Na manhã desta segunda-feira (24), a coordenadora do Departamento de Educação do CPERS, Rosane Zan, participou da audiência pública sobre o PL 170/2019 que trata da educação domiciliar. O debate, que teve como proponentes os deputados Fábio Ostermann, Tiago Simon e a presidente da Comissão de Educação, Cultura, Desporto Ciência, Tecnologia, Sofia Cavedon, ocorreu no Plenarinho da Assembleia Legislativa.

O PL 170/2019 proposto por Ostermann estabelece critérios e ferramentas para a fiscalização do ensino. Pela proposta, crianças e adolescentes educados no regime domiciliar deverão passar por avaliações periódicas por meio de provas aplicadas pelo sistema regular de ensino para comprovar o aprendizado. Este formato de ensino é conhecido como homeschooling.

“Precisamos repensar o poder de controle que a esfera política tem sobre as crianças e suas famílias, assim como a necessidade de modernização de um sistema educacional que está muito distante de ser satisfatório e eficiente. A educação domiciliar surge como um pequeno fio de esperança para devolver aos pais o poder sobre os seus próprios filhos”, defendeu Ostermann.

 

O Estado não pode se eximir de suas responsabilidades com a educação

A presidente do Conselho Estadual de Educação do Estado do Rio Grande do Sul (CEED), Sônia Maria Seadi Veríssimo, expôs que segundo a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) é compromisso do estado zelar, junto aos pais, pela frequência dos estudantes. “Não entendo como o estado irá suprir essa necessidade, não acredito que o Rio Grande do Sul esteja pronto para dar esse passo na educação.  Não somos totalmente contrários ao projeto, mas sabemos que o RS tem um longo caminho a percorrer para atender o estudo domiciliar”, salientou.

Representando a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), a chefe da divisão de estrutura e funcionamento do ensino, Gladis Helena Prado destacou que a secretaria não tem uma posição sobre o assunto. “Hoje viemos aqui ouvir, aprender e conhecer mais sobre o assunto. Uma das funções da Seduc é a de verificar a eficácia do ensino junto às escolas e não sabemos como isso funcionará com a educação domiciliar. Eu desconheço estudos que tratem sobre o ensinar pedagógico na educação domiciliar”, afirmou.

A coordenadora do Departamento de Educação do CPERS falou sobre o papel do CPERS, que luta por uma educação pública de qualidade para a população gaúcha. “O CPERS vai sempre fazer o contraponto, cobrar do estado uma educação pública de qualidade como direito. Por que não cobrar mais investimentos, uma educação pública que supra todas as necessidades dos nossos estudantes? O estado não pode se eximir da sua responsabilidade”, finalizou Rosane.

 

 

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Conforme deliberado em Assembleia Geral, se o governo não pagar os salários até o dia 30, no dia 1º de julho os(as) educadores (as) paralisarão suas atividades em todo o estado.

As escolas devem parar no primeiro dia útil de cada mês em que os salários não forem integralizados.

A pauta de reivindicação, definida na Assembleia Geral, exige reposição emergencial de 28,78%, pagamento em dia e realização de concursos públicos para professores(as) e funcionários(as) de escola.

O que pedimos é o mínimo: reposição da inflação acumulada desde 2014, respeito e prioridade para a educação.

Exigimos respeito!

 

 

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Cansados de esperar providências do governo para resolver os graves problemas na estrutura da instituição, pais e estudantes da Escola Estadual de Ensino Médio Tuiuti, em Gravataí, ocuparam a instituição para exigir providências do governo. No ano passado, o forro de uma das salas de aula da escola desabou.  Desde então, alunos estudam em locais improvisados como a biblioteca, a sala de informática e o espaço multimídia. Uma vez por semana há revezamento destes espaços entre os estudantes, prejudicando de forma significativa o processo de aprendizagem.

Mas os problemas da escola, que é uma das maiores do município e atende a mais de mil alunos, não param por aí. Na estrutura com mais de 40 anos, há tomadas e locais que dão choque ao encostar, rachaduras e ameaças de mais desabamentos.

O simples ato de acender ou apagar as luzes do local, tornou-se um perigo. Ao fazer isso, as crianças levam choque, o mesmo acontece quando as funcionárias limpam os vidros da instituição.

A escola também estava sem professores nas disciplinas de Filosofia, Sociologia e Espanhol desde o início do ano letivo. Na quarta-feira, a direção da escola recebeu a notícia de que

“Se os prédios da escola têm a mesma idade e nunca sofreram uma reforma estrutural existe a grande possibilidade de acontecer um novo desabamento ou outro acidente. Sem estrutura física adequada, sem professores e espaços importantes como a biblioteca fica bem difícil falarmos em qualidade da educação”, desabafa a diretora da instituição, Geovana Rosa Affeldt.

Toda a precariedade do local e os consequentes riscos à integridade física dos(as) alunos(as) e educadores(as) foi relatada continuamente à 28ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), que chegou a interditar o prédio em que houve o desabamento e liberar uma obra emergencial sem licitação. Porém, desde o final do ano passado, por questões burocráticas, mais nenhuma providência foi tomada para resolver a grave situação da escola.

Desde terça-feira (18), quando iniciou a ocupação, os pais dos alunos ficam na escola, recebem todos(as) os(as) estudantes e realizam atividades. Os professores vão até a instituição diariamente, ficam em frente ao local, cumprem e registram seus horários.

Eles afirmam que só sairão do local quando o governo garantir que serão realizadas todas as reformas necessárias na escola e ocorrer o retorno do funcionamento da biblioteca e da licitação do bar, que corresponde a 40% da verba da manutenção da instituição.

O CPERS está atento à toda situação e prestando o apoio necessário à comunidade escolar.

Hoje pela manhã estivemos na escola e conversamos com pais, alunos e professores. Confira:

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O CPERS verificou que a Secretaria Estadual da Fazenda não fez o desconto da mensalidade do Sindicato em alguns contracheques. Entre em contato com o seu núcleo, caso o desconto não tenha ocorrido.

Estamos verificando o motivo do não desconto.

Mas fique atento, se você está com mais de 30% do seu salário comprometido a contribuição sindical não poderá ser realizada.

 

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Será realizada, no dia 02 de julho, a audiência pública solicitada pelo CPERS para tratar da situação dos(as) educadores(as) em contrato emergencial, em especial sobre à precarização da relação de trabalho destes(as) educadores(as) e da demissão daqueles(as) que se encontram em licença-saúde. A iniciativa ocorre no Plenarinho da Assembleia Legislativa, às 9h30.

No dia 06 de junho, representantes da Direção Central do Sindicato protocolaram um requerimento na Assembleia Legislativa solicitando a realização de audiência pública sobre o descaso do governo com os(as) educadores(as) contratados(as). O pedido foi protocolado nas comissões de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia, de Cidadania e Direitos Humanos e de Segurança e Serviços Públicos.

O Sindicato convida os(as) professores(as) e funcionários(as), principalmente os(as) contratados(as) para participarem desta importante audiência.

Vamos juntos barrar a crueldade deste governo!

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Atentos e participativos, os(as) funcionários(as) de escola de Guaporé, Bento Gonçalves e Caxias do Sul participaram, nesta quarta-feira (19) do Encontro Regional dos(as) Funcionários(as) de Escola.  No decorrer do dia, eles acompanharam orientações e sobre seus direitos, informações sobre as consequências da Reforma da Previdência, análise da conjuntura política atual e a importância das mobilizações da categoria, além de atividades culturais.

O Encontro teve a presença da presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, da vice-presidente, Solange Carvalho e do 2º vice-presidente, Edson Garcia. E também contou com os(as) diretores(as) dos Núcleos de Bento Gonçalves, Juçara de Fátima Borges e de Caxias do Sul, David Orsi Carnizella.

Na abertura, o diretor do 3º Núcleo – Guaporé, Alexandre Zanluchi, destacou a importância do evento. “Agradeço a cada um de vocês que está aqui hoje para pensar, aprender e refletir sobre a vida profissional. Vocês são fundamentais em nossas escolas. Somos gratos por poder integrar esta oportunidade”, afirmou.

Para dar as boas vindas ao público, a professora Bertolina Emilia Miotto, declamou a poesia Um Sindicato Aguerrido, em homenagem a todos(as) educadores(as), em especial aos(as) funcionários(as) de escola. O poema, de autoria da professora Maria Elizabette Batista Machado, integra o livro Maturidade em Belos Versos, fruto do concurso de poesias dos aposentados, realizado em 2016.

“Nós, juntos, somos muito mais fortes, este é um momento de reflexão como trabalhadores e trabalhadoras de educação e também como brasileiros, que unidos têm que lutar contra a reforma da previdência”, observou Solange.

Dando início aos debates do dia, Helenir apresentou uma análise sobre o movimento sindical na conjuntura atual, não sem antes salientar que os(as) funcionários(as) de escola são essenciais nas escolas e devem ser reconhecidos como educadores(as). “Vocês são aqueles que conhecem como ninguém os nossos alunos e seus pais. A sociedade tenta deixar vocês invisíveis, mas vocês são imprescindíveis. São educadores, sim”, frisou.

Helenir lembrou que o CPERS, através da Caravana em Defesa da Educação, realizada em 2018, percorreu o estado mostrando a diferença dos projetos que estavam em disputa nas eleições. “Apontamos que o Leite seria a continuidade da política do governo Sartori. Bolsonaro falou o que a sociedade queria ouvir, acabar com o problema da segurança. Mas ninguém foi ver a trajetória dele como deputado. Nós pagamos o preço da nossa desinformação. Por isso, é imprescindível acompanhar e fiscalizar como votam aqueles que elegemos”, destacou.

Na sequência, a diretora do Departamento de Saúde do Trabalhador, do CPERS, Vera Maria Lesses, apresentou o tema Assédio no trabalho. Entre os pontos destacados, ela explicou o que configura assédio moral e o que pode ser feito caso o(a) funcionário(a) passe por isso.

O advogado Marcelo Fagundes, da assessoria jurídica do CPERS, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, falou sobre as mudanças na previdência para os(as) funcionários(as) de escola.

Pela regra atual, as funcionárias de escola podem se aposentar aos 55 anos, com 30 anos de contribuição. Já os funcionários estão aptos a se aposentarem aos 60 anos de idade e com 35 anos de contribuição.

Caso a proposta da reforma seja aprovada, as funcionárias de escola terão de ter idade mínima de 62 anos mais 25 anos de contribuição. Os funcionários, 65 anos de idade mais 25 anos de contribuição.

Dando início as atividades da tarde, o grupo Dança e Arte, formado por professoras aposentadas, realizou a dança que representou o 3º Núcleo – Guaporé no Encontro Estadual dos Aposentados, em 2018.

A diretora do Departamento dos(as) Funcionários(as) de Escola, responsável pela organização dos Encontros, Sonia Solange dos Santos Viana, destacou a importância dos(as) funcionários reconhecerem-se como educadores(as), os benefícios da formação através do Profuncionários, os direitos e a trajetória de lutas e conquistas desta parcela significativa da categoria. “A saída da invisibilidade social para a qual o sistema nos empurrou, é nos reconhecermos como educadores de fato e participar de espaços como as reuniões pedagógicas”, observou.

Finalizando o Encontro, a funcionária de escola e representante do CPERS no Conselho Estadual de Educação, Dulce Delan, trouxe informações importantes sobre a  Legislação voltada ao funcionário de escola. Ela esclareceu questões como o horário de trabalho e as competências de cada cargo e o que caracteriza desvio de funções, entre outros aspectos previstos na legislação. “Vivemos tempos duros, por isso, mais do que nunca, conhecermos os nossos direitos é fundamental”, afirmou.

Os Encontros Regionais de Funcionários(as) de Escola iniciaram em maio e percorrerão todos os 42 Núcleos do Sindicato. Fique atento às datas dos próximos encontros regionais e participe. “Temos mais do que nunca que estar juntos para evitarmos que os nossos direitos sejam retirados.

 

26/06:
2º Núcleo – Santa Maria
Núcleos participantes: Santa Maria, Cachoeira do Sul e Santiago
Local: Salão Comunitário São José dos Mellos, em Júlio de Castilhos
Das 8h30 às 16h

27/06:
18º Núcleo – Santa Cruz do Sul
Local: Sociedade Ginástica de Santa Cruz (Rua 28 de setembro, 227, Centro – Santa Cruz do Sul)
Das 8h30 às 16h

03/07:
42º Núcleo – Camaquã
Local: Sindicato dos Municipários de Camaquã (Rua Marcírio Dias Longarai, 130, bairro Olaria – Camaquã)
Das 9h às 17h

04/07:
38º e 39º Núcleos – Porto Alegre
Local: Salão de Atos Thereza Noronha (Av. Alberto Bins, 480, 9º andar, Porto Alegre)
Das 9h às 17h

 

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Na noite desta terça-feira (18), representantes de diversas entidades ambientais, sindicais, associativas e movimentos sociais reuniram-se, no Salão de Atos Thereza Noronha, no 9º andar da sede do CPERS para o lançamento do Comitê de Combate à Megamineração no Rio Grande do Sul (CCM/RS).

O comitê é composto por mais de 50 entidades, entre elas o CPERS. A coordenação é formada pelas entidades: Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (AGAPAN), Associação Amigos do Meio Ambiente (AMA Guaíba), Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal (APCEF/RS) e Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM).

O objetivo do comitê é a defesa da vida e contra os impactos ambientais dos projetos de magamineração que estão previstos no Rio Grande do Sul, entre eles, o Mina Guaíba, que está em processo de licenciamento para se instalar em uma área de 5.000 hectares nos municípios de Charqueadas e Eldorado do Sul. Outros três grandes projetos, de igual importância, atestam que o Rio Grande do Sul entrou definitivamente na mira das empresas mineradoras, com o apoio do governo do Estado e de prefeituras, iludidos pelas promessas de geração de empregos e incremento nas suas receitas. Todos os projetos trarão um alto impacto socioambiental para o Estado do Rio Grande do Sul, colocando em risco a saúde dos gaúchos e gaúchas. (veja aqui os projetos no Manifesto do CCM)

Representando o CPERS participaram do encontro a coordenadora do Departamento de Funcionários(as) de Escola, Sônia Solange dos Santos Viana e a coordenadora do Departamento de Saúde do Trabalhador, Vera Maria Lêsses.

A diretora Vera deu as boas-vindas para os presentes e falou da importância do Sindicato estar junto ao Comitê. “O CPERS é um sindicato que luta e lutou sempre contra o neoliberalismo e nesse contexto, as empresas e o governo estadual estão preocupados somente com dinheiro e lucro que esses projetos trarão para o Estado, sem a mínima preocupação com a saúde dos trabalhadores, com as consequências para o meio ambiente, para o clima e os desalojamentos de várias famílias. Nós sempre lutamos pela qualidade e bem estar dos trabalhadores e trabalhadoras. E reafirmamos nosso compromisso e disposição para fazer a luta por essa causa tão importante”, concluiu.

Durante o encontro os representantes das entidades expuseram as consequências severas para o meio ambiente e para a população gaúcha que os quatro principais projetos de mineração se concretizados trarão. Ao total existem mais de 150 projetos de mineração no solo gaúcho.

O vice-presidente da Agapan, Heverton Lacerda, destacou que novas entidades podem agregar-se ao CCM/RS. “O intuito é aumentar nossas forças e sabemos que a partir do lançamento do comitê que é feito hoje, novas entidades aparecerão e estaremos prontos para a luta”, finalizou.

No final do evento o Comitê de Combate à Megamineração lançou o manifesto, “Sim à vida, não à destruição”, o qual detalha os principais projetos e lista os prejuízos e impactos que as mineradoras trarão se realmente forem instaladas no Estado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A Direção Central do CPERS informa que nesta quinta-feira (20), o atendimento na área administrativa da sede do Sindicato, em Porto Alegre, estará suspenso devido ao feriado de Corpus Christi.  Na sexta-feira (21), os atendimentos estarão normalizados.

Informamos que o alojamento e a portaria do Sindicato funcionarão normalmente.

A cantina da sede durante o feriado estará fechada voltando às suas atividades na sexta-feira (21), às 7h30.

Desejamos um bom feriado!

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Foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira(18), a alteração de nível dos(as) servidores(as) de escola.

As alterações são fruto da forte pressão da Direção Central do CPERS e da categoria, que exigiu do governo que cumprisse com o dever de pagar este direito dos(as) educadores(as). As mudanças de níveis fazem parte do  crescimento vegetativo da folha, que estava sendo segurado pelo governo com a falsa justificativa da crise nas finanças do Estado.

Os valores serão pagos de forma retroativa, a contar do dia 1º de janeiro deste ano, nos próximos meses.

A luta do CPERS para o pagamento da alteração de nível dos(as) professores(as) segue firme na pauta de reivindicações do CPERS até que seja efetivado.

Confira abaixo a publicação:

 

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As mobilizações da Greve Geral iniciaram ainda na madrugada desta sexta-feira (14), em todo o Brasil. No Estado, milhares de educadores(as) paralisaram as atividades nas escolas e fortaleceram a luta contra a Reforma da Previdência, os cortes na educação e os altos índices de desemprego.

Em frente às garagens das empresas de ônibus e nas rodovias, professores(as) e funcionários(as) de escola mostraram a resistência que é característica da categoria. As manifestações conseguiram impedir que ônibus e trensurb não operassem nas primeiras horas da manhã.

Em cidades como Pelotas, Erechim, São Leopoldo, Caxias do Sul, Rio Grande, Santa Maria e Lagoa Vermelha a força das mobilizações impediu os ônibus de circularem até o final da manhã.

Na capital, os piquetes realizados pelos educadores(as) e demais trabalhadores(as) foram reprimidos com extrema violência pela Brigada Militar. Bombas de gás lacrimogêneo, cavalaria e agressão com cassetetes foram algumas das formas utilizadas pelos policiais para encerrar as mobilizações.

A truculência resultou em mais de 50 feridos. Após serem levados ao Hospital de Pronto Socorro para atendimento, foram encaminhados à 2ª Delegacia de Polícia Civil.

As paralisações também ocorrem nas escolas estaduais, municipais e particulares. Centenas de escolas paralisaram as atividades e os(as) educadores(as) somaram-se as manifestações da Greve Geral.

Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs) e universidades de todo o Estado também fecharam às portas em protesto aos cortes na educação. Servidores(as) de diversas áreas como da saúde, petroleiros, trabalhadores(as) rurais e bancários também paralisaram as atividades hoje.

 

Atos públicos reforçaram a urgência em barrar a Reforma da Previdência e os cortes na educação

 

O final da manhã e à tarde foram marcados por atos públicos, caminhadas e panfletagens para alertar a população quanto as brutais consequências da Reforma da Previdência proposta pelo governo Bolsonaro, o número cada vez maior de desempregados(as) no país e os inadmissíveis cortes na educação.

Em Porto Alegre, professores(as), funcionários(as) de escola, estudantes e demais trabalhadores(as) concentraram-se em frente ao Instituto de Educação. Do local seguiram em caminhada, passando pela Faculdade de Educação da UFRGS (Faced) até chegar à Esquina Democrática, onde foi realizado o ato unitário da Greve Geral.

Durante o ato realizado na Faced, a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, destacou a importância da luta pela manutenção das universidades federais e pela aposentadoria de todos(as) os(as) trabalhadores(as). “Ontem, a grande mídia disse que havia uma liminar para que não houvesse cortes na educação. Foi uma mentira para tentar enfraquecer a nossa mobilização e afastar o movimento estudantil. Eles sabem que no Brasil, os estudantes fazem história. A UFRGS e as demais universidades federais do nosso Estado são patrimônio dos gaúchos”, disse.

Mais de 80 mil pessoas participaram do ato unitário da Greve Geral. De lá, os manifestantes seguiram em caminhada até o Largo Zumbi dos Palmares empunhando faixas em defesa da educação, contra a Reforma da Previdência e os ataques do governo. “Nenhum governador, nenhum prefeito vai nos tirar das ruas. Só sairemos quando derrotarmos a Reforma da Previdência. Não vamos aceitar nenhuma emenda”, afirmou Helenir.

Ao final do ato, os organizadores no carro de som convocaram uma votação simbólica para ver se os presentes aprovavam que a próxima paralisação nacional deveria ter dois dias em vez de um, o que foi prontamente aprovado pela maioria.

O ato histórico foi encerrado com os manifestantes de mãos dadas gritando “ninguém solta a mão de ninguém.”

 


Alegrete


Bagé

Caxias

Canoas


Cruz Alta


Espumoso


Frederico Westphalen


Gravataí


Ijuí


Lagoa Vermelha


Lajeado


Passo Fundo


Pelotas

 

Porto Alegre

Rio Grande

Santa Cruz do Sul


Santa Maria


Santiago


São Leopoldo


São Luiz Gonzaga


Sapiranga


Sarandi


Três de Maio


Uruguaiana


Viamão

 

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