Nesta terça-feira (9), educadores de diversas regiões do estado realizam ato público estadual para exigir reposição salarial, manutenção dos protocolos de segurança nas escolas e o fim dos descontos nos contracheques.
A concentração será às 9h, em frente ao Instituto de Educação General Flores da Cunha (Osvaldo Aranha, 527). Do local, a categoria seguirá em caminhada até o Palácio Piratini.
São sete anos sem nenhum centavo de reajuste, deixando os educadores em situação de miserabilidade. Como se não bastasse, o governo Eduardo Leite (PSDB) segue realizando incontáveis descontos nos contracheques.
“Faremos uma forte pressão para que o governo reserve recursos para pagar nosso reajuste. Também vamos deixar claro que não aceitaremos mais descontos em nossos contracheques. O governo ameaça novamente meter a mão em nossos salários, que já estão esvaziados”, destaca a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.
Ainda em outubro, o CPERS protocolou junto à Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa uma proposta de emenda ao texto da Lei Orçamentária Anual (LOA), enviado pelo governador.
A emenda busca inserir a recomposição salarial de 47,82% para os servidores ativos, inativos e pensionistas vinculados à rede estadual de ensino, na previsão orçamentária de 2022.
Nesta semana deve ser entregue o parecer do relator da LOA à Comissão de Finanças da Assembleia.
Quanto ao retorno obrigatório das aulas presenciais, que ocorre a partir desta segunda-feira (8), o sindicato exigirá estrutura adequada nas escolas, número suficiente de funcionários e EPIs para cumprir os protocolos sanitários.




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