A EEEF Estado de São Paulo, localizada no bairro Murungava, zona rural de Gravataí, está, mais uma vez, sem transporte escolar para os cerca de 150 estudantes da escola. A instituição já havia passado pela mesma situação em abril deste ano.

Após pressão do CPERS, educadores(as), alunos(as) e comunidade escolar, o problema foi solucionado com um contrato emergencial com a empresa Linlex Transportes, mas, desde o dia 1º de agosto, a empresa não está mais operando o serviço.

O diretor da escola, Ricardo Britz, explica que após três meses a empresa se retirou dizendo que pedirá um aumento por km rodado para a Seduc. “Estamos apreensivos e aguardando uma solução. Acionamos a Seduc e as pessoas responsáveis pelos contratos para fiscalizarem, pois, os contratos estão vigentes, tanto o emergencial quanto o de licitação, só vencem no final do mês”, aponta.

Sem o transporte escolar, 150 alunos(as) da Estado de São Paulo permanecem em casa sem poder estudar. “Mães e pais estão apreensivos sem saber para quem pedir ajuda. Estamos novamente pedindo socorro para que o transporte volte a funcionar na escola”, desabafa o diretor.

Britz destaca que os estudantes já tiveram prejuízo com a pandemia, e agora, novamente, estão tendo prejuízos pedagógicos com a falta de transporte. “O governo não está nem fiscalizando, a Seduc pediu para aguardar para eles negociarem com a empresa. Já faz uma semana e não sabemos até onde vai essa situação ou quando a empresa voltará a transportar nossas crianças aqui para a escola”, frisa.

O educador destaca ainda que o sentimento é de descaso e desrespeito por parte do governo do Estado com a escola e os estudantes. “Eduardo Leite promete melhorar a educação, promete transporte para todo mundo e só fica na promessa. Ele só promete e não cumpre os contratos, nem a palavra e ficamos frustrados, porque a escola fica abandonada sem alunos”.

Em abril, o 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, o diretor Leonardo Preto Echevarria, e a diretora do 22º núcleo (Gravataí), Leticia Coelho Gomes, acompanharam a situação da escola e participaram de reuniões com a 28ª CRE, além das mobilizações pela volta do transporte.

“O CPERS já interviu nessa questão anteriormente, conseguiu mediar uma solução de compromisso que garantisse a regularidade do transporte e diante desse fato, mais uma vez, vamos ser parte da resolução deste problema, exigindo da Seduc que agilize os processos para que não aconteça novamente. O CPERS segue na luta pelo transporte escolar e por uma educação pública de qualidade”, destaca o 1º vice-presidente da entidade, Alex Saratt.

O Sindicato seguirá acompanhando o caso e atento aos próximos passos, para que o problema da instituição seja resolvido o mais breve possível.

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Em entrevista ao vivo para todo o Rio Grande do Sul, no Jornal do Almoço desta terça-feira (8), o governador Eduardo Leite (PSDB) fez valer o seu título de inimigo número um dos servidores(as) públicos estaduais.

Além de tentar justificar o injustificável, declarou que concedeu 80% de aumento líquido aos educadores(as) gaúchos(as). Mas deixamos o questionamento: quem aqui recebeu todo esse montante de reajuste desde o início do governo Leite?

Para piorar, o governador se esquivou de questionamentos importantes e, novamente, deixou explícito o seu desprezo pelos aposentados(as), colocando-os como culpados da atual situação de desvalorização salarial dos trabalhadores(as) da educação.

>> Confira abaixo alguns pontos de destaque na entrevista:

Obras atrasadas nas escolas

O primeiro ponto abordado na conversa foi o único que deixou o governador levemente desconcertado. Com relato de estudantes e educadores(as) que esperam há anos a reforma de uma escola em Cruz Alta, Leite tentou justificar o atraso no início das obras, mas esqueceu de mencionar que seu mandato é mais longo do que os seis meses desde que voltou ao Palácio Piratini e que faltou levantar da cadeira e priorizar, de fato, a educação.

Desconto da insalubridade

Este é um dos temas mais importantes para a categoria, mas, lamentavelmente, foi pouco explorado na entrevista. Quando questionado, Leite se esquivou e respondeu somente com a informação de que pensa em uma reestruturação na carreira dos funcionários(as) de escola, mas que no momento essa reformulação teria que esperar, devido à Lei de Responsabilidade Fiscal.

Conforme denúncia do CPERS, servidores(as) de escola que tiveram o reconhecimento do pagamento da insalubridade – publicado no Diário Oficial no dia 28 de setembro de 2021 – deveriam receber o pagamento retroativo desses valores na folha de junho/2023. No entanto, em função da desumana forma de cálculo praticada pela atual gestão, os trabalhadores(as) que recebem um completivo, em função de seus salários não atingirem o piso do salário mínimo regional (R$ 1.570,36), tiveram esse direito surrupiado, já que o governo pagou e descontou os valores no mesmo contracheque.

Valorização salarial dos funcionários(as) de escola

Durante a entrevista, o governador afirmou não poder dar reajuste devido à Lei de Responsabilidade Fiscal, mas deixou de mencionar o fato de que, de acordo com essa Lei, ele poderia, com um aceno de humanidade, atender às reivindicações da categoria. Contudo, opta por negar aos servidores(as) com os menores salários do estado – que registram redução salarial pela não reposição da inflação de mais de 50% – o direito constitucional de não reduzir salários e o direito à saúde, uma vez que estão expostos em ambientes insalubres sem receber por isso. É isso que o governador nega: alimentos e saúde para os que menos ganham!

Mas afinal de contas, quanto representa esses ajustes para os cofres do Estado?

Em simulação elaborada pelo Dieese, o valor não pago de insalubridade (que segundo o Departamento está superestimado, em função do limite ao acesso a informações), representa cerca de 0,06% da despesa total de pessoal do Estado. Portanto, confirma-se que o que falta é vontade política.

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Nesta terça-feira (8), o 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, participou da audiência pública da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, que debateu o tema “Educação Antirracista e a Aplicação do Estudo da História e Cultura Afro-brasileira e Indígena”.

A iniciativa, proposta pelo deputado Matheus Gomes (PSOL), discutiu a aplicação do Artigo 26-A da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nas escolas do Rio Grande do Sul. A referida Lei torna obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira em escolas públicas e privadas, no Ensino Fundamental e Médio.

Ao iniciar o debate, o deputado Matheus apresentou dados da pesquisa Percepções sobre o Racismo, realizada pelo Instituto de Referência Negra Peregun. De acordo com o estudo, o racismo é percebido como principal elemento de desigualdade racial no Brasil por mais de 80% da população. “Estamos sub-representados em diversos setores da sociedade. A pesquisa mostra também que apenas 4% da população branca brasileira admite ter atitudes racistas e que 70% das pessoas brancas que responderam disseram que é através da educação que se pode superar o racismo”, expôs.

O parlamentar destacou ainda que a bancada negra da Assembleia Legislativa recebe muitas denúncias de situação de racismo que ocorrem dentro das escolas. “Há muita dificuldade por parte das equipes diretivas e também da Seduc em auxiliar no encaminhamento correto dessas situações. Temos que pensar nas possibilidades reais de aplicar as legislações e saber como lidar com esses conflitos no ambiente escolar”, observou.

Edson Garcia, 2º vice-presidente do CPERS e diretor do Coletivo Estadual de Igualdade Racial e Combate ao Racismo do Sindicato, ressaltou que a luta antirracista é desleal, inclusive no que se refere as responsabilidades da Secretaria Estadual da Educação (Seduc). “Se não tivermos uma secretaria que realmente cobre e fiscalize as escolas para que a Lei seja, de fato, colocada em prática, não vai acontecer. Temos um estado que desde 1990 não faz concurso para especialista e supervisor educacional. Então, que conscientização tivemos nesse tempo todo? No dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, colocam uma menina branca vestida de baiana, um menino jogando capoeira, sem a mínima contextualização. Queremos ver os rostos negros em todos os espaços”, afirmou.

Graziela Oliveira, representante do Tribunal de Contas do Estado (TCE), destacou o trabalho realizado pelo Grupo de Trabalho do TCE voltado às políticas antirracistas. “Fazemos um trabalho de acompanhamento sobre quais municípios estão deixando de aplicar a Lei. Em outubro vamos apresentar a íntegra da pesquisa. Entre os resultados obtidos até agora, destaco que a região noroeste é a que menos aplica o artigo 26 – A, seguida da região nordeste e da região metropolitana”, expôs.

Segundo ela, há problemas sérios com relação à gestão, que não preconiza o marco relatório, além da ausência de vontade política, falta de investimentos e conselhos de educação que não conseguem realizar o trabalho de fiscalização. “A escola que temos hoje foi pensada a partir da colonização. Ela é branca, universal e autoritária. Precisamos descolonizar o pensamento dos que trabalham com a educação, bem como descolonizar o currículo”, observou.

“A escola é sim um espaço racista. Falta formação de professores nas políticas antirracistas. O governo precisa ouvir o movimento negro e se comprometer, de fato, com uma agenda antirracista. Não temos como avançar se o poder público não nos escuta”, pontuou Welington Porto, da Coalizão Negra por Direitos.

“Os povos indígenas e quilombolas existem e estão na sociedade. O governo do Estado precisa fazer com que essa Lei seja implementada, pois as escolas não estão desenvolvendo ações e projetos voltados ao tema”, ressaltou Woia Xoklenh, representante do povo Xokleng.

“Todos os dias travamos uma luta pela vida e pela nossa cultura. Precisamos dialogar e avançar. O último senso do IBGE indica que o Brasil tem 1,7 milhão de pessoas indígenas. Mesmo diante de uma política de genocídio, seguimos resistindo através dos nossos ensinamentos e da nossa cultura”, afirmou o indígena, Xainã Pitaguary.

A deputada Sofia Cavedon (PT), presidente da Comissão, lembrou que o Fórum Nacional da Educação lançará, em breve, o documento balizador para o novo Plano Nacional de Educação. “Precisamos fortalecer o nosso Plano Estadual de Educação Étnico Racial. Temos pouco tempo para fazer os debates necessários. Por isso, uma das ações é fazer com que esse rico debate de hoje resulte em atividades muito intensas com relação à Educação para as Relações Étnico-Raciais, o Erer”, frisou.

Também participaram da audiência, representantes do Conselho Estadual de Educação, do Movimento Negro Unificado (MNU), da Frente Negra Gaúcha (FNG), da União de Negros e Negras pela Igualdade (UNEGRO), do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab), da Frente Negra Gaúcha, do Fórum Permanente de Educação e Diversidade Étnico-Racial, da Frente Negra Gaúcha, do Conselho Estadual de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra (CODENE), do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, Indígenas e Africanos da UGRGS (NEABI/UFRGS) e do Coletivo Antirracista da EEEM Padre Réus.

 

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Na última quarta-feira (2), um mapeamento elaborado pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação divulgou que apenas 12,3% das escolas públicas brasileiras possuem grêmios estudantis. Os números são ainda mais alarmantes quando se olha para a disparidade regional entre sudeste e norte: enquanto a primeira conta com 22,9% de representação estudantil nas suas escolas, a segunda possui apenas 3,2%. A pesquisa reúne dados desagregados do Censo Escolar de 2021 e foi desenvolvida em parceria com a Iniciativa Nós, com o Sistema Educacional Transformador e Antirracista (Projeto SETA) e com a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES). 

Os grêmios estudantis são entidades fundamentais para garantir o protagonismo dos estudantes nas decisões das instituições em que estão matriculados e vão ao encontro do modelo pedagógico de Paulo Freire, que vislumbra o educando como indivíduo autônomo, consciente criticamente e com poder de decisão. Desenvolvido em 2014, o Plano Nacional de Educação (PNE) previa em sua 19º meta a efetivação da gestão democrática do ensino através dos grêmios, o que denuncia a gravidade do quadro apresentado pelo mapeamento e a urgência de cumprir a universalização desse dispositivo.

Outro dado crucial no levantamento realizado é que escolas com maioria de alunos(as) negros(as) têm menos grêmios estudantis em comparação com a média nacional. Apenas 8,2% das escolas que possuem mais estudantes negros(as) contam com a organização de grêmios, frente a 12,3% em todo o Brasil. Além disso, os números mostram também que escolas localizadas nas zonas rurais têm 81% menos chance de possuir grêmio estudantil em relação às escolas das áreas urbanas. 

Depois de sistematizar o cenário nacional, o mapeamento realizou um recorte por estados dando ênfase ao Amapá, ao Amazonas e ao Maranhão – os três situados na região da Amazônia Legal – já que as populações indígenas, quilombolas e do campo estão em grande representação. O Maranhão, que teve foco preponderante por parte do projeto, tendo dados quantitativos e qualitativos reunidos, é a unidade de federação com mais grêmios estudantis entre as três localidades, contabilizando 5,2%. Por outro lado, o Amapá é o estado com menos grêmios, totalizando 2,1%. 

Para além da análise estatística, a pesquisa estruturada pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação evidenciou que faltam ações para garantir uma educação antirracista dentro das escolas, mesmo que haja esforço por parte das instituições de promover debates, e que as escolas do campo, quilombolas e indígenas estão marginalizadas pela falta de investimento e infraestrutura, o que consequentemente culmina na dificuldade de participação da classe estudantil.

Para o CPERS, a criação de grêmios é fundamental para ampliar conhecimentos sobre democracia, cidadania, autonomia e protagonismo. Acreditamos que o fortalecimento da participação dos estudantes, além de fazer valer a Lei de Gestão Democrática, contribui para um ambiente mais rico e democrático nas escolas.

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O “Agosto Lilás”, mês de combate à violência doméstica e familiar contra as mulheres, tem como objetivo prevenir casos de violência, fornecendo mais informações ao público em geral e aumentando a visibilidade do tema.

A campanha tem como base a Lei 11.340, sancionada em 7 de agosto de 2006, popularmente conhecida como Lei Maria da Penha. Ela foi criada com o intuito de proteger as mulheres contra atos de violência e punir os agressores. Recebeu esse nome em homenagem à professora universitária cearense Maria da Penha Maia, que ficou paraplégica após uma tentativa de assassinato por parte de seu marido.

Além da prevenção, a Lei desempenha um papel fundamental ao informar e auxiliar a população a identificar os diferentes tipos de violência.

Atualmente, a Lei é a principal ferramenta no combate à violência de gênero e feminicídios, assegurando direitos e proteção por meio de mecanismos como a Medida Protetiva, que visa manter a vítima em segurança, afastando-a do agressor, além de fortalecer os serviços oferecidos pelas delegacias de Atendimento à Mulher.

Um dos maiores avanços que alcançamos na sociedade foi a conscientização. Segundo o Instituto Patrícia Galvão/Locomotiva, em uma pesquisa realizada em 2020 sobre violência doméstica durante a pandemia, 85% dos entrevistados conhecem muito ou um pouco sobre a Lei Maria da Penha. Cerca de 75% concordam que agora a violência doméstica é mais condenada do que antes de sua implantação e 83% acreditam que ela contribui para a redução dos crimes de violência contra a mulher.

Sabemos que este é um caminho árduo e longo e que necessitamos de mais políticas públicas para favorecer a população feminina, mas seguimos firmes em busca de respeito, dignidade e igualdade.

O CPERS, através de seu Departamento de Gênero e Diversidade, apoia de maneira vigorosa todos os movimentos que defendem a vida das mulheres e se compromete com a segurança delas. Compreendemos que essa é uma responsabilidade de todos(as).

Em situações de violência, não se cale, denuncie. Disque 180!

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Neste domingo, 06 de agosto, comemoramos o Dia dos Profissionais da Educação, uma data especial para reconhecer e homenagear aqueles que são fundamentais para o desenvolvimento educacional e social de nosso país.

Nesta ocasião, é crucial lembrarmos que não existe educação sem a dedicação incansável dos trabalhadores e trabalhadoras da educação.

Professores(as), diretores(as), coordenadores(as), assistentes, merendeiras, zeladores(as), secretárias e tantos outros profissionais que atuam nas escolas desempenham um papel vital em moldar o futuro das novas gerações. São eles que dedicam horas preciosas para transmitir conhecimento, orientar, inspirar e acompanhar o crescimento intelectual e emocional de nossas crianças e jovens.

Valorizar esses profissionais é primordial para a construção de uma educação pública de qualidade, acessível a todos(as), e capaz de proporcionar oportunidades de desenvolvimento a cada aluno(a). Afinal, uma educação de excelência não se constrói apenas com tijolos e livros, mas sim através do comprometimento e amor dos trabalhadores(as) que se empenham diariamente para criar um ambiente de aprendizado enriquecedor e acolhedor.

Devemos reconhecer que a valorização dos profissionais da educação se faz com salários justos e condições de trabalho adequadas, mas também é preciso oferecer formação contínua, incentivar a troca de experiências e conhecimentos entre colegas, promover um ambiente colaborativo e inclusivo, e proporcionar oportunidades de crescimento profissional.

Ao reconhecer o valor desses profissionais e investir em suas carreiras, estamos investindo no futuro de nossa sociedade como um todo. Professores(as) e funcionários(as) de escolas realizam um trabalho essencial, moldando não apenas futuros profissionais, mas também cidadãos conscientes, críticos e capazes de contribuir positivamente para a construção de um país mais justo e igualitário.

Neste Dia dos Profissionais da Educação, o CPERS celebra e agradece a todos(as) que se dedicam à nobre missão de educar. Vamos refletir sobre a importância de garantir uma educação pública de qualidade, com profissionais valorizados e motivados. Juntos(as), podemos construir um futuro melhor, onde a educação seja uma força transformadora, impulsionada pelo compromisso e dedicação dos trabalhadores(as) da educação.

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Nesta sexta (4) e sábado (5), o CPERS esteve presente no 16° Congresso Estadual da Central Única dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul (16° CECUT – RS). Com o tema “Luta, direitos e democracia que transformam vidas”, o encontro foi realizado no Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa, em Porto Alegre.

As 400 delegadas e delegados e as mais de 40 observadoras e observadores, eleitos(as) pelas entidades filiadas – entre elas o CPERS, definiram estratégias e o plano de lutas para o próximo período.

Na última Assembleia Geral do Sindicato, realizada no dia 14 de julho, educadoras e educadores de todo o estado definiram, por meio de voto, a refiliação do Sindicato à CUT.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, ressalta que o retorno da entidade para a Central é de extrema importância para reforçar a união na luta pelos direitos da classe trabalhadora e unificar as mobilizações nacionais que impactam diretamente a categoria, como a revogação do Novo Ensino Médio, a defesa do Piso, o fim do desconto previdenciário, entre outras.

“O Congresso da CUT é muito importante para as lutas da categoria, pois aqui colocamos as pautas da educação na agenda da Central Única dos Trabalhadores. Aprovamos uma luta conjunta contra as escolas cívico-militares e contra o Novo Ensino Médio, porque os trabalhadores sabem que esses projetos impedem que seus filhos tenham direito a uma universidade pública e uma educação de qualidade. Também aprovamos a pauta do desconto previdenciário”, afirmou a presidente.

Helenir ainda completou: “A partir de agora as nossas lutas são as lutas de todos os trabalhadores do Rio Grande do Sul ligados à CUT. Unidos somos mais fortes!”.

Além das pautas da educação, o 16º CECUT – RS também aprovou a luta unificada por emprego, renda e proteção social, o combate aos retrocessos na regulação do trabalho e unidade de ação e mobilização popular para democratizar as políticas públicas, entre outras. 

Encontro do Macrossetor Serviço Público organiza a luta em defesa dos servidores das três esferas

No primeiro dia do encontro, servidores(as) públicos cutistas, das esferas municipal, estadual e federal, reuniram-se na sede do CPERS, em Porto Alegre, para participar do Encontro do Macrossetor Serviços Públicos, atividade que integrou a programação do 16º CECUT-RS. 

O encontro tinha o objetivo de aprofundar o debate e organizar conjuntamente a luta em defesa dos serviços públicos e dos servidores(as), através da análise das propostas apresentadas pela CUT-RS para o 16º CECUT-RS, partindo do ponto vista dos trabalhadores e das trabalhadoras públicos(as). 

Eleição da nova direção

Ao fim do Congresso, as delegadas e delegados elegeram a nova direção da CUT – RS, que estará à frente da Central na gestão 2023 – 2027. Amarildo Cenci foi reeleito por unanimidade e segue como presidente da entidade. 

Entre os eleitos(as), estão a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, como nova secretária de Formação, e a secretária-geral do Sindicato, Suzana Lauermann, que assume a pasta Secretaria da Mulher Trabalhadora.

Também participaram do Congresso, o 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, a tesoureira, Rosane Zan, e os diretores e diretoras Juçara Borges, Carla Cassais, Sonia Solange Viana, Amauri Pereira, Sandra Régio e Cássio Ritter.

Fotos: CPERS e CUT RS

 

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✊🏾 Vitória da luta!  Em comunicado publicado pela GZH, na noite desta sexta-feira (4), a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) confirma que voltou atrás na orientação de demitir educadoras e educadores da rede estadual com contratos temporários de 20 horas, que se recusem a assumir 40 horas, e também nas demissões por licença-saúde.

Este foi o principal ponto da última reunião entre o CPERS e a Seduc, realizada no dia 18 de julho. Na ocasião, representantes da direção central do Sindicato exigiram respostas sobre o ofício com a desumana orientação, que acarretou demissões de trabalhadores(as) da educação que estavam afastados para tratamento de saúde, inclusive em situações graves como câncer.

Em nota, a Seduc “justifica” a decisão com a desculpa de que o “objetivo das demissões era o de projetar a necessidade de contratação de professores ao longo dos próximos anos”, mas vale ressaltar, que a demissão é uma vontade política do governo Eduardo Leite (PSDB) e não acontece pela impossibilidade de chamar novos contratos.

Para sanar o problema, o governo deveria enviar para a Assembleia Legislativa uma solicitação de ampliação dos contratos emergenciais ou das vagas oferecidas no concurso público, mas opta por demitir, mostrando sua face desumana.

As demissões por motivo de saúde são extremamente cruéis, visto que, em sua maioria, as pessoas adoecem dentro do local de trabalho e depois são descartados sem a mínima humanidade, no momento em que mais precisam.

O recuo na decisão é uma conquista, mas precisa estar acompanhado de uma decisão sobre as exonerações já efetuadas. O CPERS seguirá na pressão pelos direitos da categoria e reforça que um governo comprometido com a sociedade não pode negligenciar essas questões. É preciso compromisso para a garantia de proteção aos profissionais da educação!

>> Leia também:
O governo Eduardo Leite e a crueldade contra educadores em licença para tratamento de saúde

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No ano de 2022, a cada 6 horas, uma mulher é vítima de feminicídio. Das 3.930 mulheres assassinadas no ano, 1.410 foram registradas como feminicídio (quando o crime é motivado pela vítima ser mulher). Esse foi o maior número desde que a lei do feminicídio entrou em vigor em 2015, segundo o levantamento feito pelo G1.

Índices preocupantes, revelados pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública, apontam que crimes sexuais contra crianças e adolescentes saltaram de 45.076 em 2021 para 51.971 em 2022. Um aumento de de 15,3%.

O crescimento na taxa desses crimes tem evidenciado uma situação alarmante no Brasil. Mas o que tem levado o país a ocupar a quinta posição entre as nações com maior número de feminicídio por ano e um aumento assustador nos casos de abuso de jovens e crianças?

Mesmo com anos de legislação em vigor contra esses crimes – como a Lei Maria da Penha e o Estatuto da Criança e do Adolescente, por exemplo -, volta e meia ainda surgem casos na mídia que chocam todo o país e evidenciam o quanto esses temas têm sido pouco abordados na sociedade.

Durante a madrugada do dia 30 de julho, uma jovem de 22 anos foi vítima de estupro em um bairro da região noroeste de Belo Horizonte, após voltar desacordada de um show na capital mineira. No evento, ela teria ingerido grande quantidade de bebida alcoólica e teve a ajuda de um amigo, que a colocou em um carro de aplicativo na volta para a casa e compartilhou a corrida com o irmão dela.

No fim da corrida, ao chegar ao endereço, por volta das 3h da madrugada, o motorista desembarcou a jovem, ainda desacordada, na calçada do prédio com ajuda de outro homem que passava na rua. Após não ser atendido por um membro da família, foi embora deixando a jovem sozinha e inconsciente na rua.

Minutos após o motorista sair do local, outro homem se aproximou de onde a vítima foi deixada e a carregou até um campo de futebol do bairro, onde ela foi abusada e encontrada 4 horas depois por moradores da região, que acionaram o Serviço de Atendimento Móvel (Samu) para o atendimento.

Além do agressor, atitudes dos envolvidos no caso em relação à vítima têm gerado comoção no país, sobre o que poderia ter sido feito para impedir o crime.

Educar para prevenir

Notícias como a da jovem de Belo Horizonte e os dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública têm revelado a importância de ampliar as discussões sobre os temas, para conscientizar e denunciar violências e abusos.

Para a secretária de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Francisca Seixas, ao envolver toda a sociedade nesse necessário debate, é possível contribuir de maneira contundente para o enfrentamento à violência, aos abusos, em defesa das crianças, adolescentes e mulheres.

Francisca ainda cita que “a escola tem um papel fundamental para o Brasil avançar em seu processo civilizacional. A educação sexual tem o poder de ensinar as crianças e os adolescentes a identificar onde termina o carinho e começa o abuso. Além disso, questões de gênero na escola são essenciais para levar informação transparente e sem tabus às crianças e adolescentes sobre como os seus corpos devem ser respeitados”, conta.

Guelda Andrade, secretária de Assuntos Educacionais da CNTE, destaca também as diversas formas de abordar o assunto dentro das escolas sendo, um deles, usando a própria realidade como em casos que caracterizam desrespeito a alunos em sala de aula ou quando assuntos polêmicos surgem no ambiente escolar. Momentos como esses podem ser aproveitados para promover a discussão, através de um debate saudável e respeitoso.

“Assim, forma-se uma cultura de respeito. No início é preciso ter um cuidado especial e saber como abordar o tema no espaço escolar, para que ninguém se sinta desrespeitado ou ofendido”, menciona.

Ela ainda ressalta a importância de tratar assuntos como violência de gênero logo cedo, desde a pré-infância, auxiliando a formação de um futuro adulto com senso crítico de respeito e atenção, “a criança vai crescer com uma cultura de paz e respeito com os outros, não só com a mulher, mas com o ser humano. Independente do gênero, é preciso enxergar os outros como seres humanos”, afirma Guelda.

Desafios

Atualmente, a legislação brasileira prevê, por meio do art. 26 da Lei nº 14.164 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a aplicação de conteúdos relativos aos direitos humanos e à prevenção de todas as formas de violência contra crianças, adolescentes e mulheres, de modo adequado em cada nível de ensino.

Também voltado para temáticas como prevenção de violências e acidentes, promoção da cultura de paz e direitos humanos, saúde sexual e reprodutiva, além de prevenção de HIV/IST nas escolas, em julho deste ano, o Governo Federal destinou mais de Mais de R$ 90 milhões aos municípios que aderiram ao Programa Saúde na Escola (PSE).

No entanto, lembra Francisca, ainda é necessário enfrentar muitas barreiras até que conteúdos como educação sexual tornem-se pauta comum no ambiente escolar, principalmente em relação à estrutura social e religiosa bastante forte no país e posicionada contra o assunto. “A inclusão desses temas no currículo escolar esbarra no preconceito e na ignorância, ou seja, na falta de informação confiável sobre sexualidade”, diz.

“O fundamentalismo religioso e o patriarcado tentam de todas as maneiras podar que as crianças e adolescentes recebam a informação adequada à sua faixa etária, sobretudo, no que envolve a sexualidade e os seus corpos, que devem ser invioláveis”, completa Francisca.

Para Guelda, as pautas sobre gênero vêm sendo negligenciadas há um tempo, tendo se acentuado ainda mais graças ao conservadorismo crescente no país e as limitações impostas pelo governo anterior na educação básica, fazendo com que o tema se torne um assunto evitado.

“O tema faz parte da formação do aluno. Esses debates são momentos de levar orientação sobre como as pessoas podem se defender e buscar ajuda”, finalizou.

Fonte: CNTE

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Valorizar aqueles e aquelas que fizeram a história do CPERS e fortalecer a luta por direitos. É com este propósito que o Sindicato vem realizando os Encontros Regionais dos Aposentados(as), que nesta quinta-feira (3) chegou ao 3º Núcleo (Guaporé).

A atividade contou com a participação de educadores(as) do núcleo sede e dos núcleos de Bento Gonçalves (12º), Lagoa Vermelha (25°) e Vacaria (30º).

Na abertura do encontro, a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, fez um importante resgate dos ataques aos direitos dos professores(as) e funcionários(as) de escola ao longo dos anos. “A partir dos anos 90 começou um ataque sistemático à nossa profissão. De lá para cá, temos sofrido perdas atrás de perdas, um arrocho salarial nunca visto, entre outras ações que nos retiraram direitos históricos. Essa desvalorização está levando a um possível apagão de professores no Brasil”, alertou.

A diretora do Departamento dos Aposentados(as) do CPERS, Glaci Weber, lembrou do início das atividades desenvolvidas pelo Sindicato em prol dos aposentados. “Antes da nossa gestão os aposentados estavam esquecidos. Desenvolvemos atividades culturais, começando com a poesia, que resultou na publicação de um livro. Também propomos desafios de teatro e dança, sempre com grande participação. Nosso objetivo é o de manter nossos aposentados ativos, informados e juntos exigir a justa valorização”, observou.

A psicóloga Catarina Vanzella e a fisioterapeuta Nathali Rubik ministraram a palestra Envelhecimento Saudável.

Após a explanação, Nathali convidou o público para se exercitar através de exercícios de alongamento.

Para encerrar as atividades da manhã, houve a apresentação do Coral de educadoras do 3º Núcleo (Guaporé).

 Reforma do IPE Saúde e as consequências aos educadores(as)

O encontro também debateu sobre a mais recente maldade do governo Eduardo Leite (PSDB): a reforma do IPE Saúde, que penalizou quem menos ganha e aliviou para os maiores salários.

A diretora do CPERS e representante do Sindicato no Conselho de Administração do IPE, Vera Lessês, ressaltou questões importantes sobre o IPE Saúde, após a aprovação do nefasto projeto. “Se o governador achar que a arrecadação é insuficiente, vai corrigir no ano seguinte, de acordo com o que considerar necessário para equalizar as contas do Instituto. A cada ano, ele poderá tirar mais recursos dos nossos bolsos, pois a lei não está condicionada à reposição salarial anual para nós”, expôs.

Informes e esclarecimentos da Assessoria Jurídica 

A assessoria jurídica do CPERS, representada pelo Escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, também esteve presente no evento, explicando e tirando dúvidas sobre as ações em andamento em prol dos direitos dos aposentados(as).

O ponto de maior interesse para o público ficou por conta dos esclarecimentos sobre o julgamento do desconto previdenciário. O advogado da assessoria jurídica do CPERS (escritório Buchabqui e Pinheiro Machado), Marcelo Fagundes, informou sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), que está em tramitação no STF. “Acreditamos que será declarado inconstitucional esse desconto. Seguimos na luta para que esses recursos sejam devolvidos a vocês”, afirmou.

Desafio de Danças Folclóricas Internacionais encanta o público 

Nesta edição do Encontro dos Aposentados(as), o ritmo que embalou o Desafio de Danças Folclóricas Internacionais foi a valsa veneziana.

Apresentaram-se os grupos dos núcleos de Guaporé, Lagoa Vermelha e Bento Gonçalves.

O júri que avaliou as apresentações foi composto pelas educadoras Clari de Conto, Maria Cerenita de Mello Gomes, Nelita Gerreira da Costa, pelo secretário de turismo de Guaporé, Odacir Toldi, e pela professora de dança, bailarina e coreógrafa, Estefânia Bocchi.

Guaporé foi o grupo selecionado para a etapa estadual do Encontro dos Aposentados(as).

O evento contou com a presença dos diretores do CPERS, Juçara Borges e Leonardo Preto Echevarria, e dos diretores(as) dos núcleos participantes, Marili Grosselli Toldi (Guaporé), Leonildo da Luz de Moura (Bento Gonçalves), Joarez Antonio Lorenzon (Lagoa Vermelha) e Joara Dutra Vieira (Vacaria). O prefeito de Guaporé, Valdir Carlos Fabris, e a secretária municipal da Educação, Veridiana Tonini, também prestigiaram o Encontro.

>> Confira abaixo as datas e os núcleos que sediarão os próximos encontros: 

Sede: Três Passos
Data: 16/08/2023
Núcleos: Três Passos, Frederico Westphalen, Palmeira das Missões e Três de Maio

Sede: Porto Alegre
Data: 17/08/2023
Núcleos: 38º e 39º Núcleos de Porto Alegre, Guaíba, Canoas e Gravataí.

Sede: Osório
Data: a definir
Núcleos: Osório, Taquara e São Leopoldo

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