Nesta terça-feira, 25 de julho, comemora-se o Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha, em referência ao “1º Encontro de Mulheres Negras Latino-Americanas e Caribenhas”, que aconteceu nesta data, em 1992, na República Dominicana, e pautou o racismo e a misoginia sofridos por elas.

No Brasil, comemora-se também o Dia Nacional de Tereza de Benguela, que viveu no século XVIII, no Vale do Guaporé, em Mato Grosso, e liderou o Quilombo de Quariterê.

Durante o encontro “Mulheres Negras nos Espaços de Poder”, realizado nesta segunda-feira (24) pelo Ministério da Cultura, a ministra da pasta Margareth Menezes prestou uma homenagem à história e à luta desse público.

“Quero homenagear a honradez, a abnegação e a força dos milhões e milhares de mulheres que foram aviltadas e hostilizadas na sua condição e sofreram os piores massacres da história da humanidade. Apesar de tanto ‘não’, de tanta dor que nos invade, somos nós a alegria da cidade”, disse.

“Nessas últimas décadas, as mulheres negras, a custo de muito sangue derramado pelos nossos filhos e filhas, suor dos nossos homens e mulheres, e lágrimas das nossas mães e pais estamos na luta para reconquistar cargos de influência. Embora os desafios persistam, essas mulheres estão quebrando barreiras”, afirmou a ministra.

Para o secretário de Combate ao Racismo da CNTE, Carlos Furtado, a data é mais um motivo para se discutir o tema do preconceito e da discriminação racial em sala de aula.

“Vamos ter que levar para dentro das escolas esse debate e fazer valer a lei 10.639 [que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Afro Brasileira nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio]. Esse é o nosso norte. Mas a questão da negritude não deve ser lembrada apenas nas datas comemorativas, ela deve estar na rotina dos trabalhadores da educação”, diz.

Carlos fala da importância em celebrar o dia 25 de julho para promover mais visibilidade às mulheres negras. “É um dia para a gente valorizar a luta das mulheres, tanto as negras que se tornaram notáveis, como Maya Angelou, Conceição Evaristo, como tantas outras, mas também aquelas que no dia a dia constroem a história. Queremos dar visibilidade à questão da mulher negra latino-americana e caribenha, porque não é só uma questão do Brasil, é uma questão mundial a luta contra o preconceito e contra a discriminação racial”, explica o Secretário.

Ele lembra ainda de um dado da Unicef:  62% das crianças que estão fora da escola e deveriam estar estudando são negras. “Por isso, esta pauta deve estar na reunião de professores, na formação pedagógica e na construção dos planos de aula. Nossos heróis e heroínas não são lembrados como deveriam na escola. Nós precisamos reafirmar a política de cotas, pois ela assegura os nossos direitos. Temos que  defender e garantir concursos públicos com vagas para professores negros(as) e, assim, aquilombar nossas escolas”, diz.

Julho das Pretas

Iniciativa criada pelo Instituto da Mulher Negra Odara, o movimento “Julho das Pretas” faz alusão ao Dia Internacional da Mulher Latino-Americana e Caribenha.

Este ano, o grupo reflete sobre a “reparação histórica e estrutural após séculos de racismo, discriminação e desigualdade; e o bem viver pelo direito das mulheres negras à vida plena, com garantias de acesso à saúde, à educação, à arte, ao lazer, à moradia, à segurança e a viver sem violência”.

Segundo informações das Agências Câmara e Senado publicadas na cartilha “Julho das Pretas”, apesar de o Brasil ser composto majoritariamente pela população feminina (51,1%, sendo 28% negras), somente 17,7% das cadeiras da Câmara dos Deputados são ocupadas por mulheres, com  2% de negras; já no Senado, o percentual de mulheres é de 12,3% e 1% é negra.

A desigualdade vai muito além do cenário político. As diferenças nas questões salariais, de saúde e de educação são evidentes.

Educação

Do total de mulheres negras que entram em uma universidade, 16% ingressam em instituições públicas e 84% em instituições privadas.

Salário 

As mulheres negras são mais afetadas pelas desigualdades salariais: enquanto a média do rendimento salarial médio do homem negro é de R$2170,48, a da mulher negra é de R$ 1171,19 e o da mulher branca é de R$ 2746,75 (Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílio Contínua/2022).

Saúde

Dados do Ministério da Saúde e Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) / SUS e ONG Criola mostram que mulheres negras têm 50% a mais de chances de serem diagnosticadas com diabetes tipo 2 do que mulheres brancas.

Segurança

62% das vítimas de feminicídio no Brasil são negras. Já com relação ao percentual de mulheres vítimas de estupro, 51% delas pertencem ao mesmo grupo. Elas também são mais assediadas (40,5% pretas), em comparação às brancas (34,9%) e pardas (36,7%) – os dados são da pesquisa Violência Contra Negros e Negras no Brasil/2019 e Anuário Brasileiro de Segurança Pública/2021.

Fonte: CNTE

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Hoje, 25 de julho, é um dia de profunda significância, pois comemoramos o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, juntamente com o Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha.

Essa data, sancionada pela Lei n.º 12.987/2014, durante o governo de Dilma Rousseff (PT), é carregada de memórias e histórias de lutas heroicas protagonizadas por mulheres negras que desafiaram as adversidades da escravidão e da opressão racial.

Tereza de Benguela, uma líder do quilombo Quariterê, foi uma inspiração, um símbolo de resistência e coragem. Em seu comando, esse reduto de liberdade desafiou a injustiça por duas décadas, lutando contra a escravidão, até que as forças opressoras do governo destruíram esse refúgio de esperança. As vidas que se perderam e as que foram aprisionadas são uma lembrança dolorosa de como a história foi marcada por sofrimento e injustiça.

Hoje, olhamos para as estatísticas alarmantes que mostram as desigualdades gritantes enfrentadas pela população negra, especialmente pelas mulheres. Cada número representa uma vida, um rosto, uma história afetada pelo racismo e pela exclusão social. É uma realidade que nos fere profundamente e clama por mudança.

O encontro histórico de mulheres negras em Santo Domingo, em 1992, foi um momento de união e esperança. Ele deu origem à Rede de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, que junto à ONU, lutou incansavelmente para garantir o reconhecimento desta data, para que o mundo inteiro saiba da força e da resiliência dessas mulheres.

Mas, ao mesmo tempo, é doloroso perceber que ainda hoje, o preconceito e o racismo estrutural persistem. O movimento feminista tem sido uma luz, mas ainda há muito a ser feito para enfrentar o desafio de incluir e valorizar todas as mulheres, incluindo as negras e transsexuais. 

Como diz, Conceição Evaristo, uma das vozes mais importantes da literatura brasileira contemporânea: “a nossa sobrevivência não pode ser lida como histórias para ‘ninar os da casa grande’, e sim para incomodá-los em seus sonhos injustos”.

Por isso, o CPERS, representado pelo Coletivo Estadual de Igualdade Racial e Combate ao Racismo e pelo Departamento de Gênero e Diversidade, faz um chamado para que cada um e cada uma se levante e se comprometa a lutar pela igualdade, pelo fim do racismo, pela valorização de todas as vozes e vidas negras.

Juntos(as), podemos criar um mundo onde cada mulher negra possa ser vista, ouvida e respeitada, onde cada uma possa ser livre para viver sua vida com dignidade e amor.

#TerezadeBenguela #MulherNegra #MulherLatina #MulherCaribenha

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A luta pela educação pública e por garantia de direitos e respeito não tem idade!

Nesta sexta-feira (21), educadores(as) aposentados(as) dos núcleos de Erechim (15º), Passo Fundo (7º), Soledade (28º) e Carazinho (37º) participaram de mais um Encontro Regional dos Aposentados(as) do CPERS.

Mobilizações, luta por valorização, conjuntura política estadual e nacional, informações jurídicas, apresentações culturais e o desafio de danças foram algumas das atrações da atividade.

A abertura do evento contou a apresentação de Isabela Maria Galon, estudante da EEEM Dr. João Caruso, de Erechim.

O 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, abriu o encontro explanando sobre a conjuntura política estadual e nacional e destacando os desafios que a categoria enfrentará no próximo período. “O neoliberalismo cedeu para algo muito pior do que imaginávamos, a chamada extrema-direita, o fascismo. Essa gente voltou e nós vimos como esse pessoal se manifestou com mentira, ódio, violência e morte. Não estou dizendo nenhuma novidade aqui, mas explicando o tamanho do desafio que nós teremos pela frente para assegurar nossos direitos”, apontou.

Glaci Weber, diretora do Departamento dos Aposentados(as) do Sindicato, fez uma análise emocionada das apresentações culturais realizadas ao longo dos últimos anos nos encontros.

“Fomos do Rio Grande do Sul até a Amazônia, desde a dança gauchesca até o bumba meu boi. Foi um verdadeiro espetáculo! Nossas meninas dançarinas se esmeraram tanto, assim como os núcleos. Foi uma experiência belíssima, cheia de emoção, que nos levou a decidir realizar novamente o desafio de dança. Este novo evento está sendo igualmente emocionante”, destacou.

“É uma honra e satisfação estar aqui com vocês. Estes encontros proporcionam momentos de muita troca e fortalecimento da luta, além de muita alegria através das apresentações culturais”, destacou o diretor do CPERS, Amauri Pereira da Rosa.

Rodrigo Sebben, advogado da assessoria jurídica do CPERS, escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, trouxe informações sobre a ação do desconto previdenciário, a qual o Sindicato aguarda a data do julgamento. “Temos plenas convicções que será precedente e declarado inconstitucional esse desconto. Lutaremos para que ocorra a devolução desses valores para os nossos aposentados”, declarou.

A professora de Educação Física, Lia Hausen, ministrou a palestra “Exercício Físico: alternativa para um envelhecimento saudável”, frisando que a atividade física é extremamente importante em todos os ciclos da vida. A educadora também realizou uma laboral, colocando as aposentadas e aposentados para se movimentarem.

Desafio das Danças embala a tarde de Encontro dos Aposentados

Ao ritmo do tango, os grupos de dança dos núcleos de Erechim, Soledade e Carazinho mostraram muito talento nas apresentações do Desafio das Danças Folclóricas Internacionais, contagiando e emocionando a plateia.

A mesa de jurados foi composta pelas educadoras Maria Regina Bossoni Chagas, representante de Erechim, Lisete Dal Prá, de Carazinho e Clarice Stefanello Correa, de Soledade.

A etapa regional do Desafio das Danças consagrou o grupo do 28º núcleo (Soledade), que se classificou para a etapa final do concurso, no Encontro Estadual dos Aposentados.

Participaram da atividade, a diretora do CPERS, Alda Souza, a vice-diretora do 15° Núcleo (Erechim), Magda Suzana Schmitt, a diretora do 28º Núcleo, Magale Eicheler da Rocha, a diretora do 37º Núcleo, Adelia Menezes dos Santos, e a representante estadual dos aposentados(as) do 7º núcleo, Marli Schaule.

>>>Confira abaixo as datas e os núcleos que sediarão os próximos encontros: 

Sede: Caxias do Sul
Data: 02/08/2023
Núcleos: Caxias do Sul, Estrela, Santa Cruz do Sul e Montenegro

Sede: Guaporé
Data: 03/08/2023
Núcleos: Guaporé, Bento Gonçalves, Lagoa Vermelha e Vacaria

Sede: Três Passos
Data: 16/08/2023
Núcleos: Três Passos, Frederico Westphalen, Palmeira das Missões e Três de Maio

Sede: Porto Alegre
Data: 17/08/2023
Núcleos: 38º e 39º Núcleos de Porto Alegre, Guaíba, Canoas e Gravataí.

Sede: Osório
Data: a definir
Núcleos: Osório, Taquara e São Leopoldo

 

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Nesta quinta (20) e sexta-feira (21), o Coletivo dos Funcionários da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) se reuniu, em Brasília, para debater sobre a conjuntura educacional e geral da categoria. O evento contou com a participação de 26 sindicatos.

Representando o CPERS, a diretora do Departamento de Funcionários(as) da Educação, Juçara Borges, participou da atividade.

Aqui no Rio Grande do Sul, enfrentamos desafios com o governo de Eduardo Leite, que, infelizmente, não tem dado a devida valorização aos funcionários de escola. Nossos salários estão defasados em mais de 60% e há quase nove anos não recebemos qualquer reajuste. A falta de diálogo por parte de Eduardo Leite em relação a essa questão tem sido um obstáculo para avançarmos”, asseverou.

A diretora também enfatizou que o CPERS está empenhado na luta pela discussão salarial e pela pressão para a realização de concursos públicos para os funcionários(as) da educação. “É crucial que o governo abra espaço para o diálogo e reconheça a importância de valorizar os servidores de escola, que são fundamentais para o funcionamento das instituições de ensino e para a educação de qualidade no estado”, afirmou.

O secretário de Funcionários da Educação da CNTE, José Carlos Bueno do Prado, o Zezinho, comemorou a volta dos encontros presenciais dos coletivos, já que nos últimos anos a pandemia impossibilitou esses momentos. “Foram anos difíceis que agora a gente tem que acelerar para recuperar”, destacou.

Ele lembrou que os trabalhadores(as) da educação elegeram o presidente Lula (PT), mas ainda assim é preciso muita luta pela garantia dos seus direitos. “Em alguns ministérios, principalmente no que mais nos interessa, o MEC, é uma batalha imensa que estamos travando e teremos que continuar”, ressaltou.

Secretário executivo da CNTE, José Valdivino Moraes, fez coro com Zezinho ao dizer que é muito importante entender que, por mais que o atual governo seja de esquerda, a sociedade votou em políticos que não têm afinidade com a pauta dos trabalhadores(as) em educação.

Nesse contexto, ele destacou que é necessário retomar a formação dos funcionários(as) das escolas públicas, seja por meio do Programa Profuncionário, do Ministério da Educação (MEC), ou através de outras políticas públicas. Valdivino defendeu, também, que o piso salarial não seja fixado apenas para o magistério, mas para todos os profissionais da educação. “Assim, unimos a força que temos enquanto funcionários, juntamos com os professores e nós teremos um piso salarial nacional.”

Secretária de Assuntos Educacionais da Confederação, Guelda Andrade, seguiu a linha de que é preciso olhar, primeiro, para o cenário político. Mas ela foi além ao destacar que o governo Lula tem uma frente ampla. “Precisamos ter muita cautela e pensar estrategicamente as nossas ações para que a gente consiga dar continuidade aos nossos planos”, disse.

Para Guelda, o processo de formação é fundamental para que todos esses trabalhadores se tornem, de fato, educadores(as), como está definido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a LDB. “Lá está bem designado como eu sou reconhecida como profissional da educação. Se eu não tiver essa formação, eu estou no chão da escola como trabalhadora da educação”, alertou.

A ex-senadora Fátima Cleide, autora do Projeto de Lei que deu origem à LDB, em 2009, contou que só chegou ao parlamento devido à luta da classe trabalhadora. “Tudo isso tornou possível a gente alterar a Constituição Federal, onde mudamos de ‘valorização do magistério’ para ‘valorização dos profissionais’.”

Fátima falou em esperança para a retomada de políticas que não mudem apenas o nome no plano de cargos, mas que realmente reconheçam o profissional que tenha jornada de trabalho estabelecida, formação e salário. “Que a gente possa retomar os espaços que precisamos para fortalecer a nossa luta”, concluiu.

João Alexandrino, presente!

Os funcionários da educação também fizeram um minuto de silêncio em homenagem a João Alexandrino, companheiro de muitas lutas da categoria. Ele faleceu em março deste ano.

Alexandrino foi dirigente do Sindicato dos Trabalhadores(as) em Educação do Estado de Pernambuco (Sintepe) e ocupou como coordenador o Departamento de Funcionários da Educação (DEFE) da CNTE. Ele defendia o lema de “funcionário da educação é também educador”, enquanto participava da política sindical para romper a invisibilidade dos funcionários e funcionárias das escolas brasileiras.

>> CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O ÁLBUM DE FOTOS DO PRIMEIRO DIA DE REUNIÃO, NO FACEBOOK DA CNTE

Assessor jurídico da CNTE reforça a necessidade de profissionalização dos trabalhadores da educação

Já nesta sexta-feira (21), o Coletivo debateu sobre um assunto de muito interesse da categoria: o piso salarial nacional para todos os profissionais do setor.

Estavam na pauta de discussão os projetos de Lei (PLs) 3.817/20  e 2.531/21. O primeiro, que está pronto para a pauta da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados (CCJC), institui o piso salarial profissional nacional do secretário escolar. O outro, que ainda começará a tramitar na Casa, institui o piso para os profissionais que trabalham nos setores técnico e administrativo das escolas de educação básica.

Informações: CNTE

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Na última quinta-feira (20), foi lançado o aplicativo do IPE Saúde para dispositivos móveis, proporcionando aos segurados(as) uma forma de acessar os serviços da instituição.

Através desta nova ferramenta, os usuários(as) poderão verificar resultados de exames, extratos de utilização, boletos e faturas, além de acompanhar o andamento de solicitações. O aplicativo também disponibiliza o Guia Médico, contendo informações sobre especialistas em diversas áreas, canais de atendimento, perguntas frequentes e um simulador de contribuição.

Inicialmente, o aplicativo oferece 14 dos 32 serviços disponíveis no site do IPE Saúde. Para os que ainda não estão integrados, os usuários(as) serão direcionados para o site oficial de forma automática.

O aplicativo já está disponível para dispositivos Android na Play Store, e nos próximos dias, a versão para iOS será disponibilizada na App Store.

O CPERS continuará atento e vigilante nas questões políticas e administrativas relacionadas ao IPE Saúde, promovendo debates e discussões, a fim de garantir uma análise aprofundada sobre as consequências das decisões desumanas tomadas por Eduardo Leite (PSDB) e assegurar a qualidade dos serviços disponibilizados aos usuários(as) do sistema de saúde como um todo.

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nesta quinta-feira (20), o Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgou o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, com um capítulo que aborda exclusivamente a violência nas escolas. O estudo mapeou as percepções de diretores escolares sobre a violência e condições de segurança nas instituições de ensino.

A urgência do debate sobre o tema se deve à crescente onda de casos de ataques às escolas.

>> Clique aqui para conferir a íntegra do estudo. 

Os pesquisadores afirmam que as ocorrências são motivadas sobretudo por discursos de ódio, bullying, racismo, misoginia, intolerância étnica ou religiosa, e “exigem uma resposta pública que compreenda e considere a complexidade do fenômeno”.

Em 2021, no Rio Grande do Sul, o bullying foi sinalizado por 49,5% das escolas, acima da média nacional (35,7%), sendo o principal problema das instituições gaúchas. Outros estados nesta situação são Santa Catarina (60,2%), seguido pelo Distrito Federal (51,7%) e São Paulo (50,6%).

Outros problemas apontados pelos educadores(as) foi o vandalismo (22,8%), grades e muros que isolam as escolas em estado impróprio (21%), condições de segurança inadequadas nas entradas e saídas das instituições de ensino (19%) e discriminação (18,4%).

Cerca de 1,7% das escolas brasileiras sofrem com tiroteios e balas perdidas oriundas de confronto entre a polícia e criminosos, e 2,3% relataram casos de assédio sexual. “Pode parecer pouco, mas isso significa que milhares de alunos e alunas, bem como professores e professoras, têm na violência uma das experiências mais indeléveis de suas trajetórias pessoais e profissionais; da sua relação com a escola”, apontam os pesquisadores.

O governo Lula (PT) vem implantando uma série medidas quanto ao tema e anunciou nesta quinta (21), que irá propor um projeto de lei para que ataques a escolas sejam punidos como crime hediondo.

Para o CPERS é inaceitável que tanto educadores(as) quanto estudantes tenham sua segurança em risco no ambiente escolar. É necessário encarar o problema e fomentar o debate sobre a violência nas escolas, para que assim se encontre uma forma efetiva de combate.

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Desejamos aos educadores e educadoras que conseguirão aproveitar este período de recesso, o merecido e revigorante descanso para recarregar as energias, a fim de enfrentarmos os desafios do próximo semestre.

Aos nossos colegas funcionários(as) de escola e das equipes diretivas que não poderão desfrutar desse período, desejamos muita força nos plantões.

Sabemos que não tem sido fácil e que as dificuldades impostas pelo governo Eduardo Leite (PSDB) são diárias. Mesmo com o arrocho salarial e a sobrecarga de trabalho, nossa categoria se mantém firme e resiliente, demonstrando sua dedicação inabalável aos nossos alunos(as) e à causa da educação pública.

A esperança se renova com a política nacional, registrando importantes avanços neste campo, destacando-se o reajuste do valor da merenda, o fim do Teto de Gastos (EC 95), a extinção das Escolas Cívico-Militares, além da convocação da Conferência Nacional de Educação (Conae) extraordinária, entre outras conquistas significativas.

Seguiremos resistindo e cerrando fileiras contra os desmandos do governo Leite (PSDB) e atentos(as) ao governo Lula (PT). Juntos(as), unidos(as) e fortes, enfrentaremos o segundo semestre com coragem e determinação, buscando sempre o melhor para nossos estudantes e a justa valorização para TODOS os profissionais da educação, da ativa e aposentados(as).

Que este período de recesso seja um tempo de descanso e renovação, pois vocês merecem todo o reconhecimento e apoio da comunidade escolar e de toda a sociedade. Vamos enfrentar o futuro com esperança e força, seguindo em frente, com os olhos sempre voltados para uma educação pública de qualidade e para um futuro melhor para todos e todas!

 

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Foto: Gustavo Mansur

Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado neste mês de julho, revela mais um dado preocupante do governo Eduardo Leite (PSDB): apenas em 2022, o executivo estadual fez com que o Rio Grande do Sul deixasse de arrecadar R$ 13,7 bilhões por conta de renúncias fiscais. O montante representa 21,8% da receita do Estado no ano.

>> Clique aqui para acessar a íntegra do estudo.

De acordo com o levantamento, realizado a partir de demonstrativos produzidos pela Secretaria da Fazenda do RS, estão incluídas nesse montante as renúncias de ICMS, IPVA e ITCD. O Dieese destaca ainda que este percentual é mais do que o dobro do que concedem, por exemplo, os estados de São Paulo e Minas Gerais.

Segundo o relatório, não há a transparência esperada sobre dados tão impactantes, “restando muitas dúvidas sobre privilégios a determinadas empresas em detrimento de outras de um mesmo setor, onde o Estado pode estar proporcionando vantagem comparativa e fomentando uma concorrência desleal”, aponta o Dieese.

Enquanto beneficia empresas, Leite penaliza servidores

Ao mesmo tempo que professores(as) e funcionários(as) da escola estão tendo que escolher entre comer e pagar as contas, o governo Eduardo Leite (PSDB) concede privilégios a grandes empresas, com renúncias que cresceram mais de 70% desde 2015 – percentual acima da inflação do período. 

Vale ressaltar que os servidores(as) estaduais, responsáveis pelo atendimento à população gaúcha, entre eles os educadores(as), receberam apenas 6% de reajuste salarial no mesmo período, frente a uma inflação acumulada de 60,97% (INPC/IBGE de jan/2015 a dez/2022).

O Dieese também evidencia que o uso generalizado de incentivos fiscais tem consequências desastrosas para as finanças públicas, pois distorcem a alocação de recursos, interferem na concorrência e criam oportunidade para a corrupção.

Diante destes dados, é inevitável não se questionar sobre: qual o impacto real destas renúncias para o desenvolvimento do Estado? E principalmente, qual a eficácia econômica dessas medidas?

Para o CPERS, este é mais um demonstrativo da verdadeira face do governo Leite (PSDB), tirar de quem menos tem e distribuir para aqueles que já têm muito, um verdadeiro Robin Hood ao contrário.

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A Polícia Federal determinou a abertura de um inquérito contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), para apurar suspeitas de crimes em discurso no qual ele comparou professores(as) a traficantes. A fala foi proferida, no dia 9 de julho, em um evento pró-armamentista.

Como o deputado tem direito a foro privilegiado, a abertura da investigação deverá ser submetida ao Supremo Tribunal Federal (STF) nos próximos dias.

A PF ainda vai definir quais crimes o parlamentar é suspeito de ter cometido no episódio, a partir da análise dos fatos. Uma das hipóteses é a de incitação ao crime, por estimular violência contra os professores(as).

Após a violenta declaração, o CPERS publicou uma nota reforçando que o posicionamento de Eduardo Bolsonaro fomenta uma cultura de ódio e violência. Clique aqui para conferir a nota completa!

Já a CNTE promove um abaixo-assinado cobrando a cassação do deputado. Atualmente, o documento conta com mais de 275 mil assinaturas e deverá ser entregue ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Clique na imagem abaixo para assinar!

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Eduardo Leite (PSDB): inimigo número um da educação e dos servidores(as) públicos!

Nesta terça (18), o CPERS lançou uma nova campanha de mídia expondo para a sociedade a real situação dos trabalhadores(as) da educação e a mais recente maldade do governo Leite (PSDB): a reforma do IPE Saúde, que penalizou quem ganha menos e aliviou para os maiores salários. Mas vale ressaltar: a crise orçamentária do IPE Saúde não é do servidor(a), e sim da falta de reajuste real há quase nove anos.

Confira abaixo o comercial do CPERS e, na sequência, um recado da presidente do Sindicato, Helenir Aguiar Schürer:

Fique atento às nossas mídias, compartilhe os conteúdos e marque o CPERS nas redes sociais. O Rio Grande do Sul e o Brasil precisam saber quem é Eduardo Leite (PSDB)!

#ReajusteJá #LeiteInimigoDaEducação

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