Estranhamos a decisão do desembargador GLÊNIO JOSÉ WASSERSTEIN HEKMAN, indeferindo, nesta quarta-feira (4), o pedido liminar do CPERS para impedir o corte de ponto de grevistas.

Após 10 dias de espera, o relator age em franca contrariedade a entendimentos pacíficos tanto do TJ quanto do STF.

É uma decisão tendenciosa que levanta sérias dúvidas sobre a isenção do julgamento e sugere cumplicidade com o governo Eduardo Leite.

Recorreremos ao Pleno do Tribunal de Justiça e acreditamos que a justiça será restabelecida na análise do mérito, impedindo o corte de ponto de uma categoria que mal recebe o próprio salário, à revelia da Lei e da moralidade.

Que fique bem claro: se o governador cortar o ponto de grevistas, não haverá conclusão do ano letivo de 2019. Não somos escravos para trabalhar de graça.

Esperamos que Eduardo Leite tenha, com o alunado e suas famílias, a responsabilidade que lhe falta com os trabalhadores(as) da rede estadual.

Seguimos na luta, cada vez mais fortes e mobilizados. Avante, educadores(as)!​

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Até o dia 13 de dezembro estão abertas as inscrições para o Banco de Cadastro Temporário para Contratação Emergencial da Rede estadual.

Embora não haja prejuízo que todos os interessados em novos contratos se inscrevam, a recomendação do CPERS estende-se apenas aos contratados(as) em regime fechado.

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O cadastro é destinado a professores(as) e funcionários(as) de escola, incluindo supervisores(as) e orientadores(as).

As inscrições podem ser realizadas pelo site www.educacao.rs.gov.br ou diretamente nas Coordenadorias Regionais de Educação (CRE), das 9h às 11h30min e das 14h às 17h.

Já a documentação exigida deve ser entregue na Coordenadoria ou encaminhada pelos Correios.

No ato da inscrição o candidato deverá optar por Coordenadoria, município e cargo/disciplina. Mudanças de função ou localidade não serão permitidas posteriormente. Em caso de dúvida, contate a CRE de sua região.

Para ter acesso ao edital para vagas de professores acesse:

 EDITAL PROFESSORES (.pdf 1,16 MBytes)

Para ter acesso ao edital de vaga de servidores:
 EDITAL SERVIDORES (.pdf 848,52 KBytes)

Para ter acesso ao edital de vaga de orientadores:
 EDITAL ORIENTADORES (.pdf 588,09 KBytes)

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Nesta quarta-feira (4), professores, funcionários e comunidade escolar da rede estadual de ensino estiveram reunidos no auditório da escola Oswaldo Aranha, em Alegrete (19º núcleo) para participar da plenária organizada pelo CPERS sobre os riscos que o pacote do governo representa para os educadores e a educação pública.

O respaldo à categoria sobre as consequências dos projetos do Executivo iniciou logo após o governo ter apresentado o conteúdo do pacote, que visa alterar o Plano de Carreira, a Previdência e o Estatuto dos Servidores (Lei 10.098). Desde então, a direção central do CPERS segue fazendo o alerta sobre o fundamental enfrentamento e fortalecendo a greve dos educadores.

Entre as medidas previstas no pacote estão o fim de vantagens temporais e da incorporação de gratificações, o aumento do tempo de contribuição, o congelamento dos salários de toda a categoria por anos e o difícil acesso apenas para escolas do campo. Além disso, aposentados que recebem um centavo a mais do que o salário mínimo, passarão a pagar alíquotas que podem chegar a 16,32% de suas remunerações.

Na ocasião, a diretora do Departamento dos Aposentados do CPERS, Glaci Weber, destacou que é fundamental que a greve dos educadores se mantenha forte em todo o Rio Grande do Sul. “A nossa greve está a cada dia mais forte. Por todo o Estado estamos realizando atos e manifestações que reúnem milhares de educadores e comunidade escolar. O apoio da sociedade também está cada vez maior. O comércio está colocando cartazes que destacam o apoio a nossa justa luta. Toda esta força está fazendo o governo tremer, está fragilizando a base de Eduardo Leite. Precisamos continuar com esta garra e união para derrubar o pacote”, frisou.

Educadores repudiam modelo de ensino cívico-militar

Durante a plenária também foi abordada a tentativa do governo de implementar, já no próximo ano, o ensino cívico-militar na escola Oswaldo Aranha. A professora da instituição, Marileia Silva Marchezan, expôs a contrariedade quanto a questão.

Em outubro deste ano, o secretário estadual de educação, Faisal Karam, anunciou a adesão do Rio Grande do Sul ao programa de escolas cívico-militares criado pelo governo Bolsonaro.

Com esta iniciativa, o governador Eduardo Leite quer impor o autoritarismo e comprometer a autonomia das escolas, a gestão democrática e os recursos do Estado em um projeto inútil e demagogo.

Escola é para quem tem formação para educar, não para reprimir.

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Na manhã desta quarta-feira (4) a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, reuniu-se com os vereadores Cassiá Carpes (PP) e Engº Comassetto (PT) para solicitar aprovação da moção de apoio aos educadores(as) e contra o pacote de Eduardo Leite. Até o momento Câmaras Municipais de mais de 300 cidades gaúchas já debateram e aprovaram o documento.

O encontro ocorreu na sala 301, no 3º andar da Câmara Municipal de Vereadores de Porto Alegre. Também participaram da mesa representantes de diversas entidades.

No início do encontro, a presidente expôs as reais consequências que os projetos trarão para a categoria, como o fim do plano de carreira, reajuste zero por tempo indeterminado, fim dos triênios, quinquênios, avanços e da incorporação das gratificações para a aposentadoria, aumento do tempo de contribuição para a aposentadoria e taxação dos aposentados que recebem um centavo a cima do salário mínimo.

“Esse projeto é um verdadeiro desestímulo para quem está e para quem quer entrar na carreira de magistério. Nossos alunos não querem mais ser professores pela desvalorização da categoria, e a situação só vai piorar com este pacote”, destacou.

“Não é possível que nós tenhamos que pagar a conta, pois esse projeto é isso, retirar dos educadores ou daqueles que menos têm e poupa aqueles que têm mais”, concluiu.

“Vejo na trajetória do CPERS que sempre buscam o diálogo. E nós estamos acompanhando e torcendo pelos educadores”, falou o deputado Cassiá Carpes.

O deputado Comassetto relatou que também está acompanhando a luta da categoria. “Eu imagino o que estão passando os educadores que já recebem tão pouco e estão sendo ameaçados com a retirada de mais direitos.”

“Um país bom e forte, só com uma educação pública de qualidade. A educação privada tem que ser uma opção é não uma falta de opção. Somos solidários, apoiamos e estamos do lado da educação pública. O que podermos fazer para que esse pacote não seja aprovado, nós vamos fazer. Contem conosco”, observou a diretora de Educação, Formação e Cultura do Sindicato dos Professores do Ensino Privado (Sinpro/RS) , Margot Johanna Capela Andras.

“Um governo responsável já deveria ter criado uma comissão de crise, já que os educação pública gaúcha está em greve. A greve já está na terceira semana e nada foi feito. Mostra total desinteresse. É impossível negociar uma proposta onde ele não oferece um real a mais para os professores. Negociar o que? É muito sério o que está acontecendo no nosso Estado. Esse projeto é um ataque frontal à educação pública gaúcha”, destacou Lúcio Vieira presidente da Associação de Docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Adufrgs).

Logo após, os presentes desceram até o Plenário Otávio Rocha, onde conversaram com a presidente da Câmara, Monica Leal, que garantiu que nesta quinta-feira (5) apresentará à mesa diretora da casa a moção para que os demais vereadores assinem. Até o momento a moção contém a assinatura de 13 vereadores.

Clique aqui para baixar o modelo de moção

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A greve da educação, iniciada no dia 18 de novembro, segue crescendo e recebendo apoio contra o pacote desumano do governo Eduardo Leite, que ataca brutalmente direitos históricos da categoria.

Entidades representativas do funcionalismo público, universidades federais e sindicatos de professores são algumas das que enviaram manifestações de solidariedade aos educadores gaúchos.

Já ultrapassamos a marca de 1.500 escolas paralisadas e todos os dias novas instituições aderem à greve, que vem se consolidando como uma das maiores da trajetória de lutas do sindicato.

A greve extrapolou os muros das escolas e tomou as ruas do estado, além da comunidade, contamos com quase 300 moções de apoio de Câmaras Municipais e a histórica manifestação da Famurs, entidade que congrega prefeitos e gestores de todas as 497 cidades gaúchas.

O CPERS agradece a todas as importantes manifestações de apoio que vem recebendo. Elas são fundamentais para fortalecer a justa luta contra o desmonte da escola pública e os direitos dos educadores gaúchos.

NOTA DO DCE-UFSM EM APOIO À GREVE DO MAGISTÉRIO ESTADUAL DO RS

 Na última quinta-feira (14), em Assembleia da categoria docente do estado do Rio Grande do Sul, as professoras e os professores estaduais decidiram paralisar suas atividades contra o novo pacote de maldades protocolado pelo governador Eduardo Leite.

O pacote de Leite desmonta o funcionalismo público do estado, atacando, especialmente, a categoria docente, somando forças com o atraso e congelamento salarial. Nossos professores e nossas professoras não aguentam mais!

Por isso, a partir desta segunda-feira (18), a resposta da categoria é GREVE! Uma ferramenta fundamental para a conquista e garantia de direitos básicos da classe trabalhadora.

Todo nosso apoio ao magistério estadual do Rio Grande do Sul que recebe parcelado há 5 anos e sofre com as políticas de desmonte do funcionalismo público estadual!

Se Leite quer guerra, Ele terá GREVE!

Ceprolsindicato

Nossos colegas professores do Estado do RS merecem nosso total apoio! Segue, de forma sintética, os ataques reunidos no pacote de propostas de Eduardo Leite. Confira:

Professores(as):

-Fim do Plano de Carreira;

-Reajuste ZERO por tempo indeterminado;

-Todas as gratificações e vantagens passam a integrar o básico do nível/classe correspondente;

-Criação de parcela autônoma com a “sobra” das vantagens acima do básico. Este valor não será reajustado;

-Fim das vantagens temporais (triênios, quinquênios e avanços);

-Fim da incorporação de gratificações para a aposentadoria;

-Aumento da contribuição para a aposentadoria;

-Aumento do tempo de contribuição e redução dos proventos conforme Reforma da Previdência nacional;

-Redução das férias remuneradas para 30 dias;

-Difícil acesso apenas para escolas do campo;

-Redução da gratificação de permanência de 50% para 10%;

-Fim do abono de falta para participação em atividades sindicais;

-Redução nos adicionais de unidocência, classe especial e penosidade;

-Fim das convocações e substituição por contratos.

Funcionários de escola (alterações na Lei 10.098):

-Fim das vantagens temporais (triênios e quinquênios);

-Fim da incorporação de gratificações para a aposentadoria (como as de direção e insalubridade);

-Aumento do tempo de contribuição e redução dos proventos conforme Reforma da Previdência nacional;

-Aumento da contribuição para a aposentadoria;

-Difícil acesso apenas para escolas do campo;

-Redução ou extinção do abono permanência;

-Fim do abono de falta para participação em atividades sindicais;

-Reajuste ZERO por tempo indeterminado.

 Aposentados(as):

-Quem recebe a partir de um salário mínimo passará a contribuir com alíquotas que chegam até a 16,32% do salário;

-Professores(as) aposentados também terão todas as gratificações e vantagens integradas ao básico. Qualquer valor acima do piso do nível/classe correspondente será transformado em parcela autônoma que não sofrerá reajustes;

-Reajuste ZERO por tempo indeterminado

Contratados(as):

-Como a referência de hora-aula é o salário do concursado, os contratados(as) também terão os salários congelados por tempo indeterminado;

-Legaliza a demissão de contratados em licença-saúde;

-Exclui o segmento das regras relativas à licença-saúde, gestante, adotante e paternidade com remuneração;

-Retirada dos contratados o direito ao abono família, mesmo se enquadrados na nova faixa de renda.

SINDJUS

Começa nesta segunda-feira (18) a greve dos professores decretada na Assembleia Geral do CPERS, na última quinta, 14.

O Sindjus-RS, com as demais entidades que compõem a Frente dos Servidores Públicos, participou do grande Ato conjunto do funcionalismo nas ruas da capital, culminando na Praça da Matriz. Os educadores gaúchos, com baixíssima remuneração e salários parcelados e congelados há meses, serão os maiores prejudicados por esse pacote nefasto. Além de mudanças drásticas no plano de carreira do magistério, conquista histórica da categoria, os professores serão impactados por modificações para todo o funcionalismo, como o fim dos adicionais por tempo de serviço e o corte da incorporação de gratificações na aposentadoria.

O governo Leite projeta uma economia de R$ 17 bilhões em 10 anos com esse pacote. Ao mesmo tempo, temas como a dívida pública ilegal e inconstitucional e as isenções fiscais bilionárias que não geram desenvolvimento econômico para o Estado seguem inalteradas. É evidente que verdadeiro privilegiado não é o servidor público, que tem sido visto como o vilão pelos governos. Mas seguiremos na luta e na resistência contra essa série de ataques sem precedentes. Fizemos 52 dias de greve no Judiciário e saímos vitoriosos desse grande movimento. Seguimos mobilizados para lutar contra os projetos que visam acabar com os direitos dos servidores públicos e precarizar ainda mais o serviço público prestado sobretudo à população que mais necessita do estado.

 “O professor é meu amigo, mexeu com ele mexeu comigo!”

Seção Sindical ANDES/UFRGS

A Seção sindical do ANDES-SN na UFRGS se solidariza com os(as) professores(as) do magistério público estadual que hoje entram em greve. As(os) docentes estaduais trabalham sob as mais diversas situações, mesmo tendo seu salário parcelado há 47 meses.

Agora, na véspera do final do ano letivo, o governador Eduardo Leite apresenta um pacote que retira direitos da carreira docente. Ainda, na proposta do governo, serão os educadores os mais prejudicados. Não é justo, nem necessário que os docentes paguem as contas das sonegações e incentivos fiscais.

Em defesa da educação pública!

Diretoria da Seção Sindical da ANDES-SN na UFRGS

ADUFPEL SSIND 

 A Diretoria da ADUFPel, seção sindical do ANDES Sindicato Nacional, declara apoio irrestrito à greve das professoras e dos professores da rede estadual do Rio Grande do Sul. Além de manter e agravar a perversidade do parcelamento salarial, que tem levado docentes à depressão e por vezes até mesmo ao suicídio, o governador Eduardo Leite agora apresenta um novo pacote de maldades que amplia a precarização da Educação Básica no Estado. Assim, a diretoria convoca as professoras e professores da Universidade Federal de Pelotas e do IFSul Câmpus Visconde da Graça a se somarem aos atos/mobilizações chamados pelo CPERS Sindicato. Se o futuro é a educação, a luta é no agora!

Pelotas, 19 de novembro de 2019.

A Diretoria

CNTE – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE, entidade representativa dos profissionais da educação básica do setor público brasileiro, vem por meio desta se solidarizar de forma incondicional com o movimento grevista dos/as educadores/as do Estado do Rio Grande do Sul e ao seu sindicato CPERS.

Em resposta a denominada “Reforma Estrutural” do Governador Eduardo Leite, e depois da exitosa paralisação de todas as carreiras de servidores públicos do Estado no último dia 14, os/as educadores/as estaduais decretaram greve por tempo indeterminado desde o dia 18 de novembro. O pacote de maldade do Governo Leite traz enormes prejuízos ao conjunto dos/as trabalhadores/as do setor público do Estado e a resposta está vindo das ruas de todas as suas cidades, já que o gestor faz ouvidos moucos às reivindicações das categorias.

É draconiana a medida que, na prática, põe fim às progressões das carreiras, deixando-as à mercê da boa vontade dos administradores de plantão, o que, em última instância, fere o princípio da legalidade e impessoalidade da administração pública. Acabar com as gratificações por tempo de serviço implica em outra maldade do governador que criará uma distorção sem precedente na organização das carreiras do Estado, pondo fim, a rigor, ao próprio conceito de carreira. A cobrança de alíquota previdenciária ao/à servidor/a aposentado/a é outra aberração que expressa uma injustiça sem tamanho feita a servidores que recebem pouco mais de um salário mínimo.

No campo propriamente da educação, é inadmissível o quinto Estado mais rico da Federação pagar um dos piores salários para os/as seus/uas professores/as. É importante deixar claro que esse pacote do Governo Leite é um projeto liberal e de massacre da classe trabalhadora levado a cabo pelo Governo Bolsonaro. Todo nosso apoio às educadoras e educadores do Rio Grande do Sul! Como dizia o poeta, estes que atravancam nosso caminho, passarão!

Brasília, 20 de novembro de 2019.

Direção Executiva da CNTE

SINTE- ARARANGUA 

O SINTE- ARARANGUA (Sindicato dos Trabalhadores em Educação na Rede Pública do Estado de Santa Catarina) expressa solidariedade e apoio à greve dos Professores da rede estadual do estado do Rio Grande Do Sul, iniciada no dia 18 de novembro.

Os trabalhadores em Educação a longos 5 anos sofrem com salários defasados, parcelados, sucessivos governos fora da lei negligenciam o piso nacional do magistério, trazendo a dura realidade do salário mais baixo pago aos professores entre os estados do Brasil, não bastasse está realidade o governo de Eduardo Leite encaminha projeto de lei para alterar o plano de carreira dos professores, aprofundando o arrocho salarial, congelando salários por anos e retirando direitos, manobrando com os mesmos em uma tentativa de burlar a lei do piso nacional do magistério já negligenciada.

Com esta atitude o governo mostrar uma clara pretensão de aniquilar com este serviço público, bem maior da sociedade riograndense e brasileira. Frente a estes ataques nos solidarizamos com os colegas do estado vizinho, nos colocando à disposição para a luta nesta guerra que a muito tempo deixou de ser regionalizada, urge a necessidade de mobilização de toda a sociedade para barrar estes ataques.

Aos colegas força para lutar aguerridamente, aos alunos consciência para seguir construindo conhecimento junto a seus mestres em outras salas de aula, aos pais grandeza para entender o momento e se colocar ao lado daqueles que diariamente buscam junto a seus filhos construir uma sociedade mais justa e igualitária.

20 DE NOVEMBRO DE 2019.

SIMSAPEL APOIA A GREVE DO CPERS

 O pacote do Governo do Estado apresentado na Assembleia Legislativa atinge a todos os servidores públicos do Rio Grande do Sul, congela os salários por tempo indeterminado e destrói o Plano de carreira do magistério. É o desmonte do serviço público, marca registrada da política neoliberal defendida pelo Governador Eduardo Leite.

A defesa do “estado mínimo” pode soar como forma de economizar os recursos públicos, porém, na verdade, deixa a população mais pobre desassistida no que se refere ao acesso aos serviços mínimos e essenciais.

Mais grave ainda é o ataque que esse pacote representa à educação pública da qual dependem os trabalhadores e filhos de trabalhadores de todas as categorias. Portanto, levantar-se em defesa dos trabalhadores em educação e dos servidores estaduais é defender o direito de todos à educação e demais serviços públicos e, por isso, é uma pauta de toda a população gaúcha.

Sendo assim, o SIMSAPEL se manifesta em total e irrestrito apoio à greve dos professores e demais trabalhadores das escolas gaúchas e se irmana ao CPERS Sindicato nessa luta.

Sindicato dos Servidores Municipais de Saneamento Básico de Pelotas

Novembro de 2019

CUT REGIONAL SUL

 A CUT Regional Sul vem a público manifestar total apoio à greve dos professores e demais trabalhadores em educação do Estado do Rio Grande do Sul, representados pelo CPERS Sindicato.

Protocolado na semana passada na Assembleia Legislativa, o chamado “pacote de maldades” apresentado do Governo do Estado é um ataque profundo aos direitos dos servidores públicos e, em especial, aos trabalhadores em educação. O pacote propõe, entre outras coisas, o fim do plano de carreira do magistério e o congelamento dos salários por tempo indeterminado.

Dessa forma, a greve foi inevitável.

A proposta de Eduardo Leite não representa ataques apenas aos trabalhadores em educação, mas a toda a classe trabalhadora, uma vez que a desvalorização dos professores e funcionários de escolas é precarização da educação pública, de que dependem os trablhadores e os filhos dos trabalhadores.

O discurso do “estado mínimo”, na verdade, representa desobrigar o Estado de garantir o acesso aos serviços essenciais para todos e deixar a população mais pobre desassistida.

Portanto é uma causa de toda a sociedade gaúcha.

Dessa forma, a CUT Regional Sul diz NÃO ao pacote de Eduardo Leite e se soma à luta do CPERS Sindicato na defesa dos trabalhadores em educação e da educação pública do Estado do Rio Grande do Sul.

Pelotas, 21 de novembro de 2019

Sindjors

Professores estaduais e outras categorias protestavam em frente ao palácio Piratini quando incidente ocorreu

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul (Sindjors) manifesta solidariedade aos professores e servidores estaduais, vítimas de repressão violenta, pela tropa de choque da Brigada Militar, durante o ato unificado realizado na tarde dessa terça-feira (26/11), na Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini.

Repudiamos a ação da PM, comandada pelo governador Eduardo Leite, colocando em risco a integridade física de milhares de trabalhadores que lutam por um direito legítimo e, também, dos profissionais da imprensa que acompanhavam a atividade.

Uma irresponsabilidade que levou 10 pessoas a serem atendidas no Hospital de Pronto Socorro, com ferimentos e intoxicação por gás de pimenta.

Eduardo Leite agride professores e servidores que recebem seus salários atrasados e parcelados há cerca de cinco anos, e que estão em greve como forma de denunciar e barrar o pacote de medidas lançado pelo governador, que põe fim à carreira dos servidores.

Somos solidários à luta contra o plano de destruição do serviço público no RS, que expressa a mesma política em curso no país, de retirada total de direitos dos trabalhadores.

27/11/2019

FÓRUM RENOVA ANDES-SN

Nota de apoio à greve dos/as professores/as e funcionários/as da rede estadual de ensino do Rio Grande do Sul

O Fórum Renova Andes-SN manifesta sua solidariedade e apoio à greve dos/as professores/as e funcionários/as da rede estadual de ensino do Rio Grande do Sul. Greve esta deflagrada em 18 de novembro de 2019 como resposta ao desmonte dos serviços públicos – em especial da educação e aos ataques ao funcionalismo público estadual expressos no pacote enviado pelo governador Eduardo Leite à Assembleia Legislativa, que inclui a destruição da carreira e da previdência dos/as servidores/as públicos/as estaduais. Some-se a isso o parcelamento e atraso de salários que já completa 47 meses e cinco anos de congelamento.
A atual política desenvolvida pelo governo de Eduardo Leite possui correspondência com a política de terra arrasada e anti-povo do governo Bolsonaro e que busca ganhar terreno na América Latina com apoio do imperialismo – como vemos no Chile, no Equador e na Bolívia e contra as quais os/as trabalhadores/as resistem com suas organizações e seus instrumentos de luta.
Ao nível do governo federal, o governo de Bolsonaro/Guedes apresenta o pacote chamado de Plano Mais Brasil, composto de três propostas de emendas constitucionais (a do Pacto Federativo, a Emergencial e a dos Fundos Públicos) que, entre outras medidas, ataca os/as servidores/as públicos/as com redução e congelamento de salários e promoções, proíbe novos concursos, reduz o número de carreiras, corta orçamentos, etc.
O aludido déficit nas contas públicas usado como argumento para os ataques desferidos por Leite e Bolsonaro aos servidores/as públicos/as encobre a recessão econômica cuja raiz está no golpe de 2016 e nas medidas econômicas de Temer-Bolsonaro.
Por outro lado, o movimento grevista no Rio Grande do Sul já contabiliza mais de 1.500 escolas paradas (773 escolas totalmente paralisadas e 760 afetadas por adesão parcial) e conta com apoio dos/as jovens que veem na luta pela escola pública a luta pelo seu futuro.
A vossa luta, portanto, é a nossa luta! Não aos ataques de Bolsonaro e Leite!
Saudamos, nesse sentido, os/as professores/as e funcionários/as da rede estadual de ensino do Rio Grande do Sul, saudamos o CPERS e seus núcleos afirmando nossa solidariedade e apoio à vossa greve.
Repudiamos a violência e agressões físicas desferidas pela polícia comandada por Leite sobre os/as professores/as e funcionários/as ontem, 26/11, ao término da assembleia geral do CPERS, que reuniu mais de 15 mil trabalhadores/as na Praça da Matriz em Porto Alegre.

28/11/2019

Mães & Pais pela Democracia

 A covardia é a marca da incompetência e da arrogância.
No discurso, a educação é sempre a prioridade incensada.
Na prática, é sempre preterida em nome de outras prioridades e reformas.
Quem paga a conta é o funcionalismo, sobretudo o magistério.
A Associação Mães e Pais pela Democracia repudia a violência física perpetrada ontem contra a comissão que buscava o diálogo com o Palácio Piratini.
E repudia a violência simbólica que o serviço público vem sofrendo há anos em nosso estado, mais gravemente na figura que todos e todas devemos amar e respeitar: a professora.
Violência só gera violência.
Mas saberemos transmutá-la em força para levar adiante esse movimento até que justiça seja feita, pelo diálogo, com amor e liberdade.
– Contra a vergonha do parcelamento de salários
– Contra o fim da carreira do magistério
PROFESSORAS E PROFESSORES,
VOCÊS NÃO ESTÃO SOZINHAS/OS.

27/11/2019

FEDERAÇÃO DOS PROFESSORES DE SÃO PAULO-FEPESP

 SOLIDARIEDADE ÀS PROFESSORAS E PROFESSORES DO RIO GRANDE DO SUL

O sucesso da mobilização de professora e professores nas escolas públicas do Rio Grande Saul demonstra a disposição da categoria em defender sua dignidade contra a prepotência e descaso do Estado.

A Federação dos Professores do Estado de São Paulo, em nome dos seus 25 sindicatos integrantes, manifesta sua solidariedade ao CPERS e aos seus representados, na defesa da educação de qualidade, do respeito a quem prepara nossas futuras gerações e da legitimidade do sindicato na representação do interesse dos docentes.

A resistência de professoras e professores do Rio Grande do Sul é exemplo para todos, neste período sombrio da nossa história.

Força, companheiras e companheiros!

25/11/2019

AGAPAN

A direção da AGAPAN, na pessoa de seu presidente, apoia todo o movimento da educação que faz parte do nosso movimento que é a luta pelo ambiente natural.
Nesse sentido, mais uma vez, deseja manifestar publicamente seu apoio e seu disposição de se colocar ao lado nesta luta, pois integramos a mesma sociedade que sofrerá com este Pacote.
Aliás, já estamos juntos no Movimento contra a instalação da Mina Guaiba e certamente também estaremos juntos na luta conta a Mudança do Código Ambiental.

Franscisco Milanes – Presidente

Associação Docente da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – ADUERGS

A Associação Docente da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – ADUERGS vem por meio deste manifestar apoio e solidariedade aos professores da rede estadual de ensino pela greve legítima e por toda mobilização para o enfrentamento das maldades do Governo do RS contra a categoria. Esta, decorrida pela falta de diálogo, de construção de alternativas conjuntas, pelo tratamento truculento com os professores, falta de condições de trabalho e ainda pelos 47 meses de atraso nos salários, causando danos irreparáveis em nossos colegas, suas famílias e na sociedade riograndense. Nós professores gaúchos estamos sendo marginalizados, pois no Rio Grande do Sul, a educação e a qualidade no ensino não são prioridades ao Governo do estado.

A Associação porta-se contra o pacote enviado à Assembleia Legislativa Gaúcha, e convoca todos seus associados a engajarem-se na luta pela dignidade dos colegas professores estaduais, bem como no corpo a corpo com os Deputados e sociedade gaúcha.

Direção da ADUERGS

Associação dos Orientadores Educacionais do Rio Grande do Sul

A Associação dos Orientadores Educacionais do Rio Grande do Sul expressa seu total apoio à GREVE GERAL dos trabalhadores em educação do estado do Rio Grande do Sul. Mais uma vez a escola pública e os trabalhadores e trabalhadoras da educação são alvo dos mais nefastos projetos que deixam clara a intenção de    desestruturação, precarização e a desmoralização dos educadores escolares, um cenário propício para a instalação de políticas privatistas e mercantilistas.

 Apoiar a luta dos trabalhadores e trabalhadoras da educação neste momento é defender os direitos garantidos na nossa Constituição Federal de 1988, em especial no Art. 206.

 Como em outros tempos, o protagonismo dessa categoria foi exemplo de luta e conquistas históricas para educação no Rio Grande do Sul e no Brasil.

Somamo-nos nessa luta até a vitória!

Diretoria colegiada da AOERGS

Conselho Universitário da UFSM

No momento em que os professores e servidores do Estado do Rio Grande do Sul estão em greve na defesa da garantia de manutenção de direitos conquistados, duramente, com muitas lutas ao longo dos anos, o Conselho Universitário da Universidade Federal de Santa Maria manifesta solidariedade e apoio aos professores e servidores do RS.

Nosso reconhecimento e valorização a todos que constroem, cotidianamente, nos diferentes espaços, a Educação como investimento incalculável para uma sociedade mais justa, democrática, participativa, plural e igualitária.

– Conselho Universitário da UFSM, sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Associação dos Municípios da Zona da Produção – AMZOP

A Associação dos Municípios da Zona da Produção-AMZOP, manifesta publicamente seu apoio ao Magistério Público Estadual, trabalhadores em educação do Rio Grande do Sul, que lutam por seus direitos, contrários aos Projetos de Lei que retiram garantias da categoria, expressando nossa solidariedade a todos seus quadros de servidores.
A presente proposição se justifica pelos, mesmos motivos, constantes na Moção apresentada pela Famurs, entidade maior do municipalismo gaúcho, ratificando seus termos, quais sejam:
01 – A categoria dos trabalhadores e trabalhadoras em educação amarga um histórico processo de empobrecimento. São cinco anos sem qualquer reposição salarial, acumulando perdas inflacionárias superiores a um terço do poder aquisitivo desde novembro de 2014, além do parcelamento ou atrasos de seus salários há 47 meses.
02 – Se aprovadas as alterações do Plano de Carreira do Magistério, teremos a modalidade de remuneração por subsídio, sendo que as atuais vantagens serão integradas ao básido para “mascarar” o pagamento do piso e o valor excedente será transformado em parcela autônmoma. Eventuais reajustes futuros do básico serão descontados da parcela autônoma, condenando grandes segmentos da categoria ao congelamento de seus contracheques até que toda a parcela seja integrada ao básico.
03 – Pela forma, que não concordamos, onde o Estado pretende cobrar alíquotas previdenciárias de aposentados que recebem pouco mais de um salário mínimo, desvalorizando o trabalho dos professores que ao longo de sua vida participaram da construção do desenvolvimento da educação nas suas comunidades.
04 – Pela estagnação de proventos já defasados, o achatamento do plano, o fim das vantagens temporais, a redução de gratificações, que poderá levar ao fechamento de escolas em comunidades carentes, e com o término das incorporações, o abandono da carreira ou desmotivação, refletindo na qualidade do ensino.
05 – A paralização nos preocupa, mas apoiamos as manifestações, pois entendemos ser o último recurso que os/as trabalhadores/as em educação lançam mão neste momento, na luta por seus direitos.
Ressaltamos que a educação precisa ser assumida como prioridade pelo governo do Rio Grande do Sul, porém com medidas dessa natureza, jamais se efetivará.

E, diante destas relevantes razões, a AMZOP, apresenta e torna pública a presente MOÇÃO DE APOIO AO MAGISTÉRIO GAÚCHO, em defesa da Escola Pública de qualidade e dos direitos da categoria.

Amzop/Seberi/RS, 27 de novembro de 2019.

__________
GILMAR DA SILVA
Presidente da Amzop
Prefeito de Ametista do Sul

Movimento Brasileiro de Educadores Cristãos – MOBREC

O Movimento Brasileiro de Educadores Cristãos – MOBREC, formado por diversos núcleos, com sua sede em Santa Maria, apresenta MOÇÃO DE APOIO ao movimento dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul, que reivindicam merecido respeito quanto a seu trabalho, remuneração justa e adequada e manutenção do Plano de Carreira. Desejamos levar essa MOÇÃO DE APOIO ao conhecimento do Exmo. Sr. Eduardo Leite, DD. Governador do Estado do Rio Grande do Sul e ao CPERS Sindicato Ilma. Sra. Professora Helenir Aguiar Schürer. Dessa forma, o Movimento Brasileiro de Educadores Cristãos – MOBREC, vem prestar seu APOIO aos professores públicos do Estado do Rio Grande do Sul, manifestando solidariedade à justa greve deflagrada em razão do pacote apresentado pelo governador Eduardo Leite, encaminhado à Assembleia Legislativa, em 13 de novembro de 2019. Além dos atrasos e fatiamento dos salários, prosseguindo com este desrespeito, após quatro anos de parcelamentos e, sem reajuste, desde o governo Sartori. Assim, propõe medidas que agravam ainda mais a difícil situação que os últimos governos legaram aos servidores do poder executivo estadual. O pacote prevê um ataque contra a carreira do magistério como: estagnação dos salários já defasados, achatamento do plano de carreira, fim de vantagens por tempo de serviço, a redução de gratificações entre outros. Reiteramos que o MOBREC manifesta o repúdio às medidas apresentadas, solidariza-se com o CPERS Sindicato e os professores públicos estaduais. Apela, portanto, aos deputados estaduais para que rejeitem esse pacote e conclama a sociedade gaúcha para a defesa da Escola Pública democrática, laica e de qualidade.

Santa Maria RS, 23 de novembro de 2019.

Sindicato dos Municipários de Cachoeirinha/RS

A rede estadual de educação está em greve desde segunda (18/11) reagindo a mais um pacote de ataques aos direitos, agora por Eduardo Leite (PSDB). O governador tenta destruir conquistas históricas da categoria, desmantelando a carreira dos trabalhadores, congelando salários indefinidamente, alinhando-se à “PEC paralela” da Reforma da Previdência para os servidores públicos a nível nacional, além de inúmeros outros absurdos. A canalhice é tanta que está sendo proposta até mesmo a legalização da demissão de professores temporários em licença-saúde.

A justificativa de “ajuste nas contas” e o golpe nos direitos dos trabalhadores liga Eduardo Leite aos ataques que o governo Bolsonaro impõe nacionalmente, jogando nas costas da classe trabalhadora uma fatura que não é sua e obedecendo uma cartilha que também tem seus seguidores nas prefeituras. Os municipários de Cachoeirinha também vêm sendo atacados com salários congelados e destruição do plano de carreira pelo prefeito Miki Breier (PSB), este último aprovado por decisão quase unânime dos vereadores e muita violência em 2017, com brava resistência através de uma greve histórica de 61 dias.

Manifestamos nossa plena solidariedade a esta categoria, que vem sofrendo uma escalada de ofensivas a seus direitos, que vão desde o não-pagamento do piso salarial do magistério, os quase 4 anos de salários parcelados iniciado no governo Sartori (MDB), ao atual pacotaço de Leite. Que com uma forte organização da base dos trabalhadores nas escolas e nas ruas e com a firmeza na independência de classe frente aos governos e ao Estado que a greve dos professores estaduais seja vitoriosa, e que o exemplo dos educadores seja seguido por mais e mais trabalhadores para derrotar os ataques dos governos de plantão!

Diretoria da Seção Sindical dos Docentes da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (SINDUTF-PR)

A Diretoria da Seção Sindical dos Docentes da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (SINDUTF-PR) manifesta apoio e solidariedade à Greve dos/as Servidores da Rede Estadual de Educação e demais Servidores Públicos do Estado do Rio Grande do Sul, que lutam pela manutenção e defesa dos seus direitos e contra as reformas propostas pelo governo do Estado que retiram direitos dos trabalhadores.

A SINDUTF-PR manifesta seu apoio e solidariedade às/aos servidoras/es públicos do Estado que prestam relevantes serviços à população riograndense e que atualmente lutam, tendo que recorrer à greve, para defender seus direitos, incluindo o direito de receberem os salários pelos serviços prestados e as condições de continuarem servindo a população.

Curitiba (PR), 29 de novembro de 2019

Diretoria da SINDUTF-PR

Associação de Escolas Superiores de Formação de Profissionais do Ensino  – AESUFOPE

A Associação de Escolas Superiores de Formação de Profissionais do Ensino  – AESUFOPE, entidade representativa das Instituições Formadoras de Professores no Estado do RS, atuando e lutando há 50 anos pela formação e valorização dos professores, MANIFESTA APOIO INTEGRAL À GREVE e à luta dos professores contra o conjunto de medidas apresentadas pelo Governador Eduardo Leite à Assembleia Legislativa que destroem a carreira, as condições de subsistência e o futuro do magistério estadual. Entendemos que a luta pela educação e pela escola pública é uma luta política que os professores travam de forma heroica e vigorosa com a qual nos solidarizamos integralmente.

Os professores e os servidores públicos não são nem responsáveis pela crise e má gestão do Estado e nem seu sacrifício insuportável será a solução para o saneamento das finanças públicas. É necessário um projeto de desenvolvimento social e econômico para o Estado do RS, revisão das renúncias fiscais e maior justiça tributária.

A AESUFOPE também repudia de forma veemente a proposta de “criar um canal de denúncias contra os professores” por ferir os artigos 205 e 206 da Constituição Federal que determina que o direito à educação é de responsabilidade do Estado e da Família, em consonância com a sociedade. Compreendemos que precisamos reconstruir na escola um ambiente de liberdade por parte dos educadores e educandos, mediante um espaço que garanta respeito, admiração, reciprocidade e trocas permanentes entre professores e estudantes. A escola não pode ser espaço de denúncia vazia de uns contra os outros, mas sim um espaço aberto ao diálogo e à confiança.

Porto Alegre, 03 de dezembro de 2019

Diretoria da AESUFOPE

APEOESP – Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo

Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSM

 

 

 

 

 

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Estudantes do Curso de Pós-Graduação em Educação em Ciências da UFSM 

Sindicato dos Municipários de Arambaré 

Pastoral da Juventude Regional Sul 3 – CNBB

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Associação das Câmaras da Região da Produção 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SINASEFE

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Em apresentação realizada em novembro, o governo de São Paulo – do mesmo PSDB de Eduardo Leite – detalhou a proposta de mudança na carreira do magistério do estado.

De adesão voluntária, com previsão de reajuste escalonado de 54,7% até 2022, topo da carreira de R$ 10 mil e piso maior do que o teto gaúcho já a partir de 2020, o plano escancara a profundidade do arrocho que Eduardo Leite tenta impor sobre a categoria.

Observe o quadro abaixo, elaborado pelo Dieese.

Vale ressaltar, os educadores(as) paulistas estão sem reajuste há um ano e oito meses. Já os gaúchos, há cinco sem qualquer reposição do poder de compra.

Destacamos, ainda, que o Rio Grande do Sul renuncia a 23% da arrecadação potencial em isenções fiscais sem qualquer transparência, chegando a R$ 9,8 bilhões por ano. Em contraste, a renúncia de SP corresponde a 11%.

O Rio Grande do Sul é a quarta maior economia do país, mas paga o segundo pior piso para quem trabalha no chão da escola. Eduardo Leite envergonha os gaúchos e tenta acabar com a única porta possível para o desenvolvimento: educação pública, gratuita e de qualidade.

O CPERS e o conjunto das entidades representativas dos servidores defendem que esta é uma crise construída, com o único objetivo de desmontar os serviços públicos a qualquer custo, enriquecer bancos e agradar o mercado financeiro. Dinheiro tem, falta priorizar a educação.

O Dieese reuniu uma série de dados para subsidiar o debate com os deputados acerca do pacote de Eduardo Leite. Acesse a íntegra do documento aqui.

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Mais de sete mil educadores(as) aposentados de todo o estado já assinaram – na versão física ou digital – a carta dos aposentados da rede estadual de educação contra o pacote desumano do governo Eduardo Leite.

A cópia destas assinaturas foi entregue ontem aos(as) deputados(as) por educadores que estão no Acampamento da Resistência do CPERS, na Praça da Matriz, na capital.

À frente da iniciativa, a diretora do Departamento dos Aposentados do Sindicato, Glaci Weber, destaca que após a entrega do documento, o grupo conversou com os parlamentares sobre as sérias consequências que atingirão a categoria se o pacote do Executivo for aprovado.

Os números são aterrorizantes, especialmente para aposentados(as) que ganham abaixo do teto do INSS e passam a contribuir.

Quem tem um vencimento de R$ 1,5 mil, por exemplo, perderá quase mil reais em um ano. Aposentados(as) que recebem R$ 3,5 mil, terão mais de R$ 4,5 mil confiscados em igual período.

O CPERS já denunciou, com base em nota técnica do Dieese, que inativos lotados na folha da Seduc poderão responder por até 74% de toda a arrecadação do Estado com a incidência de alíquotas para quem recebe abaixo do teto do INSS.

“Durante a conversa com os deputados destacamos a crueldade das medidas previstas no pacote. Não é possível sacrificar ainda mais a categoria, que já sofre com cinco anos de parcelamento dos salários e nenhum centavo de reajuste. Nós enfatizamos que queremos a retirada do pacote e respeito aos idosos do Rio Grande do Sul.  Também pedimos que tomem providências em relação ao atraso e parcelamento dos salários”, destacou Glaci.

 

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Em mais um dia histórico da greve da educação e do funcionalismo público, Pelotas foi tomada por cerca de 10 mil pessoas na tarde desta terça-feira (3).

Um mar de lutas desaguou no Mercado Público e tomou as ruas do Centro, culminando em um abraço coletivo do tamanho de um quarteirão.

A cidade, principal base eleitoral de Eduardo Leite, parou.

A Universidade Federal de Pelotas fechou as portas em solidariedade. Do casario histórico e das calçadas, múltiplas bandeiras eram saudadas com palmas e gritos de apoio.

Eram professores(as) e funcionários(as) de escola, estudantes secundaristas e universitários, servidores(as) de diversas categorias e famílias inteiras.

Lia, Lívia e Gustavo Vergara aguardaram a multidão em frente à escola que formou Lívia e, hoje, educa o pequeno. A EEEF Ondina Cunha está ameaçada de fechamento pelo governo Eduardo Leite.

“Isso aqui é o nosso passado, o nosso presente e o nosso futuro. Não é só por nós. É por mais de 100 famílias que vêm trabalhar no centro e confiam seus filhos pra escola”, conta Lívia.

A marcha abraçou a entidade, completando uma volta na quadra, e a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, entregou a bandeira dourada do Sindicato para a diretora da escola, Claudia Ferreira – um símbolo de resistência.

Durante o ato, manifestantes também receberam fitas amarelas, representando a defesa da educação. O CPERS realizará um chamado à sociedade para utilizar a cor em tecidos para marcar o apoio ao movimento.

Uma greve do tamanho do Rio Grande

Este é o 16º dia da greve da rede estadual de educação, que tomou o Rio Grande do Sul de surpresa e tem conquistado as mentes e corações dos gaúchos.

Um movimento marcado por crescentes demonstrações de força e resiliência, com elementos de ineditismo.

Amplo apoio social e institucional, atos de rua massivos e enraizados em todo o estado, e a adesão de mais de 1.500 escolas e 80% da categoria são as marcas da maior  greve das últimas décadas.

“Nós estamos fazendo história. Eduardo Leite subestimou a nossa força, mas somos do tamanho do Rio  Grande. Somos dezenas de milhares e representamos milhões de gaúchos. Somos o presente e também o futuro do estado. Tenho certeza de que esta greve será vitoriosa”, afirmou a presidente Helenir.

Diversas outras categorias tomaram as ruas para o ato estadual, convocado pela Frente de Servidores públicos (FSP/RS). Além do CPERS, estão em greve desde o dia 26 os trabalhadores(as) representados pelo Sintergs, Sindsepe, Afagro, Assagra, Agefa, Sindicaixa, Seasop e Apog.

São setores estratégicos, que fecham o cerco sobre o governador e atuam como uma fortaleza contra os ataques aos serviços públicos.

“Sindicato que não estiver em greve vai ficar no lado negro da história. Estamos com 100% dos frigoríficos parados e redução de 30% do abastecimento. Vai faltar o  galeto, a carne e o leite até o governador retirar o pacote”, explicou Antônio Medeiros, presidente da Afagro, entidade que representa os fiscais agropecuários.

A luta continua até a retirada do pacote desumano de Eduardo Leite e o cumprimento da sua principal promessa de campanha: pagar em dia.

Na próxima terça-feira (10), as categorias realizam uma Assembleia Unificada na Praça da Matriz, com início marcado para as 9h30.

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Na tarde desta terça-feira (3), na Assembleia Legislativa, professores(as) e funcionários(as) de escola acompanharam o grande expediente, conduzido pelo deputado, Valdeci Oliveira (PT), que fez um pronunciamento sobre o tema “O estranho caso do Estado que almeja crescer atacando os professores e o serviço público”. A coordenadora do Departamento Administrativo do CPERS, Sandra Terezinha Regio compôs a mesa.

O deputado destacou as brutais consequências para os educadores(as), caso o pacote de maldades de Eduardo Leite seja aprovado. “Total desrespeito e quebra de promessas de campanha é o que representa esse pacote”, afirmou.

Valdeci relatou que está recebendo mensagens por e-mail e WhatsApp com pedidos para que o pacote seja retirado. As solicitações, segundo ele, não são só dos educadores(as) e do funcionalismo em geral, mas também da sociedade. “São gaúchos e gaúchas desesperados pedindo que o pacote não vá a votação, que não deixemos que seja aprovado”, destacou.

“Recebo também vídeos das promessas de campanha do nosso governador.  Em todos Leite diz que pagaria os salários em dia, que era só um problema de fluxo de caixa. Assim como reconheceria a valor de cada funcionário público. E até agora, nada. Mesmo com medidas drásticas, a população continua sem saúde, segurança e educação de qualidade.”

O parlamentar observou que os projetos que atacam os professores(as) e funcionários(as) de escola acabam com as gratificações e vantagens, além de  usar o piso como teto. “Ataca os direitos de quem ganha menos, desmotiva quem está trabalhando e não é atrativo para quem quer entrar no magistério”, apontou.

“Esse pacote é como se dissesse para o povo: vocês não merecem educação, saúde e segurança de qualidade”, finalizou Valdeci.

 

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Aos 71 anos, a merendeira Tereza Pereira Ruch, caminhou 15 quilômetros sob um sol escaldante, lado a lado com seus colegas educadores, para denunciar à população os ataques brutais do governo Eduardo Leite contra os direitos da categoria. Esta foi a primeira vez que Tereza realizou uma caminhada tão longa. Quando perguntada de onde tirou forças, ela respondeu: “da revolta que sinto pelo que o governo está fazendo conosco. Já temos tão pouco e eles ainda querem nos tirar mais. Trabalho há 16 anos na mesma escola e ganho pouco mais de R$ 1.100,00. Como é que vai ficar se reduzir ainda mais”, indagou.

O trajeto percorrido pela merendeira e por professores, funcionários e comunidade das escolas de Viamão teve início às sete horas da manhã de hoje, quando ocorreu a concentração em frente ao IEE Isabel de Espanha. Diante das altas temperaturas e do sol forte o grupo percebeu que o desafio pensado durante uma reunião entre professores e diretores, seria grande, mas não desistiu. Com chapéus, bonés e garrafinhas de água seguiram com passos firmes em direção à capital.

“Sabíamos do tamanho do desafio, que intensificou com o calor, mas não desistimos. Durante todo o trajeto recebemos a solidariedade de motoristas, moradores e outros servidores. Também tivemos o importante apoio do Simvia e do Simca, sindicatos dos municipários de Viamão e de Cachoeirinha. Para nós, caminhar em defesa da educação pública é uma tarefa permanente”, ressaltou Jussemar da Silva, diretor da escola Farroupilha.

“Nossa caminhada foi cheia de simbologia. As camisetas brancas que vestimos significam democracia e cultura de paz. O vir a pé até a capital revela nosso empobrecimento, mas revela também nosso espírito de luta contra o pacote do governador. Somos resistência e luta. São cinco anos sem um centavo de reposição, 48 meses de atrasos e parcelamentos. E agora o pior: querem tirar os poucos direitos que conquistamos com muita luta. Ao fazer isso o governador atinge mortalmente a rede pública do estado”, salientou o professor Sérgio Kumpfer.

Nem a perna fraturada e com rompimento do ligamento impediu que a diretora da escola Isabel de Espanha, Sabrina Senra da Silveira, participasse da caminhada. “Claro que não pude caminhar todo o trajeto, mas vim e segui com eles até o final. De forma alguma poderia deixar de participar, porque nosso futuro depende de mobilizações como esta. Já passamos por tantas dificuldades, não seria uma fratura na perna que me impediria de estar junto com meus colegas hoje”, afirmou.

Após horas de caminhada, o grupo chegou à Praça da Matriz, em Porto Alegre, e foi recebido com uma salva de palmas dos educadores do Acampamento da Resistência do CPERS. “Em nome de todos nós do Acampamento, quero agradecer a este povo que chegou aqui cansado, mas ainda com disposição para a luta. Nós precisamos de educadores com esta garra, que se anima a vir de outra cidade até aqui para dizer um sonoro não ao pacote do governo”, disse a diretora do Departamento dos Aposentados do CPERS, Glaci Weber.

Cansada, mas com um enorme sorriso de satisfação, a vice-diretora da EEEM Governador Walter Jobim, Rosane Dorneles de Azevedo, disse que a caminhada redobrou sua disposição para fazer a resistência contra o pacote do Executivo. “Confesso que foi cansativo, mas muito gratificante. Durante todo o trajeto um dava força para o outro. Foi de arrepiar a emoção que senti, me segurei para não chorar. Esse é o espirito: união e força para seguirmos firmes em nossa luta”, destacou.

Sentado no chão, exausto, em frente ao acampamento, o estudante do último ano do ensino médio, Dariél Vicenze da Silva, ainda processava a emoção de ter participado da caminhada. A decisão veio após ouvir dos seus professores como o pacote do governo, se aprovado, pode atingir a educação pública. “Quando entendi as consequências do projeto, vi que precisava ajudar de alguma forma e vim me somar na caminhada. Confesso que o cansaço foi extremo, mas a sensação é gratificante. É incrível ver que não estamos sozinhos”, observou.

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