Na manhã desta quarta-feira (8), após o governo anunciar pela imprensa sem nenhum diálogo com a categoria, o sindicato foi chamado na SEDUC/RS para que o Executivo comunicasse sua matemática imoral para o reajuste do Piso Nacional do Magistério.

Durante a reunião, o secretário da Fazenda, Marco Aurélio Cardoso, apresentou um slide com 18 laudas sobre o que seria a implantação de reajuste, previsto para entrar em vigor em janeiro de 2022.

O governo tentou vender a falsa ideia de que todos os educadores(as) seriam beneficiados com um reajuste de 32%.

O que não é verdade, pois com as alterações no Plano de Carreira, aprovadas em 2020, o salário da categoria foi transformado em subsídio e vantagens concedidas foram transformadas em parcela autônoma – sobre as quais o reajuste proposto não incidirá, e, além disso, será absorvido até o novo valor da tabela reajustada.

Ou seja, mais uma vez os educadores estão pagando seu reajuste para o governo propagandear que concedeu o piso. Transformar a parcela de irredutibilidade em parcela que reduz o reajuste, pode tornar-se prática permanente, a partir do que foi apresentado neste momento. O Projeto de Lei não foi apresentado e ainda precisará ser enviado e aprovado pela Assembleia Legislativa do RS.

Toda a apresentação foi um circo. O contorcionismo nos números, o malabarismo para fazer crer em um grande aumento, a mágica ao esconder as verdadeiras informações: parte significativa dos educadores(as) está sendo deixada de fora da valorização salarial.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, ressaltou que o sindicato cobrará fortemente do governo um reajuste que contemple a totalidade desta categoria tão sofrida.

“Nós avaliamos que a categoria não foi contemplada na sua reivindicação. O governo faz o que tem feito durante os três anos, legisla sem dialogar com a população. Queremos que o Executivo e os deputados honrem com a promessa de não mexer na parcela de irredutibilidade e garantam a valorização salarial igualitária para professores, aposentados e funcionários de escola”, destaca Helenir.

Indignação 

A diretora Vera Lessês, inconformada com a proposta, dirigiu-se ao secretário da Fazenda e fez um desabafo durante a reunião. “Me aposentei com 35 anos de contribuição e não terei um centavo de reposição. É vergonhoso, humilhante e triste. É vergonhoso esperar sete anos e receber uma proposta dessas”, afirmou emocionada.

Juçara Borges, diretora do Departamento de Funcionários(as) de Escola, também expôs sua indignação. “Somos todos educadores. Este governo discrimina os funcionários, que fazem serviços essenciais para o funcionamento das escolas e recebem os piores salários”.

Ato em frente ao Piratini: reajuste para TODA a categoria

O CPERS sempre foi claro ao colocar para o governo sua principal reivindicação: reajuste salarial para toda a categoria – professores(as) e funcionários(as), da ativa e aposentados(as).

Para expor a contrariedade da categoria quanto a vergonhosa proposta do governo, o Sindicato conclama a todos os educadores(as) a participarem do ato em frente ao Palácio Piratini, na próxima terça-feira (14), às 9h.

Entenda a proposta

  • O CPERS sempre exigiu um reajuste para toda a categoria, que já teve seu salário reduzido em 51,3% pelo não repasse da inflação desde novembro de 2014;
  • O governo Eduardo Leite (PSDB) apresentou uma proposta de reajuste de 32% não linear, deixando de fora grande parte dos aposentados, ignorando funcionários de escola e diferenciando o percentual dos professores;
  • O governo finge dar aumento a todos, mas, na prática, apenas alguns servidores verão, de fato, alguma diferença em seus contracheques, quebrando uma isonomia histórica entre os trabalhadores;
  • O reajuste do Piso será pago com o dinheiro dos próprios educadores, com uma relação de proporção inequívoca: quanto mais antigo e com maior tempo na carreira, menor o reajuste;
  • O governo Leite extinguiu o tempo de serviço que se estampava na norma original através dos triênios, que concediam um reajuste automático de 5% a cada três anos e agrupou os valores numa parcela denominada de “irredutibilidade” e agora pretende absorvê-la no subsídio, fazendo com que para 33% dos inativos não haja qualquer aumento;
  • 30.933 professores aposentados não terão nenhum reajuste;
  • 33.820 professores na ativa em sala de aula não receberão o reajuste de 32% do Piso Nacional do Magistério;
  • Funcionários de escola não estão contemplados de forma alguma na proposta.

 

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Devido à falha técnica ocorrida no envio dos e-mails para os sócios(as) presentes na Assembleia Geral do CPERS/Sindicato, realizada no dia 7 de dezembro, a eleição dos delegados para o 34º Congresso da CNTE será retomada nesta quinta-feira (9), das 16h às 20h.

A votação se dará através do link que já foi encaminhado por e-mail aos sócios(as) aptos a participar. A senha de votação será a mesma recebida pelo sócio(a) no e-mail já encaminhado no dia 08/12.

Caso o sócio(a) enfrente problema para acessar o link de votação, deve se reportar ao SAS nos contatos (51) 3254 6000 ou WhatsApp (51) 9569-0465, para solicitar a senha de acesso a votação, a partir das 9h do dia 09/12.

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Devido a problemas técnicos na plataforma Zoom, não foi possível realizar a votação dos delegados(as) para o 34º Congresso da CNTE durante a realização da Assembleia Geral, que ocorreu na noite do dia 7 de dezembro de 2021.

Mesmo com a realização do Conselho Geral do dia 6/12, no mesmo modelo de forma estável, a plataforma apresentou instabilidade durante a reunião. Após consulta à assistência técnica do Zoom, não foi possível retomar o pleito neste formato.

Com a presença dos fiscais das 4 chapas cadastradas e representantes das forças envolvidas, foi realizada reunião virtual e decidido, em consenso, o seguinte encaminhamento:

A Assembleia Geral foi suspensa até a realização de NOVA VOTAÇÃO, que será aberta no SITE DO CPERS nesta QUARTA-FEIRA (8/12), das 17h às 20h.

SOMENTE aqueles que ingressaram na reunião virtual da Assembleia Geral receberão por e-mail link para votação com senha. Para participar, será necessário o CPF do sócio(a).

O pleito continuará sendo acompanhado por até 2 fiscais por chapa de forma presencial na sede do Sindicato, que acompanharão o escrutínio e o cálculo da proporcionalidade.

Caso o sócio(a) enfrente problema para acessar o link de votação, deve se reportar ao SAS nos contatos (51) 3254 6000 ou WhatsApp (51) 9569-0465.

Informamos ainda que estamos averiguando o ocorrido e tomaremos todas as medidas possíveis para apurar a situação.

 

CPERS/SINDICATO

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Na manhã desta terça-feira (07), a direção central do CPERS Sindicato levou à mesa pautas urgentes para a secretária de educação Raquel Teixeira. Na ocasião, foi entregue o dossiê da Caravana da Educação, com um mapeamento da precariedade das escolas públicas gaúchas.

Além de apresentar a situação caótica da rede estadual de ensino, o Sindicato destacou suas reivindicações sobre a valorização salarial e do pagamento dos dias descontados da greve, a cedência dos dirigentes regionais, a realização do concurso público, os problemas do processo eleitoral dos diretores de escola e da implementação do novo ensino médio.

Teoria x Prática

Reforçando a distância entre a teoria e a prática do governo Eduardo Leite (PSDB), a secretária da educação admitiu o aprofundamento da desvalorização dos educadores.

“Corremos o risco de sofrer um apagão nas escolas de educação básica por falta de profissionais. Precisamos urgente de formas de sensibilizar a sociedade para a importância dos professores”, declarou Raquel Teixeira, com um discurso que deveria ser ouvido pelo seu próprio governo.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, lembrou a gestora de que a valorização salarial é central para enfrentar este desafio.

“A qualidade da educação pública é a nossa prioridade e para isso não podemos ter escolas sem recursos humanos e educadores desvalorizados. Por isso estamos cobrando aqui a reposição salarial imediata para professores e funcionários, o pagamento dos dias de greve e a realização urgente de concurso público”.

Após o questionamento, a Secretária afirmou que tem negociado com o centro de governo e que a categoria será chamada para proposta do Executivo. “Vejo possibilidade para esta demanda e tenho defendido o pleito”.

Sobre a situação das escolas, Raquel garantiu que já existem recursos extraordinários disponíveis para solicitação das direções e diz estar ciente dos graves problemas apresentados no dossiê, se comprometendo em triplicar os recursos na autonomia financeira.

Casos como os das escolas Instituto Estadual de Educação Flores da Cunha, em Porto Alegre, EEEF Nossa Senhora do Livramento, em Guaíba, Escola Indígena Kame Mre Kanhre, em Carazinho e a EEEB Margarida Pardelhas em Cruz Alta foram ressaltados como exemplos da morosidade do governo em resolver os problemas da comunidade escolar.

Concurso Público em breve

A realização de concurso público foi um dos pontos de cobrança do Sindicato. A presidente Helenir relatou que durante a Caravana puderam constatar no chão da escola o que já havia sido denunciado: faltam profissionais.

“Para além da política de contratos temporários, queremos reafirmar a importância do concurso, tanto para professores, como para funcionários”.

Segundo Diretora do Departamento de Recursos Humanos/SEDUC, Cleusa Maria Pereira da Silva Flesch, o edital, para 1500 vagas, está em fase de dispensa de licitação.

O 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, trouxe a questão da insuficiência do número de vagas e exigiu a ampliação das oportunidades.

Intransigência no diálogo

A falta de diálogo com a categoria é a raiz de diversos problemas apresentados na reunião. Sem debater com os educadores, a SEDUC segue com o seu projeto da implementação do novo ensino médio, e se mostra intransigente aos apontamentos da comunidade escolar.

“Temos problemas de ordem humana, pedagógica e salarial que causam os desafios do encontro de profissionais. Diante da possibilidade de 2022 iniciar com essas lacunas, defendemos que seja realizado um grande debate com a categoria, antes da implementação deste novo currículo, como sugerem projetos de lei que tramitam em Brasília”, indagou Alex Saratt.

A diretora Rosane Zan desafiou a gestora a responder a equação: “Como vamos fazer funcionar este processo, se não teremos professores para ocupar essas bases”, perguntou.

A Secretária se mostrou fechada para o diálogo e afirmou que não há espaço para discutir a não implementação do novo ensino médio em fevereiro. O CPERS ainda busca seguir o debate sobre a falta de posição sobre a cedência dos seus dirigentes regionais.

A distância entre as ações da Seduc e a realidade das escolas também se agrava na questão da retirada de direitos do Difícil Acesso.

A presidente Helenir lembrou que com os cortes no benefício, existem colegas que não têm mais condições de ficar nas escolas mais distantes.

“Historicamente o CPERS sempre participou da definição dos critérios do antigo Dificil Acesso, agora adicional de Local de Exercício. O governo alterou estes parâmetros sem nos consultar e está causando grandes dificuldade. Conhecemos o estado e queremos estar nesta discussão”, cobrou.

A secretária  comprometeu-se em ouvir o sindicato no próximo período.

Outra questão levantada foi a falta de reuniões no Conselho do Fundeb. Os membros da Comissão de Educação do Sindicato, Rosane Zan e Edson Garcia denunciaram que o governo não realiza mais encontros e nem presta conta dos gastos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica.

Eleição de diretores

O 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia levantou os inúmeros problemas enfrentados na eleição dos diretores e vices, que ocorreram na última semana.

“Este processo eleitoral veio cheio de problemas por falta de orientação do Executivo. Nunca vivi nada parecido, não aceitam recursos e não garantem as informações necessárias”, argumentou.

A diretora Cleusa garantiu que uma reunião extraordinária da Comissão Eleitoral Estadual seria marcada com urgência e solicitou que o Sindicato envie relatório das denúncias.

 

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Na manhã desta terça-feira (7), a direção do CPERS esteve na Assembleia Legislativa reivindicando aos deputados um destaque na emenda 210, do sindicato, que prevê a reposição salarial de 47,82% no salário de professores e funcionários de escola, ativos e inativos na LOA 2022, que pode ser votada ainda hoje.

“Mais do que nunca precisamos pressionar os deputados para que nos apoiem. Aqueles que defendem a educação pública estarão conosco e irão pedir destaque para que a nossa proposta de reposição salarial dos educadores(as) seja reavaliada”, afirma a presidente do Sindicato, Helenir Aguiar Schürer.

A emenda foi protocolada no projeto de lei do orçamento de 2022, mas foi rejeitada pelo relator do projeto na Comissão de Finanças.

LOA prevê menor investimento em educação

Segundo análise do DIEESE, na LOA de 2022 o Executivo estima um crescimento de 6,9% na arrecadação e maior receita em comparação a 2021, no entanto, o investimento em educação diminui 0,3% da sua fatia no orçamento e a previsão de gastos com pessoal também cai 3,3%. Para os altos salários do TJ, MP e Assembleia Legislativa, o governo do Estado prevê dotação de aumento.

Pressione os deputados(as) gaúchos(as) para que apreciem em destaque a emenda 210, do CPERS, à LOA 2022 e para que apoiem eventual requerimento em defesa da reposição salarial dos educadores(as) gaúchos(as).

Clique nos links e deixe o recado: quem apoia a educação, apoia a emenda por #ReposiçãoJá!

⏭️ MDB

▶️ Beto Fantinel – beto.fantinel@al.rs.gov.br
▶️ Carlos Búrigo – https://bit.ly/31cT104
▶️ Clair Kuhn – https://bit.ly/318DMFH
▶️ Gabriel Souza – https://bit.ly/3cZidcZ
▶️ Gilberto Capoani – gilbertocapoani@al.rs.gov.br
▶️ Patrícia Alba – https://bit.ly/32BVX6V
▶️ Tiago Simon – https://bit.ly/3G1dwvP
▶️ Vilmar Zanchin – zanchin@al.rs.gov.br

⏭️ PP

▶️ Adolfo Brito – ajbrito@al.rs.gov.br
▶️ Ernani Polo – https://bit.ly/3pgwpEm
▶️ Frederico Antunes – https://bit.ly/32BWUMx
▶️ Issur Koch – https://bit.ly/3I5ty9w
▶️ Marcus Vinícius – marcus.vinicius@al.rs.gov.br
▶️ Sérgio Turra – https://bit.ly/3E68hKy

⏭️ PSL

▶️ Capitão Macedo – https://bit.ly/3llgaV9
▶️ Ruy Irigaray – https://bit.ly/3pd9MjQ
▶️ Tenente Coronel Zucco – https://bit.ly/3pcMH0K
▶️ Vilmar Lourenço – https://bit.ly/3D1Col5

⏭️ PSDB

▶️ Faisal Karam – faisal.karam@al.rs.gov.br
▶️ Mateus Wesp – https://bit.ly/3li29Yo
▶️ Pedro Pereira – gab.pedropereira@al.rs.gov.br
▶️ Zilá Breitenbach – https://bit.ly/31aXYGq

⏭️ PSB

▶️ Dalciso Oliveira – https://bit.ly/3d1BD0I
▶️ Elton Weber – https://bit.ly/32ygLw8
▶️ Franciane Bayer – https://bit.ly/3CXy724

⏭️ PTB

▶️ Aloísio Classmann – deputadoclassmann@gmail.com
▶️ Dirceu Franciscon – https://bit.ly/3xwRbTC
▶️ Elizandro Sabino – elizandrosabino@gmail.com
▶️ Kelly Moraes – kelly.moraes@al.rs.gov.br
▶️ Luís Augusto Lara – luisaugusto.lara@al.rs.gov.br

⏭️ Novo

▶️ Fábio Ostermann – https://bit.ly/3FXCgF7
▶️ Giuseppe Riesgo – https://bit.ly/3cZKIr1

⏭️ PL

▶️ Airton Lima – airton.lima@al.rs.gov.br
▶️ Paparico Bacchi – https://bit.ly/3o2YAan

⏭️ DEM

▶️ Dr. Thiago Duarte – dr.thiago@al.rs.gov.br
▶️ Eric Lins – https://bit.ly/3FWdKnY

⏭️ Republicanos

▶️ Fran Somensi – https://bit.ly/3o2lnCW
▶️ Sergio Peres – https://bit.ly/3I0P7bn

⏭️ PSD

▶️ Gaúcho da Geral – https://bit.ly/3D3jNFa

⏭️ SOLIDARIEDADE

▶️ Neri o Carteiro – https://bit.ly/3I0vb8B

⏭️ PV

▶️ Rodrigo Maroni – rodrigo.maroni@al.rs.gov.br

⏭️ CIDADANIA

▶️ Any Ortiz – https://bit.ly/3p8JO0T

⏭️ PDT

▶️ Eduardo Loureiro – eduardo.loureiro@al.rs.gov.br
▶️ Gerson Burmann – gerson.burmann@al.rs.gov.br
▶️ Juliana Brizola – mandato@julianabrizola.com.br
▶️ Luiz Marenco – luiz.marenco@al.rs.gov.br

⏭️ PSOL

▶️ Luciana Genro – https://bit.ly/3o3QFtj

⏭️ PT

▶️ Edegar Pretto – https://bit.ly/3cXCNdR
▶️ Fernando Marroni – https://bit.ly/2ZxfFzA
▶️ Jeferson Fernandes – https://bit.ly/32y3d3I
▶️ Luiz Fernando Mainardi – https://bit.ly/31ctB2l
▶️ Pepe Vargas – https://bit.ly/3xAWzp5
▶️ Sofia Cavedon – https://bit.ly/3lijVuH
▶️ Valdeci Oliveira – https://bit.ly/3D1KkCL
▶️ Zé Nunes – https://bit.ly/2ZCSHHw

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Na manhã desta sexta-feira (3), ocorreu a Audiência Pública “A retomada das obras do Instituto de Educação – Projeto da Comunidade Escolar X Projeto do Governo Estadual”. O evento, promovido pela Comissão de Educação, Cultura, Desporto e Tecnologia da Assembleia Legislativa, aconteceu às 9h30, no Teatro Dante Barone.

O encontro tratou sobre a situação do Instituto de Educação General Flores da Cunha (IE) que está desde 2018 com as suas obras de recuperação e restauro paradas.  Atualmente, os 1.200 estudantes estão sendo atendidos em quatro unidades.

Proponente da iniciativa, a deputada Sofia Cavedon fez um breve resgate de tudo que a escola vem enfrentando desde o início do restauro, ressaltando a o descaso do governo Eduardo Leite (PSDB) com a instituição. “Isso é um descaso, desrespeito profundo com o IE, com a educação pública estadual e com toda comunidade escolar”, afirmou Sofia.

O vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, destacou o apoio do Sindicato na luta com a escola para retomar aquilo que é seu.

“A retomada das obras é urgente, são cinco anos já de espera, não são 5 dias, ou 5 meses. Governador Eduardo Leite, demorou! Se não for agora, teremos que usar outros meios. O IE tem uma história que está enraizada na sua comunidade escolar, e temos que deixar claro para o governador que ainda existe gestão democrática e autonomia nas escolas para decidir o seu futuro. Vocês não estão sozinhos nessa luta. O IE fica”, destacou Alex.

Alex também relatou as denúncias da Caravana do CPERS que percorreu todo Rio Grande do Sul de 11 a 26 de novembro e visitou 60 municípios e 186 escolas. “Ontem em uma coletiva de imprensa apresentamos um contundente dossiê sobre as condições de abandono que se encontram as nossas escolas estaduais”, frisou.

O IE é nosso!

A equipe diretiva da escola, professores, estudantes, mães e representantes da comunidades escolar falaram na audiência e expuseram a indignação e repulsa pelo governo do estado, que além de parar as obras da instituição por falta de pagamento para a empresa responsável, ainda anunciou um projeto para construir um museu privado, nos moldes do Museu do Amanhã do Rio de Janeiro, e de um centro tecnológico de formação de professores(as) dentro da escola.

Alessandra Lemes da Rosa, diretora da instituição fez um longo apanhando do restauro da escola ressaltando a grande luta que travam para voltarem ao prédio do IE, com o projeto original da escola que foi feito pedagogicamente juntamente com a comunidade escolar.

 

“Esse ano completamos cinco anos fora da nossa instituição, ano esse que a escola completa 152 anos. Esperamos que possamos voltar em breve, pois esse projeto de restauro foi pensado para atender uma escola. Nós queremos nosso prédio de volta e continuaremos lutando para isso”, afirmou Alessandra.

A vice-diretora, Heloiza Rabeno destacou que a proposta do governo de colocar um museu dentro de uma escola, mostra que ele não conhece o chão da escola pública e não sabe como é a sua realidade.

“Eduardo Leite nunca nos perguntou nada, nunca consultou a comunidade escolar”, destacou a vice-diretora.

Heloiza também entregou a deputada Sofia o abaixo-assinado com 10 mil assinaturas. O documento proposto pelo Movimento em Defesa do IE exige do governo a garantia da continuidade do restauro e o retorno da comunidade escolar para o prédio histórico do Instituto.

A professora e mãe de aluno, Adriana Farina Marcon destacou que a luta pelas reformas do IE acontece desde 2011, mas que o movimento ganhou mais força este ano quando o governador anunciou os novos rumos que pretende para este patrimônio da educação?

“Não tem condições de funcionar um museu e um centro de treinamento dentro da escola. Como vai ficar a atenção para as nossas crianças? Eu gostaria muito que o governador repensasse em todo esse descaso com as escolas públicas estaduais e retomasse as obras do IE imediatamente”, concluiu.

“Quero colocar aqui a nossa indignação, como pais, mães membros da comunidade escolar. Queremos a retomada da escola em sua integralidade. Queremos um retorno já. Não pode faltar ninguém dentro da nossa escola”, apontou Luciana Assis Brasil, presidente do Círculo de Pais e Mestres (CPM).

“A secretária desconhecia que tinha uma comunidade escolar dentro da escola. E continua nos tratando do mesmo jeito, como se ali não existisse ninguém. Nós estamos perdendo nossos estudantes que estão tendo aula em salas minúsculas e espaços insalubres. Tem que valorizar os professores e a escola pública no presente. Se pedimos o restauro é porque o teto da escola estava desabando na cabeça dos nossos estudantes”, desabafou Ceniriani Vargas da Silva, presidente do Conselho Escolar.

Os alunos Marina Alburquerque e Fredericco Restori destacaram todo carinho pela instituição e ressaltaram o descaso do governo.

“Não precisamos de museu, precisamos da obra concluída e do nosso prédio localizado na Av. Osvaldo Aranha. Podemos ter a infraestrutura que a escola precisa, basta que façam o projeto que foi feito junto com a comunidade escolar”, observou Marina.

“O governador não tem nenhum cuidado com a nossa escola, com a educação pública, para ele o que importa é o lucro. Eu lembro da Helenir falando em uma reunião do suicídio de diversos professores pela falta da valorização. O abandono do nosso prédio representa o abandono da educação pública. O IE existe, nós estamos aqui, e se precisar nós ocupamos esse espaço, que é nosso”, ressaltou Fredericco.

“Estou aqui pela minha filha, netos, bisnetos e pelos filhos daqueles que vão precisar da escola pública. Todos precisamos de educação. O prédio na Osvaldo Aranha é um lindo prédio que o governador descobriu, mas ele já é nosso, estudantes, pais, mães, educadores, ex-alunos e alunos, da comunidades escolar. Eu clamo ao Sr.  governador que venha para o lado da educação”, afirmou Tatiana Gomes, ex-aluna do curso do magistério e mãe da estudante Laura Gomes.

“Quando entrei naquele prédio mal sabia que se tornaria a minha segunda casa e minha família”, destacou a estudante Laura muito emocionada.

Maria da Graça Ghiggi, integrante da Comissão do Restauro do Instituto e mãe de ex-alunos destacou que o projeto do governador irá roubar boa parte da escola.

“O projeto retira muito espaço de escola, de salas de aula. Nós não queremos a escola do futuro, nós queremos a escola do agora. O projeto do governo não prevê uma escola integral. Esse projeto que o governo quer é marketing”, concluiu.

O que diz a Seduc

O diretor-geral da Seduc, Guilherme Daltrozzo Corte e o engenheiro civil da Secretaria de Obras do Estado, Ricardo Todeschini, afirmaram durante a audiência que as obras serão retomadas ainda na primeira quinzena de janeiro, dia 15.

“Acredito que na primeira semana estamos todos mobilizados para a retomada das obras”, concluiu Guilherme.

Ao final da reunião, a comunidade escolar reivindicou representação na discussão sobre o projeto que o  Executivo gaúcho quer implementar no Instituto de Educação.

Uma comitiva do Movimento em Defesa do IE, juntamente com a deputada Sofia Cavedon e a direção do CPERS Sindicato,  foram ao Palácio Piratini entregar o abaixo-assinado na Casa Civil, mas infelizmente não foram recebidos.

Um dos encaminhamentos da audiência pública foi um encontro com a secretária de educação, Raquel Teixeira e o Movimento em Defesa do IE.

 

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Durante três semanas, entre os dias 11 e 26 de novembro, o CPERS esteve na estrada com a Caravana da Educação, que apurou as condições materiais e humanas das escolas estaduais e mobilizou a categoria para a luta por respeito e valorização. Na manhã desta quinta-feira (2), os dados foram apresentados em Coletiva de Imprensa, realizada na sede do sindicato.

Foram 60 municípios e 186 escolas visitadas, totalizando 17.800 quilômetros percorridos. A iniciativa, que encerrou na última sexta-feira (26), evidenciou o abandono da rede estadual de ensino e dos trabalhadores(as) em educação.

Desmascarando o discurso do governador Eduardo Leite (PSDB), o Sindicato constatou o óbvio: a educação não é prioridade para a atual gestão do Executivo gaúcho.

Atualmente, o percentual aplicado em manutenção e desenvolvimento de ensino não passa de 27%, se retirados os aposentados(as), como fazem os outros estados, não chega a 16%, quando a Constituição prevê 35%.

Os dirigentes do CPERS fizeram o que em três anos o governo do Estado nega-se a fazer: ir ao chão da escola e conhecer a realidade de cada instituição e região, dialogando com a comunidade escolar e com a sociedade e documentando o projeto em curso de destruição da educação pública.

A Caravana evidencia em imagens e depoimentos o que os educadores(as) já conhecem: falta o básico em inúmeras escolas estaduais gaúchas. Aulas na penumbra, teto prestes a desabar, risco de curto-circuito, muros desabando, mofo, infiltrações e insegurança.

Neste cenário de negligência, estão educadores(as) deixados na miséria devido aos sete anos sem reajuste salarial e à retirada de direitos como o adicional de local de exercício, descontos dos dias recuperados da greve e do vale-transporte.

Para o último ano do governo, o Executivo anuncia investimentos que se mostram insuficientes e também não abrangem a valorização salarial dos profissionais. A falta de recursos humanos também é um problema grave e uma consequência do desmonte dos serviços públicos implementado nas últimas gestões estaduais.

“Após ter toda a pandemia para promover melhorias e resolver problemas, o governo anunciou tardiamente investimentos em 56 “escolas modelos”, enquanto somente em um universo de 186 escolas visitadas pela nossa caravana, constatamos problemas graves de estrutura ou recursos humanos em 58 instituições”, expõe a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

A presidente lembra, que segundo o censo escolar de 2020, o Rio Grande do Sul conta com 2.410 escolas da rede pública estadual.

“Se fossemos visitar todas as escolas, com certeza encontraríamos o mesmo cenário de abandono. Entre o sucateamento das instituições e o corte de direitos e arrocho salarial dos educadores, quem perde com este projeto de desmonte são as famílias gaúchas, os contribuintes que têm direito de acessar um serviço público de qualidade”, declara.

Números #CaravanaCPERS

  • 9 Regiões funcionais do RS
  • 800 km percorridos
  • 60 cidades
  • 186 escolas visitadas
  • 58 das escolas visitadas com problemas graves estruturais ou de RH
  • 21 escolas com falta de educadores(as)
  • 12 escolas com problemas de infiltração
  • 13 escolas com problemas na rede elétrica
  • 5 escolas sem luz
  • 1 escola sem água
  • 8 escolas com prédios ou pavilhões interditados
  • 7 escolas com muro desmoronando ou já desabado
  • 6 escolas com telhado quebrado com ameaça de desabar
  • 8 escolas com salas de aulas interditadas
  • 7 anos sem reposição salarial

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Em audiência pública da Comissão de Segurança, Serviços Públicos e Modernização do Estado, realizada na manhã desta quinta-feira (2), representantes de diversas categorias do funcionalismo voltaram a reclamar de atrasos na concessão de aposentadorias. O encontro, que ocorreu em ambiente virtual, foi proposto pela deputada Sofia Cavedon (PT).

Segundo o 2º vice-presidente do Cpers-Sindicato, Edson Garcia, as mudanças no sistema previdenciário gaúcho geraram um grande número de pedidos de aposentadoria em 2020, e o IPE/Prev acabou atrasando a análise dos processos em mais de um ano. “Houve casos de colegas, que morreram esperando pelo benefício a que tinham direito”, revelou.
O vice-presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Rio Grande do Sul, Rogério Viana, se somou às queixas. Segundo ele, a aposentadoria “leva tempo para sair e, quando o trabalhador recebe, os valores estão defasados”. Ele criticou a política do governo Leite para o funcionalismo e acusou o Executivo de “produzir superávit em cima de direitos dos servidores”.
O diretor-presidente do IPE/Prev,  José Guilherme Kliemann, reconheceu que ocorreram atrasos, devido ao grande número de pedidos decorrentes da reforma previdenciária. Segundo Kliemann, o IPE tem a meta de analisar as solicitações e publicar as concessões no máximo em 60 dias. Para isso, está contratando emergencialmente 25 servidores e pretende realizar concurso público para 72 cargos na primeira quinzena de fevereiro de 2022.
Edson Garcia, que também é conselheiro do instituto, afirmou que os benefícios ainda continuam demorando para entrar em vigência. Outro problema apontado pelo líder sindical é que alguns servidores encaminham pedido para aposentadoria de 40 horas e só recebem para 20h. “Os vencimentos relativos ao outro período só vêm seis ou sete meses depois, gerando uma redução drástica de salário”, apontou.
A gerente de Benefícios do IPE, Cínara Regina Francisco, trouxe alguns pontos relacionados ao formulário, considerado confuso. Ela admitiu que não há como informar a opção legal mais favorável ao beneficiário, pois para isso o sistema teria que realizar simulações, o que ainda não está sendo feito. Segundo ela, o IPE deverá buscar uma solução para o problema no próximo período.
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O governo Leite retirou direitos, confiscou o salário dos aposentados e não concede a reposição da inflação. Tudo isso resulta na DIMINUIÇÃO do salário, enquanto a sobrecarga de trabalho só aumenta! O resultado? O adoecimento físico e mental dos educadores(as) gaúchos.

Chega de crueldade com os trabalhadores(as)! Queremos valorização, respeito e salário digno.

Leia o depoimento da professora Chirlene Oliveira

“Gente, já fez 3 anos, e ainda teremos mais um ano sob o domínio cruel do governo PSDB – Eduardo Leite! Quem aqui, não está atormentado e doente?

São tantas as atrocidades cometidas aos profissionais da educação que nem tenho como listá-las!
Tenho medo de verificar meu contracheque, descontos misteriosos, recebendo por 20h desde que aposentei em Julho/21. Governo das maldades com alvo certo, é arbitrário e ditatorial…

Resolvi combater o medo e abri minha folha no portal. Resultado…

Gastrite avançou tanto que fui parar no HPS, mal conseguia andar tamanha a dor no estômago! As dívidas batendo à porta e nada sobra para saldar alguma coisa! Entrei às 22h e saí às 7h da manhã ( duas doses de analgésicos e morfina na veia). Fiz tomografia e exame de sangue, o médico constatou gastrite aguda de cunho emocional. Fiquei me perguntando quando em 30 anos de profissão isso havia acontecido? Me veio a resposta: apenas durante esses três anos de inferno e de lutas contra o que está posto por nosso algoz!

Jamais voto em alguém que não me representa, e assim, no segundo turno anulei meu voto, pois pensava que tudo daria errado nas duas opções que tínhamos no segundo cenário eleitoral para 2019, e eu não me sentiria culpada por qualquer desses atos cruéis que eu sabia, aconteceriam! Mas a maioria da categoria num ranço inexplicável contra partidos que sempre nos defenderam, votaram em massa no PSDB sob o álibi de que não teria escolha!

Penso que qualquer cidadão alienado, sem noção de projeto político de governança, podia escolher tanto o MDB quanto o PSDB, mas servidor público que vive na carne as consequências, estes, jamais!!

Agora está aí a nossa colheita feita pela péssima escolha na urna!

Sinceramente, acho que essa revolta é a única coisa que aumenta cada vez mais, quisera eu trocar tudo isso pelo aumento de salário digno e valorização dos profissionais da educação!

Mas se os próprios profissionais não se valorizam na hora do voto, o jeito é correr e pedir morfina no HPS ( ao menos fui isenta de qualquer pagamento) porque se eu tivesse que pagar pelo atendimento e medicação, acho que não estaria em condições físicas o suficiente para estar desabafando aqui!

Ano que vem teremos encontro com a urna novamente…” 

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