Após pressão do CPERS e da comunidade, Seduc compromete-se em regularizar transporte escolar de Gravataí


Na manhã desta segunda-feira (10), o CPERS, representado pelo 1º vice-presidente do Sindicato, Alex Saratt, e pelo diretor, Leonardo Preto Echevarria, participaram de reunião, realizada na Secretaria Municipal de Educação de Gravataí, sobre a falta de transporte escolar no município. Desde o início do ano letivo, cerca de 600 estudantes estão sem aulas presenciais devido ao problema.

A iniciativa foi definida após audiência pública na Câmara de Vereadores do município, na última quinta-feira (6), na qual o Sindicato também se fez presente.

Quatro instituições da zona rural de Gravataí são atingidas: EEEF Estado de São Paulo, EEEM Emília Veiga da Rocha, EEEF Santa Tecla e EEEF Frei Veloso.

Durante a reunião desta segunda, ficou estabelecido que a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), a 28ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) e a Secretaria Municipal de Educação irão encaminhar, de forma emergencial, a contratação por indenização do transporte escolar. “A princípio ficou definido que uma empresa, que já foi consultada, fará o transporte dos estudantes através desse sistema, o que deve permitir celeridade ao processo”, explica o 1º vice-presidente do Sindicato, Alex Saratt.

Paralelo a isso, uma equipe técnica se reunirá, ainda essa semana, para discutir os roteiros das linhas de ônibus, que também serão emergencialmente contratados, visto que o prazo de adesão ao programa estadual de transporte escolar já foi encerrado. Após, a prefeitura assinará o contrato para os próximos cinco anos.

O CPERS acompanha a situação desde o início e seguirá atento aos próximos passos. “Seguiremos monitorando e pressionando para que a palavra empenhada e os acordos verbalmente firmados sejam cumpridos. Seguiremos vigilantes para que seja garantido a todos os estudantes o acesso às instituições e a garantia ao direito de estudar”, afirma Saratt.

Além dos diretores do Sindicato, participam da reunião representantes da assessoria jurídica do CPERS, da comunidade escolar, parlamentares e da 28ª Coordenadoria Regional de Educação.

>> Leia também: Falta de transporte escolar causa evasão de alunos em escolas de Gravataí

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