Com o intuito de expor a verdade sobre a real situação dos(as) educadores(as) gaúchos(as), a #CaravanaDaVerdade pegou novamente a estrada nesta quarta-feira (16) e esteve em escolas das regiões de Bagé (17º), Estrela (8º) e Lagoa Vermelha (25º).

Ao dialogar com professores(as) e funcionários(as), os dirigentes do CPERS ouviram relatos que sintetizam o sentimento da categoria. “Eu fui enganado. Eu estudei, me preparei, passei em um concurso, eu ambicionei. Eu investi tempo, vida, dinheiro e hoje eu não tenho segurança nenhuma na minha profissão”, desabafou o professor de História, Flávio Antônio Hoffmann, da EEEM Francisco Argenta, em Lagoa Vermelha.

A professora de Português da EEEM Santa Clara, em Santa Clara do Sul, Clemir Marilene de Godoy, compartilha do mesmo sentimento. “Eu tenho a sensação de que todos os meus direitos estão escorrendo pelos meus dedos.  Parece que não temos para onde correr, que estamos de mãos atadas. A solução é irmos para as ruas e enfrentar esse governo”, relatou.

Frente à reflexão exposta pelos educadores(as), as direções do sindicato e dos núcleos destacaram a importância de fortalecer a luta da categoria.

“Foi um dia intenso de debates com a categoria. Muito gratificante ver que depois do nosso diálogo com a base, tivemos novas pessoas se associando ao sindicato, pois perceberam a importância da luta e de estarmos juntos neste momento tão desafiador. A categoria está se mobilizando fortemente para participar da nossa Assembleia, no dia da mentira, 1º de abril”, declarou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

Acompanharam as visitas às escolas da região de Bagé, a diretora Sonia Solange Viana e a secretária-geral Suzana Lauermann, além da representante 1/1000, Delcimar Delabary Vieira.

O 2° vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, em visita à escola EEEM João de Deus, em Cruzeiro do Sul, destaca a importância da união.

“Temos um governo que mente. Não é à toa que faremos, no dia 1° de abril, Dia da Mentira, uma importante Assembleia Geral. O projeto do governo Leite não é o de valorização da educação pública. Infelizmente, a maior parte do dinheiro público destinado ao ensino está sendo utilizado na iniciativa privada. Precisamos estar unidos e atentos, pois este é um ano eleitoral e, lamentavelmente, a grande mídia parece não estar muito interessada em divulgar aquilo que é de interesse do povo.”

A secretária-geral Suzana Lauermann avaliou como produtivo os diálogos realizados com a base. “Nestas quatro semanas de caravana as conversas com nossos colegas têm sido muito produtivas, com debates e uma forte consciência coletiva sobre os ataques a nossa categoria”, avaliou.

Suzana, que está à frente do Coletivo da Juventude do CPERS, aproveitou para ressaltar a importância dos educadores(as) jovens integrarem o sindicato. “Fizemos conversas observando a relevância de fortalecerem a participação integrando o Coletivo.”

Funcionários de escola são educadores e merecem valorização

A diretora do departamento dos funcionários de escola do CPERS, Sonia Solange Viana, frisou, em todas as escolas visitadas: os funcionários(as) de escola são educadores(as) tanto quanto os professores(as) e precisam ser valorizados.

“Este segmento tão importante da nossa categoria amarga quase oito anos da maior miserabilidade da nossa história, sem reajuste desde novembro de 2014. A verdade é que Leite quer entregar as escolas para a iniciativa privada”, pontuou.

O 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia e os(as) diretores(as) Juçara Borges, Leonardo Echevarria, Sandra Severo Régio e Vera Lessês visitaram  escolas da região de Estrela. Acompanharam o grupo Marcos Dal Cin, representante 1/1000, e Luiz Eitor Finatto, suplente 1/1000 do 8° Núcleo.

As escolas que integram o núcleo de Lagoa Vermelha, receberam os(as) diretores(as) Cássio Ritter, Glaci Weber e Rosane Zan, acompanhados do diretor do núcleo Joarez Antonio Lorenson e das educadoras Lurdes Polito, Irá Ceben e Rita Matos.

16M: Mobilização Nacional em defesa da valorização da categoria

Durante o dia, ocorreram atividades alusivas à Mobilização Nacional pela Educação, chamada pela CNTE.

Para marcar a data, o CPERS realizou, na capital e em alguns núcleos regionais, o “Dia dos contracheques nas praças e coordenadorias”. O objetivo foi o de denunciar as mentiras de Eduardo Leite (PSDB) quanto ao falso reajuste de 32%.

Principais reivindicações:

– Cumprimento do piso do magistério 2022 (R$ 3.845,63 e 1/3 de jornada extraclasse) em todas as redes escolares.
– Regulamentação do piso salarial dos profissionais da educação (art. 206, VIII da Constituição Federal).
– Valorização dos planos de carreira, contratações por concurso público e contra a Terceirização na educação.
– Revogação do “Novo Ensino Médio” excludente e de formação minimalista dos estudantes.
– Contra a Militarização escolar, o homeschooling (educação domiciliar) e a Lei da mordaça (Escola sem Partido).

Escolas visitadas nesta quarta (16): 

Região de Estrela (8º)

EEEM Santa Clara (Santa Clara do Sul)

EEEF João Bosch (Lajeado)

EEEM João de Deus (Cruzeiro do Sul)

EEEB Nicolau Mussnich (Estrela)

EEEB Vidal de Negreiros (Estrela)

EEEF Moinhos (Estrela)

CE Presidente Castelo Branco (Lajeado)

EEEB Érico Veríssimo (Lajeado)

EEEF Carlos Fett Filho (Lajeado)

EEEF João Bosco (Lajeado)

EEEF Otilia Correa de Lima (Lajeado) 

Região de Bagé (17º)

EEEM Silveira Martins

EEEB Professor Justino Costa Quintana

EEEM Farroupilha

Região de Lagoa Vermelha (25º)

EEEM Francisco Argenta

EEEM Presidente Kennedy

EEEM Araby Augusto Nácul

ETE Agrícula Desidério Dínamo

EEEM Professora Adelaide Picolotto (Ibiaçá)

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Eduardo Leite (PSDB) tem tido gastos absurdos com o dinheiro da educação pelo programa Avaliar é Tri.

Mesmo causando inúmeros transtornos à organização da rotina escolar e indignação entre a categoria, o governo insiste em manter o programa e, agora, as avaliações, que encerraram nesta terça (15), passaram a ser bimestral.

Somente para a impressão de provas direcionada às escolas, Leite já gastou R$1,3 milhão, apenas neste ano, conforme dados levantados pelo Dieese

No ano passado, à Fundação Cesgranrio, o governo pagou o valor de R$ 1 milhão, provavelmente vinculado ao PISA-S, com inexigibilidade de licitação. E nesse ano, de acordo com o Portal de Transparência, até 11 de março, já há a programação de repassar para a mesma instituição mais R$ 3 milhões.

Ao final do ano de 2021, R$ 759 milhões foi pago à Universidade Federal de Juiz de Fora, contratada pelo governo com dispensa de licitação.

As polêmicas por trás do Avaliar é Tri

A toque de caixa e sem qualquer diálogo com a rede estadual, a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) lançou, em 2021, o projeto para avaliação diagnóstica da aprendizagem dos estudantes no período pandêmico.

Foi a terceira tentativa atrapalhada de estabelecer um sistema do gênero. Antes, educadores(as) preencheram incontáveis planilhas e perderam tempo com a desastrosa plataforma “Avalia”, iniciativas lançadas e descartadas pela Seduc sem qualquer retorno às escolas.

Na primeira versão do Avaliar é Tri, de acordo com a Seduc, participaram 500 mil estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio da rede estadual, durante a avaliação concluída em junho passado.

A avaliação diagnóstica foi feita de forma impressa e digital, e a prova, elaborada pelo Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF).

Na ocasião, também houve denúncias sobre a efetividade da avaliação, uma vez que as mesmas provas estavam disponíveis na internet juntamente com o gabarito, conforme noticiado pela imprensa.

No período em que a avaliação estava ocorrendo no estado (maio e junho de 2021), não foi possível encontrar registros de despesas tendo como credor a Universidade Federal de Juiz de Fora e derivados.

Através de pedido de esclarecimento via Lei de Acesso à Informação, o governo informou que o trabalho executado pelo CAEd não gerou custos ao estado, sendo que a Secretaria apenas enviou verba, via autonomia financeira, para as escolas imprimirem as avaliações, quando não possível a realização da avaliação no formato digital.

Sobrecarga e exclusão também marcam o programa

 Além dos gastos absurdos para a implantação do programa e aplicação das provas, há muitas dúvidas sobre a efetividade dos resultados do sistema de avaliação e das condições de trabalho dos educadores(as) para a consecução do plano de ação junto aos alunos(as).

A professora de língua portuguesa, Jocelene Trentini Rebeschini, da EEEM Ernesta Nunes, de Carazinho, relata que os professores(as) e os alunos(as) estão sentindo o peso das provas extras.

“Nós, professores, elaboramos avaliações diagnósticas dos nossos alunos porque nós tivemos essa orientação da Seduc durante as formações no início do ano letivo e passamos praticamente essas três primeiras semanas de aula avaliando eles; e em seguida, eles já tiveram que fazer essa avaliação do Avaliar é Tri. Num ano em que a gente tem uma implantação de bimestre, nós passamos praticamente um mês de aula só em cima de avaliação”. 

Jocelene afirma ainda que faltou organização do governo na implantação. 

“Só agora nós vamos organizar, planejar conteúdo e daqui a pouco nós temos que fazer mais duas avaliações para fechar as médias. Então, esse primeiro bimestre foi mal planejado. Claro que avaliar e diagnosticar é importantíssimo dentro do processo de planejamento do professor, mas eu acho que houve um excesso”. 

Para piorar, estudantes com deficiência estão de fora da avaliação. O CPERS recebeu a denúncia de um professor – que não quis se identificar – pelo Facebook.

De agosto de 2021 até o momento, já são mais de R$ 6 milhões destinados para essas avaliações.

Os dados comprovam: o programa Avaliar é Tri caro. Não adianta o governo Leite (PSDB) vender a imagem de inovação, se – na prática – há muito gasto e retrocesso.

É urgente que o governo cesse as tentativas de reinventar a roda, ouça a comunidade escolar e cuide do que é essencial neste período; fornecer condições adequadas de trabalho, segurança sanitária para o ambiente escolar e salário digno para todos 0s educadores(as).

Leia também:

>> Avaliação diagnóstica sobrecarrega categoria, desrespeita escolas e ignora período crítico da pandemia

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A #CaravanaDaVerdade deu início nesta terça-feira (15), Dia da Escola, à quarta semana de mobilização da categoria para desmentir as inverdades propagadas pelo governo Eduardo Leite (PSDB). A iniciativa esteve nos núcleos de Erechim (15º), Guaporé (3º) e São Gabriel (41º).

“Hoje, no Dia da Escola, foi especial estar com a nossa base construindo a mobilização para uma grande Assembleia, que faremos no dia 1º de abril. Também foi muito bom ver o “burburinho” dos nossos estudantes. A educação pública tem muita qualidade, nossa categoria merece todo reconhecimento”, ressaltou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

A presidente estava acompanhada da secretária-geral do CPERS, Suzana Lauermann, da diretora, Sônia Solange Viana e do diretor-geral do 41° Núcleo Núcleo, Pedro Moacir Abrianos Moreira.

Diretores da direção central do CPERS, acompanhados por representantes dos núcleos do Sindicato, ouviram professores(as) e funcionários(as) de escola, esclareceram dúvidas e reforçaram a importância de fortalecer a pressão contra os ataques dos governos Leite e Bolsonaro.

Em Erechim e Guaporé, plenárias ressaltaram a importância da mobilização da categoria

Em Guaporé, o 2º vice-presidente do CPERS, Edson Garcia e a diretora Juçara Borges, após visitarem escolas da região, participaram da plenária com educadores(as) na ativa e aposentados(as).

Garcia ressaltou que o governador Eduardo Leite (PSDB) usou a educação como objeto de palanque, mas após eleito, ignorou completamente o ensino público. “Sequer dialogou com as comunidades escolares sobre a reforma do Ensino Médio, que é desastrosa porque nossos alunos de escola pública não terão condições de disputar vaga no Enem com os estudantes das escolas particulares”, observou.

A diretora Juçara pontuou a falta de reconhecimento do governo com os funcionários(as) de escola. “Os funcionários foram reconhecidos como educadores na LDB. Eduardo Leite é o único que não deu reajuste para eles. Sua real intenção é precarizar as condições de trabalho dos educadores e entregar a educação para a inciativa privada”, afirmou.

Também participaram da plenária os diretores do CPERS: Leonardo Preto, Vera Lessês e Sandra Rágio e a diretora do 3° Núcleo, Marili Grosselli Toldi.

Os diretores Cássio Ritter, Rosane Zan e Glaci Weber visitaram as escolas do 15° núcleo (Erechim) juntamente com a diretora Marisa Inês Betiato e as educadoras aposentadas Neusa da Silva e Ângela Vasconcelos. À tarde foi realizada plenária com educadores(as) na sede do núcleo.

Glaci fez uma análise da conjuntura política atual e ressaltou os ataques dos governos estadual e federal contra a educação pública e os(as) educadores(as). A diretora também destacou que é imprescindível votar em candidatos(as) que tenham a educação como prioridade.

“Nós temos que reforçar nossa luta, pois eles usaram a pandemia para passar os seus projetos nefastos. E é imprescindível saber em quem votar, conhecer o projeto de cada candidato para não elegermos políticos como Eduardo Leite. O que ele fez para nós é um absurdo”, enfatizou.

Assembleia Geral definirá os próximos passos da luta

O Sindicato segue na estrada até o fim de março mobilizando a categoria para a Assembleia Geral, que será realizada dia 1° de abril, Dia da Mentira, em frente ao Colégio Júlio de Castilhos (Julinho), em Porto Alegre, com primeira chamada às 13h30.

Contate seu núcleo do CPERS e participe!

Escolas visitadas nesta terça-feira (15): 

>> Região de São Gabriel

– EEEM XV de Novembro

– EEEM DR. Fernando Abbott

– Instituto Estadual de Educação Menna Barreto

– EE Professora Sueni Goulart Santos

– EEEM Dr. José Sampaio Marques Luz

– EEEB Dr. Celestino Lopes Cavalheiro

>> Região de Guaporé (3º)

– CE Carneiro de Campos (Serafina Corrêa)

– CE Alexandre de Gusmão (Montauri)

– EEEF Alexandre Ferreira (União da Serra)

– EEEM Ricardo Francisco Gasparin (União da Serra)

– EE Técnica Agrícola (Guaporé)

– EEEM Bandeirante (Guaporé)

 >> Região de Erechim (15)

– EEEM João Caruso (Erechim)

– EEEM Erico Verissímo (Erechim)

– EEEM Antônio Scussel (Getúlio Vargas)

– EEEF Manoel da Nobrega (Getúlio Vargas)

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Em greve desde o ultimo dia sete de março, as professoras e professores da rede municipal de ensino de Recife, representados pelo Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife – SIMPERE, decidiram que somente a luta e a mobilização da categoria garantirão o pagamento do reajuste do seu piso salarial. Previsto e indicado em lei federal, o reajuste do piso nacional do magistério público ficou estabelecido em 33,23% para o ano de 2022.

O prefeito de Recife João Campos (PSB) chegou a se negar a conversar com o sindicato e os(as) trabalhadores(as) para negociar, recuando só depois de a Justiça ter declarado que a greve é, sim, legal. Os(as) professores(as) da capital pernambucana só exigem o devido cumprimento da lei e se o prefeito realmente valoriza a educação, o seu governo não pode se furtar a fazer o pagamento do piso.

A proposta apresentada pelo governo municipal comandado pelo prefeito João Campos não contemplou sequer um terço do valor legalmente devido aos/às profissionais do magistério do município. Como dizer em campanha ou em atos públicos que é favorável à valorização profissional dos(as) professores(as) se o prefeito se nega a pagar a eles/as o que lhes é devido?

O piso salarial é direito dos(as) trabalhadores(as) do magistério do Recife e disso não vamos abrir mão. O prejuízo a mais de 95 mil estudantes de 325 escolas e creches da cidade será cobrado a quem de direito. Pague o piso, prefeito João Campos! A educação conta com sua sensibilidade para pôr fim a uma greve que, já vitoriosa, conseguiu parar mais de 90% da categoria. Valorizar a educação é remunerar bem os(as) seus(uas) profissionais!

Brasília, 14 de março de 2022
Direção Executiva da CNTE

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Os atendimentos presenciais e as perícias médicas do IPE Saúde serão retomados a partir desta segunda-feira (14), em Porto Alegre, mas somente com horário agendado. O agendamento está disponível para todos os serviços, que também continuarão sendo prestados de forma online, via Atendimento Digital. É de responsabilidade do usuário conferir os documentos necessários para a prestação do atendimento conforme o serviço desejado. O agendamento pode ser feito a partir deste link.

As perícias médicas também serão retomadas na modalidade presencial, igualmente com agendamento – neste caso, é preciso agendar clicando aqui. É importante destacar que o resultado da perícia médica presencial deve ser consultado 24 horas após o atendimento, no site do IPE Saúde, no Menu Mais Serviços ao Segurado – Consulta Situação de Perícia Médica, ou diretamente neste link.

O atendimento presencial será prestado de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h, na sede da Capital, que fica na Av. Borges de Medeiros, 1945. Contudo, em função da reforma para a modernização do edifício, o acesso ao prédio deve ocorrer pela Rua Dr. Vicente de Paula Dutra (nos fundos do edifício).

No interior do estado, o atendimento presencial acontece através do Programa Facilitadores, que prevê parcerias com as prefeituras. Para verificar horários e locais, clique aqui.

Dependentes estudantes

Usuários que são dependentes estudantes devem fazer a sua renovação semestral online, diretamente no site – o prazo para a renovação no primeiro semestre encerra no dia 31de março. Para os que já estão na condição de dependente estudante, o link da renovação é este. Quem vai aderir pela primeira vez à nova modalidade, deve clicar aqui.

Informações IPE Saúde 

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Após quatro anos, a família da vereadora Marielle Franco e a do motorista Anderson Gomes estão à espera de respostas sobre a motivação e os mandantes do assassinato ocorrido no dia 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro.

A contagem de tempo está no site do Instituto Marielle Franco e também nas redes sociais de pessoas públicas, como a jornalista Eliane Brum e a cartunista Laerte, com o intuito de não deixar que o caso seja esquecido pela Justiça do Rio de Janeiro.

Em 12 de março de 2019 ocorreu a prisão do sargento reformado da Polícia Ronnie Lessa e do ex-PM Élcio Vieira de Queiroz. A denúncia contra eles foi aceita pelo Tribunal de Justiça do Rio naquele mês. Ronnie Lessa foi apontado como o autor dos disparos e Élcio como o condutor do veículo.

O TJ negou o recurso pedido pela defesa dos acusados em fevereiro do ano passado e, com isso, os dois serão submetidos a júri popular. A data ainda não foi definida. Eles negam participação no crime.

Quem mandou matar Marielle? 

Ainda não se sabe por que e quem mandou matar Marielle. A força-tarefa do Ministério Público tenta desvendar quem foi o mandante do crime. Em agosto do ano passado, investigações deram conta de uma ligação de Ronnie Lessa com o ex-vereador do Rio, Cristiano Girão.

O parlamentar foi preso preventivamente em 2021, sob a acusação de ter participado com Lessa de um duplo homicídio — supostamente de um miliciano rival e da esposa — praticado em 2014 na zona oeste do Rio. O MP na ocasião pontuou que a prisão não tinha relação com o caso Marielle e Anderson.

Queremos Justiça!

“Mulher, negra, mãe e cria da favela da Maré”, como se apresentava, Marielle foi eleita a quinta vereadora mais votada da cidade em 2016. Reconhecida pela luta em defesa dos direitos humanos, das mulheres, da população negra, LGBT e das favelas, Marielle também se identificava com pautas ligadas à cidade.

O assassinato da parlamentar em exercício colocou seu nome e, agora, legado, em projeção nacional e internacional. “Marielle Presente” e “Não seremos silenciadas” ecoou pelas ruas de todo o Brasil e continuará até que o caso tenha realmente um final.

O CPERS, através do Departamento de Gênero e Diversidade, exige uma investigação rigorosa para que o assassinato da vereadora não seja mais um caso impune, sem resposta.  Marielle não será mais um número na violência contra a mulher.

Seguiremos na luta até que todas as mulheres sejam livres!

Marielle estará sempre viva no coração dos que lutam!

Marielle Franco, presente!

Foto: Bernardo Guerreiro/Veja

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Desde o último dia nove, os(as) educadores(as) da educação básica de Minas Gerais estão em greve. Com os salários congelados há cinco anos, a categoria decidiu cruzar os braços para exigir a justa reposição salarial.

O índice de reajuste pela inflação já chega a 56,62%. O governador Romeu Zema (Novo) apresentou a proposta de apenas 10,06%.

Neste ano, o Piso Salarial Profissional Nacional foi reajustado em 33,24%, chegando ao valor de R$ 3.845,63. Atualmente, o vencimento básico de um professor(a) em Minas Gerais é de R$ 1.982,54.

Pressionado, Zema judicializou a greve. A justiça determinou que os(as) servidores(as) suspendam a greve, além de obrigar o retorno imediato ao trabalho sob pena de multa diária no valor de R$ 100 mil ao SindUTE/MG (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação em Minas Gerais), sem determinar audiência de mediação.

Em nota, o sindicato já afirmou que recorrerá da decisão, solicitando, entre outras questões, que seja determinada audiência entre o governo do estado e o sindicato.

O CPERS solidariza-se a justa luta dos(as) educadores(as) mineiros. A valorização profissional é, mais do que nunca, urgente e necessária.

O sindicato também expõe seu repúdio a atitude do governador, que ao invés de priorizar o diálogo com a categoria, recorreu à justiça para penalizar ainda mais os educadores(as).

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Filhos e enteados de segurados com idade entre 18 e 24 anos incompletos podem ser dependentes do IPE Saúde, mas precisam realizar a renovação semestral para garantir a manutenção do benefício. Para isso, é necessário que sejam solteiros e sem união estável. O benefício estende-se para o tutelado e o menor sob guarda, nas mesmas condições, desde que comprovada dependência econômica do segurado.

Pré-requisitos:

Para ser enquadrado como dependente estudante, o beneficiário deve estar:

1) Enquadrado nos seguintes graus de dependência:

  • Filho(a) estudante – de 18 a 24 anos
  • Enteado(a) estudante – de 18 a 24 anos
  • Ex-tutelado(a) estudante – de 18 a 24 anos
  • Ex-menor sob guarda – de 18 a 24 anos

2) Ser solteiro, sem união estável

3) Matriculado em ensino regular, sendo aceitos os seguintes cursos:

  • Ensino fundamental
  • Ensino médio, inclusive EJA e médio-técnico
  • Ensino superior, presencial ou EAD, em instituição no Brasil ou no exterior
  • Pós-médio técnico, com 600 horas/aula ou mais, devidamente reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) e Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul (CEED)
  • Pós-graduação ou extensão, presencial ou EAD

Observação:

Não são aceitos comprovantes de matrícula em cursos preparatórios, como pré-vestibular, nem em cursos profissionalizantes.

Forma de solicitação:

Clique aqui para preenchimento de formulário e envio de documentos digitalizados diretamente no site do IPE Saúde.

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Mais uma semana de luta concluída com a #CaravanaDaVerdade percorrendo 100 escolas em regiões de oito núcleos do CPERS. Nesta sexta (11), o Sindicato desembarcou em Três Passos (27º) e Passo Fundo (7º), encerrando a agenda de mobilizações da terceira semana para denunciar as mentiras de Eduardo Leite (PSDB).

Percorrendo escolas e rádios, representantes da Direção Central e dos núcleos escancaram a verdade que o governo tenta mascarar: instituições de ensino na escuridão total ou com sérios problemas elétricos e de estrutura; educadores(as) na miséria e exaustos.



Em visita à EEEM Lucille Fragoso Albuquerque, de Passo Fundo (7º), selecionada para ser escola padrão no programa Avançar na Educação, do governo Leite, educadores(as) e alunos(as) sofrem com sérios problemas elétricos.

Desde maio de 2019, os 370 alunos(as) da instituição tiveram que ser transferidos para um antigo prédio do Senai, que estava desativado. O local adaptado, que fica a 1Km da sede da escola, está muito longe de uma estrutura adequada de ensino. Pior: é praticamente um depósito.

Para complicar ainda mais a situação, a EEEM Lucille Fragoso Albuquerque também foi alvo de vândalos e não há dinheiro para os reparos.

A direção da escola está constantemente em contato com a 7ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE). Mas não obtém sequer uma resposta concreta de quando as obras serão retomadas e nem quando receberá os investimentos do programa de Leite – que, ao invés de resolver os reais problemas das escolas, não passa de promessas vazias e marketing para se promover politicamente.



“Esta semana, a Seduc nos disse que vai verificar onde o projeto parou. É extremamente triste ver que a promessa de nos tornarmos uma escola padrão ficou parada. Essa situação é inadmissível”, desabafou a diretora da escola, Solange Aparecida Rocha Martins.



Já na EEEF Maurício Sirotsky Sobrinho, de Passo Fundo, além não ter sede própria e as aulas funcionarem em prédio alugado há 30 anos, também sofre com a falta de funcionários(as): dois professores(as) de matemática e um coordenador pedagógico.

Mobilização em todos os cantos do RS

Por onde a #CaravanaDaVerdade passa, fica claro para os gaúchos(as)  o descaso de Eduardo Leite (PSDB) com os educadores(as) e a educação, com o falso reajuste de 32%, exclusão de funcionários(as) e aposentados(as) sem paridade na valorização salarial, imposição do novo Ensino Médio, entre outros ataques.

“A sociedade tem cada vez mais certeza da incompetência do Eduardo Leite. É mais uma semana de escolas com problemas estruturais e educadores cada vez mais desgastados. Esse é um ano eleitoral e é a nossa oportunidade de resistir e acabar com o projeto desse governo que quer destruir com a educação pública”, asseverou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

“Concluímos mais uma semana de Caravana com o sentimento de dever cumprido, percebendo que a categoria denuncia as maldades do governo e a política salarial excludente, que mantém a categoria na miséria e com políticas pedagógicas que precarizam a educação e aumentam o desemprego, como o novo Ensino Médio, que só serve aos interesses da iniciativa privada”, destacou o 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt.

Para a secretária-geral, Suzana Lauermann, a Caravana está mobilizando os educadores(as) em todos os cantos do Rio Grande do Sul para resistir à política cruel de Eduardo Leite (PSDB).

“Estamos levando a contradição do governo para a categoria, o que está fazendo com que os educadores se dêem conta da estratégia do governo de nos dividir e nos separar. Professores e funcionários, da ativa e aposentados, estão se sentindo fortificados para lutar contra a política mentirosa Leite”

1º de abril: dia de Eduardo Leite, o mentiroso

Após cumprir a agenda de mobilizações em todos os 42 núcleos do CPERS com a #CaravanaDaVerdade, no dia 1º de abril, Dia da Mentira, o Sindicato fará uma grande Assembleia Geral coroando Leite como o maior mentiroso que a história do RS já viu.

“Vamos fazer uma grande homenagem ao governador Eduardo Leite. O dia 1º de abril, será o dia de Eduardo Leite, o mentiroso. Nossa Assembleia Geral vai coroar Leite como o maior mentiroso e inimigo da educação no RS”, afirmou a diretora Vera Lessês.

Na próxima semana, a #CaravanaDaVerdade passa por cidades que abrangem os núcleos de São Gabriel, Bagé, Rio Grande, Pelotas, Erechim, Lagoa Vermelha, Vacaria, Guaporé, Estrela, Bento Gonçalves e Caxias do Sul. Clique aqui para conferir o roteiro completo e acompanhe as nossas redes para mais informações!

Escolas visitadas nesta sexta (11):

>> Região de Três Passos (27°)

Escola Técnica Celeiro (ETEC), Bom Progresso
– EEEM Rocha Pombo, Crissiumal
– EEEM Ponche Verde, Crissiumal
– IEE Maria Cristina (CIEP), Humaitá
– EEEM Águia de Haia, Três Passos
– EEEM Sepé Tiaraju, Tenente Portela
– EEEM João Leopoldo Vogt, Barra do Guarita
– EEEM Érico Veríssimo, Vista Gaúcha
– EEEB Professora Cleia Salete Dalberto,Tenente Portela
– EEEM São Francisco de Sales, Campo Novo
– EEEM Santo Augusto, Santo Augusto
– EEEF Francisco Andrighetto, Santo Augusto
– Escola Ciep

>> Escolas de Passo Fundo (7°)

-EEEF Jerônimo Coelho, Passo Fundo
-EEEM Lucille Fragoso Albuquerque, Passo Fundo
-EEEM General Prestes Guimarães, Passo Fundo
-EEEF Coronel Gervásio Lucas Annes, Passo Fundo
-EEEM Professora Eulina Braga, Passo Fundo
-EEEB Monteiro Lobato, Passo Fundo
-CE Gomercindo dos Reis, Passo Fundo
-EEEF Maurício Sirotsky Sobrinho, Passo Fundo
-EEEM Maria Dolores Freitas Barros, Passo Fundo
-EEEM Mário Quintana, Passo Fundo
-EEEF Wolmar Antônio Salton, Passo Fundo
-EEEF Anna Willig, Passo Fundo
– EEEF Irmã Maria Margarida, Passo Fundo

 

   


     

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Com sérios problemas elétricos há três anos, a EEEM Lucille Fragoso Albuquerque, de Passo Fundo, é mais um retrato do abandono e desrespeito de Eduardo Leite (PSDB) com a educação pública gaúcha.

A #CaravanaDaVerdade visitou, nesta sexta (11), a escola e constatou de perto a incompetência do governo em resolver problemas básicos. Interditada desde maio de 2019, os 370 alunos da instituição tiveram que ser transferidos para um antigo prédio do Senai, que estava desativado.

O local adaptado, que fica a 1Km da sede da escola, está muito longe de uma estrutura adequada de ensino. Pior: é praticamente um depósito.

A biblioteca, improvisada, funciona onde era uma sala de curso de mecânica, que exala forte cheiro de fuligem, prejudicando a concentração e aprendizagem dos alunos(as).

Outro problema enfrentado diariamente pelos educadores(as) e estudantes é a falta de luz, que cai a todo momento; o governo prometeu reformar o prédio, mas até agora nada foi feito.

Para resolver o drama enfrentado pela escola, seria necessário cerca de R$ 150 mil. Porém, após vândalos invadirem e depredarem o local – quebrando vidros e bagunçando o prédio administrativo -, o dinheiro é insuficiente.

“Agora, são necessários mais de R$ 200 mil só para reestruturar o que foi vandalizado, mais o valor da rede elétrica”, destaca a diretora escola, Solange Aparecida Rocha Martins.

As promessas vazias de Eduardo Leite com o Avançar na Educação

Contraditoriamente, a EEEM Lucille Fragoso Albuquerque é uma das escolas escolhidas pelo Avançar na Educação, programa de Eduardo Leite (PSDB) que contempla um plano de investimentos de R$ 1,2 bilhão para “escolas padrão” da rede estadual.

De acordo com o marketing do governo, as instituições receberiam reformulação de espaços, internet de alta velocidade e conectividade, salas de leitura e recursos, acessibilidade, e a padronização de espaços de convivência, como áreas esportivas, refeitórios, salas de professores(as) e cozinha.

Mas, até agora, tudo não passa de promessa. A direção da escola está constantemente em contato com a 7ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), mas não obtém sequer uma resposta concreta de quando as obras serão retomadas.

“Esta semana, a Seduc nos disse que vai verificar onde o projeto parou. É extremamente triste ver que a promessa de nos tornarmos uma escola padrão ficou parada. Essa situação é inadmissível”, desabafa a diretora Solange.

 

“É muito triste porque a gente sofre junto com os colegas e os alunos. Estamos fazendo tudo que podemos. Estoura lâmpada, a gente repõe e assim vamos”, frisa a monitora Helena Bogóis.

O CPERS irá acompanhar de perto a situação da escola e cobrar da Seduc a urgência da resolução do problema para que tão logo os estudantes e professores(as) possam voltar à sede da instituição.

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