Nesta sexta-feira (18), o 14º Núcleo (São Leopoldo) sediou a plenária que expôs aos(as) aposentados(as) da região as severas consequências do pacote de maldades do governo Eduardo Leite, que pretende alterar o Plano de Carreira do Magistério, o Estatuto dos Servidores (Lei 10.098) e a Previdência Estadual.

Na ocasião, o advogado Marcelo Fagundes, da assessoria jurídica do CPERS, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, explicou que as mudanças atingirão a todos, inclusive aos aposentados(as).

Entre as informações repassadas, ele frisou que aqueles que recebem a partir de um salário mínimo passarão a contribuir com alíquotas que chegam até a 16,32% do salário. Também explicou que os professores aposentados terão todas as gratificações e vantagens integradas ao básico. “Ou seja, qualquer valor que seja acima do piso do nível ou da classe correspondente será transformado em parcela autônoma que não sofrerá reajustes.  O governador quer mascarar o pagamento do piso, mas vai apenas realocar valores. Por isso insistimos, quem vai pagar o piso é o próprio professor”, detalhou.

A diretora do Departamento dos(as)Aposentados(as) do CPERS, Glaci Weber  e o diretor Cássio Ritter acompanharam a plenária e ressaltaram a importância da realização de uma forte greve, conforme deliberado na assembleia geral da categoria, para barrar a retirada de direitos. “Outros governos tentaram mexer em nosso plano de carreira e não conseguiram devido à nossa resistência. Vocês são a história de lutas deste sindicato. A trajetória de cada um é muito importante neste momento em que temos que aglutinar forças para impedir, mais uma vez, que não alterem o nosso plano e nos retirem direitos históricos”, destacou.

Luiz Henrique Becker, diretor do 14º Núcleo, frisou que o objeto da plenária foi o de esclarecer e informar aos educadores aposentados e assim conscientizá-los sobre a importância da luta da categoria neste momento crucial. “Todos estavam muito aflitos após a notícia das alterações que o governo quer fazer. Então, organizamos esta plenária para trazer informações e conscientizar sobre a importância de nos mobilizarmos massivamente para impedir que o pacote de maldades do governador Eduardo Leite seja aprovado”, observou.

Após debate foram propostos os seguintes encaminhamentos de mobilização: visitas às escolas para conversa com educadores, panfletagem em fábricas (pais de alunos), entrega de carta aos deputados, participação em programas de rádio, jornais, câmaras de vereadores da região, participação no acampamento da resistência, em Porto alegre e elaboração de vídeos explicativos sobre o projeto do governo.

 

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Educadoras de Uruguaiana, São Borja e Livramento, responsáveis pelas atividades nesta primeira semana de acampamento na Praça da Matriz, deram mais um exemplo de resistência e companheirismo nesta sexta-feira (18).

Após dias de chuva, a semana se encerrou com sol e muita luta. Pela manhã o grupo realizou o tradicional sinetaço para “acordar Eduardo Leite” e uma oficina de cartazes que expôs para quem transitava pela Praça da Matriz e para o governador que os educadores(as) gaúchos não se entregam e seguem firmes contra os constantes ataques.

“Respeito à educação! Professor não é pano de chão!”

“Sem professor não se forma um governador”

Assim como em outros dias, as educadoras presentes no acampamento também cozinharam o almoço para todos os participantes e ajudaram a manter fortes os presentes.

No encerramento do dia, mais um sinetaço em frente ao Palácio Piratini, para lembrar a todos porque lutamos. Com sinetas, bandeiras e entoando o hino do CPERS as educadoras passaram o recado, a categoria segue firme em defesa da carreira, da previdência e dos direitos dos servidores.

O Acampamento da Resistência é o marco inicial da greve, a ser deflagrada se Eduardo Leite enviar os projetos de mudança no Plano de Carreira ou na Previdência Estadual. Os 42 núcleos do CPERS se revezam para manter as atividades, na próxima semana quem comanda as atividades são os núcleos de Porto Alegre e da região metropolitana.

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Saiba tudo sobre os novos ataques de Eduardo Leite:

– Série de vídeos detalha os ataques do pacote desumano de Eduardo Leite
– Como o pacote de Leite afeta funcionários de escola, professores e aposentados
– Eduardo Leite quer destruir a carreira e economizar às custas dos educadores
– Nota técnica da assessoria jurídica do CPERS 
– Eduardo Leite quer que os professores paguem o próprio piso

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Por todo o estado, a direção central do CPERS trabalha junto com os núcleos para informar direções escolares sobre as consequências dos projetos de Eduardo Leite para a carreira dos educadores e as atividades escolares.

Desde quarta-feira, reuniões ocorreram em em Gravataí, Porto Alegre, Erechim, Santo Ângelo, Camaquã, Ijuí, Uruguaiana, Alegrete Livramento, Lagoa Vermelha, Vacaria, Carazinho e Três Passos.

A presidente Helenir Aguiar Schürer esteve nas Missões ao longo da sexta-feira, e os diretores(as) Candida Rossetto, Rosane Zan, Mauro Calliari e Alda Maria Bastos organizaram nas agendas nas demais regiões.

Além do debate, o momento é fundamental para organizar a luta e preparar as comunidades escolares para a greve, a ser deflagrada 72 horas depois do envio dos projetos de Eduardo Leite à Assembleia Legislativa.

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Leia também:
– Educadoras aposentadas assinam carta contra os projetos de Eduardo Leite
– Série de vídeos detalha os ataques do pacote desumano de Eduardo Leite
– Como o pacote de Leite afeta funcionários de escola, professores e aposentados
– Eduardo Leite quer destruir a carreira e economizar às custas dos educadores
– Nota técnica da assessoria jurídica do CPERS 
– Eduardo Leite quer que os professores paguem o próprio piso

 

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A etapa regional da 4ª Mostra Pedagógica do CPERS ocorreu nesta sexta-feira (18), no 23º núcleo – Santana do Livramento. Com muito entusiasmo e disposição os(as) professores(as) e estudantes expuseram seus projetos na Sociedade Espanhola, às 14h.

Os projetos abordaram assuntos variados como inclusão social, reciclagem de eletrônicos, tecnologia, direitos humanos, depressão.

Os educadores José Louis Sampaio, Ivone Antunes e Helena Vigil formaram a mesa avaliadora e selecionaram os projetos que participaram da etapa estadual no mês de novembro em Porto Alegre.

Para a diretora do núcleo, Adriana de Leon dos Santos a Mostra é um incentivo para os(as) educadores(as) e estudantes. “A mostra incentiva e motiva mais nossos estudantes e professores na hora de realizar o projeto. A atividade expõe o que estamos desenvolvendo dentro das nossas escola públicas”, analisa.

A coordenadora do Departamento de Educação do CPERS, Rosane Zan deu os parabéns para os trabalhos apresentados. “Podemos ver aqui nos trabalhos que os(as) educadores(as) mostram para o seu alunado como lidar com as diferenças na sociedade. É essa escola pública que queremos para os filhos e filhas dos trabalhadores.  Por ela que lutamos diariamente”, concluiu Rosane.

Foram selecionados os seguintes projetos:

Projeto: Cientista Mirim

Orientador: Claudia Cristiane Bisso Fagundes

Escola: E.E.E. Médio Cyrino Luiz de Azevedo

Modalidade: Séries Iniciais do Ensino Fundamental

 

Projeto: Invisíveis sociais – um estudo sobre a marginalização dos seres humanos

Orientador:  Sandra Canabarro

Escola: E.E.E. Fundamental Pinto da Rocha

Modalidade: Séries Finais do Ensino Fundamental

 

Projeto:  Robótica – Reciclando eletrônicos

Orientador:  Sandra Canabarro;  Noelci Prestes Cunha

Escola: E.E.E. Fundamental Pinto da Rocha

Modalidade: Séries Finais do Ensino Fundamental

 

Projeto: Inclusão Social

Orientador: Suelem Fernanda Giacomelli

Escola: E.E.E. Médio Cyrino Luiz de Azevedo

Modalidade: Ensino Médio

 

Projeto: Malala

Orientador:  Luciana do Nascimento Corrêa;  Inajara Meregalli de Jesus Pacheco

Escola: E.E.E. Médio Cyrino Luiz de Azevedo

Modalidade: Ensino Médio

 

Projeto: Depressão

Orientador: Mõnica Liliane Gonçalves de Oliveira

Escola: E.E.E. Médio Cyrino Luiz de Azevedo

Modalidade: Séries Finais do Ensino Fundamental

 

Mostra valoriza educadores e as escolas públicas estaduais

A 4ª Mostra Pedagógica do CPERS está na estrada desde 10 de setembro, prestigiando os trabalhos que os(as) alunos(as) e educadores(as) realizam no chão da escola.

Ainda dá tempo de participar, basta ver no cronograma quando a Mostra estará em sua região e inscrever-se no formulário abaixo. É rápido e fácil!

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Por todo o estado, educadores reagem com indignação às propostas de Eduardo Leite para as carreiras do funcionalismo estadual.

Nas regiões de Erechim (15º Núcleo do CPERS) e do Sul do estado, diretores(as) de 97 estabelecimentos da rede estadual assinaram e divulgaram cartas de repúdio ao pacote de medidas, que ataca brutalmente quem trabalha no chão da escola e inativos(as). Leia a íntegra dos documentos abaixo.

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Educadoras aposentadas assinam carta contra os projetos de Eduardo Leite
– Série de vídeos detalha os ataques do pacote desumano de Eduardo Leite
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CARTA DAS DIRETORAS E DIRETORES DE ESCOLAS ESTADUAIS DE ERECHIM E REGIÃO

Nós, diretoras e diretores de escola de Erechim e da região do 15º Núcleo do CPERS, nos dirigimos ao governador Eduardo Leite para expressar total repúdio à sua proposta de alteração do Plano de Carreira do Magistério, do Estatuto dos Servidores e da Previdência Estadual.

É impensável que o Estado, após cinco anos promovendo uma brutal política de arrocho, queira cortar mais fundo na carne dos educadores e educadoras, aposentados e na ativa. O governo pretende destruir a carreira, prorrogar o arrocho salarial por anos, retirar direitos e confiscar o dinheiro dos aposentados que recebem menos.

Ora, estamos há 46 meses sem receber em dia, com os salários congelados há cinco anos, com valor da gratificação de direção estagnado há 17 anos, em situação de miséria e escolhendo entre comer e pagar as contas. Se a política de contenção de gastos com recursos humanos resolvesse os problemas do Estado, o Rio Grande do Sul já estaria distante do abismo.

Mas Eduardo Leite quer aplicar o mesmo remédio amargo, testado e reprovado múltiplas vezes. Beira a irracionalidade sacrificar o presente e o futuro do Rio Grande do Sul em nome de uma eterna crise fiscal, sem apresentar qualquer solução alternativa. É nos ombros de quem recebe os menores salários que recairá a conta da má gestão, das desonerações fiscais bilionárias, da sonegação de grandes empresas e dos privilégios dos altos salários.

Não nos cabe aqui falar em investimento, enquanto os repasses da autonomia financeira estão congelados a mais de 6 anos, sendo insuficientes para pagar luz, água, telefone, internet, limpeza, material de expediente, enfim manter as despesas diárias da escola. As escolas se encontram desamparadas com estrutura precária, com problemas estruturais.

Este é um projeto de morte, cruel e nocivo ao desenvolvimento das atividades escolares. Um pacote de medidas desumanas, que prejudica a gestão, o projeto pedagógico, os trabalhadores, os pais e o aprendizado dos estudantes.

Nós trabalhamos com amor, carregamos a escola pública nas costas, fazemos o possível e o impossível para realizar um bom trabalho e dar condições adequadas para nossos estudantes. Mas não vamos abrir mão da nossa dignidade.

Se Eduardo Leite insistir em seu projeto nefasto, a greve da categoria contará com nosso apoio total e irrestrito. Não aceitaremos retroceder e perder direitos. O limite já foi ultrapassado.
Avante educadores, de pé!

Assinam essa carta os diretores abaixo:

1. Adiles F. Coradi E.E. Erval Grande Erval Grande
2. Andiara Mazzuti E.E. Roque Gonzales Erechim
3. Anete Sberse E.E. Francisco de Assis Estação
4. Azir Artifon E.E. Luiz Giacomini Gaurama
5. Carina Mezzaroba E.E. Nossa S. da Paz Campinas do Sul
6. Cesar S. Beatrici E.E. João Caruso Erechim
7. Consuelo A. P. Dal Vesco E.E. Érico Veríssimo Erechim
8. Cristiane Avosani E.E. C. Raul Barbosa Paulo Bento
9. Darlan da Rocha C.E. Haidée Tedesco Realli Erechim
10. Delfina Magnabosco I. E. João XXIII Campinas do Sul
11. Ederson Luiz Szydloski E.E. Rondonia Centenário
12. Edezio Klein E.E. N. Senhora de Lourdes Três Arroios
13. Elaine Seehaber C.E. Iriney E. de Souza Erebango
14. Eliana S. de A. Neumann E.E. Bella Vista Erechim
15. Eliane H Follador E.E. Miguel Wawruch Barão de Cotegipe
16. Elisete P. Nonnenmacher E.E. Angelo Emilio Grando Erval Grande
17. Evandes Meneghetti E.E. Dr. Sidney Guerra Erechim
18. Flavio luiz Gabardo E.E. Erico Veríssimo Jacutinga
19. Ivete Perin E.E. Antonio Scussel Getúlio Vargas
20. Janete Araujo E.E. Campos Sales Floriano Peixoto
21. Juceli F. Ramos E.E. Faxinalzinho Faxinalzinho
22. Lauracy M. Denti E.E. Salgado Filho Erechim
23. Letania Risson E.E. Quatro Irmãos Quatro Irmãos
24. Lisiane S. Dalla Costa E.E. Santo Agostinho Erechim
25. Maria T. Graichen E.E. Antonio Burin Erechim
26. Mariliza T. Palud E.E. Érico Veríssimo Getúlio Vargas
27. Miriam Rempel E.E. Helvética R. Magnabosco Erechim
28. Nelci T. Taufer E.E. C. L. Reichmann Erechim
29. Neuri Stieven C.E. Mario Quintana Barão de Cotegipe
30. Neusa J. Golynski C.E. Pres. Costa e Silva Aurea
31. Neusa M. F. de Aguiar Werle E.E. Geny Telles Colpani Campinas
32. Oriete Bazzan E.E. Mariano Moro Mariano Moro
33. Rejane C. Z Ganasini E.E. São José Ponte Preta
34. Reli A. M. Mikoanski E.E. Carlos Gomes Carlos Gomes
35. Reni F. Toniollo E.E. Benjamin Constant do Sul Benjamin C. do Sul
36. Roberto H. Bagatini C.E. Mantovani Erechim
37. Silvana Dalpaz E.E. Emilio Tagliari Estação
38. Silverio Fortunato E.E. Irany Jaime Farina Erechim
39. Sirlei C. L. Pavan E.E. Rio Toldo Getúlio Vargas
40. Sirlei L. Confortin E.E. Maria kandoia Keso Faxinalzinho
41. Suzie Barbosa Moreira E. E. José Bonifácio Erechim
42. Vania Bettega C.E. L. A. de Oliveira Gaurama
43. Vera Lucia Dozza E.E. Sete de Setembro Erechim
44. Zulmira Nonoratto E.E. Vicente de Paula Erechim
45. Venilde M. Z. Krebs I. E. Marcelino Ramos Marcelino Ramos
46. Idiane F. Czosnecki E.E. Mathias Lorenzon Maximiliano de Almeida
47. Silvana Voginski E.E. Landell de Moura Gaurama
48. Sandra Rieker E.E. Barragem do Rio P. Fundo Entre Rios do Sul
49. Esterzina A. M. Schmidt E.E. João Germano Imlau Erechim

CARTA DAS DIRETORAS E DIRETORES DE ESCOLAS ESTADUAIS DO SUL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

Nós, diretoras e diretores das escolas estaduais da Região Sul do Estado do Rio Grande do Sul, vimos nos dirigir ao governador Eduardo Leite e sua equipe de governo, para nos pronunciarmos frente à situação da educação, das condições das escolas públicas e dos ataques aos servidores, e em especial os professores e funcionários do magistério público estadual.

Vivemos uma situação de miserabilidade e a beira do caos! Adoecidos, sofrendo assédio da Mantenedora, com sobrecarga exaustiva de trabalho, tentado suprir a carência e a falta de recursos humanos nas escolas, convivendo com ameaça de fechamento de turmas, turnos e escolas, previsão de fechamento de vagas para alunos no ano de 2020, acumulando empréstimos impagáveis, sem dinheiro para ir trabalhar, escolhendo entre comer e pagar as contas, com a alma e o coração feridos, com a dignidade dilacerada e a vida por um fio.

Com salários parcelados há quase 4 anos, completando em novembro 5 anos de salários congelados, com perdas de mais de 1/3 do poder de compra, defasagem de 102% em relação ao Piso Nacional, com congelamento de mais de 17 anos nas Gratificações de Direção, com a retirada de direitos, com a projeção de mudança lesiva no Plano de Carreira dos Educadores, com perspectiva de aumento na contribuição do IPE previdência para os ativos e inclusão de contribuição previdenciária dos servidores já aposentados e pensionistas pelo IPE, ainda assim, trabalhamos e oferecemos uma educação de qualidade num quadro caótico em que se encontram as Escolas Estaduais.

Ao mesmo tempo, os repasses da Autonomia Financeira estão congelados a mais de 6 anos sendo insuficientes para manter as necessidades diárias das escolas como luz, água, telefone, internet, limpeza, pedagógico, esportivo, material de expediente, consertos e reparos. Não nos cabe aqui falar em investimentos porque seria ironia. As escolas encontram-se desassistidas, com estrutura precária, com rede elétrica que não suportam nem a instalação de ventiladores, com problemas estruturais nos forros, paredes e assoalhos, com janelas sem vidros e danificadas deixando o ambiente gélido para os tempos de aulas no inverno, Quadras Esportivas corroídas pelo tempo, Parques Infantis em precárias condições, sem Laboratórios, sem Bibliotecas, Refeitórios insalubres e Laboratórios de Informática em ruínas e atolados de lixo eletrônico.

Da mesma forma, alguns recursos humanos estão extintos nas escolas como Coordenação Pedagógica, Orientação Educacional, Monitoria de Laboratório, Bibliotecários, Professores de Informática, outros porém, existem, mas estão escassos em muitas escolas como Merendeiras, Secretárias, Professores de Currículo, Professores de diversas disciplinas das Áreas da Educação, Monitores, Serventes e Vice-diretores. Escolas sem Projetos Pedagógicos e Extracurriculares porque não existem mais quem tenha tempo destinado a pensar e coordenar estas tarefas.

Vivemos uma situação precária na Educação do Estado do Rio Grande do Sul e estamos aqui para denunciar o desmantelamento do Sistema Educacional Gaúcho e reivindicar maior investimento na Educação do povo da nossa terra, assim exigimos:

  • que seja cumprido o percentual de 35% da Receita Líquida dos Impostos do estado em investimento em Educação Pública;
  • realização de Concurso Público que venha suprir as carências de recursos humanos nas escolas;
  • reajuste de 30% nos salários dos Servidores do Magistério Público Estadual;
  • reajuste das Gratificações de Direção de acordo com a defasagem de 17 anos de congelamento;
  • investimento e qualificação dos espaços pedagógicos e administrativos das escolas.

A Educação Pública não aguenta mais esta sobrecarga, não suporta mais este ataque à educação popular. “Negar a educação e a cultura a um povo é perpetuar a falta de expectativa de uma nação” (JC Leão).

Educar é lutar e resistir.

Fórum de Diretoras e Diretores do Sul

Aline Teixeira Benito – EEEM Presidente Castelo Branco – Capão do Leão

Ariane Barbosa Oliveira – EEEM Jacinto Inácio – Santana da Boa Vista

Auri Muller EEEF Padre José Herbst – São Lourenço do Sul

Carmem Vera Almeida Colvara – EEEF Neusa Paes do Amaral – Canguçu

Catia Cilene Soria Silva – EEEM Leonel de Moura Brizola – Pedras Altas

Cristiane Frizzo Amaral – EEEF Sepé Tiaraju – Piratini

Dalva Rosane Dias Cruz – EEEF Jardim de Allah – Pelotas

Deise Constança Bonnel Amado – EEEM Cassiano do Nascimento – Pelotas

Edilene Silveira Maasz – EEEF Padre Maximiliano Strauss – São Lourenço do Sul

Edna Machado Motta – EEEF Zilda Morrone – Pelotas

Eliana Ribeiro Pimentel – Colégio Félix da Cunha – Pelotas

Eliane Muller – EEEF Oziel Alves Pereira – Canguçu

Elisa Schwartz Leite – EEEM Dr. Amilcar Gigante – Pelotas

Ester Gomes Medeiros – EEEF Dr. Manoel Amaro Jr – Jaguarão

Eva Maria da Cruz Correa – EEEF Dr. Ottoni Xavier – Pelotas

Eva Regina Echebeste Vieira Lemos – EEEF Dr. Ottoni Xavier – Pelotas

Fabiani Hellwig Timm – EEEM João de Deus Nunes – Canguçu

Fabiane Madeira dos Santos Pereira – EEEM Osmar da Rocha Grafulha – Pelotas

Fábio Luis da Rosa – EEEF Armando Fagundes – Pelotas

Fábio Padilha da Silva – Instituto de Educação Assis Brasil – Pelotas

Felipe Neto de Faria – EEEM Professora Elizabeth Blass Romana – Pelotas

Gabriel Barcellos Nunes – EEEM Deputado Adão Pretto – Piratini

Gislene Barboza de Campos – EEEF Luis Carlos Corrêa da Silva – Pelotas

Guilherme Mateus Bourscheid – EEEM Jardim América – Capão do Leão

Hélcio Fernandes Barbosa Junior – EEEM Coronel Pedro Osório – Pelotas

Juline Fernandes da Silva – ETE Canguçu – Canguçu

Jurema Fernandes de Oliveira Moraes – EEEF Monsenhor Gautsch – São Lourenço do Sul

Lisane Meireles Rockenbach – EEEF Nossa Senhora Medianeira – Pelotas

Lissandra Wachholz  – EEEF Dom Joaquim Ferreira de Mello – Pelotas

Lucas Gonçalves Soares – EEEF Laura Alves Caldeira – Capão do Leão

Luciane Schroder Vitoria – EEEM Arroio do Padre – Arroio do Padre

Luciane Weege – EEEM Adolfo Fetter – Pelotas

Luciara Santos da Costa – EEEF Dirceu Moreira – Pelotas

Marcia Peglow – EEEM Areal – Pelotas

Marco Antônio Chaves – EEEF Santa Eulália – Pelotas

Maria de Fátima Souza – EEEF Rachel Mello – Pelotas

Maria Virgilia Ortiz Lopes – ETE Santa Isabel – São Lourenço do Sul

Marileia Neitzke – EEEM Ponche Verde – Piratini

Marilete Oliveira Moreira – EEEF Parque do Obelisco – Pelotas

Nelda Centeno – EEEM João Simões Lopes Neto – Turuçu

Neuza Regina das Neves Janke – EEEF Procópio Duval – Pelotas

Patricia Dias – EEEF Padre Rambo – Pelotas

Roberta Moreira Soares – EEEF Vicente Di Tolla – São Lourenço do Sul

Sheila Tatiane Studzinki Irigon – EEEM Colônia de Pescadores Z3 – Pelotas

Susani de Castro Pitano – EEEM Cruzeiro do Sul – São Lourenço do Sul

Vera Saldanha Fernandes – EEEF Santa Rita – Pelotas

Verônica Rodrigues de Lima – EEEF Hermes Pintos Affonso – Jaguarão

Zaida Teresinha Greitas da Rosa – EEEF Marlene Medeiros – Santana da Boa Vista

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Com muita preocupação, diretores(as) de escolas de Porto Alegre responderam ao chamamento da direção central e compareceram ao auditório do CPERS nesta quinta-feira (17) para uma plenária de debate sobre o projeto de maldades de Eduardo Leite.

Para dar início ao encontro, o segundo vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, ressaltou que a categoria enfrentará uma dura batalha.

“Hoje chamamos as direções de escolas e suas representações para que através de nossa assessoria jurídica possamos apresentar a reforma de Eduardo Leite, para que assim haja uma unidade no entendimento desse projeto, que é danoso para todos que escolhemos a educação como carreira”, afirmou Edson.

Solange Carvalho, primeira vice-presidente do Sindicato, lembrou que o CPERS passou a integrar a Frente dos Servidores Públicos (FSP/RS), uma nova unidade para enfrentar a conjuntura de ataques à sociedade, ao serviço público e aos direitos das categorias nas esferas municipal, estadual e federal.

“Estamos participando da frente dos servidores porque essa luta é de todos os servidores públicos. Esse plano diabólico do Eduardo Leite é uma vergonha e precisa ser barrado”, destacou Solange.

EDUARDO LEITE QUER ACABAR COM A CARREIRA DE EDUCADOR(A)

O advogado Marcelo Oliveira Fagundes, do escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, assessoria jurídica do CPERS, apresentou aos diretores uma análise técnica da minuta do projeto apresentada ao sindicato.

Marcelo ressaltou que todas as carreiras do estado estão sendo atacadas. “Essa proposta termina com a carreira dos educadores e cria a remuneração. Ele quer mascarar o pagamento do piso, mas vai apenas realocar valores. Por isso insistimos, quem vai pagar o piso é o próprio professor”.

Outro ataque brutal previsto no projeto é quanto ao avanço na carreira, atualmente o magistério e os funcionários de escola recebe aumento de salário com os avanços temporais, isso pode terminar, visto que as vantagens podem ser extingas.

“Essa proposta é o fim do conceito de carreira, hoje em dia nós temos um crescimento vegetativo da folha, quanto mais tempo de serviço, mais vantagens. Se passar nós teremos um congelamento eterno nos vencimentos”, destacou Marcelo.

Confira abaixo a íntegra da plenária com direções escolares de Porto Alegre e tire suas dúvidas sobre o pacote de Eduardo Leite com a assessoria jurídica do CPERS.

AGORA É GREVE

Jussara Domingues, sócia do CPERS desde 1961, ressaltou que a única forma de barrar esse projeto é com a união da categoria e uma greve forte e coesa. “A greve sempre foi nosso maior artifício, se não lutarmos a gente perde certo. Trazer a comunidade junto é fundamental, porque se esse projeto for aprovado nós vamos morrer de fome, por isso precisamos lutar”.

Relembramos que conforme deliberado na última Assembleia Geral do CPERS, assim que Eduardo Leite protocolar os projetos, o Sindicato comunicará toda a categoria e setenta e duas horas (72h) depois, entraremos em greve para barrar o fim da carreira e os ataques ao serviço público.

Somente uma mobilização massiva, forte e unificada pode obrigar Eduardo Leite a recuar. Por isso, converse com seu colegas de trabalho, discuta a importância da greve com alunos e pais.  Mobilize toda a comunidade escolar.

Para auxiliar, estamos preparando diversos conteúdos em nosso site resumindo de forma objetiva o pacote desumano de Leite. Acesse aqui e compartilhe!

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Leia mais:

– Série de vídeos detalha os ataques do pacote desumano de Eduardo Leite
– Como o pacote de Leite afeta funcionários de escola, professores e aposentados
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A semana chuvosa e o vento gelado do Guaíba põem à prova a resistência das educadoras que, há três dias, fincam pé, tocam sinetas e erguem as bandeiras douradas do CPERS em frente ao centro de poder do Estado.

São aposentadas que construíram o passado e o presente do Rio Grande do Sul e, inspiradas por lutas históricas, se doam para não perder tudo que conquistaram em décadas de mobilização.

“Participo dos acampamentos do CPERS desde os anos 80. De lá pra cá, sempre estive na Praça da Matriz”, conta Zila Teresinha Fidell, diretora do núcleo do CPERS de Uruguaiana.

“Tivemos um acampamento em que o lema era ‘Adote um Professor’. Não tínhamos sequer dinheiro para passagem e vivíamos de doações. Mesmo assim, não arredamos pé. É isso que queremos passar aos colegas de hoje: coragem para lutar e não entregar seus direitos”, conclui.

Todas as manhãs, as atividades começam com um sinetaço para “acordar Eduardo Leite”

A luta é árdua, mas não precisa ser triste. Com alegria, merendeiras que dedicaram suas vidas a alimentar estudantes, agora alimentam a mobilização. Diariamente elas preparam refeições para quem está acampado e visitantes.

Instalado no Dia do Professor, o Acampamento da Resistência permanecerá em operação até o final do ano para lembrar o governador, todos os dias, que uma categoria massacrada por salários congelados e atrasados há quase 5 anos não aceitará perder direitos ou dinheiro.

É o marco inicial da greve, a ser deflagrada se Eduardo Leite enviar os projetos de mudança no Plano de Carreira ou na Previdência Estadual. Os 42 núcleos do CPERS se revezam para manter as atividades, nesta semana sob responsabilidade dos educadores(as) de Uruguaiana, São Borja e Livramento.

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O sorriso e a alegria contagiante são características marcantes da professora Léla, como gosta de ser chamada. Quem a vê hoje, cheia de energia e disposição, nem imagina a batalha recente que travou.

Ela foi diagnosticada com câncer de mama no ano passado. Após o tratamento com quimioterapia e radioterapia, quando estava prestes a realizar a cirurgia para retirada do câncer, Léla precisou lidar com a notícia de que o seu contrato com o estado havia sido rompido, apesar de ter sua licença garantida pelo INSS até o final deste ano.

A partir daí seguiram-se dias de angústia, incertezas e aflição. Uma das maiores preocupações da educadora, à época, era perder o plano de saúde do IPE. “Entrei em pânico por receio não conseguir arcar com os custos do restante do tratamento”, recorda.

Em seus dois vínculos com o estado, em escolas de Canoas e São Leopoldo, a educadora sentiu na pele a diferença na forma como foi tratada pelas mantenedoras. “Em São Leopoldo fui tratada como um ser humano, com empatia. Em Canoas me senti sendo apenas um número, justamente onde eu tinha a maior parte da minha carga horária de trabalho”, desabafa.

O descaso do Estado foi denunciado pelo CPERS e teve ampla repercussão na mídia.

A pressão e a repercussão  fez com que a Secretaria Estadual de Educação recuasse. “Me ligaram dizendo que eu poderia manter o vínculo até o término do tratamento”, relembra.

Porém, o desgaste físico e emocional ao qual foi submetida deixou marcas.  “A experiência de ter sido demitida do estado durante o tratamento, em um momento de tanta fragilidade, foi sem dúvida nenhuma a pior da minha vida”.

A sensação de não ter o apoio mínimo esperado em um momento tão delicado permanecia. Então, Léla decidiu buscar outros caminhos. “Quando eu estava finalizando o tratamento de radioterapia abriu processo seletivo para uma escola da rede privada. O tratamento finalizou e em seguida comecei a trabalhar nesta instituição. Os fatos foram se desenrolando da melhor forma possível, dentro do tempo necessário para que eu recebesse a alta médica do tratamento e o início na escola nova”, explica.

Hoje, Léla virou a página. “Se eu pudesse planejar os meus últimos 12 meses, certamente, seria diferente. Porém a vida me desafiou e eu vivi tudo com alegria e amor. Hoje, completa um ano do meu diagnóstico de câncer de mama”, comemora.

Da amarga experiência, ela quer apenas lembrar da vitória. “Com o auxílio do CPERS fui para a luta e não desisti. Por mim e por todos os colegas que passaram pela mesma situação. A luta vale a pena”, celebra.

Reincidência do câncer e demissão

Em 2014, a professora Savana Valenti Cauduro foi diagnosticada com câncer de mama, tipo de tumor mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos novos casos de câncer no país, a cada ano.

Desde a descoberta da doença, Savana, que atuava como professora contratada no Estado há quase dez anos, realizou os tratamentos necessários e seguiu com acompanhamento médico. Em 2018, o câncer voltou. Quando mal havia assimilado a notícia da reincidência da doença e estava juntando forças para recomeçar o tratamento, ela foi informada pela Coordenadoria Regional de Educação (CRE) que estava demitida.

“Simplesmente deram a notícia de meu desligamento por telefone. Disseram que era para eu passar na coordenadoria e assinar os papéis”, relembra.

Diante da situação, ainda incrédula e preocupada com o que viria pela frente, a educadora tentou reverter o caso. “Expliquei o que estava passando, tentei sensibilizá-los. Me informaram que não tinham o que fazer, que infelizmente elas tinham que me demitir. Falaram que a ordem veio lá de cima. Liguei para a Seduc e me disseram que não estavam cientes. Mesmo assim, fui demitida”, afirma.

Atualmente, a educadora conta com o apoio da família para conseguir manter os altos custos do tratamento contra o câncer. “Estou pedindo auxílio para a família e também pra entidades que ajudam pessoas com câncer”, explica.

Além das dores com as quais convive diariamente, Savana precisa lidar com a sensação de descaso em um dos momentos em que mais precisa de amparo e respeito. “Meu sentimento é de muita raiva, pois sempre trabalhei, mesmo estando em tratamento. No momento em que mais precisei, me viraram as costas. Rompi o músculo do peito e tenho fortes dores no braço por tentar continuar uma vida normal e o que recebo é uma ligação informando para assinar meus papéis. Esse governador é desumano, o que será da educação daqui a uns anos? Teremos robôs nas salas?”, questiona.

Política de enxugamento faz com que educadores(as) escondam enfermidades

Léla e Savana são apenas dois exemplos dos inúmeros casos de educadoras(es) demitidos em licença-saúde devido a doenças graves como câncer, depressão e transtorno de ansiedade, que foram demitidas(os) pelo estado. Todos vítimas da política desumana de enxugamento e otimização de quadros implantada pelo governo Eduardo Leite.

O medo da demissão tem feito com que muitos professores(as) e funcionários(as) de escola escondam suas enfermidades e sigam trabalhando, mesmo doentes.

O desamparo justamente nos momentos de saúde frágil, quando mais se necessita de apoio e respeito, mostra a face real deste governo: cruel e desumano.

Vale lembrar que este mesmo governo, além de toda a insensibilidade com a qual trata educadores(as) doentes, não paga os salários da categoria, em dia, há 46 meses.

 

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Na manhã desta quinta-feira (17), a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer e a diretora do 15º núcleo (Erechim), Marisa Inês Betiato, estiveram reunidas com cerca de 22 diretores de escolas da região. O encontro ocorreu na sede do núcleo.

A reunião debateu o pacote de Eduardo Leite, que ataca o Plano de Carreira do Magistério, no Estatuto dos Servidores (Lei 10.098) e a Previdência Estadual.

Helenir falou aos presentes sobre  como o pacote de Leite afeta funcionários de escola, professores e aposentados. “Leite quer destruir a carreira do professor, taxar aposentados, punir funcionários de escola, retirar direitos e reduzir ainda mais nosso salário. Quer sacrificar o futuro do estado em nome de um eterno ajuste fiscal que não produziu qualquer resultado positivo em cinco anos de arrocho”, declarou.

A diretora do núcleo falou da importância dos diretores repassarem para os professores e funcionários de escola tudo que foi visto na reunião. “Nossa missão agora é compartilhar com os nossos colegas todas as informações obtidas nesse encontro”, ressaltou.

Na ocasião foi definido a elaboração de uma carta dos diretores da região para ser entregue à comunidade escolar, ao conselho municipal de educação, vereadores, prefeitos, governador, deputados estaduais, além da Coordenadoria Regional de Educação e imprensa local.

Os professores(as) e funcionários(as) de escola seguem em alerta. Assim que Eduardo Leite protocolar os projetos na Assembleia legislativa a categoria entrará em greve num prazo de 72 horas, conforme deliberado na última Assembleia Geral do CPERS, dia 27 de setembro.

 

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Recentemente, centenas de educadores(as) aposentados(as) participaram do XVII Encontro Regional dos(as) Aposentados(as) do 2º Núcleo (Santa Maria), realizado no CTG Ronda Crioula, em São Sepé. Palestras sobre cuidados com a saúde, apresentações artísticas e, principalmente, informações repassadas pela assessoria jurídica do sindicato sobre o pacote de maldades do governo Eduardo Leite integraram a programação.

As dirigentes da direção estadual do CPERS, Sandra Terezinha Severo Régio e Rosane Zan participaram do encontro e destacaram a importância da mobilização da categoria neste momento em que o governo tenta retirar direitos históricos dos(as) educadores(as).

Sandra ministrou a palestra Nossas casas, o planeta e o nosso corpo, que salientou a importância dos cuidados com a saúde física e mental. “Diante de tantos ataques contra os nossos direitos, é muito importante cuidarmos da nossa a saúde, tanto a do corpo quanto a da mente, para estrarmos preparados para lutar pelos nossos direitos”, observou.

Rosane fez uma análise sobre a conjuntura política atual observando que o cenário vigente, onde está em risco o plano de carreira e a previdência da categoria, exigirá uma forte mobilização dos(as) professores(as) e funcionários(as) de escola em todo o Rio Grande do Sul. “Neste momento em que o governo tenta mexer em nosso plano de carreira e na previdência, retirando direitos que conquistamos com muita garra, contamos com o apoio de vocês para mobilizar e conscientizar a categoria sobre a importância da luta para barrar este ataque. Vocês são a história do CPERS, exemplo de resistência em momentos duros como a ditadura militar. Graças a vocês não perdemos muitos dos nossos direitos. Vamos juntos, novamente, mostrar a força dos educadores deste Estado”, destacou Rosane.

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