Debater a luta, mobilizar a base e discutir projetos que – de fato – defendam a educação e os educadores(as) são alguns dos propósitos da #CaravanaPelaDemocracia do CPERS.

Nesta terça-feira (23), primeiro dia da quarta semana de Caravana, dirigentes do Sindicato desembarcaram nas regiões que abrangem os núcleos de Estrela (8º), Bagé (17º) e Carazinho (37º) e tiveram um amplo debate com professores(as) e funcionários(as) de escola sobre a escolha de um futuro digno para a educação pública no Rio Grande do Sul e no Brasil.

Esta Caravana mostra a sua importância na medida em que fica claro para os educadores quais são os projetos, as candidaturas e que tipo de governo e de parlamento nós precisamos para ter a educação verdadeiramente valorizada. O último período foi de grandes retrocessos na questão dos direitos, na questão das políticas públicas e, portanto, é preciso escolher caminhos para que a gente volte a ter uma educação que contribua para o desenvolvimento econômico, social e humano do país e do estado”, asseverou Alex Saratt, presidente em exercício do CPERS.

Escola Indígena de Carazinho está sem prédio devido à morosidade do governo 

Durante a passagem da #CaravanaPelaDemocracia por Carazinho, representantes da Direção Central e do 37° Núcleo  do CPERS visitaram a Escola Estadual Indígena Kame Mre Kanhkre, que desde março, quando um temporal destruiu o prédio da instituição, luta para que as obras sejam retomadas. 

O educador Adilson Jacinto, único professor da escola, que atende 15 alunos da 1ª à 5ª série, de forma multisseriada, destaca que com a morosidade do governo, quem sofre é a comunidade indígena de Carazinho. 

“Em março tivemos a fatalidade que poderia ter vitimado alunos, professor e funcionário com o temporal, e até agora o problema não foi solucionado, até quando vamos ter que esperar?”, questionou.

Adilson ainda ressaltou que: “aqui ainda não fechou porque tem uma política que defende uma educação diferenciada dos povos indígenas. Se não, já tinham fechado. Nós não queremos sair daqui, queremos educar nossas crianças para que propaguem a nossa cultura”.

Para a tesoureira do CPERS, Rosane Zan, a luta é imprescindível para assegurar conquistas e escolher projetos que defendam uma educação pública, gratuita e de qualidade social.

“Nestes 77 anos do Sindicato, sempre tivemos a preocupação em defender a democracia, desde a época da ditadura. Nós somos seres políticos e, por isso,  precisamos entender que nós temos dois projetos em curso: um que se preocupa com o bem estar social e outro que defende o capital e não se preocupa com nada que é público. Nós não vamos deixar de fazer a luta, independente do governo que for, se nós não nos conscientizarmos na hora de votar, nós vamos ver a consolidação desse projeto”, explicou Rosane.

“Compare os últimos quatro governos e veja quem mais fez pela educação. Não dá mais, não podemos reeleger os governos que estão agora, estamos no precipício. Devemos e temos que fazer o voto certo, em candidatos que priorizem a educação pública e os educadores”, destacou o diretor Leonardo Preto.

A diretora Juçara Borges frisou a importância da consciência política, sobretudo neste ano eleitoral.

“Este ano é decisivo, temos que pensar nos projetos que queremos a nível federal e estadual para avançarmos, porque com Leite e Bolsonaro só retrocedemos, tanto na educação quanto com os nossos direitos”.

Os próximos governos precisam priorizar a educação e prezar pela nossa valorização salarial, por concurso público, pela melhoria das escolas e reverter as perdas de direitos que se intensificaram nos últimos anos”, finalizou o diretor Amauri Pereira da Rosa.

A #CaravanaPelaDemocracia segue até o dia 9 de setembro em defesa da educação. No dia 13, o CPERS realiza um grande ato, em Porto Alegre, com aposentados(as), funcionários(as) de escola e professores(as) para apontar que é preciso um novo caminho para o Rio Grande do Sul e para o Brasil.

Em Carazinho (37º), estiveram junto aos representantes da Direção Central, Adelia Menezes, diretora do 37°  Núcleo, Marines da Rocha, Maria Placedina, e Elaine Boscato, da direção do Núcleo, e Emelda Haubert, representante dos Aposentados(as) do Conselho Regional.

Já em Estrela (8º), acompanharam Eloede Maria Conzatti, diretora do Núcleo, e Luiz Finatto ,educador aposentado representante do 1/1000 suplente.

Por fim, em Bagé (17º), quem acompanhou foi a diretora-geral Ana Lucia Xavier Cabral.

Clique aqui e confira o roteiro das próximas semanas. Organiza teu núcleo, chama os colegas e vamos somar na mobilização em defesa da democracia e da educação.

> Confira abaixo as escolas visitadas na #CaravanaPelaDemocracia nesta semana:

> Estrela (8º Núcleo):
IEE Monsenhor Scalabrini (Encantado)
EEEF Farrapos (Encantado)
EEEB Padre Fernando (Encantado)
EEEM Guararapes (Arroio do Meio)
EEEF Fernandes Vieira (Lageado)
CE Presidente Castelo Branco (Lageado)
EEEM Santo Antônio (Lageado)
EEEM Monsenhor Seger (Travesseiros)
EEEM Ana Neri (Marques de Souza)
EEEF Henrique Geiss (Marques de Souza)
EEEF Frei Antônio (Marques de Souza)
EEEM Hugo Oscar Spohr (Canudos do Vale)
EEEB São Francisco (Progresso)
EEEF Afonso Mathias Ferrari (Progresso)
EEEF José Preto (Progresso)
EEEM Pouso Novo (Pouso Novo)

> Bagé (17º Núcleo):
EEEB Professor Justino Costa Quintana
EEEF Felix Contreiras Rodrigues
EEEM Dr. Luiz Mércio Teixeira

> Carazinho (37º Núcleo):
EEEF Rodolfo Bolzani
EEEM Paulo Frontin
EEEF Carlinda de Brito
EEEB José Gomes Portinho
IEE Júlia Billiart
EEEF Aloysio Hofer
EEEF Israelina Martins Silveira
EEEF Geny Vieira da Cunha
IEE São Francisco Solano
EEEB José Maria de Castro
EEEM Santo Antônio do Planalto
EEEB Érico Veríssimo
EEEB Alfredo Ferrari
CE Blau Nunes
EEEF 19 de Novembro
EEIEF Kame Mre Kanhrukre
EEEF Manuel Arruda Câmara

 

 

   

 

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De forma cruel e desumana, o presidente Jair Bolsonaro (PL) vetou, no último dia 10, a emenda parlamentar à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que prevê o reajuste de 34% ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O veto escancara mais um duro ataque do governo federal à educação e à população mais carente.

Sob a alegação da proposta ser “contrária ao interesse público”, Bolsonaro vira as costas para 33 milhões de brasileiros que estão passando fome e têm na merenda escolar, muitas vezes, a única refeição do dia.

Segundo o Observatório da Alimentação Escolar, a insegurança alimentar grave (fome), em domicílios com crianças menores de dez anos, subiu de 9,4% em 2020 para 18,1% em 2022.

O orçamento vem com uma defasagem de cerca de cinco anos e, com a aprovação de um reajuste de 34% no PNAE por parte do Congresso Nacional, a ser incluído na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2023, o valor passaria de R$ 3,96 bilhões para R$ 5,53 bilhões.

O Observatório divulgou nota lamentando o veto da LDO, que prevê o reajuste dos valores per capita do PNAE pela inflação (IPCA), que não acontecia desde 2017.

O veto de Bolsonaro deverá ser votado pelo Congresso Nacional e só poderá ser derrubado por maioria absoluta dos deputados(as) e senadores(as). Ainda não há previsão para a votação, que pode ocorrer antes ou depois das eleições.

O CPERS, junto com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), segue acompanhando o desenrolar da situação.

“A derrubada desse veto deve ser uma bandeira de toda a sociedade. Desde já repudiamos essa medida política que afeta a vida de milhões de crianças, adolescentes, jovens e adultos, que são estudantes e encontram na escola, além da oportunidade do aprendizado, as condições para realizá-lo graças à distribuição da alimentação escolar”, ressalta o presidente em exercício do CPERS, Alex Saratt.

Reiteramos que a alimentação escolar deve ser uma bandeira de mobilização de toda a sociedade! É urgente derrubar o veto ao PNAE para garantir alimentação de qualidade nas escolas.

Foto: Tony Winston/Agência Brasil

 

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O IPE Saúde oferece para os segurados(as) a Plataforma Easylife, de forma gratuita. A ferramenta está no ar desde 2021 e proporciona diversas opções voltadas ao bem-estar. São módulos com exercícios para cuidar do corpo, da mente, ampliar o conhecimento, monitorar histórico de consultas e exames e ter acesso a novidades e informações sobre o plano.

Para acessar o serviço basta entrar no site do IPE Saúde, clicar no Menu Serviço para o Segurado – Plataforma Easylife.

“Essa plataforma traz muitas informações úteis para os segurados, que podem estar se atualizando ou se aperfeiçoando para enfrentar o seu dia-a-dia. O material traz desde receitas saudáveis e acessíveis até  cursos básicos de inglês, de liderança, autoestima, dicas de atividades físicas entre outros temas. Vale a pena explorar e conhecer a plataforma”, avalia a diretora do Departamento de Saúde do Trabalhador e representante do Sindicato no Conselho de Administração do IPE Saúde, Vera Lessês.

O projeto trata-se de uma parceria com o Instituto Sérgio Lovato – por isso, o usuário vai cadastrar login e senha próprios no ambiente da plataforma, dissociados de quaisquer dados que constem nos sistemas do IPE Saúde.

O segurado pode acessar a ferramenta através do computador ou pelo aplicativo no celular: saiba mais aqui! 

A plataforma é composta por quatro segmentos:

1- Easy fit (corpo): proporciona aulas ao vivo de exercício funcional, pilates, alongamento, defesa pessoal e lutas, bem como cursos de dança.

2 – Easy mind (mente): apresenta práticas voltadas para mente, estilo de vida e comportamento, com temas voltados a sono adequado, redução da ansiedade e estresse e meditação.

3 – Easy life (gastronomia): apresenta variadas receitas gastronômicas (comida, bebidas, temperos).

4 – Easy life (espírito): encontram-se cursos como inglês básico e para viagem, gestão do tempo, liderança, postura, etiqueta profissional, inteligência emocional, autoconhecimento, entre outros. Há ainda itens dedicados à gastronomia, com vídeos de receitas, nutrição e também um espaço para gestão de consultas, em que o usuário poderá fazer registros para si próprio de suas consultas médicas.

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O Fórum Nacional Popular de Educação (FNPE), lançou na última sexta-feira (19) uma Carta Aberta de orientação ao voto pela educação, pelo Brasil: Diretrizes para a ampliação e consolidação da Bancada da Educação em todas as esferas do governo.

A FNPE recomenda aos eleitores(as) a socialização desta Carta Aberta com os seus candidatos(as) solicitando a incorporação, nos respectivos programas dos compromissos com a defesa da retomada do Estado Democrático e com a efetiva democratização da educação, em todas as esferas de governo.

Esta deliberação do FNPE, ocorreu na Etapa Nacional da Conferência Nacional Popular de Educação de 2022 (Conape), realizada entre os dias 15 e 17 de julho, acumulando debates oriundos de todo o país, que ratificou o Documento Final intitulado “Reconstruir o País: a retomada do Estado democrático de direito e a defesa da educação pública e popular, com gestão pública, gratuita, democrática, laica, inclusiva e de qualidade social para todos/as/es”, além da Carta de Natal.

>> CONFIRA A ÍNTEGRA DA CARTA ABAIXO OU CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O ARQUIVO.

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Nesta sexta-feira (19), o CPERS encerrou a terceira semana de #CaravanaPelaDemocracia conversando com trabalhadores(as) da educação e com a sociedade nas regiões de Cachoeira do Sul (4º Núcleo) e Frederico Westphalen (26º Núcleo).

Até o momento, o Sindicato já passou por mais de 160 escolas, nas mais diversas regiões do estado, para debater sobre a importância do voto consciente e de eleger candidatos(as) – em todas as esferas – que, de fato, defendam a educação e valorizem quem está no chão das escolas.

O presidente em exercício do CPERS, Alex Saratt, avalia com positividade essas três primeiras semanas de mobilização e ressalta a importância do debate nas escolas.

“Nestas três semanas de mobilização pelo Rio Grande do Sul, visitamos já centenas de escolas e conseguimos nesse período estabelecer um rico diálogo com a nossa categoria, discutindo os projetos que interessam aos trabalhadores da educação e a sociedade gaúcha e brasileira”.

Alex reforça que as mobilizações precisam ultrapassar os muros das escolas, chegando às ruas e culminando com o voto nas urnas: “Convocamos os educadores a pensarem com muita seriedade na hora do voto para mudar os rumos do Brasil e do Rio Grande do Sul. Essa é mensagem que a Caravana Pela Democracia tem deixado. Hoje, estamos nas escolas, em breve estaremos nas ruas com mobilização do dia 13 de setembro e no dia 2 de outubro daremos a resposta nas urnas!”

“O que estamos fazendo nas escolas é plantar uma semente, que deve ser germinada, propagando as reflexões e informações que estamos passando. Somente com a conscientização coletiva sobre a importância do voto em governos e parlamentos que, de fato nos representem, será possível mudar o cenário de descaso e desvalorização”, observou o vice-presidente do CPERS, Edson Garcia.

“Se a gente assume a tarefa de fazer a escolha certa, podemos mudar o futuro do Rio Grande do Sul. O governo estadual foi extremamente cruel conosco. Por isso, temos a tarefa de levar para fora dos muros do Sindicato e das escolas a realidade dos educadores e da educação. Precisamos nos unir e não nos dividir”, destacou a secretária-geral do CPERS, Suzana Lauermann.

CPERS segue na estrada esperançando por um futuro melhor para a educação e os educadores

Durante a passagem da Caravana pelas escolas da região de Cachoeira do Sul (4° Núcleo), ficou evidente o descontentamento da categoria com a defasagem salarial e a desvalorização, perpetrada por governos que relegam a educação à miséria e à fome.

“Nesta sexta estivemos em escolas de Agudo e Dona Francisca e realizamos um bom debate com os colegas sobre a política do RS e do Brasil. Mostramos que aqui no estado os projetos que estão em disputa são o da continuidade da destruição do serviço públicos representados por projetos liberais e conservadores e outro do campo popular. É necessário estarmos atentos, pois os candidatos hoje falam em campanha em valorização da educação, mas, na prática, são nossos algozes. Ao nível nacional é preciso unirmos forças para combater e derrotar Bolsonaro, pois esse é o maior inimigo da educação pública”, asseverou o diretor do CPERS, Leonardo Preto Echevarria, durante passagem por escolas 4° Núcleo, na região de Cachoeira do Sul.

“Estamos encerrando essa semana de Caravana muito felizes com a receptividade da categoria nas escolas. Agora, vamos nos preparar para a próxima semana e continuar essa luta pelo futuro da educação e educadores”, destacou o diretor do CPERS, Amauri Pereira.

O roteiro em Cachoeira do Sul (4° Núcleo) foi acompanhado pela diretora do Núcleo, Nara Machado, e o vice-diretor, Jucemar da Costa.

Plenária em Frederico Westphalen ressalta que para transformar a educação é preciso consciência na hora do voto

Após visita às escolas da região de Frederico Westphalen (26° Núcleo), foi realizada uma plenária na sede do núcleo.

Os ataques dos últimos governos aos direitos históricos da categoria e a reflexão sobre a importância do voto em governos e parlamentos que defendam os educadores(as) e a educação pública foram alguns dos pontos abordados.

“Reverter as reformas da Previdência e Trabalhista, assim como o novo Ensino Médio, são algumas das ações que só poderão ser realizadas com a mudança dos governos que aí estão”, observou o diretor Cássio Ritter.

A precarização dos serviços públicos foi abordada pela diretora do Departamento dos Funcionários(as) do CPERS, Juçara Borges: “O governo Leite foi o primeiro a não conceder nenhum reajuste aos funcionários. Não nos reconhece e valoriza e cada vez mais abre espaço para a terceirização”, ressaltou.

A diretora do 26° Núcleo (Frederico Westphalen), Maria Cleni da Silva, e o secretário do Núcleo, Ailton Solano Costa de Lima, acompanharam a Caravana na região.

O CPERS segue na estrada, até o dia 9 de setembro, visitando escolas das regiões dos 42 Núcleos do Sindicato para mobilizar a categoria e fortalecer o projeto de futuro que queremos para a educação pública no Rio Grande do Sul e no Brasil.

Na próxima semana, a Caravana passará pelas seguintes regiões:

>> ROTEIRO 1:
23/08 – Bagé
24/08 – Rio Grande
25/08 – Pelotas
26/08 – Camaquã

>> ROTEIRO 2
23/08 – Palmeira das Missões
24/08 – Carazinho
25/08 – Passo Fundo
26/08 – Guaporé

>> ROTEIRO 3
23/08 – Estrela
24/08 – Bento Gonçalves
25/08 – Caxias do Sul
26/08 – Montenegro

>> Confira abaixo as escolas visitadas na #CaravanaPelaDemocracia nesta sexta-feira (19):

> Cachoeira do Sul (4º Núcleo)

CE Diva Costa Fachin (Cachoeira do Sul)
IEE Neves da Fontoura (Cachoeira do Sul)
EEEM Dr. Liberato Salzano Vieira da Cunha (Cachoeira do Sul)
EEEM Virgilino Jayme Zinn – CIEP (Cachoeira do Sul)
EEEB Dom Érico Ferrari (Agudo)
EEEB Professor Willy Roos (Agudo)
EEEM Maria Ilha Baisch (Dona Francisca)

> Frederico Westphalen (26º Núcleo)

EEEB 14 de Maio (Vicente Dutra)
EEEB José Canellas (Pinheirinho do Vale)
EEEB José Zanatta (Taquaruçu do Sul)
EEEB Padre Abílio de Marcos Sponchiado (Vista Alegre)

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A partir de 1° de setembro, a direção central do CPERS, junto às direções dos 42 núcleos do Sindicato, realizará 14 Encontros Regionais de Funcionários(as) da Educação.

A atividade, aprovada pelo Coletivo de Funcionários da Educação do CPERS, visa debater a valorização desse segmento tão importante para o funcionamento das escolas e também fortalecer a luta de classes e a luta por direitos da nossa categoria.

Limpar. Varrer. Abrir. Fechar. Lavar. Cozinhar. Atender. Responder. Digitar. Descascar. Arrumar. Conversar. Acalmar. Apoiar. Cuidar… são tantas as atividades desempenhadas pelos funcionários e funcionárias de escola que não tem como negar a sua importância no dia a dia destas instituições.

Os profissionais da educação são servidores(as) da Seduc e possuem plano de carreira próprio, além de serem reconhecidos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) como educadores(as). Ainda assim, o atual governo insiste em torná-los invisíveis, mas não para o CPERS.

A nossa luta é por reconhecimento, piso salarial e concurso público para qualificar a carreira e a profissão destes profissionais. Lutamos também pelo fim das terceirizações e a precarização do trabalho nas escolas públicas. Basta de descaso e desvalorização.

Funcionários(as) de escola estão na miséria, recebendo salário base de R$ 657,97 e acumulando dívidas impagáveis. Não é justo! Somos todos educadores(as) e unidos e fortes vamos assegurar um novo tempo para a educação!

Os Encontros Regionais de Funcionários(as) de Escola serão divididos por macro regiões. O primeiro acontece no dia 1° de setembro e reunirá funcionários(as) dos núcleos de São Luiz Gonzaga, São Borja e Cerro Largo, em São Luiz Gonzaga.

Clique aqui para contatar o seu núcleo do CPERS para se informar sobre os procedimentos e participe!

>> Confira abaixo o cronograma completo dos encontros:

01/09/22
Núcleo sede: São Luiz Gonzaga
Núcleos participantes: São Luiz Gonzaga / São Borja / Cerro Largo

02/09/22
Núcleo sede: Santa Rosa
Núcleos participantes: Santa Rosa / Três de Maio / Três Passos

08/09/22
Núcleo sede: Palmeira das Missões
Núcleos participantes: Palmeira das Missões / Frederico Westphalen / Carazinho

14/09/22
Núcleo sede: Lagoa Vermelha
Núcleos participantes: Lagoa Vermelha / Vacaria

15/09/22
Núcleo sede: Passo Fundo
Núcleos participantes: Passo Fundo / Erechim

21/09/22
Núcleo sede: Santa Maria
Núcleos participantes: Santa Maria / Cachoeira do Sul / Santiago

22/09/22
Núcleo sede: Osório
Núcleos participantes: Osório / Taquara

28/09/22
Núcleo sede: Porto Alegre
Núcleos participantes: Porto Alegre (38º e 39º) / Gravataí

04/10/22
Núcleo sede: Pelotas
Núcleos participantes: Pelotas / Rio Grande

05/10/22
Núcleo sede: Bagé
Núcleos participantes: Santana do Livramento / Bagé / São Gabriel

13/10/22
Núcleo sede: Caxias do Sul
Núcleos participantes: Caxias do Sul / Bento Gonçalves / Guaporé

20/10/2022
Núcleo Sede: São Leopoldo
Núcleos Participantes: São Leopoldo / Canoas / Montenegro

26/10/2022
Núcleo sede: Uruguaiana
Núcleos participantes: Uruguaiana / Alegrete

27/10/2022
Núcleo Sede: Guaíba
Núcleos Participantes: Guaíba / Camaquã

17/11/2022
Núcleo Sede: Santa Cruz do Sul
Núcleos Participantes: Santa Cruz do Sul / Soledade / Estrela

24/11/22
Núcleo sede: Santo Ângelo
Núcleos participantes: Santo Ângelo / Cruz Alta

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Nesta semana os núcleos de Lagoa Vermelha (25º) e Santa Maria (2º) realizaram o Encontro Regional dos Aposentados(as) do CPERS.

Em Lagoa Vermelha os aposentados e aposentadas reuniram-se na sede do núcleo, nesta terça-feira (16). Já em Santa Maria, o evento ocorreu nesta quinta-feira (18), no salão do Colégio Manoel Ribas.

A diretora do Departamento dos Aposentados(as) do CPERS, Glaci Weber, analisou os governos de Jair Bolsonaro (PL) e Eduardo Leite/Ranolfo Vieira Junior (PSDB), destacando os principais ataques dos dois governos à categoria e à educação pública. Glaci reforçou que este ano é decisivo para os educadores(as), que através do voto poderão escolher projetos que realmente defendam a educação pública.

“Temos que eleger um projeto político que tenha ações para os trabalhadores. Nos atuais governos, federal e estadual, resistimos e lutamos muito, e mesmo assim, perdemos direitos. Está na hora de elegermos candidatos que consigamos avançar em nossos direitos. É um novo Brasil e Rio Grande do Sul de esperança que queremos ”, conclui a educadora.

Durante os encontros, Marcelo Fagundes, advogado do escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, assessoria jurídica do CPERS, abordou diversos assuntos jurídicos de interesse da categoria, destacando o desconto da Previdência, que os aposentados(as) passaram a pagar desde 2019. “Esse desconto é inconstitucional. E faz falta para os educadores aposentados pagarem as contas no final do mês. Seguimos com a nossa ADI para que essa injustiça seja revertida”, apontou.

O Sindicato ingressou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), junto com a União Gaúcha dos Servidores Públicos, a Ajuris e outras entidades, no Supremo Tribunal Federal (STF). “Estamos aguardando a data do julgamento, já que seria em janeiro deste ano, mas o governo Leite recorreu”, explicou Marcelo.

Saúde na terceira idade e momento cultural

Em ambos os encontros, os presentes tiveram a oportunidade de debater temas relevantes para a terceira idade. Em Lagoa Vermelha, a psicóloga Ana Cristina Ranghetti abordou o tema “Bem-estar na Terceira Idade”.

No núcleo de Santa Maria, a psicóloga Aline Garzieri falou sobre a “A Sexualidade na Terceira Idade” e o Dr. Dejalma Cremonese, palestrou sobre “O bem-estar e a felicidade em tempos de pós-modernidade”.

O grupo de pagode, “Cadência Bonita do Samba”, alegrou e colocou todos para dançar no encontro em Santa Maria.

A diretora do CPERS, Sandra Terezinha Régio, também colocou os participantes para se movimentarem através da dança, destacando a importância da atividade física para os aposentados(as) diariamente.

“Precisamos praticar atividade física para melhorar a saúde e a qualidade de vida. O alongamento também é muito importante, ainda mais no frio que temos contração muscular. Nosso corpo tem que estar em movimento sempre”, concluiu Sandra.

A diretora do CPERS, Alda Souza, também esteve presente nos dois encontros.

No 25º núcleo (Lagoa Vermelha) o diretor Joarez Lorenson e a tesoureira do núcleo Vilma de Fátima Loregian fizeram o acolhimento dos presentes.  Já em Santa Maria as boas-vindas ficaram por conta da coordenação do Coletivo dos Aposentados(as) do 2º Núcleo.

Os Encontros Regionais dos Aposentados(as) são uma preparação para o Encontro Estadual que será realizado nos dias 29 e 30 de agosto, em Bento Gonçalves.

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Prestes a completar uma década neste mês de agosto, a Lei de Cotas Raciais, política pública que garante metade das vagas de institutos e universidades federais para ex-alunos de escolas públicas, passará por uma revisão e corre sério risco de retrocesso. A avaliação é de Mila Gaudencio, economista, educadora financeira e ex-aluna da Educafro.
“Acredito que corremos o risco de retrocesso porque ainda não falamos em lei de cotas nas empresas privadas, e se a gente enfraquece a lei, a gente não consegue uma revisão na esfera estudantil”, pontua Mila.

A Lei de Cotas foi aprovada pelo Congresso e sancionada em 2012. O texto prevê que, até 29 de agosto de 2022, a política de ações afirmativas precisa passar por uma revisão. Porém, o governo de Jair Bolsonaro (PL) não apresentou até o momento nenhuma proposta para sua revisão.

Mas o que isso significa? A lei corre o risco de deixar de existir? Segundo a economista, a revisão da lei não implica na sua expiração, mas a discussão sobre as cotas raciais precisa ser ampliada dentro das empresas privadas.

“Para conseguir ampliar essa discussão, a gente precisa fortalecer o que já existe, se não a gente retrocede em várias esferas. Independentemente das divergências, as cotas aumentaram o número de pessoas pretas, indígenas e de baixa renda nas universidades públicas. A gente não vê esse número com relevância em cargos de liderança, por exemplo”, pontua.

O termo “revisão” refere-se à necessidade de analisar como a política pública funcionou para, então, discutir se deve ser ampliada, mantida como está ou “enxugada”. Não há um prazo de validade – mesmo que o processo não aconteça em agosto a lei não caducará.

No entanto, para especialistas, se o debate não ocorrer até o fim do mês, as universidades federais podem abandonar as cotas, se assim desejarem.

“A lei precisa não só ser revisada, mas também expandida para além das universidades, para as empresas. Hoje as empresas que usam a ‘estratégia’ de diversidade são vistas como diferenciadas, é vendido como algo bom (e não estou dizendo que não é), mas a empresa não está fazendo mais que obrigação dela”, defende Mila, que só conseguiu fazer faculdade de economia pela Educafro após receber uma bolsa de 80% numa universidade particular.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) avalia que a política de cotas já apresenta uma série de reflexos objetivos e subjetivos – indo do aumento da autoestima dessas pessoas até a reconfiguração do mercado de trabalho e da produção científica. Por meio da Secretaria de Combate ao Racismo, a CNTE reafirma, permanentemente, o seu posicionamento de compromisso e justiça com a verdadeira história do povo negro e defende que manter a política de cotas é fundamental
para promover uma sociedade mais igualitária.

>> COTA NÃO É ESMOLA: VEJA A CAMPANHA DA CNTE EM DEFESA DAS COTAS

A lei
A Lei de Cotas, pensada por intelectuais negros e após anos de luta do movimento negro brasileiro, foi desenhada com base na experiência de universidades que já tinham algum tipo de ação afirmativa. A Universidade de Brasília (UnB), por exemplo, foi pioneira ao implementar em 2004 a reserva de vagas para estudantes negros.

Ela estabelece 50% das vagas dos institutos e universidades federais para estudantes que cursaram o ensino médio integralmente em escolas públicas. Foram durante os mandatos de Lula e Dilma Rousseff que a população negra conquistou algumas políticas de ações afirmativas que contribuíram para a ascensão social e intelectual de milhares de pessoas ignoradas pelos políticos durante mais de 500 anos de história do Brasil.

Essas políticas começaram a ser atacadas durante o governo ilegítimo Michel Temer (MDB-SP), que acabou com o status de ministério da Secretaria Nacional de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR).

Já com, Jair Bolsonaro (PL) a situação piorou. Houve desmonte de todas as políticas públicas voltadas para a população negra. Em diversas declarações ele chamou as ações afirmativas como “coitadismo” dos negros, gays e nordestinos. Segundo ele, essas políticas afirmativas reforçam o preconceito.

“Eu era a única gerente de uma empresa multinacional. Única mulher negra. Eu sou fruto dessa política”, ressalta Mila.

Positividade

De acordo com levantamento do Consórcio de Acompanhamento das Ações Afirmativas, apresentados na semana passada no evento “Dez anos da Lei de Cotas: resultados e desafios”, no Museu Afro-Brasil, em São Paulo, 71% das pessoas entrevistadas avaliaram positivamente as cotas raciais. Outras 62% as cotas sociais. Segundo o levantamento, os estudos analisados foram publicados entre 2006 e 2021.

Sobre as cotas raciais, 53% dos estudos avaliaram como “bastante positiva”; 18% como “levemente positiva” e 12% como “negativas” (com 16% sem identificação clara). Já em relação às cotas sociais, 43% foram “bastante positivas”, 19% “levemente positivas” e 12% “negativas” (25% sem identificação).

 

Foto: Roberto Parizotti/CUT Brasil
Fonte: CNTE

 

 

 

 

 

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Recordar o passado e analisar o presente é fundamental para se decidir o futuro! É com esse intuito que a #CaravanaPelaDemocracia do CPERS chegou às regiões de Três Passos (27° Núcleo) e Santa Cruz do Sul (18° Núcleo).

Representantes da direção central e dos núcleos visitaram escolas e rádios para promover o debate sobre o futuro da educação no Brasil e no Rio Grande do Sul.

Os dirigentes debateram os projetos em disputa nas próximas eleições com a apresentação das últimas edições do Jornal Sineta, que apresentam comparativos entre os últimos quatro governadores do RS e um material apresentando como votaram os deputados e deputadas nas pautas da educação.

Alex Saratt, presidente em exercício do CPERS, ressaltou que não podemos permitir mais quatro anos de projetos que relegam os educadores(as) à miséria e não priorizam a educação.

“Temos o compromisso de eleger projetos e candidaturas para os governos e parlamentos que defendam a educação e os trabalhadores. O chão da escola é o nosso espaço de luta, bem como as ruas; agora precisamos dar uma reposta nas urnas. Neste ano eleitoral, é imprescindível a unidade na defesa da democracia, dos direitos dos professores e funcionários de escola da ativa e aposentados e do ensino público gaúcho”.

“Neste último período  a verdade é que sobrevivemos e ainda estamos sobrevivendo a duras penas. Nunca vamos dizer em quem vocês têm que votar, mas alertamos para a importância da reflexão quanto a eleger governos e parlamentos que defendam nossos direitos históricos e valorizem cada professor e funcionário de escola”, ressaltou o vice-presidente do CPERS, Edson Garcia.

O diretor do CPERS, Amauri Pereira da Rosa, conclamou a categoria para que unidos e fortes possam derrotar os atuais governos fascistas e neoliberais.

“Sofremos inúmeros ataques nos últimos governos e estamos na miséria. O poder da mudança está nas nossas mãos: é hora de elegermos aqueles que de fato defendem os nossos direitos e a educação”.

Acompanharam o roteiro da Caravana em Santa Cruz do Sul: a diretora-geral do núcleo Cira Kaufmann, a tesoureira Iara Bonfante, a diretora Larissa Bettencourta e os educadores(as) Júlia Souza, Francisca da Silva, Lúcia Kroth, Helena Etges, representante dos aposentados(as) do Núcleo, Miriam Neumann, conselheira 1/1000, Éverton Steffanello, suplente 1/1000, Flávio Henn, diretor do Simpro/RS e os representantes do Simpro/RS Betina Durante e João Batista Gomes. 

Já o roteiro em Três Passos foi acompanhado pelo diretor-geral do 27° Núcleo, José Lisandro dos Santos, pela vice-diretora, Sirlei Maria Voos, e o educador Edio Weschenfelder, representante dos aposentados(as) do Núcleo.

O CPERS segue na estrada, até o dia 9 de setembro, visitando escolas das regiões dos 42 Núcleos do Sindicato para mobilizar a categoria e fortalecer o projeto de futuro que queremos para a educação pública gaúcha e brasileira.

Nesta sexta-feira (19), a Caravana ainda passará pelas regiões de Frederico Westphalen e Cachoeira do Sul.

>> Confira abaixo as escolas visitadas na #CaravanaPelaDemocracia nesta quinta-feira (18):

> Santa Cruz do Sul (18º Núcleo)

IEE Ernesto Alves (Rio Pardo)
EEEM Fortaleza (Rio Pardo)
EEEM Biagio Soares Tarantino (Rio Pardo)
EEEF Rio Pardo (Rio Pardo)
EEEF Monte das Tabocas (Venâncio Aires)
EEEM Crescer (Venâncio Aires)
EEEM Wolfram Metzer (Venâncio Aires)
EEEM Adelina Konzen (Venâncio Aires)
EEEF Leotina (Venâncio Aires)
EEEF Brigida (Venâncio Aires)
EEEM Cônego Albino Juchem (Venâncio Aires)
EEEF Zilda de Brito (Venâncio Aires)
EEEM Alfredo José Kliemann (Santa Cruz do Sul)
EEEM Willy Froelich (Santa Cruz do Sul)
EEEM José Mânica (Santa Cruz do Sul)
EEEM Ernesto Alves (Santa Cruz do Sul)
EEEF Felipe Jacobs (Santa Cruz do Sul)
EEEF Bruno Agnes (Santa Cruz do Sul)
EEEF Boa Esperança (Santa Cruz do Sul)
CE Monte Alverne (Santa Cruz do Sul)
EEEB Goías (Santa Cruz do Sul)
CE Professor Luiz Dourado (Santa Cruz do Sul)
EEEF Prof Afonso Pedro Rabuske (Santa Cruz do Sul)
EEEF Nª Srª de Fatima (Santa Cruz do Sul)

> Três Passos (27º Núcleo)

EEEM Águia de Haia (Três Passos)
EEEM José de Anchieta (Bom Progresso)
IEEI São Valério (Área Indígena)
IEE Érico Veríssimo (Três Passos)
IEE Fagundes Varela (Três Passos)
EEEB Tiradentes (Tiradentes do Sul)
EEEM Getúlio Vargas (Derrubadas)
EEEF Rui Barbosa (Vista Gaúcha)
EEEM João Leopoldo Vogt (Barra do Guarita)
EEEF Osmar Hermann (Miraguaí)
EEEM Américo dos Santos (Redentora)
EEEB Feliciano Jorge Alberto (Redentora)
EEEM Santo Pazzini (Braga)

 

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Na última quarta-feira (10), o Dieese lançou um estudo comprovando o que o CPERS denuncia há anos, mais da metade (54,4%) dos funcionários(as) de escola do Rio Grande são temporários.

Em julho deste ano, o governo do Estado autorizou a abertura de concurso público somente  para professores(as) da rede estadual, mas não sinalizou quando será realizada a seleção para servidores(as) de escola.

Atualmente, dos cerca de 25 mil servidores(as) lotados na Seduc, quase 9 mil são temporários. Destes, em média 12 mil recebem vencimentos abaixo do Salário Mínimo Regional. 

>> Clique aqui para conferiri a íntegra do estudo do Diesse 

Reajuste do Salário Mínimo Regional Já! 

Ainda segundo o estudo do Dieese, a tabela salarial dos servidores(as) de escola está tão defasada que, aqueles funcionários(as) enquadrados nos três primeiros níveis da tabela possuem referência salarial inferior a uma cesta básica. Isso representa uma média de 1.600 servidores(as) de escolas estaduais que não conseguem comprar os alimentos básicos para sobreviver.Enquanto funcionários(as) de escola estão na miséria, recebendo salário base de cerca de R$ 650,00 e acumulando dívidas impagáveis, o atual governo, através da grande mídia, anuncia que o reajuste do Salário Mínimo Regional será de 7%.

Em sua maioria, servidores(as) das instituições de ensino estaduais não sentiram no bolso o reajuste de 6% da revisão geral, concedido no início do ano, e vários tiveram UM CENTAVO de “aumento” no contracheque. Enquanto isso:

📍 A inflação desde 2014, último reajuste real da categoria, está em 52,23%

📍 Neste período, a cesta básica aumentou 119,7%

Em documento enviado ao governo do Estado, as centrais sindicais reivindicam 15,58% no reajuste do mínimo regional a contar de fevereiro de 2022. Trata-se da inflação de 2019 e 2021 que não foram repassadas no reajuste anterior. 7% é justo?

Em meio a este caos, o governo comemora o superávit – construído sobre os ombros dos professores(as), funcionários(as) de escola e demais servidores(as) públicos – de R$ 4,1 bilhões no primeiro quadrimestre do ano, o dobro do registrado no mesmo período de 2021.

O Rio Grande do Sul está em dívida com a educação pública gaúcha: a farsa do completivo

Um servidor(a) de escola que recebe salário base de R$ 657,97, deveria receber completivo do salário mínimo regional no valor de R$ 761,89, mas, na prática, o atual governo abate verbas pecuniárias, gratificações e outros desse valor.

O exemplo acima explicita bem a questão, a educadora deveria receber R$ 761,89 de completivo, mas recebe R$ 227,65, onde foram parar os R$ 534,24 restantes? O Adicional de Local de Exercício, vantagem que é direito da servidora, está saindo do seu próprio bolso. Não é justo!

Há vários casos em que, se o cálculo partisse do salário base, o funcionário(a) de escola receberia uma complementação em torno de R$ 7 mil a mais por ano.

Considerando a atual tabela salarial dos servidores(as) de escola, dos 30 enquadramentos diferentes onde pode estar um servidor, 22 estão abaixo do Piso Regional (R$ 1.419,86).

Funcionários(as) de escola, que vivem com menos de um salário mínimo e fazem acrobacias para honrarem as contas no final do mês, muitas vezes sem conseguir pagar o básico para uma vida digna, são invisíveis para o governo, mas não para o CPERS.

A partir de setembro, o Coletivo de Funcionários(as) do Sindicato realizará encontros regionais em todos os seus 42 núcleos para debater os próximos passos da luta da categoria. Participe!

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