O CPERS repudia de forma veemente as declarações do deputado Arthur do Val (Podemos-SP), conhecido como “Mamãe Falei”, que deixaram claro sua postura racista, misógina e xenófoba. Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, o parlamentar demonstra seu caráter vil e machista.

Em áudios extremamente ofensivos e preconceituosos, enviados pelo Whatsapp, o deputado disse que “as mulheres ucranianas são fáceis porque são pobres”, demonstrando seu comportamento sexista, preconceituoso e desumano. A conduta, inadmissível por si só, torna-se ainda mais grave por se tratar de um parlamentar, que, ao menos na teoria, é para ser um legítimo representante do povo.

Os áudios hediondos tornam-se ainda mais graves ao considerarmos que o povo ucraniano encontra-se diante do pior confronto bélico após a segunda Guerra Mundial, que deixa as mulheres em uma situação de absoluta vulnerabilidade. Tirar proveito das fragilidades, em qualquer nível, em um estado de guerra é, absolutamente condenável e atroz.

A fala do parlamentar é uma verdadeira afronta aos direitos das mulheres, tão duramente conquistados e uma grave ameaça a equidade de gênero.

Esperamos que o comportamento do parlamentar receba as devidas punições para que tal atitude contra as mulheres jamais se repita.

 

 

 

 

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Nesta quinta-feira (3), em meio à #CaravanaDaVerdade – que tem percorrido todo o estado para desmascarar as mentiras de Eduardo Leite (PSDB) -, o CPERS fez-se presente em plenária com educadores(as) e equipe diretiva da EEEM Cristo Rei, de São Leopoldo, que está cotada para receber o programa cívico-militar do governo federal.

Trata-se de mais um aceno do governo Leite ao PSL, partido do presidente Bolsonaro e do deputado estadual Tenente-Coronel Zucco, entusiasta do modelo e autor da proposta.

O anúncio do MEC à escola Cristo Rei atende ao pedido do delegado Rodrigo Zucco, titular da 2ª delegacia leopoldense e irmão do Tenente-Coronel Zucco (PSL), que entregou ao ministro da educação, Milton Ribeiro, em maio do ano passado, ofício pela implantação de uma unidade em território leopoldense. 

O programa, pautado na cultura do medo e desrespeito à gestão democrática e aos profissionais da educação, institui a presença de oficiais da reserva ou brigadianos reformados no interior das instituições para “resgatar princípios como disciplina, ordem e valorização dos símbolos da pátria”.

“O militar não estará dentro da sala de aula. Ficará no pátio, no saguão. Vamos utilizar a meritocracia aos alunos. Os alunos vão fazer atividades com os militares, como cantar o hino, e deverão ir em silêncio até a sala de aula”, explicou João Andrades, desenvolvedor do programa de escola cívico-militar no RS.

“É importante a padronização. Os meninos devem estar de cabelo curto ou preso e as meninas sempre de cabelo preso”, completou.

O governo pretende implantar o programa em 216 escolas cívico-militares em todo o país, até 2023, sendo 54 por ano.

“Estamos sobrecarregadas; faltam funcionários e precisamos de auxílio. A verba é importante para a escola”, revela a diretora da Cristo Rei, Andréia Prestes.

A verba de R$54 milhões ao ano que o presidente Jair Bolsonaro (PL) destinou ao projeto de escolas cívicos-militares será utilizada majoritariamente para pagar os salários dos militares que irão trabalhar nas instituições. Na educação, Bolsonaro cortou R$ 802 milhões, dos quais R$ 499 milhões pertenciam ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

O 1° vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, afirmou que se trata de um projeto de governo, e não de Estado.

“Quando se trata em dinheiro, tudo se torna muito fácil. O governo Bolsonaro cortou milhões para a educação, mas tem dinheiro para escola cívico-militar. Transformar escolas em versões miniaturizadas de empresas (ideário neoliberal), prisões (repertório punitivo) ou quarteis (visão militaresca) ofende a inteligência coletiva e destroça o valor da profissão educador e da própria ciência pedagógica”.

“Nós, do CPERS, temos uma base político-pedagógica muito consistente. Nós defendemos a escola dentro dos princípios da constituição, movimento educacional, pedagógico e sindical”, completou.

Para o diretor Cássio Ritter, o fetiche da disciplina cívica não salvará jovens das drogas ou da violência urbana. Nem elevará o nível de ensino. Escola é para quem tem formação para educar, não para reprimir.

“Quero saber se esses monitores têm formação pedagógica, psicólogica.  Nosso salário precisa ser reconhecido. Se querem um ensino melhor, invistam em educador. Estamos com salários desfasados”, afirmou.

O CPERS reitera: trocar o giz pelo coturno é um desrespeito com a categoria e, cada vez mais, uma ameaça às crianças e adolescentes.

“É muito triste esse governo fazer parceria com militares. Se os governos tivessem uma política pública para a educação não estaríamos passando por essa situação. Sempre exigimos monitores nas escolas e, num momento de crise, seriam novos trabalhadores empregados. Para trabalhar com alunos, é preciso ter formação”, asseverou a diretora Vera Lessês.

O futuro da escola será definido por votação entre a comunidade; ainda será averiguado se os alunos terão ou não direito a voto.

Para Maristel Brasil, presidente do Círculo de Pais e Mestres (CPM) da escola, é preciso muita atenção à escuta aos filhos, parte essencial nesse processo decisivo.

“Temos que escutar os nossos filhos para saber o que acham disso. Lógico que a informação tem que ir de forma correta: pontos positivos e negativos. Que chegue na sala de aula essa informação aos alunos. Eu gostaria que a minha filha votasse. Aluno é parte fundamental nesse nosso olhar”, frisou.

Na ocasião, também estava presente Paulo Sérgio Batista, dirigente do 14° Núcleo do CPERS.

 

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No encerramento da segunda semana da #CaravanaDaVerdade, o CPERS esteve nos núcleos de Guaíba (34º), Porto Alegre (39° – zona sul) e Osório (13°).  No total, foram visitadas mais de 50 instituições.

No chão da escola, o Sindicato constatou problemas como estruturas precárias, número insuficiente de professores(as) e funcionários(as), espaços interditados e salas de aula lotadas.

Em Arroio dos Ratos, onde estiveram os diretores do CPERS, Suzana Lauermann e Leonardo Echevarria Preto, a EEEF Lygia Gonçalves Motta está com duas salas de aula interditadas. “A madeira foi apodrecendo e acabou cedendo o amadeiramento”, explica a diretora Débora Regina Menna De Carvalho Jardim.

Com o retorno totalmente presencial das aulas, foi preciso abrir mão do espaço da secretaria, da biblioteca e do laboratório de informática para acomodar os alunos(as).

A escola chegou a receber os recursos do BIRD durante o governo Ivo Sartori (MDB). Porém, antes mesmo de pensar em usar o valor para o conserto, o Executivo estadual retirou o dinheiro.

Já no Instituto de Educação Couto de Magalhães, na mesma cidade, os(as) educadores(as) queixam-se do grande número de alunos(as) em sala de aula. “São cerca de 35 a 40 alunos em algumas salas. Não existe distanciamento”, observa o diretor Getúlio Gelson Vaz Azzi.

Atualmente, o IE atende a cerca de 800 alunos(as).

Na capital, o roteiro da caravana foi realizado pelos diretores Rosane Zan, Glaci Weber, Carla Cassais e Cássio Rittter, juntamente com a diretora do 39º Núcleo, Neiva Lazarotto, e o professor Pedro Miguel Jacobs.

Na EEEF Onofre Pires, o grupo verificou os mesmos problemas constatados na última Caravana, realizada em novembro do ano passado. O piso da secretaria segue extremamente danificado. Devido a infiltrações, todo o parquê do chão descolou. O problema persiste desde 2019.

Quatro salas de aula já começam a apresentar o mesmo problema. Além disso, no terreno que fica na parte de trás da escola, o esgoto continua a céu aberto e o mato toma conta do espaço.

A verba extraordinária, prometida pelo governo para a resolução destes problemas, ainda não foi liberada. “Mesmo assim, quando vier, não será o suficiente para fazer todos os reparos”, lamenta a diretora Bruna Ruiz dos Santos.

A Onofre já sofreu vários arrombamentos e atualmente conta com um vigilante. Porém, o que preocupa é o fato do contrato acabar em breve. “A Seduc diz que daqui a alguns meses terá que ser aberta uma nova licitação para contratar outra empresa de vigilância por mais seis meses. Daqui a pouco ficaremos sem vigia novamente”, aflige-se Bruna.

A persistência das dificuldades também foi constatada na EEEF Dr. José Carlos Ferreira. Parte do prédio corre o risco de desabar. E ainda há problemas de infiltrações nas paredes e risco de desabamento da fachada. A instituição também aguarda a liberação da verba do governo.

Na região do 13º Núcleo, em Osório, foram realizadas diversas plenárias com o objetivo de dialogar sobre as mentiras de Eduardo Leite (PSDB) e outros temas relevantes à categoria. Durante os encontros, as diretoras do CPERS, Vera Lessês e Alda Maria Souza, reuniram-se com educadores(as) – da ativa e aposentados(as) – de escolas de toda a região.

Caravana mobiliza a categoria para a luta

O 1º vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, ressalta que – além de denunciar as mentiras de Eduardo Leite (PSDB) – a #CaravanaDaVerdade destaca a importância da luta para garantir a integralidade do piso para os professores(as) e a extensão do reajuste para os funcionários(as) de escola. Outra questão destacada, são os riscos oferecidos pelo Novo Ensino Médio.

“Ressaltamos as ameaças que o Novo Ensino Médio apresenta, como a redução de carga horária e até mesmo demissões. Também pontuamos a contrariedade à política do governo Bolsonaro e o corte de R$ 802 milhões no orçamento do MEC”, expõe Saratt.

Para definir os próximos passos da luta, o CPERS realizará Assembleia Geral no início de abril. Informações sobre local, dia e horário serão disponibilizados em breve.

“Temos que fazer uma Assembleia massiva para juntos decidirmos os próximos passos da categoria e desmentir as inverdades de Leite”, conclama o diretor Cassio Ritter.

Na próxima semana, a #CaravanaDaVerdade estará nos núcleos de Palmeira das Missões (40º núcleo), Frederico Westphalen (26º núcleo), Passo Fundo (7º núcleo), Carazinho (37º núcleo), Santo Ângelo (9º núcleo), Santa Rosa (10º núcleo), Três Passos (27º núcleo) e Três de Maio (35º núcleo).

Escolas visitadas nesta sexta-feira (04/03):

>> Porto Alegre (39º núcleo)

  • NEEJA Presídio Central
  • EEEF Onofre Pires
  • EEEF Dr. José Carlos Ferreira
  • IEE Paulo da Gama
  • EEEM Dr. Oscar Tollens
  • CE Francisco A Vieira Caldas Junior
  • EEEF Araguaia
  • CE Eng. Ildo Meneghetti – CPM
  • EEEM José do Patrocínio
  • EEEF Três de Outubro
  • EEEF Rafael Pinto Bandeira
  • EEEM Padre Réus
  • EEEF Jeronimo de Albuquerque

>> Região de Guaíba (34º núcleo)

  • IE Couto de Magalhães – Arroio dos Ratos
  • EEEF Lígia Gonçalves Mota – Arroio dos Ratos
  • EEEF Dr. José Athanasio – São Jerônimo

 >> Região de Osório (13º núcleo) 

  • EEEM Maria Teresa Vilanova Castilhos – Polivalente, Osório
  • EEEF Profº Milton Pacheco, Osório
  • EEEM Ildefonso Simões Lopes, Osório
  • EEEF General Osório, Osório
  • EEEB Prudente de Morais, Osório
  • EEEF Padre Réus, Santo Antônio da Patrulha
  • IEE Santo Antônio, Santo Antônio da Patrulha
  • IEE Maria Angelina Maggi, Três Cachoeiras
  • EEEF Justino Alberto Tietboehl, Torres
  • IEE Barão de Tramandaí, Tramandaí

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“Não é o momento, em hipótese alguma, de liberar o uso de máscaras entre as crianças. Somente agora estamos vendo alguma redução de novos casos. Com a flexibilização do uso, ainda mais após o feriado de carnaval, pode ocorrer aumento na disseminação do vírus”, alerta o chefe do serviço de infectologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Eduardo Sprinz. O especialista refere-se ao decreto estadual 56.403, emitido pelo governo Eduardo Leite (PSDB), e que torna apenas recomendável, e não mais obrigatório, o uso de máscara em crianças com menos de 12 anos.

Sprinz observa também que esta faixa etária está sendo mais afetada atualmente do que em outros momentos da pandemia. “Como no pico que tivemos em janeiro e fevereiro, até então eu não tinha visto tantas crianças internando com Covid.”

O médico infectologista, Alexandre Zavascki, endossa as afirmações de Sprinz e chama a atenção para o baixo índice de imunização infantil, que até o dia 1º de março estava em apenas 44% em crianças de até 11 anos. “Não é hora de retirar a obrigatoriedade do uso de máscaras, principalmente nessa faixa etária que não está bem coberta pela vacinação. Este é o momento em que nós temos o maior número de casos de crianças acontecendo em toda a pandemia”, afirma.

Clovis Prates/HCPA

“Ao tirar as máscaras agora, não só estaremos expondo nossos filhos ao risco da infecção como atrasaremos a chegada, justamente, desse momento de mais segurança, pois vamos estar mantendo um ciclo de infecções”, conclui Zavascki.

Para o CPERS, em um cenário de alta transmissão da variante ômicron, o governador Eduardo Leite (PSDB) age na contramão das medidas de prevenção e cuidado.  Tornar facultativo o uso de máscara nessa faixa etária é um ato de extrema irresponsabilidade. “Desrespeitar as indicações de quem realiza um trabalho sério a serviço da saúde pública demonstra imprudência, insensatez e desumanidade”, observa a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

Após pressão, governo recua, mas não revoga decreto 

Após pressão da sociedade e de entidades ligadas à educação, nesta sexta-feira (4), o Comitê Científico do governo lançou uma nota técnica “recomendando fortemente” o uso das máscaras e afirmando que as instituições de ensino e os municípios têm autonomia para definir como orientar o uso da máscara dentro do ambiente escolar.

Apesar da alteração no discurso, o decreto não foi revogado e a flexibilização segue valendo.

Governo descumpre acordo no qual comprometeu-se em garantir a segurança nas escolas 

O texto do decreto, cheio de contradições e sem respaldo científico, é uma clara desobstrução de acordo firmado em outubro de 2021, quando o  governo do Estado assinou um termo de compromisso, através do Ministério Público, com o CPERS, a Associação de Mães e Pais pela Democracia (AMPD) e a FETEE-SUL, onde assumia a responsabilidade de manter a segurança nos ambientes escolares.

>>> Confira aqui o termo completo!

Orientações para as escolas

O Sindicato orienta as escolas a reunirem seus COEs e o Conselho Escolar para deliberarem sobre o uso das máscaras em crianças e, após a decisão, que comuniquem à comunidade escolar.

O sindicato apoia a ação movida pela Associação Mães e Pais pela Democracia, que solicitou a imediata alteração do decreto, para que se assegure a obrigatoriedade do uso de máscaras para todas as pessoas com idade acima de dois anos.

Esta semana, as bancadas do PDT, PSOL e PT entraram com requerimento na Assembleia Legislativa pedindo a sustação do decreto estadual.

Importante esclarecer que o CPERS não entrou com ação própria, visto que, a entidade não representa as crianças e sim os educadores(as).

Reforçamos nossa posição de que máscaras e vacinas salvam vidas!

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A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) lança neste mês de março a 20ª edição da Revista Mátria, publicação anual da revista que celebra o Dia Internacional da Mulher – 8 de março.

Esta edição homenageia a cantora Elza Soares, artista incansável na luta contra o racismo e a discriminação contra as mulheres, que morreu cumprindo a promessa de cantar até o fim.

Além da homenagem, a revista traz ainda entrevista exclusiva com a cientista Lorena Barberia, professora do departamento de Ciência Política da USP e membro do Observatório Covid-19 BR, que fala sobre a movimentação feminina na ciência e seu grande destaque no combate à pandemia. O encarte teórico desta edição – “Não é uma crise, é um projeto: os efeitos das reformas do estado entre 2016 e 2021 na educação” – apresenta dados analíticos a partir dos marcadores de gênero e raça, buscando compreender como essas categorias estão presentes nas desigualdades educacionais.

A Mátria será distribuída gratuitamente em sindicatos, escolas públicas e bibliotecas, estimulando o debate sobre temas importantes para as lutas das mulheres por mais segurança, equidade e direitos.

>> ACESSE A VERSÃO DIGITAL DA REVISTA MÁTRIA (EM PDF)

Saiba mais sobre a Mátria

A Revista Mátria é produzida anualmente pela CNTE desde 2003, com a proposta de debater a luta da mulher pela igualdade de direitos, de maneira informativa e educativa. O intuito é contribuir para que o mundo seja um lugar onde todos tenham espaço, vez, voz e sejam tratados com justiça e igualdade de oportunidades. Acesse a versão digital (em PDF) e leia também as edições anteriores da revista.

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Nessa quinta-feira (3), o CPERS deu continuidade à #CaravanaDaVerdade na região metropolitana. Representantes da direção central e dos núcleos do Sindicato passaram por escolas e rádios de Taquara, Três Coroas, Parobé, Igrejinha, Cachoeirinha, Gravataí, Viamão, Alvorada e Porto Alegre.

Ao todo, 29 instituições foram visitadas para denunciar as mentiras de Eduardo Leite (PSDB) e o seu descaso com a educação pública.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, ressalta que a caravana tem o objetivo de esclarecer, mas também de mobilizar a categoria para as lutas nesse ano tão importante.

“Estamos percorrendo todo o estado para debater e mobilizar a categoria para a grande Assembleia Geral que teremos ao final da caravana. Vamos prestar esclarecimentos e reafirmar o nosso compromisso com a escola pública de qualidade. Também denunciaremos a falta de estrutura ainda existente nas escolas, apesar do marketing do governador que diz ter aumentado as verbas, seguimos constatando diversas instituições ainda com muitos problemas”.

Em visita às escolas de Taquara, o 1° vice-presidente do CPERS, Alex Saratt, acompanhado da diretora do 32° Núcleo, Simone Goldschmidt, destaca que a desvalorização salarial da categoria tem resultados concretos na vida dos(as) educadores(as).

“Estamos há quase oito anos sem reposição salarial. Quem sobrevive com o mísero salário de 20h de carga horária pago pelo do estado? A inflação está alta e a estiagem castigando. Temos escolas em situação precária, com muro caindo, fiação elétrica comprometida e esgoto a céu aberto. Nosso sindicato tem gente, tem força. Precisamos acreditar nisso”.

Descaso e morosidade atrapalham início do ano letivo em Porto Alegre

Aulas no escuro e salas de aula interditadas, assim como em diversas outras escolas já denunciadas pela caravana do CPERS, essa é a realidade da EEEF Brasília, de Porto Alegre.

O diretor da instituição, Ney Colombo, que assumiu a direção há 15 dias, está tentando reorganizar o local para receber os alunos, mas encontra dificuldades diante de tantas adversidades. “A nossa escola está com problemas na rede elétrica e na iluminação, que precisa ser readequada. Também temos algumas salas interditadas, como a sala de vídeo, áudio e o auditório, que também precisa de reforma.”

Mesmo com essa realidade, a escola de ensino fundamental retomou as aulas presenciais e o diretor busca alternativas para receber os alunos(as).

Escola que atende alunos especiais sofre com o descaso do governo Leite

Na Escola Normal 1° de Maio, faltam três funcionários(as) de limpeza. Atualmente a instituição conta com apenas um profissional para cumprir as tarefas do dia a dia. “A Seduc fala que está em processo de escolha da empresa terceirizada para suprir a nossa demanda, mas não temos como aguardar por muito tempo”, afirma o diretor Daniel Kruse.

Na instituição também faltam monitores para atender os dez alunos especiais matriculados. “Vi pais quase chorando perguntando se a escola continuará atendendo os seus filhos. Eu disse: claro, vamos dar um jeito. Mas as professoras não estão dando conta de cuidar dos alunos com necessidades especiais e dar aula aos demais ao mesmo tempo”, destaca Kruse.

Nesta sexta-feira (4), a #CaravanaDaVerdade desembarca nos núcleos de Porto Alegre (39° Núcleo – Zona Sul), Guaíba (34° Núcleo) e Osório (13° Núcleo).

Até o fim de março, o Sindicato estará na estrada mobilizando a categoria e desmascarando as mentiras do governador.  Clique aqui para conferir o roteiro completo e acompanhe as nossas redes para mais informações!

Escolas visitadas em Taquara:

EEEM Prof Hermínia Gaewersen Marques (Taquara)
EEEM Dirceu Marilio Martins (Taquara)
EEEM Rodolfo Von Lhering (Taquara)
EEEF 27 de Maio (Taquara)
Colégio Estadual 12 de Maio (Três Coroas)
Colégio Augusto Roennau (Três Coroas)
EEEM Adelina da Cunha (Parobé)
EEEF Nilo Carlito Koetz (Parobé)
EEEM José Augusto Henemann (Parobé)
EEEM Engenheiro Parobé (Parobé)
Colégio Estadual João Mosmann (Parobé)
EEEM Berthalina Kirsch (Igrejinha)
EEEF Promorar (Igrejinha)
EEEF Figueiras (Igrejinha)
IEE Olívia Lahn Hirt (Igrejinha)

Escolas visitadas em Gravataí:
EEEM Osvaldo Camargo (Cachoeirinha)
EEEM José Maurício (Gravataí)
EEEM Governador Walter Jobim (Viamão)
EEEM Senador Salgado Filho (Alvorada)

Escolas visitadas em Porto Alegre (38º): 
EEEM Itália (Porto Alegre)
Colégio Estadual Japão (Porto Alegre)
EEEB Fernando Gomes (Porto Alegre)
Escola Normal 1° de Maio (Porto Alegre)
EEEF Gen. Daltro Filho (Porto Alegre)
Colégio Estadual Marechal Floriano Peixoto (Porto Alegre)
ETE Irmão Pedro (Porto Alegre)
Escola Técnica Estadual Senador Ernesto Dornelles (Porto Alegre)
EEEF Brasilia (Porto Alegre)
EEE Recanto Da Alegria (Porto Alegre)

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Nesta quarta-feira (2°), o IPE Saúde disponibilizou os comprovantes para fins de Imposto de Renda referentes ao exercício de 2021, tanto para os segurados(as) como para os prestadores(as).

No caso dos segurados(as), para emitir os informes, o usuário deverá acessar a aba “Mais Serviços para o Segurado” e buscar a opção “Declarações Para Imposto de Renda” conforme seu perfil, com login e senha. Clique aqui para mais informações.

Também é possível emitir comprovantes específicos para pessoas que receberam Requisições de Pequeno Valor (RPV) ou Precatórios, ao clicar neste link.

Já os prestadores devem clicar no acesso administrativo, na área de Serviços para o Prestador, informando seu código de Credenciado e sua senha. Caso tenha esquecido ou não saiba a senha, é possível solicitar uma nova senha a partir da área de Serviços para o Prestador.

Informações: Ascom IPE Saúde

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O dia 8 de março é uma data que mobiliza e articula mulheres de todas as idades, raças, identidade de gênero e dos mais diferentes setores da sociedade em torno de pautas comuns, dentre as quais estão a luta contra a violência, o racismo, a fome e a garantia de direitos para todas as mulheres.

Vivenciamos atualmente uma conjuntura em que retrocessos e perdas de direitos historicamente conquistados atingem ainda mais duramente as mulheres.

Todas as mulheres têm o direito a viver uma vida livre de qualquer tipo de violência, agressões físicas, abusos e violações sexuais. No entanto, milhares delas sofrem com essa realidade todos os anos, no Brasil e no mundo.

O 8 de março se volta também para oferecer alternativas a esse quadro de naturalização da violência contra as mulheres.

É preciso reeducar os homens contra o machismo, que deve ser combatido diariamente, nos mais variados ambientes. O combate ao machismo estrutural é uma luta de toda a sociedade, em que homens e mulheres precisam caminhar lado a lado.

Cabe evidenciar ainda, que a maior marca do 8 de Março continua sendo a imensa capacidade de mobilização, articulação e incidência dos diferentes movimentos de mulheres. Uma unidade de alianças construída na diversidade.

A nossa luta é “Pela Vida das Mulheres! Por um Brasil com Trabalho Digno, Sem Fome, Sem Violência, Sem Racismo e Sem LGBTQIfobia!”
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Enquanto Eduardo Leite (PSDB) propaga aos quatro cantos o discurso mentiroso de que investe no ensino público gaúcho, dados levantados pelo Dieese, a partir de informações do Censo Escolar 2021, constatam que – ao invés de avançar – a educação desanda.

O Rio Grande do Sul é o estado que registrou maior queda no número de matrículas na Educação de Jovens e Adultos (EJA), em 2019, com extinção de 40 mil inscrições, o que corresponde a uma redução de 56%.

Os dados são preocupantes e acendem um alerta sobre o futuro da EJA no RS. Em 2019, havia 71.703 estudantes matriculados em aulas desta modalidade; já, em 2021, o número caiu para 31.552. 

>> Acesse o levantamento completo aqui.

Ao todo, 258 municípios não registram matrículas de EJA através da rede estadual, o que corresponde a 51,9%.

Além disso, 178 cidades (35,8%) não registram matrículas para jovens e adultos nem pela rede estadual e nem pela rede municipal de ensino.

Dos municípios que registravam matrículas na rede estadual em 2019, 40 deixaram de inscrever em 2021; e 14 cidades apontam queda superior a 80% no número de matrículas nas instituições de ensino estaduais.

Tabela 1 – Municípios que em 2021 registraram queda superior a 80% no número de matrículas EJA em comparação com 2019 na rede estadual de ensino Rio Grande do Sul, 2021

Vale destacar que, em 2021, milhares de jovens e adultos(as) padeceram com a espera na homologação de suas matrículas na modalidade. A liberação das mesmas só foi realizada após muita pressão do CPERS e das instituições de ensino.

Os números comprovam que o maior legado que o governador deixa para o Rio Grande do Sul é a destruição da educação pública.

O projeto neoliberal do governo de enxugamento da rede segue a passos largos nos últimos anos, aprofundado à política de fechamento de turmas e escolas, redução do número de matrículas da EJA e desvalorização dos educadores(as), cujo poder de compra foi reduzido para mais da metade da inflação.

O CPERS segue na luta cobrando do governo políticas concretas que valorizem a educação pública gaúcha e os educadores(as). Desde o dia 22, o Sindicato percorre todo o estado com a #CaravanaDaVerdade para desmascarar as mentiras de Eduardo Leite (PSDB).

Leia também

>> Censo Escolar comprova intenção de Eduardo Leite de acabar com os NEEJAs

>> Eduardo Leite aplicou menor percentual em educação nos últimos 12 anos

>> Educação em baixa: RS tem maior queda no número de matrículas na EJA desde 2019

>> Dados do Censo Escolar comprovam o descaso de Eduardo Leite com a educação pública

 

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Eduardo Leite (PSDB) mais uma vez ataca a Educação Pública, agora, o foco do governo são os Núcleos Estaduais de Educação de Jovens e Adultos  (NEEJAs). Na última semana, o governo encaminhou ofício para as Coordenadorias Regionais de Educação (CREs) comunicando o enxugamento e remanejamento do quadro de professores(as) dos NEEJAs.

Desta forma, Leite retira dos jovens e adultos a possibilidade de acabarem os estudos e conseguirem uma oportunidade melhor no mercado de trabalho, destruindo desta maneira milhares de sonhos.

Em uma pesquisa realizada pelo Dieese, com dados do Censo Escolar 2021, na rede estadual de ensino no Rio Grande do Sul, haviam 2.182 matrículas na modalidade.

Atualmente, dos 497 municípios gaúchos, apenas 18 contam com oferta do NEEJA (Tabela 1).

O documento também compara o ano de 2019 com 2021, verificando que pelo menos cinco municípios deixaram de ofertar a modalidade, são eles: Canoas, Carazinho, Caxias do Sul, Pelotas e Soledade.

>>> Confira aqui o estudo completo. 

Constatou-se na pesquisa a redução de núcleos nos municípios, por exemplo, Porto Alegre. Em 2019, a capital contava com sete núcleos, em 2021, passou a registrar apenas quatro. Isso ocorreu também em Cruz Alta, Passo Fundo e Santo Ângelo.

Também foi verificado que os municípios de Frederico Westphalen, Lajeado, Santo Cristo, Tenente Portela e Venâncio Aires passaram a ofertar a modalidade no ano de 2021.

O estudo concluiu que mesmo considerando que embora alguns núcleos foram fechados e outros abertos, para a comunidade o saldo é negativo. Em 2019 havia, de acordo com os registros no Censo – que é preenchido pela própria entidade de ensino -, na rede estadual, um total de 29 núcleos e em 2021 passou para 23, ou seja, seis núcleos a menos em um espaço curto de tempo.

Luta para assegurar os NEEJAs

O CPERS juntamente com os seus 42 núcleos, repudia essa ação e conclama todos para um movimento que garanta o direito à educação e ao emprego dos educadores(as). Exigimos a imediata suspensão da orientação encaminhada e o restabelecimento das condições anteriores.

“É necessário resistirmos, educação de qualidade se faz com professores para atenderem dignamente os alunos das nossas escolas. Vamos defender os NEEJAs porque é importante que aqueles que não puderam estudar em seu momento escolar, e que voltaram para a escola, tenham esse esforço reconhecido e condições para desenvolver o seu conhecimento”, destaca a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

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