O Brasil vive uma epidemia de desrespeito aos direitos dos (as) trabalhadores (as) diante das propostas do ilegítimo Temer. No Estado, Sartori segue a mesma linha. Para a educação pública, caso medidas como o fim da aposentadoria especial para professor (a), a suspensão de concursos públicos, a extinção da Lei do Piso Nacional e a ampliação da terceirização nas escolas com a precarização do trabalho, as perspectivas não são boas.
Nesse sentido, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE e seus sindicatos filiados, entre eles o CPERS, estão empenhados na construção da Greve Geral, convocada para o dia 28 de abril, em defesa da Previdência, contra a Terceirização e por Nenhum Direito a Menos.
Desde já, convocamos a todos (as) trabalhadores (as) em educação para estarem presentes nas diversas mobilizações que integrarão a Jornada de Lutas da Educação rumo à Greve Geral da Classe Trabalhadora.
Fique atento, nos próximos dias divulgaremos o calendário das atividades.