Trabalhadores mostram unidade em marcha histórica contra a reforma da Previdência


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Foto: Guilherme Santos/Sul21

Na tarde desta quarta-feira (15), milhares de trabalhadores de diferentes áreas marcharam contra a reforma da Previdência, em Porto Alegre. Professores e funcionários de escola concentraram-se por volta das 17h na Esquina Democrática, após o Ato Público Estadual da Greve em frente ao Palácio Piratini. A caminhada seguiu pela avenida Borges de Medeiros até o Largo Zumbi dos Palmares.
A mobilização foi organizado pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, por centrais sindicais, movimentos sociais e sindicatos, marcando o encerramento do Dia de Luta contra a Reforma da Previdência.
A força da “unidade” foram as palavras mais repetidas pelos representantes centrais sindicais, movimentos sociais e sindicatos em seus discursos, além de manifestarem a importância da luta contra a reforma da Previdência.
A  PEC 287 e a reforma Trabalhista, propostas pelo presidente ilegítimo Michel Temer (PMDB) é uma afronta a toda a classe trabalhadora, pois retira direitos  históricos conquistados pelos trabalhadores. A reforma da Previdência acaba com a aposentadoria e representa o fim da Previdência.  Homens e mulheres se aposentarão com a idade mínima de 65 anos e terão que contribuir por 49 anos para receber a aposentadoria em sua integralidade, caso a reforma seja aprovada.
O fim da marcha ocorreu por volta das 20h quando os manifestantes chegaram no Largo do Zumbi dos Palmares.

Mobilizações pelo Brasil
Os atos contra a Reforma da Previdência ocorreram no país todo. Em Brasília cerca de 1.500 pessoas ocuparam na madrugada desta quarta-feira (15) a sede do Ministério da Fazenda.
Em Curitiba  estudantes e professores estiveram juntos na tarde desta quarta-feira na luta contra a Reforma da Previdência.
A Avenida Paulista em São Paulo foi tomada por mais de 200 mil pessoas.
Em Campo Grande trabalhadores acamparam em frente à casa de Carlos Marun, presidente da Comissão da Reforma da Previdência – e último defensor de Eduardo Cunha na Câmara dos Deputados.
As atividades contra a reforma da Previdência proposta pelo presidente Michel Temer, que mobilizam milhares de pessoas em todo o Brasil, foi o eixo principal das mobilizações de 8 de março, Dia Internacional da Mulher, e foi o mote do dia de mobilização e paralisações que aconteceram em todas as capitais e diversas cidades.

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Foto: Guilherme Santos/Sul21

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Foto: Guilherme Santos/Sul21

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