Até as 11h30 desta quinta-feira (24), mais de 3,1 mil educadores(as) aposentados já assinaram o manifesto disponibilizado pelo CPERS contra os projetos de morte de Eduardo Leite para a categoria. O documento foi lançado para receber assinaturas na tarde de terça-feira (22).

A adesão não para de crescer. Para assinar, basta preencher o formulário abaixo. A íntegra da carta pode ser lida na sequência da página.

Carta das aposentadas e aposentados da rede estadual de educação sobre o projeto desumano de Eduardo Leite

Nós, educadoras e educadores aposentados(as) da rede estadual do Rio Grande do Sul, repudiamos com veemência o mais recente ataque de Eduardo Leite aos professores(as), funcionários(as) de escola e a todos os gaúchos(as) que dependem da educação pública para aprender, sonhar e crescer.

É com perplexidade e indignação que tomamos conhecimento dos projetos do governador para destruir a carreira do magistério – conquistada a duras penas em nossas lutas históricas -, aprofundar o arrocho salarial, retirar direitos e confiscar o dinheiro dos aposentados(as) que ganham menos taxando a Previdência.

Em toda nossa trajetória, jamais vimos um governo atacar com tanta violência seus próprios servidores(as). Não é nada menos do que inacreditável a disposição de cobrar alíquotas previdenciárias de quem ganha pouco mais de um salário mínimo. Não trabalhamos e lutamos a vida inteira para chegar à aposentadoria empobrecidos e sem dignidade.

Este é um projeto de morte, nocivo e cruel.  É nos ombros de quem recebe os menores salários que recairá a conta da má gestão, das desonerações fiscais bilionárias, da sonegação de grandes empresas e dos privilégios dos altos salários.

O governador quer sacrificar as nossas vidas em nome de um ajuste fiscal que não produziu qualquer resultado positivo em cinco anos de arrocho. Pelo contrário, Sartori legou aos gaúchos(as) o maior rombo dos últimos 16 anos nas contas públicas. Quem, como Leite, está a serviço deste projeto, não está a serviço do Rio Grande do Sul.

Somos dezenas de milhares que construímos o passado e o presente, educando gerações. Nossas lutas históricas fizeram do CPERS um dos maiores e mais combativos Sindicatos do Brasil. Enfrentamos o chumbo da ditadura e a insensibilidade de outros governantes.

Estaremos em todos os espaços, nas ruas, nas praças e nos piquetes em escolas, de mãos dadas com os colegas da ativa para barrar essa proposta nefasta e inaceitável. A greve da categoria tem nosso apoio total e irrestrito. Eduardo Leite passará, nossos direitos ficarão. Avante educadores, de pé!

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Leia também:

– Série de vídeos detalha os ataques do pacote desumano de Eduardo Leite
– Como o pacote de Leite afeta funcionários de escola, professores e aposentados
– Eduardo Leite quer destruir a carreira e economizar às custas dos educadores
– Nota técnica da assessoria jurídica do CPERS 
– Eduardo Leite quer que os professores paguem o próprio piso
– Direções escolares se mobilizam contra ataques de Eduardo Leite
– Educadoras aposentadas assinam carta contra os projetos de Eduardo Leite

Assinaturas já coletadas:

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Unidade na luta marcou o Acampamento da Resistência do CPERS desta quarta-feira (23). Estudantes do Colégio Cândido José de Godoi somaram forças a educadores(as), integrantes da direção central e direções de Porto Alegre, Canoas, Gravataí e Guaíba.

Eles ergueram as bandeiras do CPERS e tocaram sinetas em frente ao Palácio Piratini, caminhando pelo entorno da Praça da Matriz para chamar atenção da sociedade para os ataques de Eduardo Leite aos educadores(as) e à educação.

 

“Estamos unindo forças para combater o governo Leite, que só pretende prejudicar mais a nossa educação. Acho que todo mundo deveria vir para participar das atividades que o Sindicato está fazendo, pois os educadores precisam do apoio da sociedade”, diz Wellington Luiz, aluno do Colégio Cândido José de Godoi.

Os ataques de Eduardo Leite são muito fortes para a categoria. É o que diz Clarice Dal Médico, vice-diretora do Colégio Cândido José de Godoi: “Se o projeto de Eduardo Leite passar, ele estará acabando com a vida do funcionalismo e, principalmente, com a educação pública. Nós defendemos um ensino gratuito de qualidade. Esperamos que o governador tome uma atitude diferente do que ele vem fazendo”.

A professora aposentada Rosa Bot, que já enfrentou muitas lutas junto ao CPERS, explica que o governo Leite muito diz e pouco faz pela educação. “Uma coisa é o discurso na hora da eleição. Outra, é depois, na ação. Isso está acontecendo agora”, afirma.

Todas as manhãs, as atividades começam com um sinetaço para “acordar Eduardo Leite”.


Luís Moro de Fraga é sócio do Sindicato desde a década de 70, quando ingressou no Estado, e participa de todas as lutas e mobilizações do CPERS. “Acho que a participação é fundamental, só assim a gente consegue avançar. Por isso temos que angariar essa luta com toda a comunidade, como hoje está acontecendo aqui na praça”, explica.

Para Érico Fernandez, diretor do 38º Núcleo do CPERS (Porto Alegre), o governo Leite tem sido uma continuação terrível do anterior. “O governador está se esforçando para nos retirar todas as vantagens conquistadas historicamente com muita luta dos trabalhadores e trabalhadoras da educação”, diz.

Ele destaca ainda a importância da categoria mobilizar toda a sociedade gaúcha para a luta. “O problema da educação que nós estamos enfrentando não diz respeito só à figura do educador, mas também a toda a sociedade gaúcha, duramente atingida por esse ataque violento que o governo Leite está fazendo”.

O Acampamento da Resistência é o marco inicial da greve, a ser deflagrada se Eduardo Leite enviar os projetos de mudança no Plano de Carreira ou na Previdência Estadual. Os 42 núcleos do CPERS se revezam para manter as atividades até o final do ano.

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Saiba tudo sobre os novos ataques de Eduardo Leite:

– Série de vídeos detalha os ataques do pacote desumano de Eduardo Leite

– Como o pacote de Leite afeta funcionários de escola, professores e aposentados

– Eduardo Leite quer destruir a carreira e economizar às custas dos educadores

– Nota técnica da assessoria jurídica do CPERS 

– Eduardo Leite quer que os professores paguem o próprio piso

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Educadores(as) aposentados lotaram o salão da Sociedade Rio Branco em Cachoeira do Sul nesta quarta-feira (23), para o Encontro Regional dos Aposentados. Participaram da atividade professores(as) e funcionários(as) aposentados de escola de Santa Maria (2º Núcleo), Santa Cruz do Sul (18º Núcleo), Santana do Livramento (23º Núcleo), São Gabriel (41º Núcleo) e o Núcleo sede Cachoeira do Sul (4º Núcleo).

“Na trajetória do CPERS, vocês desempenharam e ainda desempenham um papel fundamental na luta pela garantia dos nossos direitos. São exemplo de resistência para as novas gerações. Hoje, vivemos novamente um momento perigoso, onde o governo de Eduardo Leite tenta atacar o nosso plano de carreira e a previdência. Não vamos permitir que nos arranquem nem um direito sequer. Vamos juntos mostrar a força da nossa categoria”, conclamou a diretora do departamento dos aposentados do CPERS, Glaci Weber na abertura do evento.

Durante a atividade os participantes receberam informações sobre o pacote desumano de Eduardo Leite, os projetos relativos a mudanças no Plano de Carreira do Magistério, alterações no Estatuto dos Servidores (Lei 10.098) e Previdência Estadual.

O advogado Marcelo Fagundes, da assessoria jurídica do CPERS, destacou os principais pontos no qual os projetos atacam os educadores. “O governo pretende pagar o piso com o próprio salário do professor, ou seja, tira os triênios e quinquênios e coloca este valor para integrar o piso. O Sartori mandou os educadores buscar o piso na Tumelero, mas Leite faz pior, manda buscar no teu próprio bolso”, conclui Marcelo.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, também falou sobre os projetos de Leite. “Nunca em nossa história fomos tão humilhados, com os salários tão achatados. E ainda vem o governador querendo nos enganar, vamos retirar o piso do nosso próprio bolso. É um absurdo mais esse ataque”, destaca.

Pela tarde os Núcleos apresentaram-se no Desafio da Dança, com o ritmo Carimbo. O 4º Núcleo (Cachoeira do Sul) foi o vencedor do dia. 

O Encontro Regional dos Aposentados segue até 27 de novembro contemplando os 42 núcleos do Sindicato. Em abril de 2020 acorrerá o Encontro Estadual dos Aposentados.

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Em mais uma semana intensa de mobilização, a direção central do CPERS em parceria com seus 42 núcleos dá sequência agenda de plenárias em todo o estado para apresentar as consequências dos projetos de Eduardo Leite à carreira dos educadores e às atividades escolares.

Nesta quarta-feira (23), educadores(as) de Cachoeira do Sul conversaram com a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer e a 1ª vice-presidente, Solange Carvalho. 

“O pacote desumano de Eduardo Leite quer terminar com a carreira dos educadores. Ele quer mascarar o pagamento do piso, mas vai apenas realocar valores. Por isso insistimos, quem vai pagar o piso é o próprio professor”, reforçou Helenir.

Na terça-feira (22), a direção central do CPERS representada pela secretária-geral, Candida Rossetto, e a diretora do 18º Núcleo, Cira Kaufmann, reuniram-se com educadores(as) de Santa Cruz do Sul na EEEM Willy Carlos Frohlich para debater formas de organizar a luta e preparar as comunidades escolares para a greve, a ser deflagrada 72 horas depois do envio dos projetos de Eduardo Leite à Assembleia Legislativa.

Em Porto Alegre, o diretor do CPERS, Daniel Damiani, foi ao Colégio Estadual Eng. Ildo Meneghetti, nesta quarta-feira (23) e apresentou aos educadores(as) de escolas da região do 39º Núcleo, as diversas perdas para a categoria, caso o pacote de Leite seja aprovado. 

Também nesta quarta, educadores do município de Rio Grande foram alertados pela diretora do Sindicato, Rosane Zan, sobre medidas como o congelamento dos salários de toda a categoria por anos a fio, o fim de direitos históricos como as vantagens temporais, ataques à organização sindical e taxação de aposentados(as) que recebem um centavo acima do salário mínimo, sem prever qualquer compensação.

Em Frederico Westphalen, a diretora do CPERS, Vera Maria Lessês e a advogada Emeline Baldessari, representando a assessoria jurídica do CPERS, apresentaram aos educadores(as) uma análise técnica da minuta do projeto entregue ao sindicato . 

O CPERS segue na estrada debatendo a proposta de alteração do Plano de Carreira do Magistério, do Estatuto dos Servidores (10.098) e da Previdência Estadual e apresentando para a sociedade que o real plano do governo é a destruição da carreira, a prorrogação do arrocho salarial por anos, a retirada de direitos e o confisco do dinheiro dos aposentados que recebem menos.

AGORA É GREVE

Relembramos que, conforme deliberado na última Assembleia Geral do CPERS, assim que Eduardo Leite protocolar os projetos, o Sindicato comunicará toda a categoria e setenta e duas horas (72h) depois, entraremos em greve para barrar o fim da carreira e os ataques ao serviço público.

Somente uma mobilização massiva, forte e unificada pode obrigar Eduardo Leite a recuar. Por isso, converse com seu colegas de trabalho, discuta a importância da greve com alunos e pais.  Mobilize toda a comunidade escolar.

Para auxiliar, estamos preparando diversos conteúdos em nosso site resumindo de forma objetiva o pacote desumano de Leite. Acesse aqui e compartilhe!

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Santa Cruz do Sul

Porto Alegre

Frederico Westphalen

Cachoeira do Sul

Leia mais:

– Assine a carta das educadoras aposentadas contra os projetos de Eduardo Leite

– Série de vídeos detalha os ataques do pacote desumano de Eduardo Leite

– Como o pacote de Leite afeta funcionários de escola, professores e aposentados

– Eduardo Leite quer destruir a carreira e economizar às custas dos educadores

– Nota técnica da assessoria jurídica do CPERS 

– Eduardo Leite quer que os professores paguem o próprio piso

– Direções escolares se mobilizam contra ataques de Eduardo Leite

– Educadoras aposentadas assinam carta contra os projetos de Eduardo Leite

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O 6º Núcleo do CPERS (Rio Grande) realizou nesta quarta-feira (23) a 4ª Mostra Pedagógica do CPERS, etapa regional. Estudantes e educadores(as) reuniram-se por volta das 14h, no auditório do IE Juvenal Miller.

A tarde foi intensa para os educandos que ficaram sobre os olhos atentos da mesa avaliadora, composta pelos professores(as) da Universidade Federal do Rio Grande: Simone Barretos Anadon, Jara Lourenço da Fontoura e Carlos Roberto da Silva Machado.

A atividade teve a participação das instituições: EEEM Dr. José Mariano de Freitas Beck (CIEP), EEEF Almirante Tamandaré, EEEM Carlos Lorea Pinto, EEEM Marechal Soares de Andrea, EEEM Silva Gama, EEEM Dr Augusto Duprat e EEEM Professor Carlos Lorea Pint.

Inclusão, diversidade, alimentação saudável, adolescência, preconceito, reciclagem, memória coletiva e individual e depressão foram alguns dos assuntos abordados pelos estudantes e educadores em seus trabalhos.

Os projetos selecionados agora seguem para a etapa estadual da Mostra, que será realizada no mês de novembro em Porto Alegre.

“A Mostra é mais uma atividade do CPERS que representa resistência. É um espaço para expor para comunidade e sociedade os trabalhos de excelência que nossos educadores produzem em sala de aula.  Mesmo com todos ataques que sofremos conseguimos oferecer uma educação de qualidade para os nossos alunos”, avaliou a diretora do 6º núcleo, Andrea Rosa Nunes.

A coordenadora do departamento de educação do CPERS, Rosane Zan falou da importância de trazer a sociedade para o lado dos educadores(as) e da educação pública. “Precisamos fazer da prática pedagógica uma forma de resistência contra o ataque do nosso plano de carreira”, destacou.

“E no dia 28 e 29 de novembro vamos fazer da Mostra Pedagógica Estadual um espaço de resistência contra os desmontes da Educação Pública”, conclamou Rosane.

Para participar da Mostra, basta se inscrever basta preencher o formulário abaixo. Os anexos (como documentos, trabalhos por escrito ou em powerpoint, fotos e vídeos) devem ser enviados para o e-mail mostracpers@gmail.com

Projetos selecionados:

Modalidade: Ensino Médio
Projeto: Facção Carinhosa – preciso de um abraço para liberar os hormônios da felicidade! Xô depressão!
Professores: Odair Nunes Soares e Marcia Freitas
EEEM Dr. Augusto Duprat


Projeto: As nossas memórias como socialização e marcas na história: ontem, hoje e daqui pra frente
Professores: Janete Cristiane Jarczeski; Ana Paula Carlosso da Silva; Ingrid da Costa e Lucila Isoldi
EEEM Silva Gama

Modalidade: Ensino Fundamental – anos finais
Projeto: Vida e Alimentação
EEEF Almirante Tamandaré
Professora: Cibele Pedroso Vianna

Modalidade: Ensino fundamental – anos iniciais

Projeto: Reciclando e Aprendendo
Professora: Jenifer Maria Garcia Gouvea
EEEM Carlos Lorea Pinto


Projeto: Um olhar para os sentimentos e as emoções
Professora: Lucinara Ramos de Moura
EEEM Marechal Soares Andrea

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Mais de 2,4 mil educadores(as) aposentados já assinaram o manifesto disponibilizado pelo CPERS contra os projetos de morte de Eduardo Leite para a categoria. O documento foi lançado para receber assinaturas na tarde desta terça-feira (22).

Vinte e quatro horas depois, a adesão não para de crescer. Ainda é possível aderir. Basta preencher o formulário abaixo. A íntegra da carta pode ser lida na sequência da página.

Carta das aposentadas e aposentados da rede estadual de educação sobre o projeto desumano de Eduardo Leite

Nós, educadoras e educadores aposentados(as) da rede estadual do Rio Grande do Sul, repudiamos com veemência o mais recente ataque de Eduardo Leite aos professores(as), funcionários(as) de escola e a todos os gaúchos(as) que dependem da educação pública para aprender, sonhar e crescer.

É com perplexidade e indignação que tomamos conhecimento dos projetos do governador para destruir a carreira do magistério – conquistada a duras penas em nossas lutas históricas -, aprofundar o arrocho salarial, retirar direitos e confiscar o dinheiro dos aposentados(as) que ganham menos taxando a Previdência.

Em toda nossa trajetória, jamais vimos um governo atacar com tanta violência seus próprios servidores(as). Não é nada menos do que inacreditável a disposição de cobrar alíquotas previdenciárias de quem ganha pouco mais de um salário mínimo. Não trabalhamos e lutamos a vida inteira para chegar à aposentadoria empobrecidos e sem dignidade.

Este é um projeto de morte, nocivo e cruel.  É nos ombros de quem recebe os menores salários que recairá a conta da má gestão, das desonerações fiscais bilionárias, da sonegação de grandes empresas e dos privilégios dos altos salários.

O governador quer sacrificar as nossas vidas em nome de um ajuste fiscal que não produziu qualquer resultado positivo em cinco anos de arrocho. Pelo contrário, Sartori legou aos gaúchos(as) o maior rombo dos últimos 16 anos nas contas públicas. Quem, como Leite, está a serviço deste projeto, não está a serviço do Rio Grande do Sul.

Somos dezenas de milhares que construímos o passado e o presente, educando gerações. Nossas lutas históricas fizeram do CPERS um dos maiores e mais combativos Sindicatos do Brasil. Enfrentamos o chumbo da ditadura e a insensibilidade de outros governantes.

Estaremos em todos os espaços, nas ruas, nas praças e nos piquetes em escolas, de mãos dadas com os colegas da ativa para barrar essa proposta nefasta e inaceitável. A greve da categoria tem nosso apoio total e irrestrito. Eduardo Leite passará, nossos direitos ficarão. Avante educadores, de pé!

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– Série de vídeos detalha os ataques do pacote desumano de Eduardo Leite
– Como o pacote de Leite afeta funcionários de escola, professores e aposentados
– Eduardo Leite quer destruir a carreira e economizar às custas dos educadores
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– Eduardo Leite quer que os professores paguem o próprio piso
– Direções escolares se mobilizam contra ataques de Eduardo Leite
– Educadoras aposentadas assinam carta contra os projetos de Eduardo Leite

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Nós, professores(as) e funcionários(as) de escola do Rio Grande do Sul, pedimos a sua atenção: dentro de poucos dias estaremos em greve em todo o estado.

Sabemos das dificuldades e das consequências de uma greve para a organização familiar, mas esperamos contar com a compreensão e apoio de cada pai, cada mãe e cada aluno.

O governador Eduardo Leite não nos deixa alternativas.

Além de continuar a política de atrasos e congelamento salariais, o Estado ameaça acabar com o pouco que nos resta, atacando nossos direitos, nossas carreiras e nossos sonhos.

O governo fala em crise. Mas já estamos pagando, junto com você, por esta crise há anos. Trabalhamos e educamos com amor, mas amor não paga as contas.

Os impostos que todos nós sustentamos aumentaram. Os gaúchos sobrevivem com alguns dos custos mais elevados do país na gasolina, no gás, na água e na alimentação.

Enquanto isso, bancos têm lucros recordes, empresas deixam de pagar bilhões em impostos e os privilégios dos altos salários continuam intocados.

Por trás deste projeto está a intenção de acabar com a escola pública e os sonhos de milhões de gaúchos.

Querem privatizar o ensino e cobrar das famílias a conta do acesso à educação. Não vamos deixar que isso aconteça.

Mas precisamos da sua ajuda e da sua mão amiga.

Lutaremos hoje pelos nossos e pelos seus direitos. Pelo futuro da sua e das nossas famílias.

Amanhã, vamos celebrar juntos a vitória e recuperar todas as aulas que forem necessárias.

Temos compromisso e responsabilidade com a educação. Jamais deixamos de cumprir nossas obrigações. Você pode contar conosco. Queremos contar contigo.

Se é guerra que Eduardo Leite quer, é greve que ele vai ter.

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Símbolo da resistência na capital, o colégio Julinho sediou na manhã desta quarta-feira (22) uma plenária com direções e educadores(as) de mais de 20 escolas de Porto Alegre sobre as atrocidades previstas no projeto do governo Eduardo Leite.

Reunidos no auditório, professores(as) e funcionários(as) escutaram, atentos e perplexos, as explicações repassadas pela direção central do CPERS e a assessoria jurídica do sindicato, representada pelo advogado Marcio Rosa.

Os projetos incluem medidas como o congelamento dos salários de toda a categoria por anos a fio, o extermínio de direitos históricos como as vantagens temporais, ataques à organização sindical e taxação de aposentados(as) que recebem um centavo acima do salário mínimo, sem prever qualquer compensação.

“No texto apresentado pelo governo, as mudanças na carreira trazem um grande desestímulo aos educadores. Cito um exemplo: o professor que ingressa hoje no magistério, já entra no seu nível equivalente, de acordo com graduações e especializações que tiver. O projeto do governo prevê que isso ocorra apenas após o estágio probatório, que é de três anos”, explicou Marcio.

A falsa ideia que o governo tenta passar para a sociedade, de que irá pagar o Piso para a categoria, também foi esclarecida pelo advogado. “Vão retirar todas as gratificações e vantagens e incorporar no básico. Ou seja, serão os professores que pagarão o próprio Piso e não o governo. Isso não é um projeto, é um antiprojeto”, afirmou.

Sobre os educadores(as) em regime de contratação temporária, Rosa destacou “o governo quer a retirada de direitos fundamentais destes servidores, como a licença-maternidade”.

Edson Garcia, 2º vice-presidente do CPERS, frisou a importância das plenárias para fortalecer a justa luta da categoria. “As informações que passamos devem ser levadas aos colegas nas escolas. Só assim, compreendendo as consequências do projeto, vamos fortalecer a nossa resistência. Se não lutarmos, não sobrará nada”, destacou.

A secretária-geral do Sindicato, Candida Rosseto classificou o projeto do governo como o pacote de morte. ” É um projeto extremamente nocivo. Todos serão atingidos, inclusive os aposentados, que passarão a pagar alíquotas que podem chegar a mais de 16% do salário. Se não reagirmos, quem vai pagar a conta da crise seremos nós”, alertou.

Candida lembrou ainda que, 72 horas após o projeto ser protocolado na Assembleia Legislativa, será deflagrada a greve, conforme decisão da Assembleia Geral da categoria. “Isso já está definido! Agora, vamos mostrar nossa capacidade de mobilização nas escolas. E as direções têm papel fundamental neste cenário”, conclamou.

A vice-diretora do 39º núcleo do CPERS (Porto Alegre), Maria Resplande Batista de Sá, observou a importância da unidade para impedir que direitos historicamente conquistados sejam retirados. “Cada um que sair daqui hoje tem que ir para a sua escola e dizer o quanto é importante a nossa unidade frente a este tremendo ataque do governo, que é conivente com o governo federal. Não estamos derrotados, vamos unir forças para impedir esta afronta”, frisou.

Verônica de Souza Macedo, diretora da escola Vila Jardim Renascença, relatou que conhecia o projeto apenas de forma resumida e que através das informações repassadas na plenária pode conhecer a fundo as verdadeiras intenções do governo.

“Foi muito esclarecedor e assustador. Estou na reta final para me aposentar e me sinto muito insegura, pois ninguém vai escapar. É aterrorizante a forma como ele está atacando o nosso plano de carreira. Já estamos há cinco anos sem nem um reajuste, com salários atrasado, pedindo empréstimos ao banco para receber o que nos é de direito. É muito desrespeito”, afirmou.

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A direção central do CPERS segue na estrada em um esforço conjunto de mobilização da base e debate sobre os projetos de Eduardo Leite para os trabalhadores(as) da educação.

Nesta terça-feira (22), além da agenda em Rosário do Sul, a presidente Helenir Aguiar Schürer conduziu uma plenária com educadores(as) de oito escolas estaduais em Quaraí, no Centro Cultural Dyonélio Machado, palco de lutas históricas na cidade da região da campanha.

Os projetos incluem medidas como o congelamento dos salários de toda a categoria por anos a fio, o extermínio de direitos históricos como as vantagens temporais, ataques à organização sindical e taxação de aposentados(as) que recebem um centavo acima do salário mínimo, sem prever qualquer compensação.

“Em fevereiro, quando visitou o CPERS, Eduardo Leite disse que buscaria uma forma de valorizar a carreira e torná-la mais atrativa. Mas a proposta do governo é o avesso disso. Hoje a diferença salarial entre o nível médio e a pós-graduação é de 100%. Se o projeto passar, um doutorado receberá apenas 7% a mais do que o colega de nível médio. É a morte da carreira”, explica Helenir.

As plenárias, realizadas em todo o estado são fundamentais para preparar a categoria para a greve, a ser deflagrada 72 horas após o protocolo dos projetos na Assembleia Legislativa. O envio aos deputados é esperado para os próximos dias.

Ana Maria Fritz, professora de história nomeada pela Justiça em 2013 por intervenção do CPERS, aprovou a plenária e fez um chamado à luta.

“São esclarecimentos que vêm como uma luz no fim do túnel. No interior a gente se sente perdido com as notícias que vêm da TV. Com o decorrer dos anos os governos vêm massacrando a classe e é muito bom ter um Sindicato como o CPERS ao nosso lado. As pessoas se sentem acuadas e com medo, mas não tem que ter medo. Tem que meter a cara e ir em frente para garantir nossos direitos”, afirma a educadora.

Nesta quarta (23), Helenir esteve no Encontro dos Aposentados em Cachoeira do Sul e, no fim da tarde, participa de plenária em São Gabriel.

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Leia a carta e deixe sua assinatura no final do texto

Carta das aposentadas e aposentados da rede estadual de educação sobre o projeto desumano de Eduardo Leite

Nós, educadoras e educadores aposentados(as) da rede estadual do Rio Grande do Sul, repudiamos com veemência o mais recente ataque de Eduardo Leite aos professores(as), funcionários(as) de escola e a todos os gaúchos(as) que dependem da educação pública para aprender, sonhar e crescer.

É com perplexidade e indignação que tomamos conhecimento dos projetos do governador para destruir a carreira do magistério – conquistada a duras penas em nossas lutas históricas -, aprofundar o arrocho salarial, retirar direitos e confiscar o dinheiro dos aposentados(as) que ganham menos taxando a Previdência.

Em toda nossa trajetória, jamais vimos um governo atacar com tanta violência seus próprios servidores(as). Não é nada menos do que inacreditável a disposição de cobrar alíquotas previdenciárias de quem ganha pouco mais de um salário mínimo. Não trabalhamos e lutamos a vida inteira para chegar à aposentadoria empobrecidos e sem dignidade.

Este é um projeto de morte, nocivo e cruel.  É nos ombros de quem recebe os menores salários que recairá a conta da má gestão, das desonerações fiscais bilionárias, da sonegação de grandes empresas e dos privilégios dos altos salários.

O governador quer sacrificar as nossas vidas em nome de um ajuste fiscal que não produziu qualquer resultado positivo em cinco anos de arrocho. Pelo contrário, Sartori legou aos gaúchos(as) o maior rombo dos últimos 16 anos nas contas públicas. Quem, como Leite, está a serviço deste projeto, não está a serviço do Rio Grande do Sul.

Somos dezenas de milhares que construímos o passado e o presente, educando gerações. Nossas lutas históricas fizeram do CPERS um dos maiores e mais combativos Sindicatos do Brasil. Enfrentamos o chumbo da ditadura e a insensibilidade de outros governantes.

Estaremos em todos os espaços, nas ruas, nas praças e nos piquetes em escolas, de mãos dadas com os colegas da ativa para barrar essa proposta nefasta e inaceitável. A greve da categoria tem nosso apoio total e irrestrito. Eduardo Leite passará, nossos direitos ficarão. Avante educadores, de pé! 

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