Na manhã desta quinta-feira (7), representantes do 40° Núcleo do CPERS reuniram-se com a Comissão de Educação e diversos vereadores da Câmara de Palmeira das Missões para denunciar o fechamento de escolas e turnos na região.

Participaram do encontro as direções da Escola Dr. Paulo Westphalen, que está sendo ameaçada de fechamento total, e da Escola Carimela Pugliese Bastos, que teve o noturno da EJA encerrado.

Ambas foram impedidas de realizar matrículas para o ano letivo de 2021.

Na ocasião, a comunidade escolar da Carimela Bastos entregou um abaixo-assinado destacando que oferta a EJA há mais de 15 anos para um significativo número de alunos de diferentes faixas etárias e de diversos bairros da cidade, e que encerrar essas turmas é apostar na exclusão social desses estudantes, pois não terão a chance de prosseguir ou concluir seus estudos.

Após a reunião na Câmara, a direção do núcleo e os representantes das escolas dirigiram-se à 20ª CRE para entregar um documento denunciando a situação. Também foi decidido que a denúncia será feita nas demais instâncias Estaduais.

Desde o primeiro ano da gestão de Eduardo Leite (PSDB), o CPERS vem denunciando o aprofundamento da política de enxugamento da rede iniciada por Sartori.

Negar o direito à escolarização vai contra o que diz as bases legais referentes à Educação de Jovens e Adultos e trata-se de mais um passo rumo à privatização da escola pública, reduzindo a oferta gratuita e abrindo espaço para o ensino privado.

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Os usuários do IPE Saúde passarão a contar com cobertura estendida para procedimentos realizados no Instituto de Cardiologia, em Porto Alegre.

O termo, assinado na última quarta-feira (6), no gabinete do governador, pelo presidente do IPE Saúde, Marcus Vinícius Vieira de Almeida, e pelo diretor-presidente do Instituto de Cardiologia, Marne de Freitas Gomes, contempla serviços de regime ambulatorial e internação nas especialidades de cardiologia a partir de fevereiro.

O documento garante a remuneração pelos serviços de internação, exames, materiais e anestesiologista, de modo que pacientes do IPE Saúde ficam isentos de custos adicionais nos atendimentos listados no Instituto de Cardiologia.

Nesta primeira fase, são contemplados dez procedimentos: oito referentes a angioplastia e dois relativos a implantes de marca-passo.

A nova dinâmica de atendimento é designada tecnicamente como “procedimento gerenciado”, mas é conhecida de maneira informal no setor de saúde como “pacotes de serviços”.

No setor privado, a modalidade já é uma prática adotada por diferentes planos suplementares há anos. No caso do IPE Saúde, também existia um mecanismo semelhante junto a algumas instituições credenciadas, mas que não abrangia a totalidade da cobertura dos custos aos pacientes.

A autarquia passa agora a introduzir nas suas rotinas algo que é validado e recomendado como novas práticas de gestão. Assim, como resultado, busca-se afiançar previsibilidade e planejamento aos gastos, bem como um maior controle e qualidade na auditoria das contas de saúde.

Informações: Ipe Saúde

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou, no dia 25 de dezembro, o Projeto de Lei 4.372/20 que regulamenta o novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O texto foi publicado no Diário Oficial da União, sem ter nenhum ponto vetado.

A lei determina novos critérios para distribuir os recursos para a educação infantil e os ensinos fundamental e médio nas redes de ensino públicas.

Com o novo fundo, a participação da União no financiamento da educação passa de 10% para 23%, progressivamente, até 2026.

Estabelecido pela Emenda Constitucional nº 108/20, o novo Fundeb, de caráter permanente, entra em vigor em janeiro de 2021. Em 2019, o Fundeb repassou R$ 156,3 bilhões para a rede pública. 

O texto sancionado por Bolsonaro foi aprovado no dia 17 de dezembro pela Câmara dos Deputados, após ampla mobilização da sociedade civil para retirar trechos que iriam gerar uma série de retrocessos ao Fundeb.

No início do mês, a primeira versão do texto foi aprovada na Câmara com influência da base bolsonarista. Os governistas haviam incluído emendas que destinavam 10% dos recursos do Fundeb para instituições filantrópicas e para a educação profissionalizante – incluindo entidades do Sistema S – , o que poderia retirar R$ 15,9 bilhões da educação pública, segundo uma estimativa da Campanha Nacional pelo Direito à Educação e a Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação (Fineduca).

Na ocasião, uma nota técnica elaborada por um grupo de mais de 300 juízes, promotores, procuradores, advogados e professores denunciou a inconstitucionalidade da proposta.

Após a pressão popular, os trechos acabaram sendo retirados durante a tramitação no Senado, que enviou à Câmara uma nova versão sem as emendas propostas pela ala governista. O novo texto, então, foi aprovado por 470 votos a 15.

Daniel Cara, da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, conta que na semana da votação do novo Fundeb no Senado, mais de três mil mensagens para cada senador foram enviadas pelo WhatsApp. Nas redes sociais, foram mais de 90 mil citações à matéria e à hashtag #FundebÉPúblico. 

“O Fundeb quase foi vítima da insanidade bolsonarista”, declarou Cara, em entrevista recente ao Brasil de Fato.

Segundo Cara, a aprovação do novo Fundeb, que leva em conta a desigualdade regional existente no país, representa “pela primeira vez na história” uma “vitória” parlamentar no sentido de vetar o conveniamento no ensino fundamental e médio – proposta que o patrono da sociologia brasileira, Florestan Fernandes (1920-1995), defendeu em 1961, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

Informações: Brasil de Fato

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Conforme decisão judicial, todos os servidores(as) que tiveram negado o empréstimo ou a antecipação do décimo terceiro salário junto ao Banrisul deverão receber o valor em parcela única.

A assessoria jurídica do CPERS, representada pelo Escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, informa que, para tanto, o servidor precisa preencher uma declaração informando que teve negado o direito. 

Clique aqui para baixar o modelo da declaração.

Estas declarações serão anexadas ao processo para comprovar que o Estado não efetuou o pagamento e cobrar que o banco cumpra a decisão judicial. Após o preenchimento e a assinatura da declaração, o documento deve ser enviado diretamente ao escritório pelo e-mail atendimento@buchabqui.adv.br.

Se você tiver alguma dificuldade ou não tiver como enviar a mensagem, contate o seu núcleo do CPERS para solicitar um auxílio. Clique aqui para conferir o contato dos núcleos.

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A Confederação Nacional dos trabalhadores em educação (CNTE) enviou, no dia 29 de dezembro, ofício ao Ministério da Educação pedindo esclarecimentos sobre a Portaria Interministerial nº 3, de 25.11.2020, que rebaixou o Custo Aluno per capita do FUNDEB em 2020, zerando o reajuste do Piso salarial nacional dos professores previsto para 2021.

Com a publicação da referida portaria, o piso salarial do magistério, que tinha atualização prevista de 5,9% para 2021, agora terá reajuste zero no próximo ano. Caso a normativa não seja revogada, será a primeira vez na história do Fundeb que os docentes da educação básica pública ficarão sem acréscimos em seus vencimentos.

Além disso, em um contexto grave de pandemia, o governo impõe severa restrição orçamentária aos entes federativos, impactando na reabertura de escolas e nos compromissos salariais dos professores e servidores públicos. Isso porque a portaria prevê que todos os municípios que recebem complementação estadual do Fundeb e os entes públicos (estados e municípios) que recebem complementação federal terão que devolver parte dos recursos recebidos desde janeiro de 2020.

Na contramão da Portaria, estudos a partir dos dados oficiais de receitas do FUNDEB (veja abaixo), publicados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) – revelam crescimento da receita do FUNDEB entre novembro de 2019 e o mesmo mês de 2020 (data de publicação da Portaria Interministerial nº 3, de 2020), na ordem de 1,01% (já descontados os ajustes na complementação da União nos dois anos). Ao projetar a receita consolidada de dezembro de 2019 para o mesmo mês de 2020 (ainda pendente de informações pela STN), e considerando que as matrículas presenciais na educação básica pública reduziram 677.028, constata-se, facilmente, uma previsão de acréscimo do Custo Aluno 2020 em relação ao valor publicado na Portaria nº 4, de 27.12.2020, de 2,54%.

O presidente da CNTE, Heleno Araújo, alerta que a redução no Custo Aluno do FUNDEB, sem a devida comprovação pelo gestor federal, enseja crime de responsabilidade previsto no art. 6º, § 3º da Lei 11.494, além de configurar “pedalada fiscal” e apropriação indébita.

Pela urgência e seriedade da questão, a CNTE acionou também o Ministério Público Federal para conhecimento e apuração dos fatos acima.

A CNTE se compromete a continuar na luta e tomar todas as medidas cabíveis, inclusive judiciais, para defender os interesses da educação pública e de seus profissionais.

FUNDEB 2019 – TOTAL DISTRIBUÍDO AOS MUNICÍPIOS

FUNDEB 2020 – TOTAL DISTRIBUÍDO AOS MUNICÍPIOS

FUNDEB 2019 – TOTAL DISTRIBUÍDO AOS ESTADOS E AO DISTRITO FEDERAL

FUNDEB 2020 – TOTAL DISTRIBUÍDO AOS ESTADOS E AO DISTRITO FEDERAL

 

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Nesta quarta-feira (30), a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, a vice-presidente, Solange Carvalho, o 2º vice-presidente, Edson Garcia e o advogado Raphael Chlaem reuniram-se com a secretária-adjunta da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), Ivana Flores, para tratar dos descontos de salário referentes ao mês de outubro, aplicados às equipes diretivas de diversas escolas de Porto Alegre. Os descontos apareceram somente no contracheque de dezembro.   Em alguns casos o desconto salarial chega a ser de 31 dias, ou seja, todo o mês de outubro.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, expôs à Ivana a dificuldade dos educadores, que mesmo com todos os problemas enfrentados durante a pandemia se desdobram para oferecer um trabalho de qualidade para os estudantes.

“Diante de um ano de tanto sofrimento, pressões e trabalho estafante, não é possível que as direções, que se desdobraram para atender aos alunos diante de todas as dificuldades impostas pela pandemia, sejam penalizadas por não colocarem na frente das escolas os cartazes informando dias e horários dos plantões”, destacou.

Durante a reunião ficou acertado que as escolas deverão apresentar para a Seduc, até o dia 10 de janeiro, as justificativas dos dias trabalhados no mês de outubro como ponto, trabalho desenvolvido, e-mails enviado para a secretaria e tudo que comprove os dias trabalhados. As justificativas devem ser encaminhadas para o e-mail gab-drh@seduc.rs.gov.br, com os nomes,  Identidade Funcional (ID) e os comprovantes.

As escolas também devem colocar um cartaz em frente às instituições com os dias e horários dos plantões.

Na ocasião os representantes do CPERS também cobraram os descontos altíssimos do vale-transporte. A Seduc ficou de verificar se foi erro na informação passada pela escola.

Enquanto ocorria a reunião entre o sindicato e a secretaria adjunta, dezenas de educadores realizaram ato na rampa da Seduc para denunciar a arbitrariedade e o autoritarismo do governo Leite.

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A luta para assegurar os direitos da categoria não para!

Em resposta a nova ação coletiva do CPERS, o juiz Daniel Henrique Dummer – plantonista do Tribunal de Justiça – determinou nesta quarta-feira (23) que o Estado efetue o pagamento do 13º dos educadores(as) impedidos de realizar a operação junto ao Banrisul.

A decisão liminar recoloca sobre o Executivo a responsabilidade por garantir o direito aos trabalhadores(as) da educação, em folha complementar.

O magistrado ressalva que a ação alberga apenas quem buscou o empréstimo e teve a antecipação negada.

“Com a negativa do Banrisul em fornecer o empréstimo, os servidores estaduais que necessitam da verba e possuem restrições cadastrais junto ao Banco ficaram desamparados em seu direito, já violado pelo não recebimento da verba na data estabelecida na Constituição
Estadual”, fundamentou.

“Uma vez negado empréstimo pela Instituição Financeira, com a qual o ente público entabulou convênio para tanto, cabe ao próprio Estado reparar a falta,” complementa.

Prazo e possibilidade de recurso

Acolhendo os argumentos elaborados pela assessoria jurídica do Sindicato, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, o juiz deu 72 horas para que o Banrisul forneça uma lista com todos os educadores que não conseguiram efetuar a operação.

A partir de mais 72 horas do recebimento da listagem, o Estado precisa rodar a folha complementar. Seriam, portanto, 144 horas de prazo a contar da notificação judicial.

A assessoria jurídica do CPERS contatou, nesta véspera de Natal, o Forum Central de Porto Alegre para questionar se o oficial de Justiça já notificou o Banrisul e o Estado, mas não obteve resposta até momento.

O CPERS alerta que ainda é possível recorrer e é provável que o governo tente reverter a decisão durante o recesso.

>> Acesse a íntegra da liminar aqui

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Por direitos, salário digno, 13º, pagamento dos dias de greve, concurso público e respeito, educadores(as) encenaram a ceia magra da categoria em frente ao Piratini na manhã desta terça-feira (22). O ato aludiu às dificuldades enfrentadas no fim do ano e ao longo de 2020 por milhares de famílias que sofrem com o desgoverno de Eduardo Leite (PSDB).

A categoria, que completou em novembro seis anos de reajuste zero e salários corroídos pela inflação, descreveu em cartazes seus sentimentos, desejos e os “presentes” do governador, como a miserabilidade, a desvalorização, a sobrecarga e a fome de justiça e reconhecimento.

Os cartazes foram colocados à mesa da ceia e, após, afixados em tapumes e no gradil do Palácio.

“É um Natal triste, mas de luta. Neste fim de semana, um desembargador, do alto de sua torre de marfim, que tem todos os benefícios em dia, cassou a liminar do 13º. O Judiciário não tem a mínima empatia com os servidores do Executivo e fecha os olhos para a realidade da classe trabalhadora”, lembrou a presidente Helenir Aguiar Schürer.

A passagem de 2020 consolidou a retirada de direitos solapados pelas reformas do governo Leite; confisco de salários dos aposentados(as), redução do adicional de Difícil Acesso e o fim de vantagens temporais, entre outros ataques.

“São tempos de terror. O governador disse em campanha que tinha dinheiro, só faltava gestão e fluxo de caixa. E agora, o que falta?”, questiona Juçara Borges, diretora-geral do núcleo de Bento Gonçalves (12º).

O Executivo também se aproveitou da pandemia para fazer avançar a mercantilização do ensino e a terceirização, impor jornadas extenuantes sem oferecer condições mínimas de trabalho remoto, extinguir centenas de turmas de EJA, reduzir turnos e fechar escolas.

Agora, as vidas da categoria são colocadas em risco pela desastrosa gestão que abre escolas em bandeira vermelha e se recusa a realizar testes e fiscalizar o cumprimento de protocolos.

“Estamos aqui na miséria, denunciando este governo que prometeu mundos e fundos e hoje obriga os funcionários a fazer plantão nas escolas, arriscando pegar Covid e sob ameaça de demissão para os contratados que adoecerem. É um governador que não tem um pingo de humanidade”, desabafa Ana Paula Fonseca, funcionária de escola de Pelotas (24º núcleo).

O último Conselho Geral do CPERS, realizado na sexta-feira (18), apontou para a necessidade de mobilização permanente diante de um governo que não descansa em seus planos de destruição da escola pública.

Nos dias 28 e 29, com a possibilidade de votação da PEC do Teto de Gastos, que congela investimentos e, consequentemente, os salários da categoria por mais 10 anos, o CPERS voltará à Praça da Matriz caso haja convocação extraordinária dos deputados.

Além da direção central do Sindicato, participaram do ato representantes dos núcleos de Porto Alegre, Três de Maio, Estrela, Santa Rosa, Caxias do Sul, Frederico Westphalen, Bento Gonçalves, Pelotas, Santiago e Cachoeira do Sul.

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Com a implementação da Emenda Constitucional (EC) 108/2020, em agosto, o Congresso Nacional tornou o Fundeb permanente e ampliou a participação da União em seu financiamento, aumentando, progressivamente, de 10% para 23%.

Este aumento gerará um impacto considerável nos recursos do Fundeb e no investimento total da educação básica.

Em nota técnica, o Dieese elencou os principais dispositivos do novo Fundo e a sua importância no fortalecimento da política de distribuição de recursos para a educação. 

Conforme estimativa do Dieese, em 2020, a complementação da União corresponderá a R$ 15,3 bilhões. Caso os 23% já estivessem em vigor neste ano, esse valor seria de R$ 35,2 bilhões – 2,3 vezes maior.

Ainda considerando os valores de 2020, a implementação progressiva a partir de 2021 já ampliará os recursos em R$ 3,1 bilhões.

Vale destacar que esses valores não consideram os efeitos que a pandemia causará na arrecadação e no orçamento do próximo ano.

A depender das consequências da covid-19 na economia, o aumento dos percentuais de complementação da União pode ter o papel fundamental de conter os danos sobre a educação, minimizando o impacto econômico e permitindo que as redes possam garantir a ampliação do atendimento, uma vez que, diante da queda de rendimentos das famílias, muitos estudantes de escola privada estão migrando para a rede pública.

O novo Fundeb e a remuneração dos trabalhadores em educação 

Com o novo Fundeb, houve aumento do percentual mínimo para o pagamento da remuneração – de 60% para 70% – e ampliação do conjunto de trabalhadores em educação que podem ter sua remuneração paga com esses recursos.

Além dos recursos dos fundos de cada estado, os estados e municípios que receberem a complementação da União poderão utilizar parte desses recursos para o pagamento dos profissionais da educação básica. 

Recursos adicionais para educação infantil 

A destinação de metade da parcela de 10,5% da complementação da União para a educação infantil nas redes municipais é outro ganho importante para a educação no país e será decisiva para o enfrentamento de vários problemas que ocorrem nessa etapa de ensino.

O repasse estipulado na EC 108/2020 contribui para o cumprimento da meta número 1 do Plano Nacional de Educação (PNE), que consiste em universalizar as matrículas para a pré-escola e atingir 50% de crianças matriculadas em creche até 2024.

A priorização do acesso do grupo infantil à educação é fundamental para seu desenvolvimento e desempenho nas fases subsequentes do aprendizado, além de ser da maior importância para as famílias, especialmente para mulheres com filhos pequenos, que, diante da falta de vagas em creches, enfrentam muito mais dificuldades para se inserirem no mercado de trabalho.

Recursos para desenvolver a estrutura escolar

Dos valores que forem repassados ao Valor Aluno por ano Total (VAAT), ao menos 15% devem ser obrigatoriamente destinados às despesas de capital.

Assim, as redes que receberem essa complementação terão de investir em bens permanentes, tais como computadores, mobiliário escolar, terrenos, obras e instalações.

Isso certamente propiciará a melhoria das condições físicas das escolas públicas de educação básica, que sofrem de falta crônica de equipamentos adequados ao ensino, o que afeta o processo de aprendizagem dos alunos e exige maior esforço dos docentes para ministrar os conteúdos, em especial nas regiões mais pobres. 

Custo aluno qualidade (CAQ) como padrão de qualidade

O novo Fundeb determinou que o padrão mínimo de qualidade do ensino terá como referência o Custo Aluno Qualidade (CAQ), que, para ser consolidado, ainda depende de lei complementar.

O CAQ é um parâmetro para investimentos na educação pública e busca ampliar a qualidade educacional a partir da definição de padrões a serem alcançados pelas redes escolares – desde a configuração da unidade escolar (com metragem mínima), quantidade mínima de trabalhadores por etapa de ensino, número de alunos por sala, material de consumo e equipamentos até a valorização dos trabalhadores em educação, com padrões mínimos de vencimento e carreira.

Segundo a Campanha Nacional pelo Direito à Educação (2018), apenas para os insumos , sem considerar a construção e/ou reforma das unidades escolares, o CAQ varia de acordo com a etapa/modalidade de ensino, jornada (parcial ou integral) e localização (urbana ou rural), como apresentado na tabela a seguir. 

Vale destacar que o CAQ deverá ser regulamentado na Lei do Sistema Nacional de Educação, instrumento também fundamental para articular as políticas educacionais nas redes públicas de ensino.

Além disso, o novo Fundeb ainda carece de vários dispositivos que deverão ser aprovados pelo Congresso no próximo ano, com destaque para os fatores de ponderação das matrículas (critério VAAF) e os novos indicadores de distribuição interfederativa (VAAT e VAAR), que serão decisivos para promover a qualidade com equidade no atendimento escolar em todo país.

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Os trabalhadores(as) que atuam nos diferentes departamentos do CPERS/Sindicato têm férias coletivas entre os dias 22 de dezembro e 3 de janeiro.

Já as direções Central e dos Núcleos permanecem mobilizadas e de plantão. Neste período, o atendimento aos sócios será realizado diretamente pelos diretores(as) dos 42 núcleos sindicais.

Em virtude do recesso da Justiça Estadual e da suspensão dos prazos processuais, o Jurídico também estará de plantão até o dia 7 de janeiro, com atendimento intermediado pelos núcleos. Durante o período, o telefone fixo no escritório não atenderá chamadas.

Para contatar o Sindicato ou encaminhar questões relacionadas ao Jurídico, utilize o contato do seu núcleo conforme a lista abaixo:

Núcleo 1 – Caxias do Sul
Diretor Geral
David Orsi Carnizella – (54) 99672 7918

Núcleo 2 – Santa Maria
Diretor Geral
Rafael Gomes Torres – (55) 99728 4690

Núcleo: 3 – Guaporé
Diretor Geral
Alexandre Zanluchi – (54) 99701 7879

Núcleo: 4 – Cachoeira do Sul
Diretor Geral
Jucemar Gonçalves da Costa – (51) 99751 7761

Núcleo: 5 – Montenegro
Diretora Geral
Juliana Marques Kusller- (51) 99865 4368

Núcleo: 6 – Rio Grande
Diretora Geral
Andréa Nunes da Rosa – (53) 99951 7562

Núcleo: 7 – Passo Fundo
Diretor Geral
Orlando Marcelino da Silva Filho – (54) 99701 7935

Núcleo: 8 – Estrela
Diretor Geral
Gerson Luis Johann – (51) 99865 1152

Núcleo: 9 – Santo Ângelo
Diretora Geral
Maria Celeste Pereira Ramos Paiva – (55) 99728 5087

Núcleo: 10 – Santa Rosa
Diretora Geral
Glaci Paulina Krann – (55) 996664530

Núcleo: 11 – Cruz Alta
Diretora Geral
Mari Andreia Oliveira de Andrade – (55) 99728 4875

Núcleo: 12 – Bento Gonçalves
Diretora Geral
Juçara de Fátima Borges – (54) 99701 7896

Núcleo: 13 – Osório
Diretora Geral
Marli Aparecida de Souza – (51) 99630 4106

Núcleo: 14 – São Leopoldo
Diretor Geral
Luiz Henrique Becker – (51) 99520 5701

Núcleo: 15 – Erechim
Diretora Geral
Marisa Inês Betiato – (54) 99701 7850

Núcleo: 16 – São Borja
Diretora Geral
Maria de Fátima Vieira Contreira – (55) 99728 4740

Núcleo: 17 – Bagé
Diretora Geral
Delcimar Delabary Vieira – (53) 99991 1405

Núcleo: 18 – Santa Cruz do Sul
Diretora Geral
Cira Maria Gassen Kauffmann – (51) 99750 7202

Núcleo: 19 – Alegrete
Diretora Geral
Maria Izete Paré Rhodes – (55) 99728 5704

Núcleo: 20 – Canoas
Diretor Geral
Pablo Henrique Silva dos Santos – (51) 99750 7202

Núcleo: 21 – Uruguaiana
Diretora Geral
Zila Teresinha Soares Fidell – (55) 99728 4946

Núcleo: 22 – Gravataí
Diretor Geral
Anderson de Lima Vicente – (51) 99525 5962

Núcleo: 23 – Santana do Livramento
Diretora Geral
Adriana de Leon dos Santos – (55) 99728 4579

Núcleo: 24 – Pelotas
Diretor Geral
Mauro Rogério da Silva Amaral- (53) 99955 2682

Núcleo: 25 – Lagoa Vermelha
Diretor Geral
Joarez Antônio Lorenzon (54) 99701 7553

Núcleo: 26 – Frederico Westphalen
Diretora Geral
Maria Cleni da Silva – (55) 99728 5609

Núcleo: 27 – Três Passos
Diretor Geral
José Lisandro dos Santos – (55) 99728 5253

Núcleo: 28 – Soledade
Diretora Geral
Magale Eicheler da Rocha – (54) 99626 0831

Núcleo: 29 – Santiago
Diretor Geral
Leandro Wesz Parise – (55) 99728 5521

Núcleo: 30 – Vacaria
Diretora
Joara Dutra Vieira – (54) 99691 0859

Núcleo: 31- Ijuí
Diretora Geral
Teresinha Mello – (55) 99728 5298

Núcleo: 32 – Taquara
Diretora Geral
Simone Goldschmidt – (51) 99507 5246

Núcleo: 33 – São Luiz Gonzaga
Diretor-Geral
Joner Alencar Marchi Nascimento – (55) 99729 4717

Núcleo: 34 – Guaíba
Diretor Geral
Luiz Armando Peretti – (51) 99565 5419

Núcleo: 35 – Três de Maio
Diretor Geral
Marino Simon – (55) 99729 4449

Núcleo: 36 – Cerro Largo
Diretor Geral
Sérgio Moacir Mörschbächer Kramer – (55) 99729 4681

Núcleo: 37 – Carazinho
Diretor Geral
Nelson Von Grafen – (54) 99990 5992

Núcleo: 38 – Porto Alegre Zona Norte
Diretor em exercício
Érico Pinheiro Fernandez – (51) 99670 6452

Núcleo: 39 – Porto Alegre Zona Sul
Diretora Geral
Christiane Ribeiro Gomes – (51) 99834 9564

Núcleo: 40 – Palmeira das Missões
Diretor Geral
Joel da Silva Oliveira – (55) 99729 4763

Núcleo: 41 – São Gabriel
Diretor Geral
Pedro Moacir Abrianos Moreira – (55) 99729 4807

Núcleo: 42 – Camaquã
Diretora Geral
Iarita Ávila de Souza – (51) 99579 3266

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