Pressão dos educadores faz com que consultoria desista de estudo que pretendia atacar o Plano de Carreira dos educadores


A pressão das mobilizações dos educadores contra o estudo, encomendado pelo governo para tentar acabar com o Plano de Carreira da categoria fez com que o economista Flavio Vasconcellos Comin, responsável pela análise, se recusasse a continuar o trabalho. Ontem, Comin divulgou em suas redes sociais que pediu a rescisão do contrato com a Secretaria da Fazenda. O principal argumento para não realizar mais o estudo foi o de que sofreu forte pressão por parte do CPERS, que alertou, o tempo todo, que a ação tinha o objetivo de atacar o Plano de Carreira dos educadores. Comin alegou também a cobrança da sociedade e do Sindicato quanto ao o valor pago pelo Estado para a realização do estudo: R$ 195 mil.
“Teve reclamação na imprensa, fui xingado por professoras do Estado, teve meme meu com fotos no facebook, a Procuradoria do Estado achou irregular, o Ministério Público Federal também….a UFRGS apenas levantou problemas. Não tive apoio de lugar nenhum….O projeto já começou embargado devido e suspenso devido à ação da Procuradoria do Estado”, argumentou Comin, em sua rede social.
A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, destaca a importância das mobilizações realizadas pelos professores e funcionários de escola para que a empresa desistisse do estudo. “Essa é a prova de que através da nossa união e realizações de fortes mobilizações conseguiremos barrar os ataques deste governo. Convoco a todos a continuarmos firmes e fortes, como a nossa crescente greve vem demonstrando. Sartori e seus aliados tiveram uma demonstração da nossa força. Não recuaremos”, afirmou.

 

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