🚨 CHEGA DE DESCASO COM A EDUCAÇÃO E OS EDUCADORES(AS) 🚨 

No próximo dia 5 (terça-feira), professores(as) e funcionários(as) de escola – da ativa e aposentados(as) – têm compromisso marcado com a luta.

Vamos realizar um grande Ato Estadual em Porto Alegre contra os desmandos dos governos federal e estadual, por valorização e respeito.

▶️ Chega de confisco dos salários dos aposentados(as)!

▶️ Chega de corrupção na Seduc e no MEC!

Vamos lutar por:

▶️ Valorização salarial para todos(as) os trabalhadores da educação;

▶️ Aumento do Salário Mínimo Regional;

▶️ Atualização dos valores do vale-refeição e vale-transporte;

▶️ Contra a PEC 274;

▶️ Pagamento dos dias de greve;

▶️ Em defesa do IPE Saúde público e de qualidade.

A concentração será às 9h, em frente à sede do CPERS, e seguiremos em caminhada até o Palácio Piratini.

🤝🏾 Contate o seu núcleo do CPERS e mobilize-se! #Dia5VaiTerLuta

1º – Caxias do Sul – 54.3223.2431
2º – Santa Maria – 55.3221.7262
3º – Guaporé- 54.3443.1232
4º – Cachoeira do Sul – 51.3722.3985
5º – Montenegro – 51.3632 2654
6º – Rio Grande – 53.3232.8685
7º – Passo Fundo – 54.3313.2247
8º – Estrela – 51.3712.1798
9º – Santo ngelo – 55.3312.3755
10º – Santa Rosa – 55.3512.1564
11º – Cruz Alta – 55.3322.3184
12º – Bento Gonçalves – 54.3452.4775
13º – Osório – 51.3663.1886
14º – São Leopoldo – 51.3592.4968
15º – Erechim – 54.3522.1637
16º- São Borja – 55.3431.2647
17º – Bagé – 53.3242.4122
18º – Santa Cruz do Sul – 51.3713.1588
19º – Alegrete – 55.3422.2944
20º – Canoas – 51.3476.2656
21º – Uruguaiana – 55.3412.2734
22º – Gravataí – 51.3488.3712
23º – Santana do Livramento – 55.3242.3654
24º – Pelotas – 53.3225.2166
25º – Lagoa Vermelha – 54.3358.2559
26º – Frederico Westphalen – 55.3744.3441
27º – Três Passos – 55.3522.1917
28º – Soledade – 54.3381.1130
29º – Santiago – 55.3251.2602
30º – Vacaria – 54.3231.2308
31º – Ijuí – 55.3332.9711
32º – Taquara – 51.3542.1489
33º – São Luiz Gonzaga – 55.3352.2859
34º – Guaíba – 51.3480.3022
35º – Três de Maio – 55.3535.1942
36º – Cerro Largo – 55.98453.7847
37º – Carazinho – 54.3331.3551
38º – Porto Alegre – 51.3227.4143 / 3062.4146
39º – Porto Alegre – 51.3221.2380
40º – Palmeira das Missões – 55.3742.1373
41º – São Gabriel – 55.3232.5860
42º – Camaquã – 51.3671.5081

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

A reforma do Ensino Médio é um dos piores retrocessos da história do Brasil que pode produzir o aumento da desigualdade entre estudantes mais ricos e mais pobres. O grande prejuízo é aprofundar o abismo que existe entre as escolas. A opinião é de Fernando Cássio, professor da Universidade Federal do ABC (UFABC), em entrevista, nesta segunda-feira (27), ao portal da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

“A reforma, que promete fazer uma revolução, na prática significa que você vai diminuir o conteúdo da escola dos alunos mais pobres, então a implantação da reforma é um atraso”, diz Cássio.

O pesquisador de políticas educacionais e professor da UFABC rebate ponto a ponto das informações do Ministério da Educação sobre o chamado Novo Ensino Médio (NEM), que prevê uma nova organização curricular “mais flexível”, oferece “oferta de diferentes possibilidades de escolhas aos estudantes” e “aproxima as escolas à realidade dos estudantes de hoje, considerando as novas demandas e complexidades do mundo do trabalho e da vida em sociedade”.

“A reforma do Ensino Médio é uma política de reforma de currículo. Ela promete fazer uma série de promessas para os estudantes do país, como acessibilidade curricular, qualificação profissional, expansão de jornada escolas, etc. Porém, ela não está acompanhada por uma série de políticas que criariam as condições materiais para realizar essas promessas”, afirma o professor, que ressalta: “Não inclui, por exemplo, a valorização profissional, carreira, condições do trabalho do professor, infraestrutura escolar, a permanência de estudantes mais pobres, então na prática essa reforma pode produzir o aumento da desigualdade entre estudantes mais ricos e mais pobres”.

Futuro dos trabalhadores

A partir de janeiro deste ano, e gradualmente até 2024, começou a ser aplicada em todo o país a reforma do Ensino Médio, aprovada pelo então presidente, Michel Temer (MDB), que aprovou mais duas reformas que que jogaram o país na informalidade e no desemprego: a reforma da Previdência e Trabalhista.

“Temos que ter cuidado porque a gente fala muito da reforma da Previdência e da reforma Trabalhista e deixamos de lado a reforma do Ensino Médio, e ela tem tudo a ver com isso. Porque é a reforma do Ensino Médio que é responsável por formar futuros trabalhadores”, afirma Cássio.

Na prática, a reforma do Ensino Médio traz aos alunos formações precárias com cursos de curta duração e aulas por vídeo conferência. No Paraná, por exemplo, professores contratados de universidade levam os alunos para assistir televisão. Já no estado de São Paulo houve contratação de professores de escolas técnicas privadas para dar curso apostilado.

Para Cássio, aula sem laboratório, sem sala de aula, sem carga horária, é, portanto, uma qualificação profissional sem qualidade. “Os alunos estão trocando aula de física, matemática, geografia, ciências e sociologia por esses itinerários formativos de baixíssima qualidade”.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) , em carta aberta, se posicionou pela revogação da Reforma do Ensino Médio (Lei 13.415/2017)”. O documento foi publicado no dia 8 de junho e apresenta 10 razões que evidenciam o caráter antidemocrático desta Reforma, que é um projeto de educação avesso à equidade e ao combate das desigualdades sociais e educacionais.

A entidade também vai promover a Jornada de Formação e Debate sobre o “Novo Ensino Médio” que será realizada no próximo dia 28 de junho (terça-feira) às 19h, online pela plataforma Zoom, direcionado para os secretários de assuntos educacionais e interessados/as pelo tema, que pertençam aos sindicatos filiados à CNTE.

Fonte: CNTE

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

A partir deste domingo (1°), Dia do Trabalhador, a Uniodonto – maior operadora de planos odontológicos do sul do país – chega para cuidar da saúde bucal de milhares de professores(as) e funcionários(as) de escola associados(as) ao CPERS.

A parceria, firmada no mês de março, agora está disponível garantindo valor diferenciado nos planos de assistência odontológica especial da Uniodonto, em todo o território nacional.

O plano, sem coparticipação, é acessível para associados(as) e seus familiares, mediante contribuição mensal individual – pago para cada dependente – e cobre consultas, exames, extrações, limpezas, tratamentos e muito mais.

O pagamento pode ser feito em 4x no boleto ou até 12x no cartão de crédito (com juros).

Vamos cuidar da saúde bucal? Confira abaixo como aderir ao plano!

>> Clique aqui para conferir o manual de usuário do associado do CPERS
>> Para aderir ao plano clique aqui
>> Para mais informações clique aqui ou ligue (51) 3024.3090 / (51) 99668.1150.

Ainda não é sócio(a) do CPERS? É possível se filiar 100% online. e siga o passo a passo. É fácil, rápido e seguro!

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Neste 28 de junho é celebrado o Dia do Orgulho LGBTQIA+. A data é comemorada mundialmente e tem como origem um episódio ocorrido em 1969, na cidade de Nova York, mais precisamente no bar “Stonewall Inn”, que nos anos de 1960 era um dos mais conhecidos redutos gay da cidade.

Importante lembrar que, até 1962, não ser heterossexual era crime nos Estados Unidos. Nas ruas de Nova York, quem não vestisse pelo menos três peças de roupa “apropriadas ao seu gênero” poderia ser preso. E meias não contavam. Não à toa, muitas drag queens aboliram o uso de saltos altos para poder correr melhor da polícia quando necessário.

Apesar de já existirem algumas movimentações da comunidade LGBTQIA+, a Revolta de Stonewall se tornou o marco mais representativo das lutas pelos direitos dessa população. Naquele ano, há mais de cinco décadas, os frequentadores do bar decidiram se rebelar contra a opressão policial, que frequentemente assolava o público do lugar. Foi assim, que pela primeira vez na história da humanidade, a comunidade LGBTQIA+ encurralou a polícia, que até então sempre havia a encurralado.

Se antes, viver em guetos era uma forma de proteção, depois do dia 28 de junho de 1969, mostrar-se passou a ser a forma mais eficaz de se defender. Em 1970, mais de dez mil pessoas se reuniram para comemorar um ano da revolta de Stonewall, dando início ao que conhecemos hoje como sendo às Paradas LGBTQIA+, que acontecem nos mais diversos lugares do mundo, com multidões nas ruas levantando a bandeira do arco-íris (símbolo desse orgulho).

Quando a revolta de Stonewall aconteceu, o Brasil passava por um dos piores momentos da Ditadura Militar. Menos de um ano antes, em dezembro de 1968, havia sido outorgado o Ato Institucional n.º 5, que retirava uma série de liberdades civis, de direitos individuais e fez aumentar a censura. Apesar de todo esse cenário, curiosamente o Brasil, país onde mais ocorrem crimes de ódio contra LGBTQIA+ no mundo atualmente, foi a primeira nação das Américas a descriminalizar a homossexualidade.

A Parada do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo, uma das maiores do mundo, começou somente em 1997, sendo hoje o evento que mais reúne turistas na capital paulista (e o segundo do Brasil, perdendo somente para o carnaval carioca). No Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, a primeira Parada Livre aconteceu em 1998.

É preciso destacar que Stonewall foi o grande levante de uma população em revolta, após ser violentada ao limite, em nome de duas coisas que não só devem ser vistas como direitos essenciais, mas também como premissas fundamentais de qualquer sociedade justa: o direito das pessoas serem quem quiserem ser, e ainda o amor, seja ele como for!

Não esqueçamos nunca dos que começaram essa luta! Se hoje em dia a comunidade LGBTQIA+ tem um mínimo de liberdade, apoio e direitos garantidos, com certeza muitas pessoas sacrificaram suas vidas para que hoje se possa lutar, ainda que pelo mínimo já conquistado. Que o exemplo dos antepassados sirva de estímulo para seguirmos adiante!

Que mesmo em tempos tão difíceis e de tanta luta, a gente ainda consiga celebrar o amor!

O CPERS, por meio do seu Departamento de Gênero e Diversidade, apoia o movimento LGBTQIA+ e celebra também esse orgulho de ser quem se é. O amor vencerá!

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Na última semana o Estado deu início à segunda etapa do acordo de conciliação de precatórios.

Quem não aderiu no primeiro chamamento, mas tem interesse em conciliar, deve preencher o formulário disponibilizado pela assessoria jurídico do CPERS, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, clicando aqui!

O prazo para a solicitação vai até 07 de julho.

Podem aderir todos os clientes com precatórios expedidos até o orçamento de 2022. Quem já assinou o documento na primeira etapa não precisa preencher novamente.

Para mais informações, contate o escritório pelo número (51) 3073.7512

Leia também:

> Precatórios: golpistas tentam roubar clientes com golpe via WhatsApp

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

A PEC 274/2019, de autoria do deputado Eric Lins (PL), pode ser votada nesta terça-feira (28), na Assembleia Legislativa, e representa mais um ataque à educação pública gaúcha.

Confira, abaixo, alguns dos principais prejuízos – caso a PEC seja aprovada e clique nos links para pressionar os deputados(as) para que digam #NãoàPEC274!

Descontinuidade do ensino, terceirizações e voucherização

Sem qualquer fundamentação pedagógica e debate com as comunidades escolares, a PEC 274 promove a fragmentação e a descontinuidade da aprendizagem dos alunos(as), tornando o Ensino Fundamental completo facultativo nas escolas ao alterar a redação do art. 216 da Constituição Estadual; também abre brechas para as terceirizações de escolas, como aconteceu nas redes municipais, e para a voucherização de estudantes com vagas nas privadas.

A oferta do Ensino Fundamental completo pelas escolas estaduais precisa ser planejada e executada de forma coesa, como dispõe na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), e que obviamente faz muito mais sentido se ocorrer dentro de uma mesma unidade administrativa.

Risco de disputa aos recursos do Fundeb

Um dos principais problemas apontados é a possível disputa entre as escolas pelos estudantes sobre a distribuição do Fundeb, depositados em uma conta e distribuídos de acordo com o número de alunos(as).

O Fundeb não pode ser visto como instrumento de “disputa” de recursos se o objetivo maior, a finalidade comum, for a universalização da educação básica e a qualidade da educação, o que pode haver uso ineficiente do recurso.

Aumento da evasão escolar e insegurança sobre o futuro das unidades escolares

A Proposta também pode fomentar a evasão escolar, já que desconsidera as dificuldades a serem enfrentadas pelas famílias de estudantes, sobretudo em escolas do campo, além de ignorar exigências do Conselho de Educação.

Pior: com a alteração, haverá ainda maior insegurança sobre o futuro das unidades escolares, já ameaçadas pelo movimento de municipalização levado a cabo pelos governos Sartori (MDB) e Eduardo Leite/ Ranolfo Vieira Júnior (PSDB).

Também tirará da esfera municipal qualquer ingerência da decisão sobre a localidade das escolas centrais com Ensino Fundamental completo, afastando a comunidade escolar e prejudicando todo o processo de aprendizado dos alunos(as), que ficam sujeitos a diferentes métodos e precisam passar por novos processos de socialização. 

Escolas do campo ficariam mais desprotegidas

A PEC 274 terá consequências sistêmicas, educativas e sociais incalculáveis. Trata-se de um retrocesso que não se aplicaria apenas nas zonas urbanas, mas se estenderia à zona rural, que ficaria num vácuo: sem regulamentação, sem exigências, sem proteção ou segurança quanto à qualidade de sua oferta.

Pressione os deputados(as) para que rejeitem a PEC 274

É fundamental discutir a garantia da manutenção das escolas, promover o debate junto às comunidades escolares, além de salário e condições dignas de trabalho aos educadores(as).

Os deputados(as) precisam honrar seu compromisso com os gaúchos(as) e valorizar, de fato, o ensino público. Lembre-se: neste ano eleitoral, fique de olho em quem defende a educação e os educadores(as).

É preciso unidade para resistir a mais esse ataque ao ensino público! #NãoàPEC274!

>> Clique nos links e deixe o recado: deputado(a) que defende a educação, diz #NãoàPEC274!

 

➡️ MDB

Beto Fantinel – beto.fantinel@al.rs.gov.br

Carlos Búrigo – https://cutt.ly/DKv78Pl 

Gabriel Souza – https://cutt.ly/xKv5fzr 

Gilberto Capoani – https://cutt.ly/MKv5IUI 

Juvir Costella – juvir.costella@al.rs.gov.br

Patrícia Alba – https://cutt.ly/fKv59FV 

Tiago Simon – https://cutt.ly/pKv6tKQ 

Vilmar Zanchin – https://cutt.ly/fKv6hUj  

 

➡️ PP

Adolfo Brito – https://cutt.ly/8KbraLn 

Ernani Polo – https://cutt.ly/wKbrk7C 

Frederico Antunes – https://cutt.ly/vKbrmmJ 

Issur Koch – professor.issurkoch@al.rs.gov.br

Sérgio Turra – sergio.turra@al.rs.gov.br

Silvana Covatti – https://cutt.ly/2KS16JA  

Vilmar Lourenço –  vilmar.lourenco@al.rs.gov.br

 

➡️ PSDB

Luiz Henrique Viana – luiz.viana@al.rs.gov.br

Mateus Wesp – https://cutt.ly/pKbp5gw 

Neri o Carteiro – https://cutt.ly/LKbabHb 

Pedro Pereira – pedro.pereira@al.rs.gov.br

Rodrigo Maroni – https://cutt.ly/VKbdB3C 

Zilá Breitenbach – https://cutt.ly/eKbd4o7  

 

➡️ PL

Capitão Macedo – https://cutt.ly/HKbgxCX 

Eric Lins – https://cutt.ly/DKbgQA6 

Kelly Moraes – https://cutt.ly/rKbgUV6 

Paparico Bacchi – https://cutt.ly/RKbj4Uq 

Rodrigo Lorenzoni – rodrigo.lorenzoni@al.rs.gov.br

 

➡️ PSB

Dalciso Oliveira – https://cutt.ly/HKbkblV 

Elton Weber – elton.weber@al.rs.gov.br

 

➡️ PTB

Elizandro Sabino – https://cutt.ly/FKbkVT6  

 

➡️ Novo

Fábio Ostermann – https://cutt.ly/BKbk8TT 

Giuseppe Riesgo – https://cutt.ly/fKbzasG 

 

➡️ União Brasil

Aloísio Classmann – https://cutt.ly/lKbzzB2 

Dirceu Franciscon – https://cutt.ly/qKbzEZz 

Dr.Thiago Duarte – https://cutt.ly/DKbzIBB 

 

➡️ Republicanos

Fran Somensi – https://cutt.ly/4KbgHHr 

Franciane Bayer – https://cutt.ly/UKbgXTD 

Sergio Peres – https://cutt.ly/CKbki17 

Tenente Coronel Zucco – https://cutt.ly/AKbkhMf  

 

➡️ PSD

Gaúcho da Geral – gaucho.dageral@al.rs.gov.br

 

➡️ Cidadania

Any Ortiz – https://cutt.ly/WKbg3A8  

 

➡️ PDT

Eduardo Loureiro – https://cutt.ly/7Kbh275 

Gerson Burmann – https://cutt.ly/DKbjqQm 

Juliana Brizola – https://cutt.ly/zKbhKMa 

Luiz Marenco – https://cutt.ly/cKbjoco 

 

➡️ PSOL

Luciana Genro – https://cutt.ly/VKbhsJv  

 

➡️ PT

Fernando Marroni – https://cutt.ly/qKbjhux 

Jeferson Fernandes – https://cutt.ly/IKbjzDe 

Luiz Fernando Mainardi – https://cutt.ly/pKbjnx3 

Pepe Vargas – https://cutt.ly/1KbjUB2 

Sofia Cavedon – https://cutt.ly/KKbhk79 

Stela Farias – stela.farias@al.rs.gov.br

Valdeci Oliveira – https://cutt.ly/GKbjJeT 

Zé Nunes – https://cutt.ly/PKbjMKa

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

A EEEM Polisinos, em São Leopoldo, está há meses sem professor(a) de matemática e merendeiras para atender adequadamente os mais de mil estudantes, nos três turnos de funcionamento da escola.

O coordenador pedagógico da instituição, Orides de Souza, conta que a Polisinos está há dois meses sem professor(a) de matemática (20h) e sem duas merendeiras há um mês. “Então, tem incompetência da Seduc aí, né? É inconcebível levar todo esse tempo para contratar. Enquanto isso, os alunos ficam sem aula”, destaca.

A Seduc diz que já realizou processo seletivo, mas que muitos professores(as) inscritos para o contrato desistiram. “Essa justificativa não somos nós que temos que dar, eles que têm que se explicar para a comunidade, que não entendem o porquê da demora”, frisa o coordenador.

São três turmas noturnas que estão sem aula, prejudicando o ensino de cerca de 100 estudantes.

O turno da tarde é o que mais serve refeições na escola – são 17 turmas, com aproximadamente 500 alunos(as) atendidos neste período. Para sanar o problema da falta das merendeiras, uma funcionária de 40h trabalha nos turnos da manhã e tarde, e outra, de 20h, que antes atendia o turno da noite, passou para o turno da tarde.

“Antes das duas irem embora, deixam a comida do noturno pronta. Então, a vice-diretora do noturno e a supervisora ou eu esquentamos a refeição e servimos os alunos. Cada estudante lava seu prato e talher”, explica Souza.

Para o educador, as escolas estaduais estão cada vez mais desassistidas pelo governo de Eduardo Leite/ Ranolfo Vieira Júnior (PSDB). “O atual governo tem tratado com descaso as escolas da rede estadual, principalmente em relação à estrutura das escolas e RH. A essa altura do ano letivo faltarem funcionários de escola no setor de alimentação e professor de matemática, é um absurdo.”

Pavilhão da escola pegou fogo no último domingo

Como se não bastassem todos os problemas de falta de RH, no último dia 19 de junho, um pavilhão da instituição, que servia de depósito, incendiou. Ainda está sendo realizada perícia para constatar o que desencadeou o fogo.

O CPERS esteve recentemente na escola e conferiu de perto os estragos causados pelo incêndio e a falta da RH na instituição.

Pesquisa do CPERS apontou falta de RH em diversas escolas da rede

Em pesquisa, realizada pelo CPERS, foi constatada a falta de mais de 500 educadores(as) e problemas estruturais graves nas escolas estaduais.

O estudo apontou que a carência mais expressiva de Recursos Humanos refere-se a funcionários(as): faltam 187 profissionais para atuar em áreas como merenda, manutenção, administrativo e limpeza. Já a falta de professores(as) chegou a 176.

Outro dado mostrou que especialistas também representam outra grande lacuna. São servidores(as) que atuam em áreas como supervisão, orientação escolar, administração e biblioteca. Faltam 146 nas escolas que preencheram o formulário.

O CPERS segue acompanhando e denunciando o descaso do governo Leite/Ranolfo (PSDB) com a educação pública gaúcha e com os professores(as) e funcionários(as) de escola. É urgente que a atual gestão providencie as reformas necessárias para garantir um ambiente de aprendizagem seguro e adequado a educadores(as) e estudantes.

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

O governo de Jair Bolsonaro enviou ao Congresso Nacional, na semana passada, um projeto de lei cedendo integralmente à iniciativa privada as operações de exploração de petróleo e gás natural, no regime de partilha da camada Pré-sal, o que na prática agrava ainda mais os efeitos da Lei 13.365 (proposta pelo senador José Serra, em 2016), que tinha reduzido para 30% a participação da Petrobras e da Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A – PPSA na exploração da camada Pré-sal.

Pelo projeto, o governo pretende antecipar a venda de toda a sua participação em áreas ainda não licitadas no Pré-sal ao valor de R$ 398 bilhões, e sem a participação das empresas públicas nacionais, exatamente num momento de alta nos preços dos combustíveis que não será devidamente contabilizada nesta operação de lesa-pátria.

Mas a proposta do governo não para por aí. O projeto também prevê acabar com a vinculação do Fundo Social do Pré-sal para as áreas sociais de educação, saúde, ciência e  tecnologia, cultura, esporte, meio ambiente, retirando, nesta única operação, quase R$ 200 bilhões apenas da educação.

Essa perda de recursos se soma a outras já impostas às áreas sociais, a partir do golpe institucional de 2016, quando o governo Temer aprovou a Lei 13.586, isentando as petroleiras internacionais em mais de R$ 1 trilhão em recolhimento de impostos. Além de afetar a produção de insumos nacionais, a medida comprometeu a destinação de royalties para a educação e a saúde, bem como a vinculação de impostos prevista nos artigos 198, 212 e 212-A da Constituição Federal. Apenas na esfera federal, a perda de recursos do Ministério da Educação será superior a R$ 180 bilhões, sem contar os prejuízos a estados e municípios, através do FPE, do FPM e de outras fontes de tributos que sofreram isenções.

Além dos prejuízos financeiros estimados com a nova operação privatista de Bolsonaro no Pré-sal – segundo a Federação Única dos Petroleiros – FUP, o custo de produção no Pré-sal gira em torno de US$ 28,00 e a cotação do barril está em quase US$ 150,00 no mercado internacional -, a soberania energética corre sérios riscos e os preços dos combustíveis poderão subir ainda mais no Brasil. A participação da Petrobras e da PPSA no Pré-sal é a garantia de que parte da produção será destinada ao mercado interno, que hoje tem
capacidade de produção de 90% do diesel e da gasolina consumidos no Brasil. E caso o governo tivesse investido na conclusão da refinaria Abreu e Lima (PE) e no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), o Brasil não apenas teria autossuficiência no refino dos combustíveis como se posicionaria entre os principais exportadores de petróleo no mundo.

Se a situação hoje já é difícil em função da política de preços da Petrobras, ela deverá ficar ainda pior no curto prazo, caso Bolsonaro e Guedes avancem com a privatização do Pré-sal. Para se ter noção dos perigos da proposta, o Brasil necessitaria importar apenas 9% do diesel para atender sua demanda interna. Contudo, as flexibilizações no marco regulatório do Pré-sal, que limitaram a presença das empresas públicas na exploração e comercialização de petróleo e derivados, faz com que 45% da produção concentrada nas petroleiras internacionais, e isentas de impostos, seja remetida ao mercado externo, tendo o Brasil que comprar de volta 25% do diesel para o consumo interno. E essa manobra é mais um fator que encarece o preço final para o consumidor brasileiro. Pior: com a privatização de 100% dos blocos ainda não licitados no Pré-sal, essa conta ficará cada vez mais desigual para o povo brasileiro, que terá menos combustíveis refinados internamente, precisando pagar preços mais caros pelo petróleo produzido no país, que é exportado isento de impostos e reimportado com sobrepreço!

Além de agravar o problema dos preços dos combustíveis, entregando a soberania energética às petroleiras internacionais e retirando mais recursos da educação e de outras políticas públicas com a extinção do Fundo Social do Pré-sal, o (des)governo Bolsonaro e Guedes pretende intervir, também desastrosamente, na composição dos preços da gasolina, do diesel e do gás, sem atacar a política de preços da Petrobras, hoje a principal causa da alta dos combustíveis num cenário em que a Petrobras ainda detém o controle parcial da
produção no país. O PLP 18/2022, que isenta parte do ICMS cobrado pelos estados da federação sobre os combustíveis, além de não resolver o problema (pois a redução no preço final será irrisória e se diluirá no curto prazo com novas altas no mercado internacional), comprometerá gravemente a arrecadação de impostos que financiam as políticas públicas (educação, saúde, segurança etc), devendo a educação perder até dezembro deste ano de 2022 cerca de R$ 25 bilhões em ações de manutenção e desenvolvimento do ensino. Trata-se de verdadeira ingerência nas políticas públicas com alto grau de deterioração da capacidade de atendimento do Estado em diversas áreas.

É passada a hora de o Congresso rever o PLP 18/2022, já aprovado na Câmara dos Deputados e pendente de votação no Senado, e de rejeitar totalmente a proposta de privatização do Pré-sal, que compromete a soberania energética do país, acarretando preços mais altos nos combustíveis e perdas bilionárias para a sociedade, com a extinção do Fundo Social.
A recente visita de Bolsonaro aos Estados Unidos da América, onde pediu “ajuda” ao presidente Joe Biden para derrotar o ex-presidente Lula nas eleições de outubro próximo, foi precedida, não por acaso, pelo envio do projeto de privatização do Pré-sal ao Congresso Nacional. Ou seja: o atual presidente manifesta ao império estadunidense a clara intenção de entregar as riquezas energéticas do país, em troca de “apoio” a sua reeleição. Mais um crime que, infelizmente, ficará impune, entre tantos outros cometidos pelo atual presidente passíveis de impeachment.

Enquanto as riquezas do Brasil são entregues ao capital internacional, mais de 33 milhões de pessoas passam fome diariamente no país e outras quase 100 milhões vivem na pobreza e em insegurança alimentar. E esse é o principal crime que o atual presidente comete com a população, devendo ser julgado em definitivo no próximo dia 02 de outubro pelos eleitores brasileiros.

Chega de entreguismo!

Chega de ameaça de golpe!

Chega de fome e miséria!

Em defesa da democracia e da soberania nacionais!

Brasília, 13 de junho de 2022
Diretoria da CNTE

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Após três meses de pressão do CPERS e da comunidade escolar da EE Indígena Kame Mre Kanhkre, em Carazinho, a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) reuniu-se, nesta sexta-feira (24), com representantes da instituição e do Sindicato para buscar uma solução à situação extremamente precária em que a escola se encontra.

Em março um vendaval destruiu a estrutura anterior e atualmente as aulas ocorrem em uma casa de madeira improvisada, com enormes frestas e sem banheiro.

O cacique Ivo Galles e o professor Adilson Jacinto relataram o sentimento de abandono. “Apesar da escola estar registrada, tudo certinho, parece que ela existe apenas no papel, pois olha a situação em que estamos? Completamente abandonados”, expôs Galles.

Jacinto, único educador da instituição, lembrou que a escola teve, inclusive, o pedido de mesas e cadeiras negado. “Disseram que não iam enviar porque podia estragar. Senti como se nos considerassem uns selvagens”, desabafou.

Ainda conforme o educador, em dias de frio intenso ou chuva, os alunos precisam ser dispensados, pois há muitas goteiras.

Estado acumula dívida e não soluciona o problema

O judiciário já estabeleceu, desde 2019, multa diária para o Estado. Devido ao não pagamento, o montante já chega a aproximadamente R$ 150 mil.

Durante a reunião, o diretor geral da Seduc, Guilherme Daltrozzo Corter, trouxe novamente a proposta de estruturação de contêineres para abrigar a escola. O valor mensal para manter a estrutura fica em torno de R$ 2.500.

“É bem mais caro pagar o valor da multa, que se acumula desde 2019, ou manter contêineres, do que construir uma estrutura nova para a escola. E não entendo como não há ninguém da Secretaria de Obras presente nesta reunião”, observou a diretora do CPERS, Glaci Weber, que acompanhou a reunião junto com a diretora Alda Bastos Souza e a diretora do 37º Núcleo, Adelia Menezes dos Santos.

A sugestão apresentada por Corter foi refutada pelo cacique. “Nossa comunidade não quer os contêineres. Preferimos, então, que sejam repassados recursos para comprarmos madeira e construirmos outra estrutura provisória até que seja possível uma nova”, afirmou.

No final da reunião, ficou acordado que a escola receberá, nos próximos dias, mesas, cadeiras e demais mobiliários necessários. Os recursos para a compra dos materiais para a construção de uma nova estrutura provisória, em torno de R$ 17 mil, serão repassados após a audiência judicial que ocorrerá no dia 15 de julho, entre a secretárias de Educação e de Obras, o Ministério Público Federal  e a Procuradoria Geral do Estado (PGE) para tratar da questão.

“Subimos um degrau e vamos seguir até conquistarmos uma escola nova”

Na avaliação do cacique, a reunião foi positiva, visto que foi possível avançar. “Não era o que esperávamos, mas subimos um degrau. Vamos continuar lutando por uma nova escola para a nossa comunidade.”

O professor Adilson ressaltou a importância da mobilização e da pressão realizada ao longo dos últimos meses. “A pressão que fizemos com o apoio do CPERS foi fundamental para chegarmos aqui. É um paliativo, mas já é melhor do que a nossa situação atual”, avaliou.

As direções estadual e regional do Sindicato seguirão acompanhando o desenrolar dos fatos. O direito à educação é assegurado pela Constituição. O CPERS seguirá vigilante e mobilizado para que a comunidade escolar da EE Indígena Kame Mre Kanhkre tenha acesso a uma educação de qualidade em uma estrutura adequada e digna.

 

 

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Foi sancionada, ontem (23), com nove vetos, a Lei Complementar nº 194, que desonera parte do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre a prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação – ICMS incidente em combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo.

Os vetos representam um forte abalo nas previsões orçamentárias de estados, DF e municípios, que perderão quase R$ 100 bilhões de suas receitas, em 2022, de forma abrupta e sem quaisquer mecanismos de compensação temporária ou permanente.

Dos nove vetos apostos ao PLP 18/2022, sete se referem aos compromissos da União em compensar as perdas do ICMS, até que os entes federativos tenham condições de reprogramar suas receitas e despesas. Até mesmo as compensações relativas à dívida pública dos entes foram vetadas.

A educação e a saúde foram afetadas diretamente com dois vetos presidenciais à LC 194, o que compromete tanto os investimentos como os custeios, inclusive com folha de pagamento, nessas áreas sociais. Eis os dispositivos vetados pelo presidente Jair Bolsonaro nas áreas de educação e saúde:

“Art. 5º As vinculações relativas ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), previstas nos arts. 212 e 212-A da Constituição Federal, bem como as receitas vinculadas às ações e aos serviços de saúde, previstas nos incisos II e III do § 2º do art. 198 da Constituição Federal, serão mantidas pelos Estados e pelos Municípios, conforme o caso, na proporção da dedução dos contratos de dívida dos Estados administrada pela Secretaria do Tesouro Nacional ou dos contratos de dívida com aval da União, bem como na proporção da parcela de CFEM apropriada.”

“Art. 14. Em caso de perda de recursos ocasionada por esta Lei Complementar, observado o disposto nos arts. 3º e 4º, a União compensará os demais entes da Federação para que os mínimos constitucionais da saúde e da educação e o Fundeb tenham as mesmas disponibilidades financeiras na comparação com a situação em vigor antes desta Lei Complementar.

Parágrafo único. Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios beneficiários do disposto nos arts. 3º e 4º desta Lei Complementar deverão manter a execução proporcional de gastos mínimos constitucionais em saúde e em educação, inclusive quanto à destinação de recursos ao Fundeb, na comparação com a situação em vigor antes desta Lei Complementar.”

Diante de mais esse ataque do governo federal contra a educação e a saúde públicas, a CNTE convoca sua base social para pressionar os parlamentares (deputados e senadores) a pautarem com urgência a derrubada dos nove vetos à LC 194, sobretudo os relativos às áreas sociais. Não podemos permitir que mais esse golpe contra maioria do povo brasileiro se concretize.

Política de preços da Petrobras

A CNTE e outras entidades da sociedade civil denunciaram ao longo da tramitação do PLP 18 suas implicações no financiamento das políticas públicas, especialmente de educação e saúde.

Trata-se de medida eleitoreira e sem qualquer impacto significativo nos preços dos combustíveis, que tiveram aumento de 5,18% na gasolina e de 14,26% no diesel, dois dias após a aprovação do projeto. E outros aumentos ocorrerão no curto prazo, eliminando totalmente o pequeno abatimento proporcionado pela desoneração do ICMS nos combustíveis.

Também durante a tramitação do PLP 18, o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal – Comsefaz alertou para o fato de que, desde novembro de 2021, as alíquotas de ICMS dos combustíveis estão congeladas em todo o país, mas mesmo assim os preços dos combustíveis continuaram subindo.

Ou seja: o vilão dos preços altos da gasolina, do diesel e do gás não é o ICMS, mas sim a política de preços da Petrobras, inaugurada no pós-golpe institucional, por Michel Temer, e mantida inalterada durante toda a gestão de Jair Bolsonaro.

A atual política de preços dos combustíveis é altamente desvantajosa para a população brasileira e beneficia apenas os acionistas da empresa, que têm obtido lucros 6 vezes superiores aos pagos por outras petrolíferas em todo o mundo.

E isso se associa diretamente ao mecanismo entreguista fixado pela administração da Petrobras, que apesar de ser uma empresa majoritariamente pública (sociedade de economia mista) mantém vinculados os preços da produção nacional à cotação internacional do petróleo e ao dólar.

Os prejuízos para a população nesse sistema de preços é duplo e gigantesco, uma vez que o custo de produção nacional é de aproximadamente US$ 28,00 e o barril de petróleo tem sido comercializado no exterior em torno de US$ 150,00 (5,3 vezes acima do custo nacional).

Além desse superfaturamento, o preço interno ainda sofre forte impacto com a cotação do dólar! É como se as bananas produzidas e vendidas no Brasil tivessem que seguir o preço no mercado internacional e a cotação do dólar no mercado de câmbio. Algo totalmente esdrúxulo!

Em outros setores, como carne, soja, milho e trigo, por exemplo, embora as exportações muitas vezes comprometam o abastecimento e interfiram parcialmente na formação dos preços internos, jamais esses produtos são tabelados para venda no mercado brasileiro através das cotações internacionais.

Isso é um verdadeiro crime contra os interesses e o bem-estar da população brasileira!

A Petrobras precisa resgatar seu compromisso público, especialmente de garantir a soberania energética e o fornecimento de combustíveis a preços justos para a população. E cabe ao governo estabelecer novos parâmetros para a política de preços da Petrobras, ao invés de ficar atacando a imagem da empresa pública, que foi totalmente cooptada pelos interesses privados.

Tal como está, a Petrobras já opera como empresa privada. Mas o governo se empenha em confundir a população e em beneficiar acionistas ligados ao ministro da Economia, e a outros que fazem do Estado verdadeiro balcão de negócios, com o objetivo de viabilizar a venda da maior e mais importante empresa pública nacional.

Privatização do Pré-sal

Outro golpe contra a Petrobras e o povo brasileiro já se avizinha! O governo Bolsonaro encaminhou ao Congresso o projeto de lei (PL) 1.583/22, que prevê a venda antecipada de poços pertencentes à União ainda não explorados na camada Pré-sal, inclusive de áreas consideradas estratégicas, ao preço de R$ 398 bilhões, desvinculando a Petrobras e a Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A – PPSA da exploração e comercialização dessas riquezas.

Além de entregar a participação da União na exploração do Pré-sal a preço muito abaixo do mercado internacional – beneficiando exclusivamente as petroleiras internacionais -, o governo Bolsonaro pretende acabar por completo com o Fundo Social do Pré-sal (criado pela Lei 12.351/2010) e com suas destinações de recursos para as áreas de educação, saúde, ciência e tecnologia, cultura, esporte e meio ambiente.

Desde 2016, o Fundo Social e a lei de transferência de royalties para a educação e a saúde (Lei 12.858/13) têm sofrido perdas gigantescas de recursos com desonerações de impostos para as petroleiras estrangeiras (Lei 13.586/17) – estima-se em mais de R$ 1 trilhão as isenções tributárias – e com mudanças nas destinações de recursos do Fundo Social (Lei 14.052/20). Nesta última, os recursos da União para o Fundo Social despencaram de 100% para 30%, sendo a educação a maior prejudicada, pois detinha 50% de todo o Fundo Social.

No próximo dia 12 de julho, a CNTE e a Federação Única dos Petroleiros – FUP realizarão atos públicos em todo o Brasil, com mobilização no Congresso Nacional, contra o PL 1.583/22 e também contra os vetos de Bolsonaro às compensações de perdas do ICMS, com destaque para o cumprimento das previsões dos pisos constitucionais da educação e da saúde neste ano de 2022.

Contamos com a participação e o empenho de todos(as)!

Fonte: CNTE

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES