Dinheiro público é para a escola pública!

O relatório do deputado Felipe Rigoni (PSB), que regulamenta o novo Fundeb, pode ser votado ainda nesta quarta (9).

O problema é que o relatório PIORA o texto original, transferindo recursos públicos para o Sistema S e escolas privadas, além de destinar o mínimo de 70% para profissionais de outras áreas que não atuam na educação.

Nós queremos a regulamentação do Fundeb, mas com recursos públicos para a escola pública!

Precisamos do seu apoio para pressionar os deputados gaúchos no Congresso. Mande mensagens e peça que o parlamentar garanta que os recursos públicos do Fundeb NÃO sejam transferidos para o Sistema S e escolas privadas, bem como assegurem o piso de 70% para profissionais da educação.

Contate os deputados federais e defenda a escola pública!

Alceu Moreira (MDB)
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Afonso Motta (PDT)
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Afonso Hamm (PP)
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Bibo Nunes (PSL)
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Bohn Gass (PT)
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Carlos Gomes (PRB)
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Danrlei de Deus (PSD)
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Daniel Trzeciak (PSDB)
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Fernanda Melchionna (Psol)
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Giovani Cherini (PR)
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Giovani Feltes (MDB)
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Henrique Fontana (PT)
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Heitor Schuch (PSB)
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Jerônimo Goergen (PP)
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Liziane Bayer (PSB)
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Lucas Redecker (PSDB)
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Márcio Biolchi (MDB)
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Marcelo Moraes (PTB)
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Nereu Crispin (PSL)
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Osmar Terra (MDB)
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Paulo Pimenta (PT-RS)
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Pedro Westphalen (PP)
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Pompeo de Mattos (PDT-RS)
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Ronaldo Santini (PTB)
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Levantamento do Dieese aponta aumento de 36% em 12 meses no custo da cesta básica em Porto Alegre. A capital é a terceira mais cara do país, atrás apenas do Rio de Janeiro e São Paulo.

Entre outubro e novembro, a variação foi de 6,13%.

À época do último reajuste para os educadores(as) da rede estadual, a cesta básica custava R$ 342,62 na capital.

Seis anos depois, a categoria continua com o mesmo salário e a cesta básica custa quase o dobro: R$ 617,03. Colocar comida na mesa ficou 80,2% mais caro.

>> Leia a íntegra do levantamento do Dieese aqui.

Em Porto Alegre, dos 13 produtos pesquisados, nove registraram aumento em relação a outubro. A batata foi o produto com maior alta, chegando a 43,96%. Em seguida aparecem a carne (9,36%), o óleo de soja (7,59%), o tomate (3,40%), o açúcar (2,68%), a banana (2,31%), o feijão (2,19%), o arroz (2,12%) e a farinha de trigo (0,68%). 

Salário mínimo deveria ser 5 vezes maior

Com base na cesta mais cara do país, o Dieese estima que, em novembro de 2020, o salário mínimo necessário deveria ser de R$ 5.289,53, ou 5,06 vezes o mínimo de R$ 1.045,00. O cálculo é feito levando em consideração uma família de quatro pessoas, com dois adultos e duas crianças.

Quando se compara o custo da cesta como salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social – alterado para 7,5% a partir de março de 2020, com a Reforma da Previdência -, verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em novembro, na média, 56,33% do salário mínimo líquido para comprar os alimentos básicos para uma pessoa adulta.

Aumento em 16 capitais

Os dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos indicam que, em novembro, os preços do conjunto de alimentos básicos durante um mês, aumentaram em 16 capitais pesquisadas. As maiores altas foram registradas em Brasília (17,05%), Campo Grande (13,26%) e Vitória (9,72%).

Além do arroz, óleo de soja e da carne, o tomate e a batata também apresentaram expressivos aumentos na maioria das cidades. Em Recife, o custo da cesta básica diminuiu (-1,30%).

O preço médio da carne bovina de primeira registrou alta em todas as capitais: variou de 1,64%, em João Pessoa, a 18,41%, em Brasília.

Segundo o Dieese, a baixa disponibilidade de animais para abate no campo, devido ao período de entressafra, e as exportações aquecidas ocasionaram redução da oferta e elevaram os preços do produto.

A batata, pesquisada no Centro-Sul, teve o valor aumentado em todas as cidades.

Houve quebra de produção em várias regiões do Sul, por causa do baixo volume de chuva nas fases de plantio e desenvolvimento, e a oferta foi reduzida, aponta o Dieese.

O preço médio do arroz agulhinha registrou alta em 16 capitais, com variações entre 2,12%, em Porto Alegre, e 15,24%, em Brasília. A baixa oferta de arroz manteve o preço em trajetória de alta nas capitais.

Foto de capa: Tânia Rêgo/Agência Brasil

>> Saiba como receber notícias do CPERS por whatsapp

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Nesta quinta-feira (10), às 10h, o CPERS e a Frente dos Servidores Públicos do RS (FSP/RS) realizam ato público em frente ao Palácio Piratini para marcar o Dia Nacional de Luta contra a Reforma Administrativa defendida pelo governo Bolsonaro. O Sindicato convoca seus Núcleos e educadores(as) da Região Metropolitana a participarem da mobilização, observando o uso de máscara e distanciamento.

A iniciativa contará também com a participação de diversas categorias, das esferas federal, estadual e municipal, e servirá para protestar contra os ataques do governo de Eduardo Leite (PSDB) aos serviços públicos e servidores.

A proposta de Reforma Administrativa do governo Bolsonaro (PEC 32/2020), juntamente com a PEC Emergencial, pretende acabar com concursos públicos e reduzir jornada e salários de trabalhadores concursados em até 25%. Isso atinge diretamente quantidade e qualidade dos serviços prestados à comunidade, principalmente à parcela mais vulnerável da população.

As propostas não são isoladas, e estão servindo de modelo para que governadores e prefeitos destruam os serviços públicos nos estados e municípios.

No Rio Grande do Sul, o governador Eduardo Leite apresentou a PEC 289/2020, do Teto de Gastos, classificada pelo CPERS como “versão estadual da PEC da Morte” (EC 95/2016) do governo Michel Temer, pois congela por dez anos as despesas correntes. O projeto prevê vedação de aumentos, reajustes em salários, auxílios ou benefícios, criação de cargos, realização de concursos públicos e contratações, entre outras medidas.

No caso do magistério estadual, categoria que está com salários congelados há seis anos, significa estagnação financeira por 16 anos.

Já o prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Jr. (PSDB), enviou 12 projetos à Câmara de Vereadores faltando menos de um mês para o fim de seu mandato. Entre outras medidas, como as que atacam profundamente os direitos previdenciários dos municipários, há a criação do Fundo de Garantia de Parceria Público-Privada Municipal.

Não são reformas. Não é “responsabilidade fiscal”. É O FIM dos serviços públicos.

NÃO ACEITAREMOS!

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A prorrogação dos contratos emergenciais por cinco anos pautou a audiência promovida pela Comissão de Educação da Assembleia Legislativa nesta segunda-feira (7).

O tema integra as três emendas subscritas pelas deputadas Sofia Cavedon (PT), presidente da Comissão, Luciana Genro (PSOL), Juliana Brizola (PDT) e pelos deputados Issur Koch, vice-presidente da Comissão, Fernando Marroni (PT), Sérgio Peres (REP) e Luiz Marenco (PDT).

As emendas foram construídas de forma coletiva com o CPERS e o Comitê Estadual das Educadoras Contratadas, e propõem, também, a criação de regras para o desligamento do servidor contratado e a valorização do tempo de serviço contratual em futuros concursos públicos.

O projeto que prorroga os contratos por um ano – protocolado pelo Executivo – passa a trancar a pauta de votações no dia 12 e deve ir a plenário na próxima terça-feira (15). Neste período, a palavra de ordem é mobilização.

“Até dia 15 a gente espera ter avançado no número de deputados e deputadas para conhecerem as emendas e principalmente para construir um diálogo com o governo. A aprovação depende da nossa mobilização, interlocução com os deputados e diálogo com o governo” afirmou a deputada Sofia Cavedon, presidente da Comissão.

Com base nos dados do Observatório da Educação de 2019, Sofia comparou o número de trabalhadores efetivos e contratados nos últimos anos e defendeu a luta por concurso público.

Para a deputada, mesmo havendo concurso, contratados não seriam prejudicados. Como no governo Tarso, que promoveu dois concursos, não foi possível abrir mão do trabalho destes profissionais.

“Nenhuma outra área tem 27 mil contratados. Sem eles não teremos educação. É um colapso”, destacou. 

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, defendeu a necessidade de definir estratégias para que o projeto e as emendas sejam aprovadas. Helenir sugeriu fazer um levantamento de quem são os deputados que ainda não se posicionaram e pressioná-los para que se somem à causa.

“Precisamos saber que deputados não fecharam posição e contatá-los para que olhem para essa situação dos contratados, para que nossos colegas possam trabalhar com tranquilidade”. 

“Todo final de ano é a mesma coisa, as pessoas começam a se preocupar se seu contrato será renovado ou não. Vamos fazer pressão em cima dos deputados para que apoiem as emendas e possamos ter uma grande vitória”, completou.

Helenir também defendeu a importância de diálogo com o governo, porque se este não se demonstrar favorável às propostas, será muito difícil conseguir aprovação na Assembleia Legislativa.

“Temos pouco tempo e precisamos vir a campo para ter a aprovação necessária dessas três emendas”.

O vice-presidente da Comissão, Issur Koch, afirmou que a discussão é muito antiga e que se espera que nas próximas legislaturas não tenham que fazer audiência sobre o assunto.

Ele levou o assunto ao líder do governo, Frederico Antunes (PP), que teria encaminhado o texto à análise da Casa Civil.

“O momento não é dos mais favoráveis. Estamos nessa situação da votação dos projetos do governo estar poluindo a pauta. Apesar de compor a base do governo, não sou tão fiel e isso torna o caminho não tão fácil. Vou atender ao pedido da presidente Helenir e tentar um acordo para aprovação da emenda. Vou utilizar todos os meus caminhos pelo concurso e ampliação dos prazos de contratos”.

“O governo caminha para uma terceirização em todos os setores. Temos uma grande preocupação com os contratos. Se conseguirmos a prorrogação de cinco anos vai ser uma vitória. Tem muita gente indo trabalhar para receber o vale-transporte ou indo trabalhar doente com medo de ser demitido”, lembrou a 1ª vice-presidente do CPERS, Solange Carvalho. 

Nossos colegas contratados são imprescindíveis. Estou nessa luta há muitos anos. Nunca chegou ao ponto da comissão abraçar essa causa que é extremamente importante. Nesse momento, precisamos garantir os postos de trabalho de cada um com essa renovação e com essas emendas. Temos colegas que estão há 29 anos de contrato. Precisamos lutar pela garantia de seus postos de trabalho e valorização”, afirmou o 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia.

“Todas essas falas trazem à tona a precarização do trabalho. A culpa tem que ser canalizada ao projeto de privatização do ensino público, que está por trás de todos estes movimentos. Precisamos mostrar o que está acontecendo à sociedade e debater com a categoria, pois a luta efetiva no nosso cotidiano será pela educação pública e de qualidade social”, afirmou a secretária-geral do CPERS, Candida Rossetto.

 

Para Fabio Pereira, do Comitê das Servidoras Contratadas, a luta é contra a precarização do ensino público.

“Temos um percentual de contratados de 43%, estamos vivenciando uma pandemia, tivemos perdas de colegas por Covid e colegas que foram demitidos. Lutar pela ampliação de cinco anos é lutar pela garantia de emprego dos educadores.” 

Vanessa Tschechotzki, membra do Comitê, afirmou que é necessário não apenas defender a realização de concurso público mas também a garantia de emprego a quem já atua na rede de forma temporária.

“A gente quer demonstrar que nenhum trabalhador escolhe estar numa situação precária.”

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Comunidade escolar e representantes de diversas entidades reuniram-se na manhã desta segunda-feira (7), na Escola Estado do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, para um ato simbólico marcando os 90 dias de ocupação e resistência contra o fechamento da escola, imposto pelo governo Eduardo Leite (PSDB).

A atividade acontece poucos dias após uma nova tentativa de arrombamento do cadeado da instituição feita pelo próprio coordenador da 1ª CRE. 

Reunidos no ginásio da escola e respeitando o distanciamento social, o movimento de pais e mães que ocupa a escola e dá uma aula diária de resistência relatou a situação atual e pediu apoio da comunidade e das entidades presentes para que mantenham a luta. 

Bianca Garbelini, mãe de aluna da escola, fez um relato emocionado e demonstrou preocupação com toda a situação. 

“Quando a gente tem uma escola sendo fechada sem nenhum diálogo com a comunidade ou com a direção, isso é um ataque à democracia. Quando a gente busca todas as instâncias democráticas para tentar dialogar e a gente é ignorado, isso é um ataque à democracia. Quando o Ministério Público diz que o estado tem esse direito, isso é um ataque ao próprio princípio da Gestão Democrática, e isso tudo é um sintoma muito grave do que está acontecendo no nosso Estado”.  

Foto: Tanam Hennicka

Após uma reunião de trabalho para organizar os próximos passos da ocupação, representantes da escola, do CPERS e a deputada Sofia Cavedon, presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, realizaram uma caminhada até a Seduc para buscar uma auto agenda. 

Novamente, o secretário Faisal Karan não recebeu a comitiva, mas os presentes registraram em ata o pedido de posicionamento da Secretaria e a devolução imediata dos documentos com a vida escolar dos estudantes, retirados à força da escola no final do mês de agosto. 

Foto: Tanam Hennicka

O 2° vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, ressaltou que o Sindicato está junto ao movimento da comunidade escolar da Rio Grande do Sul para clamar pela permanência da escola em seu local atual.

“Nos preocupa muito os grandes prejuízos pedagógicos, afetivos e de construção como cidadão que os alunos dessa escola poderão futuramente apresentar. Enfatizamos também que os postos de trabalho dos professores e funcionários da escola sejam mantidos no atual local que escolheram para exercer suas atividades’.

Desde o início da ocupação a Seduc vem se utilizando de medidas autoritárias e justificativas infundadas para fechar a escola, mesmo que o motivo inicial para tal decisão nem exista mais

A comunidade segue resistindo e no aguardo da decisão da justiça em ação que contou com relato de mais de 40 responsáveis explicitando o porque seus filhos seriam prejudicados com o fechamento da escola.

O CPERS considera a ameaça do governo Leite mais um ataque alinhado à política de enxugamento da rede, que se manifesta de forma continuada com a tentativa de fechar turnos, turmas e escolas em todo o Rio Grande do Sul.

Os diretores(as) do CPERS Daniel Damiani e Vera Lêsses também participaram da atividade nesta segunda-feira.

Fotos: Tanam Hennicka e Divulgação / CPERS

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Por Solange Carvalho*

O Departamento de Gênero e Diversidade do CPERS chama atenção de educadoras e educadores para a importância da Campanha do Laço Branco, neste dia 6 de dezembro, que busca sensibilizar, envolver e mobilizar os homens no engajamento pelo fim da violência contra a mulher.

Na luta pela igualdade de direitos, precisamos conscientizar homens e mulheres, mas principalmente os homens, para que sejam parceiros na defesa dessas bandeiras.

A Campanha Brasileira “Homens pelo fim da violência contra as mulheres” integra atividades desenvolvidas em consonância com as ações dos movimentos organizados de mulheres e de outras representações sociais, que buscam promover a equidade de gênero nos campos da saúde, educação, trabalho, ação social, justiça, segurança pública e direitos humanos.

A Campanha surgiu a partir de um triste episódio. No dia 6 de dezembro de 1989, um rapaz de 25 anos (Marc Lepine) invadiu uma sala de aula da Escola Politécnica, na cidade de Montreal, Canadá.

Ele ordenou que os homens – aproximadamente 48 – se retirassem da sala, permanecendo somente as mulheres. Gritando: “você são todas feministas!?”, ele começou a atirar enfurecidamente e assassinou 14 mulheres, à queima roupa.

Em seguida, suicidou-se. O rapaz deixou uma carta na qual afirmava que havia feito aquilo porque não suportava a ideia de ver mulheres estudando engenharia, um curso tradicionalmente dirigido ao público masculino.

O crime mobilizou a opinião pública de todo o país. Assim, um grupo de homens do Canadá decidiu se organizar para dizer que existem aqueles que cometem a violência contra a mulher, mas também os que repudiam essa atitude.

Eles passaram a fazer várias ações públicas e adotaram como lema jamais cometer um ato violento contra as mulheres e não fechar os olhos frente a essa violência.

Foi então lançada a primeira Campanha “White Ribbon Campaign”: homens pelo fim da violência contra a mulher.

Nas duas últimas décadas, ela já foi implementada em diferentes países: na Ásia (Índia, Japão e Vietnã), Europa (Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Espanha, Bélgica, Alemanha, Inglaterra e Portugal), África (Namíbia, Quênia, África do Sul e Marrocos), Oriente Médio (Israel), Austrália e Estados Unidos.

No Brasil, o lançamento oficial foi realizado em 2001.

Ainda temos um índice muito alto de crimes contra as mulheres no país, que vão desde agressão verbal, psicológica até o feminicídio. Campanhas como esta têm importante papel na conscientização da luta pelo fim da violência e por um mundo mais igual.

*1ª vice-presidente e diretora do Departamento de Gênero e Diversidade do CPERS

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Desde o último dia 30, está no ar a consulta pública do Referencial Curricular Gaúcho do Ensino Médio, lançada no portal da Secretaria Estadual da Educação.

O documento, que deve balizar a aprendizagem na rede a partir de 2022, é um cavalo de Troia que traz em seu bojo a consolidação da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) no estado.

A BNCC, vale lembrar, foi imposta aos atropelos pelo governo Temer, patrocinada por instituições privadas de ensino, fundações educacionais, gigantes do ramo dos livros didáticos, movimentos conservadores e think tanks internacionais, em um movimento articulado para abocanhar parte significativa do orçamento público.

No estado, a situação se repete. Um governo totalmente descolado do chão da escola e cujas políticas educacionais são gestadas por agentes privados que tentam revestir de legitimidade uma redação repleta de falhas do início ao fim.

O documento base do Referencial Curricular Gaúcho, por exemplo, contou com a participação do sindicato patronal do ensino privado, o Sinepe, mas não com a representação dos trabalhadores(as).

Em outubro deste ano, a Seduc publicou um edital para selecionar docentes da rede interessados em trabalhar como redatores do Referencial. A procura foi tão baixa que sequer as vagas de suplência foram preenchidas em sua totalidade.

Outras iniciativas, como o curso de elaboração do Currículo Referência da Rede Estadual de Ensino do Rio Grande do Sul, que teria ocorrido entre abril e maio para coletar subsídios da comunidade escolar, foram abandonadas sem qualquer explicação.

Consultar, agora, a sociedade sobre o tema não representa uma súbita crise de consciência pela falta de diálogo. Trata-se de uma tentativa desesperada de implementar o Referencial Curricular Gaúcho sem alterações estruturais, apostando numa tosca fachada de debate público.

Mas contar com a participação de uma categoria massacrada em pleno dezembro, após um ano marcado por retirada de direitos, aprofundamento da miséria dos educadores(as), intenso assédio por parte das mantenedoras, sobrecarga de trabalho e adoecimento físico e psíquico, é contar com o enforcado apertando a própria corda.

Se o governo estivesse de fato preocupado com o direito à educação, usaria o pouco tempo que resta para discutir com a comunidade escolar de que forma se dará o ano letivo de 2021. Os esforços, neste momento, deveriam se concentrar em fomentar que as escolas realizassem diagnósticos e avaliassem o trabalho realizado durante o período pandêmico.

Em respeito ao princípio constitucional da educação como um bem público e universal, de responsabilidade do Estado, é urgente restabelecer a primazia da gestão democrática e da autonomia escolar. Quem deve definir o calendário letivo e a melhor forma de trabalhar o currículo é quem melhor conhece seu contexto e a realidade do alunado e recursos humanos: a própria escola.

O Departamento de Educação do CPERS defende o envolvimento de toda a comunidade escolar, incluindo pais e alunos(as), na defesa de uma educação pública, gratuita e de qualidade, com gestão democrática e comprometida com a formação integral do cidadão. Não há remendo que possa consertar uma proposta viciada em suas origens.

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A Rede Brasileira de Cooperação em Emergências (RBCE) promove, de 6 a 12 de dezembro, o I Congresso Brasileiro de Políticas e Sistemas de Atenção às Urgências e Acesso Hospitalar e o XI Congresso Internacional da Rede Brasileira de Cooperação em Emergências.

O tema central será “Os Direitos Humanos na Atenção às Urgências e no Acesso Hospitalar do SUS em Tempos de Corona vírus: Pacientes e Profissionais no centro da crise e seus papéis na construção do futuro”.

Esta é uma iniciativa compartilhada por entidades e movimentos que lutam pelo pleno desenvolvimento do SUS. O marco do Congresso  foi ampliado através do diálogo com várias entidades sindicais, movimentos sociais e instituições públicas para  promover uma aliança para a convocatória e alinhamento do programa. Por isso o Congresso se propõe a ser um espaço de debates políticos e sociais e não de apenas especialistas nos temas propostos.

O centro da reflexão do Congresso gira em torno à proposta de 4 x 4 : de estabelecer como meta pública um tempo máximo de permanência nos serviços de urgências de 4 a 8 h, conforme as necessidades dos pacientes  e neste tempo garantir definição de diagnóstico e início de tratamento efetivo. E, para o caso de requerer hospitalização, buscar a oferta de 4 leitos de internação para cada mil habitantes. 

Esta proposta foi construída ao longo dos anos a partir da análise de necessidades comparativas internacionais e busca garantir a materialidade do direito humano à saúde no País no marco do SUS. 

O impacto da pandemia no Brasil tornou visível esta necessidade de garantir os tempos de espera e permanência nos serviços de saúde para todas as patologias, por isso o Congresso também discutirá a proposta de criação de uma Aliança Cidadã pelos Tempos de Espera Clinicamente Aceitáveis, o que implica os tempos para diagnóstico e tratamento das patologias com o objetivo de alcançar o melhor resultado prognóstico, garantindo equidade no acesso aos meios de atendimento e nos resultados clínicos. 

Queremos um SUS público do tamanho e da qualidade que as respostas às necessidades derivadas do Direito Constitucional à Saúde merecem. Queremos recuperar a Saúde como Direito de Tod@s e Dever do Estado.

O congresso será realizado virtualmente pela plataforma Zoom e para participar é preciso realizar inscrição neste link

Para mais informações sobre o programa do Congresso e suas atividades preparatórias e de seguimento pós Congresso acesse o site www.rbce.com.br/congressorbce/. Participe! 

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Nota do Departamento de Comunicação: no dia seguinte à publicação deste texto, o Executivo apresentou uma nova PEC, a 289, alterando pontos como o índice de correção das despesas e o período de vigência da proposta, que passa de 20 a 10 anos. Alteramos o texto nos pontos necessários para readequá-lo à nova redação.

É impressionante.

No apagar das luzes de 2020, em meio à maior pandemia em 100 anos, o que faz o governo Leite em conluio com deputados aliados?

Corre para aprovar uma PEC que CONGELARÁ INVESTIMENTOS EM EDUCAÇÃO, SEGURANÇA, SAÚDE, ASSISTÊNCIA e todas as demais áreas de atuação do poder público, condenando o estado ao subdesenvolvimento por DEZ ANOS.

Trata-se da PEC 289, protocolada no dia 3 de dezembro pelo governo Eduardo Leite (PSDB.

É uma versão estadual da PEC da Morte (EC 95), aprovada no governo Temer, também conhecida por PEC do Teto de Gastos.

A EC 95 é uma experiência ultraliberal sem paralelos no mundo que, vendida como solução para os problemas do país, ajudou a aprofundar a desigualdade, o desemprego e a crise fiscal, social e sanitária.

>> O Dieese realizou uma análise detalhada do texto da PEC. Confira aqui.

De acordo com o Dieese, apenas em 2019, a saúde perdeu R$ 22 bilhões do seu orçamento, enquanto a educação caiu de um patamar de 26% a 19% das receitas líquidas de impostos graças à asfixia provocada pela EC 95.

Nesta quinta-feira (3), o governador deve apresentar a proposta a outros deputados. Como a PEC prevê incidir já sobre o orçamento de 2021, é possível que o texto seja votado em convocação extraordinária até janeiro.

Causa revolta o descompasso do governo e seus deputados com a realidade. Enquanto o mundo discute a necessidade de abrir as torneiras fiscais para retomar o crescimento, o Rio Grande do Sul caminha para o atraso.

Em tempos normais, esta proposta já seria aviltante. Mas, num período que demanda pesados investimentos públicos para proteger a vida, os empregos e a economia, a PEC 289 é criminosa.

A categoria deve estar atenta para se manifestar em todos os espaços possíveis e lutar contra essa tentativa de destruir a escola pública, os serviços e o futuro do Rio Grande do Sul. 

Entenda os impactos e problemas da PEC 289/2020:

– A PEC 289 limita a variação das despesas primárias ao valor do ano anterior corrigido pela inflação do período.

– Na prática, os investimentos públicos terão seu valor real congelado no mesmo patamar de 2020 – já agora insuficientes – por 10 anos

– Com o crescimento demográfico, a PEC 289 impõe a redução dos gastos por habitante, precarizando a qualidade dos serviços públicos e afetando drasticamente sua capacidade de atendimento

– As despesas com Educação e Saúde devem respeitar o mínimo previsto na Constituição Federal. Isso significa que, com o congelamento da variação real, o que hoje é o piso passará a ser o teto

– No RS, por exemplo, onde o governo descumpre reiteradamente a Constituição Estadual (que prevê 35% da receita), em 2019 aplicou-se 27,3% em educação. Com a PEC 289, não passará dos 25% em decorrência do acirramento da disputa pelo orçamento

– Devido à pandemia, não apenas a demanda por saúde pública apresenta crescimento. A crise financeira empurra cada vez mais famílias à rede estadual de educação. Estas pessoas encontrarão uma escola pública sucateada, com menos recursos por aluno

– Na justificativa da PEC 289, alega-se que cortar gastos permitirá a atração de investimentos e ampliação de competividade. Não existe qualquer evidência que corrobore esta afirmação

Para a retomada da economia no pós-pandemia, certamente o governo precisará fazer obras e induzir setores estratégicos com gastos mais elevados, para gerar emprego e renda e acenar ao empresariado de que há uma retomada em curso. Com o teto, nada disso acontecerá

– A peça orçamentária apresentado pelo Estado para 2021 superdimensiona o tamanho da dívida, como aponta o Dieese, ignorando as seguintes informações:

1) A dívida com a União não deverá ser paga, em 2021, o que representa 3,4 bilhões a menos nesse déficit apontado.

2) Acordo com STF, firmado nesse ano, no âmbito da Lei Kandir, estima ingresso de R$ 300 milhões por ano.

3) O governo renegociou com o BNDES, suspendendo em mais de 90 milhões em pagamentos em 2020.

4) Fizeram alteração no âmbito da Previdência Complementar que oportunizará a retirada de 2 bilhões do FundoPrev.

5) A peça orçamentária não inclui verbas de privatizações e concessões de rodovias à iniciativa privada, por exemplo.

6) Nesse ano, não aprovaram a reforma tributária, portanto acabará a majoração das alíquotas em 31/12/2020, o que seria uma redução de arrecadação para o estado de 2,8 bi. Contudo, o governo já encaminhou no mês passado, novo projeto à Assembleia, que chamou de “mini reforma tributária” e inclui a prorrogação da majoração das alíquotas.

7) As projeções de queda de arrecadação foram superestimadas para o ano de 2020, com reflexo na construção da peça orçamentária. O Rio Grande do Sul não foi, de fato, entre os estados mais beneficiados com o socorro do governo federal ao enfrentamento da Covid, contudo, o valor repassado está em linha com gastos extraordinários. Recebeu recurso federal, que de acordo com o TCE/RS, somou, até novembro, pelo menos, 2,84 bilhões. E teve redução de despesas com o Teletrabalho.

8) O governo do Rio Grande do Sul, em maio (de 2020), apresentou a sociedade gaúcha alguns cenários de efeitos na arrecadação e nos resultados fiscais. De acordo com o governo, o cenário mais otimista era uma paralisação durar 3 meses, isto é, se estender-se pelos meses de abril, maio e junho conjugado com uma queda na arrecadação do ICMS de 20%, onde o impacto estimado era de uma redução no ingresso de recursos no caixa de R$ 1,75 bilhão. O que se confirmou até aqui? No acumulado do ano (de jan. a outubro) o ICMS, cresceu 1,4% (+388 milhões) em relação ao mesmo período de 2019. O último mês de outubro o ICMS arrecadado foi 16% maior que o mesmo mês de 2019. O ICMS é o principal tributo do estado.

9) Verifica-se a continuidade de falta de Transparência no PLDO 2021 e Anexos, pois não trazem as informações completas das desonerações fiscais, continuam com os sigilos, contrariando a Lei de Responsabilidade Fiscal. Lembrando que, em 2019, o governo deixou de arrecadar 20,1 bilhões em renúncias (para empresas como a Havan, JBS, Dimed, vinícola do Galvão Bueno).

10) De acordo com o Relatório de Gestão Fiscal (RGF), divulgado pelo Tesouro Nacional, no segundo quadrimestre de 2020, em comparação com o mesmo período de 2019, o estado do Rio Grande do Sul registrou queda de 1,6% na Despesa Total com Pessoal (DTP). A Receita Corrente Líquida (RCL) atingiu 40,5 bilhões, indicando crescimento de 5,0%, bem acima da inflação do período que foi de 2,44% (IPCA/IBGE).

11) As reformas administrativa e da previdência que o governo estadual promoveu em 2020, penalizaram os trabalhadores do setor público quando a sociedade mais precisa de serviços públicos e de amparo do estado. E a Lei Complementar 173, que definiu apoio aos estados no enfrentamento à pandemia, determinou congelamento salarial dos servidores até 31/12/2021

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A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, promove no dia 7 de dezembro a partir das 17h, a Audiência Pública em defesa dos trabalhadores e trabalhadoras com contratos temporários na rede estadual de educação do RS.

A participação de todos é extremamente importante para pressionar os deputados e deputadas para que aprovem as emendas elaboradas em conjunto com o CPERS, o comitê de contratados e deputados da Comissão ao Projeto de Lei apresentado pelo governo. 

O governo pretende aprovar projeto prorrogando os contratos emergenciais por apenas mais um ano.

As emendas apresentadas pedem a ampliação do prazo de UM para CINCO anos de contrato, a criação de regras para o desligamento do servidor contratado e a valorização do tempo de serviço contratual em futuros concursos públicos.

Você pode acompanhar a audiência ao vivo pelo link bit.ly/audienciacontratos

Compartilhe o convite e participe da luta em defesa da prorrogação dos contratos emergenciais! 

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