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Quem vota contra o Brasil não volta!

PSL

➡️ Carlos Jordy:
➡️ Felício Laterça:
➡️ Márcio Labre:
➡️ Delegado Marcelo de Freitas:

REPUBLICANOS

➡️ Aroldo Martins:
➡️ João Campo:
➡️ Hugo Motta:

PP

➡️ Fernando Monteiro:
➡️ Ricardo Barros:
➡️ Átila Lira: https://bit.ly/3gO8Zmw

DEM

➡️ Arthur Maia: https://bit.ly/3jbl5rt
➡️ Kim Kataguiri: https://bit.ly/3j6ESrX
➡️ Efraim Filho:

MDB

➡️ Alceu Moreira: https://bit.ly/3qs4KAj
➡️ Isnaldo Bulhões: https://bit.ly/3gYWdR8
➡️ Baleia Rossi: https://bit.ly/3wS0wEH

PROS

➡️ Acácio Favacho:

PL

➡️ Capitão Augusto: https://bit.ly/3qjiwVZ
➡️ Lincoln Portela: https://bit.ly/3d7jC1r

PODE

➡️ Diego Garcia:
➡️ José Medeiros: https://bit.ly/3x5sywB

PSDB

➡️ Samuel Moreira:

PSD

➡️ Darci De Matos: https://bit.ly/2T2rlqN

PSB

➡️ Gervásio Maia: https://bit.ly/3wSSzyP

PTB

➡️ Marcelo Moraes: https://bit.ly/3j1Kbcm

PATRIOTA

➡️ Alcides Rodrigues: https://bit.ly/3xOcOhs

CIDADANIA

➡️ Alex Manente: https://bit.ly/2Uyso2f

AVANTE

➡️ Sebastião Oliveira:

NOVO

➡️ Tiago Mitraud: https://bit.ly/3gReKQq

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Na manhã desta quarta-feira (23), o Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul (CEED/RS), órgão consultivo, normativo, fiscalizador e deliberativo do Sistema Estadual de Ensino, realizou a Solenidade de Posse de duas novas conselheiras, Dulce Miriam Delan (CPERS/Sindicato) e Sandra Balbé de Freitas (Sinpro/RS).

O Conselho estava incompleto desde de abril e as duas entidades precisaram entrar com ação na justiça para empossar suas representantes.

A cerimônia virtual foi transmitida pelo canal do Conselho no YouTube.

A tesoureira do CPERS, Rosane Zan, parabenizou as nomeadas e destacou que o CEED é um espaço fundamental para a fiscalização da educação e a garantia do direito dos educandos ao aprendizado.

“Passamos por um período de anormalidade na educação em função da pandemia. Como diz Moacir Gadotti, precisamos sonhar com uma escola de transformação, que promova cidadania, humanização, senso de coletividade de troca de experiências”, afirmou Rosane.

A educadora Dulce Delan demonstrou sua satisfação em compor o colegiado. “Estou muito feliz por finalmente ter tomado posse como conselheira representando o CPERS no CEED. Esse órgão tem o importante papel de normatizar a educação do Rio Grande do Sul, e como eu acredito em uma educação inclusivas e de qualidade para todos, sei que terei muito trabalho nessa empreitada”, afirmou.

A conselheira Simone Goldschmidt, também representante do CPERS, deu boas-vindas às colegas e destacou a importância do Conselho, cujo quadro está completo com 21 membros.

“Que bom que temos agora os nossos 21 conselheiros. Lembrando que precisamos ingressar na justiça para que esse órgão normativo, de controle social esteja representado por todas entidades da educação no RS. Quero parabenizar aqui as entidades que foram à justiça para garantir o direito de fazer parte do conselho”, frisou Simone.

“O CEED é um dos conselhos mais democráticos do pais e a posse das duas hoje representa isso. A sociedade espera muito desse conselho”, declarou o presidente da Associação de Escolas Superiores de Formação Profissional do Ensino do Rio Grande do Sul (Aesufope/RS), Sergio Franco.

Representando o Ministério Público Estadual, Luciana Casarotto desejou um bom trabalho para as empossadas, “Sintam-se acolhidas pelo Ministério Público”, afirmou.

A 2ª vice-presidente, Carla dos Anjos falou da importância da integração do CEED. “Nesse momento precisamos ter vínculos para não perder nossos estudantes por conta dessa excepcionalidade. Vemos que cada vez mais os estudantes estão deixando a escola, por conta da pandemia, ainda mais estudantes do ensino médio. E não podemos permitir isso”, destacou.

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Tomaram posse, na noite desta segunda-feira (21), as direções que conduzirão os rumos do CPERS e da luta da categoria no período de 2021 a 2024.

A solenidade, realizada de forma digital, foi transmitida ao vivo pelo Facebook do Sindicato e contou com a participação dos dirigentes eleitos para a Direção Central e dos 42 Núcleos, parlamentares convidados e representantes de centrais sindicais e da CNTE.

Reeleita para o terceiro mandato consecutivo, a presidente Helenir Aguiar Schürer fez um chamado à unidade e apontou para a necessidade de cerrar fileiras em defesa da valorização salarial da categoria.

“Faremos todos os esforços para avançar no que a nossa categoria mais precisa, que é um salário digno para sobreviver.”

Seu discurso também lançou luz sobre os principais desafios enfrentados pelos trabalhadores(as) da educação, sob intenso ataque dos governos Leite (PSDB) e Bolsonaro.

“Temos que nos levantar e dizer basta a esta política que levou 500 mil vidas embora”, afirmou.
 
Fazer recuar a militarização das escolas, derrotar a Reforma Administrativa, frear a mercantilização da educação pública e incidir sobre o processo eleitoral para derrotar projetos neoliberais e de extrema-direita serão, de acordo com Helenir, as prioridades da gestão.

“Quero continuar resgatando o orgulho de ser professor, de ser funcionário público, de ser CPERS. Precisamos da unidade massiva da categoria. Estamos assumindo com toda garra e seriedade e tenho certeza que juntos seremos bem mais fortes”, concluiu.

Em suas casas e sedes regionais, os dirigentes eleitos para os 42 Núcleos do CPERS também foram empossados ao som de sinetas e empunhando bandeiras da entidade.

Valentia e luta

Fátima Silva, secretária geral da CNTE, saudou a nova gestão e trouxe a preocupação com o futuro da educação no contexto do avanço do ensino remoto e de soluções tecnocráticas.

“Nossa profissão foi bruscamente modificada com a virtualidade que chegou sem nos avisar, sem nos pedir permissão. Foi uma emergência, necessária enquanto estávamos preservando vias. Mas a virtualidade não vem para nos substituir, não vem para ficar, e é contra isso que vamos lutar”, ponderou.

Para Amarildo Pedro Cenci, presidente da CUT/RS, estar à frente do CPERS é uma tarefa que exige coragem e resiliência. “Ser sindicalista em um momento tão duro para a educação como é muito difícil. Quero saudar essa direção e essa categoria valente que sempre está à frente da luta social no Rio Grande do Sul”, observou.

A vice-presidente da CTB/RS, Silvana Conti, também aludiu aos desafios enfrentados no âmbito federal. “É muito importante a gente lembrar as mais de 500 mil mortes por opção política e ideológica de nosso presidente Jair Bolsonaro. Estamos construindo uma unidade ampla contra o nosso inimigo comum. Venceremos.”

A primeira reunião da nova composição da Direção Central ocorre na tarde desta terça-feira (22). Confira a nominata eleita abaixo.

Helenir Aguiar Schürer – Presidente 

É professora do Estado há mais de 30 anos, filiou-se ao CPERS antes mesmo de iniciar na rede estadual. É formada em Letras pela Faculdade Dom Bosco, de Santa Rosa. Foi vice-diretora e, posteriormente, diretora do 23° Núcleo (Livramento) e secretária de formação da CUT/RS. Integrou a Direção Central entre 2001 e 2008. É presidente do CPERS/Sindicato desde 2014. 

Alex Santos Saratt – 1° vice-presidente

Professor de História nas redes públicas municipal e estadual em Taquara. Vice-diretor e representante 1/1000 do 32 º Núcleo (Taquara). Foi diretor da CNTE (Saúde do Trabalhador) e integrou a Direção Central do CPERS na gestão 2005 -2008.

Edson Garcia –  2° vice-presidente

Professor da Educação Profissional e Especialista em Educação, com uma carreira de mais de 20 anos, construída na rede pública e privada. Sempre atuou nas áreas de Gestão e Supervisão Escolar. Ex-aluno da UFRGS e do SENAI, graduou-se pela PUC/RS, onde a representou em projeto desenvolvido em Manaquiri na Amazônia. Também especializou-se em Gestão e Auditoria de Qualidade na Universidade de Munique, na Alemanha. Atualmente também é responsável pelo Departamento de Igualdade Racial e Combate ao Racismo do Sindicato. 

Suzana Cecilia Lauermann – Secretária-Geral 

Professora de História na Escola Estadual Três de Outubro e Professora de Ciências Humanas no NEEJA Julieta Villamil Balestro. Possui graduação em História e especialização em Educação de Jovens e Adultos e Gestão, Orientação e Supervisão Escolar. 

Rosane Zan – Tesoureira 

Professora da rede estadual há 25 anos. Possui graduação em Letras com especialização em Língua Portuguesa. Foi diretora do 33° Núcleo (São Luiz Gonzaga) por três gestões. É titular do Conselho Comunitário da Universidade Federal da Fronteira Sul. Está na gestão desde 2014. Começou como diretora administrativa e também foi diretora do Departamento de Educação do Sindicato.

Alda Maria Souza – Diretora

É professora estadual e foi vice-diretora do Colégio Protásio Alves, de Porto Alegre. Também foi professora no Colégio Paraná. Hoje em dia é presidente estadual e vice-presidente nacional do MTPE/RS e desde 2014 dirige o Departamento de Cultura do CPERS Sindicato.

Amauri Pereira da Rosa – Diretor

Professor de História e Sociologia do Estado na Escola Estadual Engenheiro Parobé desde o ano 2000. Formado em História – Licenciatura Plena pela UNISINOS.

Carla Cassais – Diretora

Professora de matemática da rede pública estadual, especialista em Ciências e Tecnologias da Educação pelo IFSul, foi vice-diretora do 24º Núcleo (Pelotas) por três mandatos e tesoureira e Conselheira 1/1000 do mesmo núcleo.

Cássio Ritter – Diretor

Cursou Magistério na Escola Evangélica de Ivoti. É formado em Letras pela UNISINOS e pós-graduado em Leitura e Produção de Textos pela Universidade Ritter dos Reis. Ingressou no magistério estadual em 1999. Foi vice-diretor do IEE Prof. Pedro Schneider, de São Leopoldo e representante 1/1000 do 14° Núcleo. Foi diretor do Departamento de Organização Estatutária e Comunidade Escolar. Integra a direção central da entidade desde 2014. 

Glaci Weber – Diretora

É licenciada em Letras com especialização em Língua Portuguesa e Inglês. Foi diretora geral do 21º Núcleo (Uruguaiana) por três mandatos. Professora regente por 25 anos e diretora de escola. Foi representante estadual dos aposentados e, atualmente, dirige o Departamento dos Aposentados do CPERS.

Juçara Borges – Diretora

Funcionária de escola aposentada, atuou como agente educacional de alimentação. É formada em Pedagogia e pós-graduada pela UFRGS em Educação de Jovens e Adultos. Foi vice-diretora do 12° Núcleo de Bento Gonçalves por um mandato, e como diretora geral por três mandatos, atuando sempre nas atividades de luta e formação.

Leonardo Preto Echevarria – Diretor

Professor de Sociologia na rede estadual de ensino, nos Colégios Protásio Alves e Paula Soares, ambos em Porto Alegre. Formado em História pela Universidade Federal de Santa Maria. 

Sandra Régio – Diretora

Professora de Educação Física, formada pela UFSM e especialista em Handebol e Biodança. Atuou como representante de escola junto ao 2º Núcleo (Santa Maria), foi representante estadual dos Aposentados, conselheira do 1/1000 e vice-diretora e diretora do 2° Núcleo. É membro da Direção Central desde 2017 como diretora do Departamento Administrativo da entidade. 

Sonia Solange Viana – Diretora

É formada em Pedagogia pela Universidade Católica de Pelotas, com habilitação em Orientação Educacional. É Agente Educacional II, administração escolar, e é membro do Conselho Geral do CPERS desde 2006. Foi coordenadora da Escola de Formação Sindical Sul da CUT e secretária de comunicação da CUT/RS. Foi membro  da coordenação da direção do 24º Núcleo (Pelotas) por três mandatos. Integra desde 2014 a Direção Central do CPERS no Departamento de Funcionários (as).

Vera Lessês – Diretora

Professora habilitada em Biologia pela UNIJUI e Matemática pela FURG, especialista em Interdisciplinaridade com mais de 30 anos de atuação como servidora pública. Natural e residente de Três de Maio/RS. Milita no CPERS/Sindicato há cerca de 30 anos. Foi vice-diretora do 35° Núcleo (Três de Maio) por duas gestões e diretora por três gestões consecutivas. Integrou o Conselho Deliberativo do IPERGS, integra o Conselho de Administração do IPE Saúde e diretora do Departamento de Saúde da Direção Central. 


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Em reunião nesta sexta-feira (18), o CPERS e demais entidades que integram o grupo de mobilização da Conferência Estadual e Popular de Educação (CONEPE/RS) debateram a luta e firmaram a resistência em defesa da educação pública, laica e de qualidade.

A proposta é que se articule uma agenda de mobilizações que antecedam a Conferência Nacional Popular de Educação (Conape), a ser realizada em julho de 2022, no Rio Grande do Norte, com instituições de todo o país.

Após encontro realizado ainda em maio com cerca de 40 entidades da educação e movimentos do Rio Grande do Sul para dar início à organização da CONAPE 2022 – Etapa Estadual no RS, foi elaborada a constituição da coordenação colegiada com a incumbência de mobilizar o estado para constituir o Fórum Estadual Popular do RS e realizar uma agenda de mobilizações regional em defesa do ensino público.

“Estamos nos organizando para apresentar uma proposta de calendário aqui no Rio Grande do Sul com todo o preparo de lançamento de mobilização no estado. Nossa articulação é muito importante por essa força popular e mobilizadora que o grupo vem mantendo”, afirmou Sônia Ogiba, diretora de Comunicação da ADUFRGS-Sindical.

A comissão colegiada foi formada por entidades e movimentos populares, incluindo o CPERS, ADUFRGS-Sindical, CTB-RS, CUT-RS, UJS e Fórum EJA-RS, que já participaram da primeira Conferência Nacional Popular da Educação (Conape), em 2018, e articulam a luta com uma série de atividades até o Conape 2022.

O grande homenageado será Paulo Freire e seu legado, cujo centenário ocorre em junho deste ano. 

Participei do primeiro Conape, em 2018. Temos vários temas importantes para 2022. Neste ano em que se comemora o centenário de Paulo Freire, precisamos estar nos organizando com conferências livres, em várias frentes. Nesse momento de organização e mobilização, esse espaço de diálogo é fundamental”, destacou a diretora do departamento de Educação do CPERS, Rosane Zan.

“Pensamos que esse é o momento de dar um pontapé inicial no Fórum Estadual de Educação Popular, construindo uma grande mobilização e trazendo cada vez mais instituições e colegas que têm na sua militância a defesa da educação, que é fundamental na constituição da nossa nação”, afirmou Fabiane Pavani, a diretora da União Brasileira de Mulheres (UBM).

As entidades e suas representatividades pretendem fazer um movimento interno para que se organize a Conferência Estadual e proponha um cronograma a partir das contribuições de todos. O próximos passos de mobilização e luta serão definidos em um novo encontro virtual, no dia 9 de julho.

Histórico

A origem da Conferência Nacional Popular de Educação (Conape) marca um momento singular da luta pela educação pública, gratuita, laica, democrática, inclusiva, libertadora, antirrascista, feminista e de qualidade socialmente referenciada. 

Para Paulo Freire, toda educação é política – e não existe neutralidade. Enquanto a missão da “educação bancária” é eliminar a capacidade crítica dos alunos e acomodá-los à realidade, a “educação problematizadora” quer despertar a consciência dos oprimidos, inquietá-los e levá-los à ação (libertação).

A Conape é uma criação do Fórum Nacional Popular de Educação (FNPE) em reação aos ataques que os governos Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (ex-PSL) impuseram ao País contra a educação pública. O FNPE é responsável pela organização da Conape e conta com a participação de mais de 40 entidades representativas dos movimentos ligados à educação e sindicatos. O FNPE representa centenas de milhares de pessoas.

Importante destacar, também, que as conferências municipais, intermunicipais, territoriais e/ou regionais serão realizadas preferencialmente no primeiro semestre de 2021, e debaterão o Documento-Referência o e as problematizações, formularão propostas, as quais serão encaminhadas para debate nas conferências estaduais, no prazo estabelecido pelos fóruns estaduais/comissões organizadoras estaduais.

As conferências municipais, intermunicipais, territoriais e/ou regionais elegem delegadas e delegados para a Etapa Estadual/Distrital, nos limites estabelecidos pelo Fórum/Comissão no estado e, as Etapas Estadual/Distrital, por sua vez, elegem delegados para a etapa nacional, prevista para 2022.

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Os usuários do IPE Saúde já podem acessar, gratuitamente, a Plataforma Easylife, que oferece diversas opções voltadas ao bem-estar. São módulos com exercícios para cuidar do corpo, da mente, ampliar o conhecimento, monitorar histórico de consultas e exames e ter acesso a novidades e informações sobre o plano.

O acesso acontece a partir do site do IPE Saúde (www.ipesaude.rs.gov.br), no Menu Serviço para o Segurado – Plataforma Easylife.

O projeto trata-se de um Acordo de Cooperação com o Instituto Sérgio Lovato – por isso, o usuário vai cadastrar login e senha próprios no ambiente da plataforma, dissociados de quaisquer dados que constem nos sistemas do IPE Saúde.

“Trata-se de um projeto com benefícios concretos para os usuários, que passam a contar com ferramentas para investir na própria saúde”, destaca o diretor-presidente do IPE Saúde, Júlio César Viero Ruivo. O presidente do Instituto Sérgio Lovato, Eduardo Carbonera Lovato, reforça a importância da ação para os envolvidos: “a Easylife é a maior plataforma de saúde e bem-estar do país e a única a disponibilizar, em um só lugar, conteúdo para o corpo, a mente e o espírito. Essa parceria complementa e beneficia ainda mais a todos os usuários do IPE”, aponta.

A plataforma é composta por três segmentos:

Easy fit (corpo): proporciona aulas ao vivo de exercício funcional, pilates, alongamento, defesa pessoal e lutas, bem como cursos de dança.

Easy mind (mente): apresenta práticas voltadas para mente, estilo de vida e comportamento, com temas voltados a sono adequado, redução da ansiedade e estresse e meditação.

Easy life (espírito): encontram-se cursos como inglês básico e para viagem, gestão do tempo, liderança, postura, etiqueta profissional, inteligência emocional, autoconhecimento, entre outros. Há ainda itens dedicados à gastronomia, com vídeos de receitas, nutrição e também um espaço para gestão de consultas, em que o usuário poderá fazer registros para si próprio de suas consultas médicas.

Raquel Schneider / Ascom IPE Saúde

 

 

 

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Reunidos entre os dias 18 e 19 de maio, o CPERS e demais sindicatos e associações que integram o XXIX Fórum Nacional das Entidades Representativas dos Especialistas de Educação (FESED) elaboraram uma carta que reafirma e articula a luta incondicional em defesa da escola pública e contra a Reforma Administrativa (PEC 32).

O documento também destaca a importância da imunização de todos os brasileiros, do combate ao negacionismo, da defesa de políticas públicas de acesso e permanência à garantia do direito à educação, da revogação da Lei Complementar 156/16, que aumenta o superávit primário e coloca em risco a qualidade dos serviços públicos, e da Emenda Constitucional 95/2016, que limita por até 20 anos os gastos públicos.

As entidades articulam-se ainda na defesa da recuperação salarial dos profissionais da educação e formação continuada, contra as privatizações e terceirizações do ensino, além de participação ativa das discussões sobre o novo Fundeb, defendendo a permanência e o aumento da complementação da União para 40%.

Confira a carta com todas as deliberações do XXIX FESED

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Leia também:

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Nesta quinta-feira (17) faleceu, aos 84 anos, vítima de uma pneumonia, uma das mais dedicadas historiadoras do Rio Grande do Sul, a professora e sócia do CPERS Loraine Slomp Giron.

Sócia do CPERS desde 1978, a educadora teve 16 livros publicados e intensa participação na produção de centenas de artigos acadêmicos, com especial atenção a história da imigração italiana na Serra e a importância das populações negras para a região.

Além disso, Loraine contribuiu na constituição do Museu Municipal Maria Horn e do Arquivo Histórico João Spadari Adami, duas das referências municipais na área de preservação da memória. Esse trabalho foi reconhecido em 2009, quando recebeu a Medalha Monumento Nacional ao Imigrante, concedida pela Prefeitura de Caxias do Sul.

Formada em História, mestre em Filosofia e doutora em Ciências Sociais teve extensa e destaca carreira docente, principalmente na Universidade de Caxias do Sul (UCS), onde era muito admirada por seus alunos e colegas.

A trajetória de Loraine será sempre lembrada por sua genialidade e pela defesa intransigente da democracia, tão presente em suas obras.

Nossa solidariedade aos familiares, especialmente aos filhos Luis Antônio e Felipe.

Foto: Roni Rigon/Agência RBS

 

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A Comissão Eleitoral e as Subcomissões Eleitorais tornam público que foram homologadas as chapas para a eleição dos cargos de Representantes Estaduais de Aposentados(as), Representantes 1/1000, Representantes de Aposentados(as) dos Núcleos e Representantes Municipais.

Está aberto o período de campanha!

A votação ocorrerá nos dias 29 e 30 de junho e, assim como na primeira etapa, será realizada através de link disponibilizado e amplamente divulgado no site do CPERS.

Clique nos botões abaixo para conferir as chapas que concorrem aos cargos de Representante Estadual Aposentados(as), Representante 1/1000, Representante de Aposentados(as) dos Núcleos e Representante Municipal.

> Representantes de Aposentados(as) Estaduais

> Representantes 1/1000, Aposentados dos Núcleos e Municipais

#EleiçõesCPERS2021 | Vote a partir das 8h desta terça-feira (29)

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A Comissão Eleitoral e as Subcomissões Eleitorais tornam público que foram inscritas e registradas as Chapas para a eleição dos cargos de Representante Estadual Aposentados(as), Representante 1/1000, Representante de Aposentados(as) dos Núcleos e Representante Municipal.

Fica aberto o prazo até as 17h do dia 16 de junho, a partir desta publicação, para pedidos de impugnação, que devem ser enviados ao e-mail da Comissão Eleitoral (Representantes Aposentados(as) Estaduais) ou ao e-mail da respectiva Subcomissão Eleitoral (Representantes 1/1000, Aposentado(a) do Núcleo e do Município).

Clique nos links abaixo para acessar os registros

> Representantes de Aposentados(as) Estaduais
> Representantes 1/1000, Aposentados dos Núcleos e Municipais

 

#EleiçõesCPERS2021 | Vote a partir das 8h desta terça-feira (29)

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Escola referência no município de Roque Gonzales, da região das Missões, a EEEB Érico Veríssimo corre o risco de ser enturmada e multisseriada – quando se agrupam turmas e séries diferentes em uma única classe – ainda em junho, em mais um ataque autoritário do governo Eduardo Leite (PSDB) à educação pública gaúcha.

Com o ano letivo em curso em meio à pandemia e sem qualquer diálogo com a comunidade escolar, com professores sobrecarregados se desdobrando para garantir um ensino de qualidade aos estudantes, a Secretaria de Educação (Seduc) impôs o agrupamento de alunos do  1º, 2º e 3º anos do Ensino Fundamental da instituição.

O comunicado foi feito pela 32ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) por telefone.

“Minha filha está estudando no primeiro ano da turma que está para ser multisseriada. Ainda não tive coragem de contar para ela. Os outros pais relataram que as crianças choraram muito e que, devido à multisseriação, preferem trocar de escola”, explica Janaine Trindade, professora da Érico Veríssimo e mãe da aluna Camilly, de seis anos.

Janaine conta que se sentiu traída e desrespeitada com a medida, já que a turma foi homologada no início do ano e ninguém esperava pela imposição, que pode acarretar em graves prejuízos ao aprendizado de dezenas de crianças.

“Minha filha será prejudicada no ensino. O professor não terá tempo para dar atenção e suporte que os alunos precisam, sobretudo na fase da alfabetização, que é o alicerce para todo o processo”

Para ela, o agrupamento também prejudicaria o trabalho de excelência exercido pelos professores, que estariam ainda mais sobrecarregados e abarrotados de tarefas a serem cumpridas em prazos apertados.

“Temos que fazer planilhas nos anos iniciais de todas as disciplinas. Com a medida, o professor trabalharia em dobro, com menos tempo para atender os alunos. Temos que postar atividades no Classroom, fazer Meet, atender alunos no presencial e no remoto, devolutivas de todo material enviado, relatórios de devolutivas e correr atrás dos alunos que não fazem. Estamos ficando doentes”, desabafa.

Lucas Machry é pai de Esthevan, de seis anos, que ficou muito abalado com a notícia. Esthevan está no 1º ano do Ensino Fundamental da Érico Veríssimo, uma das séries que correm o risco de enturmação.

Para Machry, além do transtorno emocional que a multisseriação e enturmação podem gerar nas crianças, caso não revertida, a medida pode ocasionar o afastamento de famílias da escola, sobrecarregar turmas de outras instituições e aumentar a exposição de professores à Covid-19.

“Trata-se de alunos que estão em processo de alfabetização, com aulas remotas e presenciais. No curso do ano, mudar de professor, colegas e formato de ensino gera um desconforto emocional e psicológico para estas crianças”.

“Além disso, um mesmo professor terá que preparar conteúdo e atender mais de uma turma ao mesmo tempo, o que aumenta a exposição ao risco de contágio da pandemia”, completa Machry.

Comunidade da Érico Veríssimo resiste!

Na tarde desta terça-feira (15), a comunidade escolar, o 33° Núcleo do CPERS e o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Roque Gonzales foram até a 32ª CRE entregar um ofício contra a enturmação e multisseriação do 1º, 2º e 3º anos do Ensino Fundamental.

Contudo, eles não foram atendidos pela coordenadora, Mônica Justo. Por telefone, uma nova visita foi agendada para esta quarta-feira.

Outro documento também será encaminhado à Seduc.

Tanto a enturmação quanto a multisseriação favorecem a evasão escolar, criando um ciclo vicioso. O Estado não tem políticas para evitar a infrequência, e usa os números para justificar novas enturmações e multisseriações. A verve neoliberal celebra a queda no número de alunos como catalisadora da redução da máquina.

Disfarçado de “racionalização e otimização de custos”, o brutal enxugamento imposto pelo governo Leite sufoca a qualidade da educação, desestrutura a organização pedagógica, onera profissionais e, em última instância, prejudica o aprendizado.

“O prejuízo é muito grande, principalmente quando se trata das séries iniciais da educação. Nós, como CPERS, que sempre defendemos o ensino público de qualidade, vemos essa imposição como aprofundamento das desigualdades entre alunos de escolas públicas e privadas”, afirma o diretor do 33° Núcleo do Sindicato, Joner Nascimento.

Defenda sua escola

Se a sua escola está na mira do governo para fechamento de turmas e turnos, fim do EJA, enturmação ou multisseriação, mobilize-se!

Procure o CPERS, siga as orientações e defenda a sua escola!

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