Um dia após o anúncio dos planos de retomada das aulas programadas e do adiamento do retorno presencial por parte do governo, o CPERS promoveu um debate sobre o tema que movimentou as redes do CPERS.

Assista a íntegra:

Participaram a presidente Helenir Aguiar Schürer, a secretária geral Candida Rossetto, a coordenadora do Departamento de Saúde do Trabalhador, Vera Lessês, a economista do Dieese, Anelise Manganelli, o secretário municipal de Educação de Rio Grande, André Lemes da Silva, e o secretário de Educação de São Leopoldo, Ricardo Fernandes da Luz.

 

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O governo Leite anunciou, nesta quinta (28), que pagará nova parcela de até R$ 1.8 mil da folha de abril nesta sexta. Serão quitados, assim, os salários de quem recebe até R$ 4 mil.

A quitação total da folha de ABRIL segue prevista até o dia 12 de JUNHO.

Já a folha de maio – lançada no portal na tarde desta quinta – provavelmente sofrerá atraso recorde.

O governo estadual já se esquivou da responsabilidade pelo 54º mês de salários atrasados, atribuindo a falta de previsão à demora no repasse dos recursos de auxílio federal.

Ocorre que Eduardo Leite (PSDB), em reunião na última semana, apoiou Bolsonaro em seu plano de congelamento do salário dos servidores até 2022. Seria uma moeda de troca para garantir o repasse.

▶ Leite e Bolsonaro defendem congelamento salarial de servidores da saúde, educação e outras áreas

Com efeito, o presidente sancionou o projeto vetando a possibilidade de reajuste.

Mas o afago de Leite, e o ataque conjunto aos servidores(as), não foi suficiente. Os recursos ainda não têm data para chegar ao estado.

Nesta quarta (27), o Estado havia rodado a folha suplementar do mês de abril, realizando a parametrização do contracheque de acordo com as mudanças previstas no pacote aprovado em janeiro.

▶ Saiba como receber notícias do CPERS por whatsapp

Folha suplementar de abril é disponibilizada e será paga no dia 12, mas gera confusão

A Secretaria também disponibilizou um breve relato sobre o lançamento da folha suplementar, mas não entra em detalhes, evidenciando mais uma vez a falta de transparência e o descaso com os servidores(as).

▶ Clique aqui para ler o informe da Fazenda

Sugerimos a todos os educadores(as) com dúvidas sobre os valores constantes na sua folha que cobrem a Fazenda e o Governo do Estado por explicações.

▶ Dúvidas sobre os valores e a organização do contracheque devem ser enviadas para o e-mail atendimento.dpp@sefaz.rs.gov.br
▶ Pressione a sua CRE por esclarecimentos. As coordenadorias mantêm o atendimento por e-mail. Confira os endereços aqui.
▶ Pressione o Estado em suas redes sociais: FacebookTwitter e Instagram.
▶ Para contatar o Jurídico do CPERS, o SAS ou o seu Núcleo, confira os contatos aqui

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A assessoria jurídica do CPERS, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, ingressou com pedido de habilitação na ação coletiva que conquistou liminar para suspender o pagamento dos empréstimos consignados por 90 dias.

A liminar, concedida no dia 18 ao Sintergs, ainda deve passar pelo julgamento de embargos do Banrisul antes de ter efeitos práticos.

O escritório requer que a tutela de urgência deferida pela Justiça seja estendida a toda a categoria.

Caso se sustente na Justiça, a medida prevê que a operação ocorra sem novas taxas de juros e com pagamento ao final do contrato vigente, além da possível prorrogação enquanto perdurar a crise.

Leia o comunicado do escritório

A luta pela suspensão dos consignados em meio à pandemia se prolonga desde o início de abril. O primeiro passo ocorreu no dia 6 daquele mês, quando o CPERS enviou ao banco ofício solicitando a prorrogação sem encargos aos servidores(as).

▶ Leia a íntegra do requerimento enviado pelo CPERS em abril

O pedido do CPERS considerou a necessidade de arcar com gastos mais elevados durante a quarentena, incluindo despesas com a saúde e o sustento de familiares acossados pelo desemprego.

O Banco, no entanto, ofereceu uma modalidade de prorrogação das parcelas que prevê a contratação de um novo empréstimo, gerando novos encargos e excluindo educadores(as) sem margem para negociar.

Anos de salários congelados e parcelados e, mais recentemente, o corte de ponto da greve, levaram grande parte da categoria a contrair sucessivos endividamentos, já que muitos são obrigados a “comprar” a própria remuneração com juros no início de cada mês.

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Com o intuito de retirar as dúvidas dos professores e funcionários de escola sobre a desincompatibilização para concorrer às eleições municipais, o escritório Buchabqui e Pinheiro Machado Advogados Associados (assessoria jurídica do CPERS), fez um copilado das perguntas mais frequentes da categoria.

As eleições devem ocorrer no mês de outubro e elegerão prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

É importante destacar que o Tribunal Superior Eleitoral (STF)  já sinalizou que os prazos deverão ser mantidos mesmo  com as restrições em face da pandemia (COVID-19) que atinge o país.

-> O servidor público pode se candidatar para concorrer aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador?

Resposta: Sim! É assegurada a candidatura dos servidores públicos desde que seja cumprido o prazo para a desincompatibilização de cargos, isto é, o afastamento do candidato das funções que exerce no setor público.

-> Qual é o prazo para este afastamento?

Resposta: De acordo com a legislação brasileira e as orientações do TST, o requerimento e o afastamento devem ocorrer 3 meses antes do pleito, ou seja, considerando as eleições municipais previstas para 2020, o prazo para solicitação é até o dia 04 de julho.

-> Dirigente sindical pode concorrer?

Resposta: Sim! No entanto, o prazo para o afastamento é de 4 meses anteriores ao pleito. Desta forma, o pedido e o afastamento de fato deverão ocorrer até o dia 04 de junho.

-> Se estivermos vivendo as restrições em face da pandemia que atinge o país, ainda assim é necessário cumprir os prazos de solicitação de afastamento?

Resposta: Sim! Muito embora alguns congressistas estejam efetuando pedido de adiamento das eleições, o calendário eleitoral está mantido.

Para mais informações contate o seu núcleo e peça o telefone do advogado que atende a sua região.

Buchabqui e Pinheiro Machado Advogados Associados

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Após uma sequência de atrasos, a folha suplementar do mês de abril prometida pelo governo Eduardo Leite (PSDB) foi lançada nesta quarta-feira (27) no portal de Recursos Humanos do Estado.

O contracheque referente ao mês de maio ainda não foi disponibilizado.

O conteúdo da folha suplementar deveria corresponder à parametrização dos valores de acordo com o novo Plano de Carreira do Magistério, bem como pequenos ajustes e correções, explicados pelo CPERS em matéria anterior. 

O Sindicato alertou que tratava-se apenas de uma reorganização dos valores, sem ganhos reais para a imensa maioria da categoria.

Mas há situações diversas, com relatos de perdas e ganhos, novas nomenclaturas, descontos variados, cortes de gratificações, entre outras.

A Fazenda informou que o pagamento da folha suplementar será no mesmo dia da integralização do mês de abril: 12 de junho.

▶ Clique aqui para ler o informe da Fazenda

A Secretaria também disponibilizou um breve relato sobre o lançamento da folha, mas não entra em detalhes, evidenciando mais uma vez a falta de transparência e o descaso com os servidores(as).

O CPERS ainda deve analisar as alterações e cobrar explicações da Fazenda. Sugerimos a todos os educadores(as) que têm dúvidas que façam o mesmo:

▶ Dúvidas sobre os valores e a organização do contracheque devem ser enviadas para o e-mail atendimento.dpp@sefaz.rs.gov.br
▶ Pressione a sua CRE por esclarecimentos. As coordenadorias mantêm o atendimento por e-mail. Confira os endereços aqui.
▶ Pressione o Estado em suas redes sociais: Facebook, Twitter e Instagram.

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Circula desde a última semana em grupos de pais e educadores(as) um documento trazendo as “referências mínimas” de protocolos de segurança para a reabertura das escolas no Rio Grande do Sul.

Clique para acessar o documento

Assinado pela Seduc e elaborado sem a participação de quem mais entende das condições da rede estadual – os trabalhadores(as) -, o modelo chama atenção pela falta de diretrizes claras, orientações genéricas e caráter extremamente básico.

A péssima repercussão levou o Estado a recuar. O governo Leite afirma que o documento preliminar não deveria ter sido divulgado no estágio atual.

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De acordo com o Correio do Povo, “após chegar ao conhecimento de integrantes do Ministério Público e do Legislativo, (o documento) foi alvo de tantos questionamentos e críticas que sua oficialização se tornou inviável.”

O CPERS tomou conhecimento do conteúdo ainda na semana anterior, e já havia questionado o governo acerca da metodologia utilizada para construir os protocolos, reivindicando espaço no debate.

A análise do Dieese

O Dieese produziu uma análise das referências e apontou uma série de subsídios para a elaboração de protocolos mínimos, considerando recomendações da OMS, da Internacional da Educação (IE) e das Centrais Sindicais.

A entidade lembra, também, que a educação pública e privada mobiliza aproximadamente 30% da população gaúcha.

O número total de estudantes e docentes em todas as esferas chega a quase 3 milhões. Para além disso, cerca de 500 mil idosos – a população mais vulnerável à pandemia – convivem com quem frequenta o segmento da educação.

Clique aqui para ler a íntegra do estudo do Dieese

Colocar em movimento este enorme contingente, ou mesmo parte dele, seria extremamente arriscado. O Dieese destaca que o Rio Grande do Sul não atende a qualquer uma das recomendações da OMS para suspender as atuais restrições:

• A transmissão de doenças estar sob controle;
• Os sistemas de saúde serem capazes de “detectar, testar, isolar e tratar todos os casos e rastrear todos os contatos”;
• Os riscos de aumento serem minimizados em locais vulneráveis, como casas de repouso;
• Escolas, locais de trabalho e outros locais essenciais estabeleceram medidas preventivas;
• O risco de importar novos casos “pode ser gerenciado”;
• As comunidades são totalmente educadas, engajadas e capacitadas para viver sob um novo normal.

Pelo contrário, como tem apontado o CPERS, o Rio Grande do Sul apresenta uma curva ascendente de contágio, com alto grau de subnotificação, e embarcou em um perigoso experimento com o sistema de Distanciamento Controlado.

Na última semana, o número de casos mais do que dobrou no estado.

“Nesse momento, um dos maiores indicadores de que o retorno às aulas é precoce no Brasil e no Rio Grande do Sul, é em função da não testagem em massa”, relata o estudo do Dieese.

Com efeito, levantamento publicado pelo G1 no dia 15 de maio demonstra que o Rio Grande do Sul ocupa a 23º posição no número de testes de Covid-19 entre todas as unidades da federação.

Em transmissão marcada para esta quarta-feira (27), no entanto, o governador pretende dar novos detalhes sobre o retorno às aulas na rede pública e privada.

Na quinta-feira, às 18h, o CPERS discutirá, em transmissão ao vivo, os protocolos de segurança e o possível calendário apresentado por Eduardo Leite. O debate contará com a presença da economista Anelise Manganelli, do Dieese.

Para o CPERS, a falta de testes e a insegurança quanto ao real cenário da doença no Rio Grande do Sul inviabilizam qualquer possibilidade de retorno às aulas presenciais em curto ou médio prazo.

Leia também:

Escolas fechadas, vidas preservadas. Artigo da presidente Helenir Aguiar Schürer
Dados sugerem que RS pode ter seis vezes mais mortes por Covid-19 do que afirma o governo
Em audiência com deputados e Seduc, CPERS reforça que não há segurança para voltar às aulas presenciais

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Em sessão virtual na última sexta-feira (22), o Supremo Tribunal Federal (STF) deu início ao julgamento da constitucionalidade da jornada extraclasse, prevista na Lei do Piso do Magistério.

A votação que vai deliberar sobre o direito a 1/3 de hora-atividade começou com voto contrário aos professores pelo Ministro Marco Aurélio, relator do recurso extraordinário.

O voto desfavorável já era previsto uma vez que Aurélio já havia votado contrariamente em disputa anterior.

A previsão do STF é que o julgamento siga até o dia 28 de maio.

Leia mais: STF julgará constitucionalidade do 1/3 de hora-atividade no dia 22

Continue pressionando os ministros para a garantia do cumprimento da Lei do Piso na sua integralidade, incluindo a hora-atividade. Envie e-mail aos ministros, solicitando que mantenham a constitucionalidade do 1/3 de hora-atividade dos educadores.

PRESSIONE! #HoraAtividadeÉLei

Ministro Dias Toffoli – secretariageral@stf.jus.br 

Ministro Luiz Fux – gabineteluizfux@stf.jus.br 

Ministro Celso de Mello – gabcob@stf.jus.br 

Ministro Marco Aurélio – audienciasgabmmam@stf.jus.br 

Ministro Gilmar Mendes – audienciasgilmarmendes@stf.jus.br 

Ministro Ricardo Lewandowiski – gabinete.mrl@stf.jus.br 

Ministra Cármen Lúcia – gabcarmen@stf.jus.br 

Ministra Rosa Weber – audienciasrw@stf.jus.br 

Ministro Luís Roberto Barroso – gabmlrb@stf.jus.br 

Ministro Edson Fachin – gabineteedsonfachin@stf.jus.br 

Ministro Alexandre de Moraes – gabmoraes@stf.jus.br 

Foto destaque: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil 

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O que temos de mais importante dentro das escolas? Pessoas.

Vendo as tratativas para elaborar os protocolos de retorno às aulas, observo que a preocupação maior é com a higienização, máscaras, água, sabão, álcool em gel, corrimões, maçanetas, tapetes e utensílios descartáveis, entre outros.

Fui, por oito anos, professora das séries iniciais.

A escola tem uma característica marcante: é um espaço de afeto e relações pessoais.

Pergunto: quem, nesses protocolos, está pensando no lado afetivo das crianças e dos adolescentes? Diferentemente de uma carteira ou cadeira, como fazer com que se mantenham numa distância segura?

Como explicar aos nossos pequenos que não poderão abraçar a professora ou a “tia da merenda”?

Como fazê-los entender que o distanciamento é obrigatório? Como garantir que não compreendam o afastamento como rejeição?

Quantos psicólogos teremos ao dispor da rede para cuidar dos aspectos emocionais dos nossos jovens e crianças? Como impedir que os pequenos se aproximem do colega, no recreio, para brincar?

Como mantê-los seguros na chegada da escola e ao sair? Quem fará a medição de temperatura?

Como evitar o “ficar” dos jovens e adolescentes?

Como será realizado o atendimento individual, tão precioso ao ensino-aprendizagem?

Quem cuidará do restante da turma quando ela for dividida e o professor estiver em uma das salas?

Como abrir escolas antes do pico? Como, se nem sabemos quando será o pico?

A escola é muito mais do que os seus objetos e espaços físicos. Escola é gente. É vida.

Governador, nossas escolas não podem ser transformadas em bombas biológicas. Faltam testes, falta controle, falta segurança. Não falte com as nossas vidas.

Escolas fechadas, vidas preservadas.

Helenir Aguiar Schürer, presidente do CPERS/Sindicato

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▶ Saiba como receber notícias do CPERS por whatsapp
▶ Dados sugerem que RS pode ter seis vezes mais mortes por Covid-19 do que afirma o governo

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No dia 28 de abril, o CPERS repercutiu comunicado do governo informando:

“em função do volume de mudanças no magistério e a quantidade de vínculos (…), além do contracheque de abril, será rodada uma folha suplementar do Magistério nos primeiros dias de maio.”

O prazo anunciado pela Fazenda não se cumpriu.

Já no dia 12, em reunião da direção central com o secretário Faisal Karam, recebemos um novo prazo: a folha suplementar deveria rodar entre segunda e sexta-feira (22) da última semana.

Novamente, a previsão não se concretizou.

▶ Saiba como receber notícias do CPERS por whatsapp

O CPERS se absterá de divulgar novas datas, uma vez que parece faltar ao governo Leite capacidade de antever e planejar seus compromissos.

Mas aproveitamos para esclarecer algumas dúvidas reincidentes da categoria.

O que constará na folha suplementar?

Não nutra ilusões. A folha suplementar não trará qualquer recurso extra para a imensa maioria dos educadores(as).

Trata-se, em grande parte, de uma reorganização dos valores. De acordo com o comunicado da Fazenda em abril:

“Em folha suplementar, ficará a modificação da remuneração dos servidores que passa a ser sob a forma de subsídio, além das alterações do adicional de docência exclusiva, do adicional de atendimento a pessoas com deficiência ou com altas habilidades e também do pagamento das parcelas de irredutibilidade.”

Na reunião do dia 12, Faisal informou que a folha traria – além do que chamou de “um contracheque mais limpo e organizado” – pequenas correções, listadas abaixo.

  1. Servidores(as) que trabalham em casas prisionais e hospitais em que há escolas devem voltar a receber o adicional de periculosidade.
  2. Professores(as) que atuam dentro de presídios, como no caso dos Neejas prisionais, também terão o adicional devolvido na folha suplementar.
  3. Algumas escolas que ficaram sem o reenquadramento do Difícil Acesso terão valores corrigidos. O número é pequeno.

Para o Magistério, a maior mudança será a reorganização dos valores já recebidos de acordo com a forma de pagamento por subsídio, conforme o novo Plano de Carreira. Essa reorganização não trará ganhos neste ano.

Detalhamos esta atualização a seguir. Tenha em mente que a tabela refere-se a 40h. 

O reenquadramento se dará nos seguintes parâmetros:

Níveis 1 e 2 -> reenquadrados no nível I
Níveis 3 e 4 -> reenquadrados no nível II
Nível 5 -> reenquadrado no nível nível III
Nível 6 com especialização -> reenquadrado no nível IV
Nível 6 com mestrado -> reenquadrado no nível V
Nível 6 com doutorado -> reenquadrado no nível VI

(Quem possui mestrado ou doutorado deve comprovar a titulação. Saiba mais aqui)

Composição do subsídio:

O subsídio será composto pela soma do básico, completivo, vantagens temporais e gratificação de permanência incorporada.

A sobra dessa soma acima do novo subsídio será transformada em parcela autônoma.

No projeto original, esta parcela seria absorvida para pagar futuros reajustes, efetivamente congelando o salário da categoria por anos a fio.

Com a pressão da categoria, a parcela não apenas não será mais absorvida como também poderá receber reajustes com leis específicas.

A mudança – articulada à garantia das porcentagens entre os níveis/classes no texto legal – assegura aumento real a toda a categoria no próximo reajuste do Piso Nacional (2021), incluindo a aposentados(as).

Mas até esta conquista está em risco por conta da defesa, feita por Eduardo Leite, Bolsonaro e Guedes, do congelamento salarial de todos os servidores até 2022.

Contratados(as):

Remuneração para Anos Finais e Médio: hora-aula baseada no subsídio de Classe A, Nível III.

Remuneração para Educação Infantil e Anos Iniciais: Classe A, Nível I, acrescida do adicional de docência exclusiva (Unidocência).

▶ Para mais informações sobre as alterações, incluindo valores de adicionais e gratificações, acesse a cartilha elaborada pelo CPERS
▶ Dúvidas sobre os valores e a organização do contracheque devem ser enviadas para o e-mail disponibilizado pela Fazenda: atendimento.dpp@sefaz.rs.gov.br
▶ O Serviço de Atendimento aos Sócios do CPERS também está disponível para auxiliar com dúvidas funcionais: (51 9569.0465) e do e-mail sas@cpers.org.br
▶ Você também pode entrar em contato com o seu núcleo do CPERS para solicitar informações. Confira os contatos aqui.

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Na última sexta-feira (22), o Ministério Público de Contas (MPC) requereu novas diligências no processo aberto pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE/RS) para verificar se os dias de greve da educação foram de fato recuperados, e se houve o cumprimento do calendário letivo de 2019.

Em documento assinado pelo procurador-geral Geraldo Costa da Camino, o órgão solicita ao TCE que inclua na averiguação novas informações enviadas pela deputada Sofia Cavedon (PT), presidente da Comissão de Educação da AL, que trazem – em conjunto com dados do CPERS – evidências de que as aulas foram efetivamente recuperadas mas que o valor devido foi subtraído da folha de pagamento dos servidores(as).

O MPC recomenda que a corte conceda tutela de urgência para suspender os descontos de greve caso a auditoria detecte “elementos indicativos de inconformidades nos descontos”.

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Em reunião no dia 12 de maio com a direção central do CPERS, o secretário da Educação, Faisal Karam, sinalizou que há possibilidade de recomposição das perdas. “Temos que construir uma alternativa financeira de ter essa devolução”, afirmou.

Em abril, pelo quinto mês consecutivo, educadores(as) gaúchos amargaram vultosos descontos do salário.

▶ Clique aqui para ler a íntegra do documento do MPC

O CPERS considera a continuidade dos cortes em meio à pandemia uma punição cruel, desumana e injusta.

São mais de 27 mil castigados em razão da greve da categoria, apesar dos serviços prestados e das aulas recuperadas, sem prejuízo aos estudantes.

É imperativo que Eduardo Leite abandone a intransigência, demonstre alguma consideração por nossas vidas e reverta o corte de ponto, pagando o que deve a professores(as) e funcionários(as) de escola.

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