Na tarde desta terça-feira, 13 de agosto – data que marca o dia nacional de lutas contra os ataques à educação – o CPERS reuniu-se com membros da comunidade acadêmica e grêmios estudantis de diversas escolas gaúchas, no salão de Atos Thereza Noronha, sede da entidade. A proposta foi articular ações e debater o cenário do ensino público.

O diretor do departamento de Juventude do Sindicato, Daniel Damiani, fez uma contextualização sobre a conjuntura atual, destacando os problemas enfrentados pela categoria no Rio Grande do Sul.

“Temos relatos de que a Seduc está cancelando matrículas de alunos maiores de 18 anos infrequentes, as escolas estaduais estão sem professores(as) e funcionários(as), e oito instituições do interior de São Luiz Gonzaga estão ameaçadas de fechamento”, afirmou.

A estudante Isadora de Oliveira, da E.E.E.B. Manoel Vicente do Amaral, do município de Santa Vitória do Palmar,  compartilhou a dura realidade que a escola enfrenta. “Nosso professor de matemática ficou doente e precisou pedir licença. Ele foi internado e estamos desde o início do ano sem aulas”, desabafou.

Os presentes reforçaram a necessidade de unidade frente aos inúmeros ataques do governo de Eduardo Leite e Bolsonaro à educação e à previdência.

Na ocasião, Daniel também apresentou – em primeira mão – a Cartilha dos Grêmios Estudantis do CPERS, que traz exemplos de ações organizadas pelos estudantes e orienta a criação de grêmios nas escolas estaduais. O material aborda ainda temas como a Escola Sem Partido, o desmonte do ensino público, o fechamento de escolas e a educação camponesa.

Baixe a cartilha aqui!

Após a reunião, os alunos, pais e professores seguiram para a Praça da Matriz, onde ocorre a concentração do grande ato em defesa da educação pública e da aposentadoria. Às 16h, as centrais sindicais se somam ao evento e, às 17h30, os manifestantes saem em caminhada, passando pela Esquina Democrática e chegando à Faculdade de Educação da UFRGS.

 

 

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Na manhã desta terça-feira (13) – Dia Nacional de Luta em Defesa da Educação, a vice-presidente do CPERS, Solange Carvalho participou do painel “O Futuro das Universidades Públicas e Institutos Federais no Brasil”. O evento ocorreu no Salão Nobre da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e debateu sobre o Programa Institutos e Universidades Empreendedoras e Inovadoras (Future-se) e os desafios pelo qual passa a educação pública brasileira com os constantes ataques do governo Bolsonaro.

A reitora da UFCSPA, Lúcia Campos Pellanda fez uma breve apresentação sobre o Programa Future-se, o qual prevê a contratação de Organizações Sociais (OSs) para gestão dos institutos e universidades federais com investimentos do Estado, ou seja, a privatização das universidades públicas e institutos federais. Lúcia chamou a atenção que o programa não teve consulta de especialistas, reitores, nem entidades da educação. “Precisamos deixar claro que Universidade Pública não é programa do governo, é um projeto de nação. É esses ataques do governo só nos dá mais vontade de lutar”, concluiu.

A vice-presidente do CPERS destacou a miserabilidade dos(as) educadores(as) estaduais, com os salários atrasados, além de estarem sem reajuste desde 2014.  “Estou falando isso porque vai acontecer o mesmo com os educadores das universidades públicas”, frisou.

“Enquanto o presidente faz piadas infames, seus ministros estão passando o trator por cima, entregando nossas riquezas, e combatendo a educação e os educadores. Estamos sendo perseguidos e difamados, como sendo seres perigosos, que doutrinam. Querem transformar as universidades em meros transportadores de lucros para as OSs. A quem servirá esta universidade, se ela vai perder o caráter social de uma universidade pública? Ela vai servir ao mercado”, finalizou Solange.

“O lado de lá (governo) sabe que a universidade pública é um dos pilares do desenvolvimento nacional  e sabemos que o governo atual não tem nenhum apego à causa nacional, muito pelo contrário eles têm apego pela bandeira americana e não pela bandeira do nosso país”, lamenta a representante da União Nacional dos Estudantes.

Evento contou com presença de reitores de diversas universidades, dirigentes sindicais, Associação de Mães e Pais pela Democracia, UNE e OAB.

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Levantamento realizado pela Folha de São Paulo com base em estatísticas oficiais dá a dimensão do impacto das ações do governo Bolsonaro na educação. No primeiro semestre, o país registrou piora em 11 dos 12 índices analisados.

Entre os retrocessos, está a queda no número de bolsas de pesquisa e esvaziamento de ações para a educação básica, com o abandono de investimentos federais para bolsas de alfabetização e apoio à educação integral. A pasta teve bloqueio de R$ 5,8 bilhões no orçamento, com impactos generalizados.

O único índice a apresentar alta refere-se ao número de contratos do FIES.

Confira os dados:

  • Investimento federal para construção de creches
    O país tem 4.981 obras de creche com dinheiro federal inacabadas. Até abril, gasto do MEC representou 13% do executado no mesmo período de 2018
  • Número de escolas apoiadas para melhoria de ensino no 1º e 2º anos
    MEC abandonou programa Mais Alfabetização no primeiro semestre
  • Investimentos federais na melhoria de ensino no 1º e 2º anos
    MEC abandonou programa Mais Alfabetização no primeiro semestre
  • Bolsas para alfabetização de adultos
    MEC não investiu no Programa Brasil Alfabetizado, de bolsas para alfabetização de jovens e adultos
  • Investimento federal em ensino integral
    Investimento federal para apoio à modalidade nos ensinos fundamental e médio. MEC não realizou repasses para apoiar redes públicas na criação e manutenção de alunos em tempo integral
  • Repasses para obras de acessibilidade e instalação água nas escolas
    MEC abandonou no primeiro semestre política de repasses para obras de acessibilidade e instalação água nas escolas
  • Repasses para instalação de internet nas escolas
    MEC abandonou no primeiro semestre política de repasses para instalação de banda larga nas escolas
  • Número de alunos no Pronatec (educação profissional)
    Sem uma nova política de ensino técnico, número de alunos do Pronatec foi reduzido em 58% entre 2018 e 2019
  • Bolsas integrais e presenciais do Prouni
    Oferta de bolsas integrais, direcionada para os mais pobres, teve redução na modalidade presencial
  • Bolsas para pós-graduação
    Capes já cortou cerca de 6% das bolsas de mestrado e doutorado
  • Avaliação popular
    De acordo com o Datafolha, saltou de 10% para 15% (de dezembro a julho) o índice de brasileiros que consideram a área como a mais problemática do país

 

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A Associação Mães & Pais pela Democracia (AMPD) é uma entidade suprapartidária da sociedade civil que defende, de forma incondicional, a liberdade de expressão, opinião, manifestação e de aprender e ensinar. Inobstante, entende que esses direitos constitucionais, como quaisquer outros, não são absolutos.

Isso porque o Estado deve impor sanções para coibir e prevenir a reiteração de condutas e comportamentos quando ultrapassados determinados limites de civilidade, convivência e urbanidade, a exemplo de manifestação flagrantemente despropositada, resultando na incitação de ódio, na reprodução de preconceitos de todas as ordens e na promoção de possível injúria, calúnia e difamação.

Nesses termos, a AMPD sustenta que o ato público realizado em frente ao Colégio Marista Rosário, em Porto Alegre, no dia 5 de agosto de 2019, no final da manhã, em tese legítimo e próprio da democracia, infringiu dispositivos legais.

Na oportunidade, um pequeno grupo de políticos – uma secretária municipal, também vereadora na Capital, dois deputados estaduais e candidatos (as) que tiveram seus nomes rejeitados nas últimas eleições –, defensores do movimento “Escola sem Partido”, postaram-se em frente à entrada principal da referida escola. Não por acaso, o ato ocorreu no horário de saída dos(as) estudantes, no 1º dia de aula após as férias de julho, para, deliberadamente, distribuírem panfletos apócrifos, constrangendo menores de idade, nossas filhas e filhos, muitos(as) dos(as) quais tiveram, inclusive, dificultado o acesso à rua e a mães e pais que os(as) aguardavam.

Esses mesmos políticos também empunhavam cartazes em que acusavam o colégio e seus professores(as) de lecionar a ideologia marxista em prol da doutrinação política. Tal acusação, ampliada pelas redes sociais, constitui ato ilegal por se tratar de grave violação ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A polêmica gerada pela divulgação de um vídeo, ilegalmente gravado em uma sala de aula do Rosário, com menores de idade e compartilhado nas redes sociais, reproduz fragmentos do fato, produzindo notícia falsa que expõe nossas filhas e filhos, de modo acintoso, em cristalina quebra de decoro, no caso dos(as) parlamentares eleitos(as), entre outros ilícitos.

A AMPD crê piamente que é essencial o debate em sala de aula de quaisquer assuntos, tais como política, violência contra a mulher, racismo, lgbtfobia, direitos humanos, entre outros. E esses temas não são de direita ou de esquerda, são de todos. Só assim ajudaremos a formar os(as) cidadãos(ãs) que queremos ver se tornarem nossas filhas e filhos. A escola, como determina a Constituição Federal, o ECA e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), deve valorizar o pensamento crítico e plural, o humanismo e a empatia com o próximo, colaborando com a construção de soluções ainda não vislumbradas em prol de uma sociedade melhor para as próximas gerações. Não desejamos apenas a formação de profissionais técnicos, transformados em “apertadores de botão” em linhas de montagem, alienados em face do que acontece ao seu redor e do que realmente impacta a vida das pessoas. Queremos filhas e filhos criativos, inovadores, engajados e com espírito cívico.

Sempre tivemos com o Rosário, assim como com as demais escolas privadas e públicas em que estão as mães e pais do nosso Movimento, um diálogo franco, direto e respeitoso. Entretanto, esse clima de beligerância que o “Escola Sem Partido” tem fomentado, e que o episódio da última segunda-feira é apenas mais uma página lamentável, concorre para o desvirtuamento do papel da escola na contemporaneidade. Em seus espaços, cabe à escola justamente oportunizar diferentes ideias e pensamentos, abordagens pedagógicas plurais e perspectivas teórico-práticas diversas. Ao incutir nos jovens a ideia de “suspeição” em relação à escola e aos professores, ocorre uma quebra do clima de confiança entre eles, acirrando os conflitos entre os alunos que geram brigas como a que ocorreu recentemente.

Também por isso a escola precisa abraçar ainda mais a diversidade para estimular uma sociabilidade pacífica, com a consciência de que os conflitos fazem parte da escola do século XXI, mas não a violência! Afinal, o bom da democracia é isto: o respeito às diferenças e a pontos de vista divergentes. Ora, segundo nota pública do Marista Rosário esta semana, havia pouquíssimos pais da escola na referida manifestação. Tratando-se de uma instituição privada, por que esses poucos pais descontentes não procuram outra escola, ao invés de procurarem grupos políticos para fazerem manifestações? Não poderia ter havido um diálogo com a Direção da escola como o nosso Movimento faz? A quem interessa esse tipo de manifestação que constrange nossas filhas e filhos em uma das mais tradicionais escolas da cidade? Por fim, qual a legitimidade desse “movimento” que não faz parte da nossa comunidade escolar?

Nós, 600 mães e pais do Colégio Marista Rosário, entre associados e simpatizantes registrados da AMPD, número que cresceu exponencialmente na última semana (e que logo será divulgado) em razão da infeliz e mal planejada manifestação do “Escola Sem Partido”, agradecemos o massivo apoio e confiança recebidos da sociedade porto-alegrense. Dizemos com propriedade que não há doutrinação na escola e que os nossos filhos são felizes porque nela encontram grandes mestres e um espaço acolhedor e afetivo para serem quem são, sem imposição de nenhum pensamento.

A Associação está irmanada com o Sindicato de Professores (Sinpro) e com as entidades que assinaram o Termo de Acordo de Cooperação Contra Assédio Moral de Professores no dia 7 de agosto na sede da ADUFRGS, no âmbito do Fórum de Combate à Intolerância e ao Discurso de Ódio, protagonizado pela PRDC/MPF – inclusive para compreender melhor a situação do professor que fora demitido do Rosário no contexto da briga dos alunos no último dia de aula antes das férias escolares de julho. Ressaltamos, todavia, a necessidade de a escola adotar outros meios de resolução dos conflitos, como as práticas de justiça restaurativa, para que seja possível construir da escola para a sociedade uma cultura de paz, sem ser refém de atravessamentos violentos externos e que têm provocado brigas e violências físicas, para que tenhamos esperança em dias mais seguros, previsíveis e melhores para todos.

Acreditamos na necessidade imperiosa do desenvolvimento de uma política de prevenção às violências na escola. O Rosário precisa se deslocar do polo do problema para o da solução! E para isso sempre terá o apoio da nossa Mães & Pais pela Democracia! Nossa solidariedade e total apoio aos professores! Segue uma mensagem aos alunos e alunas do Rosário: confiem no ensino que recebem nesta escola e respeitem os seus professores, mas nunca deixem de questionar de forma dialógica o que lhes parecer estranho. Vocês são privilegiados de estarem em uma das melhores escolas de Porto Alegre, acreditem!

Carta produzida pela Diretoria da Associação Mães e Pais pela Democracia com apoio da Comissão Jurídica e de Comunicação da entidade a partir de Assembleia Geral realizada em 06 de agosto de 2019.

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Nesta sexta-feira (09), a 1ª vice-presidente do CPERS e diretora do Departamento de Gênero e Diversidade, Solange Carvalho, acompanhou atividades sobre poesia, direitos e LGBTfobia realizadas em escolas de Santa Maria.

A iniciativa é organizada pelo 2º núcleo e tem como objetivo levar o debate sobre a importância do combate ao preconceito às escolas, praças e outros espaços da cidade.

Convidada pelo Departamento de Gênero e Diversidade, a professora de Filosofia e escritora, Atena Beauvoir Roveda conversou com os estudantes das instituições de ensino Cícero Ribeiro e Olavo Bilac sobre direitos humanos, gênero e diversidade.

Solange expôs algumas das significativas ações já estruturadas pelo Departamento como o Coletivo de Gênero e Diversidade do CPERS, debates sobre a importância de combater o preconceito nas escolas e o seminário de luta contra a LGBTfobia.

Representando o 2º Núcleo, a professora Giane Schmaedeck Lara, acompanhou a realização das atividades e destacou a luta da categoria por respeito aos seus direitos históricos.

A programação segue hoje à noite, às 19h30, no Café Cultura, com a realização da roda de conversa Preconceito em tempos de Ódio.

Amanhã a partir das 15h as atividades têm continuidade na Praça Saldanha Marinho. Às 18h, a professora Atena apresentará um pocketslam.

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“Este tipo de prática insere o aluno, o professor e a comunidade como protagonistas e não somente como estudantes e conhecedores da história. Assim, nos sentimos pertencentes e influentes nas mudanças e permanências do nosso tempo”, destaca a professora de História, Cláudia Schaffer, orientadora do primeiro trabalho inscrito na 4ª Mostra Pedagógica do CPERS.

As inscrições foram abertas oficialmente nesta quinta-feira (8). Neste ano, a novidade é que as inscrições são online, simplificando e agilizando o processo. Inscreva-se aqui. 


Hospital São José 2018/1958 –  Foto: Paulo Roberto Blau

O projeto, com o tema “Conhecendo o passado e o presente por meio de fotografias”, foi realizado pelos estudantes do 3º ano do Ensino Médio do IEE Júlia Billiarto, localizado no município de Chapada, no Noroeste gaúcho. O trabalho tem como objetivos valorizar a memória, o patrimônio e a trajetória histórica do município de Chapada e de seu povo através da investigação de espaços físicos eternizados em fotografias antigas, realizando um comparativo com a atualidade, selecionar imagens antigas de locais ou cenários públicos e privados do município; analisar as mudanças que ocorreram no decorrer do tempo nos locais fotografados e destacar, em relação à natureza, sua preservação ou devastação.


Praça da República 2018/1968

A professora conta que a parte do trabalho que mais despertou interesse dos alunos foi a reprodução das imagens antigas com o mesmo ângulo. “Alguns tiveram de subir no topo da torre da igreja para refazer a imagem e, assim, acabaram descobrindo e agregando muitas outras coisas no processo. A sobreposição das imagens também gerou muita curiosidade e empolgação dos estudantes, pois o resultado impressionou a todos devido à precisão da releitura. Os estudantes passaram a enxergar determinados lugares da cidade com outros olhos”, afirma.


Praça da República –  Foto: Anderson Arnhold 2017 sobreposta na fotografia da década de 1980

Cláudia destaca que a comunidade também sentiu-se envolvida e valorizada no processo do trabalho. “Algumas imagens antigas foram obtidas junto a moradores, e acompanhadas de entrevistas que ajudaram a descrever os locais e suas memórias. O resultado final também foi um presente que a comunidade pôde usufruir na visita à Mostra da escola”.


Foto original de 1977 sobreposta na fotografia atual de 2018 de Anarlique Schneider

“Neste ano participaremos pela primeira vez da Mostra Pedagógica do CPERS, acreditamos que a criticidade e a habilidade de questionar que os estudantes desenvolveram durante a realização desta pesquisa são relevantes diante da proposta da mostra, além da valorização da memória e da cultura popular e daqueles que não estão na galeria da história oficial”, avalia a professora ao falar da importância da Mostra.


Professora Cláudia e os estudantes que realizaram o projeto “Conhecendo o passado e o presente por meio de fotografias”

Inscrições para a 4ª Mostra Pedagógica

As Mostras Regionais serão realizadas nos 42 Núcleos do Sindicato de setembro a novembro e as inscrições podem ser realizadas com até cinco dias de antecedência do evento.

Os trabalhos selecionados nas etapas regionais participarão da Mostra Pedagógica Estadual que ocorrerá na capital em data a ser definida. As experiências selecionadas na estadual serão compiladas em uma publicação especial.

Educadores(as), inscrevam-se e participem dessa importante atividade que visa valorizar os professores(as), funcionários(as) e a educação pública estadual.

Cronograma das etapas regionais

10/09 – Cerro Largo
11/09 – Santa Rosa
12/09 – Três de Maio
13/09 – Santo Ângelo
17/09 – São Luiz Gonzaga
18/09 – São Borja
19/09 – Cruz Alta
24/09 – Palmeira das Missões
25/09 – Ijuí
26/09 – Frederico Westphalen
27/09 – Três Passos
01/10 – Carazinho
02/10 – Passo Fundo
03/10 – Erechim
04/10 – Lagoa Vermelha
08/10 – Vacaria
09/10 – Caxias do Sul
11/10 – Guaporé
11/10 – Estrela
15/10 – São Gabriel
16/10 – Alegrete
17/10 – Uruguaiana
18/10 – Livramento
22/10 – Bagé
23/10 – Rio Grande
24/10 – Pelotas
25/10 – Camaquã
29/10 – Santiago
30/10 – Santa Maria
31/10 – Cachoeira do Sul
01/11 – Santa Cruz
05/11 – 38º Porto Alegre
05/11 – 39° Porto Alegre
05/11 – Gravataí
06/11 – Canoas
06/11 – Guaíba
07/11 – São Leopoldo
07/11 – Soledade
08/11 – Osório
08/11 – Montenegro
12/11 – Bento Gonçalves
12/11 – Taquara

 

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Estão abertas as inscrições para a 4ª edição da Mostra Pedagógica do CPERS, quando professores(as) e funcionários(as) de toda a rede estadual apresentam suas experiências pedagógicas produzidas nas escolas gaúchas.

Para participar, os(as) educadores(as) devem marcar presença nas mostras regionais, promovidas pelos 42 núcleos do Sindicato. As regionais serão realizadas entre os meses de setembro e novembro e as inscrições podem ser feitas com até cinco dias de antecedência ao evento.

Os projetos e trabalhos mais significativos terão lugar na etapa estadual da Mostra Pedagógica, que ocorrerá em Porto Alegre em data  a ser definida. As experiências selecionadas também serão compiladas em uma publicação especial.

Cronograma das etapas regionais

10/09 – Cerro Largo

11/09 – Santa Rosa

12/09 – Três de Maio

13/09 – Santo Ângelo

17/09 – São Luiz Gonzaga

18/09 – São Borja

19/09 – Cruz Alta

24/09 – Palmeira das Missões

25/09 – Ijuí

26/09 – Frederico Westphalen

27/09 – Três Passos

01/10 – Carazinho

02/10 – Passo Fundo

03/10 – Erechim

04/10 – Lagoa Vermelha

08/10 – Vacaria

09/10 – Caxias do Sul

11/10 – Guaporé

11/10 – Estrela

15/10 – São Gabriel

16/10 – Alegrete

17/10 – Uruguaiana

18/10 – Livramento

22/10 – Bagé

23/10 – Rio Grande

24/10 – Pelotas

25/10 – Camaquã

29/10 – Santiago

30/10 – Santa Maria

31/10 – Cachoeira do Sul

01/11 – Santa Cruz

05/11 – 38º Porto Alegre

05/11 – 39° Porto Alegre

05/11 – Gravataí

06/11 – Canoas

06/11 – Guaíba

07/11 – São Leopoldo

07/11 – Soledade

08/11 – Osório

08/11 – Montenegro

12/11 – Bento Gonçalves

12/11 – Taquara

Para se inscrever, basta preencher o formulário abaixo. Os anexos (como documentos, trabalhos por escrito ou em powerpoint, fotos e vídeos) devem ser enviados para o e-mail mostracpers@gmail.com

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No dia 13 de agosto, a aula é na rua!

O funcionalismo gaúcho soma forças à paralisação nacional contra a Reforma da Previdência e os ataques à educação. Vamos ocupar a Praça da Matriz com aulas públicas, atrações artísticas e manifestações contra os desmandos dos governos Eduardo Leite e Bolsonaro.

O ato terá início às 14h, e a programação deve contar com uma aula pública sobre democracia e mercantilização da educação e da saúde, bem como atrações artísticas. Às 16h, as centrais sindicais se somam ao ato e, às 17h30, os manifestantes saem em caminhada, passando pela esquina democrática e chegando à Faculdade de Educação da UFRGS.

No estado, já amargamos 44 meses de salários atrasados e parcelados, e cinco anos de perdas sem qualquer reajuste. Enquanto encena diálogo para as câmeras, Eduardo Leite age para impor uma agenda violenta e privatista. Por trás da máscara, está a radicalização do projeto de Sartori; desmanche da escola pública, ataque brutal ao funcionalismo, precarização dos serviços e redução do Estado a todo custo.

Leite também pretende usar sua maioria parlamentar para atacar a previdência e os planos de carreira de todas as categorias. No país, Bolsonaro elege a educação como inimigo n° 1. A Reforma da Previdência avança e ameaça inviabilizar a aposentadoria de milhões de trabalhadores(as), reduzir benefícios e tirar as regras previdenciárias da Constituição.

Consulte seu núcleo, venha a Porto Alegre e participe. É tempo de coragem!

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Um homem acreditar que pode agredir física ou psicologicamente uma mulher por ser mulher é o típico raciocínio do machismo estrutural, além de uma interpretação odiosa, a qual pretende vitimizar o agressor e relativizar a agressão e a vítima.

“Talvez nós, homens, nos sintamos intimidados pelo crescente papel da mulher em nossa sociedade. Por conta disso, parte de nós recorre, infelizmente, à violência física ou moral para afirmar uma pretensa superioridade que não mais existe. O mundo mudou. Temos muito a aprender”, declarou o ministro Sérgio Moro em evento essa semana.

A declaração foi feita durante a cerimônia de assinatura do Pacto para Implementação de Políticas Públicas de Prevenção e Combate à Violência contra as Mulheres, marcando os 13 anos da Lei Maria da penha, e posteriormente reproduzida em sua conta pessoal no Twitter.

A fala do ministro escancara o seu machismo estrutural. Primeiro, ele parte do pressuposto de que em algum momento o homem foi superior à mulher, depois  naturaliza a violência de gênero ao dizer que os homens estão se sentindo intimidados pelas mulheres. Tal afirmação é uma afronta a todas as mulheres que desde sempre sentem na pele os efeitos perversos do machismo e da violência de gênero.

De acordo com a Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), o Brasil é o quinto país no ranking de feminicídios no mundo. Um crime é enquadrado dessa forma quando for cometido contra uma vítima por ela ser do sexo feminino. Conforme a lei, os casos devem envolver violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

Nesse cenário, nada justifica a violência do homem contra a mulher. Somente quando o homem começar a pensar fora do padrão histórico pré estabelecido, veremos mudanças efetivas no machismo estrutural que cerca a sociedade brasileira. 

Essas infelizes declarações são inaceitáveis partindo de um ministro de Estado e demonstram sua falta de sensibilidade sobre a construção da igualdade entre as pessoas. A Lei Maria da Penha está em vigência há 13 anos, mas ainda é fundamentalmente necessária, o que apenas demonstra o atraso da população brasileira que é originalmente machista e preconceituosa. 

Nos dizeres daquele que ocupa o cargo de Ministro da Justiça e Segurança Pública, vemos a mulher vítima de violência doméstica ser realocada à figura de culpada e isso é inadmissível. 

A afirmativa do ministro Moro revela que ele nada sabe sobre democracia e relações igualitárias entre homens e mulheres, reproduz o discurso da violência contra elas pretendendo justificar o injustificável. O ministro desconhece que vivemos sob o auspício de uma sociedade que não mais aceita as relações desiguais e verticalizadas de gênero e que as mulheres não aceitam a coisificação de seus corpos. Ministro da Justiça que incita a violência deveria se retirar o quanto antes para não causar mais males.

Senhor Sergio Moro, somos resistentes e libertárias, homens que ameaçam mulheres são simplesmente, covardes. 

Departamento de Gênero e Diversidade – CPERS

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Nos dias 06 e 07, o Coletivo de Funcionários(as) da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) reuniu-se em Curitiba (PR) para debater a luta pela carreira e a formação dos(as) funcionários(as) da educação, que vêm enfrentando os retrocessos impostos pelo governo federal à pasta da Educação.

A coordenadora do Departamento de Funcionários(as) do CPERS, Sônia Solange dos Santos Viana participou do encontro representando o Sindicato.

“No passado, a nossa luta foi pelo reconhecimento, pela profissionalização dos funcionários e pela implementação do plano de carreira. Hoje, lutamos para não perder os direitos que adquirimos, contra a Reforma da Previdência e contra os ataques à educação de um modo geral. Então, devemos sair daqui com mais compreensão do nosso papel de enfrentamento aos absurdos deste governo”, pontuou o secretário de funcionários da CNTE, Zezinho do Prado no primeiro dia do evento.

Os temas Educação Política Educacional do MEC: ataques e consequências e Reforma da Previdência: efeitos para os(as) trabalhadores(as) em educação foram abordados pelo assessor da CNTE, Eduardo Ferreira. Do ponto de vista das políticas públicas, Eduardo expôs um cenário de desmonte de todos os níveis da educação, desde a educação básica até o ensino superior, com esforços sistemáticos do governo federal para privatizar o ensino, desresponsabilizar o estado e precarizar todas as relações de trabalho.

Unidade dos trabalhadores é muito necessária neste momento de retrocessos

No segundo dia do encontro (7), o debate foi sobre o cenário atual enfrentado pela classe trabalhadora.
Para Sônia, o encontro foi produtivo e extremamente necessário na conjuntura atual. A diretora destaca que a unidade é necessária não só dos profissionais da educação pública, que sofrem ataques sem precedentes na história do país, mas de todas as categorias de trabalhadoras(es) públicos e privados. “Quando o governo reduz investimentos na educação e ataca direitos previdenciários, a classe trabalhadora toda é penalizada. Vivemos num país que escolheu ser governado por um regime fascista, com um presidente insano e incompetente que, sem conhecimento de nenhuma área social, sai disparando besteiras cada vez que fala nas mídias sociais e convencionais”, analisou Sônia.

“Na maioria dos estados a situação também é muito grave e semelhante à que vivemos no RS, com salários congelados, sem concurso público, contratos precários, ameaças de terceirização, ataques aos direitos e redução de investimentos”, avaliou Sônia ao ver os relatos dos demais participantes.
“Portanto só nos resta resistir e lutar. Terminamos o coletivo com um acúmulo de experiências, com os relatos dos estados e municípios, e muita vontade de lutar! Não deixaremos matarem a esperança e a garra que nos movem”, concluiu Sônia.

Zezinho avaliou que a reunião foi um instrumento importante de reflexão e planejamento. Entre os encaminhamentos foi apontada a intenção de nomear o Coletivo com o nome “Jocilene Barboza dos Santos”, que foi uma lutadora incansável pelos direitos dos funcionários(as) da educação e que faleceu precocemente em dezembro do ano passado; como também solicitar que o próximo Encontro de Funcionários(as) seja feito no Mato Grosso, estado de origem da referida companheira.

O Coletivo reafirmou o compromisso de apoiar todas as ações da CNTE na defesa do FUNDEB com inclusão de pautas que interessam aos(as) funcionários(as), como a defesa do artigo 206, o qual prevê a criação de Piso Salarial Nacional Unificado. Também reforçaram a luta contra a Reforma da Previdência e apontaram também a necessidade de reforçar as ações de celebração do Dia Mundial do Funcionário(a) de Escola, em 16 de maio.

 

Informações e fotos: CNTE

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