada Rosa Bot, que já enfrentou muitas lutas junto ao CPERS, explica que o governo Leite muito diz e pouco faz pela educação. “Uma coisa é o discurso na hora da eleição. Outra, é depois, na ação. Isso está acontecendo agora”, afirma.

Todas as manhãs, as atividades começam com um sinetaço para “acordar Eduardo Leite”.


Luís Moro de Fraga é sócio do Sindicato desde a década de 70, quando ingressou no Estado, e participa de todas as lutas e mobilizações do CPERS. “Acho que a participação é fundamental, só assim a gente consegue avançar. Por isso temos que angariar essa luta com toda a comunidade, como hoje está acontecendo aqui na praça”, explica.

Para Érico Fernandez, diretor do 38º Núcleo do CPERS (Porto Alegre), o governo Leite tem sido uma continuação terrível do anterior. “O governador está se esforçando para nos retirar todas as vantagens conquistadas historicamente com muita luta dos trabalhadores e trabalhadoras da educação”, diz.

Ele destaca ainda a importância da categoria mobilizar toda a sociedade gaúcha para a luta. “O problema da educação que nós estamos enfrentando não diz respeito só à figura do educador, mas também a toda a sociedade gaúcha, duramente atingida por esse ataque violento que o governo Leite está fazendo”.

O Acampamento da Resistência é o marco inicial da greve, a ser deflagrada se Eduardo Leite enviar os projetos de mudança no Plano de Carreira ou na Previdência Estadual. Os 42 núcleos do CPERS se revezam para manter as atividades até o final do ano.

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Saiba tudo sobre os novos ataques de Eduardo Leite:

– Série de vídeos detalha os ataques do pacote desumano de Eduardo Leite

– Como o pacote de Leite afeta funcionários de escola, professores e aposentados

– Eduardo Leite quer destruir a carreira e economizar às custas dos educadores

– Nota técnica da assessoria jurídica do CPERS 

– Eduardo Leite quer que os professores paguem o próprio piso

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Educadores(as) aposentados lotaram o salão da Sociedade Rio Branco em Cachoeira do Sul nesta quarta-feira (23), para o Encontro Regional dos Aposentados. Participaram da atividade professores(as) e funcionários(as) aposentados de escola de Santa Maria (2º Núcleo), Santa Cruz do Sul (18º Núcleo), Santana do Livramento (23º Núcleo), São Gabriel (41º Núcleo) e o Núcleo sede Cachoeira do Sul (4º Núcleo).

“Na trajetória do CPERS, vocês desempenharam e ainda desempenham um papel fundamental na luta pela garantia dos nossos direitos. São exemplo de resistência para as novas gerações. Hoje, vivemos novamente um momento perigoso, onde o governo de Eduardo Leite tenta atacar o nosso plano de carreira e a previdência. Não vamos permitir que nos arranquem nem um direito sequer. Vamos juntos mostrar a força da nossa categoria”, conclamou a diretora do departamento dos aposentados do CPERS, Glaci Weber na abertura do evento.

Durante a atividade os participantes receberam informações sobre o pacote desumano de Eduardo Leite, os projetos relativos a mudanças no Plano de Carreira do Magistério, alterações no Estatuto dos Servidores (Lei 10.098) e Previdência Estadual.

O advogado Marcelo Fagundes, da assessoria jurídica do CPERS, destacou os principais pontos no qual os projetos atacam os educadores. “O governo pretende pagar o piso com o próprio salário do professor, ou seja, tira os triênios e quinquênios e coloca este valor para integrar o piso. O Sartori mandou os educadores buscar o piso na Tumelero, mas Leite faz pior, manda buscar no teu próprio bolso”, conclui Marcelo.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, também falou sobre os projetos de Leite. “Nunca em nossa história fomos tão humilhados, com os salários tão achatados. E ainda vem o governador querendo nos enganar, vamos retirar o piso do nosso próprio bolso. É um absurdo mais esse ataque”, destaca.

Pela tarde os Núcleos apresentaram-se no Desafio da Dança, com o ritmo Carimbo. O 4º Núcleo (Cachoeira do Sul) foi o vencedor do dia. 

O Encontro Regional dos Aposentados segue até 27 de novembro contemplando os 42 núcleos do Sindicato. Em abril de 2020 acorrerá o Encontro Estadual dos Aposentados.

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Em mais uma semana intensa de mobilização, a direção central do CPERS em parceria com seus 42 núcleos dá sequência agenda de plenárias em todo o estado para apresentar as consequências dos projetos de Eduardo Leite à carreira dos educadores e às atividades escolares.

Nesta quarta-feira (23), educadores(as) de Cachoeira do Sul conversaram com a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer e a 1ª vice-presidente, Solange Carvalho. 

“O pacote desumano de Eduardo Leite quer terminar com a carreira dos educadores. Ele quer mascarar o pagamento do piso, mas vai apenas realocar valores. Por isso insistimos, quem vai pagar o piso é o próprio professor”, reforçou Helenir.

Na terça-feira (22), a direção central do CPERS representada pela secretária-geral, Candida Rossetto, e a diretora do 18º Núcleo, Cira Kaufmann, reuniram-se com educadores(as) de Santa Cruz do Sul na EEEM Willy Carlos Frohlich para debater formas de organizar a luta e preparar as comunidades escolares para a greve, a ser deflagrada 72 horas depois do envio dos projetos de Eduardo Leite à Assembleia Legislativa.

Em Porto Alegre, o diretor do CPERS, Daniel Damiani, foi ao Colégio Estadual Eng. Ildo Meneghetti, nesta quarta-feira (23) e apresentou aos educadores(as) de escolas da região do 39º Núcleo, as diversas perdas para a categoria, caso o pacote de Leite seja aprovado. 

Também nesta quarta, educadores do município de Rio Grande foram alertados pela diretora do Sindicato, Rosane Zan, sobre medidas como o congelamento dos salários de toda a categoria por anos a fio, o fim de direitos históricos como as vantagens temporais, ataques à organização sindical e taxação de aposentados(as) que recebem um centavo acima do salário mínimo, sem prever qualquer compensação.

Em Frederico Westphalen, a diretora do CPERS, Vera Maria Lessês e a advogada Emeline Baldessari, representando a assessoria jurídica do CPERS, apresentaram aos educadores(as) uma análise técnica da minuta do projeto entregue ao sindicato . 

O CPERS segue na estrada debatendo a proposta de alteração do Plano de Carreira do Magistério, do Estatuto dos Servidores (10.098) e da Previdência Estadual e apresentando para a sociedade que o real plano do governo é a destruição da carreira, a prorrogação do arrocho salarial por anos, a retirada de direitos e o confisco do dinheiro dos aposentados que recebem menos.

AGORA É GREVE

Relembramos que, conforme deliberado na última Assembleia Geral do CPERS, assim que Eduardo Leite protocolar os projetos, o Sindicato comunicará toda a categoria e setenta e duas horas (72h) depois, entraremos em greve para barrar o fim da carreira e os ataques ao serviço público.

Somente uma mobilização massiva, forte e unificada pode obrigar Eduardo Leite a recuar. Por isso, converse com seu colegas de trabalho, discuta a importância da greve com alunos e pais.  Mobilize toda a comunidade escolar.

Para auxiliar, estamos preparando diversos conteúdos em nosso site resumindo de forma objetiva o pacote desumano de Leite. Acesse aqui e compartilhe!

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Santa Cruz do Sul

Porto Alegre

Frederico Westphalen

Cachoeira do Sul

Leia mais:

– Assine a carta das educadoras aposentadas contra os projetos de Eduardo Leite

– Série de vídeos detalha os ataques do pacote desumano de Eduardo Leite

– Como o pacote de Leite afeta funcionários de escola, professores e aposentados

– Eduardo Leite quer destruir a carreira e economizar às custas dos educadores

– Nota técnica da assessoria jurídica do CPERS 

– Eduardo Leite quer que os professores paguem o próprio piso

– Direções escolares se mobilizam contra ataques de Eduardo Leite

– Educadoras aposentadas assinam carta contra os projetos de Eduardo Leite

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O 6º Núcleo do CPERS (Rio Grande) realizou nesta quarta-feira (23) a 4ª Mostra Pedagógica do CPERS, etapa regional. Estudantes e educadores(as) reuniram-se por volta das 14h, no auditório do IE Juvenal Miller.

A tarde foi intensa para os educandos que ficaram sobre os olhos atentos da mesa avaliadora, composta pelos professores(as) da Universidade Federal do Rio Grande: Simone Barretos Anadon, Jara Lourenço da Fontoura e Carlos Roberto da Silva Machado.

A atividade teve a participação das instituições: EEEM Dr. José Mariano de Freitas Beck (CIEP), EEEF Almirante Tamandaré, EEEM Carlos Lorea Pinto, EEEM Marechal Soares de Andrea, EEEM Silva Gama, EEEM Dr Augusto Duprat e EEEM Professor Carlos Lorea Pint.

Inclusão, diversidade, alimentação saudável, adolescência, preconceito, reciclagem, memória coletiva e individual e depressão foram alguns dos assuntos abordados pelos estudantes e educadores em seus trabalhos.

Os projetos selecionados agora seguem para a etapa estadual da Mostra, que será realizada no mês de novembro em Porto Alegre.

“A Mostra é mais uma atividade do CPERS que representa resistência. É um espaço para expor para comunidade e sociedade os trabalhos de excelência que nossos educadores produzem em sala de aula.  Mesmo com todos ataques que sofremos conseguimos oferecer uma educação de qualidade para os nossos alunos”, avaliou a diretora do 6º núcleo, Andrea Rosa Nunes.

A coordenadora do departamento de educação do CPERS, Rosane Zan falou da importância de trazer a sociedade para o lado dos educadores(as) e da educação pública. “Precisamos fazer da prática pedagógica uma forma de resistência contra o ataque do nosso plano de carreira”, destacou.

“E no dia 28 e 29 de novembro vamos fazer da Mostra Pedagógica Estadual um espaço de resistência contra os desmontes da Educação Pública”, conclamou Rosane.

Para participar da Mostra, basta se inscrever basta preencher o formulário abaixo. Os anexos (como documentos, trabalhos por escrito ou em powerpoint, fotos e vídeos) devem ser enviados para o e-mail mostracpers@gmail.com

Projetos selecionados:

Modalidade: Ensino Médio
Projeto: Facção Carinhosa – preciso de um abraço para liberar os hormônios da felicidade! Xô depressão!
Professores: Odair Nunes Soares e Marcia Freitas
EEEM Dr. Augusto Duprat


Projeto: As nossas memórias como socialização e marcas na história: ontem, hoje e daqui pra frente
Professores: Janete Cristiane Jarczeski; Ana Paula Carlosso da Silva; Ingrid da Costa e Lucila Isoldi
EEEM Silva Gama

Modalidade: Ensino Fundamental – anos finais
Projeto: Vida e Alimentação
EEEF Almirante Tamandaré
Professora: Cibele Pedroso Vianna

Modalidade: Ensino fundamental – anos iniciais

Projeto: Reciclando e Aprendendo
Professora: Jenifer Maria Garcia Gouvea
EEEM Carlos Lorea Pinto


Projeto: Um olhar para os sentimentos e as emoções
Professora: Lucinara Ramos de Moura
EEEM Marechal Soares Andrea

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