Vida, pão, vacina e educação. As bandeiras do CPERS voltaram a tremular na capital e no interior neste dia 24 de março para marcar a luta em defesa da vida, dos serviços públicos, dos empregos e da dignidade da população.
Diante da situação calamitosa da pandemia no estado, a categoria se somou a centrais, movimentos e outros sindicatos para dizer não à Reforma Administrativa e exigir vacina já, lockdown imediato, auxílio emergencial de R$ 600 para quem precisa, políticas de apoio a pequenas e médias empresas e cestas básicas para garantir a subsistência das famílias que dependem da escola pública.
Em Porto Alegre, a mobilização dos educadores(as) se iniciou às 9h com um buzinaço em frente à 1ª Coordenadoria Regional de Educação, passando em seguida pela Seduc e, por fim, unindo-se ao ato em frente ao Piratini.
“O governador precisa se mexer. Não é possível que continue confiando no calendário de imunização ao governo Bolsonaro. Ele também tem autorização para comprar vacinas e conter essa tragédia que se abate sobre os gaúchos”, comenta a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.
À frente do Palácio, estudantes, trabalhadores(as) da saúde, metroviários, e de diversos setores do funcionalismo reforçavam o coro por medidas urgentes contra a pandemia no Rio Grande do Sul, que tornou-se o epicentro global da Covid-19 com a maior média móvel de mortes por milhão de habitantes do país.
“É inaceitável que neste cenário Eduardo Leite permita a flexibilização das restrições. Precisamos de lockdown imediato e políticas urgentes de auxílio ao trabalhador. Hoje, R$ 250 não sustenta ninguém”, complementa Helenir.
O CPERS continua na luta pela vacinação ampla e irrestrita da população, com especial atenção para os professores(as) e funcionários(as) de escola. Para trabalhar, aprender e ensinar, é preciso ter saúde!
Confira algumas imagens dos atos no interior
São Leopoldo
Campo Bom
Ijuí

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