É revoltante e inaceitável que o Banrisul esteja se aproveitando da crise para lucrar com o sofrimento das servidoras(es) estaduais. No dia 6 de junho, o CPERS demandou esclarecimentos do banco acerca dos problemas com os empréstimos consignados. A entidade solicitou uma audiência com o presidente do Banrisul, Fernando Lemos, após inúmeras reclamações sobre a prorrogação dessas operações de crédito, mas até o momento, não obteve qualquer retorno.

O Banrisul havia prometido uma suspensão dos pagamentos dos empréstimos consignados por 180 dias, numa tentativa de dar um fôlego às trabalhadoras impactadas pela crise climática. Entretanto, essa promessa de alívio se revelou uma farsa. Em vez de ajuda, os servidoras(es) foram surpreendidas com um aumento abusivo nas parcelas, decorrente da aplicação de juros exorbitantes.

Este comportamento do Banrisul é um ato cruel de exploração em um momento de extrema vulnerabilidade. Lucrar em cima da tragédia alheia é um ato de desumanidade e completa falta de ética. É inaceitável que aqueles que já estão lutando para sobreviver sejam ainda mais sufocados por dívidas injustas.

Exigimos uma resposta imediata e ações concretas para corrigir essa injustiça. O Banrisul deve cumprir sua promessa e proporcionar o alívio prometido sem penalizar as servidoras(es) com juros abusivos. Chega de explorar quem já está sofrendo! O Banrisul precisa ser responsabilizado por suas ações desumanas!

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Nesta segunda-feira (10), representantes do CPERS se reuniram virtualmente com a equipe administrativa da Secretaria da Educação (Seduc) para exigir, com urgência, ações concretas de apoio às professoras(es) e funcionárias(os), da ativa e aposentadas(os), que foram atingidas pelas devastadoras enchentes no estado.

O Sindicato demandou respostas imediatas para minimizar o impacto catastrófico na infraestrutura das instituições de ensino e nas comunidades escolares. As medidas exigidas incluem programas de habitação, recomposição de bens materiais, equipamentos de trabalho, apoio psicológico, manutenção de empregos, autonomia das escolas, o fim do desconto previdenciário para as aposentadas(os), entre outras.

“Nossas professoras e funcionárias, da ativa e aposentadas, estão sofrendo demais diante das enchentes que assolaram o estado. Exigimos medidas efetivas para amparar a categoria e reconstruir as escolas e a educação pública”, asseverou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

Confira, abaixo, os principais pontos discutidos:

Programa de habitação

O CPERS exigiu a inclusão de um programa de habitação com subsídios e ajuda financeira direta para que as famílias afetadas possam reconstruir ou reparar suas casas, abrangendo pagamentos únicos ou assistência contínua até a restauração completa das moradias.

Também solicitou o fornecimento de materiais de construção e mão-de-obra, garantindo que as novas construções sejam resistentes a futuras enchentes. Além disso, reivindicou moradias temporárias para as famílias que perderam suas casas, assegurando um local seguro enquanto a reconstrução está em andamento.

O Sindicato destacou ainda que está fazendo o levantamento das(os) servidoras(es) que estão passando por situações de extrema necessidade financeira e que perderam tudo nas enchentes, para auxiliá-las(os) neste período de calamidade.

Recursos e apoio financeiro às escolas

Em resposta às enchentes que afetaram diversas regiões, especialmente no Rio Grande do Sul, o governo Lula (PT) destinou um total de R$ 741 milhões para apoiar as áreas atingidas. Esses fundos foram distribuídos entre várias iniciativas, incluindo a construção de unidades habitacionais, operações emergenciais, recuperação de infraestrutura e distribuição de alimentos e medicamentos.

O governo federal também alocou recursos específicos para a educação pública, como parte dos esforços para mitigar os impactos das enchentes. O Ministério da Educação (MEC) ampliou seu orçamento para atender às necessidades emergenciais e manter a continuidade das atividades educacionais nas regiões afetadas​​.

A Secretaria informou o envio de R$ 46,6 milhões destinados à educação. Deste valor, R$ 22,1 milhões serão repassados por meio do programa Agiliza, para serem utilizados em ações de investimento e custeio, contratação de serviços e compra de materiais de consumo. Os repasses para as escolas variam entre R$ 20 mil, R$ 40 mil e R$ 80 mil, conforme o impacto em cada uma das 636 instituições escolares afetadas.

Além disso, R$ 18,2 milhões serão destinados à aquisição de alimentação escolar, beneficiando as 625 escolas mais afetadas e aquelas que estão servindo de abrigo. Em junho, todas as escolas estaduais receberão um valor extra para cobrir possíveis aumentos nos preços dos alimentos.

>> Saiba mais aqui.

Para a reposição de mobiliário, serão alocados R$ 6,3 milhões, com 8 mil conjuntos de classe já adquiridos para entrega imediata em 42 escolas de 32 municípios atingidos.

Recomposição de bens materiais

O CPERS destacou que as(os) educadoras(es) estão em necessidade urgente de móveis e eletrodomésticos essenciais após as enchentes devastadoras. Na ocasião, foi exigido auxílio imediato, seja em pagamentos únicos ou prestações mensais. Em última instância, devido ao alto endividamento da categoria, também solicitou a concessão de crédito facilitado, sem juros, para que possam adquirir os itens necessários e reconstruir suas vidas. 

Equipamentos de trabalho

O Sindicato destacou a situação das(os) educadoras(es) que perderam materiais de trabalho, tanto didáticos quanto tecnológicos, e precisam de ajuda com auxílio financeiro imediato ou reposição dos equipamentos perdidos. 

Apoio psicológico

As(os) educadoras(es) e estudantes estão enfrentando traumas e estresse severos causados pelas enchentes. O CPERS exigiu serviços de apoio psicológico para todas(os). Conforme a Seduc, psicólogos já estão atendendo as comunidades escolares e estão buscando a ampliação de profissionais em um projeto em parceria com a PUCRS e a UFRGS que visa a formação de 130 novos psicólogos para atendimento online.

Manutenção de empregos

Diante desta calamidade pública, o Sindicato exigiu o compromisso do governo Leite (PSDB) com a manutenção de todos os postos de trabalho nas escolas estaduais e áreas de apoio. Conforme a Seduc, não há nenhuma intenção da entidade em demitir funcionárias(os) ou professoras(es).

Autonomia das escolas

O CPERS também cobrou que a Seduc garanta a autonomia político-pedagógica de cada instituição, para permitir a reorganização dos calendários escolares, a compensação de aulas e o ajuste da carga horária conforme a realidade de cada local. Representantes do Sindicato destacaram que as escolas gravemente afetadas não devem reiniciar as aulas imediatamente. 

Suspensão do desconto previdenciário das aposentadas

O Sindicato exigiu o imediato fim do desconto previdenciário das aposentadas(os), sobretudo neste momento em que estão ainda mais fragilizadas(os) financeiramente. Conforme a Seduc, a solicitação será encaminhada para o governador Eduardo Leite (PSDB).

Sobrecarga de trabalho

O CPERS também denunciou a sobrecarga de trabalho das educadoras(es), que afeta profundamente a saúde e o bem-estar das profissionais. Professoras(es) são obrigadas a cumprir tarefas administrativas que não são de sua responsabilidade direta, como preencher planilhas que deveriam ser feitas por coordenadores pedagógicos.

Conforme a Seduc, essas planilhas não devem ser preenchidas por professoras(es), e sim pelos supervisores das escolas. A Secretaria frisou que não existem metas a cumprir por parte das educadoras(es). Haverá uma reunião com as coordenadoras(es) de educação para passar como devem ser feitos preenchimentos das planilhas e sobre a questão das metas.

Problemas persistentes nos Registros de Greve no RHE

Sobre as greves de 2017 e 2019, o registro no RHE, em alguns casos, ainda não foi corrigido. No sistema, consta como “greve suspensa por determinação judicial”, o que prejudica muitas servidoras(es), impedindo encaminhamentos de aposentadorias e licenças-prêmio. De acordo com a Seduc, foi informado de que o problema estaria resolvido; conforme a instituição, a situação será resolvida o mais breve possível.

Escassez de recursos e fiscalização de empresas para limpeza

O Sindicato também destacou que os recursos para as escolas são escassos e expressou preocupação com a fiscalização das empresas responsáveis pela limpeza.

Escolas Cívico-Militares

Durante a reunião, o CPERS denunciou a posição do governo Leite (PSDB), frente à aprovação na Assembleia Legislativa, das escolas cívico-militares no Rio Grande do Sul, ressaltando os perigos inerentes a esse modelo para a educação no estado e sua flagrante inconstitucionalidade, sobretudo diante do parecer contrário do Ministério Público Federal (MPF) ao mesmo modelo em São Paulo.

A entidade aponta que a militarização das escolas compromete a formação integral das estudantes, substituindo práticas pedagógicas inclusivas por um regime autoritário e disciplinar. Essa abordagem não só limita a liberdade de pensamento e expressão, como também pode intensificar a desigualdade e a exclusão, ameaçando a qualidade e a equidade da educação pública gaúcha.

Pesquisa de monitoramento da situação das educadoras e escolas

A Seduc realizou uma pesquisa para cruzar dados sobre a situação das escolas e educadoras(es) em meio às enchentes. O levantamento, disponível no site da Secretaria, visa identificar as necessidades e orientar as ações de apoio.

>> Participe aqui pelo formulário.

O encontro evidenciou a necessidade de uma resposta coordenada e solidária para enfrentar os desafios impostos pelas enchentes.

A reunião contou com a participação da Secretária de Educação, Raquel Teixeira, e de membros de sua equipe administrativa. Representando o CPERS, além da presidente Helenir, participaram o 1º vice-presidente, Alex Saratt, o 2º vice-presidente, Edson Garcia, a secretária-geral, Suzana Lauermann, a tesoureira-geral, Rosane Zan, e as diretoras e diretores Alda Maria Bastos Souza, Glaci Weber, Juçara Borges, Leonardo Echevarria, Sandra Régio, Sônia Solange e Vera Lêsses.

O Sindicato está intensificando suas ações e não descansará até que essas questões sejam resolvidas. O ofício com as principais demandas da categoria também foi enviado à Casa Civil.

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Nesta quinta-feira (13), a votação sobre a inconstitucionalidade do desconto previdenciário às aposentadas(os) será retomada no Supremo Tribunal Federal (STF). Essas educadoras(es), que dedicaram a vida pela educação, veem suas rendas aniquiladas por valores abusivos retirados de seus salários. É hora de lutar pela justiça e pelo fim desse confisco, imposto por Eduardo Leite (PSDB)!

Ao longo desta semana, o foco é pressionar os ministros a favor da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6254 e para que se oponham ao confisco, protegendo nossas educadoras(es) com todo o respeito e dignidade que merecem. Encaminhe sua mensagem para que os magistrados sintam-se cobrados a garantir justiça à categoria!

Copie a mensagem abaixo e dispare para os e-mails dos ministros:

Vossa excelência, o confisco de pensões e aposentadorias é uma grande injustiça contra as servidoras e servidores que dedicaram a vida pelo serviço público. Nós, aposentadas e aposentados, pedimos encarecidamente que vote pela inconstitucionalidade desse ataque ao direito à aposentadoria digna. Contamos com o seu voto! Obrigada.

➡ Ministro Gilmar Mendes:
E-mail: audienciasgilmarmendes@stf.jus.br

➡ Ministra Carmen Lúcia:
E-mail: gabcarmen@stf.jus.br

➡ Ministro Luiz Fux:
E-mail: gabineteluizfux@stf.jus.br

➡ Ministro Alexandre de Moraes:
E-mail: gabmoraes@stf.jus.br

➡ Ministro Nunes Marques:
E-mail: gmnm@stf.jus.br

➡ Ministro André Mendonça:
E-mail: agenda.gmalm@stf.jus.br

➡ Ministro Cristiano Zanin:
E-mail: gabinete.mcz@stf.jus.br

➡ Ministro Flávio Dino:
E-mail: agenda.gmfd@stf.jus.br

Outros quatro ministros já votaram:

➡ Ministro Luís Roberto Barroso (Presidente) – VOTOU A FAVOR DO CONFISCO

➡ Ministro Edson Fachin (Vice-Presidente) – VOTOU CONTRA O CONFISCO

➡ Ministra Rosa Weber – VOTOU CONTRA O CONFISCO

➡ Ministro Dias Toffoli – VOTOU CONTRA O CONFISCO

>> Clique aqui para acompanhar o andamento da votação!

 

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Encerra nesta sexta-feira (7) o prazo de inscrição para o Enem 2024. Alunos e alunas que buscam ingresso no ensino superior por meio do exame terão até às 23h59 (horário de Brasília) de hoje para confirmar a participação na Página do Participante no portal do Inep.

A data também vale para os pedidos de tratamento por nome social e atendimento especializado. As provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro.

Para as vestibulandas(os) que não conseguiram isenção ou não são participantes do programa Pé-de-Meia, a taxa de inscrição, no valor de R$ 85, poderá ser paga até o dia 12 de junho, por boleto bancário, PIX, cartões de crédito e débito.

Os resultados do pedido de isenção nas provas foram divulgados em 24 de maio, na Página do Participante, assim como as justificativas de ausências no Enem 2023 para estudantes que estavam isentos da taxa.

Gaúchos terão prazo estendido 

Vestibulandas(os) moradores do Rio Grande do Sul terão um prazo extra para fazer a inscrição, em decorrência das catástrofes climáticas que atingiram o estado. Segundo o Ministério da Educação (MEC), um cronograma voltado para o público está sendo trabalhado. Até o momento, não foram divulgados maiores detalhes sobre o novo calendário.

Campanha Bora para Dentro

Junto de diversas organizações defensoras da educação pública, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) participa e fortalece a campanha “O Enem Abre Portas, bora pra dentro!”. A iniciativa busca aumentar o número de inscritos no exame e a participação e permanência de estudantes periféricos, pretos, indígenas, mães solos, pessoas com deficiência e LGBTQIA+ nas universidades públicas.

“Além da mobilização virtual feita pelas organizações apoiadoras, parte da campanha atua presencialmente no município de Diadema, em São Paulo.  No ano passado, conseguimos aumentar o número de inscritos do município em quase 40%. De 4.988 participantes em 2022, o número aumentou para 6.831 em 2023. A luta continua nesse ano de 2024 para o aumento do número de ingressantes no ensino superior”, apontou a professora Eliane de Souza Cruz, idealizadora da Rede Articulações.

Campanha AMPLIA Enem

Parceiro da campanha Enem Abre Portas, o Movimento AMPLIA, que busca promover a equidade racial e social para juventude por meio da educação, realiza a iniciativa “AMPLIA Enem”, que pagará a taxa de inscrição do exame para vestibulandos de baixa renda.

As inscrições para receber o apoio do movimento finalizam também nesta sexta-feira, 7 de junho, às 23h59.

Acesso o formulário para contribuir com a campanha ou solicitar o apoio no pagamento da inscrição: https://bit.ly/AmpliaEnem2024

Fonte: CNTE

 

 

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Em reunião, realizada nesta sexta-feira (7), na sede do CPERS, a Frente dos Servidores Públicos (FSP) debateu diversos temas fundamentais para as trabalhadoras e trabalhadores e definiu importantes ações para denunciar o descaso do governador Eduardo Leite (PSDB) e do prefeito Sebastião Melo (MDB) com a população gaúcha, em meio à crise climática.

Abaixo, seguem os principais pontos abordados:

1. Cobrança de juros dos consignados pelo Banrisul

As servidoras e servidores manifestaram profunda indignação com a decisão do Banrisul de cobrar juros abusivos sobre os consignados que estavam suspensos por 180 dias. A opinião unânime entre os participantes é que o lucro está sendo colocado acima da vida das trabalhadoras(es), sobretudo em meio à tragédia climática, ambiental e social que assola o Rio Grande do Sul. A FSP considera essa medida inaceitável, especialmente diante das dificuldades financeiras enfrentadas pelas gaúchas e gaúchos neste momento crítico. 

Diante desse cenário preocupante, a FSP solicitou uma reunião urgente com o presidente do Banrisul, Fernando Lemos. Caso o banco se negue a reunir-se com as servidoras(es), medidas judiciais não estão descartadas, já que a decisão atual contraria a informação inicial fornecida pelo banco.

>> Leia a íntegra do ofício da FSP encaminhado ao Banrisul.

2. Debate sobre mudanças climáticas e ambientais

No dia 22 de junho (sábado), às 9h, as entidades que compõem a FSP promoverão um debate com especialistas das universidades públicas e técnicos do serviço público. O evento, que será transmitido ao vivo, terá como pauta principal as mudanças climáticas e ambientais. A iniciativa visa ampliar o conhecimento sobre esses temas e discutir soluções que possam ser implementadas para mitigar os impactos ambientais no Rio Grande do Sul.

3. Ato em defesa dos salários e dos serviços públicos

Foi marcada, para o dia 12 de julho, às 14h, uma manifestação em frente ao Palácio Piratini. O ato tem como objetivo defender os salários das servidoras(es), os serviços públicos e protestar contra o desmonte dos serviços essenciais para a sociedade. A FSP destacou que o descaso climático, ambiental e social está afetando toda a população, e essa mobilização busca chamar a atenção para essas questões urgentes.

O encontro de hoje deixou claro o compromisso das entidades que integram a FSP em defender os direitos das servidoras(es) e da sociedade. As medidas definidas refletem a urgência de se abordar questões financeiras, ambientais, políticas e sociais que estão afetando a todas e todos. A FSP continuará lutando por justiça e melhores condições de trabalho para os servidores públicos, bem como pela preservação do meio ambiente e dos serviços essenciais para a população.

 

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Na próxima quinta-feira (13), será retomado o julgamento do desconto previdenciário das aposentadas(os), no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília.

Para garantirmos a vitória, contamos com o apoio e a pressão de todas e todos para barrar essa medida inconstitucional, imposta de maneira cruel pelo governador Eduardo Leite (PSDB) e sua base aliada.

Desde 2019, educadoras(es) aposentadas(os) – após dedicarem a vida em defesa da educação pública – voltaram a pagar a Previdência. Esse dinheiro faz falta para as necessidades básicas, como alimentação, remédios e moradia.

O julgamento foi suspenso com o placar de 3×1 a nosso favor e precisamos de mais três votos para que o STF declare a inconstitucionalidade da Emenda Complementar 103.

✉️ Copie a mensagem abaixo e dispare para os e-mails dos ministros:

Vossa excelência, o confisco de pensões e aposentadorias é uma grande injustiça contra as servidoras e servidores que dedicaram a vida pelo serviço público. Nós, aposentadas e aposentados, pedimos encarecidamente que vote pela inconstitucionalidade desse ataque ao direito à aposentadoria digna. Contamos com o seu voto! Obrigada.

➡ Ministro Luís Roberto Barroso (Presidente) – VOTOU A FAVOR DO CONFISCO

➡ Ministro Edson Fachin (Vice-Presidente) – VOTOU CONTRA O CONFISCO

➡ Ministra Rosa Weber – VOTOU CONTRA O CONFISCO

➡ Ministro Dias Toffoli – VOTOU CONTRA O CONFISCO

➡ Ministro Gilmar Mendes:
E-mail: audienciasgilmarmendes@stf.jus.br

➡ Ministra Carmen Lúcia:
E-mail: gabcarmen@stf.jus.br

➡ Ministro Luiz Fux:
E-mail: gabineteluizfux@stf.jus.br

➡ Ministro Alexandre de Moraes:
E-mail: gabmoraes@stf.jus.br

➡ Ministro Nunes Marques:
E-mail: gmnm@stf.jus.br

➡ Ministro André Mendonça:
E-mail: agenda.gmalm@stf.jus.br

➡ Ministro Cristiano Zanin:
E-mail: gabinete.mcz@stf.jus.br

➡ Ministro Flávio Dino:
E-mail: agenda.gmfd@stf.jus.br

>> Clique aqui para acompanhar o andamento da votação!

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A terceirização do ensino público que avança no Paraná, estado cujo governador é alinhado ao centro, mesmo campo político de Eduardo Leite (PSDB), tem impulsionado discussões sobre os riscos de privatizar a educação.

Nesta terça-feira (5), data em que Ratinho Júnior (PSD) sancionou o Projeto de Lei que transfere a gestão de 204 colégios estaduais paranaenses para o empresariado, o G1 publicou uma reportagem explicando como funcionam outros modelos semelhantes de terceirização do ensino público, fora do Brasil

O que se nota, a partir dos sistemas implementados na Inglaterra, nos Estados Unidos e no Chile, é um contexto de exclusão estudantil, desigualdade educacional e desvalorização do trabalho docente. 

As academies da Inglaterra

Na Inglaterra, organizações sociais ou empresas privadas administram financeiramente e pedagogicamente cerca de 80% das escolas de Ensino Fundamental e Ensino Médio.

Há casos de instituições que adotaram processos seletivos no momento da matrícula, excluindo estudantes que não correspondiam às expectativas dos gestores. 

As “escolas charter” dos Estados Unidos

O funcionamento das escolas norte-americanas é parecido com o das inglesas, mas o impacto no desempenho dos estudantes foi muito baixo até agora. Entre 2000 e 2008 os avanços foram quase imperceptíveis e só mais recentemente, entre 2014 e 2019, houve uma melhora no aprendizado de matemática e leitura. Os dados são de um estudo realizado em fevereiro deste ano, pela Universidade de Stanford. 

Além de oferecer um ensino pouco qualificado, as escolas charter estão envolvidas em diversas investigações da imprensa norte-americana. Casos de desvio de dinheiro público, precarização das condições de trabalho das professoras(es) e falta de critérios na contratação de docentes são alguns dos fatos apurados. 

O sistema de vouchers no Chile 

Uma herança neoliberal da ditadura de Augusto Pinochet, a educação no Chile é pautada pela lógica de mercado: para impulsionar a competição entre instituições, as famílias escolhem se as filhas(os) estudarão em uma escola particular subsidiada pelo Estado ou em um colégio público. 

O resultado, evidentemente, tem sido um desastre. A desigualdade educacional é gritante, pois as instituições privadas contam com investimento do Estado e dos pais de alunas(os). Em contrapartida, a escola pública conta só com a verba do Estado, ficando para trás na qualidade de ensino e na infraestrutura. 

O CPERS defende, de forma inegociável, a educação pública. Somente um ensino de qualidade fruto do capital estatal é capaz de garantir igualdade de oportunidades para todas(os). Outras alternativas, forjadas de boa intenção como a “Parceiro da Escola” no Paraná, caminham na contramão de uma educação democrática, laica e emancipatória. 

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A CNTE, juntamente com mais 100 entidades – incluindo o CPERS-, lançou, nesta quarta-feira (5), um abaixo-assinado em firme oposição às ações autoritárias e antissindicais do governo Ratinho Júnior (PSD).

>> Assine aqui o abaixo-assinado.

Repudiamos veementemente a petição assinada pela Procuradora do Estado do Paraná, Sra. Mariana Carvalho Waihrich, nos autos da Ação Declaratória de Ilegalidade de Greve nº 52706-02.2024.8.16.0000, protocolada no Tribunal de Justiça do Estado do Paraná.

Essa petição ultrajante exige a aplicação de multa individual e a prisão da presidenta da APP Sindicato por um suposto descumprimento de liminar que antecipou, de forma arbitrária, a ilegalidade da greve das trabalhadoras(es) da educação da rede estadual.

Os pedidos desmedidos de prisão e multa à sindicalista Walquíria Olegário Mazeto revelam a verdadeira face fascista e autoritária do governador Ratinho Júnior (PSD), que usa descaradamente a estrutura do Estado para promover atos antissindicais contra os profissionais da educação.

Como se não bastasse, na segunda-feira (3), durante a votação do infame PL nº 345/2024, que tenta privatizar ilegalmente as escolas públicas estaduais, a Polícia Militar, a mando de Ratinho Júnior (PSD), agrediu brutalmente estudantes e educadoras(es) na Assembleia Legislativa do Paraná, prendendo abusivamente aquelas(es) que se manifestavam pacificamente contra este projeto arbitrário.

Ao criminalizar o movimento sindical e perseguir sindicalistas, o governador e as estruturas de Estado adotam práticas tirânicas típicas de regimes antidemocráticos.

O ultrajante pedido de prisão de uma sindicalista que defende incansavelmente a categoria que a elegeu é a prova definitiva de que o Estado do Paraná escolheu tratar o sindicalismo local como caso de polícia, em flagrante desrespeito aos princípios democráticos e às garantias constitucionais de liberdade de organização, expressão e manifestação pública.

Essa afronta não pode ser tolerada!

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O Fórum das Centrais Sindicais do Rio Grande do Sul, que reúne diversas entidades, incluindo a Central Única dos Trabalhadores (CUT), à qual o CPERS é filiado, entregará um documento ao presidente Lula (PT), durante sua visita ao estado, nesta quinta-feira (6), solicitando auxílio emergencial a trabalhadoras(es) afetadas pela calamidade, bem como aquelas cuja empresa tenha sido impactada.

>> Baixe aqui a nota completa.

O documento também exige do governo Eduardo Leite (PSDB) medidas urgentes que mitiguem os efeitos da catástrofe climática no RS.

O Fórum considera imperativa a realização de ações provisórias que alcancem diretamente a classe trabalhadora e as empresas que estão, total ou parcialmente, sem condições mínimas de operação.

 >> Confira as propostas abaixo:

  1. A instituição de um Auxílio Emergencial de Manutenção de Emprego e Renda, custeado com recursos da União, por 3 meses, retroativo a 01 de maio, junho e julho, aos trabalhadores/empregadores afetados, equivalente ao valor da parcela do seguro desemprego, o qual será implementado através de Negociação Coletiva;
  2. Linha de Crédito especial, incluindo a liberação do FGTS sem limites, para trabalhadores que tiveram suas propriedades e bens destruídos e garantia da liberação dos valores pelo FAT, quando não depositados pelas empresas, até sua cobrança pelo estado;
  3. Linhas de crédito facilitado para empresas atingidas diretamente pela enchente, desde que apresente contrapartida de manutenção de empregos;
  4. Linha de crédito especial para trabalhadores avulsos, autônomos e de aplicativos entre outros, atingidos diretamente pela calamidade climática;
  5. Auxílio emergencial para trabalhadores da cultura nas regiões de calamidade que tiveram seus contratos suspensos ou adiados;
  6. Liberação de linha de crédito a fundo perdido para Microempreendedores Individuais – MEIs, pequenas e médias empresas arruinadas pelas enchentes;
  7. Crédito facilitado a fundo perdido para reconstrução produtiva da agricultura familiar atingida diretamente pela calamidade climática;
  8. Suspensão imediata da cobrança de dívidas de operação de crédito rural e renegociação das dívidas dos pequenos agricultores familiares e camponeses;
  9. Garantia do Seguro defeso extraordinário para proteger os pescadores e trabalhadores da pesca;
  10. Garantia de renda mínima para os trabalhadores e assalariados rurais nas regiões de calamidade, na forma do salário-mínimo nacional;
  11. Antecipação do pagamento dos precatórios de 2025 para 2024;
  12. Suspensão da cobrança de empréstimos consignados de servidores públicos nas três esferas de governo por 06 meses nas regiões decretadas em calamidade;
  13. Auxílio Emergencial pago pelo Governo do Estado aos MEI, Trabalhadores por Plataformas Digitais e informais atingidos diretamente pelas enchentes, retroativo a maio, junho e julho;
  14. Frentes de Trabalho Emergencial a serem implementadas pelo Estado e Municípios incorporando trabalhadores desabrigados e atingidos pelas enchentes a serem cadastrados pelo SINE.

 

 

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O CPERS está exigindo esclarecimentos do Banrisul sobre problemas relacionados aos empréstimos consignados das servidoras(es) estaduais. Na manhã desta quinta-feira (6), a entidade solicitou uma audiência com o presidente do banco, Fernando Lemos, após diversas reclamações sobre a prorrogação das operações de crédito consignado.

O Banrisul havia prometido um fôlego às servidoras(es), anunciando a suspensão dos pagamentos dos empréstimos consignados por 180 dias, numa suposta tentativa de amenizar os estragos causados pela crise climática.

No entanto, ao invés de alívio, as trabalhadoras(es) foram pegas de surpresa com um aumento abusivo nas parcelas devido à aplicação de juros, piorando drasticamente a situação de quem já está lutando para sobreviver e está sufocado por dívidas.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, ressalta a indignação e a frustração sentidas pelas educadoras(es). “Os servidores esperavam um alívio financeiro, mas acabaram enfrentando ainda mais dificuldades. O Banrisul precisa responder: como essa decisão foi tomada às custas do sofrimento dos trabalhadores?”, questiona.

O Sindicato busca garantir que os direitos das servidoras(es) sejam respeitados e que qualquer decisão financeira seja tomada com total transparência. A expectativa é que a reunião possa ocorrer o mais breve possível, oferecendo uma oportunidade para que todas as questões sejam discutidas e resolvidas de maneira justa e transparente.

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