A onda de indignação dos educadores(as) não para de crescer.

Em todo o estado, já são 1556 escolas envolvidas na greve da educação. Destas, 788 seguem totalmente paradas. A apuração foi atualizada junto aos 42 núcleos do CPERS nesta quarta-feira (27).

A contagem representa um novo crescimento em relação à última contabilidade, que apontava 1544 instituições afetadas na segunda.

A greve extrapolou os muros das escolas e tomou as ruas do estado, com amplo apoio social e institucional.

Ao corte de ponto dos grevistas e ao continuado desrespeito com a categoria, educadores(as) responderam um com uma das maiores Assembleias das últimas décadas e cerraram fileiras no movimento paredista.

O CPERS ingressou com mandado de segurança na última segunda para sustar os efeitos da medida e o TJ deve julgar o pedido liminar até esta quinta (28).

Com a mobilização histórica da categoria e da sociedade gaúcha, o castelo do governador começou a ruir.

Nesta quarta (27), a maior bancada da base governista (MDB) divulgou nota conjunta posicionando-se contrariamente à proposta que prevê alterações na carreira.

A Famurs, entidade que congrega prefeitos e gestores de todos os 497 municípios gaúchos, enviou uma moção de apoio aos educadores(as). Outro acontecimento inédito. Nas Câmaras de Vereadores, representantes de mais de 250 cidades já aprovaram moções semelhantes.

O movimento conquista a sociedade, com adesão crescente de comerciantes, que afixam cartazes de apoio junto às vitrines. A economia local sente o peso do arrocho sobre os professores(as) e funcionários(as) de escola.

Atos de rua se espalham pelo Rio Grande do Sul. É impossível acompanhar a densidade e a quantidade do que está ocorrendo.

Eduardo Leite está acuado e já fala em “atenuar” as medidas. Mas não há remendo para o que não tem conserto.

Comando de Greve ratifica que qualquer perspectiva de negociação com Eduardo Leite depende da retirada dos projetos da pauta da Assembleia Legislativa.

Nenhum diálogo é possível sem, antes, tratar das reivindicações urgentes da categoria: salário em dia, reajuste já e nenhum direito a menos. A educação merece respeito.

Calendário de mobilização:

28/11 – Passeatas luminosas em todo o Rio Grande do Sul. Cada município deve escolher uma escola simbólica para ser abraçada pela comunidade em atos noturnos
29/11 – Mostra Pedagógica na Praça da Matriz, das 9h às 18h
03/12 – Ato estadual em Pelotas, terra do governador. Horário e local em definição.

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Reunido na manhã desta quarta-feira (27), o Comando de Greve avaliou a situação do movimento e discutiu os rumos da mobilização após o ato histórico de ontem.

O grupo considera extremamente positiva a resposta da categoria, que compareceu em peso à Assembleia Geral e mantém-se firme na greve mesmo com a ordem de Eduardo Leite para cortar o ponto dos educadores(as).

O CPERS ingressou com mandado de segurança na última segunda para sustar os efeitos da medida e o TJ deve julgar o pedido liminar até amanhã (28).

Há o entendimento de que a greve da educação extrapolou os muros das escolas e tomou as ruas do estado, com amplo apoio social e institucional.

Atos públicos capilarizados em centenas de cidades, moções de apoio aprovadas em 240 Câmaras Municipais até esta quarta e a manifestação histórica da Famurs reforçam a avaliação.

Na Assembleia Legislativa, os projetos de Leite começam a ruir. Nesta quinta, o MDB anunciou posição contrária à votação das alterações na carreira do Magistério.

O Comando ratifica que qualquer perspectiva de negociação com Eduardo Leite depende da retirada dos projetos da pauta da Assembleia Legislativa. “Não há como negociar partindo de um projeto que não tem nada de bom”, explica a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

Além de reiterar as mobilizações e atividades marcadas para esta semana, o Comando também apontou como estratégica a perseguição à agenda do governador. Confira os próximos atos:

28/11 – Passeatas luminosas em todo o Rio Grande do Sul. Cada município deve escolher uma escola simbólica para ser abraçada pela comunidade em atos noturnos
29/11 – Mostra Pedagógica na Praça da Matriz, das 9h às 18h
03/12 – Ato estadual em Pelotas, terra do governador Eduardo Leite

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Nesta quarta-feira (27), dezenas de educadoras(es), representantes dos 42 núcleos do Sindicato, participaram do Encontro do Coletivo de Igualdade Racial e Combate ao Racismo. A atividade ocorreu no 9º andar da sede do CPERS, ao longo do dia.

O 2º vice-presidente e coordenador do Departamento de Combate ao Racismo do CPERS, Edson Garcia, falou sobre a história de luta dos negros no país, ressaltando as grandes barreiras que ainda precisam enfrentar para combater o racismo e o preconceito sofrido diariamente. E também fez uma breve análise da conjuntura política atual no Brasil.

“Essa política neoliberal instalada no país é racista, machista e homofóbica. Nós estamos sem projetos para a educação. No momento em que não temos políticas para as áreas da educação e da saúde, não temos mais perceptivas, nem sonhos. Estamos retrocedendo drasticamente. Essa linha política não vem para nos fortalecer. Por isso temos que, cada vez mais, nos unir e somar forças”, concluiu Edson.

Garcia também falou sobre a truculência da brigada militar contra os educadores(as) no final da Assembleia Geral da categoria, realizada nesta terça-feira (26), na Praça da Matriz. “Dói receber cacetada na cabeça, chutes e spray de pimenta nos olhos.  Mas hoje, estamos conseguindo mostrar para a sociedade gaúcha a verdadeira face do governador Eduardo Leite”, destacou.

Desafios das mulheres negras na sociedade

“Sou discriminada duas vezes, por ser mulher e por ser negra. Sabemos que temos que enfrentar muita dor para representar, sermos ouvidos e valorizados. Temos que lutar para que nos valorizem como profissionais competentes que somos. Ainda não ocupamos cargos de comando como deveríamos. Estamos aqui para exigir que sejamos realmente vistas e valorizadas. Espaços como esses são estratégicos para que possamos nos transformar”, afirmou Isis Marques, secretária de Combate ao Racismo da Central Única (CUT).

Ela conta que quando foi assumir a vaga no banco no qual trabalha, sua mãe a orientou que anotasse tudo para não ser vista como incompetente. “Eu nunca esqueci aquilo. Ela sabia do que estava falando porque já havia sofrido discriminação e não queria que eu também passasse.”

“Não somos respeitadas como mulheres. Se tu te atrasou é porque estava te pintando, não é porque estava na luta. É o que dizem sobre a gente. Nos preocupamos com irmãos, pais e maridos, enquanto eles estão livres para comandar e seguir suas carreiras e nós não. Ainda temos que conquistar nossa valorização”, afirmou.

“Nós, sindicalistas, entendemos que o sindicato é uma escola. Aqui, entendemos como a sociedade se organiza e se agrega. Nós precisamos nos ver como iguais. Estamos aqui para aprender que racismo não é um preconceito, é uma violência. Vocês são lideranças, têm que exigir que dentro de cada escola se adote uma postura anti-racista. Temos que nos enxergar como elementos fundamentais dentro da sociedade”, finalizou.

O racismo dentro da escola 

Durante a tarde, os presentes receberam a palestra da  professora da rede pública e estadual e secretária nacional de políticas de combate ao racismo da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Anatalina Lourenço.

Para Anatalina, um dos principais instrumentos de enfrentamento ao racismo é a escola. “O racismo passa pela ideia de descolonizar o currículo, ou seja, a possibilidade de uma mudança ao trato da questão étnico-racial na escola e na teoria educacional”, explica.

“Ser negra é uma decisão política, pois quando você decide ser negra sabemos do preconceito que vamos enfrentar.” Anatalina pondera. “Não basta lutar contra o racismo, tem que ser anti-racista. Pra nós mesmos não praticarmos o racismo”.

Durante o debate, professoras e funcionárias de escola relataram suas experiências dentro das escolas, em suas cidades e na sociedade em geral, denunciando que o preconceito e o racismo fazem parte diariamente de suas vidas.

“Sou a primeira diretora negra do 21º Núcleo (Uruguaiana) e tenho muito orgulho disso. A próxima foto na galeria de diretores será a minha. Minha cidade é muito racista, muito preconceituosa. Mas seguimos lutando pela igualdade racial”, disse Zila Fidel, diretora do 21º Núcleo.

“Em nenhum momento quando saio com os meus alunos eu sou vista como professora. Sou sempre vista como funcionária da limpeza da escola. É um paradigma que a sociedade cria”, desabafou a professora Eliane Duarte Cunha, do 6º Núcleo (Rio Grande).

“Hoje foi um dia rico com falas de duas mulheres importantes na luta pelo combate ao racismo. Saímos daqui melhor do que entramos e fortalecidos para a luta”, afirmou Edson no final da atividade.

O Encontro do Coletivo encaminhou algumas demandas como  a criação do Coletivo de Combate ao Racismo em cada núcleo do Sindicato,  a escolha de um nome para o Coletivo do CPERS e a criação de um grupo de WhatsApp para organizar os próximos encontros e a luta.

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A luta vale a pena! Há poucas semanas, Eduardo Leite parecia imbatível.

Com ampla maioria na Assembleia Legislativa e postura arrogante, apresentou um pacote de medidas brutais contra os educadores(as) sem responder a qualquer das reivindicações da categoria.

À imprensa, subestimou a capacidade de mobilização do Magistério. Por dias a própria mídia ignorou a força da greve.

Mas o jogo está virando. Após a mobilização histórica da categoria e da sociedade gaúcha, o castelo do governador começou a ruir. Nesta quarta (27), a maior bancada da base governista (MDB) divulgou nota conjunta posicionando-se contrariamente à proposta que prevê alterações na carreira.

Leia a íntegra do comunicado

NOTA OFICIAL

Desde o protocolo do pacote do Governo do Estado na Assembleia Legislativa, a bancada do MDB tem buscado compreender as propostas para unificar a posição de seus oito deputados. Temos nos reunido e dialogado com entidades sindicais dos servidores e técnicos do Executivo, bem como nossa assessoria tem estudado os projetos.

Da forma que foi encaminhada, não concordamos com a proposta que prevê alterações na carreira do magistério. Entendemos que será necessário um profundo e amplo diálogo com os parlamentares e com a categoria, no sentido de aprimorar o projeto e deixá-lo atrativo para os professores.

Pela importância e complexidade das matérias, entendemos ser necessário um prazo mais amplo para deliberarmos.

A bancada do MDB entende sua importância para a eventual construção de maioria no Parlamento, o que reforça a necessidade de plena compreensão das proposições, bem como um possível aperfeiçoamento das mesmas.

O senhor Chefe da Casa Civil do Governo do Estado foi comunicado dessas decisões pelo Líder da Bancada nesta tarde.

Bancada do MDB
Dep. Fábio Branco – Líder da Bancada
Dep. Carlos Búrigo
Dep. Edson Brum
Dep. Gabriel Souza
Dep. Gilberto Capoani
Dep. Sebastião Melo
Dep. Tiago Simon
Dep. Vilmar Zanchin

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Em documento lido para a multidão durante o ato histórico desta terça (26), assinado pelo presidente Eduardo Russomano Freire, a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) declarou apoio à luta dos educadores(as) e repúdio ao pacote de projetos de Eduardo Leite.

“A FAMURS e os municípios gaúchos têm pleno conhecimento da crise financeira que atinge o Estado do Rio Grande do Sul. Entretanto, também é da nossa ciência que a causa de tal crise não está nos vencimentos recebidos pelos servidores públicos, em especial pelos professores e professoras estaduais. Ao contrário, entende-se que o investimento em educação é a mais viável, senão singular saída desta situação, pois é através do conhecimento que se promove o desenvolvimento; negar tal fato é anuir é com o agravamento da crise financeira.”, afirma o texto.

Composta por 27 Associações Regionais, a entidade representa todas as 497 cidades gaúchas – reunindo prefeitos, vice-prefeitos, secretários, técnicos e órgãos da gestão pública municipal.

É um fato inédito, que vem a reforçar a onda crescente de apoio social e institucional recebida pela greve da educação do Rio Grande do Sul.

Nas Câmaras de Vereadores, o movimento é semelhante. Até o início da tarde desta quarta-feira, 240 cidades aprovaram moções de apoio aos educadores(as) ou repúdio aos projetos de Leite.

Pela tarde, uma comitiva de vereadores(as) do município de Independência entregou uma moção no Acampamento da Resistência, na Praça da Matriz.

Relação de municípios que já aprovaram moções de apoio aos educadores(as) ou repúdio aos projetos de Leite

Atualizado às 20h15 de 03 de dezembro com o total de 296 cidades

  1. Água Santa
  2. Ajuricaba
  3. Alecrim
  4. Alegrete
  5. Alegria
  6. Alpestre
  7. Alto Feliz
  8. Alvorada
  9. Amaral Ferrador
  10. Anta Gorda
  11. Antônio Prado
  12. Aratiba
  13. Arroio do Meio
  14. Arroio do Tigre
  15. Arroio dos Ratos
  16. Arroio Grande
  17. Arvorezinha
  18. Bagé
  19. Barão de Cotegipe
  20. Barão do Triunfo
  21. Barra do Guarita
  22. Barra do Quaraí
  23. Barra do Ribeiro
  24. Barra Funda
  25. Benjamim Constant do Sul
  26. Bento Gonçalves
  27. Boa Vista das Missões
  28. Boa Vista do Buricá
  29. Bom Princípio
  30. Bom Retiro do Sul
  31. Boqueirão do Leão
  32. Bossoroca
  33. Braga
  34. Brochier
  35. Butiá
  36. Caçapava do Sul
  37. Cachoeira do Sul
  38. Cachoeirinha
  39. Caibaté
  40. Caiçara
  41. Camaquã
  42. Camargo
  43. Campestre da Serra
  44. Campinas do Sul
  45. Campo Bom
  46. Campo Novo
  47. Campos Borges
  48. Candiota
  49. Canela
  50. Canguçu
  51. Canoas
  52. Canudos do Vale
  53. Capão da Canoa
  54. Capão do Cipó
  55. Capão do Leão
  56. Capela de Santana
  57. Carazinho
  58. Carlos Barbosa
  59. Carlos Gomes
  60. Casca
  61. Catuípe
  62. Caxias do Sul
  63. Centenário
  64. Cerrito
  65. Cerro Grande
  66. Cerro Largo
  67. Charqueadas
  68. Chiapetta
  69. Chuí
  70. Ciríaco
  71. Colorado
  72. Condor
  73. Constantina
  74. Cruz Alta
  75. David Canabarro
  76. Dois Irmãos das Missões
  77. Dois Lajeados
  78. Dom Pedrito
  79. Eldorado do Sul
  80. Encantado
  81. Encruzilhada do Sul
  82. Engelho Velho
  83. Entre Ijuís
  84. Erechim
  85. Erval grande
  86. Erval Seco
  87. Esmeralda
  88. Estação
  89. Estância Velha
  90. Esteio
  91. Estrela
  92. Farroupilha
  93. Faxinal do Soturno
  94. Faxinalzinho
  95. Fazenda Vila Nova
  96. Feliz
  97. Flores da Cunha
  98. Floriano Peixoto
  99. Fontoura Xavier
  100. Frederico Westphalen
  101. Garibaldi
  102. Garruchos
  103. Gaurama
  104. General Câmara
  105. Getúlio Vargas
  106. Giruás
  107. Gramado
  108. Gramado dos Loureiros
  109. Gravataí
  110. Guaíba
  111. Guaporé
  112. Guarani das Missões
  113. Harmonia
  114. Herval
  115. Horizontina
  116. Ibarama
  117. Ibirubá
  118. Igrejinha
  119. Ijuí
  120. Ilópolis
  121. Independência
  122. Ipiranga
  123. Iraí
  124. Itacurubi
  125. Itaqui
  126. Itatiba do Sul
  127. Jaboticaba
  128. Jacutinga
  129. Jaguarão
  130. Jaguari
  131. Jaquirana
  132. Júlio de Castilhos
  133. Lagoa Vermelha
  134. Lajeado
  135. Lajeado do Bugre
  136. Lavras do Sul
  137. Linha Nova
  138. Maçambará
  139. Maratá
  140. Marau
  141. Marcelino Ramos
  142. Mariano Moro
  143. Mata
  144. Minas do Leão
  145. Montauri
  146. Montenegro
  147. Mormaço
  148. Morro Redondo
  149. Muitos Capões
  150. Muliterno
  151. Mussum
  152. Não-Me-Toque
  153. Nicolau Vergueiro
  154. Nova Bassano
  155. Nova Boa Vista
  156. Nova Esperança do Sul.
  157. Nova Hartz
  158. Nova Palma
  159. Nova Petrópolis
  160. Nova Prata
  161. Nova Ramada
  162. Nova Santa Rita
  163. Novo Barreiro
  164. Novo Hamburgo
  165. Novo Machado
  166. Osório
  167. Palmeira das Missões
  168. Palmitinho
  169. Panambi
  170. Pântano Grande
  171. Paraíso do Sul
  172. Parobé
  173. Passo do Sobrado
  174. Passo Fundo
  175. Paulo Bento
  176. Paverama
  177. Pedro Osório
  178. Pejuçara
  179. Pelotas
  180. Picada café
  181. Pinhal
  182. Pinhal da Serra
  183. Pinheiro Machado
  184. Pirapó
  185. Piratini
  186. Pontão
  187. Ponte Preta
  188. Portão
  189. Porto Lucena
  190. Porto Xavier
  191. Progresso
  192. Progresso
  193. Protásio Alves
  194. Putinga
  195. Quaraí
  196. Quatro Irmãos
  197. Redentora
  198. Rio Grande
  199. Rio Pardo
  200. Roca Sales
  201. Roca Sales
  202. Rolante
  203. Ronda Alta
  204. Rondinha
  205. Roque Gonzales
  206. Rosário do Sul
  207. Salto do Jacuí
  208. Sananduva
  209. Santa Bárbara do Sul
  210. Santa Clara do Sul
  211. Santa Cruz do Sul
  212. Santa Maria
  213. Santa Maria do Herval
  214. Santa Rosa
  215. Santa Vitória do Palmar
  216. Santana da Boa Vista
  217. Santana do Livramento
  218. Santiago
  219. Santo Ângelo
  220. Santo Antônio das Missões
  221. Santo Antônio do Palma
  222. Santo Augusto
  223. Santo Cristo
  224. São Borja
  225. São Domingos do Sul
  226. São Francisco de Assis
  227. São Francisco de Paula
  228. São Gabriel
  229. São Jerônimo
  230. São João da Urtiga
  231. São José das Missões
  232. São José do Norte
  233. São Leopoldo
  234. São Luiz Gonzaga
  235. São Martinho
  236. São Martinho da Serra
  237. São Nicolau
  238. São Paulo das Missões
  239. São Pedro da Serra
  240. São Pedro das Missões
  241. São Pedro do Butiá
  242. São Pedro do Sul
  243. São Sebastião do Caí
  244. São Sepé
  245. São Valentim
  246. São Valentim do Sul
  247. São Valério do Sul
  248. São Vicente do Sul
  249. Sapiranga
  250. Sapucaia do Sul
  251. Sarandi
  252. Seberi
  253. Serafina Corrêa
  254. Sertão Santana
  255. Severiano de Almeida
  256. Silveira Martins
  257. Soledade
  258. Tabaí
  259. Tapejara
  260. Tapes
  261. Taquara
  262. Taquari
  263. Tenente Portela
  264. Teutônia
  265. Tiradentes do Sul
  266. Travesseiro
  267. Três Arroios
  268. Três Cachoeiras
  269. Três Coroas
  270. Três de Maio
  271. Três Palmeiras
  272. Três Passos
  273. Trindade do Sul
  274. Triunfo
  275. Tupanciretã
  276. Tupandi
  277. Tuparendi
  278. União da Serra
  279. Unistalda
  280. Uruguaiana
  281. Vacaria
  282. Vale do Sol
  283. Vale Real
  284. Vale Verde
  285. Valentim do Sul
  286. Vanini
  287. Venâncio Aires
  288. Vera Cruz
  289. Veranópolis
  290. Vespasiano Correia
  291. Viadutos
  292. Viamão
  293. Vila Lângaro
  294. Vila Maria
  295. Vista Alegre do Prata
  296. Vista Gaúcha
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Mais de 100 projetos desenvolvidos por estudantes de escolas estaduais do Rio Grande do Sul serão expostos, nesta sexta-feira (29), na Praça da Matriz, durante a etapa estadual da 4ª Mostra Pedagógica do CPERS. Apresentar os trabalhos, às portas do Palácio Piratini, oportuniza que a população conheça de perto a qualidade dos trabalhos desenvolvidos nas escolas, só possíveis pela dedicação diária dos(as) educadores(as) que, mesmo sob fortes ataques aos seus direitos e a truculência do governo, ensinam a milhares de estudantes com esmero.

Foto: Caco Argemi / CPERS – Sindicato

“Além da oportunidade de levarmos a qualidade da escola pública para o conhecimento da sociedade, a iniciativa, feita diante da casa do governo, reforça a resistência dos(as) educadores(as) e da comunidade escolar diante dos ataques ferrenhos de Eduardo Leite contra professores, funcionários de escola, estudantes, mães e pais. A escola pública tem muita qualidade e precisa ser respeitada”, destaca a diretora do Departamento de Educação do CPERS, Rosane Zan.

As etapas regionais da Mostra ocorreram no período de dez de setembro a 12 de novembro. Dos 307 projetos que participaram da iniciativa, 110 foram selecionados para a etapa estadual.
O Sindicato visitou os gabinetes dos 55 deputados, na Assembleia Legislativa, e fez convite para que prestigiassem a iniciativa.

Manhã:

8h às 9h – organização dos estandes com os projetos;

9h: Abertura – presidente Helenir Aguiar Schürer, professora Rosane Zan – coordenadora do Departamento de Educação do CPERS;

Momento Cultural:

Teatro: Castelo Encantado – alunos(as) do Colégio Estadual Presidente Castelo Branco – 8º núcleo (Estrela);

Teatro: Os direitos do cidadão –  alunos(as) da cidade de Cacique Doble – 25° núcleo (Lagoa Vermelha);

Teatro: A literatura e a música: Os anos que seguiram 64 – alunos (as) do 9° ano da escola Centenário – 31° Núcleo (Ijuí)

10h – Visitação do público e da comissão julgadora

12h – Almoço

13h30min: Teatro Flor de Cactos – alunos(as) do 24° Núcleo (Pelotas);

Retomada da visitação do público e comissão julgadora;

17h30min: Encerramento – presidente Helenir Aguiar Schürer;

Entrega dos troféus e medalhas aos projetos mais significativos da Mostra.

 

 

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Ao término de uma Assembleia Geral histórica, com mais de 15 mil educadores(as) de todo o estado, a Praça da Matriz foi palco de um doloroso episódio de violência contra professores(as) e funcionários(as) de escola na tarde desta terça-feira (26).

Lamentamos profundamente o uso de força desproporcional contra manifestantes, incluindo membros da direção central do CPERS e do Comando de Greve, após a derrubada dos gradis que separavam o Piratini do público presente.

Como amplamente documentado em imagens, a comitiva do CPERS visava entregar um ofício ao governo do Estado, solicitando a retirada do pacote da pauta da Assembleia Legislativa.

Projetos estes de todo rejeitados pelos educadores(as) e que representam a gota d´água de um massacre que já perdura por cinco anos, deflagrando uma das maiores greves dos 74 anos de história do CPERS.

Como na Assembleia Geral do dia 14, quando Eduardo Leite viajou a Nova Iorque, o governador se ausentou novamente neste dia 26. Assim se isentando da responsabilidade de atender a categoria e dar respostas às milhares de pessoas que se deslocaram de todo o Rio Grande do Sul para participar do ato.

Após uma longa e desrespeitosa espera, a comitiva foi recebida pelo chefe da Casa Civil, Otomar Vivian, fora das portas do Palácio, na calçada.

Com derrubada do gradil, membros da comitiva se viram espremidos entre a tropa de choque da Brigada Militar e a multidão. Dezenas foram covardemente agredidos com gás de pimenta e cacetetes.

O episódio evidencia, por um lado, a aversão ao diálogo por parte do Estado e, por outro, a situação limítrofe em que se encontra a categoria.

Na última sexta, Eduardo Leite respondeu à justa indignação dos educadores(as) com o corte de ponto de grevistas. Uma medida arbitrária e ilegal. Ontem, publicou um vídeo interpretado como um deboche por professores(as) e funcionários(as) de escola, que não “teriam entendido” seus projetos de destruição da escola pública.

São ações que se seguem a uma escalada de ataques a servidores(as) que já trabalham em condições de miséria, com 47 meses de parcelamento salarial e cinco anos de contracheques congelados.

O governador é o maior responsável pela contínua e inaceitável violência perpetrada pelo Estado contra trabalhadores(as) da educação e os milhões de gaúchos que dependem da escola pública para estudar, sonhar e crescer.

A greve continua, com adesão maciça em todo o estado, mais de 80% da categoria paralisada, amplo apoio das comunidades escolares e a compreensão da sociedade, incluindo mais de 200 moções de apoio de Câmaras Municipais e a histórica manifestação da Famurs, entidade que congrega prefeitos e gestores de todas as 497 cidades gaúchas.

 

 

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Emoção e indignação marcaram os relatos feitos por educadores, pais, mães e estudantes que participaram da reunião da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, na manhã desta terça-feira (26). Na ocasião, eles expuseram as dificuldades enfrentadas no cotidiano das escolas como o fechamento de turnos, a extrema precariedade na estrutura física das instituições, a falta de funcionários de escola, as péssimas condições de trabalho dos educadores, o fechamento de bibliotecas e de refeitórios. Também frisaram o repúdio ao pacote do governo, que ataca severamente os educadores e a educação pública.

Diante do cenário de total descaso, afirmaram ser justa a greve do magistério gaúcho e frisaram total apoio à categoria.

“Por termos um sistema diferenciado de ensino, nós nunca participamos de uma greve. Porém, desde a sema passada toda a nossa equipe está de braços cruzados. Estamos assustados com o que prevê o pacote do governo. Nós trabalhamos em locais insalubres e de periculosidade e querem nos retirar o difícil acesso. Estudamos os projetos de forma intensa e tivemos a certeza de que se esse pacote passar será o fim da nossa carreira”, ressaltou a professora da EEEM Tom Jobim – Fase-RS, Magali Giordani.

A presidente da Umespa e ex-aluna da escola Parobé, Vitória Cabreira, apresentou os dados repassados para a entidade pela Secretaria de Educação (Seduc). De acordo com as informações da secretaria, 15% das escolas não têm laboratório de informática, 51% não possui laboratório de ciências, 74% não conta com quadra coberta, 28% não dispõem de refeitório e 76% não tem auditório. “E apesar desse panorama, a educação pública tem qualidade. Estamos aqui para deixar claro que a partir do momento em que o governador protocolou esse pacote na Assembleia, a luta passou a ser de toda a comunidade escolar. Os educadores têm todo o apoio dos estudantes secundaristas”, garantiu.

“Por todo o Estado estamos vendo crescer o apoio dos estudantes à greve dos professores. Esta é a prova de que apesar de todos os ataques, as escolas públicas estão formando cidadãos e cidadãs conscientes. É uma batalha diária ser professor neste Estado que só destrói a escola pública. Empatia com os professores é o que eu peço a vocês deputados. Não vamos permitir que o governo roube o futuro dos nossos professores”, afirmou Pedro Possa, aluno do 2º ano e membro do conselho escolar do Parobé, Pedro Possa.

A professora Maria Antonieta Dias, da escola Evaristo Gonçalves, expôs a preocupação com o fechamento do turno da tarde, informado à instituição no início de outubro. “Muitos professores terão um gasto maior porque precisarão pegar outro turno em outra escola, só Deus sabe onde. Os pais também terão transtornos, precisarão se reorganizar. Agora eu pergunto, o que está sendo feito com os prédios das escolas que já foram fechadas pelo governo”, indagou.

Simone Dorneles, representante do Coletivo de Pais e Mães do Colégio Piratini, observou que em época de campanha eleitoral a educação pública sempre é prioridade no discurso dos candidatos, mas esquecida quando se elegem. Recentemente, o Coletivo foi ao Brique da Redenção, na capital, conversar com a população sobre as consequências do projeto do governo aos educadores e ao ensino público. Ao relembrar o apoio recebido, ela não conteve as lágrimas. “Não houve um homem, uma mulher, um jovem, um idoso que não parasse para dialogar conosco e prestar apoio. Somos cidadãos e cidadãs que estão cansados de pagar impostos e só ouvir promessas que nunca se concretizam. O colégio estadual Piratini foi uma das poucas escolas que aderiu ao programa de educação integral. Os professores fazem um trabalho de inclusão maravilhoso. O meu filho é um dos jovens que foi acolhido. Desde quando um educador merece receber menos do que qualquer outro profissional do legislativo ou do judiciário”, questionou.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, salientou que há mais de um mês o CPERS entregou ao governo os apontamentos do sindicato sobre os projetos que integram o pacote. Porém, até o momento, o governador não se dispôs a conversar com a entidade. “Eduardo Leite prega o diálogo da boca para fora. Até agora não sentou para conversar conosco sobre o pacote que nos atinge brutalmente. Estamos realizando uma greve histórica. Por onde passamos constatamos que a sociedade reconhece a nossa luta. Nós continuaremos firmes ao lado dos nossos estudantes, dos pais e de toda a comunidade escolar para derrotar este pacote”, garantiu.

A deputada Sofia Cavedon, que preside a Comissão de Educação, frisou que o pacote do Executivo não contempla nenhum projeto pedagógico e nenhuma proposta de incremento a educação. “Leite só quer saber de ir visitar as escolas charter e fala em privatização. Não tem nenhum compromisso com a educação pública. As condições das nossas escolas estão degradantes demais. Após os relatos que ouvimos aqui, vamos propor ao governo uma reunião com a comissão de educação e representantes de educadores, estudantes e pais”, afirmou.

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Apesar da ampla gama de partidos que compõem a base de Eduardo Leite, uma crescente mobilização de vereadores(as) sinaliza que o governo pode ter dificuldades para aprovar seus projetos na Assembleia Legislativa.

Até esta terça-feira (26), Câmaras Municipais de 217 cidades gaúchas já debateram e aprovaram moções de apoio aos educadores(as) ou de repúdio às alterações no Plano de Carreira do Magistério, no Estatuto dos Servidores(as) e na Previdência do Estado.

Muitos dos Legislativos locais que votaram a favor da categoria têm a maioria de suas cadeiras ocupadas por vereadores(as) de legendas aliadas ao governo.

O texto modelo utilizado pelos núcleos do CPERS – que se articulam com estudantes e pais para pressionar as casas – destaca seis pontos a serem considerados pelos vereadores(as) e aponta para o risco de fechamento de escolas e os efeitos nas economias locais.

Clique aqui para baixar o modelo de moção

“Tais projetos levarão, inevitavelmente, à queda de qualidade do ensino prestado nas escolas da rede estadual do nosso município. Também há de se considerar os efeitos do aprofundamento do arrocho salarial na economia local e na subsistência das famílias de professores e funcionários de escola que escolheram a nossa cidade para trabalhar, viver e sonhar”, afirma o documento.

Relação de municípios que já aprovaram moções de apoio aos educadores(as) ou repúdio aos projetos de Leite

Atualizado às 19h15 de 27 de novembro com o total de 240 cidades

  1. Água Santa
  2. Ajuricaba
  3. Alegrete
  4. Alegria
  5. Alpestre
  6. Alvorada
  7. Anta Gorda
  8. Antônio Prado
  9. Arroio do Meio
  10. Arrio do Tigre
  11. Arroio dos Ratos
  12. Arroio Grande
  13. Barão
  14. Barão do Triunfo
  15. Barra do Guarita
  16. Barra do Quaraí
  17. Barra do Ribeiro
  18. Barra Funda
  19. Benjamim Constant do Sul
  20. Bento Gonçalves
  21. Boa Vista das Missões
  22. Boa Vista do Buricá
  23. Bom Princípio
  24. Bom Retiro do Sul
  25. Boqueirão do Leão
  26. Bossoroca
  27. Braga
  28. Brochier
  29. Butiá
  30. Cachoeira do Sul
  31. Cachoeirinha
  32. Caibaté
  33. Caiçara
  34. Camaquã
  35. Camargo
  36. Campinas do Sul
  37. Campo Novo
  38. Candiota
  39. Canela
  40. Canguçu
  41. Canoas
  42. Canudos do Vale
  43. Capão da Canoa
  44. Capão do Cipó
  45. Capão do Leão
  46. Capela de Santana
  47. Carazinho
  48. Carlos Barbosa
  49. Casca
  50. Caxias do Sul
  51. Centenário
  52. Cerrito
  53. Cerro Grande
  54. Cerro Largo
  55. Charqueadas
  56. Chiapetta
  57. Chuí
  58. Colorado
  59. Condor
  60. Constantina
  61. Cruz Alta
  62. Dois irmãos das Missões
  63. Dois Lajeados
  64. Eldorado do Sul
  65. Encantado
  66. Encruzilhada do Sul
  67. Engelho Velho
  68. Entre Ijuís
  69. Erechim
  70. Erval Seco
  71. Esmeralda
  72. Estação
  73. Estância Velha
  74. Esteio
  75. Estrela
  76. Farroupilha
  77. Faxinal do Soturno
  78. Fazenda Vila Nova
  79. Feliz
  80. Flores da Cunha
  81. Fontoura Xavier
  82. Frederico Westphalen
  83. Garibaldi
  84. Garruchos
  85. General Câmara
  86. Giruás
  87. Gramado
  88. Gravataí
  89. Guaíba
  90. Guaporé
  91. Guarani das Missões
  92. Harmonia
  93. Horizontina
  94. Ibarama
  95. Ibirubá
  96. Igrejinha
  97. Ijuí
  98. Independência
  99. Iraí
  100. Itacurubi
  101. Itaqui
  102. Itatiba do Sul
  103. Jaboticaba
  104. Jaguarão
  105. Jaguari
  106. Jaquirana
  107. Lagoa Vermelha
  108. Lajeado
  109. Lajeado do Bugre
  110. Lavras do Sul
  111. Linha Nova
  112. Maçambará
  113. Maratá
  114. Marcelino Ramos
  115. Mariano Moro
  116. Mata
  117. Minas do Leão
  118. Montauri
  119. Montenegro
  120. Morro Redondo
  121. Muitos Capões
  122. Nova Bassano
  123. Nova Boa Vista
  124. Nova Hartz
  125. Nova Palma
  126. Nova Petrópolis
  127. Nova Prata
  128. Nova Santa Rita
  129. Novo Barreiro
  130. Novo Hamburgo
  131. Novo Machado
  132. Osório
  133. Palmeira das Missões
  134. Palmitinho
  135. Panambi
  136. Pântano Grande
  137. Paraíso do Sul
  138. Parobé
  139. Paulo Bento
  140. Paverama
  141. Pedro Osório
  142. Pelotas
  143. Picada café
  144. Pinhal
  145. Pinhal da Serra
  146. Pinheiro Machado
  147. Pirapó
  148. Piratini
  149. Ponte Preta
  150. Portão
  151. Porto Lucena
  152. Porto Xavier
  153. Progresso
  154. Progresso
  155. Protásio Alves
  156. Putinga
  157. Quaraí
  158. Redentora
  159. Rio Grande
  160. Rio Pardo
  161. Roca Sales
  162. Roca Sales
  163. Rolante
  164. Rondinha
  165. Roque Gonzales
  166. Rosário do Sul
  167. Salto do Jacuí
  168. Sananduva
  169. Santa Bárbara do Sul
  170. Santa Clara do Sul
  171. Santa Cruz do Sul
  172. Santa Maria
  173. Santa Maria do Herval
  174. Santa Rosa
  175. Santa Vitória do Palmar
  176. Santana da Boa Vista
  177. Santana do Livramento
  178. Santiago
  179. Santo Ângelo
  180. Santo Antônio das Missões
  181. Santo Antônio do Palma
  182. Santo Augusto
  183. Santo Cristo
  184. São Borja
  185. São Francisco de Assis
  186. São Francisco de Paula
  187. São Gabriel
  188. São Jerônimo
  189. São João da Urtiga
  190. São José das Missões
  191. São José do Norte
  192. São Leopoldo
  193. São Luiz Gonzaga
  194. São Martinho da Serra
  195. São Nicolau
  196. São Paulo das Missões
  197. São Pedro da Serra
  198. São Pedro das Missões
  199. São Pedro do Butiá
  200. São Sebastião do Caí
  201. São Sepé
  202. São Valentim do Sul
  203. São Valério do Sul
  204. São Vicente do Sul
  205. Sapiranga
  206. Sapucaia do Sul
  207. Sarandi
  208. Seberi
  209. Serafina Corrêa
  210. Silveira Martins
  211. Soledade
  212. Tabaí
  213. Tapejara
  214. Tapes
  215. Taquara
  216. Taquari
  217. Tenente Portela
  218. Teutônia
  219. Tiradentes do Sul
  220. Três Cachoeiras
  221. Três de Maio
  222. Três Passos
  223. Triunfo
  224. Tupanciretã
  225. Tupandi
  226. Tuparendi
  227. União da Serra
  228. Unistalda
  229. Vacaria
  230. Vale do Sol
  231. Vale Real
  232. Vale Verde
  233. Valentim do Sul
  234. Venâncio Aires
  235. Veranópolis
  236. Vespasiano Correia
  237. Viamão
  238. Vila Lângaro
  239. Vila Maria
  240. Vista Gaúcha
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Em Conselho Geral na noite desta segunda-feira (25), os representantes dos 42 núcleos do CPERS realizaram um balanço da primeira semana de greve da educação e encaminharam os preparativos para a Assembleia Geral desta terça-feira (26). 

Ao início do encontro, a assessoria jurídica do Sindicato, representada pelo advogado Marcelo Fagundes, confirmou que ajuizou à tarde um mandado de segurança com pedido liminar contra o corte de ponto anunciado pelo governador Eduardo Leite. 

Os representantes dos núcleos avaliam que a adesão a greve é a maior dos últimos tempos, com participação de mais de 80% de professores(as) e funcionários(as). 

“O governo de forma irresponsável diz que a nossa greve não tem justificativa. Se a vida estivesse fácil essa greve não teria a proporção que tem. Essa é uma greve diferenciada, estamos contando como nunca estivemos com o apoio da sociedade gaúcha. Já estamos em 80% de adesão. Em cidades que anteriormente tínhamos dificuldade, estamos com 100% de paralisação. E o governador acha que vamos nos calar. Ele quer tirar salário de quem já não tem”, afirmou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

Para a Assembleia Geral do CPERS, que será realizada amanhã, a partir das 13h30 na Praça da Matriz, são esperadas mais de 10 mil pessoas, reflexo da forte mobilização para a greve. Somente do interior, os núcleos estão prevendo a chegada de mais de 8 mil pessoas à capital para lutar por salários dignos e em dia e para barrar o pacote de Eduardo Leite. 

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