Manifestações de educadores marcam o Dia Nacional de Luta contra o desmonte do estado


Nesta quarta-feira, dia 05, educadores de diversas regiões do Estado atenderam ao chamado do CPERS e realizaram manifestações para marcar o Dia Nacional de Luta contra o Desmonte do Estado, chamado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE. O objetivo da mobilização é o de mostrar o repúdio dos educadores às medidas de desmonte do estado brasileiro e da educação pública, especialmente contra a PEC 241 (congelamento em investimento público), o PL 4.567 (privatização do pré-sal) e a Medida Provisória 746 (reforma do ensino médio).
Em Porto Alegre, o 38º Núcleo organizou uma plenária na escola Maria José Mabilde, na Ilha da Pintada, para debater a reforma no Ensino Médio, a PEC 241 e a reforma da Previdência.
Em Pelotas, o 24º Núcleo do CPERS realizou atividade de “gização” e panfletagem com distribuição de informativo sobre o PEC 241, o PLP 257 e o PL 4567 à população. O ato foi realizado nas sinaleiras em frente ao Ministério Público. Os educadores também entregaram um ofício cobrando do Ministério Público providências para que a decisão judicial que proíbe o Governo Sartori de parcelar os salários de professores e funcionários de escola seja respeitada e cumprida.
Em Rio Grande, pela manhã, foi realizada panfletagem sobre os projetos de Lei que retiram direitos dos trabalhadores, no Largo Doutor Pio. À tarde, os educadores realizaram aula pública, no mesmo local, sobre o desmonte da educação.
A vice-presidente do CPERS, Solange Carvalho, o secretário geral da entidade, Edson Garcia, a diretora do Departamento Administrativo do Sindicato, Rosane Zan, e representantes dos Núcleos do CPERS participam da grande mobilização realizada em Brasília, na esplanada dos ministérios.
No final da tarde de hoje, ocorrerão atos em São Leopoldo e Ijuí.
O CPERS reforça a importância dos educadores continuarem enviando e-mail aos deputados pedindo que votem contra os projetos que prejudicam a educação pública.
Segundo pesquisa realizada pelo Dieese, caso o PEC 241 fosse aprovada, de 2002 a 2015, a educação pública já teria perdido 47% dos recursos. E a saúde, 27%.

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Brasília

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Pelotas

 

 

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