Na estrada desde o dia 27 de fevereiro, a comitiva do CPERS intensifica nesta semana a realização das plenárias para que a atividade alcance todos os 42 Núcleos da entidade. Nessa quarta-feira (03) foi a vez dos(as) educadores(as) de Frederico Westphalen (26º), Cachoeira do Sul (4º), São Leopoldo (14º) e Uruguaiana (21º) acompanharem os debates que expõem como a Reforma da Previdência (PEC 06/2019) irá prejudicar a todos(as) os(as) professores(as) e funcionários(as) de escola, bem como demais trabalhadores(as), além de discutirem sobre a pauta salarial da categoria.

Durante as explicações sobre as consequências da Reforma, realizadas pela assessoria jurídica do Sindicato, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, é possível observar que grande parte do público ainda não tinha compreendido a dimensão da PEC 06/2019. “Sou aposentada e vim aqui hoje para apoiar os colegas, agora saio preocupada porque não fazia ideia que também poderia ser afetada. Esta reforma vai acabar com muito mais do que só aposentadoria, vai acabar com o pouco de dignidade que ainda tínhamos”, desabafa a aposentada Carmem Pires durante a Plenária realizada em São Leopoldo.

Também é comum surgirem dúvidas e questionamentos quanto a casos individuais, geralmente sobre o tempo que falta para a aposentadoria. Para estas situações, a orientação é a de que a categoria acompanhe a agenda do jurídico nos Núcleos e procure pelo atendimento individualizado. A advogada Juliane Marchioro, do escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, diz que os atendimentos individuais devem ser priorizados para que se possa analisar caso a caso, visto que a proposta da reforma é muito complexa e apresenta diversas variações para cada pessoa.
Você pode acompanhar a agenda da nossa assessoria jurídica e verificar quando o atendimento ocorrerá no seu núcleo neste link: buchabqui.adv.br/#calendario

Mobilização para a Assembleia Geral e Popular
Durante as plenárias também são abordadas as questões que envolvem a pauta salarial da categoria. O contínuo descaso, refletido nos mais de quatro anos sem reajuste ou reposição da inflação e no parcelamento e atraso dos salários, submete os(as) educadores(as) a uma situação de miserabilidade, impedindo que, muitas vezes, possam pagar contas básicas para seu sustento.

Após esta abordagem, professores(as) e funcionários(as) de escola são orientados a discutir a questão nas assembleias regionais e a participar da Assembleia Geral e Popular, que ocorre dia 12, às 13h, na Casa do Gaúcho, em Porto Alegre, que irá definir a pauta de reivindicações da categoria.
Frederico Westphalen

Cachoeira do Sul


São Leopoldo


Uruguaiana






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