Tem golpe novo na praça!

Mal saiu o edital de antecipação dos precatórios e os golpistas já estão tentando roubar o seu dinheiro.

O golpe se dá da seguinte forma: eles entram em contato com os clientes por WhatsApp, se passando por advogados(as) ou servidores(as) do Judiciário, apresentando até documentos.

Em seguida, comunicam uma liberação antecipada e mais rápida no valor do precatório mediante pagamento por Pix. Não caia nessa!

A assessoria jurídica do CPERS, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, jamais solicitará qualquer transação. Se estiver em dúvida, contate o seu núcleo ou o jurídico pelo telefone (51) 3073-7512.

Para se informar sobre os precatórios, procure fontes de confiança, como o nosso site. Clique aqui para saber mais sobre o tema. 

Fonte: Buchabqui e Pinheiro Machado

 

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Portaria publicada pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc) que mexe na grade curricular dos ensinos fundamental e, especialmente, do médio tem provocado críticas. O texto diminui a carga horária de disciplinas como Educação Física, Filosofia, Sociologia e Espanhol.

Em relação ao ensino médio, pela determinação do governo, ficam restritas a 50 minutos de aula por semana a educação física, e apenas no 1° ano. Também reduz a uma aula por semana a filosofia, que consta como componente curricular obrigatório apenas no 1° ano. Sociologia e espanhol apenas no 2° ano.

A reação mais incisiva dos críticos se deu por conta da redução drástica das aulas de Educação Física. O Conselho Regional de Educação Física (CREF2/RS) emitiu nota de repúdio por conta da redução das aulas de Educação Física no ensino fundamental e da exclusão da disciplina a partir do segundo ano do ensino médio.

“A decisão do governo estadual vai na contramão de todos os estudos científicos que reforçam a importância da educação física na promoção da saúde e da cidadania, descaracterizando a função da disciplina na formação integral dos alunos. Além disto, a normativa também desconsidera os dados epidemiológicos que apresentam o aumento do sedentarismo e da obesidade entre jovens e adolescentes”, destaca o conselho regional, que tentará reverter a decisão.

Decisão ecoa na AL

O assunto também será tema na Assembleia Legislativa após o recesso parlamentar, que termina em 31 de janeiro. Deputados da oposição e até da base criticaram a grade curricular publicada no Diário Oficial do Estado em 30 de dezembro. A bancada do PT encaminhou ofício ao Palácio Piratini, reivindicando a revogação da medida.

Ex-secretário estadual da Educação e do mesmo partido do governador, o deputado Faisal Karam (PSDB) também se posicionou contra a redução da carga horária de educação física. A parlamentar Luciana Genro (Psol) é outra que questionou formalmente os critérios utilizados pela Seduc e avisou que levará o tema à Comissão de Educação da Assembleia Legislativa.

Preparativos

Nas escolas, as alterações decorrentes do novo ensino médio exigirão “ginástica” das equipes diretivas. Diretora do Colégio 25 de Julho, maior escola de Novo Hamburgo, com aproximadamente 1,3 mil alunos, Andréia Cristiane Müller tem se debruçado com colegas sobre a grade curricular.

A meta é apresentar os horários com respectivos professores até o final do mês para a Coordenadoria Regional de Educação (CRE). “Depois disso vamos saber ao certo se e quantos professores faltam.”

O ano letivo está previsto para iniciar em 21 de fevereiro. Andréia pontua que como a portaria da Seduc foi publicada no final do ano passado, pais e alunos seguem alheios às mudanças. “Sinalizamos que haveriam mudanças por causa do novo ensino médio, mas elas só ficaram claras no papel com a portaria.”

Ela informa que existe a possibilidade da educação física ser trabalhada nos chamados itinerários formativos, mas ainda não há definição sobre.

O que diz a Seduc

De acordo com a Seduc, pela proposta, o primeiro ano, que inicia em 2022, contempla a formação geral básica.

Nessa etapa, o aluno tem as disciplinas normais de formação geral: língua portuguesa, matemática, inglês, artes, entre outras, além de carga horária destinada a seu projeto de vida e sua relação com o mundo do trabalho. O projeto de vida é uma espécie de orientação que busca a ajudar o jovem a entender suas aspirações.

No segundo ano, que iniciará em 2023, depois do aluno trabalhar seu projeto de vida, ele poderá optar por itinerários formativos que contemplem seus interesses e anseios profissionais. A Seduc reforça que a prática da educação física segue presente no currículo na formação geral básica e será desenvolvida também nos itinerários formativos.

Críticas do CPERS

Integrante da Comissão de Educação do CPERS, a professora Rosane Zan avalia que as alterações no currículo não atendem à demanda do novo ensino médio, proposta criticada pelo CPERS desde sua apresentação.

“Os itinerários formativos serão a preparação de uma mão de obra barata, desconsiderando a formação do cidadão”, observa.

Novo ensino médio

As alterações na grade curricular atendem fundamentalmente a proposta do novo ensino médio, mais focado na preparação para o trabalho do que para o ensino superior. A lei federal é de 2017, mas começa a entrar em vigor, gradativamente, a partir de 2022.

Entre outros pontos, o novo formato prevê o aumento de horas letivas anuais e mudanças na grade curricular.

Disciplinas como educação física e espanhol, por exemplo, vão dar espaço ao chamado projeto de vida e aos itinerários formativos, que abordarão diferentes áreas de conhecimento ao longo do ensino médio à escolha dos alunos. São nestes itinerários formativos que disciplinas agora excluídas poderão ser trabalhadas.

Informações: Jornal VS

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O CPERS e sua assessoria jurídica, esclarecem a categoria sobre as dispensas de servidores contratados que o governo Eduardo Leite (PSDB) tem promovido.

No último dia 11 de janeiro, a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) publicou um documento onde constava uma lista com 139 educadores(as) que terão o contrato de trabalho extinto no próximo dia 1° de fevereiro.

Esses servidores(as) estariam enquadrados no art. 37, §14º, da CF/88, que ganhou nova redação com a EC 103/19, nos seguintes termos:

§ 14. A aposentadoria concedida com a utilização de tempo de contribuição decorrente de cargo, emprego ou função pública, inclusive do Regime Geral de Previdência Social, acarretará o rompimento do vínculo que gerou o referido tempo de contribuição.

Conforme o texto constitucional, os servidores(as) contratados que se aposentarem utilizando tempo de contribuição referente ao próprio contrato, terão o seu vínculo imediatamente interrompido.

Porém, essa nova regra somente se aplica aos contratados(as) que vierem a se aposentar pelo INSS depois da entrada em vigor da EC 103/19, como dispõe o art. 6º da referida emenda:

Art. 6º – O disposto no § 14 do art. 37 da Constituição Federal não se aplica a aposentadorias concedidas pelo Regime Geral de Previdência Social até a data de entrada em vigor desta Emenda Constitucional.

Portanto, os servidores(as) contratados que já estavam aposentados pelo INSS antes de 12 de novembro de 2019, NÃO deverão ser dispensados, conforme prevê o art. 37, §14º, CF/88. A regra é válida SOMENTE para aqueles que vieram a se aposentar posteriormente a esta data e que efetivamente tenham usado tempo de contribuição do atual contrato para fins de inativação.
Assim, se o servidor não utilizou tempo de contribuição no contrato para a aposentadoria pelo INSS, não deverá ser dispensado.

O CPERS ressalta que o desligamento compulsório é ato administrativo, que compete ao governo do Estado.

O sindicato destaca ainda que o regramento jurídico imposto pela Reforma da Previdência é injusto e punitivo e agrava a situação econômica de muitos educadores(as) que, devido aos baixos salários e prejuízos decorrentes da Reforma, necessitam continuar trabalhando para garantir sua sobrevivência.

Infelizmente, o entendimento majoritário dado pelo STF sustentou o texto constitucional e a única solução possível é a luta política pela revogação das contrarreformas.

Os núcleos do CPERS já receberam orientação sobre o tema. 

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Na noite desta quarta-feira (26), portais de notícias divulgaram o novo posicionamento do presidente Jair Bolsonaro em relação ao cumprimento da Lei do Piso do Magistério. Segundo o portal Poder 360, o presidente determinou ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, que conceda o reajuste máximo para o piso salarial de professores, conforme estabelece a Lei do Piso do Magistério (11.739/2008). Isso levará o valor mínimo dos vencimentos de R$ 2.886,24 para R$ 3.845,34, uma alta de 33,23%.

A pressão da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e sindicatos filiados,além de parlamentares da educação, levaram o presidente a prometer “reajuste máximo para o piso salarial de professores”, contrariando alguns técnicos da área financeira do Ministério da Educação, governadores e prefeitos que não estão dispostos a cumprir a lei. De acordo com o portal G1, o valor do reajuste prometido pelo presidente vai passar a valer em maio e deve ser publicado em Medida Provisória ainda nesta semana.

No Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB) vende para a grande mídia que pagou o piso do magistério, porém, os 32% aprovados na Assembleia Legislativa, em dezembro do ano passado, além de não contemplar toda a categoria linearmente, não atingirá os 33% estabelecidos pela lei.

O CPERS e a CNTE seguem vigilantes e preparados para fazer a luta pela valorização dos educadores(as).

Confusões à vista

Essa última informação do G1 mostra confusão no encaminhamento do reajuste por parte do governo, pois estaria ele cumprindo o que determina a lei do piso no tocante ao percentual de reajuste, porém, desrespeitando a lei quanto à data de aplicação do reajuste (1º de janeiro). Outro problema: a CNTE não aceita o reajuste na forma de Medida Provisória (MP), pois o governo precisa voltar atrás e reconhecer a vigência integral da lei 11.738. Ademais, uma MP abriria espaço para alterações no Congresso Nacional e representaria outra tentativa de golpe contra o reajuste definido na lei do piso.

Mobilização continua

A CNTE vai manter a mobilização em defesa do cumprimento da Lei do Piso, com o pagamento de 33,23% de reajuste, e seguirá pressionando prefeitos/as, governadores/as e governo federal para fazer valer essa lei. A Confederação denunciou as ilegalidades do Ministério da Educação (MEC) logo após o governo anunciar reajuste zero para a categoria – leia aqui o posicionamento da CNTE.

O MEC sempre estabelece no início do ano o percentual de reajuste do piso da categoria. A CNTE continuará lutando em defesa dos trabalhadores e trabalhadoras da educação até que a medida seja oficialmente anunciada e integralmente cumprida.

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O Tribunal de Justiça e a Procuradoria Geral do Estado publicaram edital de chamamento de TODOS os credores de precatórios para rodada de conciliação com redução de 40% do valor efetivamente devido.

A assessoria jurídica do CPERS, escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, irá proceder no pedido para os clientes que já tiverem precatórios expedidos e tenham interesse em conciliar. Para tanto, deverão preencher o formulário constante neste link.

Estarão na rodada de conciliação os precatórios incluídos até o orçamento de 2022, considerando pré-habilitado o precatório em que houver saldo, não tiver sido convertido em RPV, a titularidade estiver regular, houver pesquisa negativa de óbito e não estiver pendente de pagamento de parcela preferencial.

O prazo para manifestar interesse em conciliar será do dia 4 de fevereiro até o dia 11 de março de 2022. Sócios(as) que tiverem interesse, deverão preencher os dados no link e enviar até o dia 7 de março, de forma a viabilizar o protocolo em tempo hábil.

Para mais informações, contate a assessoria jurídica do Sindicato pelo telefone 51 3073.7512.

Fonte: Escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, assessoria jurídica do CPERS

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Nesta segunda-feira (24), o presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou, com vetos, o Orçamento de 2022, que havia sido aprovado em dezembro pelo Congresso Nacional. O total de recursos vetados chega a R$ 3,18 bilhões.

No Dia Internacional da Educação, Bolsonaro (PL) agravou ainda mais o desfalque no Ministério da Educação (MEC), segunda pasta mais afetada, atrás apenas do Ministério do Trabalho, que teve R$ 1 bilhão de recursos vetados.

A tesourada no MEC totaliza R$ 802,6 milhões. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) foi o mais atingido pelo veto presidencial, com redução de R$ 499 milhões, mais da metade do corte.

Para o 1° vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, os descontos são criminosos e reforçam o projeto de desmonte da educação pública perpetrado pelo governo federal. 

“Bolsonaro segue sua agenda política antipovo e antinação. Os cortes orçamentários expressam a falta de prioridade com a educação e demais áreas sociais, marca contínua de seu governo. Em tempos de crise, pandemia e vulnerabilidade, essa política chega a ser criminosa”, destaca. 

Apesar do importante papel desempenhado pela ciência e pesquisa no cenário da pandemia, o fomento a projetos de pesquisa e desenvolvimento científico nacional por meio do CNPq teve R$ 859 mil vetados.

A Fiocruz, maior instituição de pesquisa biomédica da América Latina e com importante papel na imunização contra a covid-19, teve um corte de R$ 11 milhões – valor que seria destinado a atividades de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação. 

Vale ressaltar que, em contraponto aos cortes, o governo manteve o fundo eleitoral – o chamado fundão, que financia campanhas eleitorais com dinheiro público em R$ 4,96 bilhões. Também foram mantidas as emendas, que podem ser utilizadas para beneficiar parlamentares que votam com o governo. 

Cortes colocam em risco o futuro do Brasil

Esse ataque reafirma o caráter da gestão de Bolsonaro (PL), que transforma a educação em inimiga e impossibilita uma perspectiva de futuro para os jovens brasileiros.

O  vice-sul da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES), Alejandro Guerrero, entende que os cortes prejudicam o futuro do Brasil e que resistir é preciso. 

“Para nós da UBES, o corte é extremamente contraditório. Ele acontece em um dos piores momentos da educação. O corte de quase 800 milhões representa o futuro em risco da juventude brasileira. Precisamos construir novamente os tsunamis da educação e garantir o isolamento e a derrota do presidente que escolheu a educação como sua principal inimiga.”

Airton Silva, presidente da UEE RS, expõe que com esse corte o governo federal intensifica o seu descaso com o futuro do Brasil. 

“Nós estudantes nos mobilizamos ao longo dos últimos tempos pela garantia de mais investimentos na educação. Em tempos de pandemia, onde jovens evadiram a escola e a juventude não consegue enxergar a educação enquanto perspectiva de transformação das suas vidas, nós precisamos que a educação esteja no centro da discussão para o desenvolvimento do nosso país. São gerações de jovens que  estão fora da escola, que estão fora da universidade e nós precisamos reverter isso”.

Não aceitaremos nem um centavo a menos para a educação!

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Instituído em 1981 pelo decreto-lei nº 6926, o Dia Nacional dos Aposentados(as) é comemorado neste 24 de janeiro. Valorizar quem construiu a história da educação pública é fomentar a construção de um futuro digno a todos os educadores(as).

Mas o que acontece com o Brasil e o Rio Grande do Sul sob a gestão de Bolsonaro (Partido Liberal) e Eduardo Leite (PSDB) é completamente diferente.

Ao alterar as regras de aposentadoria, a reforma da Previdência de Bolsonaro (Partido Liberal) e Guedes  não poupa a grande maioria dos brasileiros(as) que vê cada vez mais distante o sonho de se aposentar.

Trata-se de uma política desumana sobretudo aos que começam a trabalhar mais cedo, ganham menos e ficam grandes períodos sem carteira assinada.

É a negação ao justo direito da aposentadoria num país em que o ingresso ao mercado de trabalho é cada vez mais precoce, e a aposentadoria, mais tardia e precária. Bolsonaro (Partido Liberal) abriu uma lacuna no acesso de milhões de brasileiros a esse direito social e humano duramente conquistado.

O Rio Grande do Sul segue a mesma linha. Com os projetos, instituídos em 2020, de destruição da carreira do magistério – conquistada a duras penas em lutas históricas -, Eduardo Leite (PSDB) aprofunda o arrocho salarial, retira direitos e confisca o dinheiro dos aposentados(as).

É inadmissível que professores(as) e funcionários(as) aposentados(as) que trabalharam e lutaram a vida inteira cheguem à aposentadoria empobrecidos e sem dignidade, sob as mãos do governador e deputados(as) da base do governo.

Hoje, neste Dia Nacional dos Aposentados(as), ocorreria o julgamento, pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, da ação do CPERS e outras entidades que questionam a constitucionalidade do desconto previdenciário dos aposentados(as). 

Mas a tramitação da ação foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido de Eduardo Leite (PSDB) e acolhida pelo ministro Alexandre de Moraes.

Como se pode ver, desrespeito e insensibilidade andam lado a lado neste governo.

O CPERS segue vigilante e, junto às demais entidades que participam da ação, está tomando as medidas cabíveis para que o julgamento seja retomado o mais breve possível.

Mais do que comemorar, é preciso unir forças para continuar a luta por salário digno, contra o confisco dos aposentados(as), por uma aposentadoria justa e que atenda as reais necessidades de quem deu a vida pela educação pública. Quem educou milhões jamais dobra a coluna.

É hora de renovar as forças e voltar a esperançar. Avante aposentados(as), de pé!

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Neste sábado (22) celebra-se o centenário do nascimento do líder trabalhista Leonel Brizola. Nascido no povoado de Cruzinha, foi engraxate e carregador de malas até tornar-se um dos políticos mais atuantes em defesa de educação pública de qualidade, em especial para os filhos dos(as) trabalhadores(as), e da democracia. 

Brizola iniciou sua trajetória política em 1940, aos 23 anos, como deputado estadual. Exerceu também os cargos de deputado federal, prefeito de Porto Alegre, governador do Rio Grande do Sul e, duas vezes, do Rio de Janeiro.

Em 1961 comandou a Campanha da Legalidade, a partir do Palácio Piratini, organizando a resistência civil e garantindo a posse de João Goulart (Jango) como presidente. 

Desta forma, conseguiu impedir, por três anos, o golpe, que só foi efetivado em 1964. Neste mesmo ano, Brizola foi exilado no Uruguai e cumpriu o exílio mais longo entre todos os perseguidos pelo regime ditatorial no Brasil. 

Ao retornar ao país, em 1979, com a Lei da Anistia, fundou e presidiu o Partido Democrático Trabalhista (PDT).

Brizola morreu em junho de 2004, aos 82 anos, vítima de um edema pulmonar seguido de infarto.

Legado na educação pública

Em 1960, quando estava à frente do governo do estado, Brizola chegou a investir 36% do orçamento em educação. Desenvolveu o projeto educacional denominado “Nenhuma criança sem escola no Rio Grande do Sul”, que resultou em significativa ampliação das oportunidades de acesso ao ensino.

Construiu 4,8 mil escolas – conhecidas como Brizoletas – para abrigar o plano de escolarização que visava erradicar o analfabetismo do Estado, principalmente em crianças com idade escolar de sete a 14 anos.

“A educação é o único caminho para emancipar o homem. Desenvolvimento sem educação é criação de riquezas apenas para alguns privilegiados”, afirmou Brizola. 

Também garantiu mais de 500 mil novas matrículas por todo o Rio Grande do Sul. O número de professores, que à época era de pouco mais de 4 mil, saltou para 22 mil.

Já no Rio de Janeiro, implantou mais de 500 Cieps, escolas de tempo integral, nas áreas mais vulneráveis. 

Diante dos enormes retrocessos das políticas para a educação, em todas as esferas administrativas, ainda há muito a ser feito para que o sonho de Brizola possa se tornar realidade.

A diretora do departamento de Cultura do CPERS, Alda Bastos Souza, ressalta como uma das principais características de Brizola, a defesa intransigente da educação. “Ele queria uma educação de qualidade para todos. Dizia que a mesma escola que os filhos das famílias mais ricas frequentavam, deviam ser disponibilizadas para os mais carentes. Defendia direitos iguais. Preocupava-se com o bem das crianças e dos jovens. Acreditava que a educação era o único caminho para emancipar o povo. Sem dúvida foi uma das maiores lideranças que tivemos.”

A neta de Leonel, a deputada Juliana Brizola (PDT) lembra com saudades do avô e destaca a postura de coerência política e a dedicação para propiciar um ensino de qualidade. “Meu avô fazia política pensando no bem comum. Esta era uma característica muito forte dele. Em sua trajetória sempre priorizou a educação. Investiu, valorizou os educadores e construiu o projeto mais audacioso que o Brasil já conheceu, os Cieps. Nenhum outro governador valorizou e fez tanto pela educação como ele.”

▶️ Clique aqui e confira artigo em homenagem ao centenário de Leonel Brizola, escrito pelo historiador Marcus Siqueira da Cunha.

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Durante três semanas, entre os dias 11 e 26 de novembro do último ano, o CPERS percorreu quase 18 mil quilômetros visitando escolas em todo o Rio Grande do Sul e constatou a realidade de abandono da rede estadual de ensino.

Aulas na penumbra, teto desabando, risco de curto-circuito, muro caindo, mofo, infiltrações e insegurança, foram apenas alguns dos problemas evidenciados através de imagens e depoimentos daqueles que estão no chão da escola, os educadores(as).

Diante de tamanha precariedade, o governo do Estado foi obrigado a anunciar, no início deste ano, um aumento no repasse da verba de autonomia financeira das escolas. Como o noticiado pela própria Secretaria de Educação (Seduc), a verba destina-se para a realização de pequenos reparos, como troca de telhas, manutenção de rede elétrica, além de reformas de prédios.

“Nossa caravana denunciou a realidade de abandono das escolas estaduais. Após os casos apresentados, o governo não pôde mais sustentar o discurso fantasioso de que prioriza a educação”, afirma a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer. 

Após a caravana, o Sindicato entregou para a secretária de educação, Raquel Teixeira, um dossiê com o mapeamento da precariedade das escolas públicas. Na ocasião, a dirigente se comprometeu em triplicar os recursos da autonomia financeira.

▶️ Confira aqui o dossiê completo da Caravana do CPERS

Vale ressaltar que essa verba é extraordinária e não fixa. O governo Eduardo Leite (PSDB) relegou as escolas estaduais durante três anos, agora, em ano eleitoral, utiliza a situação de precariedade para se promover.

Uma política real de qualificação das escolas passa por investimentos constantes na manutenção dos equipamentos públicos que compõem a rede, bem como na valorização dos educadores(as).

O CPERS seguirá vigilante para garantir a efetiva resolução dos problemas. Em fevereiro, na retomada do ano letivo 2022, realizaremos nova caravana para verificar como estão as escolas e se os recursos realmente estão chegando nas instituições que mais necessitam. 

Confira os números da #CaravanaCPERS 2021: 

  • 9 Regiões funcionais do RS
  • 800 km percorridos
  • 60 cidades
  • 186 escolas visitadas
  • 58 das escolas visitadas com problemas graves estruturais ou de RH
  • 21 escolas com falta de educadores(as)
  • 12 escolas com problemas de infiltração
  • 13 escolas com problemas na rede elétrica
  • 5 escolas sem luz
  • 1 escola sem água
  • 8 escolas com prédios ou pavilhões interditados
  • 7 escolas com muro desmoronando ou já desabado
  • 6 escolas com telhado quebrado com ameaça de desabar
  • 8 escolas com salas de aulas interditadas
  • 7 anos sem reposição salarial

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