O CPERS convoca a categoria para estar novamente na Praça da Matriz nesta terça-feira, dia 10, a partir das 10h, para pressionar pela aprovação da emenda parlamentar ao PL 392, que acrescenta ao texto a não demissão de contratados(as) e realização de concurso público ainda neste ano.

O objetivo é pressionar os(as) deputados(as) para que aprovem a emenda parlamentar da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, presidida pela deputada Sofia Cavedon (PT), que propõe garantir a manutenção dos atuais contratos emergenciais até que sejam substituídos por nomeados.

O PL 392/2019 autoriza o Poder Executivo a realizar a contratação emergencial de 5 mil professores(as) e sinaliza para a realização de concurso público a partir de 2020.

Na última terça-feira, centenas de educadores(as) atenderam ao chamado do CPERS e lotaram a Praça da Matriz no Ato Estadual dos Educadores(as) Contratados(as). A pressão fez com que o secretário de educação, Faisal Karam, gravasse um vídeo afirmando que nenhum educador(a) contratado(a) será demitido(a).

“Nossa mobilização já fez com que o governo assumisse o compromisso de não demitir contratados. Agora precisamos transformar a promessa em Lei e assegurar a realização de concurso público ainda neste ano”, afirma a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

Os núcleos do CPERS disponibilizarão ônibus para trazer os(as) educadores(as) à capital. Para participar, professores(as) e funcionários(as) de escola devem entrar em contato com seu respectivo núcleo.

Todos à luta!

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Após três dias de intensos debates sobre o presente e o futuro da luta sindical e da defesa da escola pública, o X Congresso Estadual do CPERS chegou ao fim neste domingo (8). Mais de 1800 educadores(as), eleitos pela categoria em todo o estado, participaram do evento em Bento Gonçalves.


Na conclusão dos trabalhos, os delegados leram e aprovaram um documento que sintetiza os anseios da categoria e aponta os rumos para a resistência. Baixe a carta aqui ou leia a íntegra abaixo:

 


CARTA DE BENTO GONÇALVES
X Congresso Estadual do CPERS
6, 7 e 8 de setembro de 2019

Somos mais de 1.800 educadoras e educadores gaúchos, aposentados e na ativa, contratados e nomeados, reunidos em Bento Gonçalves para debater os rumos da luta sindical e da escola pública. Representamos professores, professoras, funcionários e funcionárias, especialistas e orientadores(as) de mais de duas mil instituições de ensino do Rio Grande do Sul.

Somos aqueles e aquelas que educam, alimentam e, no cuidado próprio de quem abraça a profissão, zelam pelo bem estar, o desenvolvimento intelectual e o amadurecimento de mais de 80% dos gaúchos e gaúchas em idade escolar.

Ensinamos a ler e a escrever. A interpretar e a contextualizar. A quantificar o mundo e qualificar suas inúmeras dimensões. A decifrar códigos, fazer contas e cruzar informações. A socializar e respeitar as diferenças. Ensinamos, enfim, a pensar e repensar, formular e criticar, a concluir, questionar e expandir. A viver em sociedade num mundo complexo, fraturado e desigual.

Somos e fomos centenas de milhares que construímos o passado, educando gerações. Que, no presente, abrimos as portas do conhecimento para mais de 800 mil crianças e jovens. E que, do chão da escola, assentamos os alicerces do futuro.

Somos a linha de frente de qualquer projeto de desenvolvimento. O contato mais duradouro de muitos, quase todos, com a educação formal. A resistência natural da civilização e da esperança ante o obscurantismo e a barbárie.

Somos, no entanto, no estado e no país, tratados como um fardo. Peso a ser enxugado, desvalorizado e dispensado. Sacrificados em um cruel desfile de prioridades trocadas.

Nós, educadoras e educadores gaúchos, estamos em situação de miséria, adoecidos, acumulando empréstimos impagáveis, sem dinheiro para ir trabalhar, a depender da caridade de familiares e escolhendo entre comer e pagar as contas.

No plano estadual, Eduardo Leite age para impor uma agenda violenta e privatista. Por trás da máscara, está a radicalização do projeto de Sartori; arrocho salarial, precarização dos serviços e das relações de trabalho, benesses a privilegiados, ataque brutal a servidores(as), enxugamento, sobrecarga nas escolas e mercantilização do ensino.

Contamos cinco anos sem qualquer reposição salarial, acumulando perdas inflacionárias superiores a ⅓ do poder aquisitivo desde novembro de 2014, data do último reajuste. A quarta maior economia do Brasil paga, a quem é responsável por educar seus filhos, o segundo pior salário básico do país. A defasagem em relação ao Piso Nacional chega a escandalosos 102%.

Amargamos, por 45 meses, a humilhação de pagar juros para receber o próprio salário, atrasado ou parcelado, à revelia da legalidade e da moralidade. Enquanto passamos fome, financiamos os cofres estaduais e o enriquecimento indecente de acionistas do Banrisul.

O patrimônio coletivo construído com os impostos de milhões de gaúchos e gaúchas é entregue à propriedade de poucos. Bancos registram lucros recordes, herdeiros acumulam fortunas, grandes empresas se beneficiam de isenções fiscais bilionárias sem qualquer transparência. Fecham-se escolas para abrir prisões.

Nossos direitos trabalhistas e previdenciários, concebidos e conquistados em lutas duras e históricas, são atacados como privilégios. Nosso Plano de Carreira, instrumento maior de valorização da categoria, é desrespeitado e ameaçado. Enquanto padecemos, os verdadeiros privilegiados, no topo da Justiça e do Legislativo, recebem salários vultuosos – em dia e reajustados ano a ano -, multiplicando a desigualdade.

Quem tem menos paga cada vez mais para sustentar a injustiça. Tentam fazer da penúria dos educadores(as) um modelo para o trabalhador precarizado: dócil e servil, vitimado por uma crise fiscal insolúvel e sem alternativas fora da agenda neoliberal. Somos usados para convencer a sociedade a aceitar qualquer medida, por mais virulenta que se apresente.

Mas a crise não é nossa, é do projeto neoliberal. A crise é o próprio projeto.

Com o pretexto de sanar um déficit que atravessa décadas, o governo Eduardo Leite insiste em remédios amargos, testados à exaustão e consistentemente reprovados. Há 20 anos, Britto inaugurou o experimento neoliberal no Rio Grande do Sul e afundou o estado em dívidas.

Da mesma forma, Sartori legou o maior rombo dos últimos 16 anos após quatro anos de arrocho sem precedentes.

No comando do país, o autoritarismo se agiganta e os símbolos nacionais são destruídos por um simulacro deturpado de patriotismo. Pensamento crítico, soberania e emancipação são ameaças para quem deseja um Brasil sem futuro.

A Amazônia queima. Educadores são perseguidos e criminalizados. Livros são expurgados. O orçamento da educação sofre sucessivos cortes. Paulo Freire, de renome internacional, é caluniado e transformado em pária.

Nós trabalhamos para realizar o sonho de milhares de jovens: acessar o Ensino Superior, produzir conhecimento e renda, crescer e construir as condições para uma vida melhor. Fechar as portas das universidades é condenar a nação ao subdesenvolvimento e ao obscurantismo.

O fenômeno bolsonarista se alimenta de ódio, mentiras e inimigos fantasmas. Estimula a violência, generaliza a intolerância e exalta ditaduras e torturadores. É um caminho impossível para quem sonha com um futuro mais justo, democrático e solidário.

No estado e no país, creem nos empurrar para o imobilismo e a desesperança. Mas ignoram uma das mais valiosas lições destes 74 anos de história do CPERS: a luta sempre vale a pena.

Em setembro, após meses de denúncias e um árduo processo de mobilização, arrancamos do governo Leite a garantia de não demitir contratados no fim do ano e renovar os contratos por tempo determinado, bem como a previsão de concurso público e mais agilidade no pagamento de quem ingressa na rede.

Defenderemos mais funcionários(as) para nossas escolas e todos os profissionais necessários para atender com qualidade e dignidade os filhos dos trabalhadores(as).

A vitória demonstra que são tempos de coragem. Não há saída possível fora da mobilização coletiva. No campo áspero da luta de classes e da disputa de narrativas, responderemos com as nossas armas. Seremos a mais firme e insubmissa resistência.

Uma greve maciça, talvez a maior e mais importante da história da categoria, se aproxima. As sementes estão plantadas. Há, em todo o Rio Grande, educadores(as) prontos para deflagrar de imediato uma primavera de lutas. Mas as condições ainda não são homogêneas entre a categoria.

Precisamos alcançar outro patamar de mobilização e isso não se dará de forma automática. Será necessário dialogar intensamente com a base e sensibilizar colegas, alunos e pais em todo o Rio Grande do Sul. Será preciso denunciar a injustiça, mostrar as consequências do descaso, anunciar a irracionalidade de quem sacrifica o futuro do Rio Grande do Sul e do Brasil.

Será preciso redobrar as forças e as esperanças.

“Como programa”, escreveu Paulo Freire, “a desesperança nos imobiliza e nos faz sucumbir no fatalismo onde não é possível juntar as forças indispensáveis ao embate recriador do mundo”.

Por isso lutaremos, também no sentido freiriano, “com raiva, com amor, sem o que não há esperança”. A esperança não é teimosia, mas um imperativo existencial e histórico.

A greve é inevitável. Cabe a nós construirmos as condições para que seja, também, vitoriosa.

Avante educadores, de pé!

Educar é lutar e resistir.


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Debates acirrados, exposição de argumentos, defesas, contrapontos e votações. O segundo dia do X Congresso Estadual do CPERS, em Bento Gonçalves, é marcado pela disputa de uma ampla gama de opiniões sobre a organização sindical e a luta em defesa da educação e da escola pública.

Os mais de 1.800 delegados(as), eleitos pela categoria em todo o estado, organizam-se de forma independente ou em forças políticas, e defendem suas resoluções para debate e aprovação.

As propostas aclamadas pela maior parte dos participantes serão sistematizadas para orientar a atuação do Sindicato. Embora sem caráter deliberativo, as formulações servem como indicativos para as demais instâncias.

“Estamos preparando a nossa luta em defesa da escola pública e para buscar os nossos direitos”, explica a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.  “Nós precisamos recuperar o nosso poder de compra, fazer com que o governo cumpra a constituição, que há quase cinco anos não respeita”, conclui.

O Congresso, realizado de três em três anos, é a democracia interna do CPERS em sua dimensão mais profunda. As discussões começaram ainda pela manhã, a partir das 9h30, e devem se estender noite adentro, com previsão de término após as 22h.

Para viabilizar a permanência dos delegados no evento, realizado no Fundaparque, os participantes contam com facilidades como área de cuidados e recreação para crianças e refeições no próprio local, o Centro de Eventos Fundaparque.

Nos intervalos dos três dias, o músico Cris Mithra descontrai os presentes com um repertório variado de músicas nacionais e internacionais.

No domingo, o evento se encerra com a leitura e aprovação da Carta de Bento Gonçalves.

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Educar também é cuidar do bem estar das crianças e jovens. Por isso, a comissão organizadora do X Congresso Estadual do CPERS disponibilizou aos educadores(as) que vieram ao evento com seus filhos, um espaço seguro e divertido para brincarem enquanto os pais participam da iniciativa.

O local, situado no Dall´Onder Grande Hotel, recebe crianças com idades entre cinco a 12 anos. O espaço conta com brinquedos e monitores experientes que realizam brincadeiras e atividades variadas para entreter os pequenos.

Desta forma, mães e pais delegados(as) do Congresso podem acompanhar as atividades do Congresso de forma tranqüila, seguros de que seus filhos estão bem cuidados.

O serviço está sendo disponibilizado desde o início do Congresso, na última sexta-feira (6) e segue até amanhã, quando ocorre o encerramento.

O Congresso do CPERS reúne, em Bento Gonçalves, mais de 1.800 educadores(as), de diversas regiões do Estado, eleitos pela categoria para debater e formular os próximos passos da resistência aos ataques contra os professores(as) e funcionários(as) de escola e organizar o rumo dos próximos anos da luta sindical.

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Na abertura do segundo dia de atividades do X Congresso Estadual do CPERS, que ocorre em Bento Gonçalves, os mais de 1.800 educadores(as) que participam do evento viveram um momento emocionante.

Juntos e entoando o hino da categoria, estenderam uma enorme bandeira, com mais de 20 metros, que estampava a imagem do patrono do Congresso, Paulo Freire. Ao lado do rosto do educador foram expostas duas faixas, uma verde, representando a soberania, e outra preta simbolizando o luto e a luta.

A mística realizada teve o objetivo de frisar que Paulo Freire continua sendo o educador que norteia e orienta as ações da categoria, marcar a defesa da soberania, simbolizar o momento de luto que o país vive pela Amazônia e destacar a necessidade da luta constante pela garantia dos direitos históricos de professores(as) e funcionários(as) de escola.

“Lutamos por Paulo Freire e pela democracia. Precisamos, cada vez mais, fazer mobilizações e tomar às ruas, pois está é a única forma de fazermos recuar aqueles que nos atacam. Aqui no Rio Grande do Sul, Eduardo Leite descumpre a Constituição, ataca os nossos direitos, demite pessoas doentes e parcela nossos salários há 45 meses. Seguimos firmes em nossa justa luta!”, destacou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

O X Congresso do CPERS segue até este domingo debatendo a conjuntura atual, a luta sindical e os rumos da resistência para os próximos anos.

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Nesta sexta-feira, dia 6, representantes de quatro escolas abertas do Estado reuniram-se, às 10h, na EEEF Ayrton Senna, em Porto Alegre para organizar a luta contra a ameaça de fechamento das instituições pelo governo Eduardo Leite.

Participaram do encontro professores, estudantes, pais, comunidade escolar, conselheiros do Conselho Tutelar da região do Partenon, representantes da Brigada Militar, representante da deputada estadual Juliana Brizola e representantes do vereador Comassetto.

As escolas abertas, da rede estadual, atendem adolescentes e crianças em situação de vulnerabilidade social, encaminhados por órgãos de proteção à infância e adolescência.

“As escolas abertas são escolas diferenciadas, recebemos crianças encaminhadas pelo Conselho Tutelar, trabalhamos com alunos que precisam de um cuidado especial, um olhar diferenciado. Acolhemos a criança e fazemos a recuperação do tempo perdido. Damos suporte para se recuperar e inserir na escola regular. Eles entram aqui e são acolhidos, ouvidos, para ai sim começarmos o atendimento direcionado para suprir as necessidades de cada um”, assim analisa o diretor da EEEF Ayrton Senna, Adroaldo Machado Ramos.

O diretor afirma que o secretário de educação, Faisal Karam  está fazendo o que o governo manda: “economizar”.  “A parte efetiva e emocional dos alunos não está sendo vista. Nós estamos lutando com todas as forças. Mas nós sabemos que quem tem a caneta é o governador”, afirma.

Pela mesma situação passa a EEEF. Cruzeiro do Sul, em Porto Alegre. Em 2016, a escola já havia sofrido ameaça de fechamento, mas a mobilização da comunidade conseguiu reverter a situação. “Mas a partir de 2016, o governo não deixa abrir turmas, oferecer vagas à comunidade, não autorizam a contratação de professores e funcionários, ou seja, estão nos asfixiando. O governo está sendo omisso, não suprindo as necessidades da escola para funcionar. Mas não vamos desistir. Vamos lutar até o fim”, relata Jaqueline Pontes Ferreira, diretora da Cruzeiro do Sul e professora há 18 anos.

Atualmente a escola está sem a vice-diretora, secretária, professor(a) de 3º ano, merendeira, educador(a) para a sala de recurso e supervisão escolar.

Em Santa Maria, a EEEF Paulo Freire também está sendo ameaçada de fechar suas portas. “A Secretaria de Educação está tirando professores, reduzindo a carga horária. Enxugando ao máximo para fechar a escola. Temos estudantes que nos dizem que estão esperando a escola oferecer o ensino médio. E é tão triste saber que isso não vai ocorrer. Eles criam um vínculo conosco, que não querem nos deixar. E nós também não queremos deixá-los”, desabafa a supervisora da escola, Daniela Trindade Gonçalves.

A diretora da EEEF Sonho de Um Menino, em Cruz Alta, Isabel Cristina Oliveira de Mello conta que tem a assinatura de todas as autoridades e entidades da cidade que reprovam o fechamento da escola. “Eles reconhecem o nosso trabalho, o carinho que temos com as crianças.  Estou há 18 anos na escola e desde que cheguei só falam que vão fechar. Ganhamos periculosidade, um pouquinho a mais no salário, e a impressão que dá, que é por isso que querem fechar.”

Isabel destaca que na instituição estão com falta de professores e funcionários, atualmente uma professora atende uma turma do 3º, 4º e 5º ano, todos na mesma sala. “Eles têm que ouvir nossa comunidade, saber o que ela quer, saber das suas necessidades. Mas o governo não quer ouvir.”

Professora, pais e estudantes da Escola Ayrton Senna falam da importância da instituição

“Recebemos aqui crianças com histórico de fracasso escolar, que conseguimos reverter e encaminhar para a escola regular. Todos os professores aqui tem especialização, estamos preparados para atender esse aluno. Eu como professora há 14 anos, sei que adaptação é demorada. Eu acredito muito na escola aberta, nessa proposta”, expõe a professora da Ayrton Senna, Silvia Schmidt.

A mãe do estudante Gustavo, 13 anos, aluno 5º ano, Bruna Fernandes fala emocionada do quanto foi difícil a adaptação do filho na escola. Gustavo não parava nem para assistir as aulas, mas com todo o carinho as professoras conseguiram que o estudante se interessasse pelos estudos. “Hoje meu filho sabe ler, o que há um ano atrás não sabia. Foi uma luta para conseguir uma vaga aqui, mas eu não desisti. Aqui a professora me manda WhatsApp na hora para me dizer o que está acontecendo. Eu agradeço todo o cuidado, carinho e paciência que a escola tem com o meu filho. Se precisar ir para outra escola, tenho certeza que o Gustavo não receberá todo esse atendimento.”

“Me causa muita preocupação o fechamento da escola, e o futuro dessas crianças que não vão se adaptar em outra. Nós sabemos a forma que essas crianças chegam aqui e a forma que saem”, pontua Cátia Guinasso, conselheira tutelar do Conselho Tutelar Microrregião 4 – Partenon.

 O pai da aluna Ana, 12 anos, Valmir da Silva Lima conta que a filha nasceu prematura com 6 meses e teve três paradas cardíacas. “Os médicos falaram que Ana teria dificuldade de aprendizado. E foi aqui que ela se adaptou. Hoje eu agradeço por tudo que ela sabe, por tudo que ela aprendeu aqui. Sou muito grato por tudo. Meu medo é, se minha filha sair daqui ela vai se adaptar ou vai regredir?”

“Na outra escola eu não gostava. Aqui eu adoro vir, os professores são bem legais, o jeito que tratam a gente, diferente da outra escola. A profe ensina bem. Por isso, a escola não pode fechar”, estudante, Kethelrn Yasmin Ferreira, 13 anos.

Já a aluna Daiane Centeno dos Santos um pouco encabulada diz que adora a escola.  “Eu consegui um curso de violino, aqui pela escola. Aqui a profe me ajuda e me trata bem.  Eu adoro a escola”.

Na ocasião foi elaborado um documento “Carta Aberta à População Rio Grandense” que tramitará no Gabinete do Governador, na Assembleia Legislativa, Câmara dos Vereadores, Secretaria de Educação, Ministério Público e Conselho Estadual de Educação. Também está prevista uma Audiência Pública para tratar do assunto na Assembleia Legislativa, com data à definir.

O CPERS está acompanhando o caso das escolas abertas, colocando-se à disposição para o que as escolas precisarem e lutando junto para que essas não sejam fechadas.

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O último ato do X Congresso Estadual do CPERS, a apresentação das 19 teses inscritas pelas diferentes forças políticas e atores independentes que participam do evento, marcou a noite do primeiro dia de debate em Bento Gonçalves.

Cerca de 2 mil educadores(as), eleitos pela categoria em assembleias regionais em todo o estado, encontram-se na Serra Gaúcha para formular e debater coletivamente os rumos da resistência e orientar os próximos anos da organização sindical.

A defesa das teses é parte importante do processo, que envolve intensa discussão sobre a conjuntura, a situação da educação, a pauta de reivindicações e o plano de lutas, além do balanço da atuação do Sindicato desde o último Congresso, realizado em 2016.

O caderno com todas as teses pode ser baixado aqui.

Confira a abordagem das teses apresentadas

Tese 1:

Refundar o CPERS: por um novo sindicalismo organizado pela base e com uma estratégia socialista
Construção pela base ao X Congresso do CPERS

Tese 2:

Pela defesa intransigente da democracia classista

Grupo Sempre Ativas CPERS

Tese 3:

Construindo um CPERS para tempos de destruição da escola pública

Militantes da Articulação de Esquerda Sindical e simpatizantes

Tese 4:

Tese do Comitê Estadual dos Educadores Contratados

Comitê Estadual dos Educadores Contratados

Tese 5:

Para ser forte, tem que lutar: resgatar um CPERS de luta, derrotar o governo e defender a categoria

CEDS, Combate, Democracia e Luta, MLS, Magister e Independentes

Tese 6:

Unidade para ocupar as ruas e derrotar o ajuste fiscal dos governos e patrões

Construção Socialista e Apoiador@S

 

Tese 07:

Tese da resistência e pluralidade ao x Congresso do CPERS: Paulo Freire – Educar é lutar e resistir

Coletivo Autônomo de Trabalhadores em Educação

Tese 08:

CPERS combativo, classista e democrático

Movimento Pó de Giz

Tese 09:

A CTB Educação RS luta por mais justiça social, democracia e escola pública de qualidade

CTB Educação

Tese 10:

O capitalismo em crise se torna mais agressivo!

Intersindical e independentes. Educadores, trabalhadores em educação

Tese 11:

Unir a categoria para unir a classe: o CPERS que precisamos

Unidade Classista

Tese 12:

Em defesa da democracia e dos direitos: resistir é preciso

Articulação Sindical (ArtSind)

Tese 13:

Construindo o CPERS democrático, independente e de luta

CSD – CUT Socialista e Democrática

Tese 14:

MTPE.RS – Movimento Trabalhista pela educação pública, inclusiva e de qualidade

MTPE.RS – Movimento Trabalhista pela Educação

Tese 15:

Conjuntura Internacional: unir para derrotar o fascismo e avançar na luta proletária

PRC E CUT Pode Mais

 

Tese 16:

Contribuição do Bloco de Lutas pela Educação Pública para o X Congresso Estadual do CPERS

Bloco de Lutas pela Educação Pública

Tese 17:

Em defesa dos trabalhadores, da educação e da democracia! Lava Jato é fraude! Lula livre já! Pelo fim do governo Bolsonaro!

Tese 18:

Educadoras que batalham por educação, emprego e previdência!

Alicerce Educação

Tese 19:

Por um projeto anticapitalista para a educação

MOVER – Plataforma Sindical Anticapitalista Movimento Esquerda Socialista – MES

(Corrente interna do PSOL e Independentes)

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Para abordar os desafios a uma educação pública de qualidade, laica e democrática diante da atual conjuntura política, econômica e social, o X Congresso Estadual do CPERS contou com a presença do professor e mestre em educação, Carlos Abicalil e do presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo.

Os palestrantes proporcionaram aos congressistas a reflexão sobre os retrocessos da educação pública dentro da conjuntura do golpe, especialmente os processos de mercantilização e militarizacao da educação.

“Educar é lutar e resistir. A ciência é o nosso chão. Os livros são nossas armas. Somos o futuro da nação. Cortes não!”, iniciou Abicalil, fazendo referência ao tema do Congresso, que neste ano homenageia o patrono da educação nacional, Paulo Freire.

O professor criticou ações dos governos estadual e federal contra direitos básicos dos(as) educadores(as), analisou a falta de políticas públicas, os impactos da eleição de Jair Bolsonaro e apontou formas de enfrentamento e resistência.

Sobre o governo do estado, ressaltou: “Leite aposta que mantendo o discurso da crise, de parcelamentos e atraso dos salários, de impor mais sacrifícios aos trabalhadores, conseguirá pôr um fim ao nosso refrão: educar é lutar e resistir. Está enganado. Não há nenhuma lei por direitos que não tenha sido fruto da coragem de quem não se conforma”, afirmou, explicando ainda que política pública representa a materialidade das ações do estado e que, portanto, quando o governo parcela os salários, configura a ação de um estado minimalista.

Sobre Bolsonaro, salientou: “a máquina governamental de propaganda não é coisa pequena. Os conflitos estão sendo disseminados por fake news, por aplicativos. Isso ocorre com nossa autorização quando permitimos que aplicativos acessem nossos contatos, opiniões e imagens”, explicou.

“Estamos num cenário de correlação de forças, de tensões permanentes, onde há desigualdade. É preciso distinguir o direito público da universalidade, da gratuidade do acesso, daquilo que é apropriação privada e dos vouchers. As escolas cívico-militares são um vexame do Brasil”, pontuou.

Para Abicalil, espaços como o proporcionado pelo Congresso do CPERS são essenciais para promover ações como debates, assembleias nas escolas e nos movimentos estudantis. “São nestas situações que mostramos que não nos contentamos com a ignorância e nem com o controle imposto por fardas”, disse.

Para ele, o desafio atual passa pela afirmação da diversidade e da pluralidade como condições de sobrevivência, e também por discutir de maneira crítica as razões de chegar ao ponto que chegamos, com a imposição do autoritarismo e o avanço da retirada de direitos.

“Precisamos de debates plurais e diversos. Há sinais que antecedem a prática do autoritarismo. Leiam as declarações do ministro da educação para estudantes premiados, dizendo que no Brasil só deve ter espaço para os melhores”, expôs.

Ao finalizar sua participação, ressaltou a importância da defesa do Estado democrático, da denúncia da intolerância e da afirmação permanente de direitos. “Não esqueçamos que todo o poder emana do povo e que em nossa tarefa não deve faltar alegria, a resistência e o sonho.”

Para a CNTE, é essencial fazer com que o debate chegue a todos(as) trabalhadores(as)

Araújo iniciou sua fala lembrando que neste mês celebra-se o centenário de nascimento de Paulo Freire, patrono do Congresso. Salientou que Freire sempre afirmou com orgulho que  não tinha vergonha de ser um educador amoroso, porque amava as pessoas e lutava para que a justiça social acontecesse antes da caridade.

“Essa referência que o Congresso traz mantém a nossa resistência e marca nossa condição de cuidar e educar. Começando hoje, o Congresso também se insere nas comemorações de 7 de setembro com o grito dos excluídos e na defesa da soberania nacional”, pontuou.

Para enfrentar a conjuntura atual, o presidente da CNTE destacou que é necessário implementar uma diversidade de ações e estimular cada trabalhador e trabalhadora a realizar um debate permanente em seus locais de trabalho e também em todas as escolas.

“Fazer estes debates é enfrentar os poderosos que querem nos ensinar a passar para os nossos alunos conteúdos que eles julgam necessários. O objetivo é formar professores e professoras empreendedoras para que reduzam a educação apenas a um disputa para ver quem são os melhores. Precisamos enfrentar o capital selvagem e nojento, concentrador de renda aqui no Brasil e no mundo”, observou.

Segundo ele, a CNTE aprovou ações que classificou como de imediatas e de processo. As imediatas são as mobilizações realizadas de forma permanente e que envolvem as entidades resultando, por exemplo, em grandes manifestações. Já as ações de processo são o exercício da democracia.

“São o fortalecimento da escola, através do exercício da democracia. Não dá mais para aceitar que apenas um profissional, o diretor da escola, mande em toda a instituição. A escola deve ser administrada pelo conselho escolar. Escolher o representante de turma, permitir que os estudantes participem do conselho de classe e que exercitem a auto-avaliação dentro da sala de aula são algumas das ações que permitem o exercício democrático. Só assim conseguiremos avançar”, finalizou.

Após as palestras, foi votado e aprovado o regimento do X Congresso Estadual do CPERS. Confira aqui a versão final.

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Organizar a luta, refletir sobre a atuação do Sindicato e debater o presente e o futuro da luta por direitos e em defesa da escola pública. Cerca de 2 mil educadores(as) participam do X Congresso Estadual do CPERS, em Bento Gonçalves, para formular e debater coletivamente os rumos da resistência e orientar os próximos anos da organização sindical.

A edição deste ano homenageia o patrono da educação nacional, Paulo Freire, com o tema Educar é Lutar e Resistir. São três dias de evento, iniciados nesta sexta-feira (6). Os delegados, de todo o estado, foram eleitos em assembleias regionais por professores(as) e funcionários(as) de escola sindicalizados.

Helenir Aguiar Schürer, presidente do CPERS, abriu o Congresso exaltando o papel de quem educa na linha de frente do enfrentamento ao retrocesso e ao obscurantismo.

“Vergonhosamente, neste país e neste estado, os professores e funcionários foram escolhidos como inimigos. Seremos, sim, inimigos número um de quem defende o retrocesso e ataca o sonho dos nossos estudantes. Não nos curvamos nem nos tempos de ditadura, não será agora que o faremos”, lembrou.

O X Congresso do CPERS ocorre em meio a uma conjuntura crítica. Além dos ataques a direitos e à própria existência de quem trabalha no chão da escola, protagonizados pelo governo Bolsonaro, o governo Eduardo Leite radicaliza o projeto iniciado por Sartori: desmanche da escola pública, ataque brutal ao funcionalismo, precarização dos serviços e redução do Estado a todo custo.

“Estamos há 45 meses com os salários atrasados e parcelados. São cinco anos sem qualquer reajuste. Mas temos muito orgulho de dizer que esta categoria não arredou um pé da defesa do serviço público e da educação”, reiterou Helenir.

“Um país desnutrido de leitura só se salva comendo educação”

A abertura do Congresso também contou com uma performance artística dos estudantes da Escola Estadual Antônio João Zandona, de Barra Funda.

Os alunos encenaram uma peça autoral inspirada em fábulas e histórias consagradas no imaginário nacional, simbolizando o embate entre o conhecimento como caminho para a liberdade e a emancipação, e as transformações do mundo tecnológico, que traz consigo acesso fácil a informações falsas e que degradam o espírito crítico e científico.

Ao término da peça, Mariana declamou um texto de Paulo Freire: “a escola será cada vez melhor à medida que cada um se comporte como colega, como amigo, como irmão. Escola é feita de gente.”

Confira as falas dos representantes que compuseram a mesa de abertura:

Heleno Araújo – presidente da CNTE: “Nossa luta maior é a da bandeira da educação para todos e todas, e com seus profissionais valorizados. Este é um momento de refletir sobre o que fizemos e preparar as nossas ações para o futuro. As imagens deste grande Congresso vão rodar o país e mostrar que Bolsonaro vai cair.

Claudir Nespolo – presidente da CUT/RS: “Estamos nos preparando para construir uma grande primavera de luta. Estamos mais preparados para enfrentar todos os ataques de Bolsonaro e Leite. A educação muda as pessoas e elas mudam o mudo. Paulo Freire nos inspira a fazer a resistência!”

Azenira Lazarotto – secretária de organização social da CTB/RS: “Sem educação não chegamos a lugar algum. Bolsonaro deixa queimar a nossa Amazônia, quer acabar com o nosso país. Não podemos deixar que destrua a educação pública. Não podemos deixar carregar bilhões para grandes banqueiros enquanto acabam com as escolas e retira direitos dos educadores.”

Erico Corrêa – coordenador da CSP/Conlutas: “Cabe a nós fazer o enfrentamento a este ciclo de destruição imposto pelos governos estadual e federal. Precisamos construir a maior unidade de ação possível, superando todas as diferenças, porque neste momento é urgente e necessário o enfrentamento aos governos Leite e Bolsonaro.”

Bernardete Menezes – da direção nacional da Intersindical: “Estou no Congresso de um sindicato que enfrentou a ditadura militar. Vocês são exemplo de luta para todos os trabalhadores deste estado. Quando nós nos movemos, a luta avança”

Miguel Stedile – da direção nacional do MS:  “Nós sabemos que o CPERS fará seus embates nas ruas para defender sua categoria, não se espera algo diferente dessa aguerrida categoria. Não é apenas a escola pública que está sob ataque, é tudo que diz respeito à razão e ao conhecimento. Bolsonaro quer uma nação de ignorantes.”

Geison Minhos Carvalho – UGES: “Este sindicato resiste bravamante aos ataques, tem uma trajetória de lutas que nos orgulha. Estamos de mãos de mãos dadas com vocês para defender a escola pública, os educadores, os direitos dos estudantes e impedir que o escola sem partido avance.”

A abertura contou, ainda, com um debate sobre a defesa da educação pública na conjuntura atual, com o professor e Mestre em Educação Carlos Abicalil e Heleno Araújo, presidente da CNTE.

06/09 (sexta-feira)

8h às 22h – Credenciamento dos(as) Delegados(as)
12h30min – Almoço
14h – Abertura. Discussão e aprovação do Regimento do X Congresso Estadual do CPERS/Sindicato – Paulo Freire “Educar é Lutar e Resistir”
18h – Intervalo
19h30min – Apresentação das Teses

07/09 (sábado)

8h – Debate e aprovação de Resoluções de Conjuntura Internacional, Nacional, Estadual e Educacional
11h – Debate e aprovação de Resoluções de Balanço
12h30min – Intervalo
14h – Debate e aprovação de Resoluções de Organização Sindical e Reforma Estatutária
18h – Intervalo
19h30min – Debate e Aprovação de Resoluções Específicas e Plano de Lutas
23h – Confraternização e Baile com a Banda Cia Show 4 no Centro de Eventos Malbec do Dall‘Onder Grande Hotel (Rua Henry Hugo Dreher, 197 – Planalto)

08/09 (domingo)

8h30min – Ato Político – Aprovação da Carta de Bento Gonçalves
12h30min – Almoço


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Tudo pronto para o X Congresso Estadual do CPERS!

Bento Gonçalves recebe, nestes dias 6, 7 e 8, mais de 1.800 educadores(as) de todo o estado, eleitos pela categoria para debater o passado, o presente e o futuro da luta sindical em defesa da escola pública.

O Congresso homenageia o patrono da educação nacional, Paulo Freire, com o tema Educar é Lutar e Resistir. As primeiras delegações chegam ao longo da manhã e da tarde desta sexta-feira (6).

À tarde, a abertura, marcada para as 14h, contará com falas do professor e Mestre em Educação Carlos Auguto Abicalil, e do presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, Heleno Araújo.

À noite, os presentes debatem as 19 teses apresentadas pelas diferentes forças políticas e atores independentes inscritos para o Congresso.

Os três dias de evento na Serra serão de intensa discussão sobre a conjuntura, a pauta de reivindicações e o plano de lutas, além do balanço da atuação do Sindicato desde o último Congresso, realizado em 2016.

Acompanhe todas as informações nas nossas redes, pela tag #CongressoCPERS

Confira, aqui, o regulamento, o caderno de teses e demais informações.

06/09 (sexta-feira)

8h às 22h – Credenciamento dos(as) Delegados(as)
12h30min – Almoço
14h – Abertura. Discussão e aprovação do Regimento do X Congresso Estadual do CPERS/Sindicato – Paulo Freire “Educar é Lutar e Resistir”
18h – Intervalo
19h30min – Apresentação das Teses

07/09 (sábado)

8h – Debate e aprovação de Resoluções de Conjuntura Internacional, Nacional, Estadual e Educacional
11h – Debate e aprovação de Resoluções de Balanço
12h30min – Intervalo
14h – Debate e aprovação de Resoluções de Organização Sindical e Reforma Estatutária
18h – Intervalo
19h30min – Debate e Aprovação de Resoluções Específicas e Plano de Lutas
23h – Confraternização e Baile com a Banda Cia Show 4 no Centro de Eventos Malbec do Dall‘Onder Grande Hotel (Rua Henry Hugo Dreher, 197 – Planalto)

08/09 (domingo)

8h30min – Ato Político – Aprovação da Carta de Bento Gonçalves
– Passeio Cultural
12h30min – Almoço

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