O Conselho Geral do CPERS torna público seu repúdio às políticas de fragilização do meio ambiente produzidas pelo governo de Eduardo Leite (PSDB), especialmente as alterações no Código Ambiental do Rio Grande do Sul, realizadas ainda em 2019.

Ao enfraquecer a legislação do meio ambiente para facilitar o desenvolvimento econômico de empresários, Leite (PSDB) e seus aliados colocaram a vida das(os) trabalhadoras(es) gaúchas(os) em risco. Por conta da tragédia político-ambiental que destruiu o estado, já são 172 mortes, 42 desaparecidos e mais de 500 mil desalojados.

Com o discurso mentiroso de equilibrar “inovação” e proteção da natureza, o governador modificou 480 itens do Código Ambiental. Entre as mudanças, 13 artigos que proibiam o corte de árvores foram revogados e uma medida controversa, que concede licença ambiental para empreendimentos sem análise técnica, foi instaurada.

Além disso, o código foi aprovado na Assembleia Legislativa às pressas, sem diálogo com a sociedade civil e sem debate com especialistas. Leite (PSDB) passou sua boiada na garupa de 37 votos, ofertados por partidos como PSL, PTB, PSDB, MDB, PP, DEM e outras siglas situadas à direita e centro-direita. Na época, a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) chegou a lançar uma nota condenando a falta de participação popular na construção do conjunto de leis.

Diante do contexto que antecede tamanha catástrofe, é inadiável culpabilizar Leite (PSDB) e sua base aliada. Debater a emergência climática é fundamental, sobretudo em governos neoliberais que esvaziam a dignidade de muitos e potencializam o interesse de poucos. Quando decidiu pela “inovação”, ao invés de optar pelo cuidado incondicional ao meio ambiente, Leite (PSDB) corroborou para que as perdas fossem incalculáveis, os danos irreparáveis e a dor imensurável para milhares de gaúchas e gaúchos.

A tragédia é humanitária, econômica, ambiental, mas também é política. É reflexo de escolhas deliberadas que priorizam o lucro imediato de poucos em detrimento da segurança, saúde e bem-estar de toda a população. Exigimos que Eduardo Leite (PSDB) seja responsabilizado e que medidas urgentes sejam tomadas para reconstruir o estado, priorizando a vida e a dignidade das gaúchas e gaúchos acima de qualquer interesse econômico.

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O CPERS, por meio de seu Conselho Geral, repudia veementemente a decisão do governo Eduardo Leite (PSDB) de avançar na privatização da educação, entregando à entidade privada Serviço Social da Indústria do Rio Grande do Sul (SESI) a responsabilidade pela reestruturação de escolas no estado, em meio à catástrofe climática.

O SESI, controlado pela cúpula industrial do país, não tem histórico nem legitimidade para desempenhar um papel tão fundamental na reconstrução e no suporte psicopedagógico das escolas públicas.

A imposição representa um ataque direto à gestão democrática das instituições de ensino, minando os direitos das comunidades, estudantes e educadoras(es).

Contestamos também a postura da secretária da educação, Raquel Teixeira, que demonstra entusiasmo ao firmar parcerias público-privadas com o SESI, destinando vultuosos recursos públicos para esta entidade patronal em detrimento de investimentos diretos nas escolas e suas comunidades escolares.

Neste momento de calamidade em que vivemos no Rio Grande do Sul, com centenas de municípios afetados e escolas destruídas, se prova, mais uma vez, a necessidade de investimentos em políticas públicas educacionais, com contratações nos quadros de professoras(es) e funcionárias(os), e o apoio às comunidades escolares.

Como educadoras(es) comprometidas(os) com a autonomia, o senso crítico e a gestão democrática, exigimos o fim imediato das parcerias público-privadas na educação e a destinação adequada de recursos para reconstrução das instituições de ensino afetadas pela catástrofe.

Além disso, é fundamental ressaltar a urgência e a importância dos concursos públicos para aprimorar a qualidade das escolas estaduais. Em vez de contratos temporários e medidas paliativas, investir em concursos públicos para a contratação de profissionais qualificados é essencial para garantir uma educação de excelência, além de promover a estabilidade e a continuidade de professoras(es) e funcionárias(os) das instituições de ensino gaúchas.

O CPERS reafirma o seu compromisso com uma educação transformadora, que promova a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral das cidadãs e cidadãos. Nos posicionamos firmemente contra qualquer tentativa de privatização que ameace esses princípios fundamentais.

Foto de capa: Fabiana Erichsen / Especial / CP

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O Conselho Geral do CPERS manifesta sua profunda indignação e repúdio à gestão do prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), pelo descaso com a população e pela deterioração dos serviços públicos essenciais, em especial o Departamento Municipal de Água e Esgotos (DMAE).

Considerando a recente enchente histórica que assola o Rio Grande do Sul, é evidente que uma série de problemas estruturais e políticos impostos pelo prefeito Sebastião Melo (MDB) contribuíram para o colapso dos sistemas de abastecimento de água e antienchente da Capital.

Embora projetado para suportar elevações do nível das águas até 6 metros, o sucateamento causado pela negligência ao longo das gestões de Nelson Marchezan Júnior (PSDB) e Sebastião Melo (MDB) permitiu que o rio invadisse a cidade em 3 de maio, quando a cota atingiu apenas 4,5 metros.

Entre os problemas identificados, foram encontradas brechas de até 10 cm entre as portas e o muro, além de motores de comportas que foram roubados e nunca repostos. Adicionalmente, das 23 bombas responsáveis por escoar a água de volta para o rio, apenas 4 funcionaram efetivamente. As frequentes interrupções no abastecimento de água e falhas graves na rede de esgoto também deixaram mais de 60 bairros sem água em Porto Alegre.

Para piorar, o DMAE enfrenta uma grave escassez de servidoras(os). Embora um concurso para preencher 15 cargos e 33 vagas tenha sido autorizado em julho de 2023, o edital para a contratação da empresa responsável por organizá-lo ainda não foi publicado. A falta de pessoal no Departamento é um problema crônico, com um déficit de mais de 800 trabalhadoras(es). Atualmente, o órgão conta com menos de 1.200 funcionárias(os) ativas(os), dos quais 400 estão aptas(os) para se aposentar em 2024, o que agrava ainda mais a situação.

Este descaso é uma clara evidência de que a administração de Melo (MDB) não tem compromisso com as servidoras(es) e serviços públicos; sua gestão está mais interessada em transferir para a iniciativa privada a responsabilidade que é do poder público.

Expressamos nosso apoio integral aos engenheiros, ambientalistas, técnicos, acadêmicos e demais peritos que denunciaram os efeitos do descaso da gestão de Melo (MDB) com a manutenção das estruturas essenciais, como as Casas de Bombas e o Sistema de Proteção às Cheias. Manifestamos, ainda, a nossa indignação com as respostas públicas oferecidas pelo prefeito, que tentam diluir suas responsabilidades pelo agravamento da tragédia.

O CPERS reafirma seu compromisso com a defesa das servidoras(es) e do serviço público e exige medidas urgentes para reverter o processo de desmonte do DMAE. O caos instalado pela gestão de Sebastião Melo (MDB) é inaceitável. É fundamental que o prefeito assuma sua responsabilidade e tome providências para garantir a manutenção adequada dos serviços de água e esgoto, essenciais para o bem-estar e a saúde de toda a população de Porto Alegre.

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A Direção Central do CPERS informa que o alojamento retoma suas atividades normais nesta terça-feira (4). Os serviços foram suspensos no dia 3 de maio, devido às enchentes que assolam o Rio Grande do Sul.

Ressaltamos que o espaço está com capacidade reduzida. Por isso, estamos priorizando associadas(os) que tenham atendimento médico na Capital ou região metropolitana. 

Informamos que as reservas continuam sendo efetuadas exclusivamente pelo e-mail reservas@cpers.org.br ou pelo telefone (51) 3254 6000 – opção 2, em horário comercial das 08h às 18h.

O serviço de alojamento do Sindicato é oferecido a todas(os) as associadas(os), com os seguintes requisitos:

a) ser professora ou funcionária de escola associada ao CPERS Sindicato;
b) ser dependente legal da associada(o): cônjuge, filhas(os), pai/mãe ou pessoa com dependência legal.

>> Mais informações aqui.

Desde já, agradecemos a compreensão!

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Diante dos desafios enfrentados pelas educadoras e educadores gaúchos no Rio Grande do Sul em meio à crise climática, as conselheiras e conselheiros do CPERS reuniram-se virtualmente, nesta quarta-feira (29), para debater estratégias de luta.

“Esse Conselho é fundamental para todas nós, colegas. Sabemos que os desafios que enfrentamos na reconstrução do nosso estado não são fáceis. Vamos reivindicar com firmeza aquilo que nos é devido por direito”, asseverou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

O descaso do governador Eduardo Leite (PSDB) e do prefeito Sebastião Melo (MDB) é alarmante. Ambos ignoraram os alertas de especialistas, sucatearam o serviço público, desvalorizaram suas servidoras(es), negligenciando o planejamento e os investimentos essenciais em obras e recursos humanos; postura que agravou ainda mais a situação precária da população.

Em menos de um ano, quatro fortes temporais – em junho, setembro, novembro e agora em abril e maio – escancararam a negligência de Leite (PSDB) e Melo (MDB) em implementar políticas preventivas e medidas eficazes para lidar com essas situações emergenciais.

Além disso, as privatizações da Corsan e da CEE Equatorial, somadas ao sucateamento do DMAE, contribuíram para piorar o cenário, resultando no desamparo das gaúchas(os) em momentos críticos, sem os serviços essenciais de água e energia elétrica devidamente assegurados.

A situação das escolas nos 42 núcleos também é desoladora: muitas instituições apresentam estruturas comprometidas, inúmeras sofrem com diversas perdas materiais e algumas foram completamente destruídas. Ao longo das discussões, foi frequentemente pontuado o risco de Eduardo Leite (PSDB) intensificar o fechamento, a municipalização e a privatização das escolas públicas.

Diante deste contexto, professoras(es) e funcionárias(os) de escola, da ativa e aposentadas(os), encontram-se em uma situação de extrema vulnerabilidade. Muitas delas perderam tudo e agora dependem urgentemente de auxílio dos governos para reconstruir suas vidas.

O CPERS tem se mobilizado ativamente para oferecer suporte às gaúchas(os) por meio de várias iniciativas, incluindo o Pix da CNTE, arrecadações de mantimentos pela Frente dos Servidores Públicos (FSP) e a Campanha Pés Quentinhos.

Na ocasião, as conselheiras(os) aprovaram a realização de uma Assembleia Geral Virtual, marcada para o dia 21 de junho, com o objetivo de discutir a tão importante reforma estatutária do Sindicato, para o fortalecimento da entidade em meio aos ataques de Leite (PSDB) e Melo (MDB).

Também foram debatidas diversas medidas a serem exigidas do governo Eduardo Leite (PSDB), incluindo a implementação de um programa de habitação, o fornecimento de ajuda financeira direta às famílias afetadas, a disponibilização de serviços de apoio psicológico, a revogação do desconto previdenciário das aposentadas(os), a garantia da manutenção dos postos de trabalho, a exigência de atendimento de qualidade pelo IPE Saúde, entre outras demandas essenciais.

Confira, abaixo, o conjunto das propostas aprovadas no Conselho:

1- Sobre a situação de emergência climática:

  1. Exigir do governo estadual um programa de habitação, que inclua subsídios e ajuda financeira diretas às famílias de servidores públicos afetados, para que possam reconstruir ou reparar suas casas. Existe também a necessidade de fornecimento de moradias temporárias, para as famílias que perderam suas casas, garantindo que tenham um local seguro para viver enquanto a reconstrução está em andamento;
  2. Exigir do governo do estado a recomposição de bens materiais, com necessidade urgente de móveis e eletrodomésticos essenciais, para ajudar professores e funcionários a adquirirem os itens necessários para suas casas;
  3. Exigir que o governo ofereça auxílio financeiro imediato ou reposição de equipamentos para educadores que tenham perdido materiais de trabalho, tanto didáticos quanto tecnológicos;
  4. Cobrar da secretaria de educação que forneça serviços de apoio psicológico para funcionários, professores e alunos para lidar com o trauma e o estresse causados pela enchente;
  5. Exigimos do governo a garantia da manutenção de todos os postos de trabalho dentro das escolas da rede estadual e áreas de apoio, uma vez que é essencial manter empregos diante da calamidade pública para garantir a estabilidade econômica e social, proteger o bem-estar das famílias e facilitar uma recuperação rápida e eficiente de toda a comunidade;
  6. Seguir a luta para que a SEDUC, garanta a autonomia político pedagógica de cada escola, para reorganização dos calendários escolares, compensação de aulas e carga horária dentro da realidade de cada local;
  7. Exigimos a imediata cessação do desconto previdenciário dos aposentados, visto que são grande parcela da categoria, que nesse momento se encontra ainda mais fragilizada;
  8. Realizar campanha de denuncia dos governos ultraliberais, grandes responsáveis pela destruição do meio ambiente;
  9. Realizar reunião com Universidades Públicas para fazer uma Frente pela Educação Pública, contra a Privatização da reconstrução das Escolas/Universidades.
  10. Realizar ampla divulgação das ações realizadas pelo CPERS Sindicato, no auxilio as vítimas das enchentes em especial dos membros da categoria afetados;
  11. Avaliar no conselho de junho, a possibilidade de realizar atos presenciais ou até assembleia geral de mobilização, levando em conta a posição dos conselheiros sobre a situação do estado;

2- Seguir a luta pelo básico dos funcionários de escola e pela revisão geral anual, com uma defesa intransigente do PL 2531, ;

3- Seguir exigindo que o IPE Saúde forneça atendimento de qualidade a todos, em todo o estado, com cadastramento de médicos e especialistas, sem que seja feita cobrança extra pelos médicos, situação que segue acontecendo em todas as regiões;

4- Moção de repúdio ao governo Leite, pelo descaso com as questões climáticas e que com as 480 alterações no código ambiental do estado, contribuíram para tornar ainda mais grave a situação do estado do RS;

5- Moção de repudio ao prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), pelo descaso com a população e que ao sucatear o DMAE, no intuito de facilitar a privatização, colocou em risco a cidade e permitiu que o caos se instalasse na capital;

6- Moção de repudio ao governo do estado e da capital, que buscam parcerias público privadas e contratam empresas estrangeiras, ignorando a qualidade de especialistas disponíveis nas universidades públicas do estado;

7- Moção de repúdio à contratação do SESI pela SEDUC para reconstrução das escolas e para o apoio psico-pedagógico;

8- Fórum em defesa da vida, reunindo sindicatos e ONGs ambientalistas para fiscalizar os planos de prevenção de desastres naturais e antrópicos, bem como o zoneamento ecológico/econômico estadual, fundamental para que empreendimentos de qualquer natureza em todo Estado;

9- Produzir uma cartilha com os sindicatos e ONGs sobre emergências climáticas e análise sobre as questões ambientais do Estado.

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A partir do dia 13 de junho, o STF retoma a votação do desconto previdenciário das aposentadas(os) gaúchas(os). Até o momento, os votos têm sido favoráveis às educadoras(es).

Para garantirmos a vitória, contamos com o apoio e a pressão de todas e todos para barrar essa medida inconstitucional, imposta de maneira cruel pelo governador Eduardo Leite (PSDB) e sua base aliada.

✉️ Copie a mensagem abaixo e dispare para os e-mails dos ministros:

Vossa excelência, o confisco de pensões e aposentadorias é uma grande injustiça contra as servidoras e servidores que dedicaram a vida pelo serviço público. Nós, aposentadas e aposentados, pedimos encarecidamente que vote pela inconstitucionalidade desse ataque ao direito à aposentadoria digna. Contamos com o seu voto! Obrigada.

Ministro Luís Roberto Barroso (Presidente) – VOTOU A FAVOR DO CONFISCO

Ministro Edson Fachin (Vice-Presidente) – VOTOU CONTRA O CONFISCO

Ministra Rosa Weber – VOTOU CONTRA O CONFISCO

Ministro Dias Toffoli – VOTOU CONTRA O CONFISCO

Ministro Gilmar Mendes:
E-mail: audienciasgilmarmendes@stf.jus.br

Ministra Carmen Lúcia:
E-mail: gabcarmen@stf.jus.br

Ministro Luiz Fux:
E-mail: gabineteluizfux@stf.jus.br

Ministro Alexandre de Moraes:
E-mail: gabmoraes@stf.jus.br

Ministro Nunes Marques:
E-mail: gmnm@stf.jus.br

Ministro André Mendonça:
E-mail: agenda.gmalm@stf.jus.br

Ministro Cristiano Zanin:
E-mail: gabinete.mcz@stf.jus.br

Ministro Flávio Dino:
E-mail: agenda.gmfd@stf.jus.br

>> Clique aqui para acompanhar o andamento da votação!

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O Brasil recuperou o desempenho de alfabetização que era observado antes da pandemia de Covid-19. Com isso, atingiu meta estabelecida pelo Ministério da Educação para o ano passado, no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada.

De acordo com o ministro da Educação, Camilo Santana, em 2023, 56% das crianças brasileiras alcançaram o patamar de alfabetização definido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) para o 2º ano do ensino fundamental.

“Em 2019, o percentual de estudantes alfabetizados na rede pública do país era de 55%, percentual que, com a pandemia, caiu para 36% em 2021. Em 2023, retomamos ao patamar anterior, subindo para 56%”, disse o ministro ao abrir a reunião com os governadores no Palácio do Planalto, durante a apresentação de resultados do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada.

O resultado, segundo ele, mostra que o país avançou no sentido de amenizar os efeitos negativos da pandemia para a alfabetização de estudantes ao fim do 2° ano do ensino fundamental e, com isso, favorecer a recomposição de aprendizagens, com ênfase na alfabetização de todas as crianças matriculadas no 3°, 4° e 5° anos afetadas pela pandemia.

Adesão

O compromisso foi lançado no início do ano passado e já teve a adesão de 100% dos estados e de 99,8% dos municípios. “Falta ainda um município do Mato Grosso, sete municípios de São Paulo e um de Santa Catarina. Mas o resultado mostra o desejo de prefeitos e governadores de construir essa política nacional, independentemente de questões partidárias, políticas ou ideológicas”, destacou Santana, ao ressaltar que o protagonismo do programa pertence aos estados e municípios.

“O que nos cabe fazer [enquanto governo federal] é apoiar vocês”, acrescentou o ministro. Na sequência, Santana propôs um pacto com administradores locais, visando a criação de uma premiação nacional que reconheça iniciativas que apresentaram avanços e boas práticas de educação.

Segundo o ministro, todos os governadores têm sido parceiros nessa empreitada de melhorar a educação do país, inclusive para a implementação do programa Pé de Meia, criado para recompensar financeiramente estudantes que não abandonam a escola. “Todos nós sabemos dos indicadores de evasão escolar, de abandono e de distorção idade-série. Ou seja, quando a criança está atrasada”, disse.

“No último censo escolar, quase 500 mil jovens no Brasil em escola pública deixaram, em um ano, a escola. Estamos falando de meio milhão de jovens que deixaram a escola. Claro que tem vários fatores [influenciando esse quadro]. A escola precisa ser atrativa, acolhedora, precisa ter uma boa infraestrutura, precisa estar conectada. Mas um grande motivo é a questão financeira. Outro grande motivo é desmotivação do jovem”, acrescentou.

Indicador

O Indicador Criança Alfabetizada foi calculado com base no alinhamento nacional dos dados apurados pelas avaliações aplicadas pelos estados em 2023. Ele contou com a participação de 85% dos alunos das redes públicas brasileiras.

“O novo indicador é 20 pontos percentuais acima do que o desempenho apresentado pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2021 e 1 ponto percentual acima da avaliação de 2019 (55%)”, detalhou, em nota, o Planalto.

Para 2024, a meta de alfabetização almejada pelo governo é de 60% das crianças brasileiras. Este percentual sobe para 64% em 2025 e 67% em 2026. Nos anos seguintes, as metas sobem para 71% (em 2027); 74% (2028), 77% (2029), até superar os 80% a partir de 2030.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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Desde o dia 21 de maio, a Campanha Solidária “Pés Quentinhos”, promovida pelo Departamento das(os) Aposentadas(os) do CPERS, vem movimentando os 42 núcleos da entidade.

O objetivo é reunir as(os) professoras(os) e funcionárias(os) aposentadas(os) sócias(os) do Sindicato para confeccionar mantas, cobertores e meias infantis de lã e crochê para crianças desabrigadas pelas enchentes que assolam o Rio Grande do Sul, desde o início deste mês.

O entusiasmo, alegria e solidariedades estão tomando conta das educadoras(es) aposentadas que estão confeccionando as peças. “Parabéns aos núcleos que estão trabalhando na campanha de tricô, crochê, tecidos para abrigar as crianças das enchentes. Tenho muito orgulho das ‘Tricoteiras da Resistência’. Cada ponto é um carinho e aconchego para as crianças atingidas por essa tragédia”, destaca a diretora do Departamento das(os) Aposentadas(os) do CPERS, Glaci Weber.

Para participar dessa corrente de solidariedade, as(os) educadoras(es) devem procurar seu núcleo e se organizar para a confecção das peças. Quem não sabe confeccionar as roupas, pode fazer a doação dos materiais. “É hora das nossas ‘Tricoteiras da Resistência’ do CPERS participarem da nossa campanha solidária ‘Pés Quentinhos’. Mãos à obra meninas”, conclama Glaci.

Grupos de solidariedade

Em meio às mudanças climáticas que perduram no Estado, os grupos de aposentadas(os) dos núcleos se reúnem para organizar e tricotar as peças. Pode ser reunida com a colega ou sozinha em casa, o que não pode faltar é amor, carinho, união e alegria em ajudar o próximo. Em cada ponto, seja ele de tricô ou crochê, está a esperança, o acolhimento e o conforto para cada criança que será beneficiada.

No 35º Núcleo (Três de Maio), as(os) educadoras(es) doaram 20 metros de tecido que serão transformados em abrigos quentinhos para as crianças.

Confira alguns encontros e  produções das nossas professoras e funcionárias de escola aposentadas dos núcleos: Cachoeira do Sul (4º), Rio Grande (6º), Osório (13º), Pelotas (24º), Lagoa Vermelha (25º), Frederico Westphalen (26º),  Soledade (27º), Ijuí (31º) e Três de Maio (35º).

Os demais núcleos do Sindicato seguem organizando-se para a confecção das peças. Contate seu núcleo e participe dessa importante campanha de solidariedade!

 

 

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A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6258 e outras ações correlatas foram incluídas na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça (28), para julgamento no dia 13 de junho.

As ações questionam vários aspectos da Reforma da Previdência de 2019, com ênfase na inconstitucionalidade do desconto previdenciário aplicado às aposentadas(os). A Reforma foi imposta de maneira cruel pelo governo Eduardo Leite (PSDB) e sua base aliada, massacrando milhares de aposentadas(os) que dedicaram a vida pela educação gaúcha.

O placar do julgamento até agora está três a um a favor das servidoras(es) aposentadas(os). O relator, Ministro Luís Roberto Barroso, votou pela improcedência da ADI, validando a Reforma. No entanto, houve divergência aberta pelo Ministro Edson Fachin, que foi acompanhado pelos Ministros Rosa Weber e Dias Toffoli.

O CPERS, por meio de sua assessoria jurídica (escritório Buchabqui e Pinheiro Machado), segue vigilante na matéria e tem acompanhado de perto todos os desdobramentos.

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A Direção Central do CPERS informa que, nos dias 30 e 31 de maio, o atendimento na área administrativa da sede do Sindicato, em Porto Alegre, estará suspenso em razão do feriado de Corpus Christi.

O alojamento segue fechado. Em breve, estaremos divulgando a reabertura do espaço.

 A cantina da sede, durante o feriado, estará fechada, voltando às suas atividades na segunda-feira (3), às 7h30.

O funcionamento dos 42 núcleos fica a critério da sua respectiva direção.

Desejamos um bom feriado!

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