
Uruguaiana
Os educadores gaúchos iniciaram a semana sob protesto contra o parcelamento de seus salários. Este é o nono mês em que o governo Sartori (PMDB) não paga em dia e de forma integral o salário da categoria e demais servidores públicos. Para demonstrar seu repúdio a mais um mês de parcelamento, professores, funcionários de escola e estudantes, paralisaram as atividades nesta segunda-feira. Além disso, realizam, desde ontem, manifestações em frente às Coordenadorias Regionais de Educação – CRE´s e agências do Banrisul para denunciar à população o descaso do governo com os educadores e a educação pública. Nesses dois dias de manifestação foram muitas as formas organizadas pelos Núcleos do Sindicato. Houve caminhadas, panfleteações, vigílias, atos em frente às CRE´s e agências do Banrisul, além da coleta de assinaturas para o abaixo assinado, organizado pelo CPERS, que reforça o pedido de impeachment do governador Sartori, protocolado pelo Sindicato no dia 24 de outubro, na Assembleia Legislativa.
Confira abaixo algumas das mobilizações realizadas pelos educadores e estudantes em diversas regiões do Rio Grande do Sul, que mostraram a unidade e a força da categoria que luta por respeito aos seus direitos e por uma educação pública de qualidade.
Santa Maria (dia 31)
Centenas de educadores e estudantes reuniram-se na Praça Saldanha Marinho e manifestaram-se contra a política de parcelamento de salários do governo do Estado. Durante o ato, foi realizado um abaixo-assinado reivindicando o impeachment do governador José Ivo Sartori (PMDB). Centenas de assinaturas foram recolhidas.
Uruguaiana (dia 31)
Os educadores, juntamente com os servidores da saúde, reuniram-se no Centro da cidade, na manhã desta segunda-feira, dia 31. Com faixas e cartazes, os servidores protestaram contra o parcelamento de salários dos educadores e contra o atraso de pagamento dos funcionários do maior hospital da fronteira oeste, a Santa Casa de Uruguaiana. As duas categorias denunciaram à população o desmonte do serviço público e o caos instalado pelo governo Sartori nas áreas da educação e da saúde.
Ijuí (dia 31)
Educadores concentraram-se em frente ao Banrisul, no Centro da cidade, e exibiram uma faixa denunciando os 9 meses de parcelamentos consecutivos. Durante a panfleteação, os educadores conversaram com a comunidade explicando a difícil situação dos professores e funcionários de escola, que enfrentam, mês após mês, o parcelamento de seus salários, pelo governador Sartori.
São Leopoldo (dia 1º)
Na manhã desta terça-feira, dia 1º, educadores e estudantes do Instituto Estadual de Educação Professor Pedro Schneider e daEscola Estadual 25 de Julho realizaram ato em frente da 2ª CRE contra o parcelamento dos salários e a PEC 241 (congela por 20 anos os investimentos nas áreas da saúde e da educação). A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, e os diretores Ida Irma Dettmer e Cássio Ritter participaram da mobilização. Durante o ato, professores e estudantes denunciaram o sucateamento das escolas públicas, os cortes nos investimentos na educação e os ataques dos governos Sartori e Temer (PMDB) aos direitos dos educadores e da população a um ensino público de qualidade.
Pelotas (dia 1º)
Professores, funcionários de escola e estudantes concentraram-se às 10h em frente à 5ª Coordenadoria Regional de Educação – CRE para denunciar o descaso do governo Sartori com os educadores.
Rio Grande (dia 1º)
Os educadores de Rio Grande reuniram-se em frente a agência do Banrisul por volta das 10h e realizaram panfletagem, informando à sociedade a política de diminuição de Estado que o governador Sartori instalou no Rio Grande do Sul. Professores e funcionários de escola também coletaram assinaturas para o abaixo assinado organizado pelo CPERS, que reforça o pedido de impeachment do governador, feito pela entidade.
Porto Alegre (Núcleos 38º e 39º – dia 1º)
Centenas de professores e alunos se reuniram no final da manhã desta terça-feira para uma vigília na Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini, para protestar contra o parcelamento dos salários. Com faixas e cartazes, os manifestantes criticavam a atitude do governador José Ivo Sartori de não pagar integralmente os vencimentos. Os educadores também denunciaram os projetos de lei estaduais e federais que tiram benefícios de servidores, entre eles a Proposta de Emenda à Constituição 241/16.
Taquara (Dia 1º)
Educadores e servidores da Brigada Militar e Civil realizaram ato em frente a agência do Banrisul na manhã desta terça-feira, dia 1º. Professores e funcionários de escola planfletearam na sinaleira e dentro do banco, denunciando o parcelamento dos salários dos servidores e o descaso com os serviços públicos essenciais para a população, saúde, educação e segurança.

São Leopoldo

Porto Alegre

Santa Maria

Pelotas

Rio Grande

Ijuí
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Taquara




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