Foto: Rovena Rosa – Agência Brasil

O Brasil vive um desmonte na educação pública brasileira com ataques ao Fundeb, falta de recursos e infraestrutura e de investimentos que podem comprometer a educação pública por décadas. Além de ser as maiores queixas de professores e professoras em salas de aulas. Os dados são confirmados pelo levantamento da Moderna, do Grupo Santillana, que aponta que as dificuldades dentro das unidades de ensino variam conforme o ciclo escolar.

De acordo com a pesquisa, apenas no ensino fundamental, 29,54% dos professores apontam a falta de infraestrutura e de recursos como o maior desafio na rede pública. Em segundo lugar, com 19,25% aparece a queixa de falta de suporte familiar, seguido por 18,29%, que indicaram a dificuldades no ensino remoto e adaptação dos materiais à realidade dos alunos.

Para Rosa Margarida Rocha, Coordenadora do Fórum Nacional de Educação Básica (ABPN), o que existe é um projeto do Estado que se consolida pela ausência de investimento, deixando historicamente na educação as marcas da exclusão e da carência de recursos. Ainda segundo a pesquisa, para os professores do ensino fundamental 2, do 5º ao 9º ano, a falta de interesse do aluno é um desafio para 36,63%.

“O desmonte da educação pública é um projeto que vem se constituindo historicamente ao longo dos anos. Não passamos apenas por uma crise temporária”, diz Rosa Margarida Rocha, que também é coordenadora do Grupo de Estudos Afropedagógicos Sankofa.

Cortes, evasão e esforço da categoria

Além das universidades federais, os cortes de recursos atingem o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), autarquia responsável pelo Enem; e a Capes, que financia a pesquisa científica no país.

Segundo Rosa Margarida, todo esse processo de desmonte dificulta ou impede o sucesso na aprendizagem dos alunos e colabora com o abandono e a evasão dos estudantes. Isso favorece o adoecimento e a desesperança dos/as profissionais de educação, segundo ela, que reconhece ainda o esforço e o trabalho dos professores e das professoras diante das dificuldades.

“Quando apontamos os problemas da escola pública brasileira, que existem por falta de investimento, sabemos que temos que ser resistência, temos que exigir melhores condições, fazendo o melhor com o que temos, pois precisamos que o filho da classe trabalhadora tenha o direito e acesso a leitura do mundo, para transformar esse mundo”, completa a presidenta do Sindiute de Fortaleza-CE.

Para a sindicalista, a educação pública “precisa de ser universalizada, escola para todos, precisa de investimentos para construí-las, precisa manter as existentes, equipá-las, valorizar os professores com uma carreira atrativa, com formação continuada, sem investimentos é a falência”, afirma Ana Cristina Guilherme.

Adoecimentos

Como mostrou o site da CNTE, além dessas dificuldades que os professores relatam em sala de aula, problemas como ansiedade, depressão e outros problemas relacionados a saúde mental são cada vez mais frequente entre professores/as e alunos/as no país, principalmente com retorno das aulas presenciais, depois de dois anos de pandemia da Covid-19, e problemas na estrutura educacional, que se arrastam bem antes da crise sanitária.

“É urgente e necessário que os poderes constituídos reconheçam que a falta de investimento e de aportes necessários para melhoria da infraestrutura escola”, finaliza Margarida Rocha.

Otimismo

Mesmo enfrentando dificuldades, os professores e as professoras reconhecem pontos positivos de lecionar na rede pública e acreditam que a pandemia resgatou o valor da escola e dos profissionais docentes.

Para 31,67% dos profissionais do Ensino Fundamental transmitir conhecimento é a maior recompensa do trabalho na rede pública. Outros 16,4% indicaram boa empregabilidade e remuneração entre as recompensas.

Para professores do Ensino Fundamental 2, o primeiro lugar dos aspectos positivos também é transmitir conhecimento, no entanto, o percentual é maior: 35,77% dos entrevistados. Na sequência, 19,23% indicam o bom planejamento como positivo e 19,23% destacam a boa empregabilidade e benefícios.

“Não há como negar o protagonismo dos/as professores e de estudiosos na luta por dias melhores na educação. Estes, tem pautado discussões, pontuando questões e colocando seus saberes e fazeres a serviço da educação”, reitera a coordenadora do ABPN.

 

 

 

 

 

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O Projeto de Lei 542/21, já aprovado pelo Senado, determina a realização, nos estabelecimentos de educação básica e superior, de atividades de esclarecimento sobre a saúde mental durante uma semana. A proposta está agora em análise na Câmara dos Deputados e altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

Conforme o texto, os estabelecimentos públicos e privados poderão decidir, de acordo com a proposta pedagógica e o público específico, a semana mais adequada para promover o evento. Cada unidade deverá organizar ações como palestras, debates, mesas redondas e atividades lúdicas.

“Essa medida poderá ajudar pais, alunos e professores a superar os preconceitos que envolvem a saúde mental, incentivando essa discussão com naturalidade e empatia”, afirmou o autor do texto, senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO).

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Educação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: CNTE/Agência Câmara de Notícias

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A semana foi de luta para centenas de educadores(as) de vários cantos do Rio Grande do Sul.

Na quarta-feira (27), o Encontro Regional de Aposentados(as) do CPERS chegou aos núcleos de Santo Ângelo (9º), Santa Rosa (10º), Cruz Alta (11º) e Ijuí (31º), que receberam informações sobre o confisco das aposentadorias, conjuntura política e a mobilização para a luta.

Já na quinta-feira (28), o encontro reuniu aposentados(as) da região de Palmeira das Missões (40º) e Três Passos (27º).

Nos encontros, a diretora do Departamento dos Aposentados(as) do CPERS, Glaci Weber, fez uma análise dos ataques dos governos de Bolsonaro (PL) e Eduardo Leite/ Ranolfo Vieira Júnior (PSDB) e ressaltou a importância da luta dos aposentados(as) para reverter o confisco da Previdência e o reenquadramento de aposentadorias de 40h, transformadas em subsídios de 20h.

“Nossa luta é importante, não podemos permitir que nós aposentados sejamos ainda mais massacrados. No dia 13 de setembro vamos mostrar a força dos educadores aposentados do Rio Grande do Sul”, frisou Glaci ao conclamar os presentes para que participem da Marcha das Aposentadas(os) do CPERS, que ocorrerá dia 13 de setembro, com concentração em frente ao Sindicato, às 9h.

A tesoureira e diretora da Comissão de Educação do CPERS, Rosane Zan, ressaltou a importância de escolhermos nestas eleições projetos que atendam à educação pública e não estejam a serviço das fundações privadas. “Nessas eleições temos que votar em candidatos que tenham a educação pública e os serviços públicos como prioridade. Que governem para a população e não para a elite”.

Juçara Borges, diretora do Departamento de Funcionários(as) de Escola do CPERS,  fez uma breve análise dos governos Bolsonaro e Leite/Ranolfo. “Os governos que temos hoje fizeram um acordo de nos matar como servidores públicos, mas nós, como lutadores, prometemos que não vamos morrer e lutaremos até o final”.

Palestras, informes jurídicos e atividades culturais

Nos encontros, os presentes receberam informes e atualizações jurídicas de interesse da categoria. Em Santo Ângelo, o advogado Marcelo Fagundes representou a assessoria jurídica do Sindicato e em Palmeira a conversa ficou por conta do advogado Marcio Rosa.

Os Encontros Regionais seguem pelo Estado como preparação para o Encontro Estadual dos Aposentados(as), que se realizará nos dias 29 e 30 de agosto, em Bento Gonçalves.

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A educação é uma das principais pautas em todas as eleições, porém, passado o pleito eleitoral, não é isso que acontece em grande parte dos poderes executivos e parlamentos do Brasil. Pelo contrário! A escola pública e seus trabalhadores/as são atacados diuturnamente. Cortes de verbas deixam milhares de crianças e jovens sem escola de qualidade e a desvalorização dos profissionais da educação – aliada às políticas de privatização e mercantilização do ensino público – comprometem a oferta pública educacional.

A CNTE e seus sindicatos filiados lutam em defesa da escola pública e de seus profissionais. Também defendem a democracia, o Estado de Direito e a Constituição Federal, que têm sido vilipendiados nos últimos tempos. E é com base nesses princípios que apresentamos às comunidades escolares algumas pautas centrais de interesse da educação pública e de seus profissionais, para que sejam debatidas nas escolas e na medida do possível com os próprios candidatos e candidatas à Presidente/a, Governador/a, Senador/a e Deputados/as Federais e Estaduais.

Inspirados em Paulo Freire, patrono da educação brasileira, façamos das eleições 2022 um espaço de conquistas e de escolhas de representantes comprometidos com a Escola Pública, Gratuita, Democrática, Emancipadora, Popular, Laica, de Qualidade Social e para Todos/as!

O QUE DEFENDEMOS

» Escola inclusiva, integral na etapa obrigatória (4 a 17 anos) e para todos/as, sem preconceitos e discriminações de quaisquer ordens, com atenção especial às pessoas com deficiência, aos analfabetos literais, aos jovens e adultos que não completaram a educação básica (cerca de 80 milhões de pessoas), às mulheres, às populações negra e LGBTQIA+ e às comunidades quilombolas, indígenas, ribeirinhas e do campo.

» Gestão Democrática e Currículo emancipador, humanístico e voltado à profissionalização e ao acesso de todas as classes sociais à universidade pública e gratuita, respeitando-se as políticas de cotas como forma de combater as históricas desigualdades de classe, de raça e de gênero no Brasil.

» Cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação – PNE e dos respectivos planos estaduais e municipais, quase todas ignoradas pelas políticas ultraneoliberais, sobretudo pela Emenda Constitucional nº 95 (Teto de Gastos Sociais) e pela desvinculação do Fundo Social do Pré-sal, que retiram recursos da educação e de outras políticas públicas.

» Financiamento compatível para todos os níveis, etapas e modalidades da educação (meta 20 do PNE), com imediata aprovação do Sistema Nacional de Educação, do Custo Aluno Qualidade e da Política Nacional de Avaliação da Educação Básica, com foco nas experiências escolares, nos níveis socioeconômicos dos estudantes e nas condições de trabalho nas escolas.

» Cumprimento integral da lei do Piso do Magistério (valor e jornada extraclasse), da Formação Inicial e Continuada (Decreto nº 8.752/2016) e regulamentação do Piso Nacional para os Profissionais da Educação e das Diretrizes Nacionais de Carreira para professores/as, especialistas e funcionários/as da educação, à luz do art. 206, V e VIII da Constituição Federal e das metas 16 a 18 do PNE.

O QUE NÃO DEFENDEMOS

» Cortes e contingenciamentos orçamentários que impedem os investimentos nas escolas, institutos federais e universidades públicas. Entre 2015 e 2021, o MEC e o FNDE perderam cerca de 40 e 30 bilhões de reais, respectivamente, e o repasse de verbas ficou condicionado a práticas antirrepublicanas. Por isso a CNTE é a favor da CPI do MEC!

» Gestão privada de escolas públicas e a transferência de recursos públicos para instituições particulares, como ocorre na antirreforma do Ensino Médio e na recente alteração do FUNDEB. São medidas que beneficiam agentes privados e desresponsabilizam os gestores públicos e que no longo prazo reduzirão o número de escolas públicas e seu corpo funcional, afetando a escolarização dos mais vulneráveis. Defendemos recursos públicos para a educação pública!

» Reforma do Ensino Médio que transfere dinheiro e matrículas das escolas públicas para a rede privada, esvazia o currículo, estimula a demissão e/ou remoção de professores e funcionários das escolas, restringe o acesso de milhares de jovens das classes populares ao ensino superior e não garante a oferta de todos os itinerários formativos aos estudantes na maioria das escolas do país

» Militarização de escolas públicas que compromete a gestão democrática, a pluralidade do ensino, o trabalho pedagógico emancipador e o acolhimento humanizado. Além de não melhorar os índices de violência dentro e no entorno das escolas, a militarização expõe a comunidade escolar a perseguições, assédios, agressões e evasão de estudantes “não desejáveis” pelos padrões militares. A pedagogia é ciência e profissão e a escola pública é direito de todos!

» Educação Domiciliar (homeschooling) e Lei da Mordaça (“Escola sem Partido”). Ambas agem contra a liberdade de aprender, ensinar e o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas assegurados na Constituição. O Homeschooling expõe crianças à violência e à desprofissionalização pedagógica e a Mordaça tenta eliminar temas curriculares sobre gênero, orientação sexual e inúmeros preconceitos que geram violência e exclusão sociais. Pela reformulação da BNCC e sua correta adequação aos currículos escolares.

» Reforma Administrativa (PEC 32/2020) com privatização dos serviços públicos. A proposta admite a gestão direta de todas as escolas por entidades e empresas privadas, inclusive a contratação de pessoal sem concurso público e sem acesso aos planos de carreira. Também possibilitará a demissão em massa dos atuais servidores estáveis. Trata-se de um projeto que destruirá os serviços públicos e prejudicará o atendimento básico à maioria da população.

“Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda” – Paulo Freire.

-> Acesse o arquivo completo em PDF clicando aqui

-> Acesse o arquivo para impressão clicando aqui

Fonte: CNTE

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No dia 11 de agosto, centrais sindicais, movimentos sociais e populares e partidos políticos tomarão às ruas de todo o Brasil em defesa do processo eleitoral brasileiro e da democracia.

A “Mobilização nacional em defesa da democracia, por eleições livres” será uma resposta à escalada da violência política incentivada pela ideologia propagada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) e aos os constantes ataques à ordem democrática no Brasil.

A orientação já está sendo dada às entidades para que mobilizem suas bases e comecem os preparativos para as manifestações. Um calendário com as próximas mobilizações está definido e será divulgado nos próximos dias.

O 11 de agosto é também o Dia do Estudante, por isso, entidades representativas de estudantes estarão unidas às manifestações, repetindo o êxito de mobilizações como as de maio de 2019, em que as ruas de todo o país ficaram tomadas pela juventude em luta pela educação.

Além deste dia, novas manifestações estão previstas em outras datas para que, nesta fase decisiva do processo eleitoral, seja reforçada a mobilização e para que toda a sociedade esteja envolvida na defesa da democracia.

Respostas nas ruas

Para as entidades que integram a Campanha Nacional Fora Bolsonaro, a mobilização é necessária como resposta aos ataques que mostram a tática a ser usada no período eleitoral deste ano pelo presidente e seus apoiadores. Os fatos ocorridos recentemente reforçam essa urgência.

O ataque de Bolsonaro às urnas eletrônicas na reunião com embaixadores estrangeiros, no dia 18 de julho, deixou clara a tentativa de criminalizar o processo eleitoral.

Além disso, no último domingo, ele reforçou os ataques tanto às urnas eletrônicas quanto a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e incitou seus apoiadores a participarem de atos antidemocráticos no dia 7 de setembro.

Manifesto em defesa do Estado Democrático de Direito

Diversos setores da sociedade têm se posicionado em defesa da democracia e do processo eleitoral brasileiro, também alertando para os riscos de uma ruptura institucional no país.

Um manifesto em defesa da democracia, que está sendo organizado pela Faculdade de Direito da USP e por entidades e representantes da sociedade civil, recebeu assinaturas importantes de representantes de instituições financeiras.

A “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito”, que será lançada em um encontro na faculdade no dia 11 de agosto, já tem mais de 165 mil assinaturas.

Personalidades como Chico Buarque de Hollanda, o cantor Arnaldo Antunes, o ex-jogador de futebol Walter Casagrande, o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, o ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung e o ex-presidente do banco Credit Suisse no Brasil José Olympio Pereira também estão entre os signatários.

Calendário de mobilizações

11/8 – 1ª Mobilização Nacional em Defesa da Democracia e por Eleições Livres

07/9 – Grito dos Excluídos

10/9 – 2ª Mobilização Nacional em Defesa da Democracia e por Eleições Livres

Fonte:  Andre Accarini | CUT Brasil

 Foto: CUT RS

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A partir de agosto, os usuários do IPE Saúde contarão com descontos na rede de farmácias Panvel. A parceria inaugura o Clube de Benefícios, com a previsão de preços diferenciados em medicamentos e vacinas. A empresa foi a primeira a aderir ao chamamento público realizado pelo IPE Saúde.

De acordo com o Instituto, os descontos a serem ofertados aos usuários do IPE Saúde serão a partir de 40% em medicamentos genéricos; de 21% em medicamentos de referência e de 15% em vacinas. Para obter o benefício, bastará informar o CPF. Por isso, é importante que o cadastro do usuário esteja atualizado no IPE Saúde.

Clique aqui para atualizar cadastro no site do IPE Saúde.

O Clube de Benefícios é um programa que prevê acesso a descontos, benefícios e serviços voltados à promoção e prevenção da saúde para os usuários do IPE Saúde. Todos os usuários, independentemente da modalidade do plano em que estiverem inscritos, são contemplados automaticamente, de forma gratuita.

Não há custos envolvidos nas parcerias, nem para os usuários, nem para o Instituto.

Fonte: Ascom IPE Saúde

Foto: IPE Saúde/Divulgação

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O CPERS, representado pelo presidente em exercício, Alex Saratt, visitou a EEEM Cláudio Antônio Benevgnú, em Água Santa, para verificar as consequências do incêndio que atingiu a instituição no início do mês. Com a estrutura interditada, as aulas ocorrem em um prédio cedido pelo município. Diante da situação, a 7ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) impôs a enturmação.

“A Coordenadoria aproveitou uma situação trágica da escola, que foi o incêndio, para fazer enturmações, desobedecendo às orientações do Conselho Estadual de Educação e o próprio parecer da Secretaria Estadual de Educação. Ou seja, infringe regras criadas por eles e pelas quais deveriam zelar”, ressalta o presidente do Sindicato.

“O Conselho deixa muito claro que em turmas em que há alunos especiais, como é o nosso caso, o máximo permitido são 25 alunos no mesmo espaço. E temos mais na mesma sala de aula”, observa a diretora da instituição, Maiara Fontana.

Ela também observa que com a enturmação, vários professores(as) nomeados poderão ficar sem regência e muitos contratados(as) podem perder o contrato.

A comunidade escolar já manifestou sua contrariedade através de um documento endereçado à 7ª CRE, exigindo que seja desfeita a enturmação para que os alunos tenham o atendimento adequado, bem como as condições pedagógicas apropriadas.

“Foi enviado um documento do Conselho de Pais com a assinatura dos pais, dos professores e da direção. Estamos aguardando que entendam nossa preocupação e acatem o nosso pedido”, expõe a diretora.

Comunidade angaria recursos para a reconstrução da escola

A escola conseguiu, através do apoio da comunidade, recursos para a reconstrução da parte atingida pelo incêndio, que ocorreu na madrugada do dia sete deste mês e que destruiu o segundo andar do prédio. O telhado e pelo menos três salas de aula foram atingidos.

“Já temos R$ 150 mil de doação da comunidade e a CRE está vendo qual a melhor forma, a maneira legal, de fazermos uso desses recursos”, explica Maiara.

Saratt ressalta que o Sindicato seguirá atento a toda a situação até que sejam resolvidas as questões da reconstrução do prédio e da enturmação. “Nós seguiremos acompanhando o desenrolar desse processo, junto à nossa assessoria jurídica, até que a escola retome as suas atividades no prédio original e com as condições adequadas, o quanto antes.”

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O Brasil perdeu quase 800 bibliotecas públicas entre 2015 e 2020, de acordo com dados do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP), mantido pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo. Para o ex-diretor da Biblioteca Mário de Andrade e ex-coordenador do Programa Nacional do Livro e da Leitura, José Marques Castilho Neto, trata-se de uma política deliberada de destruição do direito à leitura para todos e todas.

Neto, que também é professor e consultor para políticas públicas de leitura, disse não estar surpreso com a notícia de que eram 6.057 bibliotecas públicas no Brasil e que agora são 5.293, mesmo com o Plano Nacional de Cultura, que tem como uma das metas “garantir a implantação e manutenção de bibliotecas em todos os municípios brasileiros”, e a Lei 13.696/2018, que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita (PNLE), abandonados pelo governo atual.

“Com a notória política destrutiva dos governos que se seguiram à derrubada da presidente eleita Dilma Rousseff, principalmente a partir do governo Bolsonaro, não bastava apenas não manter bibliotecas, era preciso forçar o fechamento das existentes”.

Ele afirma ainda que o governo federal tem posições regressivas e contra a cultura. “O governo federal extinguiu programas de incentivo, arrasou as estruturas de governança nos ministérios e nomeou títeres ideológicos que se preocupam apenas a vociferarem contra os que não concordam com suas posições regressivas, anticultura, antieducação, anti-ciência. Isso é o que eles chamam de “guerra cultural” que, como toda guerra, só se preocupa em destruir e nada constrói”, destacou.

Bibliotecas públicas são aquelas mantidas pelos municípios, Estados, Distrito Federal ou governo federal, que atendem a todos os públicos. São consideradas equipamentos culturais e, portanto, estão no âmbito das políticas públicas do governo federal.

O número de bibliotecas fechadas pode ser ainda maior, devido à atual fragilidade do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, após a extinção do Ministério da Cultura, e da falta de controle efetivo pelos sistemas estaduais, cujos dados alimentam o sistema nacional.

A bibliotecária e vice-presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep), Luciana Melo (Luba), diz sentir tristeza em pensar que neste país há uma narrativa em curso pela valorização das armas e condenação aos livros.

Para ela, vivemos em uma conjuntura difícil para as políticas públicas e a cultura tem sido atacada inúmeras vezes neste governo. Isso passa pelo fim do Ministério da Cultura em 2019. Vetos de Bolsonaro à Lei Aldir Blanc 2 e à Lei Paulo Gustavo, importantes leis de fomento à cultura.

“Recentemente Bolsonaro, ao atacar Lula, disse que ele iria transformar clubes de tiros em bibliotecas, desqualificando este importante equipamento público que hoje é mantido pelos municípios, estados, governo federal e atendem a população de forma gratuita. Fica evidente a falta de interesse e valorização desses equipamentos pelo atual governo”, ressalta Luba.

Segundo Neto, como professor, como leitor, como cidadão, existe um sentimento de revolta ativa contra todo o obscurantismo e regressão que significa o ato de fechamento das bibliotecas e toda tentativa de barrar o direito à leitura das crianças, dos jovens e dos adultos.

“Sinto também um misto de vergonha pelo desprezo que boa parte de nossa sociedade civil e grande parte da elite econômica brasileira têm para as graves questões que envolvem a leitura, o letramento, a alfabetização e o acesso a todas as formas de leituras que temos no Brasil”, ressalta.

O professor disse que a biblioteca de acesso público é um organismo vivo que tem que fazer renascer e cumprir seu papel formador e agregador, como fazem muitas e exemplares bibliotecas públicas, escolares e comunitárias que resistem à destruição de seus valores e missões.

“Para as trabalhadoras e trabalhadores da educação, uma biblioteca viva deveria ser o centro, a essência de seu aprendizado permanente, por toda a vida, fonte de recursos de saber, centro de convivência com seus pares e seus estudantes, fonte de interação social com a comunidade local e com as famílias dos discentes. Enquanto não entendermos que as leituras e as escritas são as chaves para todos os outros direitos humanos na sociedade contemporânea, o nosso país seguirá subalterno, com baixa autonomia e sustentabilidade perante o mundo globalizado”, finaliza.

Minas Gerais e São Paulo lideram em números de bibliotecas públicas fechadas

Das 764 bibliotecas públicas fechadas em cinco anos, 91% estavam localizadas nos Estados de São Paulo e Minas Gerais, sendo em sua maioria bibliotecas municipais. São Paulo tinha 842 bibliotecas públicas em 2015, segundo o SNBP, número que caiu para 304 em 2020, com a perda de 538 unidades em cinco anos. O montante representa 70% de todas as bibliotecas fechadas no país no período.

Luba explica que o estado de SP vivencia uma onda conservadora, retrógrada há alguns anos. Ela lembrou da medida absurda e autoritária do então prefeito de SP, João Dória (PSDB) com o programa “Cidade Linda”, em que mandou pintar o maior mural de grafite da América Latina. Destruindo obras incríveis. Segundo ela, só com este histórico já dá para ter uma ideia do que foi seu governo no estado de SP nos anos seguintes.

“Em 2019 o estado de SP viveu um ‘contingenciamento’ de R$148 milhões do orçamento da cultura, além da ameaça de corte a projetos em diversas cidades. Neste cenário não me surpreende que o estado seja um dos que mais fechou bibliotecas no país”.

 

Fonte: CNTE 

 

 

 

 

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Para marcar o Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha, celebrado nesta segunda-feira (25), o Coletivo Regional de Igualdade Racial e Combate ao Racismo do 24º Núcleo do CPERS (Pelotas) realizou uma roda de conversa online para debater o tema.

O vice-presidente do CPERS e diretor do Coletivo Estadual de Igualdade Racial e Combate ao Racismo, Edson Garcia, ressaltou a importância da data para trazer à tona a reflexão necessária. “É um dia para festejar, mas também para refletir. Precisamos enaltecer e valorizar a figura destas mulheres. Vivemos em um país onde 56,2% da população é composta por pretas e pretos”, observou.

Garcia também lembrou da inoperância da Lei 10.639, que trata do ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas. “A Lei foi um grande avanço, mas não existe uma vontade real do governo e das mantenedoras para que seja realmente aplicada”.

“Se as escolas realmente trabalhassem o conteúdo previsto nessa lei, hoje estaríamos, por exemplo, estudando a história de Tereza de Benguela, líder quilombola responsável por combater à escravidão por duas décadas”, salientou.

O vice-presidente do Sindicato destacou ainda que a data celebrada nesta segunda-feira (25) é fruto de políticas públicas de valorização. “Se temos o 25 de julho, que originou o Julho das Pretas, foi devido às políticas públicas feitas por uma mulher, a ex-presidente Dilma, que valorizou a figura das mulheres negras”.

O diretor do 24º Núcleo, Mauro Rogério Amaral, frisou que o tema do racismo tem que ser observado cotidianamente. “Datas significativas como a de hoje nos fazem parar e refletir. Eu sempre trabalho com meus alunos a importância da luta contra o racismo. O caminho é fortalecer a resistência e a luta”, disse.

Racismo é a dor da alma

Durante a roda de conversa, a educadora Bernardete Ávila emocionou-se ao lembrar de um dos tantos episódios de racismo que sofreu durante a infância. “Eu ainda era menina, a minha escola estava formando uma banda e eu cantava. Fui escolhida para ser a mór da banda da escola. Eu e minha família ficamos muito felizes. Imagina, uma menina negra em destaque! Mas, na hora da apresentação fui trocada por uma colega branca. Isso me marcou muito e fico triste ao ver que pouca coisa mudou atualmente. Racismo é a dor da alma, dói muito”, emocionou-se.

Noemia Izolmira Medeiros expôs que em muitas escolas percebe-se a falta de vontade de trabalhar não só os conteúdos previstos na Lei 10.639, mas também trazer o debate sobre a importância da postura antirracista. “Vivemos momentos bastante conturbados nas escolas. Muitas direções se dizem antirracistas, mas não agem dessa forma. Precisamos mudar essa realidade com mais conscientização”.

Raquel Gil, da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do RS (Fetrafi), lembrou da discriminação existente no mercado de trabalho para as mulheres negras. “Para nós, mulheres negras, é uma data muito importante. A gente sabe o quanto ainda há exclusão nos cargos em bancos, por exemplo. Temos que abrir os olhos e os corações das pessoas sobre o perigo do preconceito”.

“As escolas seguem com casos de racismo. Temos que olhar para os nossos alunos e para toda a bagagem que trazem consigo. Nenhum negro quer ir registrar Boletim de Ocorrência, na realidade, o que queremos é não sofrer agressões”, afirmou a tesoureira do 24º Núcleo, Ana Paula Dias Rosa.

“Infelizmente não temos muito a comemorar. Avançamos, mas ainda há muito o que progredir”, acrescentou.

Jeferson Ximendes, educador de uma escola em uma colônia de pescadores na região de Pelotas, relatou o empenho da escola para debater a importância da tolerância e do respeito. “Quando comecei a trabalhar na escola, já percebi que a grande maioria dos alunos eram brancos. Identificamos um racismo muito grande e então decidimos que iríamos trabalhar as diferenças. Hoje acho que conseguimos um bom avanço”.

O CPERS, através dos Coletivos Regionais e Estadual de Igualdade Racial e Combate ao Racismo reafirma sua defesa incondicional de práticas e de uma cultura antirracista, na sociedade e nas escolas e saúda o dia 25 de Julho – Dia Internacional da Mulher Negra, como mais um exemplo de política a ser seguida por outros Governos.

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Relatos de ansiedade, depressão e outros problemas relacionados a saúde mental são cada vez mais frequente entre educadores(as) e alunos(as) no Brasil, principalmente com retorno das aulas presenciais, depois de dois anos de pandemia da Covid-19, e problemas na estrutura educacional, que se arrastam bem antes da crise sanitária.

Essas crises que os trabalhadores e trabalhadoras da educação enfrentam é resultado da exploração de trabalho e da desvalorização do ensino no país, afirma a professora da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Dra. Marilda Gonçalves Dias Facci.

“Há muito tempo a classe trabalhadora vem sofrendo com a exploração e com as condições de trabalho. No caso dos professores, nós temos realizados pesquisas que apontam que muitos professores estão adoecendo e quando a gente vai conversar com eles, fazer uma entrevista ou preencher um questionário, a gente vê o que está acontecendo e o que está provocando esses adoecimentos, como a precarização do trabalho e o pouco investimento na educação”, afirma Facci, que também é membra da Associação Brasileira de Psicologia Escolar Educacional (Abrapee).

A constatação já foi confirmada no estudo “Novas formas de trabalhar, novos modos de adoecer”, realizado com 714 trabalhadores da educação, divulgado no fim de 2021, pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

O medo de pegar a doença e a mudança no trabalho, que passou a ser a distância, impactaram a saúde mental dos professores e das professoras e levaram a categoria a solidão e isolamento.

“Trabalhadores hiperativos, competição exacerbada, descarte dos diferentes, exigências incompatíveis com a realidade, desvalorização das entregas, falta de autonomia, opressão burocrática, disponibilidade plena e flexibilidade total, tomando a máquina como ideal da produtividade humana foram alguns dos sintomas verificados nesse novo modelo de trabalho”, diz trecho do estudo, que teve como objetivo central conhecer os impactos do trabalho remoto na saúde emocional nos trabalhadores e nas trabalhadoras em educação.

Danos físicos e psicológicos

Problemas nas cordas vocais, distúrbios osteomusculares, lesão por esforço repetitivo e doenças do aparelho respiratório foram os danos físicos mais notificados pelos docentes.

Segundo Marilda, ainda há muitos professores e professoras afastados da sala de aula porque estão com dificuldades de trabalhar com alunos por conta de adoecimento, teve um acirramento da precarização do trabalho o que já vinha acontecendo anteriormente.

“Com a pandemia as condições de trabalho só pioraram porque o professor ou a professora teve que trabalhar por conta própria, utilizar os seus recursos e equipamentos, sua própria casa para dar aula”, reitera.

Nos danos psicológicos, destacam-se o estresse crônico, ansiedade, depressão e síndrome de Burnout. Os danos sociais que se sobressaíram relacionam-se a sobrecarga, hiperatividade, solidão por ausência do coletivo e assédio moral.

Como sair desta

A Dra. Marilda defende ainda que é importante fazer um trabalho coletivo para ajudar a saúde dos professores, tanto física como psicológica.

“No espaço da sala de aula, nós da psicologia podemos ajudar bastante porque nós podemos criar espaços de acolhimento, de escuta, espaço onde a gente junte os professores em grupo e eles com auxílio de psicólogos, equipe pedagógica e assistente social, de pensar em estratégias para enfrentar toda essa situação de sofrimento”.

O estudo “Novas formas de trabalhar, novos modos de adoecer” também aponta algumas recomendações, como aprimorar processos de escuta, atuar no chão da escola, elencar as carências nas organizações do trabalho, estabelecer estruturas mínimas de tecnologia, definir cursos necessários, entre outras.

“O espaço de discussão é necessário para a humanização da categoria e diminuição das patologias. O fato de poder compartilhar suas inseguranças e medos, faz com que ansiedades diminuam”, diz trecho final do estudo.

Alunos também enfrentam crise

Estudos revelam que com a pandemia e as novas formas de ensinar, impostas pela necessidade de distanciamento social, geraram isolamento e solidão também entre alunos(as).

Essa realidade ganhou um novo elemento com o retorno das aulas presenciais. Em abril deste ano, por exemplo, três casos de crise de ansiedade chamaram atenção em Recife, no qual 26 estudantes da Escola de Referência em Ensino Médio Ageu Magalhães, em Casa Amarela, Zona Norte da capital, passaram mal com falta de ar, tremor e crise de choro.

Para a psicóloga, se o professor está adoecido, com os alunos também não é diferente. Ela diz ainda que tem realizado pesquisa com alunos de universidades de psicologia em relação a ensino remoto e, o resultado aponta ainda que, os alunos afirmam ter “um sentimento de insegurança”, de não saber até que ponto o conhecimento que eles tiveram nos últimos dois anos está realmente preparando-os profissionalmente.

“É esse sentimento que as crianças têm, dois anos afastados da escola. O professor sofre porque quer ensinar e o aluno sofre porque quer aprender. Sofre os dois, professor e aluno”, finaliza a professora e psicóloga.

Fonte: CNTE

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