A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação reuniu fatos sobre o FUNDEB e sua importância para  a educação básica e as consequências da sua não renovação, que podem causar imensos prejuízos para a educação pública. Conheça a PEC15/2015 que está tramitando para tornar o Fundeb permanente e com mais recursos da União e veja a análise completa da CNTE aqui.

  1. O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) tem vigência assegurada até 31 de dezembro de 2020. Se esse fundo não for renovado e simplesmente acabar, muitas escolas poderão até fechar as portas!
  1. Hoje o Fundeb é responsável por 50% de tudo o que se investe por aluno a cada ano em pelo menos 4.810 municípios brasileiros (86% do total de 5.570 municípios). Se o Fundeb não for renovado, quase metade das escolas do país poderão fechar as portas, deixando alunos sem aulas.
  1. Defendemos que o Fundeb precisa ser permanente – para que os estudantes não corram o risco de perder esse direito. E com mais recursos, para promover mais qualidade e incluir os que ainda estão fora das redes de ensino
  1. O Fundeb é um conjunto de 27 fundos que distribui os recursos da educação em todos os entes da Federação, diminuindo as desigualdades regionais no campo da educação. Isto é, o Fundo ajuda os municípios mais pobres a atender mais alunos
  1. Apesar dos municípios obterem cerca de 18% da arrecadação tributária, e os estados 25%, esses entes são responsáveis, respectivamente, pelo atendimento de 43% e de 35% do total de matrículas escolares. Assim, o Fundeb ajuda a dar mais recursos para quem atende mais estudantes
  1. Em 2019, receberam a complementação da União do Fundeb os seguintes estados: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí. Se o Fundeb receber aporte maior da União, dos atuais 10% para até 40% em 10 anos, a maioria dos estados será beneficiada
  1. O Fundeb permanente e com mais recursos poderá promover a qualidade da educação pública. O Custo-Aluno Qualidade (CAQ) é o cálculo feito para se chegar a um valor para a educação que leve em conta a qualidade: salas de aula adequadas, quadras, valorização dos profissionais
  1. Para o novo Fundeb, propomos a subvinculação de no mínimo 80% dos recursos do Fundeb para remunerar todos os profissionais da educação. O aumento do aporte da União pode garantir melhores condições de trabalho, salário e carreira para trabalhadores das escolas públicas
  1. Essa valorização dos trabalhadores em educação requer a imediata regulamentação do piso salarial profissional e de diretrizes nacionais para os planos de carreira da categoria, direitos previstos no art. 206 V e VIII da Constituição Federal
  1. O novo Fundeb poderá atender a demanda por direito à educação! O Fundeb já provou ser um instrumento extraordinário para aumentar o número de matrículas nas escolas. Mas os recursos ainda são insuficientes
  1. O aumento do aporte da União, de 10% para 40% em 10 anos, além da inclusão de novas receitas ao Fundo (as riquezas da exploração de petróleo, gás e minérios), é importante para que o país possa incluir mais de 2 milhões de crianças e jovens que ainda estão fora da escola
  1. O Fundeb com mais recursos também é necessário para a inclusão dos quase 80 milhões de jovens e adultos acima de 18 anos de idade que não concluíram a educação básica e dos mais de 13 milhões de adultos analfabetos no país
  1. Ou seja, temos muitos motivos para defender um Fundeb permanente e com mais recursos. 
  2. Se você achou importante, compartilhe! Precisamos sensibilizar a população e principalmente os deputados, que precisam votar a favor dessa PEC 15/2015. 
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Com o intuito de alertar a categoria e a comunidade escolar sobre os impactos do pacote desumano do governo Eduardo Leite aos direitos dos educadores e a educação pública, a direção central do CPERS tem intensificado as plenárias pelo Estado. Nesta quarta-feira (6), dirigentes do sindicato estiveram em escolas da capital, de Triunfo e de Estrela.

Nas conversas com a base da categoria e a comunidade escolar foram expostos os efeitos nefastos das medidas que integram o pacote do Executivo, que visa alterar o Plano de Carreira, a Previdência e o Estatuto dos Servidores (Lei 10.098).

Fim do plano de carreira, reajuste zero por tempo indeterminado, fim dos triênios, quinquênios, avanços e da incorporação das gratificações para a aposentadoria, difícil acesso apenas para as escolas do campo, aumento do tempo de contribuição para a aposentadoria e taxação dos aposentados que recebem um centavo a cima do salário mínimo, que poderão pagar alíquotas de até 16,32%, foram alguns dos efeitos citados caso o pacote seja aprovado.

Além das plenárias, o CPERS também tem feito pressão aos vereadores pedindo que assinem as moções de apoio aos educadores(as) e de repúdio aos projetos de destruição das carreiras e da Previdência de professores(as) e funcionários(as) de escola. Ontem, o documento foi entregue à Câmara de Vereadores de Triunfo.

Assim como o CPERS, demais categorias do funcionalismo público gaúcho vêm mobilizando suas bases e alertando a população sobre os ataques do governo. No próximo dia 14, às 13h30, no Largo Glênio Peres, haverá um grande ato unificado dos servidores para exigir o pagamento dos salários em dia e de forma integral, reajuste já e nem um direito a menos.

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Leia mais:

– Erros, inconsistências e omissões: governo infla dados para justificar reformas
– Ato unificado no dia 14 de novembro marcará luta contra desmonte do serviço público
– Série de vídeos detalha os ataques do pacote desumano de Eduardo Leite
– Como o pacote de Leite afeta funcionários de escola, professores e aposentados
– Eduardo Leite quer destruir a carreira e economizar às custas dos educadores
– Nota técnica da assessoria jurídica do CPERS 
– Eduardo Leite quer que os professores paguem o próprio piso
– Pressão nos vereadores: baixe o modelo de moção de repúdio aos projetos
– Direções escolares se mobilizam contra ataques de Eduardo Leite
– Assine a carta das educadoras aposentadas contra os projetos de Eduardo Leite

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Há quatro semanas, educadoras(es) da rede estadual fincam pé na Praça da Matriz para exigir seus direitos e lembrar Eduardo Leite que valorizar a educação não pode ser uma promessa vazia de campanha.

A cada dia, o Acampamento da Resistência cresce em força e tamanho, na expectativa do envio dos projetos de Eduardo Leite que retiram direitos, confiscam dinheiro de aposentados(as) e aprofundam a miséria de quem trabalha no chão da escola.

A quarta-feira (6) foi de reflexão e debate, mas também de luta, música e ação política.

Pela manhã, o grupo formou uma roda e escreveu em tiras de papel palavras que remetem ao momento crítico da categoria. Resistência, fome e esperança compartilharam o mesmo espaço.

Após, trocaram depoimentos inspiradores sobre suas perspectivas frente aos desafios do período.

Amon da Costa, professor em Gravataí, contou que a sua família tem 80 anos de relação com a educação e a luta pela democracia.

“Às vezes a gente é levado a pensar com pessimismo. Mas quando olhamos para trás, vemos quanta gente lutou, quanta gente impediu que o mundo fosse ainda pior. Quem são essas pessoas? Foram pessoas como nós, que seguramos a onda disso aqui para que não seja um verdadeiro inferno. Tá difícil de lutar, mas quem está na sala de aula depende da gente”, disse.

Já Ana Maria Alves, professora aposentada de Santa Cruz do Sul, lembrou da célebre frase de Galeano sobre a importância das utopias: “a utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.”

“São as utopias que fazem com que a gente esteja aqui neste momento”, arrematou Maria Aparecida Prado, merendeira aposentada de Palmeira das Missões. “A resistência é fundamental pra gente manter a liberdade de promover um projeto político-pedagógico capaz de construir a sociedade que a gente sonha, com igualdade e direitos sociais básicos”, complementou.

O dia também foi de pressão e diálogo na Assembleia Legislativa. Além de entregar ofícios a todos os deputados da casa detalhando as razões para repudiar os projetos de Leite, o acampamento recebeu a visita de uma comitiva de vereadores de Palmeira das Missões e o apoio de dois políticos de partidos da base do governo.

“Se o meu partido não votar com vocês, educadores, eu tô fora do meu partido”, afirmou o vereador Vieirinha, de Quaraí, do Solidariedade.

O prefeito de Protásio Alves, José Spanhol, do MDB, também prestou apoio aos educadores(as).

O almoço foi acompanhado pela animação da dupla Cantadores do Povo. Na sequência, o músico e assessor parlamentar Antônio Avelange Bueno conduziu uma formação sobre a tramitação de Projetos de Lei e Propostas de Emenda à Constituição.

“Esse é um pacote que desumaniza o poder público, e o servidor terá que pagar a conta dos desmandos do estado. Isso prejudica em última instância a população. O Chile, por exemplo, perdeu o sistema de saúde e a maior parte do ensino é privado. Chegou a um ponto que a população não aguentou”, afirmou.

Também não faltaram sinetaços e cantoria em frente ao Piratini para “acordar” Eduardo Leite. No fim do dia, a manifestação contou com trompete, além dos tambores e sinetas.

Por salário em dia, reajuste já e nem um direito a menos, o acampamento permanece na praça até o fim do ano e simboliza o marco inicial da greve da categoria, a ser deflagrada 72 horas após o envio dos projetos desumanos do governador à AL.

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– Ato unificado no dia 14 de novembro marcará luta contra desmonte do serviço público
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– Assine a carta das educadoras aposentadas contra os projetos de Eduardo Leite

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Na manhã desta quarta-feira (6), a esplanada da Restinga reuniu centenas de estudantes, pais e educadores de onze escolas do bairro e do extremo sul da capital para dialogar com a comunidade e manifestar repúdio aos projetos de Eduardo Leite para a educação e as carreiras de professores(as) e funcionários(as) de escola.

A iniciativa foi construída no chão das escolas, em reunião entre as direções das instituições realizada em outubro, diante da iminência do envio do pacote desumano do governo.

Cantos, cartazes e palavras de ordem tomaram as ruas da região. Refrões como “ô Eduardo, cara de pau, tu quer fechar a escola estadual” e “o professor é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo” e “ô eduardo, presta atenção, respeita a educação” foram entoados durante a caminhada.

“Nosso objetivo com este ato foi o de conscientizar a todos sobre este pacote do governador, que vai rebaixar cada vez mais a qualidade do ensino. Precisamos ficar unidos e combater isso através de manifestações e conversas com as pessoas”, conta Jorge Leandro Mazoni, pai de dois alunos.

“A gente não pode deixar o governador tirar a escola dos alunos que precisam do ensino público. Se não, como vai ser? Precisamos do estudo para sermos alguém na vida”, justificou Catarina de Lourdes Rodrigues Duarte, estudante do 1º ano do ensino médio da Escola Raul Pilla.

O ato reuniu comunidades das escolas Meneghetti, Raul Pilla, José do Patrocínio, Conceição, Vicente da Fontoura, Glicério, Nehita, Margarida, General Neto, Heitor Vila Lobos e Henrique Farjat.

Mário Ângelo dos Santos, diretor da Glicério Alves, que já soma 28 anos de magistério, relatou que o cenário atual exige que se faça um alerta à população sobre a importância da luta dos educadores.

“Hoje em dia não estamos nem reivindicando salário, o que é uma injustiça, mas protestando para não perder nossos direitos. É muito importante mostrarmos para a comunidade toda a nossa insatisfação e alertar que essas perdas serão tanto para nós quanto para eles. Sem salário em dia e perdendo direitos ninguém consegue trabalhar”.

A vice-diretora da EEEM José do Patrocínio, Klymeia Nobre, classificou o pacote do governo como desumano e relatou as dificuldades que as direções estão enfrentando para administrar as adversidades das escolas.

“Precisamos lidar com o total abandono do governo e com o atraso e parcelamento dos salários que atinge toda a equipe docente. Tenho certeza de que cada um que está neste ato gostaria de estar na escola atendendo a população da melhor forma. Mas somos impossibilitados pelo governo, que quer desmantelar a educação. Municipalizar a educação infantil, as séries iniciais e colocar o ensino médio online é uma crueldade sem precedentes. E ainda vem com este pacote que atinge a todos”.

A luta contra os projetos de Eduardo Leite está só começando. No dia 14, estaremos nas ruas para defender salário em dia, reajuste já e nem um direito a menos. As comunidades do extremo sul já confirmaram presença na mobilização, que começa às 13h30 no Largo Glênio Peres.

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Educadores(as) e alunos(as) da rede estadual da região metropolitana de Porto Alegre mostraram a força da escola pública em edição regional da 4ª Mostra Pedagógica do CPERS na tarde desta terça (5).

Durante o encontro, realizado na sede do 22° Núcleo (Gravataí) foram apresentados trabalhos que comprovam a máxima de Paulo Freire, tema desta edição da mostra: educar é uma aventura criadora. 

Os projetos, desenvolvidos no chão da escola, abordaram variados temas, desde saúde, passando pela temática ambiental e a literatura. Em sua essência, todos priorizaram as relações humanas e demonstraram a qualidade das atividades desenvolvidas na rede estadual de educação. 

O diretor do CPERS, Cássio Ritter, destacou que mesmo com todo o descaso do governo, com salários atrasados e a desvalorização da categoria, é inspirador ver colegas educadores(as) tão dedicados. 

“O educador sempre coloca o aluno como prioridade, é por isso que a escola pública segue firme, apesar dos governos que insistem em nos atacar. Mas vale ressaltar, nós trabalhamos com amor, não por amor”, ressaltou Cássio.


Interdisciplinaridade

A professora da escola indígena Nhamandu Nhemopuã, Adriana Rosa Marques, que apresentou o projeto “Tain Porã – dentes saudáveis”, que une saúde e conscientização, destacou a importância dos ensinamentos de Paulo Freire em sua didática. 

“O objetivo do nosso projeto é uma parceria entre educação e saúde para promover a prevenção, mas antes de tudo, é um trabalho desenvolvido para manter a identidade do povo indígena, seguindo os propósitos do nosso patrono, Paulo Freire”, salientou Adriana. 

A professora de séries iniciais, Jéssica Sanna, da escola Neuza Goulart Brizola, apresentou trabalhos desenvolvidos para estimular a leitura nos alunos em tempos de informatização do ensino. 

“A proposta surgiu após o fechamento da biblioteca da escola. Eu e outra professora decidimos nos unir para aproveitar aquele espaço e acabamos desenvolvendo um trabalho que incluiu alunos e pais e despertou o interesse deles na leitura e na escrita”, destacou a professora. 

Jéssica também ressalta que todas estas iniciativas partiram do interesse e da dedicação das professoras, já que o Estado não investe neste tipo de atividade. “Todos estes projetos são desenvolvidos no meu tempo livre, eu faço com meu salário parcelado e atrasado”, enfatizou. 

Os estudantes Nicolas Gabriel Ramos Porto e Alana Cardoso dos Santos, que estão no 9º ano da Frantz Machado Charão, apresentaram um trabalho pensado para o Setembro Amarelo e que sensibilizou toda a comunidade presente na etapa regional.

O projeto apresentado na Mostra partiu do interesse dos próprios alunos, durante a organização da Caminhada Cívica que a escola realizou durante a Semana da Pátria. O objetivo foi discutir sobre o tema Setembro Amarelo, ampliando a discussão sobre depressão na adolescência, suicídio e valorização da vida.

Uma das atividades realizadas na escola foi a oferta de abraços aqueles precisavam de um pouco de carinho. Antes de começaram a apresentação em Gravataí, eles distribuíram abraços aos presentes e aqueceram os corações de todos os educadores(as) que puderam sentir o apoio e o carinho dos alunos.

Para Nicolas, esse projeto abriu caminho para vivenciar uma nova escola e perceber colegas e professores de forma mais aberta. 

“Com esse projeto eu descobri que a escola é muito mais do que aquilo que todo mundo acha. Eu descobri que ela pode ser um lugar inclusivo, que abraça os alunos, além de só ensinar”. 

Projetos selecionados para a etapa estadual da 4ª  Mostra Pedagógica

Categoria: Séries Iniciais

Projeto classificado: Contando que se aprende

Escola: Neuza Goulart Brizola

Professora: Jéssica Sanna

Projeto classificado: Reserva do Taim trabalhando o Tema Enredo da Escola de Samba em sala de aula.

Escola: Neuza Goulart Brizola

Professora: Erviton Luciano Correa Cardoso Pereira

Categoria: Séries Finais

Projeto classificado: Setembro Amarelo

Escola: Frantz Machado Charão

Professora: Ruth Soares de Paula

Categoria: Educação Indígena

Projeto classificado: Tain Porã ( Dentes saudáveis)

Escola: Nhamandu Nhemopuã

Professora: Adriana Rosa Marques

Projeto classificado: a interculturalidade no Jogo do Boole

Escola: Nhamandu Nhemopuã

Professora: Adriana Rosa Marques e Leandro Subtil

Para participar da Mostra basta preencher o formulário abaixo. Os anexos (como documentos, trabalhos por escrito ou em powerpoint, fotos e vídeos) devem ser enviados para o e-mail mostracpers@gmail.com

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Na noite desta segunda-feira (4), a coordenadora do Departamento de Educação do CPERS, Rosane Zan foi homenageada na Câmara de Vereadores de São Luiz Gonzaga. Rosane recebeu o diploma Paulo Freire 2019, láurea destinada ao reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelos profissionais de educação nos ensinos particular, estadual e municipal da cidade.

Na ocasião foram homenageados os professores Rosane Teresinha Zan (CPERS/Sindicato), Luiz Fernando Peixoto Wesz (indicado pelo SINPRO), e Sonia Regina Marques Magalhães (Sindicato dos Municipários).

A diretora agradeceu o reconhecimento e ofereceu a todos educadores(as) que lutam pela educação pública. “Gratidão pela homenagem. Quero oferecer a todos os educadores(as), que lutam arduamente em seu fazer pedagógico no chão da escola.”

A homenagem foi instituída por meio de resolução nº 598 de 04 de outubro de 2005.

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Eduardo Leite não tem descanso. Há quatro semanas ouve diariamente palavras de ordem, sinetas e tambores, além de ver as bandeiras douradas do CPERS tremularem em frente ao Centro de poder do Estado.

O Acampamento da Resistência, inaugurado no Dia do Professor na Praça da Matriz, é uma lembrança diária e incômoda para o governador: haverá luta e os educadores(as) não vão recuar nos seus direitos.

Os 42 núcleos do CPERS se revezam na manutenção do espaço e organização da rotina e programação. Nesta semana, as educadoras de Carazinho, Palmeira das Missões, Soledade e Santa Cruz do Sul cuidam do acampamento.

A terça-feira foi especialmente animada. Pela manhã, as professoras e funcionárias de escola ensaiaram canções recém compostas, com versos de luta:

🎵 “Acorda governador
Levanta vem nos escutar
Queremos nosso pagamento
e nossos direitos preservar” 🎵

No início da tarde, após o almoço preparado no próprio acampamento, as educadoras acompanharam o grande expediente da Assembleia Legislativa, que trouxe como tema as graves consequências dos projetos de Eduardo Leite para a categoria e a qualidade da educação pública.

Na sequência, uma roda de conversa com a bancária aposentada Maria Giselda Alles debateu a conjuntura e a necessidade de esperançar. “O que nós vivemos não é recente, não é de agora. Este selvagem pacote de maldades é mais uma tentativa de destruir o sonho de uma nação melhor. Mas estamos aqui, fazendo a história. Estamos sendo exemplo para gerações futuras”, comentou.

Por fim, o dia terminou como começou: com sinetaço, gritos de ordem e música.

Nesta quarta, a programação terá início às 9h, com café e barulho para “acordar o governador”. O almoço contará com a animação da dupla Cantadores do Povo, e a tarde será de debate e formação, a partir das 14h, sobre a tramitação de projetos de Lei na Assembleia Legislativa.

Por salário em dia, reajuste já e nem um direito a menos, o acampamento permanece na praça até o fim do ano e simboliza o marco inicial da greve da categoria, a ser deflagrada 72 horas após o envio dos projetos desumanos do governador à AL.

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– Assine a carta das educadoras aposentadas contra os projetos de Eduardo Leite

 

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Abrir um canal de diálogo com as bancadas de diversos partidos, apresentar contrapontos ao discurso oficial e expor as consequências dos projetos de Eduardo Leite para a categoria e a qualidade da educação pública.

Nesta terça-feira (5), representantes da direção central do CPERS e da assessoria jurídica reuniram-se com deputados(as) do PDT para iniciar a agenda com integrantes das legendas de oposição e situação.

“Esse pacote de projetos do Leite vem nos afrontar. Ele está seguindo o mesmo caminho do Sartori. Viemos aqui dizer o quanto isso vai afetar as nossas vidas, os nossos sonhos”, afirmou a diretora do CPERS, Alda Bastos Souza na abertura da reunião.

Alda conta que em 35 anos de magistério nunca viu a categoria ser tão atacada. “Em 35 anos de luta, nunca vi tamanha situação de miserabilidade da categoria. E como se não bastasse vem esse projeto com o objetivo de retirar nossos direitos duramente conquistados.”

“Hoje em dia qualquer R$ 200 fazem a diferença em nosso salário. Eu tenho um marido que me ajuda, se não não sei como seria. Que aula que um professor vai dar se não tem dinheiro para comprar um botijão de gás, para honrar suas contas”, pontuou Alda.

“A única carreira que está sendo discutida nesse pacote de projetos é a do magistério.  A mídia mostra que vai mexer em outras carreiras, o que não é verdade”, pondera o Marcelo Fagundes da assessoria jurídica do CPERS, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado.

Marcelo pontuou os principais pontos que atingem a categoria, entre eles a perda de gratificações (triênios e quinquênios), reajuste zero por tempo indeterminado, fim da incorporação de gratificações para a aposentadoria, aumento da contribuição para a previdência e redução nos adicionais de unidocência.

“O que o governador propõe é retirar das vantagens e gratificações para pagar o piso. E com isso os educadores ficarão anos sem nenhum reajuste. Professores e funcionários de escola vão apenas perder salário e direitos”, explica.

“Estamos propondo um debate. Uma conversa para mostrar os contrapontos destes projetos. Aquilo que já é direito adquirido como é que vai ser retirado? Isso não está certo, é contra lei”, conclui Marcelo.

A secretária-geral do Sindicato, Cândida Rossetto, frisou o achatamento de salários proposto pelo projeto. Atualmente o magistério tem 100% de diferença entre os níveis, e o que o governo propõe é 7%. “A diferença entre os níveis será muito pouca. Um professor que tem doutorado vai ganhar quase que o salário básico. Nós recebemos o completivo, ou seja o que ele está propondo não vai mexer em nada no valor que já é pago”, observou.

“Vamos continuar dialogando. Nos colocamos sempre a favor dos servidores. Somos parceiros pra continuar na luta, e na mesma linha não deixar que retirem direitos adquiridos. O governo tem uma boa parte da bancada, mas isso não quer dizer nada.  Temos que esperar os projetos chegarem aqui, na Assembleia para voltarmos a conversar novamente”, reforçou o deputado e 1º vice-líder de bancada, Eduardo Loureiro.

“É uma grande injustiça esses projetos porque retira direitos dos que recebem menos. Assim como a Reforma da Previdência. Temos que voltar a discutir esses projetos, assim que recebermos eles do governador”, declarou o líder partidário da bancada, Gerson Brimann.

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O espaço dedicado ao grande expediente, na Assembleia Legislativa, abordou na tarde desta terça-feira (5), as consequências do pacote do governo Eduardo Leite, que pretende alterar o Plano de Carreira, a Previdência e o Estatuto dos Servidores (Lei 10.098).

O proponente, deputado Luiz Fernando Mainardi (PT), através do tema “Reforma Estrutural do Estado ou Destruição dos Serviços Públicos?” pontuou os principais impactos que as medidas previstas pelo Executivo trarão ao funcionalismo público e à sociedade.

Representando a direção central do CPERS, a primeira vice-presidente da entidade, Solange Carvalho, compôs a mesa junto aos demais representantes dos servidores. Edson Garcia, 2º vice-presidente, também esteve presente.

Mainardi iniciou sua explanação indagando para onde estão sendo destinados os recursos públicos e de que forma é possível melhorar a arrecadação do Rio Grande do Sul.

Após afirmar que este deveria ser tema de debate na casa, expôs um cenário que deixou clara a discrepância entre os ricos e os menos favorecidos no Estado. “Recentemente, a revista Fox apresentou o seguinte cenário, o número de bilionários brasileiros, de 2018 a 2019, subiu de 42 para 58.  Além disso, os bancos, no período de julho de 2018 a junho de 2019, tiveram lucro de R$ 109 bilhões, o maior lucro dos últimos 25 anos”, expôs, acrescentando que no Brasil a metade da população vive com um salário de R$ 413.

Diante das informações apresentadas, o deputado afirmou que é urgente analisar estes dados e questionar se o modelo neoliberal está dando certo ou não, visto que o cenário demonstra que os ricos estão ficando cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres.

“O estado tem uma crise financeira sim, mas é inadmissível que o governo penalize os servidores. Não é possível acabar com as carreiras e condenar os aposentados a contribuir. Por todo o estado, ouvimos os apelos das pessoas que estão perdendo inclusive suas moradias por não ter como mantê-las. Não podemos aceitar a ideia de que a superação dos problemas do Rio Grande do Sul se dará apenas através de cortes que vão prejudicar os servidores e comprometer os serviços públicos oferecidos à população”, observou.

A deputada Sofia Cavedon (PT) apoiou o exposto pelo deputado e frisou que a austeridade fiscal é proposta ideológica e não econômica. “É muito importante lembrarmos dos 20 anos de congelamento dos gastos sociais, o que deixa livre os juros exorbitantes dos bancos. A União pratica  chantagem. Eduardo Leite favorece os maus pagadores e confisca o salário dos trabalhadores”, salientou.

“Quando se fala em austeridade é preciso dizer para quem. No Brasil e no Rio Grande do Sul tira-se do povo para deixar os ricos tranquilos nos seus privilégios. Leite mostrou isso quando quis exigir o pagamento em parcela única do IPVA enquanto perdoava dívidas de empresários”, frisou a deputada Luciana Genro (PSOL).

Mainardi conclui afirmando que é urgente promover, nos próximos meses, um grande debate na Assembleia Legislativa sobre as razões que levam a compreender a crise do Estado. “Ou vamos para o caminho do crescimento e da justiça, sobre os quais não vemos nem uma iniciativa do governo, ou será o caos. Precisamos voltar ao período de crescimento da nossa economia para gerar  emprego e renda”, finalizou.

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Câmaras de Vereadores(as) de todo o estado têm acolhido moções de apoio aos educadores(as) e de repúdio aos projetos de destruição das carreiras e da Previdência de professores(as) e funcionários(as) de escola.

Nos últimos dias, as Câmaras de Santana do Livramento, Palmeira das Missões e Sarandi também se somaram à mobilização. Em muitos casos, políticos de partidos da base do governo Leite subscrevem as moções.

A casa de Palmeira, por exemplo, deliberou pela criação de uma comissão para visitar deputados ao lado de diretores de escola da região.

Na última semana, vereadores de São Francisco de Assis, Portão, Novo Hamburgo e Sapiranga também aprovaram moções semelhantes.

Mobilize a Câmara da sua cidade

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Vamos pra cima dos vereadores e lembrar que 2020 é ano de eleições municipais!

Converse, fale sobre a situação de miséria dos educadores e das consequências dos projetos de Eduardo Leite para a educação.

Eles podem pressionar as bancadas na Assembleia Legislativa e garantir votos importantes para barrar o pacote desumano do governo.

A pressão permanente em todas as esferas do Legislativo e lideranças políticas locais e estaduais foi uma das deliberações do Conselho Geral do CPERS.

“Nossa resistência e pressão serão fundamentais para evitarmos essa calamidade. As câmaras de vereadores vão enxergar professores e funcionários de escola como nunca viram. Vamos fazer pressão em todos os partidos”, afirmou a presidente Helenir Aguiar Schürer na oportunidade.

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