O processo para a eleição dos diretores e vice-diretores das escolas públicas estaduais inicia nesta sexta-feira, dia 10. O CPERS ressalta a importância da categoria e a comunidade escolar estarem atentas para fazer valer a Lei de Gestão Democrática nas escolas.  Para isso, é imprescindível que todos estejam atentos aos prazos e orientações.

O processo tem início nesta sexta-feira (10), com convocação oficial das assembleias gerais para definição das comissões eleitorais em cada um dos estabelecimentos responsáveis pela coordenação das eleições nas escolas.

Cada instituição tem até o dia 18 de outubro para divulgar o edital de eleição, com as regras do pleito, iniciando o período de inscrição das chapas, que será entre 19 de outubro e 2 de novembro.

O pleito ocorrerá simultaneamente em todas as escolas nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro deste ano.

A portaria 203/2021, publicada recentemente pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc), estabelece os procedimentos e as orientações para a realização do processo de indicação para as funções de diretor e vice-diretor das escolas.

Confira a íntegra da portaria

Fique atento! Nos próximos dias, o sindicato irá lançar uma cartilha para informar e mobilizar a categoria sobre a Gestão Democrática e a importância das eleições de diretores e vice-diretores que de fato defendam os interesses da comunidade e uma educação pública de qualidade para todas e todos.

Veja aqui a Lei de Gestão Democrática

 

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O CPERS soma-se a luta dos trabalhadores e trabalhadoras da Carris para impedir a privatização da empresa. A desestatização pretendida pelo prefeito Sebastião Melo (MDB), visa apenas o lucro, beneficiando o empresariado, deixando inúmeros trabalhadores desempregados e prejudicando a população da capital.

No início deste mês, o prefeito da capital, Sebastião Melo (MDB), ignorou os apelos da categoria e extinguiu, através do projeto de lei nº 016/2021, o cargo de cobrador de ônibus em Porto Alegre.

Na tarde desta quarta-feira (8), o projeto de privatização da empresa deve ser votado pela Câmara de Vereadores.

A postura neoliberal e a defesa da privatização seguem a linha dos governos Bolsonaro e Eduardo Leite, que buscam, incessantemente, acabar com os serviços públicos e retirar direitos históricos dos servidores.

A falta de diálogo também é outro ponto em comum entre estes governos neoliberais. Até agora, o prefeito não ouviu a Comissão dos Trabalhadores da Carris sobre o projeto elaborado por eles, Estratégias para o Transporte Público de Porto Alegre, que apresenta uma proposta viável para a manutenção dos empregos e a qualidade do transporte na capital.

Mas Melo prefere ignorar e reprimir com truculência a justa luta dos metroviários.

A Carris possui 149 anos de história, que não podem ser eliminados em função de interesses capitalistas.

Não podemos aceitar que a entrega do patrimônio público dos gaúchos siga a passos largos.

O Sindicato conclama a categoria para unir-se a esta importante luta, pressionando os vereadores para que vetem o projeto de desestatização da Carris.

 

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Há um ano, a comunidade escolar da EEEF Estado do Rio Grande do Sul resistia a tentativa de fechamento da instituição. Após técnicos da Secretaria de Educação (Seduc) arrombarem a escola, retirando documentos e móveis, pais e ex-alunos ocuparam o local. Foram 138 dias de luta para tentar impedir o encerramento dos 57 anos de história da instituição.

A ocupação do espaço foi anunciada durante reunião convocada, a pedido do CPERS, pelas comissões de Segurança e Serviços Públicos e de Educação, da Assembleia Legislativa, para tratar da situação.

Diante da intransigência do secretário da educação que, na época, era o agora deputado, Faisal Karan, a ex-aluna da escola, professora de Filosofia e escritora, Atena Beauvoir Roveda, comunicou: “Estamos ocupando a escola! Esse espaço é nosso e não tem quem diga o contrário, vamos permanecer aqui até governo retroceder da decisão”.

A decisão teve o apoio imediato do CPERS, que seguiu junto com os movimentos de resistência da comunidade até o último dia da ocupação.

“Foi uma ocupação legítima, feita por aqueles que são realmente os donos da escola. Os movimentos sociais também se juntaram para poder fazer com que o governo visse a importância da manutenção da escola no seu local, com suas características”, destaca o segundo vice-presidente do CPERS, Edson Garcia.

A justificativa para o fechamento era a cedência do prédio para um projeto da Secretaria do Trabalho e Assistência Social (STAS) que atenderia moradores de rua da capital durante a pandemia.

Mas, no dia 13 de outubro de 2020, a secretária da STAS Regina Becker, declarou em audiência pública da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa que haviam voltado atrás e não utilizariam mais o prédio da escola. 

Rotina de organização e melhorias

“Tínhamos toda uma rotina de manter a escola limpa e organizada. Além disso, fizemos melhorias. Pintamos   o saguão, as paredes, o chão e fizemos reparos para receber nossa escola de volta”, recorda a presidente do Conselho Escolar, Rossana da Silva, que assumiu, junto com Atena, a organização da ocupação.

Ela e o esposo, aluno do EJA no local, iam todos os dias para o local. “Após trabalharmos o dia todo, passávamos a noite lá. Sentíamos que era nossa obrigação como pais e estudante, no caso do meu marido”, explica.

“O que mais me marcou foi a luta para manter a escola das nossas crianças. Tínhamos muita gente a nosso favor. Mas, ao mesmo tempo, nos sentíamos umas formiguinhas sendo esmagadas pelo autoritarismo do governo”, desabafa Rossana.

A principal preocupação dos pais era o deslocamento das crianças para outras instituições, que ficavam mais distantes. Além disso, a escola era a única no centro da capital a oferecer o Ensino de Jovens e Adultos – EJA.

Luta na justiça

Após a escola ter as portas fechadas, os pais ingressaram na justiça, através da Defensoria Pública, para tentar reverter o fechamento do local.

No último dia 18, 1ª Vara do Juizado da Infância e Juventude do Foro Central da capital, negou o recurso. “Perdemos em primeira instância, mas vamos recorrer”, afirma Rossana.

Atualmente, o local serve como arquivo para documentações do Estado.

“Ainda aguardamos que haja encaminhamento, por parte da justiça, de devolução da Rio Grande do Sul para que a escola retorne para a comunidade escolar”, ressalta Garcia.

Muito mais que uma escola

“Hoje, faz um ano que nós, que somos parte do povo, ficamos 138 dias dentro da escola. A gente lutou, tem lutado e confiamos, do fundo do nosso coração, que essa escola não vai fechar. Fizeram uma barganha política com aquele terreno. O Ministério Público não teve a coragem de assumir a reponsabilidade de lidar e de gerenciar essa relação entre o que o povo quer e o que o governo agiliza enquanto administração pública”, expõe Atena.

Kauã da Silva Comoretto Alves, ex-aluno da escola que atualmente segue os estudos de forma remota na escola Paula Soares, lamenta o fechamento da Rio Grande do Sul. “Eu fico muito indignado pelo que fizeram com minha escola. Éramos como uma família. Vi a luta de meus pais e demais pessoas e o descaso do governo.  Isso eu levo para a minha vida. Sei que se tu não lutar pelo teus diretos nada é feito.”

“Ano que vem é ano de eleição. Vamos ter que colocar no governo alguém que recoloque a escola Rio Grande do Sul naquele local, que é dela. Sinto pesar, mas ao mesmo tempo quero dizer que continua dentro de nós essa força de lutar. Como diria Mario Quintana, eles passarão, nós passarinho”, afirma Atena.

Resistência deve continuar

O CPERS segue denunciando o descaso com a estrutura das escolas gaúchas e a política de enxugamento que integra o projeto de desmonte da rede estadual executado pelo governo Eduardo Leite (PSDB).

As atitudes da Seduc são totalmente contrárias ao papel do Estado, que seria abrir escolas, fazer a busca ativa dos estudantes, prover recursos financeiros para resolver os problemas, e especialmente, respeitar a gestão democrática.

São inúmeros os ataques, alinhado à política de enxugamento da rede, como fechamento de escolas e turmas, enturmações e abandono total, deixando diversas instituições extremamente precárias, sem condições de atender a comunidade escolar.

Defenda sua escola

Se a sua escola está na mira do governo para fechamento de turmas e turnos, fim do EJA, enturmação ou multisseriação, mobilize-se!

Procure o CPERS, siga as orientações e defenda a sua escola!

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Recentemente o deputado Arthur Oliveira Maia (DEM/BA), relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/2020 na Comissão Especial que trata da reforma administrativa, protocolou seu parecer na Câmara dos Deputados.

O texto aprofunda pontos que dizem respeito a riscos de precarização dos serviços e demissão dos servidores e muda itens relacionados a vínculos de contratação, gestão e avaliação de desempenho, estabilidade.

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) fez uma síntese sobre as principais mudanças na PEC 32. O documento aponta que é necessário que o movimento sindical se mantenha mobilizado e em diálogo com a sociedade e os parlamentares, uma vez que o relatório aprofundou problemas existentes na proposta enviada pelo Executivo, pondo em risco a continuidade da oferta de serviços públicos para a sociedade, prejudicando especialmente os pobres e a classe média.

VEJA AQUI NA INTEGRA A SÍNTESE DO DIEESE

A matéria deve ser votada entre os dias 14 e 15 de setembro na Comissão Especial. O CPERS alerta que, se aprovada, a PEC 32 será o fim dos serviços públicos: os planos de carreiras entrarão em extinção, o servidor poderá ser perseguido politicamente e desligado e servidores aposentados podem perder a paridade com reajustes da ativa.

A educação pública está em risco com os instrumentos de cooperação mantidos no substitutivo.

Vamos juntos barrar a Reforma Administrativa!

Dieese destaca pontos principais do relatório:

Estabilidade

Ao contrário do que foi alardeado após a publicação do texto do substitutivo, não houve melhoria na questão da estabilidade. Isso porque, ao definir quais são os cargos exclusivos de Estado, a proposta colocou todos os demais cargos da administração pública em uma espécie de limbo, abrindo a possibilidade para que o gestor escolha a modalidade de contratação dos futuros ocupantes dos cargos não exclusivos de Estado.

Além disso, as possibilidades de perda do cargo foram ampliadas. Em relação ao texto original da PEC, manteve-se essa alternativa por decisão proferida por órgão judicial colegiado, o que é um retrocesso em relação ao texto constitucional vigente, que determina sentença judicial transitada em julgada.

Cargos exclusivos de Estado

O substitutivo traz para o texto da Constituição a definição dos cargos exclusivos de Estado, deixando de remetê-los à Lei Complementar. Os cargos são: aqueles voltados a funções finalísticas e diretamente afetas à segurança pública, à representação diplomática, à inteligência de Estado, à gestão governamental, à advocacia pública, à defensoria pública, à elaboração orçamentária, ao processo judicial e legislativo, à atuação institucional do Ministério Público, à manutenção da ordem tributária e financeira ou ao exercício de atividades de regulação, de fiscalização e de controle.

Contrato por tempo determinado

O parecer do relator retira o “vínculo por tempo indeterminado” mas mantém os contratos por prazo determinados, regulamentando o trabalho temporário, piorando as condições e ampliando a participação de temporários no serviço público, com desdobramentos para os atuais contratados.

Gestão e Avaliação de Desempenho

As normas gerais da gestão de desempenho passam a ser de competência privativa da União, assim como as condições para a perda de cargo por desempenho insatisfatório. O novo texto retira o vínculo de experiência, criando 6 avaliações de desempenho durante os 3 anos
do estágio probatório.

Atualmente, a Constituição determina que Lei Complementar defina os critérios de avaliação de desempenho dos servidores.

Outros Tópicos

Foram mantidas as vedações a direitos e garantias dos servidores, conforme o texto original da PEC, mas ampliou-se o rol dos agentes públicos afetados por essas vedações. Agora, estão incluídos os detentores de mandatos eletivos, os membros dos Tribunais e Conselhos de Contas, os ocupantes de cargos, empregos ou funções públicas da administração direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios, assim como os dirigentes dos órgãos e das entidades.

Nas considerações finais o Dieese alerta que o parecer do relator não contemplou as críticas apresentadas pelo movimento sindical e pelo conjunto da sociedade, ao contrário, aprofundou diversos problemas que dizem respeito à precarização do serviço público e à possibilidade de demissão dos servidores atuais e futuros.

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A Direção Central do CPERS informa que nos dias 6 e 7 de setembro o atendimento na área administrativa da sede do Sindicato, em Porto Alegre, estará suspenso devido ao feriado da Independência.

Comunicamos que o alojamento e a portaria funcionarão normalmente.

Na quarta-feira, dia 8, o expediente retorna normalmente para os atendimentos presenciais e remotos.

A cantina da sede estará fechada durante o feriado voltando às suas atividades na quarta-feira, dia 8, às 8h.

 

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Na tarde desta quinta-feira (2), a Direção Central do CPERS retornou à Secretaria da Fazenda (Sefaz) para cobrar respostas às demandas efetuadas na última reunião, realizada no dia 12 de agosto, e exigiu esclarecimentos sobre os novos descontos do atual contracheque.

Abatimentos de valores retroativos no vale-transporte, alterações no enquadramento da gratificação de local de exercício e atrasos na liberação das aposentadorias foram alguns dos temas debatidos e que vêm dificultando, ainda mais, o dia a dia da categoria.

O 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, reforçou que o encontro é para cobrar retornos a estes assuntos que angustiam os educadores(as) estaduais.

“Ficamos com algumas demandas da última reunião e trouxemos outros fatores que foram surgindo após o último encontro. Precisamos de atenção quanto aos descontos retroativos acumulados. Uma categoria que está há sete anos sem reajuste e escolhendo entre comer e pagar as contas, não pode ser surpreendida em todo o contracheque”, destacou.

O subsecretário do Tesouro do Estado, Bruno Queiroz Jatene, disse estar ciente dos problemas e está buscando dar celeridade aos processos: “Nós queremos que as pessoas possam se planejar”, garantiu.

Também participaram da reunião os diretores do CPERS, Carla Cassais, Cássio Ritter e Juçara Borges, a representante do SAS, Rejane Pereira, o advogado da assessoria jurídica do Sindicato, Raphael Chlaem, a diretora do Departamento de Recursos Humanos da Seduc, Cleusa Flesch, a chefe da Divisão de Gestão da Folha de Pagamento da Sefaz, Juliana Debaquer e o chefe substituto da Seção de Relacionamento e Apoio Operacional da Sefaz, Luiz Henrique de Oliveira da Siqueira.

Confira abaixo um resumo do que foi tratado e os encaminhamentos da reunião.

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Aposentadoria

Na última reunião, o Sindicato expôs problemas que vêm ocorrendo com as aposentadorias da categoria, entre eles, a lentidão na liberação dos processos e as discrepâncias nos valores concedidos.

A Direção cobrou que a publicação dos atos deve estar de acordo com a vida funcional da categoria e serem apresentados concomitantemente ao cálculo da aposentadoria.

O CPERS também voltou a cobrar aquilo que já havia solicitado da presidência do IPE para que as CREs não apliquem mais o formulário de aposentadoria que reenquadra o educador nas novas regras pós-pacote.

Quanto ao formulário, a orientação é que a categoria não assine nenhum documento e que procure a Assessoria Jurídica do CPERS através dos núcleos ou pelo telefone 51 3073.7512.

Vale-transporte

Nos últimos meses, os trabalhadores(as) da educação vêm sofrendo com descontos retroativos e com o acúmulo dos estornos dos valores.

A exigência do Sindicato é que descontos não ocorram acumulados em uma única folha.

“Descontar benefícios de educadores(as) empobrecidos em meio a uma pandemia é cruel. O governo deveria pelo menos efetuá-los de forma percentual, considerando a realidade do servidor”, destacou o 2º vice-presidente, Edson Garcia.”, destacou o 2º vice-presidente, Edson Garcia.

A representante da Seduc, Cleusa Flesch, garantiu que dará retorno sobre a situação nos próximos dias.

Local de Exercício

No contracheque de agosto, a categoria sofreu um novo ataque com os descontos nos valores do adicional de local de exercício, o antigo difícil acesso. Durante a reunião com a Sefaz, os representantes do CPERS cobraram explicações sobre a alteração nos percentuais deste adicional.

Segundo declaração da diretora de RH da Seduc, os percentuais são atualizados anualmente, mas conforme relatos recebidos pelo CPERS de possíveis erros, está sendo aberto um período para a retificação.

A orientação é que os educadores(as) que sofreram perda devam entrar em contato com a direção da sua escola para verificar se as informações foram lançadas corretamente no ISE e, em caso de divergência no sistema, a escola deve fazer as retificações e contatar as CREs.

Encaminhamentos

Ao fim da reunião, ficou agendado um próximo encontro para o dia 23 de setembro, às 14h, que contará com representação da Seduc e do IPE, além da presença do CPERS e da Sefaz.

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Estrutura precária, teto desabando, rede elétrica deteriorada e muro desmoronando. Esses são alguns dos problemas enfrentados pela Escola Técnica Estadual Professora Sylvia Mello, localizada em Pelotas.

A instituição atende atualmente 652 estudantes nos três turnos, distribuídos em ensino fundamental, médio (integral) e profissionalizante.

A diretora, Carla Vargas Bozzato relata que a escola necessita de uma série reparos em sua estrutura.  “Estamos sempre procurando resolver estas questões, mas no momento o que mais nos preocupa é uma cobertura por onde trafegam alunos, profissionais da educação e demais servidores que está para cair. E também temos um pequeno muro que está desabando”, destacou.

Desde 2019, a instituição busca a 5ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), mais precisamente ao departamento de obras para a conclusão desses reparos.

No documento feito pela Secretaria de Obras e Habitação, com data de 10 de junho de 2021 (vistoria realizada em 19/05/2021), estão claros todos os problemas na estrutura da escola e os riscos eminentes em cada situação. Duas partes na vistoria chamam a atenção, onde declara a possibilidade de choque elétrico e curto-circuito.

 

O Governo do Estado alega não ter recursos para visibilizar a obra. “Esses processos são lentos no Estado. Ainda, foi nos solicitado que verificássemos se tínhamos como resolver com verbas federais. Lamentamos a morosidade do governo e a falta de solução, já que a vida dos colegas e estudantes seguem em risco”, frisou.

Carla conta que os pais e a comunidade escolar estão preocupados e ansiosos pelos consertos na escola. “Os pais acham um absurdo, por exemplo, o muro não ter sido consertado”, relata a diretora.

A professora Cristiane Ramires de Freitas, que leciona há 20 anos na escola, explica que se sente impotente ao ver que os problemas perduram e nada é feito.  “Nosso sentimento no momento é de impotência e muito medo, uma vez que é notório a falta de condições para o retorno seguro nesse momento. Estamos com problemas em nossa fiação elétrica, o muro da escola está caindo um pouco a cada dia”, desabafa.

Além de todos problemas estruturais, a escola enfrenta a falta de recursos humanos para suprir a demanda prevista no plano de contingência para o retorno das aulas presenciais. Falta um agente educacional II (monitor) e mais uma funcionária para a limpeza. Outro fator que exige mais monitores para a escola é o atendimento aos estudantes com necessidades especiais.

“Não tivemos a visita da Vigilância Sanitária para avaliar as condições da escola em relação aos protocolos de volta às aulas, não temos recursos humanos para a higienização adequada dos ambientes e controle dos alunos. São tantas coisas que só existem no papel, mas que na prática não acontecem. O Governo faz um decreto que simplesmente não segue”, diz Cristiane.

A escola, que está voltando de forma gradual ao modo presencial, não tem obtido o retorno esperado dos alunos pelo medo da pandemia da Covid-19 e pelos problemas estruturais da escola. “A maioria dos alunos já sinalizaram que não retornam enquanto não houver segurança”, conclui a professora.

As dificuldades que a instituição enfrenta ainda estão longe do final, mas o que não falta para a diretora Carla e a professora Cristiane é coragem e força para que essa história tenha um final feliz. “Mesmo com o descaso da Secretaria da Educação, precisamos seguir na luta para que os problemas sejam solucionados, afinal temos que receber os estudantes em perfeitas condições estruturais, sem nenhum risco para ninguém”, finaliza a diretora Carla.

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Nesses 27 anos de história, o Grito dos Excluídos e das Excluídas mudou a cara do 7 de Setembro e da Semana da Pátria, chamando o povo para participar, ativamente, na defesa de seus direitos, nas ruas e praças, nos centros e nas periferias de todo o Brasil.

A unidade na luta contra o massacre dos governos Leite e Bolsonaro se faz necessária. Em Porto Alegre, no Parque da Redenção (Espelho D’água), a mobilização inicia às 11h com ato ecumênico e, às 13h30, haverá concentração para a marcha.

Precisamos ecoar nossos gritos de denúncia e de anúncio de um projeto de país mais justo e igualitário, unificando a luta em defesa da vida, da democracia, da educação e dos serviços públicos.

Estamos vivendo um momento de crise – social, ambiental, sanitária, humanitária, educacional, política e econômica – causada pela ação nefasta de governos genocidas, negacionistas e destruidores do serviço público e dos direitos da classe trabalhadora.

Na esfera estadual, não é diferente. Há sete anos, professores(as) e funcionários(as) de escola do Rio Grande do Sul amargam as consequências do salário congelado, além da perda de direitos, redução de adicionais, descontos, atrasos e parcelamentos. Em campanha salarial, o Sindicato tem elevado o tom a respeito da pauta em defesa da categoria.

Os tempos duros do alinhamento da política neoliberal de Leite e Bolsonaro colocam os educadores(as), servidores(as) e toda a população em vigília permanente.


Atos e manifestações conjuntas do 27º Grito dos Excluídos e das Excluídas ocorrerão em todo o Brasil, de forma presencial, onde for possível, e de forma virtual pelas redes sociais. Contate o núcleo do CPERS e participe das atividades em sua região.

O que nos motiva a gritar em 2021?

  • As quase 580 mil mortes pela Covid-19, muitas das quais poderiam ter sido evitadas;
  •  A corrupção na negociação de compra e distribuição das vacinas contra a Covid-19 (CPI);
  • O desmonte da saúde pública (SUS);
  • O reajuste ZERO para o piso do magistério pela primeira vez na história do Fundeb;
  • A medida provisória, editada por Bolsonaro, para deixar de fornecer internet gratuita às escolas públicas. A MP retirou o prazo que o governo tinha para repassar R$ 3,5 bilhões para escolas de ensino básico.
  • A PEC 32, do governo Bolsonaro, que ataca os servidores(as) e os serviços públicos, e escancara as portas para o apadrinhamento e a corrupção;
  • O descaso do Governo Leite com a educação pública. No Rio Grande do Sul, professores(as) e funcionários(as) de escola estão há SETE anos sem reposição salarial com quase metade do poder de compra perdido para a inflação.
  • A carestia e a fome que voltaram com tudo e assolam as camadas empobrecidas da população;
  • O desemprego;
  • O desvio do dinheiro público, através do orçamento federal, para o pagamento de juros da dívida pública, ao invés de investir em políticas sociais; 
  • A falta de moradia, que se agrava com os despejos criminosos;
  • A não demarcação das terras indígenas e o grito profético dos povos indígenas dizendo “Não ao Marco temporal”;
  • A denúncia contra o tratamento dado aos povos em situação de rua, sejam de qualquer origem, migrantes e refugiados ou deslocados internos, que lutam e resistem por dignidade e cidadania universal no Brasil;
  • A cultura do ódio disseminada pelo governo federal e seus aliados que ataca e retira os direitos humanos de mulheres, LGBTQUIA+, negros/as, dos povos originários – Indígenas e Quilombolas, das pessoas portadoras de deficiência, dos(as) trabalhadores(as), dos setores excluídos da sociedade.

Não podemos ficar indiferentes a essa realidade que atenta contra a vida do nosso povo, porque acreditamos que é possível e necessária a construção de um outro modelo de sociedade.

Vamos à luta, por um país verdadeiramente independente!

Sem genocídio da população pobre, negra e indígena, com justiça social e oportunidades para que o nosso povo volte a sonhar e ter orgulho de ser brasileiro. 

Leia também: 

> Grito dos Excluídos: voz aos que tiveram o direito à vida negado por Bolsonaro

 

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O CPERS, junto com a Frente dos Servidores Públicos do RS (FSP), esteve em Santa Cruz do Sul, base eleitoral do deputado federal Marcelo Moraes (PTB), para pressioná-lo a votar contra a PEC 32/2020 – Reforma Administrativa.

O ato foi realizado na Praça Getúlio Vargas, que fica em frente ao escritório político do parlamentar, um dos deputados gaúchos que integram a Comissão Especial da PEC 32.

Representações de servidores públicos das esferas municipais, estaduais e federais, entidades, sindicatos e centrais formaram o grupo que denunciou as brutais consequências que a Reforma Administrativa traz aos servidores e à população.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, ressaltou que é necessário esclarecer que a PEC 32, que privatiza a educação e a saúde, é uma proposta do presidente Jair Bolsonaro. “Temos que dar nome aos bois, pois têm muitos servidores que ainda apoiam Bolsonaro. Essa proposta será estendida aos municípios e não serão apenas os servidores que serão atacados. As pessoas que mais precisam do serviço público ficarão desassistidas”, observou.

“Nessa pandemia, o SUS salvou inúmeras vidas. Infelizmente, perdemos mais de 600 mil vidas. Mas se não fosse a saúde pública, seriam muito mais”, explicou.

Helenir lembrou ainda que devido a lei das organizações sociais, aprovada no governo de Germano Rigotto, a privatização das escolas públicas poderá ocorrer rapidamente. “Aqui já tem lei para isso. Então, a privatização será mais ágil.”

Outro ponto importante destacado pela presidente do Sindicato foi o fim da paridade aos aposentados, caso a proposta seja aprovada. “A PEC propõe o fim da paridade, significa que o governo municipal, estadual ou federal poderá dar reajuste para os da ativa e não dar para os aposentados.”

Helenir conclamou a todos para esclarecerem ao máximo de pessoas, o que, de fato, significa a Reforma Administrativa. “Temos que sair daqui com a responsabilidade de dizer quais serão as consequências se a PEC for aprovada. Temos que cobrar do Marcelo Moraes seu voto contra o relatório. Se votar a favor, não volta ao Congresso em 2022.”

” No próximo dia 7, Bolsonaro chama para um golpe de estado, nós temos que estar nas ruas para dizer não e, em 2022, mandar Bolsonaro e Leite para casa”, convocou.

Marcelo Carlini, representante da CUT/RS, atentou para o fato de a proposta abrir caminho para o apadrinhamento político em cargos públicos. “A PEC permite a entrada no serviço público sem concurso. Abre caminho para contratação de pessoas apadrinhadas por políticos sem compromisso com a qualidade do serviço prestado.”

“Os legisladores estão surfando nessa onda pra colher os frutos do suor do povo. Esse é um projeto de governo para poucos. É preciso de uma forte reação”, salientou o representante do Sindbancários, João Carlos Heissler.

Luis Queiroz, presidente do Sindicato dos Municipários, chamou a atenção para os serviços que não serão mais disponibilizados à população. “Todo o contingente que dá a assistência tão necessária à sociedade, está sendo ameaçado de extinção. Querem destruir o serviço público em âmbito municipal, estadual e federal.”

“A PEC 32 sempre foi para privatizar, terceirizar e precarizar os serviços públicos. O servidor estável pode perder a estabilidade por medidas muito simplificadas”, alertou a diretora do Sintrajufe, Arlene Barcellos.

Pablo Tadeu Pereira da Silva, do Sintergs, ressaltou a importância de conscientizar o funcionalismo público e a população sobre a retirada de direitos. “Muitos colegas ainda não sabem o que a PEC representa. Essa reforma não reforma nada, serve apenas para tirar direitos dos trabalhadores e do povo, que ficará desassistido.”

Além do ato, o CPERS também realizou uma série de agendas na região. Foram concedidas entrevistas em rádios locais e a tesoureira do CPERS, Rosane Zan e os diretores Cássio Ritter, Sônia Solange Viana, Juçara Borges e Carla Cassais visitaram escolas para explicar sobre os riscos da reforma e a importância da luta pela reposição salarial da categoria. Os diretores de núcleo, Luiz Henrique Becker (14º) e Eloede Maria Conzatti (8º) também acompanharam as agendas.

Saiba mais:

Selecionamos, abaixo, publicações para aprofundar o seu conhecimento sobre a Reforma. Acesse, baixe e compartilhe!

Reforma Administrativa atinge, sim, servidores atuais
Metade do funcionalismo público do país ganha menos de R$ 3 mil, revela estudo
Saiba como a Reforma Administrativa ataca funcionários e professores, na ativa e aposentados
> Impactos para os atuais servidores
> Como a Reforma ataca aposentados
> Os novos vínculos de contratação no serviço público propostos na PEC 32/2020
> Os efeitos da Reforma Administrativa para a sociedade brasileira
> Síntese e subsídios para debate

 

 

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Os atendimentos presenciais serão retomados no mês de setembro no IPE Prev e no IPE Saúde em Porto Alegre (Av. Borges de Medeiros, 1945), porém somente com horário agendado e em datas diferentes: no dia 8/9 no caso do IPE Saúde e no dia 21/9 no IPE Prev.

O agendamento de atendimento presencial no IPE Saúde está disponível para todos os serviços, que também continuam sendo prestados de forma online, via Atendimento Digital. É de responsabilidade do usuário conferir os documentos necessários para a prestação do atendimento conforme o serviço desejado. O agendamento pode ser feito a partir deste link. As perícias médicas do IPE Saúde também serão retomadas na modalidade presencial, igualmente com agendamento – neste caso, é preciso agendar clicando aqui. Inicialmente, o horário do atendimento presencial será das 9h às 12h.

Procedimentos para atendimento

Para garantir a segurança no atendimento presencial, foram reformuladas as instalações físicas e serão adotadas medidas como a disponibilização de álcool gel e higienização frequente dos ambientes. Contudo, também é necessário contar com os cuidados dos usuários. Confira, abaixo, as orientações:

– É responsabilidade do(a) segurado(a) conferir a documentação necessária para garantir o atendimento desejado; não será permitido que pessoas aguardem atendimento dentro do prédio se chegarem mais de 10 minutos antes do horário marcado, para evitar aglomerações no ambiente;

– Compareça no horário agendado: não se atrase e nem se adiante.

 – Caso tenha sintomas de infecção respiratória (tais como: tosse, coriza, dificuldade para respirar) ou febre anterior ou no dia marcado, é preciso cancelar o agendamento e remarcar o atendimento pelo site, inclusive em caso de perícia médica;

 – É obrigatório o uso de máscara para ingresso e permanência no Edifício-sede, bem como o cumprimento das medidas sanitárias conforme Decreto Estadual nº 55.882, de 15 de maio de 2021.

 – Será permitida a presença de apenas um acompanhante por requerente, nos casos de dependência de terceiros (menores de idade, idosos, portadores de deficiência ou pessoa com mobilidade reduzida);

 – O atendimento será no andar térreo do Edifício sede, na Av. Borges de Medeiros, 1945. O acesso para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida é realizado pela Rua Vicente de Paula Dutra (fundos do Edifício-Sede).

Informações: IPE Saúde 

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