O 19º Encontro Estadual das Crianças Sem Terrinha, que iniciou na última quinta-feira (10), em Nova Santa Rita, chegou na sexta-feira (11) em Porto Alegre. Apresentações culturais e artísticas, circuito de brincadeiras, sessão de cinema e estudos, além de ato público na capital para debater o direito à infância, a educação pública de qualidade e a realidade das escolas do campo nas áreas de Reforma Agrária, integraram a programação.

As dirigentes da direção central do CPERS, Candida Rossetto e Vera Lessês acompanharam as atividades desenvolvidas. As crianças participaram de um debate sobre a educação pública e de qualidade no campo, no Memorial do Legislativo, no centro histórico de Porto Alegre, além de atividades culturais.

“Foi uma verdadeira aula de cidadania que presenciamos. Ali, eles manifestaram os principais problemas que atacam a educação do campo e reforçaram, a uma só voz, o direito a educação, a infância e a brincar. O Movimento dos Sem terrinha atua no sentido de lutar por estes direitos, assim como o CPERS tem buscado defender a educação pública de qualidade e a defesa da educação”, destacou Candida.

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A organização do Encontro entregou a Carta das Crianças Sem Terrinha à Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, ao Conselho Estadual de Educação e a Promotoria da Infância e Juventude.

No dia das crianças ocorreram mais apresentações artísticas e um circuito de brincadeiras para que comemorassem a data.

Carta das Crianças Sem Terrinha

“Nessa história, nós somos os sujeitos, lutamos pela vida e o que é de direito!”

Nós, crianças Sem Terrinha do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra/RS, juntamente com toda a família do MST, neste 19º Encontro Estadual, debatemos o Direito à Infância, a educação pública de qualidade e a realidade das escolas do campo nas áreas de reforma agrária.

Somos filhos e filhas de uma história de luta. Nossos pais nos ensinaram que a terra onde produzimos nossos alimentos, a casa onde moramos, a escola onde estudamos foram conquistados com muita luta coletiva. Completamos 25 anos de Encontro das crianças Sem Terrinha.

Ainda não temos as condições necessárias nos nossos assentamentos; nosso direito a escola de qualidade é negado! Nossa vida escolar é prejudicada pelas más condições das estradas que, quando chove, o transporte escolar não circula. Por vezes, ficamos três dias da semana sem aulas, em vista das situações das estradas. Também falta infraestrutura nas escolas e não temos biblioteca, laboratórios e até sala de aula; não temos rede de internet, chove dentro da escola.

Os nossos assentamentos não recebem manutenção nas estradas, o que acarreta a perda de produção; faltam incentivos a espaços culturais, esportivos, postos de saúde, bem como incentivo para a produção orgânica e agroecológica.

Queremos viver no campo e para isso a escola precisa ter condições de estudo e ensino com qualidade e que o trabalho e a produção da campo sejam valorizados.

Nossas escolas necessitam de melhores condições:

-Reformar os prédios existentes e construir quadras de esportes (cobertas) para termos espaço para diversas atividades, refeitórios; aumentar as salas de ula, pois não dão conta da demanda;

-Garantir um currículo que dialogue com a realidade do campo, que valorize o trabalho camponês e que desenvolva as diversas linguagens artístico-culturais;

-Ter formação para os educadores e educadoras das escolas do campo;

-Garantir a contratação de professores para suprir a demanda de trabalho nas escolas , bem como o quadro de funcionários: secretária(o) e bibliotecário(a);

-Rever o valor de contrato de transporte escolar com as prefeituras municipais. Fiscalizar as condições do transporte escolar e aumentar as linhas de transporte;

-Subsidiar projetos de experiência agroecológica e de cuidado com o meio ambiente.

SEM TERRINHA EM MOVIMENTO: POR TERRA, ESCOLA E DIGNIDADE!

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Recentemente, pais, estudantes, professores e funcionários da E.E.E.M Hugo Óscar Sphor, localizada em Canudos do Vale, região do 8º Núcleo do CPERS (Estrela), reuniram-se para debater sobre as ações necessárias para impedir o fechamento de um dos turnos da instituição.

Atualmente, a escola atende a alunos do 7º ao 9º ano ensino fundamental e do 1º ao 3º ano do ensino médio. Na semana retrasada, a direção da instituição foi comunicada, informalmente, pela 3ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) que em 2020 haverá o fechamento de um dos turnos, mas sem especificar qual.

Fundada em 1906, a Hugo Óscar Sphor é a única escola da rede pública estadual na cidade, que possui 1729 habitantes. Há uma ligação muito forte entre a instituição e a comunidade. “A escola faz parte das nossas vidas. Iniciou como escola rural. Os meus pais ajudaram a construí-la, meus irmãos e eu estudamos aqui. Eu trabalho aqui há 16 anos. Toda a comunidade passou por essa escola, não queremos ver isso acabar”, relata a merendeira, Ana Paula Marchi Pontin.

“A comunidade se pauta pela escola. É fundamental que haja uma forte mobilização para mantê-la e dizer que a escola é a esperança desse município se manter e se desenvolver. Se ela fechar, os jovens irão embora e isso pode representar o fim do desenvolvimento desta cidade. O estado está pensando única e exclusivamente na questão econômica e não nas vidas que afeta ao fechar uma instituição como essa”, ponderou a diretora do Núcleo de Taquara, Simone Goldschmidt.

“A comunidade recebeu a notícia com surpresa. Os ataques do governo contra a educação não cessam. Não podemos permitir que fechem um dos turnos desta escola que é tão importante para a comunidade. Fechar um turno é um passo para o fechamento da escola”, alertou o diretor do 8º Núcleo do CPERS (Estrela), Gerson Luis Johann.

De acordo com ele, após a realização do debate ficou definido que serão realizadas diversas ações para impedir o encerramento de um dos turnos da escola, entre elas a realização de um abaixo assinado, visita da comunidade escolar à CRE e ao Conselho Estadual de Educação e pressão na Secretaria Estadual de Educação (Seduc). “Vamos mobilizar a comunidade e toda população deste pequeno e importante município para manter a escola com o atendimento que disponibiliza hoje.

O CPERS orienta as direções dos núcleos e das escolas a mobilizarem as comunidades escolares para que façam a resistência necessária contra o fechamento de turnos, turmas e escolas.

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Na gestão atual do CPERS, por meio de planejamento realizado pela direção central e atendendo a demanda da categoria foi criado um departamento específico para tratar as questões de gênero e diversidade junto às escolas.

Um dos objetivos do Departamento de Gênero e Diversidade do CPERS é o de subsidiar o conjunto da categoria e dos núcleos com a formulação de políticas que visem o incentivo a organização e participação dos educadores(as) na luta sindical contra o machismo, o racismo e a LGBTFobia, promovendo uma nova prática pedagógica que fortaleça a luta por uma educação que respeite a diversidade e a pluralidade.

Estamos certos de que incorporar o debate de Gênero e Diversidade na formação de professoras(es) que trabalham com crianças e jovens é o caminho mais consistente e promissor para um mundo mais plural e democrático. Formar educadores(as) é apenas o primeiro passo.

No cenário atual do Brasil, preocupar-se com o que se ensina nas escolas é saudável. Contudo, é preciso saber que a escola é responsável por criar condições para que professores e alunos possam aprender e ensinar o convívio com as diferenças que naturalmente existem entre todas e todos.

De acordo com a Pesquisa Nacional sobre o Ambiente Educacional no Brasil 2016, estudantes lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTs) relatam que são agredidos dentro das escolas e que isso atrapalha o rendimento nos estudos. Alguns, inclusive, declaram que já cogitaram tirar a própria vida por causa das agressões. Conforme dados da pesquisa, 73% dos estudantes LGBTs foram agredidos verbalmente e 36% foram agredidos fisicamente.

Preservar a diversidade apresentada na escola, encontrada na realidade social, representa oportunidade para o atendimento das necessidades educacionais com ênfase nas competências, capacidades e potencialidades do educando.

Para a maioria das crianças brasileiras, a escola é o único espaço de acesso aos conhecimentos universais e sistematizados, ou seja, é o lugar que vai proporcionar condições para que se desenvolvam e se tornem um cidadãs e cidadãos com identidade social e cultural.

Diante disso, nos dias 18 e 19 de setembro foram realizadas atividades nas escola Cruzeiro, José Alfredo Nedel e Fronteira Noroeste, no município de Santa Rosa. A iniciativa contou com a participação da coordenadora do departamento e vice-presidente do CPERS, Solange Carvalho, da coordenadora da ONG Mães pela Diversidade no Rio Grande do Sul, Renata dos Anjos e da professora de Filosofia, Atena Beauvoir Roveda.

No último dia três, atendendo ao convite do 6º núcleo do CPERS foi a vez da mesma equipe e da coordenadora da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros do Rio Grande/RS – ALGBT, Maria Regina Moraes, realizar atividade na E.E.E.M Getúlio Vargas, na cidade do Rio Grande.

Em tempos de “escola sem partido” e “doutrinação” por parte dos educadores é ainda mais necessário que tratemos assuntos como a diversidade, seja ela cultural, sexual, de ideias, dentre outras. Estamos num momento crucial na história brasileira em que precisamos ter resistência e persistência. Resistência para enfrentar a onda obscurantista que gostaria de tomar conta e retroceder as instituições sociais, incluindo a educação.

A LGBTfobia rotula, inferioriza e exclui as pessoas que não se encaixam na norma, desprezando suas necessidades e demandas, tornando invisíveis suas experiências individuais e coletivas. As manifestações começam pela exposição ao ridículo, através de chacotas, olhares desaprovadores, risinhos, imitações, assovios, dentre outros. Da gozação, passa-se à difamação e à ofensa, quando são utilizadas palavras cuja carga negativa não deixa dúvidas. O passo seguinte é o rechaço, isto é, a recusa a admitir como manifestação legítima a atração sexual e afetiva entre pessoas do mesmo sexo. Chega-se à discriminação, momento em que se nega à pessoa alvo, direitos básicos que são exercidos pelos demais.

Não falar do assunto é uma forma de manter as coisas como estão e de, assim, compactuar com o preconceito e a discriminação. Para isso, é necessário que os professores tenham uma formação com conteúdos específicos voltados para a diversidade e que haja materiais pedagógicos para promover o respeito a todos, sem distinção de qualquer característica pessoal.

Uma escola de qualidade para todos, proporciona um ambiente amistoso e acolhedor para os alunos. Para essa instituição tornar-se acolhedora, seus aspectos organizacionais e educacionais precisam ser revistos, melhorados ou mesmo extintos, de modo que se consigam as reformulações necessárias.

Entendemos que melhorar as condições da escola é formar gerações mais preparadas para viver a vida na sua plenitude, livremente, sem preconceitos, sem barreiras. A escola prepara para o futuro e, certamente, se as crianças conviverem e aprenderem a valorizar a diversidade nas suas salas de aula, serão adultos bem diferentes de nós, que temos de nos empenhar para lidar com as diferenças.

 

 

 

 

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Nesta quinta-feira (10), o 30º núcleo do CPERS (Vacaria) realizou a etapa regional da 4ª Mostra Pedagógica do CPERS. Professores(as) e estudantes reuniram-se na Casa do Povo para a apresentação dos projetos.

Na ocasião, a coordenadora do Departamento de Educação do CPERS, Rosane Zan, falou dos ataques do governo Leite à educação pública e a bravura dos educadores que não se deixam abater com os ataques.

“Ao acompanhar a mostra pedagógica regional de Vacaria percebo o quanto é triste o posicionamento dos governos que atacam frontalmente os direitos dos educadores, que tem a coragem de fazer o melhor no chão da escola”, destacou Rosane.

A etapa regional em Vacaria acontece na mesma semana em que o governo anunciou ainda mais ataque aos educadores gaúchos, por isso, Rosane relembrou aos presentes que é preciso força para resistir.

“Espero que tenham a coragem de lutar ao lado da coragem de amar, como dizia Paulo Freire. Não podemos aceitar a desvalorização e o descaso que nos é imputada. Todos os educadores cumprem um papel profissional e social, e merecem dignidade. Não aceitaremos a retirada do nosso plano de carreira sem luta”, afirmou Rosane.

INSCRIÇÕES PARA A 4ª MOSTRA PEDAGÓGICA

Atenção educadores(as), ainda dá tempo de se inscrever para a 4ª Mostra Pedagógica do CPERS, que estão sendo realizadas nos 42 núcleos do Sindicato de setembro a novembro. As inscrições podem ser feitas com até cinco dias de antecedência do evento.

Os trabalhos selecionados nas etapas regionais participarão da Mostra Pedagógica Estadual que ocorrerá na capital em data a ser definida. As experiências selecionadas na estadual serão compiladas em uma publicação especial.

Inscreva-se e participe desta importante atividade que visa valorizar os professores(as), funcionários(as) e a educação pública estadual.

Projetos selecionados: 

Modalidade: Anos finais Ensino Fundamental
Projeto: Minha cidade sustentável
Escola: E.E.E.B prof. José Fernandes de Oliveira
Orientador: Luciane Fátima de Abreu Ribeiro

Modalidade: Ensino Médio
Projeto: Mão Amiga
Escola: E.E.E.M Padre Pacífico
Orientador: Kátia  Margareth Nery Guagnini

Modalidade: E.J.A
Projeto: A arte como transformação social
Escola: E.T.E Bernardina Rodrigues Padilha
Orientador: Renato Rufino da Costa

Modalidade:  Educação Profissional
Projeto: Teatro Negro com Tangrans e Sombras
Escola: Colégio Estadual Frei Getúlio
Orientador: Zaida Terezinha Borges da Silva

Próximas etapas regionais:

15/10 – São Gabriel
16/10 – Alegrete
17/10 – Uruguaiana
18/10 – Livramento
22/10 – Bagé
23/10 – Rio Grande
24/10 – Pelotas
25/10 – Camaquã
29/10 – Santiago
30/10 – Santa Maria
31/10 – Cachoeira do Sul
01/11 – Santa Cruz
05/11 – 38º Porto Alegre
05/11 – 39° Porto Alegre
05/11 – Gravataí
06/11 – Canoas
06/11 – Guaíba
07/11 – São Leopoldo
07/11 – Soledade
08/11 – Osório
08/11 – Montenegro
12/11 – Bento Gonçalves
12/11 – Taquara
12/11 – Guaporé

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Após diversas denúncias do CPERS e mobilizações de escolas contra enturmações (fechamento e fusões de turmas) a poucos dias do fim do ano letivo, a Secretaria da Educação enviou ofício a todas as Coordenadorias Regionais da Educação (CREs) orientando o fim da prática em 2019.

O CPERS tomou conhecimento da orientação na tarde desta quinta-feira (10), durante reunião na Seduc com representantes do Colégio Estadual Júlio de Castilhos (Julinho) e da direção do CPERS. O encontro foi uma resposta a outra reunião realizada na última segunda-feira (7), quando um grupo de professores e estudantes do colégio esteve na secretaria para questionar as enturmações em curso.

Além de reduzir turmas, o Estado vinha orientando a redução de carga horária e dispensa de educadores(as), visando o enxugamento da rede.

Na ocasião, o diretor-geral da Seduc, Paulo Magalhães, garantiu que professores postos à disposição e os que tiveram redução de carga horária irão retornar ao status que estavam anteriormente.

Para o professor de história e teologia, Carlos Heitor Rosa,  a notícia foi um alívio, não só pelas horas de trabalho, mas pelos alunos. “Quando eu recebi a notificação foi muito difícil. Eu não poderia nem me despedir dos meus alunos. Me senti um número, me senti usado. Hoje saímos daqui com uma vitória, não só minha, mas também dos meus 11 colegas que seriam dispensados”, conta Carlos Heitor Rosa, professor de história do colégio Julio de Castilhos.

Datado do dia 8 de outubro, o documento informa: “Tendo em vista a proximidade da conclusão do ano letivo de 2019, não é mais oportuna a reorganização da rede, principalmente no que se refere à união de turmas de mesmo ano e no mesmo turno, dentre outras, neste momento, evitando o comprometimento da aprendizagem e conclusão de ano ou etapa de escolarização.”

Veja a íntegra do ofício:

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Organizamos, de forma sintética, todos os ataques reunidos no pacote de propostas de Eduardo Leite. Confira:

PROFESSORES(as)

📍 Fim do Plano de Carreira
📍 Reajuste ZERO por tempo indeterminado
📍 Todas as gratificações e vantagens passam a integrar o básico do nível/classe correspondente
📍 Criação de parcela autônoma com a “sobra” das vantagens acima do básico. Este valor não será reajustado
📍 Fim das vantagens temporais (triênios, quinquênios e avanços)
📍 Fim da incorporação de gratificações para a aposentadoria
📍 Aumento da contribuição para a aposentadoria
📍 Aumento do tempo de contribuição e redução dos proventos conforme Reforma da Previdência nacional
📍 Redução das férias remuneradas para 30 dias
📍 Difícil acesso apenas para escolas do campo
📍 Redução da gratificação de permanência de 50% para 10%
📍 Fim do abono de falta para participação em atividades sindicais
📍 Redução nos adicionais de unidocência, classe especial e penosidade
📍 Fim das convocações e substituição por contratos


FUNCIONÁRIOS(as) DE ESCOLA (alterações na Lei 10.098)

📍 Fim das vantagens temporais (triênios e quinquênios)
📍 Fim da incorporação de gratificações para a aposentadoria (como as de direção e insalubridade)
📍 Aumento do tempo de contribuição e redução dos proventos conforme Reforma da Previdência nacional
📍 Aumento da contribuição para a aposentadoria
📍 Difícil acesso apenas para escolas do campo
📍 Redução ou extinção do abono permanência
📍 Fim do abono de falta para participação em atividades sindicais
📍 Reajuste ZERO por tempo indeterminado

APOSENTADOS(as)

📍 Quem recebe a partir de um salário mínimo passará a contribuir com alíquotas que chegam até a 16,32% do salário
📍 Professores(as) aposentados também terão todas as gratificações e vantagens integradas ao básico. Qualquer valor acima do piso do nível/classe correspondente será transformado em parcela autônoma que não sofrerá reajustes.
📍 Reajuste ZERO por tempo indeterminado

Contratados(as)

📍Como a referência de hora-aula é o salário do concursado, os contratados(as) também terão os salários congelados por tempo indeterminado
📍Legaliza a demissão de contratados em licença-saúde
📍Exclui o segmento das regras relativas à licença-saúde, gestante, adotante e paternidade com remuneração
📍 Retirada dos contratados o direito ao abono família, mesmo se enquadrados na nova faixa de renda 

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AGORA É GREVE

É decisão de Assembleia Geral.

Assim que Eduardo Leite protocolar os projetos relativos a mudanças no Plano de Carreira do Magistério, alterações no Estatuto dos Servidores (Lei 10.098) ou Previdência Estadual, o Sindicato comunicará toda a categoria.

Setenta e duas horas (72h) depois, entraremos em greve para barrar o fim da carreira e os ataques ao serviço público.

Este é o prazo legal necessário para comunicar e iniciar a greve.

Não aceitaremos retroceder. Somente uma mobilização massiva, forte e unificada pode obrigar Eduardo Leite a recuar.

É tempo de coragem e de honrar a história de lutas do CPERS.

Converse com seu colegas de trabalho, discuta a importância da greve com alunos e pais.  Mobilize toda a comunidade escolar.

Não aceitaremos perder direitos e conquistas históricas. Reajuste já e nem um direito a menos!

No dia 15, Dia do Professor, todos e todas na Praça da Matriz a partir das 10h para exigir reajuste já e nem um direito a menos! Contate seu núcleo e participe.

Leia também:

– Nota técnica da assessoria jurídica do CPERS 
– Eduardo Leite quer que os professores paguem o próprio piso

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Novos conhecimentos, novas experiências, contato com novas pessoas, essas foram apenas algumas das oportunidades que alunos de escolas estaduais de Caxias do Sul tiveram durante a etapa regional da 4ª Mostra Pedagógica do CPERS, realizada nesta quarta-feira (9), no IEE Cristóvão de Mendoza.

Com seis escolas participantes e 42 trabalhos inscritos, esta foi a maior etapa realizada até o momento.

Para o diretor do 1º Núcleo (Caxias do Sul), David Orsi Carnizella, a grande procura pela mostra vem de um empenho conjunto do núcleo com as escolas da região. 

“Como Paulo Freire dizia, a educação não deve ser imposta, mas sim construída. Por isso, aqui no 1º núcleo, nós primamos muito a questão pedagógica. No ano passado nós tínhamos 28 trabalhos, hoje estamos com 42, isso é um reflexo desse investimento. Temos que mostrar que existem sim, ótimos trabalhos sendo realizados na escola pública”, ressalta David.

A professora de linguagens EEEM Galópolis , Aline Alexandra Ramos, uma das avaliadoras dos trabalhos em Caxias, diz que eventos como as mostras oportunizam um momento de atualização. 

“O nosso papel é olhar esses trabalhos e saber o que os nossos jovens estão pensando, o que eles defendem. Apoiar esses encontros é mostrar que o que é produzido na escola pública é de qualidade”, diz Aline. 

O professor Carlos Ernesto Risson, coordenador dos trabalhos apresentados pela EEEM João Pilati, considera de extrema importância as mostras para ressignificar o processo de educação. 

“Sair do convencional, do decorar conteúdo, faz com que os alunos sejam agentes de construção, buscando conhecimentos que sejam do interesse deles e por conta disso participem mais ativamente”, relata Carlos. 

A diretora da EEEM Prof. Apolinário Alves dos Santos, Adriane Sequin, que contava com 19 trabalhos inscritos na mostra, relatou a importância dessas atividades aos alunos.

“Desde o momento que tornamos como prioridade trabalhar com pesquisa, com realização de feiras dentro da escola, com metodologias específicas, nós passamos a formar alunos mais críticos. Alunos capazes de se adaptar melhor ao mundo do trabalho. Ele saí da escola sabendo trabalhar em equipe e prontos para lidar com o diferente”, relata Adriane. 

A aluna Amanda Rossa, da EET Caxias, que apresentou o trabalho “Cérebros Bilíngues”, ressalta a importância das mostra no seu aprendizado. 

“Todas as pessoas que estão participando nesta mostra, estão aqui para buscar conhecimento. Aqui conhecemos outras áreas e compartilhamos muito. Eu quero ser professora, por isso estar aqui é uma experiência que vou levar para o meu futuro”, diz Amanda.

Quando indagada se pretende investir na carreira, mesmo com todas as dificuldades enfrentadas pelo magistério atualmente, a aluna é firme: “Sim! Diante de tudo que vem acontecendo, passar conhecimento é muito importante, porque conhecimento no fim é tudo que teremos”, afirma. 

CONFIRA OS TRABALHOS INSCRITOS NA ETAPA CAXIAS DO SUL DA 4ª MOSTRA PEDAGÓGICA DO CPERS:

EEEM João Pilati

1 – Plásticos E Microplásticos: Uma Ameaça À Humanidade – Ensino Médio

2 – Os Malefícios Causados Pelos Agrotóxicos – Ensino Médio

EEEM Prof° Apolinário Alves dos Santos

1 – Domótica Inteligente  – Ensino Médio

2 – Energia limpa através de biomassa – Ensino Médio

3 – Avaliemedic: Site avaliador de atendimento e higienização em estabelecimentos que dispõem de consultas médicas privadas – Ensino Médio

4 – Posto, Logo Existo – Ensino Médio

5 – O Caso João de Deus: a violência sexual não é o único abuso – Ensino Médio

6 – COMO TRANSFORMAR UM PARAÍSO EM UM INFERNO – Ensino Médio

7 – Isolamento Social: O próximo mal do século? – Ensino Médio

8 – Os animais domésticos, cachorros e gatos no auxílio ao tratamento da depressão de seus donos. – Ensino Médio

9 – Uma Ajuda Alternativa – Ensino Médio 

10 – Especismo e a super valorização dos seres humanos – Ensino Médio

11 – As pirâmides e suas histórias – Ensino Médio

12 – Gastronomia Molecular – Ensino Médio

13 – Matéria Escura – Ensino Médio

14 – Mortandade de abelhas – Ensino Médio

15 – O Movimento Antivacina – Ensino Médio

16 – Tabela periódica – Ensino Médio

17 – Marxismo – Ensino Médio

18 – Coração artificial AbioCor – Ensino Médio

19 – Lei da atração – Ensino Médio

EEEM Melvin Jones

1 – Proteção Automotiva – Ensino Médio

2 – Governos Totalitários – Ensino Médio

3 – Clube de Ciências: Um Espaço Possível – Ensino Médio

4 – Plantas Medicinais: Um Estudo Através da Criação de Site – Ensino Médio

5 – A Depressão dos Adolescentes no Século XXI – Ensino Médio

6 – Piezoeletricidade: Utilizações Piezoelétricas – Ensino Médio

7 – Oficina de História – Séries Finais do Ensino Fundamental

8 – Oficina de Astronomia – Séries Finais do Ensino Fundamental

9 – Acessibilidade: A Importância do Braille para uma inclusão social da pessoa com deficiência visual – Ensino Médio

10 – Sistema Solar de Forma Lúdica – Séries Finais do Ensino Fundamental

11 – A CIVILIZAÇÃO DO EGITO ANTIGO  – Séries Finais do Ensino Fundamental

12 – Pets: Desenvolvimento de Aplicativo Voltado aos Moradores de Caxias do Sul – Ensino Médio

EET Caxias

1 – ABORTO PRÓS E CONTRAS – Ensino Médio

2 – Cérebros Bilíngues – Ensino Médio

3 – Como a ansiedade interfere na aprendizagem dos jovens – Ensino Médio

4 – Biologia do Amor – Ensino Médio

5 – AS CAUSAS DA AMEAÇA DE EXTINÇÃO DA FAUNA NAS REGIÕES DO BRASIL – Ensino Médio

EE Presidente Vargas

1 – Semear jardins – recriar espaços do cotidiano – Séries Finais do Ensino Fundamental

EEEM Evaristo de Antoni

1 – Conhecer para Cuidar – Ensino Médio

2 – Repórter dESCOLAd@ EDA – Ensino Médio

TRABALHOS SELECIONADOS PARA A ETAPA ESTADUAL DA 4ª MOSTRA PEDAGÓGICA DO CPERS:

Ensino Fundamental:

  • Sistema Solar de Forma Lúdica da EEEM Melvin Jones

Ensino Médio:

  • Uma Ajuda Alternativa da EEEM Prof° Apolinário Alves dos Santos
  • Energia limpa através de biomassa da EEEM Prof° Apolinário Alves dos Santos
  • Cérebros Bilíngues da EET Caxias
  • Os Malefícios Causados Pelos Agrotóxicos da EEEM João Pilati

INSCRIÇÕES PARA A 4ª MOSTRA PEDAGÓGICA

Atenção educadores(as), ainda dá tempo de se inscrever para a 4ª Mostra Pedagógica do CPERS, que estão sendo realizadas nos 42 núcleos do Sindicato de setembro a novembro. As inscrições podem ser feitas com até cinco dias de antecedência do evento.

Os trabalhos selecionados nas etapas regionais participarão da Mostra Pedagógica Estadual que ocorrerá na capital em data a ser definida. As experiências selecionadas na estadual serão compiladas em uma publicação especial.

Inscreva-se e participe desta importante atividade que visa valorizar os professores(as), funcionários(as) e a educação pública estadual.

EET Caxias
EEEM Evaristo de Antoni
EEEM João Pilati
EEEM Melvin Jones
EEEM Prof° Apolinário Alves dos Santos
EE Presidente Vargas

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O advogado Dr. Marcelo Fagundes, do escritório Buchabqui e Pinheiro Machado Advogados, na qualidade de assessor jurídico do CPERS/Sindicato, esteve presente na reunião realizada nesta quarta-feira, 09.10.2019, em que o Governador Eduardo Leite apresentou suas propostas para a alteração no Plano de Carreira do Magistério.

O Governador não apresentou o texto do projeto, mas somente um conjunto de slides sobre as ideias das alterações. O power point, com 41 laudas, menciona as modificações em apenas 3 delas, de modo que muitas dúvidas ficaram sobre a totalidade de retirada de direitos.

No entanto, o que ficou absolutamente claro, é que o Governo falta com a verdade sobre a implantação do Piso Nacional do Magistério. O que se viu é que o Governo pretende criar um subsídio em cinco níveis e seis classes, com escalonamento mínimo entre os níveis. Este subsídio, ainda, será a soma do vencimento básico e todas as vantagens temporais já adquiridas pelo professor, ou seja, não haverá nenhum aumento e a “implantação” do Piso será feita com o mesmo salário atual do professor, quer dizer, o pagamento será feito às custas do fim dos direitos da categoria.

Pelo contrário do que o Governo prometeu, não haverá qualquer incentivo à qualificação dos professores, visto que entre o professor de ensino médio (nível I) e o professor com doutorado (nível V), haverá uma diferença de menos de 7%. O plano atual (Lei nº 6.672/74) prevê um incremento de mais de 100% para estes casos, ou seja, a ideia da Lei do Piso de qualificar o magistério e valorizar a educação está sendo totalmente desconsiderada pelo Governo.

Portanto, ao contrário do que já havia estabelecido o STF, na ADI nº 4167, o piso passa a ser a remuneração, e não o vencimento básico inicial da carreira.

Além da maquiagem para sustentar o pagamento do Piso, as medidas apresentadas ainda retiram vários outros direitos dos professores, como a redução de férias para 30 dias, extinção das vantagens temporais (triênios, quinquênios e avanços), fim da gratificação e abono permanência, modificação no pagamento de gratificação de direção, de unidocência (redução pela metade do valor atual), convocação de regime especial de carga horária, classe especial e risco de vida – além do fim de incorporação destas gratificações na aposentadoria.

Se não bastasse a retirada de todos esses direitos, e outros que não bem explicados, como o difícil acesso, também restou clara a intenção do Governo de atacar o direito sindical, com restrições para a licença do mandato classista e o fim do abono de faltas para a participação em assembleias e atividades sindicais.

A situação dos aposentados é ainda pior, além de sofrer todas essas mazelas, passará a ter descontos previdenciários sobre os valores excedentes à R$ 998,00, cuja alíquota pode chegar a 18%.

Tão logo o texto venha a ser publicado, esta assessoria jurídica apresentará parecer técnico sobre o projeto. No entanto, pelo que se observou da apresentação do Governo, já é nítido o desconhecimento da Administração acerca de princípios constitucionais, podendo ser seguro afirmar que a alteração do Plano de Carreira do Magistério irá gerar um imenso volume de ações judiciais, cujo passivo financeiro será muito maior do que o benefício pretendido pelo Governo.

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Clique aqui para ler a nota técnica da assessoria jurídica do CPERS sobre as alterações propostas

Quem vai pagar o Piso Nacional do Magistério no Rio Grande do Sul é o próprio professor.

Essa é a conclusão preliminar da direção do CPERS após a reunião desta quarta-feira (9), no CAFF, sobre os planos do governo Eduardo Leite para alterar o Plano de Carreira e a Previdência Estadual.

“O governo vai pegar todas as nossas gratificações e vantagens para redistribuir no básico e pagar o piso. Não há aumento real, é uma recomposição do que já temos. Pior: é um achatamento da carreira e da possibilidade de valorização real”, avalia a presidente do Sindicato, Helenir Aguiar Schürer.

A proposta do Piratini inclui a retirada de direitos como triênios, difícil acesso e a incorporação de gratificações à aposentadoria.

As vantagens passarão a compor o básico, e o que sobrar – a diferença para o piso – será transformado em “parcela autônoma”, um valor fixo, que não será submetido a reajustes posteriores, perdendo valor real ano a ano sem acompanhar a inflação.

Quem, hoje, recebe completivo para alcançar o Piso Nacional, terá o Piso como básico.

O comparativo utilizado pelo governo é uma ilusão, pois as mudanças não vão alterar o valor final no contracheque dos educadores(as). Na prática, perdem-se vantagens temporais e não haverá mais qualquer crescimento vegetativo com triênios, por exemplo.

Eventuais reajustes dependerão de mudanças no Piso Nacional. Ou seja, da boa vontade de um governo federal sem qualquer compromisso com a educação.

A retirada de direitos e vantagens com a finalidade de pagamento do piso em uma carreira achatada, sem o correspondente escalonamento, retira por completo a finalidade da Lei Nacional do Piso do Magistério (nº 11.738/08).

Não aceitaremos perder mais direitos ou retroceder em conquistas históricas.

Qualquer proposta que inclua valores inferiores às projeções abaixo, calculadas de acordo com o atual Plano de Carreira e considerando o Piso como básico (40h), é um ataque a direitos já assegurados à categoria.

Salários de acordo com o Piso Nacional no atual Plano de Carreira

Mais: aposentados que recebem abaixo do teto do INSS (5,8 mil), passarão a contribuir para a Previdência, conforme a tabela abaixo. ”

Sobre o Lei do Piso:

– A constitucionalidade da Lei foi reconhecida pelo STF no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 4167.

– O pagamento integral do Piso como vencimento básico inicial da carreira é uma garantia já fixada por ação civil pública (nº 001/1.11.0246307-9nº 001/1.11.0246307-9) confirmada pelo Tribunal de Justiça do Estado (apelação nº 70057154403).

– O STJ também fixou tese a respeito: “a Lei n. 11.738/2008 veda a fixação do vencimento básico inicial da carreira em valor inferior ao Piso Nacional do Magistério.”

Poucas respostas

Nas cerca de 1h40 de reunião, Eduardo Leite apresentou 41 slides. Destes, apenas cinco tratavam de medidas para o magistério e sobre a previdência. Os demais traziam dados já divulgados sobre a situação financeira do Estado e os planos estratégicos do governo.

Helenir questionou, por exemplo, quanto dos R$ 25 bilhões a serem economizados em 10 anos na projeção do governo será nos ombros dos educadores(as) e se haverá algum dispositivo que obrigará o Estado a conceder as promoções previstas na proposta.

O governador se comprometeu a entregar, até segunda-feira (14), uma compilação dos artigos que sofrerão alterações, espécie de pré-projeto, para permitir uma análise mais detalhada.

De acordo com Leite, o Plano de Carreira dos funcionários(as) de escola não sofrerá alterações. Estes serão penalizados pelas mudanças no Estatuto e Regime Jurídico Único, que também preveem a extinção de gratificações.

O Sindicato deve estudar as medidas apresentadas ao longo desta semana e subsidiar a categoria para o debate.

Agora é greve

Depois de ouvir o governador, a direção do CPERS reiterou que não aceitará perda de direitos e reafirmou a decisão de paralisar atividades 72 horas após o projeto ser protocolado, conforme decisão da última Assembleia Geral da categoria.

“O governo foi muito firme. Não vi muita disposição de mexer em nada. Mas aqui também tem uma categoria firme, com nenhuma disposição de perder direitos” ressaltou a presidente.

No Dia do Professor, 15 de outubro, a partir das 10h, a categoria prepara um ato em frente ao Palácio Piratini.

Confira a declaração de Helenir após a reunião:

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Educadores(as) aposentados da região de Ijuí (31º Núcleo) e dos municípios de Cruz Alta, Palmeira das Missões e Santo Ângelo participaram hoje das atividades do Encontro Regional dos Aposentados organizado pelo CPERS. No decorrer do dia eles acompanharam a análise da conjuntura política atual, receberam informações da assessoria jurídica do sindicato, ouviram palestras e confraternizaram.

Após o café da manhã oferecido aos participantes, a diretora do 31º núcleo, Teresinha Mello, deu as boas vindas e destacou a importância do encontro.

Glaci Weber, responsável pelo Departamento dos Aposentados do Sindicato chamou a atenção para o momento atual, em que o governo Eduardo Leite pretende mexer no plano de carreira e na previdência da categoria. “Estamos vivendo tempos de duros ataques aos nossos direitos históricos. Por isso, a nossa resistência será mais do que nunca necessária. Os nossos aposentados tem seus nomes inscritos nas grandes conquistas que obtivemos. Tenho certeza que, desta vez, não será diferente. É uma grande honra estar com vocês hoje”, afirmou.

Na sequência, o diretor do Sindicato dos Bancários e professor de Direito da Unijuí, Paulo Scherer, expôs o cenário da conjuntura política atual em âmbito estadual e federal observando as consequências para a categoria.

Para falar sobre os cuidados com a saúde, a educadora física Michele dos Santos da Rosa, que também atua em projetos voltados para a terceira idade na Unijuí, falou sobre o tema Cuidando do nosso Movimento e colocou todos para se exercitarem.

As consequências da reforma da previdência proposta pelo governo Bolsonaro foram explicadas pelo advogado Douglas Ambrozi, da assessoria jurídica do CPERS, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado. Após as explicações, o público pôde esclarecer dúvidas.

 Frevo foi o ritmo apresentado pelos grupos no Desafio da Dança

A tarde iniciou com a palestra do professor Sérgio Pires, que abordou o tema Verdade ou Fake News. Logo após os questionamentos dos educadores iniciaram as apresentações dos grupos inscritos no Desafio das Danças folclóricas do Brasil, proposto pelo Departamento dos Aposentados do CPERS.

O ritmo definido para o Núcleo, através de sorteio, foi o frevo, dança folclórica que é típica do carnaval de rua do Brasil e uma das manifestações culturais mais conhecidas na região nordeste do país.

Belos figurinos, animação, criatividade, empenho e alegria marcaram as apresentações.  No desenrolar das danças, as características sombrinhas deste ritmo giravam e encantavam.

O grupo selecionado para o Encontro Estadual dos Aposentados, que ocorre em abril do próximo ano, foi Cruz Alta.

O próximo encontro dos(as) aposentados(as) ocorre no dia 16, em Erechim (15º Núcleo).

Confira a agenda completa:

16/10: Erechim (Erechim, Lagoa Vermelha, Passo Fundo e Carazinho)

Daça: Xaxado

23/10: Cachoeira do Sul (Cachoeira do Sul, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, São Gabriel e Santana do Livramento)

Dança: Carimbó

30/10: Pelotas (Pelotas, Rio Grande, Camaquã e Bagé)

Dança: Bumba meu Boi

12/11: Caxias do Sul (Caxias do Sul, Estrela, Montenegro, Taquara e São Leopoldo)

Dança: Danças Tradicionais do RS

13/11: Três de Maio (Três de Maio, Três Passos, Frederico Westphalen, Cerro Largo e santa Rosa)

Dança: Fandango Gaúcho

20/11: 38º e 39º Porto Alegre (Porto Alegre, Gravataí, Osório, Canoas e Guaíba)

Dança: Maracatú

27/11: Santiago (Santiago, Uruguaiana, São Borja e São Luiz Gonzaga)

Dança: Samba ou Roda de Samba

 

 

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