Nesta sexta-feira (3), ocorre a Audiência Pública “A retomada das obras do Instituto de Educação – Projeto da Comunidade Escolar X Projeto do Governo Estadual”. O encontro, promovido pela Comissão de Educação, Cultura, Desporto e Tecnologia da Assembleia Legislativa, acontece às 9h30, no Teatro Dante Barone, na Assembleia Legislativa.

O evento também será transmitido ao vivo pelo canal do Youtube da Assembleia Legislativa. O CPERS também fará a retransmissão na fanpage no Facebook.

O Movimento em Defesa do IE, organizado por educadores(as), pais, mães, responsáveis, amigos e entidades apoiadoras do Instituto, produziu uma carta explicando o porquê da audiência e a importância de todos participarem da atividade.

Leia o documento na íntegra:

O porquê da audiência pública 

Em 2012, a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) contratou uma empresa mediante processo licitatório para execução do projeto de restauro do Instituto de Educação General Flores da Cunha – IE em que recursos públicos foram investidos. Paralelamente, juntaram-se à esta equipe, profissionais da Secretaria de Obras e Habitação – SOP, da Seduc e da comunidade escolar para a construção e aprovação desse projeto.

O projeto contratado contemplou a qualificação integral da instituição como escola e, acima de tudo, pública. Em 2014, a Seduc aprovou o projeto de restauração do IE e encaminhou a licitação para a execução da obra.

Entretanto, o governo lançou uma nova proposta para o prédio da Osvaldo Aranha, desrespeitando o tombamento do prédio pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae) justificado pelo seu conjunto histórico-arquitetônico e de referencial urbano da cidade, além da importância de preservar o bem cultural que o Instituto de Educação representa.

O governador Eduardo Leite, numa atitude unilateral, sinaliza seu desapreço pela educação, pela história da escola, pela sociedade porto-alegrense e gaúcha e pelos profissionais e técnicos envolvidos nesse processo de restauro.

Apesar de toda a articulação da comissão do restauro, do Círculo de Pais e Mestres (CPM) e do Conselho Escolar (CE) e de tentativas frustradas para dialogar com os responsáveis por esse redirecionamento do projeto original da obra de restauro do IE, foi criado um movimento em defesa da instituição com representantes e defensores da educação: UFRGS/FACED, CPERS, ex-alunas, CUT, deputados, vereadores, entre outros apoiadores, a fim de fortalecer e defender o espaço do prédio de uma escola pública.

Assim, a Comissão da Educação e o Movimento em Defesa do IE conclamam toda a comunidade escolar e local a participar da audiência pública, nesta sexta-feira, 03/12, às 9h30, no Teatro Dante Barone, na Assembleia Legislativa, em que convidados discorrerão sobre a retomada das obras do Instituto e qual projeto promoverá o retorno da comunidade escolar para sua sede original.

A audiência pública tem o objetivo de dar voz para a sociedade e fazer a interlocução com o governo, tendo a Assembleia Legislativa como mediador. Da audiência pública são tiradas propostas e compromissos que são encaminhados ao governo pela comissão promotora.

Portanto, a presença e a participação de todos que acreditam na educação é fundamental para a defesa do retorno dessa escola à sua sede original, ocupando o seu espaço integral, garantindo as condições para uma escola pública de referência.

Movimento em Defesa do Instituto de Educação

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O CPERS manifesta sua contrariedade e indignação pela aprovação do projeto de lei da prefeitura de Porto Alegre que reduz as isenções das tarifas de ônibus na capital. Com isso, os professores, que até então pagavam meia passagem no município, passam a custear o valor integral.

A proposição do prefeito Sebastião Melo (MDB) atinge fortemente os educadores, que já enfrentam severas dificuldades para sobreviver devido aos sete anos sem reposição salarial e todos os ataques do governo Eduardo Leite (PSDB). Somente da rede estadual, são 6.082 professores que poderão perder este benefício.

Melo, inclusive, apoiou, como deputado estadual e segue agora como prefeito, as políticas do governador que atacam a educação.

Fora o aumento da cesta básica, da energia elétrica e do gás, inúmeros professores viram seus salários minguar ainda mais com a retirada do local de exercício (antigo Difícil Acesso). Agora, sem a meia passagem, como farão para subsidiar o valor total, sendo que muitos precisam de duas conduções para chegar à escola?

O prefeito e os 24 vereadores que votaram a favor da proposta demonstram desconhecer e ignorar propositalmente a realidade dos educadores gaúchos. E ampliam ainda mais as adversidades diárias enfrentadas pela categoria.

Através de decisões lamentáveis como a retirada da meia passagem, Melo valida o desmonte da educação pública, orquestrado por Leite. Os gestores estão alinhados na implementação de um projeto de Estado Mínimo, que governa em benefício do lucro dos grandes empresários.

A retirada da meia passagem para educadores(as) é vergonhosa e violenta. Seguiremos lutando para denunciar e combater a destruição dos serviços públicos e a retirada de direitos da população que mais necessita.

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Nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro ocorre simultaneamente a votação de diretores nas escolas estaduais do Rio Grande do Sul.

O CPERS destaca a importância da participação dos professores(as), funcionários(as) de escola, estudantes, pais, mães e toda comunidade escolar nesse processo democrático para fazer valer na prática o que já conquistamos como um direito: a gestão democrática das escolas.

A gestão democrática foi um direito conquistado através de muita luta e que passou a valer a partir de 1995, com a Lei Estadual n.º 10.576/95, fruto de muita mobilização. A conquista e aprovação da Lei não garante, no entanto, a efetivação da Gestão Democrática. Desde então, segue uma luta para que esta se torne uma prática interiorizada nas escolas.

Baixe aqui a Cartilha da Escola Democrática.

A importância das eleições de diretores nas escolas

É fundamental conhecer propostas, avaliar o passado e as projeções e, ao final, definir os representantes que tenham compromisso com a comunidade escolar e com a educação pública de qualidade e laica para todos e todas.

“É muito importante que as comunidades escolares constituídas de pais, mães, responsáveis, alunos, professores(as), funcionários(as) não deixem de escolher quem será a sua direção, que estará à frente da sua linha de atuação. Não podemos permitir que o governo faça essa escolha e esse encaminhamento, ainda mais nesse momento de tantas perdas que estamos vivendo”, destaca o 2º vice-presidente e membro da Comissão Estadual de Eleição de Diretores, Edson Garcia.

É imprescindível que estejamos a frente dos processos para poder defender aquilo que a gente mais preza que é escola pública com uma educação laica, de qualidade, emancipadora que realmente dê possibilidades de todas e todos sonharem com um futuro.

Participe! Mobilize sua comunidade! E vamos juntos construir um futuro melhor para todos!

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Durante três semanas, o CPERS esteve na estrada com a Caravana por #ReposiçãoJá. Foram mais de 50 cidades e centenas de escolas visitadas. A iniciativa, que encerrou nesta sexta-feira (26), evidenciou o abandono das escolas e a extrema desvalorização da categoria.

Desmascarando o discurso de Eduardo Leite (PSDB) – que é muito distante da realidade -, o Sindicato constatou o óbvio: a educação não é e, pelo jeito, nunca será prioridade para o governador.

Os dirigentes do CPERS fizeram o que o Executivo nega-se a fazer: ir ao chão da escola e conhecer a realidade de cada instituição e região.

“Nos dividimos em oito equipes e abrangemos os 42 núcleos do sindicato. Conversamos com a categoria sobre a questão salarial e os desafios que temos pela frente, preparando uma reação forte para o desmando que, infelizmente, o governo ainda tem em relação aos nossos salários e também à manutenção das escolas”, asseverou Helenir.

Muito mais do que cinco: centenas de escolas aguardam por obras e melhorias

A Caravana também denunciou a fragilidade estrutural da maioria das escolas visitadas; escancarou o verdadeiro retrato do abandono.

Nesta sexta-feira (26), a Caravana visitou as regiões de Cachoeira do Sul (4º núcleo), Carazinho (37º núcleo), Cerro Largo (36º núcleo), Osório (13º núcleo), Porto Alegre (38º e 39º núcleos), Pelotas (24º núcleo) e Santo Ângelo (9º núcleo).

Santo Ângelo

Junto com o diretor Leonardo Preto Echevarria, a presidente Helenir esteve em escolas de Santo Ângelo, onde encontrou diversos problemas. O pedido de permuta do prédio do Colégio Estadual das Missões pelo da EE Tiradentes foi uma das situações verificadas.

“Há um movimento para retirar a comunidade de sua escola e cedê-la para outra. Queremos dizer para o governador: não mexa na escola Missões, pois é uma instituição bem estruturada, com as condições necessárias para desenvolver uma educação de qualidade e que a comunidade de Santo Ângelo merece”, ressaltou Helenir.

Na ETE Entre-Ijuís, os dirigentes conversaram com a supervisora Taciana Gubert Müller, que relatou o perigo que a fiação elétrica da escola representa. “Precisamos da reforma na rede elétrica em nosso primeiro prédio que tem 57 anos. Tem climatizadores que não podem ser ligados porque a fiação é antiga e há perigo de curto circuito.”

A instituição também necessita de funcionário(a) e bibliotecário(a).

Terra de Areia

Mais de 20 arrombamentos, salas de aula interditadas e fiação elétrica danificada. Esta foi a situação encontrada pelos diretores Alda Souza e Cássio Ritter na EEEB Professora Erica Marques.

Há mais de três anos, a escola está com obras inacabadas que se deterioram com o tempo. O CPERS já denunciou a situação da instituição há meses, mas nada mudou.

Um salão de festas foi alugado próximo da instituição para acomodar estudantes e educadores(as).

Parte da escola – incluindo refeitório, sala de professores(as) e de aula – funciona no local e outra, no prédio em obras, com esgoto no pátio que gera odor forte.

As obras, que deveriam iniciar em dezembro, ainda estão paradas graças à extensa burocracia do governo. Ainda falta assinatura de contrato com a empresa.

“A gente se revolta muito, porque fazemos de tudo por essa escola e por esses alunos. É muito triste ver o que está acontecendo aqui. Temos 68 anos de história e estamos nessa situação”, lamentou a diretora Vivian Vieira.

“Gostaríamos muito que o senhor governador viesse conhecer a escola para ver a nossa realidade. Muitas pessoas precisam dessa escola para ter um futuro digno”, completou.

“É de muita importância a nossa Caravana, pois a gente pode constatar in loco o descaso do governo com a educação”, salientou a diretora Alda.

Cássio ressaltou o descaso do governo com todo o contexto da escola. “A diretora e os educadores se viram para trabalhar em dois prédios que ficam bem longe um do outro. Não há condições mínimas. Isso é inadmissível. E o governador ainda quer ser presidente. Basta de descaso!”, observou Cássio.

Porto Alegre

A ETE Irmão Pedro está com as duas quadras de esporte interditadas. Com fissuras no chão, o espaço coloca em risco os estudantes, que estão sem aula de Educação Física desde o retorno das aulas presenciais.

A resposta da Secretaria Estadual de Educação (Seduc) é de que a escola deve usar a verba permanente para a manutenção.

“Eu não posso utilizar esta verba para a obra da quadra. Vou levar o oficio e as fotos da quadra na Seduc e deixar bem claro que vou invadir a rubrica. Talvez assim façam alguma coisa. Desse jeito a quadra não pode ficar”, afirma o diretor Cristian Rascme.

Também falta monitor, supervisor e funcionário de limpeza na instituição.

O 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, salientou a incoerência do Executivo ao selecionar apenas algumas das mais de 2 mil instituições estaduais para reformar. “Enquanto o governo promete melhorias em 56 escolas, com um projeto imaginário, se esquece que temos mais de 2.400 escolas no estado e muitas precisam urgentemente de reparos.”

Cerro Largo

EEEM Coronel Antonio Fioravante, EEEB Eugênio Frantz e IEE São Francisco Xavier receberam a visita das diretoras Suzana Lauermann e Glaci Weber.

Suzana avalia que a caravana cumpriu seu papel. “Visitamos muitas escolas e conversamos com os colegas. O sentimento de revolta na categoria é muito forte, mas também temos a consciência de que precisamos nos organizar para enfrentar os governos no próximo ano”, frisou.

 Pelotas

A diretora Carla Cassais esteve em escolas da região de Pelotas junto com o diretor do 24º Núcleo, Mauro Rogério Amaral.

Foram visitadas as escolas EEEF Parque do Obelisco, Colégio Estadual Félix da Cunha, EEEB Osmar da Rocha Grafulha (CIEP) e EEEF Parque do Obelisco, Instituto Estadual de Educação Assis Brasil.

A EEEF Parque do Obelisco convive há mais de três anos com ausência do muro da escola. “O muro caiu há anos, o governo está ciente e nada faz”, ressalta Carla.

Outra instituição que está com sérios problemas de estrutura é o CE Félix da Cunha. “É um prédio histórico, uma casa antiga que está muito deteriorada. Há pelo menos dois anos, espera providências do governo”, lamenta a diretora.

Carazinho

Na região de Carazinho, a Caravana do CPERS visitou oito escolas em dois municípios da região.

As diretoras Rosane Zan e Vera Lessês foram acompanhadas pela diretora do 37° Núcleo, Adelia Menezes dos Santos, secretária Marines da Rocha, representante de aposentados, Ana Martins de Ávila, e diretora Jocelene Trentini Rebeschini.

O grupo visitou as escolas IEE Carazinho, EEEM Cônego J. Batista Sorg, EEEF Manuel Arruda Câmara, EEEF Carlinda de Britto, a Escola Indígena Kame Mre Kanhkre e a EEEB Érico Verissimo, em Carazinho; e o CE Blau Nunes e a EEEF 19 de Novembro, em Santa Bárbara do Sul.

Apenas um professor da escola indígena Kame Mre Kanhkre atende a 14 alunos da 1ª a 5ª série, de forma multisseriada.

A escola aguarda recursos para a finalização de uma obra e no momento não possui janelas ou portas, iluminação e móveis para a instalação da biblioteca. A construção do prédio, localizado na entrada da propriedade, é cercada de casas de madeira improvisadas.

Cachoeira do Sul

O 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, e a diretora Juçara Borges estiveram conferindo a situação das escolas EEEM Érico Veríssimo e EEEF Francisco Manoel, em Restinga Seca, e a EEEM Afonso Pena, em Paraíso do Sul. Além disso,  dialogaram com a categoria sobre a urgente valorização dos educadores(as), acompanhados das diretoras do 4º núcleo, Dina Marilú Machado Almeida e Cristiane Skolaude Correa.

“A caravana evidenciou que a frase que nós temos repetido “a educação não pode mais esperar” nunca fez tanto sentido. Não podemos admitir alunos estudando sem luz, salas de aulas interditadas por falta de estrutura, sobrecarga de trabalho dos educadores e sete anos sem reposição salarial, sem nenhuma resolução por parte do governo”, ressaltou Alex.

 

 

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Assembleia Geral começa às 17h30, em primeira chamada e às 18h, em segunda chamada, do dia 7 de dezembro (terça-feira).  As inscrições devem ser realizadas até as 23h59 do dia 6/12 (segunda-feira).

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Caso tenha problemas para validar seus dados, contate o nosso Serviço de Atendimento ao Sócio (SAS) pelo whatsapp – (51) 9663-5699 e (51) 9569.0465 – ou pelo e-mail sas@cpers.org.br.

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No penúltimo dia da Caravana por #ReposiçãoJá, a comitiva do CPERS mobilizou, nesta quinta-feira (25), mais de dez cidades e escancarou o descaso do governo Eduardo Leite (PSDB) com a educação.

A iniciativa esteve nas regiões dos núcleos de Ijuí (31º), Osório (13º), Palmeira das Missões (40º), Rio Grande (6º), São Gabriel (41º), São Luiz Gonzaga (33º) e Porto Alegre (38º e 39º).

No decorrer do dia, a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, o diretor Leonardo Preto Echevarria e a diretora do 31º Núcleo, Teresinha de Jesus Boneto Mello, estiveram em Ijuí para reafirmar a luta contra os incessantes ataques do governo e informar os educadores(as) sobre as ações do Sindicato.

“Estamos preparando a nossa base para a resistência e a pressão que teremos que fazer em cima do governo para termos a recomposição dos nossos salários. Dialogamos com os colegas para fortalecer a mobilização e construção coletiva dentro da escola dos próximos passos da nossa luta. Foi muito gratificante”, avaliou Helenir. 

Na EEEM Ruy Barbosa, o Ruyzão, de Ijuí, os dirigentes encontram uma estrutura totalmente sucateada. Rachaduras extensas no prédio fizeram com que parte significativa da escola fosse interditada.

Retirada de direitos agrava situação dos educadores

Em Osório, os diretores Cássio Ritter e Alda Souza conferiram de perto os problemas enfrentados pela categoria. 

Na EEEB Prudente de Morais, os educadores(as) desabafaram sobre a situação de miserabilidade que se encontram. Além dos sete anos sem reposição, amargam constantes cortes no salário e redução de benefícios, como o adicional de Local de Exercício (Difícil Acesso), por exemplo.

“Preenchemos planilhas há quase dois anos. Tiramos do nosso bolso para comprar equipamentos, pagar luz, internet e medicamentos, pois estamos doentes. Tiraram o Difícil Acesso; descontaram o vale-transporte e vale alimentação na pandemia. Não dá mais!”, desabafou o professor Carlos Aliardi.

Na escola do campo EEEF Ferreira Viana, a diretora Cleusa Maria dos Santos expôs o impacto em seu salário. “Eu ganhava R$700,00 pelo adicional. Depois do corte do governo, ficou apenas R$65,00. Eu pago para ir para a escola.”

“A nossa monitora pediu para sair da escola porque estava gastando horrores com transporte e não aguentava mais”, completou.

Os descontos dos dias de greve e do vale-transporte também vêm reduzindo os já escassos recursos da categoria. 

“O que nos enfraquece ainda mais são os descontos da greve, mesmo com as aulas recuperadas. Sempre fiz greve e esse dinheiro me faz falta”, asseverou a professora Janaína Borba, que está há 22 anos no Estado.

Pressão aos deputados por salário digno para toda a categoria

O diretor Cássio Ritter explicou que diante da rejeição de Mateus Wesp (PSDB), relator da proposta orçamentária 2022, à emenda do CPERS, o Sindicato está pressionando os deputados(as) para que seja destacada em plenário e garanta a reposição salarial.

“Estivemos nos gabinetes e cobramos que os parlamentares. Quem tem compromisso com a educação pública tem que nos apoiar e garantir salário digno.”

“Na hora de descontar, Eduardo Leite desconta, mas na hora de pagar o nosso salário, internet e luz, ele não paga. Estamos pressionando para que ele faça o ressarcimento dos gastos que tivemos na pandemia”, pontuou a diretora Alda Souza.

As instituições EEEF General Osório, EEEB Prudente de Morais e EEEM Albatroz também receberam os diretores(as).

Escolas sucateadas: a educação não é prioridade para o governo

Após quase dois anos de pandemia, as escolas seguem em situação precária. O governo não aproveitou o tempo em que as instituições estiveram fechadas para realizar reformas e melhorias. Este panorama tem sido frequente na Caravana.

Em São Gabriel, a EEEM Dr. Fernando Abbott, as adversidades se acumulam. Piso com problemas e a necessária ampliação da cozinha e do refeitório são alguns deles. 

A diretora Priscilla de Andrade Bicca lamenta a perda da verba do Bird, no valor de R$ 150 mil, por incompetência do governo. “Esse recurso que iríamos ganhar, a Seduc afirmou que gestaria, mas perdemos. É só entrar no colégio e ver todos os problemas de estrutura que enfrentamos”, desabafou. 

Para o 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, a Caravana evidencia que o programa Avançar, do governo estadual, não passa de uma jogada de marketing. “Ao longo da nossa ronda constatamos que escolas com problemas elétricos, falta de água e estruturas desmoronando são padrão da gestão Leite. O governo está permitindo que as crianças retornem para as aulas em locais totalmente inadequados e muitas vezes perigosos.”

 

“A política de Eduardo Leite é de completo desmonte da escola pública. Precisamos enfrentar firmemente o governo construindo a unidade entre professores e funcionários de escola”, afirmou a diretora Juçara Borges.

No mesmo município, a IEE Menna Barreto, que atende a quase 800 alunos, sofre desde 2011 com problemas elétricos e infiltrações. Duas salas de aula estão interditadas.

“O governo diz que não é prioridade. Já ficamos sem luz, pois o sistema elétrico não tem capacidade. Fiz levantamento de tudo”, conta o orientador Gleidevan Marques. 

“O governador não dialoga e nem resolve os problemas. Temos professor com licença-interesse negado. Estão tirando os nossos direitos”, ressalta a diretora Flávia Xavier Kieling.

“Vivenciamos um desmonte da educação pública. Recebemos parcos recursos, mas seguimos, apesar de todos os ataques, pois acreditamos na educação”, afirmou a diretora da EEEF Professora Sueni Goulart Santos, Giovana Gonçalves.

A escola possui  o melhor IDEB da cidade, mas sofre com o descaso. Faltam funcionários(as) para limpeza e merenda.

A EEEM XV de Novembro está há quatro anos com o auditório interditado. O local é um espaço clássico da cidade, usado por toda a comunidade.

Na EEEF Rafael Pinto Bandeira, em Porto Alegre, o muro está prestes a desabar. A situação ocorre desde 2013 e coloca em risco educadores(as) e estudantes.

A instituição também está com um dos banheiros interditado, azulejos caindo e sala de aula que virou depósito. Faltam professores(as) para a sala de recursos, monitor, orientador e funcionário para a limpeza.

“A Seduc empurra a obra do muro para autonomia da escola. Mas não temos verba. A estrutura pode cair a qualquer momento”, alerta a vice-diretora, Daniela Viegas.

“Além da extrema precariedade das escolas, nós já  estamos com 51,33% de perdas salariais, após sete anos sem reposição. Não é reajuste, é só perda salarial que estamos pedindo” , destacou o 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia. 

Na capital, também foram visitadas as escolas EEEM Roque Gonzáles, Colégio Estadual Dr. Glicério Alves e EEEM  Oscar Coelho de Souza. 

Anos de espera por uma solução que não chega

Há quatro anos, a EEEM Maria Teresa Vilanova Castilhos, de Osório, sofre com problemas de infiltrações que comprometem a estrutura do piso e do forro da sala administrativa da escola.

Quando chove, o espaço fica alagado e a parte elétrica precisa ser trocada. O auditório teve que ser readaptado para abrigar o setor.

 A 11ª CRE foi notificada, mas o processo está parado.

“O governo precisa resolver isso para ontem. Para nossas pequenas reformas, o dinheiro vem de iniciativas de arrecadação entre a própria comunidade escolar”, afirma a diretora da EEEM Maria Teresa Vilanova Castilhos, Maristela Amaral da Silva.

A EEEF General Osório está com dificuldade para contratar professor de Educação Física para substituir uma educadora que está em licença. As crianças estão há mais de mês sem aulas.

Em Palmeira das Missões, as diretoras Rosane Zan e Vera Lessês, acompanhadas do diretor do 40° núcleo Joel Oliveira, da representante 1/1000 Candida Rossetto e da secretária Mara Roesler, visitaram cinco escolas nos municípios de Palmeira e Novo Barreiro. Trata-se da EEEF Presidente João Goulart – CIEP, EEEB Palmeira das Missões – Polivalente, EET Celeste Gobbato, EEEM Venina Palma e EEEM São João Batista. 

A EET Celeste Gobbato perdeu, em 2020, 60% do Adicional de Local de Exercício (Difícil Acesso), passando de 80% para 20%. Para chegar na escola são cerca de 2 km de chão batido e nenhuma possibilidade de transporte público na região.  

Já a EEEM Venina Palma está há dois anos sofrendo com problemas elétricos. Nos dias de calor intenso, alunos ficam sem ar-condicionado. As aulas noturnas contam com um transformador emprestado da comunidade, que não pode ser sobrecarregado; caso contrário, os moradores(as) ficam sem luz. A escola segue com revezamento das turmas. 

“Precisamos nos unir e decidir como vamos enfrentar esses governos. Se não fizermos esse debate entre nós, nós perderemos a educação pública. O objetivo desses governos é um só, acabar com o público e vender para o privado”, enfatizou a diretora Rosane Zan.

 

“O governo segue arrecadando com o desconto dos aposentados e economizou às nossas custas durante a pandemia. Esse governo não olha para o trabalhador e o quanto tivemos que investir para trabalhar, por isso entramos com a proposição do projeto de lei para o nosso ressarcimento dos gastos na pandemia”, afirmou a diretora Vera Lessê durante visita a escola.

Em Rio Grande (6º núcleo), a diretora Carla Cassais, acompanhada do diretor do núcleo, Cledri Lopes e da vice-diretora, Andréa Nunes da Rosa, também estiveram fiscalizando a situação das escolas EEEM Silvia Gama, EEEM Bibiano de Almeida, EEEM Carlos Loréa Pinto e IEE Juvenal Miller.

O IEE Juvenal Muller está com graves problemas no telhado, que geraram infiltrações nas paredes e forro, comprometendo a estrutura do prédio. Um corredor inteiro e mais três salas de aula foram interditadas. Parte do teto praticamente caiu em cima de um estudante.

O processo foi aberto em 2018, mas até o momento encontra-se parado.

Já as diretoras Glaci Weber e Suzana Lauermann foram às instituições EEEF Dr. Mário Vieira Marques -Ciep, EEEF Professor João Aloisio Braun, EEEM São Luiz e IEE Professor Osmar Poppe, em São Luiz Gonzaga. 

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Mudam os trajetos, mas a realidade de desatenção e desamparo se repete a cada região visitada pela Caravana do CPERS.

Nesta quarta-feira (24), os dirigentes do Sindicato pegaram a estrada novamente para fazer o que o governo não faz: ir ao chão da escola, ouvir as necessidades da categoria e ver de perto a fragilidade das escolas.

O que era para ser regra, é exceção. Escolas com estruturas adequadas e seguras mostram-se raras no caminho percorrido pela Caravana; o que prevalece são instituições sucateadas e educadores sobrecarregados e com salário defasado.

Um dos exemplos é o IE Professora Gema Angelina Belia, em Porto Alegre, que está com dois pavilhões interditados – uma brizoleta e um prédio de alvenaria – há dois anos.

A escola está com problemas na rede elétrica, infiltrações e cupins que comprometem as estruturas. São cerca de dez salas de aula comprometidas; os laboratórios de Física, Biologia e Química, além do auditório e a sala de Educação Física tiveram que ser transformados em salas de aula.

A inspeção e as medições foram feitas, mas o projeto segue parado. “O sentimento de abandono é grande. Ainda estamos aguardando o governo fazer alguma coisa pela nossa escola, mas até agora nada”, lamenta a diretora da instituição, Ludmila Valim Inamoratto.

Jecelaine Warth, vice-diretora, compartilha do mesmo sentimento. “Entra governo e sai governo e a impressão que passa é de que somos estorvo para o Estado. É muito triste.”

O segundo vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, destacou a importância da Caravana para denunciar a realidade da educação pública. “Ouvimos a base da categoria e destacamos a importância da luta pela reposição salarial. Constatamos o que já temos denunciado: escolas completamente abandonadas devido ao descaso do governo.”

No antigo hospital, uma escola

A EEEb Margarida Pardelhas, em Cruz Alta, está há sete anos funcionando em um prédio hospitalar alugado pelo Estado.

Com mais de 800 estudantes, a instituição foi instalada no hospital, pois a obra da escola não foi concluída devido ao não pagamento por parte do governo e pela falência da empresa anterior.

No prédio atual, as salas de aula funcionam onde eram quartos hospitalares – sem o tamanho necessário para turmas com cerca de 30 estudantes. Com o retorno presencial obrigatório, a escola não possui estrutura suficiente para atender os protocolos sanitários, e segue com o revezamento e o ensino remoto.

A presidente do CPERS e o diretor Leonardo Preto Echevarria estiveram no local. “É inadmissível que essa situação se arraste por sete anos. O governo deveria fazer todo o esforço para que educadores e estudantes estivessem na estrutura da escola. Aula em ambiente que era hospitalar é inaceitável.”

A presidente Helenir e o diretor Leonardo também estiveram na EEEF Dr. Gabriel Álvaro de Miranda, IEE Professor Annes Dias, Ciep, EEEb Venâncio Aires, EEEM Profª Maria Bandarra Westphalen, Neeja Erico Veríssimo, EEEM Dom Antônio Reis e EEEM Dr. Hildebrando Westphalen.

Escola sem água há dois anos

O descaso do governo Leite com a educação segue como padrão por onde se passa. Em Cristal, ponto de parada do roteiro pela zona sul do estado desta última semana de #CaravanaCpers, não é diferente. Desde 2018, a EEEF Darcy Peixoto da Silveira (CIEP), em Cristal, está sem água.

A vistoria técnica orçou em cerca de R$ 100 mil para a obra, mas a morosidade do executivo em resolver os problemas persiste e segue prejudicando a comunidade escolar.

“Jamais imaginávamos que iam ser liberadas as aulas presenciais sem estarmos com este  problema resolvido.  Todo esse tempo da pandemia deveria ter sido aproveitado para solucionar essa questão”, destaca a diretora Rosane Fonseca Soares.

Atualmente, a escola luta por uma verba de R$ 33 mil para liberar as 12 torneiras e os banheiros.

A instituição, que atende 405 estudantes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental e mais o EJA no turno da noite, segue com as aulas remotas. Os estudantes que não têm internet buscam atividades impressas.

“A escola tem uma estrutura muito boa, só que este problema impede as aulas. O processo está na Seduc desde 2018. Isso é muito grave”, ressaltou a diretora Carla Cassais, que visitou a instituição e também o IEE Cônego Luiz Walter Hanquet em Camaquã e a Escola Técnica Estadual Santa Isabel em São Lourenço do Sul.

Educadores de Frederico Westphalen na luta por #ReposiçãoJá

As diretoras do CPERS, Rosane Zan e Vera Lessês, acompanhadas pela diretora Maria Cleni da Silva e o secretário Ailton Solano de Lima, do 26º Núcleo, visitaram 12 escolas em sete municípios da região de Frederico Westphalen.

Para a diretora Vera Lessês, a intenção do governador é acabar com a educação pública. Por isso, a mobilização da categoria é essencial. “Percebemos um desmonte intencional da educação e das escolas públicas para parcerias futuras com entidades privadas. Esse projeto das 56 escolas modelo mostra que dinheiro o governo tem, basta priorizar o que interessa. Como vamos trabalhar em escolas com estruturas perfeitas, mas sem dinheiro para chegar até elas?”

A diretora Rosane Zan apresentou as principais ações do Sindicato para barrar os ataques do governo.

“Entramos com a proposição do projeto de lei para a reposição das nossas perdas na pandemia. Há dois estados que já receberam o ressarcimento. Então há jurisprudência. Esperamos que os deputados tenham sensibilidade e priorizem a educação”, asseverou.

Durante o dia, as diretoras também visitaram as escolas EET José Cañellas, EE Vergínio Cerutti – CIEP, EEEF Caiçara, EEEM 20 de Setembro, IEE Madre Tereza, EEEF Pedro Gemelli, EEEF José André Acadrolli, EEEM Danilo Daris, I.E.E. 22 de Maio, EEEB Padre Abilio de Marcos Sponchiado, EEEB Jose Zanatta e EEEF José André Acadrolli.

Municipalização coloca em risco futuro de escola de Seberi

A EEEF Pedro Gemelli, de Seberi, está há três anos sob ameaça de municipalização. Direção, professores(as) e funcionários(as) convivem com a apreensão de não saber o futuro da escola.

 

A diretora Clarice Melo questiona: “Por que pegar essa escola que tem uma estrutura boa e está funcionando e entregar para o município?”

Clarice se diz preocupada com a comunidade escolar que depende da escola, por ser uma das únicas na região. “Ficamos preocupadas com o futuro da escola, como vão ficar os professores? E os alunos terão vaga assegurada aqui? Não queremos perder o que construímos na escola”.

A comitiva do CPERS ressaltou a importância da mobilização da comunidade escolar, através de ações como audiências públicas, reuniões para a organizar o apoio da sociedade, abaixo-assinados e pressão nos deputados(as), vereadores(as), secretários(as) de educação e prefeitos(as).

Funcionários de escola em situação de emergência

A situação dos funcionários(as) de escola foi o foco das visitas nas escolas em Bagé.

A diretora do Departamento dos Funcionários(as) de Escola do CPERS, Juçara Borges, esteve em escolas de Bagé, acompanhada do 1º vice-presidente do Sindicato, Alex Saratt.

Na região, predominou a situação dos funcionários(as), que recebem um dos piores salários do estado, cujo básico é R$ 620. “Para atingir um salário mínimo, recebem completivo. Então, além da falta de reposição, o arrocho do  Piso Regional deixa a situação ainda mais grave”, explicou a diretora Juçara Borges.

Durante visita na EEEM Dr. Carlos Kluwe, funcionários(as) contratados realizaram filiação ao CPERS para fortalecer a luta por respeito e salário digno.

Na EEEB Professor Justino Costa Quintana, a vice-diretora, Lidiane Mendonça Ferreira, afirma que há falta destes profissionais na instituição. “Principalmente para a limpeza. Pela manhã temos 28 salas ocupadas e apenas cinco funcionárias para dar conta de todos os protocolos de higienização”.

A vice-diretora ainda lamenta a falta de professores(as) e bibliotecários(as). “Temos biblioteca, mas nenhum profissional da área para orientar as crianças”.

Para o vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, a grave situação dos funcionários(as) é a prova contundente do grau de miserabilidade da categoria.

“Dados do Dieese mostram que  em 2021 são 12,5 mil trabalhadores ganhando menos do que custa uma cesta básica. E considerando todos os servidores do estado, 92% dos salários mais baixos pertencem à SEDUC. Por isso reivindicamos reposição já e reajuste do piso regional em 10,3%”.

As escolas da região de São Borja foram visitadas pelas diretoras Glaci Weber e Suzana Lauermann. Uma das instituições visitadas foi o IE Padre Francisco Garcia.

CPERS segue na estrada unificando a luta da categoria

Nesta quinta-feira (25), a Caravana estará na região dos núcleos de Ijuí (31º), Osório (13º), Palmeira das Missões (40), Porto Alegre (38º e 39º), São Luiz Gonzaga (33º), São Gabriel (41º) e Rio Grande (6º).

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O movimento em defesa do Instituto Estadual General Flores da Cunha, composto por representantes do CPERS, CUT, Ubes e Faced/UFRGS, está divulgando uma Carta Pública em defesa da escola. O objetivo é o de pressionar o o governo Eduardo Leite (PSDB) para que conclua a obra do restauro e pela retomada da sede histórica como escola.

Os estudantes estão desde 2016 longe da estrutura da sede, a obra que tinha previsão para ser concluída em 18 meses e está há dois anos completamente parada.

O Movimento em Defesa do IE fez um abaixo-assinado, que já contabiliza milhares de assinaturas, para exigir do governo a garantia da continuidade do restauro e o retorno da comunidade escolar para o prédio histórico do Instituto.

Confira a íntegra da Carta Pública:

 

Carta Pública do Movimento em Defesa do Instituto de Educação General Flores da Cunha

Viemos, por meio desta Carta Pública, manifestar as desconformidades de parte da administração pública atual no tratamento da obra de restauro do Instituto de Educação General Flores da Cunha, paralisada desde setembro de 2019.

O processo de restauração do prédio da escola corre desde 2011, com a mobilização da comunidade escolar, diante da precariedade das instalações físicas, pela preservação daquele espaço. Em 2012 ocorreu a formação de uma Comissão para elaborar as diretrizes que definiram a contratação, através de licitação de empresa para execução do Projeto de Restauração Integral do Instituto de Educação, destinado à função escolar.

Em 2016, por ocasião do início dos trabalhos da primeira empresa contratada, a comunidade escolar saiu de seu espaço no intuito de possibilitar a restauração do prédio histórico e com o prazo de 18 meses para retorno, instalando-se temporariamente em três locais distintos.

Essa situação enseja as dificuldades enfrentadas por estudantes, professores e servidores (localização, espaço, condições de trabalho), preconizando o processo de ensino aprendizagem. Não existem laboratórios, sala de informática, sala de artes, quadras de esportes, nem espaços para prática de educação física e de circulação dos estudantes em seu intervalo de aula.

O resultado foi que cerca de 2.000 matrículas deixaram de ser ofertadas pelo Instituto, que possui os seguintes níveis de ensino: Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino de Jovens e Adultos – EJA, Curso Normal e Curso Normal Aproveitamento de Estudos.

A comunidade escolar tem tentado insistentemente dialogar com o governo estadual e com a secretária de Educação. Também tem realizado várias mobilizações para reivindicar a retomada da obra e, mais recentemente, para o retorno do IE ao seu endereço original na Av. Osvaldo Aranha.

A preocupação da comunidade escolar se intensificou ao ser surpreendida pelo governador do estado, Eduardo Leite que, agora, no final de sua gestão, anunciou a concepção de um novo projeto para o espaço da escola, desconsiderando o projeto original orçado, contratado, pago e construído pela comunidade escolar.

Em anúncio público no mês de outubro, no Palácio Piratini, o governador propôs investir no Instituto de Educação R$ 34.9 milhões, com o objetivo de criar um “Centro de Desenvolvimento de Profissionais da Educação mediado por Tecnologias” e mais R$ 25 milhões para um “Museu Escola do Amanhã” (indefinido) que pretende inserir ali, em parceria com o IDG (instituição privada que administra o Museu do Amanhã no RJ).

Ou seja, até o ano passado, investir R$ 23 milhões na conclusão do projeto iniciado para o acesso à educação de MILHARES de alunos, com toda modernidade e tecnologia necessárias, era demais. Agora pretende destinar R$ 59,3 milhões para interferir no mesmo espaço, sem o mesmo alcance social e educacional do projeto original, que contou com investimento de recursos públicos.

No dia dez de novembro foi criado um Grupo de Trabalho, pelo governo atual, com a finalidade de “discutir e formular o projeto, elaborar diretrizes, mediante estudo técnico, para retomada das obras e atividades do Instituto de Educação General Flores da Cunha”. Além de se tratar da criação de GT para elaborar diretrizes de um projeto que já existe, em que já houve dispêndio de dinheiro público, é enganosa a motivação para inclusão de pessoas específicas, com a referência de “ex-aluna” e “ex-professora” do Instituto de Educação General Flores da Cunha, sem que as mesmas mantenham qualquer vínculo ou proximidade com a comunidade escolar, bem como, o desconhecimento sobre o projeto original da obra de restauro.

A comunidade escolar, permanecendo sem respostas quanto à retomada da obra e tocada pelo desmonte de seu projeto aguardado há cinco anos, ampliou as suas ações, buscando participação mais efetiva da sociedade à causa do Instituto de Educação. Surgiu, assim, o MOVIMENTO EM DEFESA DO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, com a participação de diversas entidades – CUT, CPERS, UBES, FACED-UFRGS, conselhos tutelares, deputados e vereadores, além de membros da comunidade em geral.

Sua primeira ação foi a divulgação de um abaixo-assinado virtual (https://chng.it/fvcbZ7kSnC), atualmente com mais de 9.300 assinaturas. A situação do restauro do Instituto de Educação, ainda está sendo tratada em dois processos no Ministério Público/RS. Um na Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente de Porto Alegre e outro na Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Porto Alegre, iniciado em maio de 2021, em que foi pautada a declaração do governo do estado em dar um novo destino ao prédio da escola.

Em resposta a esse último processo, a secretária de Educação, depois de seis meses, informou que contratou um novo projeto e que as obras serão retomadas apenas na parte não afetada pelo seu projeto de museu. Ou seja, há, sim, a decisão de modificar o projeto original de escola pública, licitado e pago.

Desconsiderando, dessa forma, o interesse público de qualificar e modernizar o estabelecimento de ensino, adaptado para receber os estudantes e as tecnologias envolvidas no trabalho em sala de aula nos dias de hoje.

O projeto de escola é para todo o espaço e o museu pode ser perfeitamente instalado em outro prédio público disponível como o da esquina da Rua Andrade Neves com a General Câmara, em área do centro histórico da cidade.

Reafirmamos, veementemente, que esse novo projeto, pretendido pelo governo do estado, vai contra o projeto original da obra de restauro do IE construído com a comunidade escolar. Comunidade essa, promotora desse processo, juntamente com os diversos agentes públicos envolvidos, com o objetivo de retorno aos seus prédios reconhecidamente históricos, dotados de espaços restaurados, modernizados e adaptados às novas tecnologias, buscando o atendimento dos interesses culturais e educacionais da sociedade em geral, além de beneficiar, diretamente, uma população escolar que comporta mais de 2.000 alunos, em três turnos de funcionamento, numa localização central da capital do Estado.

 

Movimento em Defesa do Instituto de Educação General Flores da  Cunha

 

 

 

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Orçamento 2022 fica devendo para saúde e educação

Na manhã desta terça-feira (23), antes de sair para a terceira semana da sua caravana pelo Rio Grande do Sul, a direção do CPERS esteve na Assembleia Legislativa reivindicando aos deputados um destaque na emenda que prevê  a reposição salarial de 47,82% no salário de professores e funcionários de escola, ativos e inativos na LOA 2022. 

A emenda foi protocolada no projeto de lei do orçamento de 2022, mas foi rejeitada pelo relator do projeto na Comissão de Finanças.

O sindicato agora solicita o apoio dos deputados em garantir que a proposta seja rediscutida pelo pleno durante a votação em plenário.

Segundo análise do DIEESE, na LOA de 2022 o executivo estima um crescimento de 6,9% na arrecadação e maior receita em comparação a 2021, no entanto, o investimento em educação diminui 0,3% da sua fatia no orçamento e a previsão de gastos com pessoal também cai 3,3%. Para os altos salários do TJ, MP e Assembleia Legislativa, o governo do Estado prevê dotação de aumento

“Estamos percorrendo o estado e mostrando a realidade da educação pública: as escolas estão sucateadas e nossos salários defasados. A gestão Eduardo Leite não avança, ela retrocede! A educação não pode mais esperar. Pedimos apoio dos parlamentares que acreditam na força da escola pública para que peçam destaque e reavaliem a proposta de reposição salarial dos educadores(as) ”, afirma a presidente do Sindicato, Helenir Aguiar Schürer.

Na agenda, os dirigentes do CPERS puderam conversar com os deputados Valdeci Oliveira (PT), Pepe Vargas (PT), Zé Nunes (PT) e Issur Koch (PP), que manifestaram apoio à iniciativa. O presidente da ALERGS, Gabriel Souza (MDB), recebeu a comitiva e se comprometeu em levar para a avaliação da bancada.  

O CPERS seguirá com a mobilização junto aos parlamentares nos próximos dias. Clique aqui e contate os parlamentares reivindicando apoio à #ReposiçãoJá!

Saúde em apuros

Não é só a educação pública que está sofrendo com a previsão orçamentária do governo Leite para 2022.  56 hospitais gaúchos foram atingidos pelos cortes do governo Leite no chamado Programa Assistir.

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Falta o básico em inúmeras escolas estaduais gaúchas. Aulas na penumbra, teto prestes a desabar, risco de curto circuito, muros desabando, mofo, infiltrações e insegurança.

Neste cenário de negligência, estão educadores(as) deixados na miséria devido aos sete anos sem reajuste salarial e à retirada de direitos como o adicional de local de exercício, descontos dos dias recuperados da greve e do vale-transporte.

Esta é a realidade que Eduardo Leite (PSDB) tenta mascarar, mas que a Caravana do CPERS vem denunciando ao longo das duas últimas semanas.

No total, os dirigentes do sindicato estiveram, até o momento, em mais de 30 cidades nas 9 regiões funcionais do estado, fiscalizando a situação de cerca de 120 escolas.

Enquanto o governo mente afirmando que são poucas as escolas que, por falta de condições, não retomaram as aulas presenciais, o sindicato pegou a estrada para mostrar a verdade.

Exemplos de abandono se multiplicaram conforme a Caravana progrediu. São inúmeras são as instituições que não possuem as condições mínimas para o retorno imposto por Leite.

Direções aflitas diante da morosidade do Executivo frente as obras emergenciais que sequer têm data para iniciar e reformas urgentes que estão paradas há anos são o reflexo da negligência do governo.

“Estamos percorrendo o estado junto à nossa base para provar ao governador e à Seduc que o mundo de fantasia deles não é real. As escolas estão sucateadas e nossos salários defasados. A gestão Eduardo Leite não avança, ela RETROCEDE! A educação não pode mais esperar”, afirma a presidente do Sindicato, Helenir Aguiar Schürer.

Abaixo, resumimos algumas das situações conferidas pelo sindicato, que exemplificam o sucateamento das escolas e o desamparo dos educadores.

Nesta semana, o CPERS segue na estrada visitando escolas das regiões de Frederico Westphalen, São Borja, Cruz Alta, Bagé, Camaquã, Porto Alegre, Osório, Palmeira das Missões, São Luiz Gonzaga, Ijuí, São Gabriel, Rio Grande, Carazinho, Cerro Largo, Santo Ângelo, Cachoeira do Sul e Pelotas.

Porto Alegre:

-EEEF Luiz de Azambuja Soares

Problemas na rede elétrica, muro com risco de desabamento e paredes com infiltrações.

-EEEF Dr. José Carlos Ferreira

Prédio com risco de desabamento, infiltrações nas paredes, risco de desabamento da fachada, falta de funcionários para a limpeza e não há vice direção.

Vistoria e licitação feitas em 2019. A obra foi orçada em R$ 120 mil e segue no setor de obras do governo.

 -EEEF Onofre Pires

Escola tinha 60% de Difícil e o governo retirou.

Para chegar na escola o ônibus para longe e não há segurança.

-EEEF Imperatriz Leopoldina

Sob ameaça de fechamento desde 2019, ano em que foi excluído o turno da manhã. Recentemente a instituição foi avisada pela secretária estadual de educação, Raquel Teixeira sobre a possibilidade de o terreno da escola ser vendido para uma instituição privada de ensino.

-EEEF Nossa Senhora da Conceição 

Foi arrombada quatro vezes. Somente neste ano foram 12 arrombamentos. No último, levaram até o portão. Em junho, roubaram parte da fiação e desde então a instituição está sem luz. Os alunos estão tendo aula na penumbra. Não há merenda, pois roubaram a válvula de gás.

-EEEM Visconde do Rio Grande

Não há luz elétrica. Fios de cobre e disjuntores foram roubados.  Quatro salas de aulas estão interditadas, telhado está quebrado e há infiltrações.

-E.E.F. Santa Rita de Cássia

Fiação elétrica que foi furtada. A instituição segue com aulas remotas, entrega e devolutivas de atividades impressas.

 -EEEF Venezuela

Telhado quebrado, infiltrações e vazamentos causam mofo e rachaduras nas paredes. Há 12 salas interditadas. O auditório abriga duas turmas. Por falta de espaço adequado, os livros ficam no corredor. Salas pequenas impedem o distanciamento e faltam funcionários para fazer a merenda.

Para os reparos, o orçamento gira em torno de R$ 100 mil. A escola aguarda há um ano e meio o retorno da Secretaria de Obras.

 -ETE José Feijó

Há apenas uma funcionária para limpeza dos ambientes.

 -EEEF Júlio Brunelli

Funcionários insuficientes para garantir a limpeza dos ambientes.

 -EEEM Mariz e Barros

Funcionários insuficientes para garantir a limpeza dos ambientes.

Uruguaiana

EEEF Hermeto José Pinto Bermudez

Está há um ano sem luz. O quarto projeto elaborado pela Secretaria de Obras do Estado ser rejeitado.

-EEEF Flores da Cunha

Interditada, a escola aguarda há dois anos a entrega da obra de sua sede que teve um princípio de incêndio em 2019. Atualmente, atende nas dependências de outra instituição, a EEEM Dr. João Fagundes.

 

Montenegro

-Colégio Doutor Paulo Ribeiro Campos

Há dois anos sem energia elétrica, consequência de cinco invasões. São 13 salas de aula, o laboratório de informática, o refeitório e a biblioteca sem luz, impedindo o retorno presencial às aulas.

-EEEF Tanac

Um amplo espaço que poderia abrigar o 8º e 9º ano está totalmente comprometido, principalmente o chão que possui enormes buracos, rachaduras extensas e desnível.

Caíram os azulejos das paredes e das pias dos banheiros e do refeitório.

Uma das escadas de acesso à instituição está desmoronando.

-EET São João Batista

Falta professor de Espanhol desde o início do ano letivo e de Matemática para as aulas do programa Aprende Mais.

 -EEEF Delfina Diaz Ferraz

A cerca de ferro está caída há vários anos, o refeitório e a cozinha, que fica no porão, estão em péssimas condições.

 -EEEF Adelaide de Sá Brito

O muro caiu e até hoje não houve retorno sobre o conserto. Número insuficiente de funcionários(as) para fazer a limpeza dos ambientes. No momento, apenas uma profissional, que é cedida de outra escola, faz a higienização.

 

Muitos Capões

-EEEM D. Frei Vital de Oliveira

Há dois anos, a escola espera pela reforma do telhado. Quatro salas de aula estão interditadas.

 

Santa Maria

CE Coronel Pilar

Problemas no sistema de distribuição de energia elétrica.  Não há como ligar ventilador e ar condicionado. Goteiras causam infiltração e umidade, que geram mofo pelas paredes. Quando chove, os alunos têm aulas na biblioteca e em outros espaços.

-IE Olavo Bilac

No ano passado, o local sofreu cinco arrombamentos. Falta de funcionários para a limpeza e merendeira.

 

Viamão

-EEEF Carlos Chagas

Sofre ameaça de municipalização.

 

São Leopoldo

-EEEM Olindo Flores da Silva

Alagamento das salas e do pátio instituição. Portas, armários e demais estruturas estão danificados por conta da água que entra em toda a escola.

Desde 2019, a biblioteca está fechada devido à falta de bibliotecário. A instituição possui um extenso terreno que anteriormente abrigava as quadras de esporte. Atualmente o local está coberto de mato e com a pouca estrutura que possuía deteriorada.

 -EEEF Pedro Schuler 

O teto da cozinha, do refeitório e do laboratório de informática está completamente comprometido, ameaçando desabar.

 

Guaíba

-EEEF Nossa Senhora do Livramento

Há quase seis anos está com obras inacabadas. A instituição pegou fogo em 22 de dezembro de 2016 e a construção do novo prédio, iniciada em fevereiro de 2018, foi interrompida em setembro do mesmo ano, por falta de pagamento da Seduc à empresa contratada. Para suprir a demanda foi improvisada uma sala de aula no refeitório da instituição.

 -EEEM Izaura Ibanez Paiva

A escola possui dois prédios distintos, atende a 480 alunos, mas tem somente dois banheiros em um dos prédios.

A escola também perdeu o adicional de local de exercício, de 20% para 5%, sendo que o ônibus na região circula somente até às 20h e as aulas noturnas vão até às 22h45, além das brigas de gangues com tiroteios que são frequentes no bairro.

-IEE Gomes Jardim

Aguarda há 10 anos pela cobertura da quadra de esportes.

 

Santa Cruz

-EEEF Bruno Agnes

Muro da instituição está condenado há mais de dois anos. Um dos prédios, a brizoleta, está deteriorada e ameaça desmoronar.

-EEEM José Mânica

Em 2012, o prédio que abrigava as salas de aula teve que ser demolido por rachaduras profundas que comprometiam sua estrutura. No ano seguinte, quatro contêineres foram transformados em salas de aula. A estrutura é muito frágil e as paredes são de gesso acartonado.

O refeitório da escola está improvisado em um outro contêiner, alugado em 2016. Os contêiner tinham validade até 2018. Mas já se passaram três anos e nada foi feito. A cada ano, o prédio vai entortando e cedendo.

Das sete salas, três tiveram que ser ocupadas para abrigar a sala de recursos, biblioteca, informática, supervisão e orientação. Destas, apenas quatro são, de fato, salas de aula.

 

Taquara 

 EEEM Dirceu Marilio Martins

Aguarda troca da fiação elétrica, que possui 40 anos, conserto no telhado e está sem supervisor escolar há dois anos, sem orientador e bibliotecário.

 -EEEM Felipe Marx

Um dos prédios está com a estrutura totalmente comprometida. As seis salas do local estão interditadas, pois há extensas rachaduras que chegam a expor as vigas e o piso das salas de aula está afundando. Desde 2015, a escola aguarda a vistoria da Seduc.

 -EEEM Willibaldo Bernardo Samrsla-CIEP

A caixa d’água há anos ameaça despencar.

 

Três Passos

-IEE Fagundes Varela

Goteiras, buracos no telhado e mofo nas paredes.

 

Tapera

-EEEM Dionísio Lothário Chassot

Há mais de dez anos, a instituição aguarda pela reforma elétrica geral.

 

Santana do Livramento

 

-EEEM Dr. Hector Acosta

Quatro das maiores salas de aula estão interditadas há três anos devido a infiltração e problemas elétricos.

 -EEEM Professor Chaves

Teve o turno da manhã fechado.

 

Rosário do Sul

-EEEM Plácido de Castro

Muro está desabando

 

 

 

 

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