O comando de greve do CPERS definiu, dentro do calendário de lutas para os primeiros dias de greve, a realização de Assembleia Geral de mobilização com toda a categoria na terça-feira (26), às 13h30, na Praça da Matriz.

A participação de cada um é FUNDAMENTAL para mostrar a força da greve. Vamos pressionar Eduardo Leite e seus deputados. NINGUÉM AGUENTA MAIS O DESCASO COM A EDUCAÇÃO.

Mobilize-se! Chame pais e estudantes. Contate seu núcleo do CPERS e VENHA A PORTO ALEGRE!

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

A atualização do levantamento do CPERS junto aos seus 42 núcleos revela que o número de escolas paralisadas total ou parcialmente nesta quinta-feira (21) ultrapassou a marca de 1.500. Um crescimento de 77 instituições relação aos dados de quarta.

São 764 escolas totalmente paralisadas e 741 afetadas por adesão parcial. Entre as parciais, há diversas instituições que operam com apenas 5% dos quadros.

Mobilização

A próxima Assembleia Geral da categoria está marcada para a terça-feira (26), às 13h30, na Praça da Matriz. O dia também será de ato unificado da Frente de Servidores Públicos (FSP), às 16h no mesmo local.

Na segunda, o Comando de Greve volta a se reunir para realizar o balanço da primeira semana.

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

A diretora do Departamento de Saúde do CPERS, Vera Lessês, acompanhou, na manhã desta quarta-feira (21), a reunião da subcomissão da Assembleia Legislativa que debateu a situação do IPE/Saúde no Rio Grande do Sul. A iniciativa, realizada durante reunião da Comissão de Segurança e Serviços Públicos, contou com a presença de representantes da União Gaúcha, do SINAPERS, da UGEIRM, da ASJ, do SIMERS, do CREMERS,  da  Federação de Hospitais do RS,  da Federação das Santas Casas do RS e do SINDIHOSPA, de Porto Alegre.

Os representantes das entidades de prestadores de serviços expuseram as dificuldades que sentem em relação ao IPE/Saúde destacando problemas como o atraso nos  repasses, a defasagem das  tabelas de honorários médicos e as diárias hospitalares, entre outros. Todos foram unânimes ao afirmar que o plano de saúde é primordial para a manutenção de toda a rede que oferece os serviços do IPE/Saúde.

Os representantes do funcionalismo público gaúcho também expuseram as dificuldades e angústias vivenciadas pelos mais de um milhão de segurados.

“O projeto de especialização do IPERGS, que aconteceu no governo Sartori, não trouxe melhorias para a autarquia que cuida da saúde. Desde abril do ano passado, acentuou-se o descaso com o Instituto, uma vez que o estado ainda não implementou a autarquia, pois ainda faltam membros para a diretoria executiva, a nomeação do Conselho de Administração e o quadro de Recursos Humanos para atender os segurados e dependentes, que, no caso da nossa categoria, corresponde a cerca de 12% dos segurados”, frisou Vera.

A diretora também destacou que é mais do que necessário que o IPE/Saúde volte a ter a qualidade que tinha, com especialistas e equipamentos credenciados por todo o Estado para atender as necessidades dos associados. “Enquanto sindicato tememos muito que esse descaso, que iniciou no governo Sartori e que agora segue com Eduardo Leite, seja proposital para levar à privatização do nosso plano de saúde público e solidário. É fundamental nos unirmos, tanto prestadores de serviços quanto entidades de classe, na luta pela garantia e manutenção do IPE/Saúde público e de qualidade”, afirmou.

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Em reunião rápida e decisiva na manhã desta quinta (21), a Frente de Servidores Públicos (FSP) – responsável pelo ato que parou Porto Alegre no 14 de novembro – deliberou pela realização de um novo ato unificado dos servidores(as) estaduais, federais e municipais.

A mobilização será às 16h, em frente ao Piratini, na próxima terça-feira (26). É a mesma data e local da Assembleia Geral do CPERS, agendada para as 13h30. O dia também é marcado pela adesão de diversas categorias à greve já inciada pelo magistério na última segunda.

O início da unidade grevista se deu ainda no dia 14 de novembro, em Assembleia com mais de mil servidores do SINTERGS, SINDICAIXA, SINDSEPE, AFAGRO, ASSAGRA, AGEFA, SEASOP e APOG. Também há sintonia de pautas com a greve dos educadores(as): salário em dia, reajuste já e retirada do pacote de destruição das carreiras e da Previdência do Estado.

Os presentes também avaliaram o êxito do #14N e o impacto da greve do magistério, que tem apresentado uma adesão crescente e enraizada em todo o estado. Até o fim da tarde desta quinta, mais de 1.500 escolas já aderiram total ou parcialmente ao movimento.

“É uma greve diferente, com atos de rua em todo o estado. Em 33 anos de magistério, nunca vi uma mobilização com tanto apoio das comunidades escolares e da sociedade”, afirma a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

Outras entidades integrantes da Frente sinalizam para a possibilidade de paralisações nos próximos dias. Além dos projetos de Eduardo Leite, o grupo se mobiliza contra as medidas trabalhistas de Bolsonaro no país e o avanço das políticas neoliberais no município, tendo o prefeito Marchezan como representante mais notório.

Integram a Frente de Servidores Públicos (RS): ADUFRGS, AFAGRO, AFOCEFE-Sindicato, ANDES-SN, ANDES/UFRGS ASSAGRA, ASSUFRGS, ASSERLEGIS, CEAPE-Sindicato, CGTB, CPERS, CTB/RS, CUT/RS, FETRAFI, INTERSINDICAL, PÚBLICA, SEASOP, SEMAPI, SENERGISUL, SIMPA, SIMPE-RS, SINASEFE, SINDIÁGUA, SINDICAIXA, SINDISPGE/RS, SINDJUS/RS, SINDPERS, SINDSEPE/RS, SINDISERF/RS SINPRO/RS, SINTERGS, SINTRAJUFE-RS e UGEIRM

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

“Estaremos, no próximo dia 29, com 110 projetos de escolas estaduais de todo o Estado, na 4ª edição da nossa Mostra Pedagógica para fazer um contraponto ao governo Eduardo Leite, mostrando que a escola pública tem muita qualidade e precisa ser respeitada. Contamos com a sua presença para valorizar o ensino público gaúcho”, dizia a diretora do Departamento de Educação do CPERS Rosane Zan ao visitar os 55 gabinetes dos deputados, na Assembleia Legislativa, nesta manhã, acompanhada de uma representação de educadores(as) de várias regiões do Estado.

As etapas regionais da Mostra ocorrem no período de dez de setembro a 12 de novembro. Dos 307 projetos que participaram da iniciativa, 110 foram selecionados para a etapa estadual que será realizada às portas do Palácio Piratini, das 9h às 19h, na próxima sexta-feira. Na ocasião, educadores e estudantes dos 42 núcleos do sindicato estarão mostrando à população os projetos desenvolvidos com empenho e dedicação ao longo do ano letivo.

Ao fazer o convite, o grupo aproveitava para questionar os parlamentares ou suas chefias de gabinete sobre a posição quanto ao pacote desumano do Executivo, que prejudicará de forma significativa todos os educadores. “Este pacote é o pior ataque que a nossa categoria já enfrentou e olha que já passamos por uma ditadura. Não é possível permitir que os professores e funcionários sejam ainda mais penalizados. Já estamos em situação de miserabilidade, se este pacote passar como iremos sobreviver? Por isso, pedimos o apoio de todos os parlamentares para barrar esta afronta”, ressaltava Rosane.

Outro ponto destacado pelos educadores nas abordagens aos deputados foram as moções de apoio aos educadores. Até o momento, 158 municípios aprovaram a moção em apoio a justa luta dos professores e funcionários de escola.

 

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Na tarde desta quarta-feira (20), a sala de reuniões do CPERS foi tomada por um grupo simpático e com muita disposição para a luta, formado por ex-dirigentes e aposentados que atuaram nas principais greves da entidade. 

A visita tinha o objetivo de firmar a entrega de uma carta dirigida ao sindicato e à sociedade, apresentando a indignação com os rumos da educação no estado, mas também serviu para uma necessária troca de experiências. 

Ao saudar os representantes do grupo, a 1ª Vice-presidente do CPERS Solange Carvalho, se disse emocionada com a visita e ressaltou a importância da unidade.

“Vocês são o patrimônio do nosso Sindicato. Tudo o que foi conquistado e que está em jogo com o governo de Eduardo Leite, foi ganho através das lutas de vocês. Tê-los ao nosso lado engrandece a nossa causa”, afirmou Solange. 

O movimento foi organizado pelo professor Tomaz Wonghon, que esteve presente nas principais lutas do Sindicato desde a década de 70.

“Nós estamos aqui hoje para registrar o nosso apoio e solidariedade, mas também para mostrar que a luta vale a pena. Todas as conquistas que tivemos no passado foram através de muito esforço e dedicação, mas no fim perseveramos. Não desistam!”, clamou Tomaz.

A diretora do CPERS, Rosane Zan, agradeceu o apoio e os relatos dos professores presentes. “Vocês são a história viva desse sindicato. São muitas lutas que vocês travaram para que chegássemos até aqui. Vamos lutar cada dia mais para manter essas conquistas”, disse.

O professor aposentado, Pedro Mattos, se disse preocupado com atual cenário nacional e estadual para a educação. 

“Percebo que, desde o golpe de 2016, com o avanço do neoliberalismo, o que vemos é uma tentativa de desmonte da Constituição Federal. Por isso a luta de vocês é muito maior, é uma luta em defesa também da Constituição. Não tem outra saída senão lutar para enfrentar esse pensamento neoliberalista”, afirmou Pedro. 

Para a diretora do CPERS, Vera Lessês, que relembrou que foi aluna do Professor Zanetti, presente no encontro, a história de luta inspira deles inspira para as batalhas que virão. 

“Em comparação com vocês, eu estou recém começando na luta sindical. É muito bom esse apoio de quem ajudou a construir nossa história”, disse Vera. 

A construção do Plano de Carreira do Magistério 

O professor Hermes Zanetti, que presidiu o CPERS por dois mandatos (de 1975 a 1978 e de 1978 a 1979), e comandou a primeira greve do sindicato em 1979, durante a Ditadura no país, relembrou durante a reunião um dos marcos da história da categoria. 

“Além de professor, eu sou advogado, por isso eu participei da formulação do Plano de Carreira do Magistério. Desde aquela época o nosso maior objetivo era que a excelência da educação estivesse fundada na qualificação do professor”, contou Zanetti. 

Quando questionado sobre as mudanças pretendidas pelo governo Eduardo Leite, ao plano que foi formulado com o objetivo de qualificar a educação gaúcha, o professor se diz revoltado. 

“O objetivo da divisão em seis níveis era para que todos chegassem ao doutorado, e o incentivo para isso evidentemente era uma melhor remuneração. Quando eu vejo que com as mudanças do novo plano a diferença entre o primeiro e o último nível vai passar de 100% para 7% eu me revolto. Assim não dá, né menino governador?!” 

Para Zanetti, as consequências da aprovação do pacote de Eduardo Leite serão devastadoras. “Precisamos lembrar que a melhor formação do professor é sempre traduzida na melhor formação para o aluno”, ressalta.

Confira abaixo a íntegra da carta entregue pelo grupo: 

Ao CPERS /Sindicato e à Sociedade Gaúcha

Perplexos com a virulenta investida do Governo do Estado contra os professores do Rio Grande do Sul e demais funcionários(as) públicos, contra sua Entidade representativa e por conseguinte, contra a educação, ex-dirigentes presentes neste Ato, ou representados por familiares, registram publicamente SOLIDARIEDADE com nossa Entidade e com a história de lutas que ajudamos, em distintas épocas, a construir.

As diferentes concepções políticas, individuais, em nada arrefecem a compreensão coletiva da necessidade de intransigente defesa deste patrimônio da Democracia, construído “a duras penas”.

Ao contrário, apontam como referência a imprescindível busca de “unidade na luta” sobressaindo o “bem comum” sobre a “convicção individual”.

Sirva este nosso gesto de estímulo, ânimo e convite a que cada Professor(a), Pai, Mãe e Aluno(a) perfilem-se nas trincheiras de resistência, atentos às diretrizes de seus “COMANDOS DE GREVE” legítima e democraticamente eleitos em suas assembleias.

“NINGUÉM SOLTA A MÃO DE NINGUÉM” 

Porto Alegre, 20 de novembro de 2019.

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Com dados dos 42 núcleos do CPERS – coletados até as 16h30 desta quarta-feira -, e adesões significativas desde o primeiro levantamento, o Sindicato contabiliza a participação de 1.428 instituições na greve da categoria.

São 727 escolas totalmente paralisadas e 701 afetadas por adesão parcial. Entre as parciais, há diversas instituições que operam com apenas 5% dos quadros.

Os números – computados por núcleo do CPERS – estão disponibilizados no anexo.

Mobilização

A próxima Assembleia Geral da categoria está marcada para a terça-feira (26), às 13h30, na Praça da Matriz.

Na segunda, o Comando de Greve volta a se reunir para realizar o balanço da primeira semana de greve e discutir as ações de mobilização.

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Em movimento crescente e enraizado em todo o estado, a greve deflagrada na última segunda (18) tem fortes reflexos na capital. Em apenas três dias, 95 escolas já aderiram total ou parcialmente à mobilização.

Em todo o estado, são – até o fim da tarde desta quarta (20) – 1.428 instituições afetadas.

Entre elas, algumas das maiores escolas de Porto Alegre, tradicionalmente mobilizadas em paralisações. Outras, como a EEEF São Caetano, escola de tempo integral no extremo sul da cidade, fecham as portas pela primeira vez em anos.

“Tinhamos apenas dois profissionais em greve. Hoje pela manhã nos reunimos, conversamos com colegas do CPERS e quem estava indeciso resolveu parar e lutar por seus direitos. Como profissional e diretora, dei apoio”, conta Neli Frolich.

O corpo docente voltará a se reunir no dia 26, após a Assembleia Geral do CPERS, para debater a continuidade do movimento. Ao todo, a São Caetano atende 148 estudantes, 84 dos quais em turno integral.

Muitos estabelecimentos da rede estadual ainda discutem a adesão ao longo desta semana, e a expectativa é de que o número cresça substancialmente até sexta.

Apoio de pais e estudantes

Indignação é a palavra de ordem também entre pais e estudantes.

“Todo mundo tem que procurar seus direitos. Os professores são fundamentais para qualquer profissão. A greve causa incômodo, tem seus poréns, mas é bem-vinda. Para mim não tem lógica o que está sendo imposto aos educadores”, desabafa José Carlos de Souza, presidente do conselho escolar da EEEM José do Patrocínio. Suas três filhas estão sem aulas por conta da greve.

Geferson Moraes, garçom e morador da Restinga e pai de 4 filhos que estudam na rede municipal, falou sobre a percepção da comunidade sobre o movimento. “A greve prejudica bastante a gente que tem filho. Mas a culpa é do governo, que está fazendo esse horror com os professores. Chega a ser ridículo um governador que não apoia em nada a educação. É uma vergonha pagar tudo que pagamos de imposto, trabalhar cada vez mais para receber cada vez menos e não ter opções pra dar saúde e educação pros filhos”, afirma.

Na Praça da Matriz, onde a categoria mantém o Acampamento da Resistência em funcionamento pela quinta semana, o fluxo de apoiadores é constante. A estudante Giovana, da EEEM Frederico Benvegnú, veio de São Domingos do Sul para entregar uma moção de repúdio da comunidade escolar para a Assembleia.

“A educação é a base de toda a sociedade. E não é uma frase feita. É uma coisa pela qual a gente tem que lutar com todas as forças. É muito importante o que a gente tá fazendo”, conta.

Também virou cena comum a visita de vereadores do interior em passagem pela capital. Não raro as educadoras recebem apoio de políticos da base do governo. Foi o caso desta quarta, quando Margarete Souza (PSDB) e Miriam Knapp (PP), da Câmara de Caibaté, declararam estar ao lado da educação.

Mais de 150 Câmaras de Vereadores de todo o estado já aprovaram moções de repúdio aos projetos de Eduardo Leite, que colocam em risco a existência da escola pública e da profissão de educar.

Quer receber notícias do CPERS via whatasapp? Clique aqui!

Mobilização

A próxima Assembleia Geral da categoria está marcada para a terça-feira (26), às 13h30, na Praça da Matriz.

Na segunda, o Comando de Greve volta a se reunir para realizar o balanço da primeira semana de greve e discutir as ações de mobilização.

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Nesta quarta-feira (20), ocorreu o Encontro Regional dos Aposentados dos núcleos 38 e 39 (Porto Alegre), 13º (Osório) e 22º (Gravataí). Reunidos na sede do sindicato, em Porto Alegre, eles acompanharam a análise da assessoria jurídica da entidade e da direção central sobre o pacote do governo Eduardo Leite que, se aprovado, acabará com direitos históricos da categoria. No decorrer do dia, também participaram de atividades culturais e do Desafio de Danças Folclóricas do Brasil, proposto aos 42 núcleos do CPERS pelo Departamento dos Aposentados.

Ao dar início as atividades do dia, a diretora do 39º núcleo, Christiane Ribeiro Gomes, agradeceu a presença de todos e destacou o papel de cada um na trajetória do sindicato. “É com muito orgulho que realizamos este encontro hoje, pois muitos dos nossos direitos foram conquistados através das lutas que vocês fizeram. Muito obrigada!”.

“Nossa história corre o risco de ser apagada pelos ataques do governo. Porém, isso não tem que nos desanimar, pelo contrário. Para que a nossa trajetória não seja apagada, temos que seguir firmes em nossa justa luta. O papel dos nossos núcleos é muito importante neste momento para mobilizar os colegas aposentados, pois eles serão brutalmente atingidos pelos projetos do governo”, pontuou a diretora do departamento dos aposentados do CPERS, Glaci Weber.

“É um presente da vida participar deste Encontro hoje. Vocês são exemplos de força e luta e nos inspiram para seguirmos em frente com coragem”, disse o segundo vice-presidente do CPERS, Edson Garcia, que também lembrou ao público a significativa data comemorada hoje, o Dia da Consciência Negra. “Hoje, não é um dia de lamento, é um dia de consciência. Muita gente ainda questiona a nossa cultura, mas seguimos firmes pela luta de Zumbi, Dandara, pelos nossos ancestrais e pela resistência do nosso povo. Nossa resistência é diária e não nos fragiliza, nos deixa cada vez mais fortalecidos”, destacou.

Análise da conjuntura ressalta as consequências do pacote de maldades do governo

A primeira vice-presidente do CPERS, Solange Carvalho analisou a situação atual do magistério público estadual diante do descaso do governo e salientou que a situação irá piorar severamente se o projeto do Executivo for aprovado.

“Nós temos o segundo pior salário do Brasil. Todos os meses, devido ao parcelamento e o atraso dos salários, temos que fazer empréstimo para pagar o nosso próprio salário e depois ainda pagar juros. Por isso, a nossa greve é tão importante. Os colegas estão lotando as Câmaras de Vereadores e cresce o número de municípios que nos apoiam contra o projeto. Nós defendemos a escola pública porque sabemos a importância dela. Se não for no ensino público onde os filhos dos trabalhadores irão estudar?”, questionou.

Os projetos que integram o pacote de maldades do Executivo preveem alterações significativas no Plano de Carreira, na Previdência e no Estatuto dos Servidores (Lei 10.098). “Os aposentados que recebem a partir de um salário mínimo passarão a pagar alíquotas que podem chegar a 16,32% de seus salários. Todos serão penalizados com as medidas previstas no pacote”, explicou o advogado Marcelo Fagundes, da assessoria jurídica do CPERS, representada pelo escritório Buchabqui e Pinheiro Machado, que detalhou os reflexos do pacote.

“Se está aumentando cada vez mais a arrecadação do imposto, como o governo quer dizer que não tem dinheiro e ainda colocar a culpa pela crise financeira do estado nos educadores?”, questionou.

Durante a tarde ocorreu a apresentação dos grupos de dança. Após a análise dos jurados, o grupo Maracatu “As Sempre Ativas”, representante do 39º núcleo (Porto Alegre), foi selecionado para a etapa estadual do Desafio da Dança.

Na ocasião, Glaci fez a leitura da Carta dos Aposentados que foi aprovada por unanimidade pelo público.

O próximo Encontro Regional ocorre no dia 27, no núcleo de Santiago. Além dos educadores da região, a iniciativa abrangerá também os núcleos de Alegrete, Uruguaiana, São Borja e São Luiz Gonzaga.

 

[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES

Apesar da ampla gama de partidos que compõem a base de Eduardo Leite, uma crescente mobilização de vereadores(as) sinaliza que o governo pode ter dificuldades para aprovar seus projetos na Assembleia Legislativa.

Lajeado

Até esta quarta-feira (20), Câmaras Municipais de 151 cidades gaúchas já debateram e aprovaram moções de apoio aos educadores(as) ou de repúdio às alterações no Plano de Carreira do Magistério, no Estatuto dos Servidores(as) e na Previdência do Estado.

Santiago

Muitos dos Legislativos locais que votaram a favor da categoria têm a maioria de suas cadeiras ocupadas por vereadores(as) de legendas aliadas ao governo.

Protásio Alves

Capão do Cipó

As moções são encaminhadas à Assembleia Legislativa e podem pesar na janela das eleições municipais de 2020.

O texto modelo utilizado pelos núcleos do CPERS – que se articulam com estudantes e pais para pressionar as casas – destaca seis pontos a serem considerados pelos vereadores(as) e aponta para o risco de fechamento de escolas e os efeitos nas economias locais.

Clique aqui para baixar o modelo de moção

“Tais projetos levarão, inevitavelmente, à queda de qualidade do ensino prestado nas escolas da rede estadual do nosso município. Também há de se considerar os efeitos do aprofundamento do arrocho salarial na economia local e na subsistência das famílias de professores e funcionários de escola que escolheram a nossa cidade para trabalhar, viver e sonhar”, afirma o documento.

Quer receber notícias do CPERS via whatasapp? Clique aqui!

Relação de municípios que já aprovaram moções de apoio aos educadores(as) ou repúdio aos projetos de Leite:

Atualizado às 20h05 de 25 de novembro com o total de 192 cidades:

  1. Água Santa
  2. Ajuricaba
  3. Alegrete
  4. Alpestre
  5. Alvorada
  6. Anta Gorda
  7. Antônio Prado
  8. Arroio dos Ratos
  9. Arroio Grande
  10. Barão
  11. Barão do Triunfo
  12. Barra do Quaraí
  13. Barra do Ribeiro
  14. Barra Funda
  15. Benjamim Constant do Sul
  16. Bento Gonçalves
  17. Boa Vista das Missões
  18. Boa Vista do Buricá
  19. Bom Retiro do Sul
  20. Bom Princípio
  21. Boqueirão do Leão
  22. Bossoroca
  23. Braga
  24. Brochier
  25. Butiá
  26. Cachoeira do Sul
  27. Cachoeirinha
  28. Caibaté
  29. Caiçara
  30. Camaquã
  31. Camargo
  32. Campinas do Sul
  33. Canela
  34. Canguçu
  35. Capão do Cipó
  36. Capão do Leão
  37. Capela de Santana
  38. Carazinho
  39. Carlos Barbosa
  40. Casca
  41. Caxias do Sul
  42. Cerro Largo
  43. Charqueadas
  44. Chiapetta
  45. Chuí
  46. Colorado
  47. Cruz Alta
  48. Dois irmãos das Missões
  49. Eldorado do Sul
  50. Encruzilhada do Sul
  51. Engelho Velho
  52. Entre Ijuís
  53. Erechim
  54. Erval Seco
  55. Esmeralda
  56. Estação
  57. Estância Velha
  58. Esteio
  59. Estrela
  60. Farroupilha
  61. Faxinal do Soturno
  62. Fazenda Vila Nova
  63. Feliz
  64. Flores da Cunha
  65. Frederico Westphalen
  66. Garibaldi
  67. General Câmara
  68. Giruás
  69. Gravataí
  70. Guaíba
  71. Guarani das Missões
  72. Harmonia
  73. Horizontina
  74. Ibarama
  75. Ijuí
  76. Iraí
  77. Itaqui
  78. Itatiba do Sul
  79. Jaquirana
  80. Lagoa Vermelha
  81. Lajeado
  82. Linha Nova
  83. Maçambará
  84. Maratá
  85. Marcelino Ramos
  86. Mariano Moro
  87. Minas do Leão
  88. Montenegro
  89. Morro Redondo
  90. Muitos Capões
  91. Nova Bassano
  92. Nova Boa Vista
  93. Nova Hartz
  94. Nova Petrópolis
  95. Nova Prata
  96. Nova Santa Rita
  97. Novo Barreiro
  98. Novo Hamburgo
  99. Novo Machado
  100. Osório
  101. Palmeira das Missões
  102. Palmitinho
  103. Pântano Grande
  104. Paraíso do Sul
  105. Parobé
  106. Paulo Bento
  107. Pinhal da Serra
  108. Pirapó
  109. Piratini
  110. Portão
  111. Porto Lucena
  112. Porto Xavier
  113. Progresso
  114. Protásio Alves
  115. Quaraí
  116. Redentora
  117. Rio Grande
  118. Rio Pardo
  119. Roca Sales
  120. Rolante
  121. Rondinha
  122. Roque Gonzales
  123. Rosário do Sul
  124. Sananduva
  125. Santa Bárbara do Sul
  126. Santa Cruz do Sul
  127. Santa Maria
  128. Santa Maria do Herval
  129. Santa Rosa
  130. Santa Vitória do Palmar
  131. Santana da Boa Vista
  132. Santana do Livramento
  133. Santiago
  134. Santo Ângelo
  135. Santo Antônio das Missões
  136. Santo Antônio do Palma
  137. Santo Augusto
  138. Santo Cristo
  139. São Borja
  140. São Francisco de Assis
  141. São Francisco de Paula
  142. São Gabriel
  143. São Jerônimo
  144. São João da Urtiga
  145. São José das Missões
  146. São José do Norte
  147. São Leopoldo
  148. São Luiz Gonzaga
  149. São Martinho da Serra
  150. São Nicolau
  151. São Paulo das Missões
  152. São Pedro da Serra
  153. São Pedro das Missões
  154. São Pedro do Butiá
  155. São Sebastião do Caí
  156. São Sepé
  157. São Valentim do Sul
  158. São Valério do Sul
  159. São Vicente do Sul
  160. Sapiranga
  161. Sapucaia do Sul
  162. Sarandi
  163. Seberi
  164. Silveira Martins
  165. Soledade
  166. Tabaí
  167. Tapejara
  168. Tapes
  169. Taquara
  170. Taquari
  171. Tenente Portela
  172. Teutônia
  173. Tiradentes do Sul
  174. Três Cachoeiras
  175. Três de Maio
  176. Três Passos
  177. Triunfo
  178. Tupandi
  179. Tuparendi
  180. União da Serra
  181. Unistalda
  182. Vacaria
  183. Vale do Sol
  184. Vale Real
  185. Valentim do Sul
  186. Venâncio Aires
  187. Veranópolis
  188. Vespasiano Correia
  189. Viamão
  190. Vila Lângaro
  191. Vila Maria
  192. Vista Gaúcha
[recent_post_slider design="design-3" limit="5" show_date="false" category="82" speed="3000" show_category_name="false" show_content="false" show_author="false" arrows="true" autoplay="true" media_size="full" dots="false"]

NOTÍCIAS


mais notícias

VÍDEOS

FOTOS

CAMPANHAS E PUBLICAÇÕES