É com imenso pesar que comunicamos o falecimento de Naura Julia Amarante, funcionária do Sindicato. Seu exemplo de acolhimento, dedicação e respeito com a categoria iluminou o CPERS por 24 anos.

O velório será às 13h, na Capela 7 do Cemitério João XXIII, em Porto Alegre, e a cerimônia de cremação às 18h30.

Em nome de todos os funcionários e associados do CPERS, prestamos nossa mais profunda solidariedade aos amigos e familiares.

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Um dia dedicado ao debate e à reflexão sobre os aspectos que influenciam na construção de uma escola livre de preconceitos. Foi isso que ocorreu nesta sexta-feira(31) durante o Seminário de Luta contra Homofobia realizado pelo CPERS.

O objetivo, segundo a coordenadora do Departamento de Gênero e Diversidade e vice-presidente do Sindicato, Solange Carvalho, é o de proporcionar esclarecimentos e informações sobre como evitar situações de preconceito na escola. “Vamos ampliar este debate e em agosto iniciaremos os encontros de formação nos 42 Núcleos do CPERS”, afirmou.

“Como educadores não podemos fechar os olhos para o preconceito que vemos nas escolas. Temos relatos de preconceitos muito fortes. A homofobia, assim como o racismo, mata”, disse a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

Dando início aos debates realizados ao longo do dia, o integrante da direção do Grupo Nuances, Célio Golin, fez um resgate histórico sobre o Movimento LGBT, lembrou dos 50 anos de Stonewall, uma das maiores rebeliões de membros da comunidade LGBT contra a polícia de Nova York e analisou a conjuntura atual do ativismo.

“Aqui no Brasil tínhamos uma perseguição ferrenha. As pessoas eram presas e iam para hospitais psiquiátricos. O cenário começa a mudar com as paradas gays. As novas gerações têm como referência a cidadania e não a doença, no caso a aids, como foi na minha época”, avaliou.

 

Mães relatam histórias de violência e humilhações contra seus filhos  

Em um dos momentos mais comoventes do Seminário, o relato de mães que integram a Associação Mães pela Diversidade, emocionou a todos(as) e evidenciou o quão necessário e urgente é o debate sobre a LGBTfobia nas escolas.

“É bem difícil saber que meu filho passou por todo tipo de agressão durante 20 anos escolares. No dia da formatura, ele disse “eu encerro um ciclo de 20 anos de agressões”. Ele foi agredido na escola desde a mais tenra idade”, relatou a professora e assistente social, Iara Netto.

Mãe de um rapaz trans, de 21 anos, Maristela Castilhos também contou sobre as agressões sofridas pelo filho. “Constrangiam, debochavam e batiam nele. Isso gerou uma depressão que o levou a se mutilar com cortes profundos. No Ensino Médio, a escola o proibiu de usar o banheiro. Ele saía de casa às 7h30 e chegava às 13h30 correndo para ir ao banheiro. Meu filho desistiu da escola e entrou em depressão profunda, ficou seis anos trancado em casa. Hoje ele está em uma escola que o respeita. Volta com um sorriso, o que nunca aconteceu antes. Ele é um vencedor.”

“Quando saía da escola, ele ia correndo para casa porque tinha medo de apanhar. A solução que encontraram foi mandá-lo embora mais cedo e sequer me comunicaram. Ele odiava a escola, tinha medo. É por ele que eu estou aqui hoje”, disse Elisângela Guterres.

“Nossa associação existe em 22 estados. A nossa luta é por direitos iguais, pois os nossos filhos são tão cidadãos quanto qualquer outra pessoa. As crianças LGBTs existem e devem ser respeitadas”, frisou Renata dos Anjos, integrante da Associação Mães pela Diversidade e assessora da direção do CPERS.

O olhar da escola

A especialista em educação, Gabriela Iablonovsk e o doutorando em Psicologia pela PUC/RS, Ramiro Catelan, abordaram o tema Formação de Educadores e as Questões de Gênero e Diversidade.

Catelan apresentou dados da violência contra a população LGBT. A cada 19h há um assassinato ou suicídio, a maioria das empresas não contrata homossexuais, 61% dos profissionais escondem sua condição. “Nosso país é extremamente violento e hostil com essa população. É fundamental que a escola seja um ambiente coletivo e democrático”, alertou.

O Doutor em Educação, Marcelo Silva falou sobre o tema Escolas Inclusivas desde a Educação Infantil. A Educação e a Transfobia – experiências de luta e inclusão foi abordada pela Doutoranda em Educação e integrante do Grupo Somos, Claudia Penalvo e pela professora de Filosofia e escritora, Atena Beauvoir Roveda.

“A escola continua com o mesmo formato do século XVI. Quando falamos em espaço escolar, precisamos falar em Paulo Freire, envolver a nossa própria existência no ideal de educação”, disse Atena.

O coordenador do Coletivo LGBT da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), José Christovam de Mendonça Filho, falou sobre A Diversidade no contexto da CNTE. “As piores barreiras nas escolas são as atitudinais. Esses meninos e meninas precisam apenas do nosso acolhimento. Temos fracassado, precisamos compreender as nossas deficiências e começar a fazer a diferença”, observou.

Finalizando os debates, a deputada Maria do Rosário expôs questões importantes sobre as políticas públicas para a comunidade LGBT. “É preciso parar de criminalizar a vida das pessoas de acordo com a diversidade que elas apresentam a partir de preceitos heteronormativos. É preciso falar sobre a liberdade e o respeito à diversidade para que existam”, destacou.

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Após Lagoa Vermelha e Passo Fundo, o núcleo de Uruguaiana recebeu o último Encontro Regional de Funcionários(as) de Escola da semana. Mais de 200 educadores(as) da região e de Alegrete reuniram-se para confraternizar, trocar experiências, aprofundar os conhecimentos sobre seus direitos e discutir a conjuntura estadual e nacional.

“É um orgulho ver tantas colegas juntas, dispostas a dar as mãos para defender nossos direitos e valorizar nosso trabalho em todos os espaços da escola, como educadoras que somos”, afirmou Sônia Solange, diretora do Departamento de Funcionários(as) de Escola do CPERS.

Fortalecer a identidade dos funcionários como educadores de fato, traçar caminhos para a profissionalização e resgatar a história de lutas de quem atua para garantir o bom funcionamento das escolas e, muitas vezes, não é reconhecido por seus próprios pares. São estes alguns dos objetivos dos Encontros Regionais de Funcionários de Escola, que ocorrem até o início de julho em todas as regiões do estado.

Atividades lúdicas, informação e mobilização para a luta são alguns dos atrativos que têm lotado os encontros desde o início das agendas. “Ninguém luta se não sabe pelo que lutar. Conhecer nossa história e nossos direitos é fundamental para avançarmos”, explica Sônia.

A Reforma da Previdência e os ataques à educação em nível estadual e federal também pautam todas as edições do encontro, que contam com a participação do escritório jurídico Buchabqui e Pinheiro Machado.

As mobilizações marcadas para os próximos dias ganham destaque. No dia 3, próxima segunda-feira, a categoria deve cruzar os braços em protesto pelos salários atrasados e congelados, e participar do ato estadual em Porto Alegre. Já no dia 14 de junho, data da Greve Geral, educadores(as) se unem a trabalhadores(as) de todos os segmentos para barrar a Reforma da Previdência.

Confira abaixo o cronograma dos próximos Encontros Regionais e participe!

 

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Teve início nesta quinta-feira (30), em Curitiba (PR), o Encontro do Coletivo de Aposentados da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Participam da atividade 18 sindicatos afiliados à Confederação, incluindo o CPERS, representado pela diretora Glaci Weber.

Diante de todo o cenário de retrocesso social, a entidade está empenhada na luta contra a Reforma da Previdência e, mesmo sendo este um grupo de trabalhadores que já se aposentou, o Coletivo de Aposentados(as) está comprometido com a defesa do direito à aposentadoria de toda classe trabalhadora.

“Os aposentados do CPERS são uma das maiores forças do Sindicato. Nossa experiência, compromisso com a luta e conhecimento das pautas e conquistas históricas faz da nossa mobilização essencial em tempos de ataques e retrocessos”, afirmou Glaci.

Para a professora Fátima Silva, Secretária Geral da CNTE e Vice-Presidenta da Internacional da Educação para América Latina (IEAL), este momento é decisivo para o futuro da sociedade e os aposentados e as aposentadas têm um papel fundamental. “A educação está sob ataque deste desgoverno. Os cortes no orçamento, a perseguição aos professores e a tentativa de aprovar essa reforma da previdência nefasta exigem de nós muita resistência. Nossos aposentados combateram a ditadura militar e estão preparados para mobilizar a sociedade, e fazer o debate que demonstre a verdade dos fatos que o governo tenta esconder”, disse.

A Doutora em Políticas Públicas e Gestão da Educação Básica e ex-Presidenta da CNTE, Juçara Dutra Vieira, fez a análise de conjuntura educacional e falou sobre o papel dos aposentados nos sindicatos. “A luta pela democracia é a luta das camadas populares. Queremos a democracia adjetivada pelo recorte dos direitos humanos e da sabedoria dos povos”, disse. Ela lembrou que a educação e a cultura são agentes transformadores e, por isso, professores, estudantes e artistas são perseguidos. “Temos que manter a perspectiva de soluções coletivas pois não há salvação individual”, falou se referindo à necessidade de romper com esse sistema que está afetando a vida dos brasileiros.

A segunda mesa do dia foi sobre as consequências da Reforma da Previdência para os aposentados/as. A professora Selene Michielin, Secretária de Aposentados e Assuntos Previdenciários da CNTE e coordenadora do coletivo, fez uma análise sobre o projeto de desmonte total da proteção social que a Reforma proposta pelo governo busca implantar. “O acúmulo de capital não protege nenhum cidadão. A Reforma não representa uma mudança conjuntural e sim estrutural, são direitos que não serão mais recuperados. Mulheres e aposentados em geral, constantemente são forçados a desempenhar um papel que deveria ser do Estado, e a Reforma da Previdência vai perpetuar essa realidade”, alertou.

30M – A aula é na rua

As atividades do dia foram concluídas com a compreensão de que toda indignação dos trabalhadores e trabalhadoras, deve servir de combustível para manter a luta e a resistência muito ativas. Nesse sentido, os participantes do Encontro se somaram aos estudantes e trabalhadores do 2° grande Ato Nacional em Defesa da Educação Pública e contra a Reforma da Previdência, tomando as ruas de Curitiba e de todo o Brasil.

Com fotos e texto de Jordana Mercado / CNTE

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Nesta quinta-feira (30), a Igreja Sagrado Coração de Jesus, em Passo Fundo (7º Núcleo), recebeu centenas de funcionários(as) de escola da região e do núcleo de Erechim. O dia de programação intensa marcou mais uma edição dos Encontros Regionais do segmento, que percorrem todas as regiões do estado até o início de julho.


Fortalecer a identidade dos funcionários como educadores de fato, traçar caminhos para a profissionalização e resgatar a história de lutas de quem atua para garantir o bom funcionamento das escolas e, muitas vezes, não é reconhecido por seus próprios pares. São estes alguns dos objetivos dos Encontros Regionais de Funcionários de Escola, que ocorrem até o início de julho em todas as regiões do estado.

Atividades lúdicas, informação e mobilização para a luta são alguns dos atrativos que têm garantido casa cheia nos eventos. “São quase três décadas de lutas unificadas entre professores(as) e funcionários(as), com conquistas importantes para ambas as carreiras. Hoje é uma oportunidade para vocês conhecerem seus direitos e a importância de se reconhecerem como atores ativos do fazer pedagógico, dentro e fora da escola”, explicou a diretora do Departamento de Funcionários(as), Sônia Solange Vieira.

Servente contratada há 8 anos, a funcionária Élica Cavalheiro, da EEEF Coronel Gervásio, foi chamada para a mesa de abertura e fez uma fala emocionada. “Se nós continuarmos baixando a cabeça, o governo vai continuar atacando nossos direitos e desvalorizando nosso trabalho. Vamos à luta, pois não somos invisíveis. Não somos funcionárias do diretor da escola, mas de todos os gaúchos”, contou.

A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, avaliou a conjuntura estadual e nacional, fazendo um alerta quanto à necessidade de engajamento e mobilização. Para ela, a negação da política é uma receita para manter o projeto neoliberal, de precarização e redução dos serviços públicos, no poder. “Nós somos seres extremamente políticos. Fazemos políticas desde o nascimento, quando pela primeira vez choramos para reivindicar comida. Não gostar de política é renunciar à vida e à cidadania, mantendo o que está aí e nos afastando da fiscalização”, disse.

O evento também contou com apresentações artísticas e momentos de confraternização, além de uma abordagem aprofundada da Reforma da Previdência e como o texto em tramitação no Congresso prejudica todos(as) os(as) trabalhadores(as). O advogado Marcelo Oliveira Fagundes, do escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, falou aos presentes sobre a ameaça à aposentadoria e reforçou a necessidade de conscientizar a comunidade sobre as reais consequências do projeto.

“Conversem com as pessoas. Estão veiculando muitas inverdades, dizendo que quem está próximo de se aposentar não será afetado. É mentira. A Reforma vai pegar todos com violência, e vai pegar os pais e alunos das suas escolas também. É preciso dialogar”, frisou.

Calendário de lutas

Além de debater o reconhecimento social e os direitos da categoria, o evento também discutiu a conjuntura de ataques à educação em todos os níveis, com destaque para as mobilizações marcadas para os próximos dias. A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, fez um chamado à luta. “Se vocês não lutarem do nosso lado, ninguém vai substituir o lugar de vocês. Será um buraco na resistência”, disse.

No dia 3, próxima segunda-feira, a categoria deve cruzar os braços em protesto pelos salários atrasados e congelados, e participar do ato estadual em Porto Alegre. Já no dia 14 de junho, data da Greve Geral, educadores(as) se unem a trabalhadores(as) de todos os segmentos para barrar a Reforma da Previdência.

Confira abaixo o cronograma dos próximos Encontros Regionais e participe!

 

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Pela segunda vez em maio, os gaúchos se levantaram e, em alto e bom tom, deixaram claro que o estado não aceita as políticas de morte do governo Bolsonaro, que corta recursos da educação, ataca universidades e institutos federais, persegue educadores(as) e quer acabar com a aposentadoria dos(as) trabalhadores(as).

Em Porto Alegre, dezenas de milhares realizaram um ato histórico, apesar da chuva e do frio intensos. Pela manhã e à tarde, secundaristas mobilizaram comunidades escolares em instituições da periferia da capital, como os bairros e escolas Rubem Berta, Rafaela Remião e Restinga.

Às 17h, estudantes da UFRGS e de Institutos Federais concentraram-se na Faculdade de Educação da UFRGS. Após, encontraram-se com a multidão que aguardava o ato das 18h na Esquina Democrática. O CPERS participou da coordenação do ato, com a presença presidente Helenir Aguiar Schürer.


“O que estamos construindo nas ruas desde o dia 15 ficará para a história. É um levante que surpreende aqueles que pensavam que poderiam atropelar a população sem resistência. Mas é apenas o início. Resistência não se faz apenas em um ou dois dias. Resistência nós fazemos até a vitória”, afirmou, referindo-se à greve geral do dia 14 de junho.

Atos também foram registrados em dezenas de cidades do Rio Grande do Sul e em pelo menos 20 estados do país.


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O governo Eduardo Leite confirmou o 42º mês de salários atrasados e/ou parcelados para os(as) servidores(as) do Estado. Neste mês, o pagamento começa no último dia útil, nesta sexta (31), quitando a faixa de até R$ 1,1 mil.

O próximo pagamento está programado para 11 de junho, quando os(as) trabalhadores(as) com vencimentos de até R$ 3,5 mil recebem seus proventos.

Confira o calendário:

31 de maio: salários até R$ 1.100

11 de junho: salários até  3.500

13 de junho: salários até R$ 8.000,00

19 de junho: salários até R$ 12.000,00

21 de junho: demais valores

Conforme deliberação da Assembleia Geral do CPERS, a próxima segunda-feira (3) é dia de paralisação. As escolas devem parar no primeiro dia útil de cada mês em que os salários não forem integralizados.

A paralisação será acompanhada de um ato em Porto Alegre, às 13h, com concentração na sede estadual do CPERS (Av. Alberto Bins, 480). A mobilização é de extrema importância para fortalecer o poder de negociação da categoria e fazer nossa pauta avançar junto ao Governo.

A pauta de reivindicação, definida na Assembleia Geral, exige reposição emergencial de 28,78%, pagamento em dia e realização de concursos públicos para professores(as) e funcionários(as) de escola.

O que pedimos é o mínimo: reposição da inflação acumulada desde 2014, respeito e prioridade para a educação.

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Prestes a fazer uma cirurgia para retirar o câncer de mama diagnosticado em 2018, uma professora contratada foi informada da sua exoneração. “Fui até a Seduc e me disseram para correr se não quisesse perder também a outra matrícula que possuo. Foi uma dispensa sumária, sem o mínimo de sensibilidade”, recorda.

“Lembro que o meu maior pânico foi a possibilidade de perder o IPE e não ter como arcar com os altos custos do tratamento”, conta a educadora canoense.

Foto: Caco Argemi / CPERS – Sindicato

Ela é mais uma vítima da política desumana de enxugamento e “otimização” de quadros escolares implantada pelo Governo do Estado. Por orientação da Secretaria da Educação, contratados(as) em licença saúde por mais de 15 dias devem ser dispensados.

Sem respaldo legal em meio ao limbo jurídico dos contratos emergenciais, profissionais com enfermidades graves como câncer, depressão, transtorno de ansiedade e crise de pânico são levados a esconder sua condição de saúde para não perder o emprego.

Às vésperas de iniciar as sessões de radioterapia, a educadora de Canoas voltará a dar aulas na sua segunda escola, única a manter o contrato, apesar da licença garantida pelo INSS até o final do ano.

“Vou fazer o restante do tratamento trabalhando. Eu amo meu trabalho e adoro estar com os alunos, mas é frustrante ver como somos desconsiderados pelo governo. O que a gente espera é o mínimo de empatia e de dignidade, pois eles estão lidando com pessoas, e não com números”, desabafa. “Não deixei que o câncer me tirasse a alegria. Não será o governo que fará isso”, completa.

Desamparo e higienização

O desgaste físico e mental, natural ao ofício de educar, e as condições precárias de muitas escolas estaduais são conhecidos fatores condicionantes de problemas de saúde. Em Porto Alegre, a dura realidade das séries iniciais de uma escola no bairro Navegantes levou um educador à depressão. O laudo médico acrescenta transtorno de ansiedade e crise de pânico.

“Eu só chorava. Fazia o que podia pelos meus alunos, mas doía demais ver eles em situações que eu não conseguia mudar, como abusos, envolvimento com o tráfico e fome. Perdi sete quilos em pouco tempo, meu cabelo começou a cair. Então, o médico decidiu me afastar para tratamento”, relata.

Nesta quarta (28), ele recebeu a notícia de que estava demitido após nove anos de dedicação. Preocupado, foi buscar informações junto à Seduc. Lá constatou que seu nome estava na lista de dispensa, mas sua exoneração ainda não havia sido publicada. Sugeriram, então, que retornasse ao trabalho para reverter a situação.

“Estou retornando ciente de que não tenho condições de voltar, mas vou porque preciso do IPE para pagar meu tratamento”, diz.

Outro professor, de Santa Cruz do Sul, também foi exonerado na última quarta-feira após afastamento por problemas relacionados à miastenia grave, doença neuromuscular sem cura. “Tiraram a minha alma inteira. Foi um ato covarde”. Ele conta que também atravessa um quadro de depressão severa devido ao assédio que viveu na escola por parte da direção, bem como a política de atrasos e congelamento salarial que afetaram de forma brutal a subsistência da família.

“O que estão fazendo parece uma higienização, sabe? Do tipo, se estragou joga fora, dispensa. Não se pode tratar pessoas assim, justamente quando mais precisam de apoio”.

Máquina de moer educadores(as)

O Rio Grande do Sul tem se tornado uma máquina de moer educadores(as).

A burocracia cega que desampara profissionais em momentos de extrema vulnerabilidade torna-se ainda mais cruel quando lembramos que a desumanidade é uma política de Estado, iniciada no governo Sartori e continuada por Eduardo Leite.

O mesmo governo que dispensa enfermos não paga salários em dia há 42 meses e mantém os proventos congelados há quase cinco anos.

Outro agravante: todos os novos contratos da rede estadual têm sido firmados por tempo fechado. Na modalidade, educadores(as) recebem de março a dezembro e ficam sem emprego nos meses que antecedem o ano letivo. Não têm direito a salário ou férias remuneradas, nem garantias de retorno ao quadro da Seduc.

Na prática, educadores(as) são levados(as) a assinar um contrato de trabalho que já prevê sua demissão. E não há previsão de realização de concursos públicos apesar da crônica falta de educadores(as) na rede estadual. O próprio Estado admite que faltam mais de 7 mil trabalhadores(as) nas escolas gaúchas.

É comum que funcionários(as), por exemplo, acumulem funções para suprir a carência de quadros, atuando como serventes e merendeiras ao mesmo tempo, uma realidade que tem como consequência a exaustão e o adoecimento.

Para um governo eleito com promessas de diálogo e de valorização de quem trabalha no chão da escola, está faltando sensibilidade, empatia e seriedade. O CPERS exige providências do Estado, bem como explicações sobre as suas diretrizes e políticas nefastas de precarização.

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A servente Simone Camargo Maciel participou, nesta quarta-feira (29), do seu primeiro encontro de funcionários(as) de escola promovido pelo CPERS. Saiu do evento, realizado na sede do núcleo de Lagoa Vermelha (25º), determinada a transformar sua atuação na ETE Bernardina Padilha, de Vacaria.

“Sem conhecimento a gente fica burro, alienado. Engole qualquer coisa. Agora eu sei dos meus direitos, posso lutar pelo que é justo e sei que preciso ser reconhecida como educadora”, afirma. Ela é concursada há 27 anos e foi beneficiada, em maio de 2015, pela ação do CPERS que resgatou o PL 155, então engavetado na Assembleia, garantindo o enquadramento de todos os funcionários no Quadro de Carreira, bem como seus direitos salariais.

Fortalecer a identidade dos funcionários como educadores de fato, traçar caminhos para a profissionalização e resgatar a história de lutas de quem atua para garantir o bom funcionamento das escolas e, muitas vezes, não é reconhecido por seus próprios pares. São estes alguns dos objetivos dos Encontros Regionais de Funcionários de Escola, que ocorrem até o início de julho em todas as regiões do estado.

“Mesmo sem perceber, exercemos o papel de educar em todos os espaços da escola. Pois cada ambiente de uma instituição de ensino serve a um único propósito: a educação”, explicou Sonia Solange, diretora do Departamento de Funcionários(as) de Escola do CPERS ao público presente, composto por mais de 100 funcionários(as) dos núcleos de Lagoa Vermelha e Vacaria. “Nosso trabalho tem uma dimensão pedagógica importantíssima, e sua valorização começa por nós”, complementa.

A servente Olívia de Fátima Carini, de 51 anos, construiu seu protagonismo na EEEM Presidente Kennedy, de Lagoa Vermelha, batalhando e se fazendo ouvir por professores(as) e estudantes, bem como pelo corpo diretor. Hoje, atua como merendeira para suprir a carência de recursos humanos – reflexo da política de precarização do governo Eduardo Leite -, mas também preside o conselho escolar.

“A gente tá sempre de fundo na escola, sem reconhecimento. Temos que ir atrás e buscar nosso espaço, não podemos aceitar uma condição subalterna”, pondera. “É muito bom ter encontros como esse, pois a gente sai do ambiente escolar, vê colegas e compartilha dos mesmos problemas e sonhos, se exercita e até respira melhor”, completa, referindo-se às atividades lúdicas de ginástica corporal e dança.

Reforma da Previdência

Olívia, além de um bom exemplo para a luta dos(as) funcionários, também ilustra a crueldade da Reforma da Previdência. Com 51 anos de idade e 29 de contribuição, ela precisaria trabalhar mais quatro anos de acordo com a regra atual para se aposentar com a integralidade, ou 100% do último benefício.

Se a Reforma da Previdência passar, ela cairá na regra de transição e precisará chegar aos 62 anos para garantir o benefício integral, trabalhando seis anos a mais. Saiba mais sobre como a proposta de Bolsonaro prejudica todos(as) os(as) educadores(as) aqui.

Os encontros de funcionários também são uma oportunidade para prestar esclarecimentos sobre a proposta, que é brutal para todos os trabalhadores, da iniciativa privada ou do poder público. O advogado Marcelo Oliveira Fagundes falou aos presentes sobre a reforma e reforçou a necessidade de conscientizar a comunidade sobre as reais consequências do projeto.

“Conversem com as pessoas. Estão veiculando muitas inverdades, dizendo que quem está próximo de se aposentar não será afetado. É mentira. A Reforma vai pegar todos com violência, e vai pegar os pais e alunos das suas escolas também. É preciso dialogar”, frisou.

O CPERS também disponibiliza uma cartilha detalhada sobre a Reforma. São 32 páginas que abrangem os diferentes aspectos do texto em tramitação no Congresso, incluindo as alterações no Regime Geral (setor privado) e Regime Próprio da Previdência Social (servidores), além de exemplos práticos e informações organizadas sobre os principais pontos da proposta. Clique aqui para baixar.

Calendário de lutas

Além de debater o reconhecimento social e os direitos da categoria, o evento também discutiu a conjuntura de ataques à educação em todos os níveis, com destaque para as mobilizações marcadas para os próximos dias. A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, fez um chamado à luta. “Se vocês não lutarem do nosso lado, ninguém vai substituir o lugar de vocês. Será um buraco na resistência”, disse.

Nesta quinta-feira (30), o CPERS orienta educadores(as) a se somarem às mobilizações contra os cortes na educação e a Reforma da Previdência. No dia 3, próxima segunda-feira, a categoria deve cruzar os braços em protesto pelos salários atrasados e congelados, e participar do ato estadual em Porto Alegre. Já no dia 14 de junho, data da Greve Geral, educadores(as) se unem a trabalhadores(as) de todos os segmentos para barrar a Reforma da Previdência.

Ao término do evento, as educadoras e educadores construíram uma árvore simbólica, escrevendo palavras que resumiam o encontro em mãos de papel a serem afixadas na parede. Um marco que ficará na sede do 25º Núcleo para que nunca se esqueçam da importância de lutar.

Confira abaixo o cronograma dos próximos Encontros Regionais e participe!


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Marize Muniz | CUT Brasil |

A greve geral do dia 14 de junho pela aposentadoria e por mais empregos, que está sendo organizada pela CUT e demais centrais sindicais – CTB, Força Sindical, CGTB, CSB, Nova Central, CSP- Conlutas e Intersindical -, ganhou a adesão de estudantes e professores depois que o governo Jair Bolsonaro (PSL) anunciou cortes que inviabilizam a educação pública, do ensino básico à pós-graduação no País.

O primeiro grande ato contra a reforma da Previdência, convocado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) para o dia 15 de maio antes do anúncio dos cortes, foi a primeira mobilização conjunta entre classe trabalhadora e estudantes pela aposentadoria e pela educação.

Nesta quinta-feira (30), um ato convocado pela União Nacional dos Estudantes (UNE), também contra os cortes e em defesa da aposentadoria, está sendo organizado e mobilizado por estudantes, professores, CUT e demais centrais e será mais uma mobilização rumo à greve geral do dia 14.

Já tem atos marcados em várias capitais do Brasil, entre elas, São Paulo/SP, às 17h, no Largo da Batata; Porto Alegre/RS, às 18h, na Esquina Democrática; Rio de Janeiro/RJ, às 16, na Candelária; e Fortaleza/CE, às 14h, na Praça Gentilândia. Confira aqui a relação completa dos atos marcados.

Dez razões para participar dos atos:

1 – Reforma da Previdência é o fim do direito à aposentadoria de milhões de trabalhadores e trabalhadoras:

A reforma da Previdência de Bolsonaro (PSL) acaba com a aposentadoria por tempo de contribuição e impõe a obrigatoriedade da idade mínima de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres, aumenta o tempo mínimo de contribuição de 15 anos para 20 anos e muda o cálculo do valor do benefício para reduzir o valor pago pelo INSS – trabalhadores vão receber apenas 60% do valor do benefício. Para ter acesso à aposentadoria integral, o trabalhador e a trabalhadora terão de contribuir por pelo menos 40 anos.

Compare com as regras atuais

Pelo modelo atual, os trabalhadores podem se aposentar após 35 anos de pagamento ao INSS e as trabalhadoras após 30 anos de contribuição, sem a exigência de idade mínima. Nesse caso, para ter acesso ao valor integral do benefício, as mulheres precisam que a soma da idade mais o tempo de contribuição seja igual a 86 (56 anos + 30 contribuição = 86 – aposentadoria integral). Já os homens precisam que a soma final totalize 96 (61 anos + 35 contribuição = 96 – aposentadoria integral).

No caso dos trabalhadores que não conseguem se aposentar por tempo de contribuição, a aposentadoria é por idade: 65 anos para os homens e 60 para as mulheres, com no mínimo 15 anos de contribuição.

2 – Quem já está aposentado também vai ter prejuízo

A reforma exclui da Constituição Federal a regra que determina a reposição da inflação para os benefícios acima do salário mínimo pagos a aposentados e pensionistas da iniciativa privada e do setor público. E mais: desvincula os valores dos benefícios do salário mínimo.

Isso significa que os reajustes do salário mínimo não serão mais usados como base de cálculo para corrigir as aposentadorias e pensões. Essas mudanças podem rebaixar drasticamente os valores dos benefícios, inclusive de quem se aposentou antes de a reforma ser aprovada.

3 – Reforma ataca até viúvas e órfãos

No caso de morte, o cônjuge ou filho que tem direito a pensão receberá apenas 50% do valor do benefício a que o trabalhador ou trabalhadora tinha direito, mais 10% por cada dependente. Como a viúva ou o viúvo contam como dependentes, a pensão começa com 60% do valor do benefício.

Os filhos menores de idade têm direito a 10% cada. Quando um filho atingir a maioridade ou falecer, sua cota não será reversível aos demais dependentes.

Em 2017, mais de 7 milhões e 780 mil (22,7%) do total de benefícios pagos foram por pensão por morte. O valor médio mensal foi de apenas R$ 1.294,05, segundo o Anuário da Previdência Social.

Mais um ataque às viúvas e viúvos

A reforma de Bolsonaro quer restringir a possibilidade das viúvas ou viúvos acumularem os, em geral, parcos benefícios. Pela regra proposta, se uma pessoa for acumular aposentadoria com pensão poderá escolher o benefício de valor mais alto e o outro vai ser repassado com desconto, de acordo com reduções por faixas escalonadas de salário mínimo.

Por exemplo, quem tiver um segundo benefício no valor de até um salário mínimo (R$ 998,00), poderá ficar com 80% do benefício (R$ 798,40).

Confira os detalhes sobre as mudanças que Bolsonaro quer fazer nas pensões.

4 – Reforma ataca também doentes e acidentados (incapacidade temporária)T

Trabalhadores e trabalhadoras da iniciativa privada e servidores públicos que se acidentarem ou sofrerem de doenças s em relação com o ambiente do trabalho, impedidos de trabalhar por um longo período – vão receber apenas 60% do valor do auxílio-doença, se tiverem contribuído no mínimo durante 20 anos para o INSS. Se ele tiverem contribuído por mais de 20 anos, terá direito a 2% a mais no valor do benefício por cada ano de contribuição.

Pela proposta, um trabalhador acidentado, ou doente, pode receber menos do que o valor do salário mínimo (R$ 998,00).

Confira como calcular suas perdas se a reforma for aprovada.

5 – Reforma praticamente acaba com aposentadoria por invalidez (incapacidade permanente)

A PEC propõe que os trabalhadores acidentados ou que tenham doenças contraídas sem relação com o ambiente de trabalho – exemplos: teve um câncer que o impede de trabalhar para sempre ou sofreu um acidente de carro no fim de semana e ficou paraplégico – terão de contribuir por, no mínimo, 20 anos para receber apenas 60% do valor da aposentadoria. Se ele tiver contribuído por mais de 20 anos, terá direito a 2% a mais no valor do benefício por cada ano de contribuição.

Atualmente, para ter direito ao benefício integral, basta o trabalhador ter contribuído durante 12 meses, o chamado período de “carência”.

6 – Capitalização da Previdência

O governo quer criar a capitalização da Previdência, mas ainda não disse como serão as regras. Só vão apresentar a proposta, por meio de uma lei complementar, depois da aprovação da PEC 06/2019.

O que se sabe sobre a capitalização é que o sistema funciona como uma poupança pessoal do trabalhador, não tem contribuição patronal nem recursos dos impostos da União para garantir o pagamento dos benefícios.

O trabalhador deposita todos os meses um percentual do seu salário nessa conta individual para conseguir se aposentar no futuro. Essa conta é administrada por bancos, que cobram tarifas de administração e ainda podem utilizar parte do dinheiro para especular no mercado financeiro.

Para saber mais sobre o modelo de capitalização, clique aqui.

7 – Reforma quer acabar com pagamento da multa de 40% do FGTS

A reforma da Previdência de Bolsonaro não se limita a Previdência, mexe também com a legislação Trabalhista ao propor o fim do pagamento da multa de 40% do saldo do FGTS quando o trabalhador se aposentar e continuar na mesma empresa. Esse item também isenta o empresário de continuar contribuindo com o FGTS.

8 – Governo quer excluir do acesso ao PIS PASEP 18 milhões de trabalhadores

Outra proposta da reforma que não tem a ver com aposentadoria nem pagamento de benefícios é a sugestão de pagar o abono salarial do PIS/PASEP apenas para os trabalhadores e trabalhadoras formais que ganham até um salário mínimo (R$ 998,00).

Se a PEC for aprovada pelo Congresso Nacional, dos 21,3 milhões (52%) trabalhadores e trabalhadoras formais que hoje recebem o abono, 18 milhões deixarão de receber.

9 – Cadê a política para gerar emprego e renda do governo?

No primeiro trimestre deste ano, faltou trabalho para 28,3 milhões de trabalhadores e trabalhadoras no Brasil, segundo a Pnad Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de desemprego do período foi de 12,7% e atinge 13,4 milhões de trabalhadores e trabalhadores.

Mas, até agora, o governo Bolsonaro não apresentou sequer uma proposta que, de fato, contribua para aquecer a economia e gere emprego e renda.

10 – Os cortes na educação prejudicam do ensino básico a pós-graduação

Com os cortes anunciados na educação básica vão faltar recursos para a compra de móveis, equipamentos, para a capacitação de servidores e professores e até para pagamento de contas de água e luz.

Os cortes também inviabilizam investimentos no programa de Educação Jovens e Adultos (EJA) e também o ensino em período integral.

Além disso, afeta profundamente a educação, saúde, produção científica e tecnológica. As universidades públicas são responsáveis por mais de 90% da pesquisa e inovação no país e prestam serviços à população por meio de projetos de extensão e hospitais universitários.

CUT Brasil, 28/05/2019

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