CPERS – Sindicato

CPERS – Sindicato dos Professores e Funcionários de escola do Estado do Rio Grande do Sul

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Neste dia 8 de março celebramos o Dia Internacional da Mulher. Oficializado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975, a data é comemorada desde o início do século XX com o objetivo de destacar a importância da mulher na sociedade e a história da luta pelos seus direitos.

Esta é uma data de luta, marcada por reivindicações sobre equiparação salarial, fim da violência contra as mulheres e igualdade de gênero.

Mulheres seguem tendo as piores condições de trabalho, principalmente em tempos de pandemia. Levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) demonstra que 70% dos profissionais que atuam na linha de frente do combate ao novo coronavírus são mulheres.

Estudos também comprovam que as profissões menos valorizadas no campo da saúde são amplamente ocupadas pelas mulheres.

Dados do Conselho Federal de Enfermagem, por exemplo, demonstram que as equipes de enfermagem no Brasil (enfermeiros, auxiliares e técnicos) são predominantemente formadas por mulheres, 84,6%.

Outra pesquisa do IBGE, de 2017, aponta que, em média, as mulheres brasileiras dedicavam o dobro do tempo dos homens a afazeres domésticos e cuidados de pessoas: 20,9 horas por semana gastas por elas, contra 10,8 horas por semana gastos por eles.

A pandemia impôs encargos adicionais significativos para as mulheres em casa e escancarou a realidade da mulher brasileira e da mulher no mundo, que desempenha várias funções trabalhando, aprendendo a usar novas tecnologias e a se virar em home office, cuidando da casa, dos filhos e cozinhando.

Uma pesquisa global da Ipsos com a ONU Mulheres identificou que a pandemia aprofundou o abismo na divisão de tarefas não remuneradas.

Essa circunstância atrai reflexões, a nós enquanto educadoras e educadores, sobre a cidadania feminina, no que diz respeito à divisão sexual de tarefas domésticas, sendo essas últimas socialmente atribuíveis às mulheres.

É preciso replicar às novas gerações questionamentos e mudanças de atitude visando a redução da desigualdade entre os gêneros e uma distribuição mais justa do trabalho não remunerado, e não apenas em tempos de pandemia.

Gênero e desemprego

Segundo a professora Patricia Carla Ferreira, coordenadora de cursos de pós-graduação na área de Educação, mais de 7 milhões de mulheres deixaram o mercado de trabalho desde o início da pandemia.

Ela destaca que apesar de historicamente a mulher ser essencial ao mercado de trabalho, a desigualdade perdura: “Com efeitos que transcendem os desafios relacionados à emergência da saúde pública, a pandemia de Covid-19 atinge a economia, a política, os direitos e, principalmente, as relações de trabalho, escancarando a desigualdade de gênero que muitas vezes é encoberta pelo conformismo”, aponta.

Por mais que a mulher atue no mercado de trabalho, ela está na parte mais rasa, a diferença salarial é persistente; observam-se índices indicativos de trabalho sem remuneração; presença na informalidade em atividades com qualidade inferior à dos homens. Isso se chama segregação vertical, no qual as estruturas sociais não permitem que ela chegue ao topo. São raras as exceções de mulheres em cargos de liderança.

Há de se mencionar ainda outras questões que afetam as mulheres, como a violência doméstica e sexual, o assédio sexual, a maternidade, o racismo, dentre outros.

Levantamentos divulgados por organizações não-governamentais demonstraram que o número de denúncias de violência doméstica está crescendo desde que as pessoas passaram a ficar mais tempo em casa.

Cabe ressaltar que em termos de violência contra a mulher, o Brasil é o 5º país do mundo onde mais acontecem feminicídios, somos o primeiro no mundo em assassinatos de mulheres trans e travestis, além do aumento dos crimes de ódio contra a população LGBT+. Violência essa, que aumentou no governo Bolsonaro.

Na política do atual governo, onde o lucro é mais importante do que a vida, enquanto empresários e bancos lucram, as mulheres, o povo pobre, negro e periférico pagam a conta. A falta de ações efetivas contribuiu ainda mais para a disseminação do vírus, ao não priorizar recursos ao enfrentamento à pandemia, desconsiderando a importância e a necessidade da vacina com urgência.

Em 2021, esse dia de luta, aqui no Brasil, será marcado por protestos nas principais cidades do país. Reivindicamos políticas públicas pela vida das mulheres, vacinação para todas e todos brasileiros e Fora Bolsonaro!

Departamento de Gênero e Diversidade do CPERS

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    O dia 8 de março é um marco na luta pelos direitos das mulheres em todo o mundo. Imagine só viajar no tempo e dizer para alguém, do começo do século XX, que as mulheres, hoje, têm direito ao voto, possuem média de escolaridade maior que a dos homens, estão inseridas amplamente no mercado de trabalho, governam países e nem sempre a maternidade e o casamento são questões prioritárias. Talvez ninguém acreditasse.

    Avançamos muito, mas as mulheres ainda têm sobrecarga maior de trabalho doméstico, salários mais baixos para funções semelhantes, e ainda são vítimas de violências motivadas por gênero. O 8 de março pode ser um bom ponto de partida para inserir no seu planejamento algumas aulas para debater as questões de gênero. Trabalhar esta data nas escolas contribui na formação de cidadãos mais conscientes e capazes de mudar essa realidade.

    Professoras e professores podem aproveitar a oportunidade para debater em sala de aula os direitos que já foram adquiridos pelas mulheres ao longo do tempo e refletir sobre o que ainda pode e precisa ser feito para criar oportunidades dignas a todas as cidadãs e cidadãos. 

    A diferença de tratamento entre homens e mulheres traz consequências práticas para a sociedade, que vão desde uma mulher receber menos do que um homem pela mesma função, passando pelas expectativas de aprendizagem diferentes para meninos e meninas na escola, até o feminicídio.

    As escolas também podem aproveitar para discutir temas, repensando a formação de meninas e meninos, desassociando os universos culturalmente atribuídos a cada gênero, como profissões da área de exatas e atividades de força destinadas para meninos e atividades domésticas e profissões da área de humanas destinadas a meninas.

    É importante lembrar que a desigualdade de gênero e os estereótipos associados ao que é ser homem ou mulher afetam meninas e meninos. 

    Falar da igualdade de gênero implica dar às meninas e aos meninos o mesmo espaço e direitos na sociedade.  

    Dialogue sobre a responsabilidade de todos para superar a desigualdade de gênero: o que é possível fazer na escola? Os estudantes enxergam desigualdades em quais situações? Por que tratamos meninos e meninas de jeitos diferentes? E o que tudo isso significa para a escola? 

    Vamos refletir e promover debates a respeito?!

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      É com imenso pesar que o CPERS informa o falecimento da professora aposentada, Zenaide Moura Nalle, de Quaraí.

      A educadora, mãe da diretora do 14º núcleo do Sindicato, Dulcídia Nallem dos Anjos, é mais uma vítima da Covid-19.

      Neste momento de dor, nos solidarizamos aos familiares e amigos e desejamos força e serenidade.

      Zenaide, presente!

       

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        Via CNTE

        Em troca de mais algumas parcelas de um novo auxílio emergencial de apenas R$ 250, previstos para 32 milhões de pessoas, menos metade dos desempregados e informais que receberam o benefício no ano passado, o governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL) chantageou e conseguiu aprovar nessa quarta-feira (3), no Senado, por 62 votos a 16, a primeira votação do texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial, nº 186.

        O texto passará novamente por mais uma votação no próprio Senado nesta quinta, depois seguirá para a Câmara Federal onde terá de passar também por duas votações.

        Os senadores aprovaram que o governo federal pague um novo auxílio emergencial em 2021 por fora do teto de gastos do orçamento e do limite de endividamento da União, limitado a um custo total de R$ 44 bilhões. O valor, a duração e a abrangência do novo auxílio ainda serão definidos pelo Executivo.

        Em troca do auxílio, novas regras fiscais mais duras foram aprovadas, que impactarão negativamente no bolso da população, impedindo valorização do salário mínimo, a contratação de novos leitos de UTI-Covid, congelando salários de servidores e retirando recursos da educação provenientes do pré-sal.

        No geral, a PEC Emergencial é um ataque direto aos servidores e aos serviços públicos, e quem vai pagar a conta será mais uma vez a população. Veja abaixo os oito pontos mais prejudiciais.

        Confira os piores itens da PEC Emergencial

        1 – Serviços públicos e programas de manutenção de emprego ficam sem verbas

        A PEC não prevê outras despesas para combate à pandemia e seus efeitos poderão ser executados fora das regras fiscais. Ou seja, o SUS, o Pronampe, o Programa de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm), de redução de jornadas e salários e suspendeu contratos e que o próprio governo diz ter preservado 10 milhões de empregos, entre outros, não terão novos recursos;

        O problema, diz Moretti, é que o Projeto de Lei do Orçamento de 2021 já tem limites de gastos, dentro do Teto de Gastos Públicos. Com a PEC, não haverá um real extra para o SUS e demais programas sociais importantes no combate à pandemia, prejudicando o usuário do Sistema Público de Saúde, o trabalhador que poderá ser demitido se não houver um programa de garantia de empregos e os pequenos negócios que ficarão sem créditos mais baratos para atravessar a crise econômica.

        2 – SUS sem verbas para criação de novos leitos contra Covid-19

        A impossibilidade de ser criada uma nova despesa obrigatória, pode, por exemplo, impedir o financiamento de novos leitos de UTI no combate à Covid-19.

        3 – Reajuste do salário mínimo sem valorização acima da inflação

        Sem a criação de nova despesa obrigatória também ficaria impedida, não importando o governo eleito, a valorização real do salário mínimo, acima da inflação. Atualmente Jair Bolsonaro optou por não pagar um mínimo acima da inflação, mas o relator da PEC Emergencial, o senador bolsonarista, Márcio Bittar (MDB-AC), que incluiu este dispositivo no texto, quer que independentemente dos governos que virão ,não haverá reajuste acima da inflação se o Teto de Gastos estiver “ameaçado”.

        “A PEC Emergencial é um ataque às despesas obrigatórias que incluem o valor do salário mínimo, que não poderá ser reajustado acima da inflação, como previa a política de valorização dos governos do PT”, afirma Moretti.

        4 – Incentivo às privatizações

        O gatilho fiscal permite ao governo tomar diversas providências de contenção de gastos e privatizações. A PEC libera a venda de ativos, o que nada mais é do o governo privatizar as estatais.

        “As regras fiscais modernas, adotadas em diversos países, preveem aumento de dívida e piora dos resultados fiscais em momentos de crise, evitando corte de investimentos que agravariam a crise. Aqui o governo faz o contrário”, diz o economista do PT no Senado.

        5 – Fim dos repasses de R$ 9 bi ao ano do Fundo Social do pré-sal para a educação

        Diante das pressões dos conservadores pela redução da despesa pelo teto de gasto, o fim das vinculações tende a afetar diversos setores e as receitas antes vinculadas serão ser destinadas ao resultado primário e à amortização da dívida. Um exemplo é o Fundo Social do pré-sal que destina 50% dos seus recursos para a educação. Com a PEC a educação perderá R$ 9 bilhões ao ano.

        Graças ao Partido dos Trabalhadores, o relator da PEC, retirou a vinculação de fundos como o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). A luta do PT e outros parlamentares retirou ainda a desvinculação de fundos como o Fundo Nacional de Cultura, o Fundo Social ( que destina 50% dos recursos à educação, considerando o Fundeb, mas também outras despesas), o Fundo Nacional do Meio Ambiente e dos Direitos Humanos. Também foram mantidas as desvinculações dos fundos de segurança pública e do café.

        Os fundos que continuam vinculados ao gatilho fiscal poderão ser usados por Paulo Guedes para pagar dívidas, alimentando a riqueza dos bancos e do mercado financeiro
        – Bruno Moretti

        6 – Fim de desonerações fiscais

        O plano de redução de benefícios tributários pode afetar cadeias produtivas relevantes, com impacto negativo sobre o PIB e o emprego, como as indústrias químicas, de tecnologia de informação e comunicação.

        “O problema em acabar com os inventivos ficais é que acaba com os de todas as áreas sem que haja um estudo para manter onde for preciso e evitar ainda mais desemprego”, afirma o economista.

        7 – Congelamento de salários de servidores e da União, estados e municípios

        Com a previsão de gatilhos para conter gastos de estados e municípios quando despesas correntes atingirem 95% das receitas correntes, e se a despesa corrente superar 85% da receita corrente, os servidores de todos os entes terão seus salários congelados.

        “É uma espécie de “teto dentro do teto” que autorizaria medidas de austeridade já na Lei Orçamentária Anual (LOA), mesmo que o teto de gastos esteja sendo cumprido. Assim, não poderia, por exemplo, reajustar salários de profissionais de saúde e educação, sequer para repor inflação”, afirma Moretti.

        8 – Contas públicas não estão descontroladas como diz o governo

        O ministro da Economia, o banqueiro Paulo Guedes, insiste em dizer que as contas do país estão descontroladas e por isso é preciso fazer um ajuste fiscal nos termos da PEC Emergencial. Bruno Moretti, desmente.

        O economista explica que as maiores despesas obrigatórias que o governo federal tem de pagar de qualquer jeito são os gastos com o pagamento de aposentadorias, pensões e BPC, contidas no Regime Geral da Previdência Social (RGPS) e os gastos com despesas de pessoal, os servidores. Mas ambas as despesas estão caindo.

        Com a reforma da Previdência, os gastos com o RGPS têm ficado em torno de 9% do Produto Interno Bruto (PIB) e não deve crescer nos próximos anos, por conta do aumento no tempo de contribuição e a redução dos valores pagos a aposentados e pensionistas do INSS, contidos na reforma.

        Já as despesas com pessoal também não tem previsão de crescimento. Desde 2017 os salários dos servidores estão congelados e há ainda uma previsão de queda ainda maior, até em termos reais, já descontada a inflação.

        “O discurso de que o orçamento está descontrolado e engessado, que o Brasil vai quebrar, e que há um descontrole fiscal não tem veracidade. O que acontece é uma piora das contas públicas em função da pandemia da Covid-19, o que acontece em todo país do mundo, e só aqui que em vez de investir e gastar, o Brasil aperta o orçamento”, rechaça Moretti.

        Segundo o economista, as receitas do governo podem piorar com a pandemia, mas não existem gastanças.

        “Se o governo estivesse preocupado realmente com tributação deveria cobrar dividendos sobre os lucros de pessoas físicas, tributando os ricos que não pagam impostos. Somente o Brasil, a Letônia e a Estônia não cobram dividendos. O que existe é uma escolha política do governo Bolsonaro em afetar negativamente os serviços e os servidores públicos, por que não há descontrole nos números”, diz.

        (CUT Brasil, Rosely Rocha com edição de Marize Muniz, 04/03/2021)

         

         

         

         

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          Na tarde desta quarta-feira (3) representantes da direção central do CPERS buscaram uma autoagenda na Secretaria Estadual de Educação (Seduc) para cobrar esclarecimentos quanto às matrículas presenciais e as convocações de funcionários(as) para o trabalho presencial durante vigência de bandeira preta.

          A presidente do Sindicato, Helenir Aguiar Schürer, a diretora Vera Lessês e a advogada Gabriela Sebben, representando a Assessoria Jurídica do CPERS, foram recebidas pela secretária-adjunta da Seduc, Ivana Flores.

          Ivana informou que, após reunião com o comitê científico, o governo decidiu prorrogar as matrículas até o dia 22 de março. Todos os documentos necessários poderão ser enviados por e-mail às escolas até a nova data ou enquanto vigorar a bandeira preta.

          Helenir apresentou as aflições da categoria neste momento de registro recorde de casos e mortes devido à pandemia do coronavírus. 

          “Estamos recebendo perguntas de diretores e funcionários muito apavorados com a situação do estado e com a realização das matrículas presenciais. Eles estão preocupados com as suas vidas e de seus familiares, precisamos garantir a segurança de todos antes do retorno presencial”, asseverou a presidente. 

          Ivana afirmou que a Seduc está ciente e monitorando a situação, e recomenda aos diretores abrirem a escola o mínimo possível. 

          “Prudência, o momento é de prudência. Recomendamos o atendimento escalonado só para o que for essencial nas escolas. Estamos respeitando o momento do Rio Grande do Sul. Enquanto for bandeira preta os pais não precisam ir às escolas que a matrícula já está garantida, a documentação poderá ser entregue depois”, garantiu a secretária-adjunta. 

          A recomendação é que, na necessidade de abertura, as escolas não ultrapassem o limite de 25% de ocupação. 

          Ivana também lembrou que as aulas recomeçarão no dia 8 de março como o previsto, mas de maneira totalmente remota. “A primeira questão mais urgente é o acolhimento e ele pode ser virtual. As crianças terão direito a educação, mas o momento é de calma, bom senso e essencialidade. O remoto não é o ideal, mas no momento é o que podemos contar para garantir a segurança de todos”. 

          Segundo a secretária-adunta, o atendimento online será dividido em três fluxos: transferências, ingressos e assuntos gerais (pedidos de atestados,  históricos, etc.). Orientações detalhadas às direções, como o e-mail especifico para cada serviço, já estão disponíveis no site da Seduc. Clique aqui.

          Ivana aproveitou para avisar que os atendimentos presencias para pedidos de aposentadorias serão interrompidos por alguns dias para não colocar em risco nem a categoria, nem os que realizam o atendimento.

          “Por e-mail tudo seguirá funcionando. Enquanto tiver em bandeira preta precisamos de muita calma, mandem e-mail e aguardem uma resposta antes de tomar qualquer decisão”, finalizou a secretária. 

          Confira o vídeo da presidente Helenir logo após a reunião: 

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            “Com todo o respeito que sempre destinei aos agentes públicos, comprometidos com as causa da cidadania, e especial da saúde pública, é evidente a contradição na decisão de autorizar a realização de atividade presencial (…) sem fundamentação razoável que justifique a mudança de compreensão acerca da realização de tal modalidade em bandeira preta, na contramão das estatísticas de hospitais lotados, em inobservância ao equilíbrio entre vagas disponíveis e capacidade da rede hospitalar”.

            O Desembargador Antonio Vinicius Amaro da Silveira, integrante da 4ª Câmara Cível do TJRS, negou recurso do Estado contra a suspensão das aulas presenciais na educação infantil e 1º e 2º anos do ensino fundamental em todas as escolas públicas e privadas do Estado.

            O agravo de instrumento foi interposto pela Procuradoria-Geral do Estado contra a decisão que deferiu o pedido do CPERS e da Associação de Mães e Pais pela Democracia (AMPD).

            A liminar suspendeu as aulas presenciais nas escolas públicas e privadas de todo o Estado, enquanto vigente a decretação de bandeira preta do sistema de Distanciamento Controlado, independentemente de eventual flexibilização de protocolos.

            “Venceu o bom senso e a preservação da vida”, avalia a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer. “Como disse o governador, se não é possível parar o vírus, é preciso parar a circulação de pessoas. Mas é preciso ter coerência entre discurso e prática. Retomar as aulas presenciais agora seria uma grande irresponsabilidade com a comunidade escolar e uma enorme contradição.”

            Decisão

            >> Baixe a íntegra da decisão aqui

            O desembargador Vinicius afirmou que o Decreto Estadual que autoriza a realização de atividades presenciais naqueles níveis de educação, é “absolutamente incoerente com os critérios historicamente estabelecidos pelo próprio administrador, evidenciando contradição intrínseca e irrazoável entre o objetivo do ato e sua motivação, especialmente pela exposição ao risco no momento mais grave da pandemia”.

            O magistrado ressalta a contradição da autorização para abertura em relação aos protocolos antes adotados em momentos de menor gravidade.

            “Ainda que não se desconheça – e isso sequer pode estar em discussão – a essencialidade da educação, especialmente nos níveis de educação infantil e alfabetização, inclusive para socialização e formação da personalidade, imperioso observar nesse momento o cotejo com o risco aumentado em razão da lotação dos hospitais, devendo, portanto, ser observado o bem maior a ser tutelado neste momento de crise sanitária”.

            Para o desembargador Vinicius, mesmo que os protocolos tenham evoluído a ponto de estabelecerem um aprendizado seguro acerca de suas aplicações práticas, “não há margem para experimentar a efetividade destes protocolos sanitários de saúde neste momento tão cruel, principalmente por absoluta ausência de vagas hospitalares na hipótese de eventual maior sobrecarga de pacientes”.

            Na decisão também constam os dados atualizados do número de internados em UTIs, leitos e respeitadores em todo o estado, mostrando que a capacidade chegou no limite.

            Assim, foi negado o recurso, ficando suspensa as aulas presenciais em todas as escolas públicas e privadas do Estado enquanto vigente a bandeira preta, independentemente de eventual flexibilização de protocolos.

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              A convite do Palácio Piratini, o CPERS participou na tarde desta terça-feira (2) do Ato de Reforço do Pleito de Antecipação de Vacina aos Professores, realizado por meio virtual.

              A reunião oficializou o envio de um ofício ao Ministério da Saúde para priorizar a vacinação da categoria no cronograma nacional de imunização.

              O Sindicato, representado por integrantes da direção central e pela presidente Helenir Aguiar Schürer, aproveitou o espaço para frisar a importância da vacina, rememorar as vidas perdidas no seio da categoria e marcar a impossibilidade de retomar as aulas presenciais neste momento.

              “A cada dia recebemos novas notícias de mortes de colegas, Sr. governador. Ano passado, há muito custo, conseguimos encerrar o ano letivo com as atividades remotas. Neste grave momento, pedimos: não permita que as aulas presenciais sejam retomadas”, disse Helenir.

              Nesta terça, o Rio Grande do Sul alcançou pela primeira vez 100% de ocupação das UTIs.

              Vale lembrar; o Estado ingressou com um recurso contra a liminar conquistada pelo CPERS e a AMPD, que suspende as aulas presenciais em bandeira preta. Portanto, a questão segue em litígio.

              Helenir também lembrou o governador, referindo-se ao nome do evento, que a vacina deve ser priorizada para o conjunto dos trabalhadores(as) em educação.

              “Quando o Sr. fala em professores apenas, se esquece dos nossos funcionários de escola. O compromisso de vacinação deve ser com todos os educadores”, afirmou.

              Eduardo Leite (PSDB) esclareceu que a intenção é antecipar a imunização para toda a categoria. “Entendemos que é do interesse de todos que possamos dar esta tranquilidade aos educadores para a retomada das aulas presenciais”, disse.

              O governador destacou, no entanto, a necessidade de pressionar conjuntamente o governo federal para que o plano nacional permita a antecipação.

              “A julgar pelo cronograma do Ministério da Saúde, se for cumprido como hoje está estabelecido, os professores começariam a ser imunizados somente em maio”, alertou Leite.

              Na Assembleia, também há projetos em tramitação que determinam a necessidade de imunização da categoria, como o PL 22, da deputada Sofia Cavedon (PT). O texto proposto pela parlamentar condiciona as aulas presenciais à oferta pública de vacinas aos educadores(as).

              O deputado Gabriel Souza (MDB) atual presidente da Assembleia Legislativa, vislumbrou um exemplo positivo na tentativa de encontrar consenso político em meio às diferenças.

              “Buscar resolver o que precisa ser resolvido é a tarefa principal do setor público. É fundamental que tenhamos este consenso agora”, ressaltou.

              Além do Executivo e Legislativo estadual, o ato também contou com a presença de representantes da Câmara Federal, Defensoria Pública e Ministério Público.

              CPERS pede adiamento das matrículas e fechamento total das escolas em bandeira preta

              Nesta terça, o Sindicato enviou à SEDUC um ofício solicitando o adiamento das matrículas na rede em virtude do grande fluxo nas escolas durante o período.

              Amanhã, quarta-feira, a direção central buscará uma agenda na Secretaria para pleitear a necessidade de fechamento total das instituições. Muitas permanecem abertas apesar da suspensão das aulas presenciais obtidas em liminar.

              A presidente Helenir falou em vídeo sobre o assunto:

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                Diante do grave cenário da pandemia da Covid-19, do colapso do sistema de saúde, do descaso com a vida dos educadores e demais trabalhadores e da falta de ações eficazes no combate a circulação do vírus, a direção do Colégio Cândido José de Godói, de Porto Alegre, produziu uma carta direcionada aos governos federal, estadual e municipal.

                Diz trecho do documento: “Diante de toda essa realidade, reafirmamos nosso posicionamento de não retorno às aulas presenciais, enquanto não se adotarem medidas de uma efetiva universalização da vacinação para todos os segmentos de trabalhadores e trabalhadoras, para que a volta às aulas aconteça de forma mais eficaz, segura e sem o alto índice de letalidade a que estamos assistindo nesse momento”.

                “Ao elaborarmos essa carta, nossa intenção foi de deixar claro o nosso posicionamento de defender a vida de forma irrestrita, a vacinação e o não retorno às aulas presenciais enquanto não obtivermos essas garantias”, ressaltou o diretor da instituição, Mário Antônio da Silva.

                O texto também frisa a precariedade das estruturas das escolas públicas estaduais, bem como o número insuficiente de profissionais para que seja possível cumprir com os protocolos de segurança previstos pelas autoridades sanitárias.

                O documento está sendo compartilhado com outras escolas e é aberto a todos que quiserem assiná-lo. Quem quiser incluir seu nome pode enviar mensagem para o WhatsApp: (51) 98410-3251 ou para o e-mail: mariosilvaantonio50@gmail.com.

                Nos próximos dias a carta deve ser entregue ao governador Eduardo Leite (PSDB) e à Assembleia Legislativa.

                Confira a íntegra da carta abaixo ou clique aqui para baixar.

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                  A Comissão Eleitoral do pleito de 2021 do CPERS foi empossada e realizou a primeira reunião online na manhã desta terça-feira (2).

                  O grupo, formado por cinco titulares e cinco suplentes eleitos no Conselho Geral do dia 1º de fevereiro, é responsável por elaborar o Regimento Eleitoral, definir prazos e datas, realizar a apuração e proclamar os vencedores(as).

                  Neste ano, pela primeira vez, o processo eleitoral da Direção Central e dos Núcleos do CPERS será totalmente online.

                  A data das eleições ainda será definida pela Comissão, que também deve submeter ao Conselho Geral uma proposta de Regimento Eleitoral.

                  Para participar do pleito, é necessário ser associado(a) ao CPERS. Quem já é associado(a) deve apenas atualizar seu e-mail e nº de celular para agilizar a validação dos dados.

                  Clique aqui para se associar ou atualizar seus dados

                  “Essa será uma eleição diferente da qual estamos acostumados. Isso é necessário para proteger a categoria”, destacou a presidente Helenir Aguiar Schürer, ao empossar a Comissão.

                  Membros da Comissão Eleitoral 2021:

                  Chapa Muda CPERS

                  1º titular: Antonio Avelange Bueno
                  Suplente: Silvia Vasques
                  2º titular: Maira Iara Costa de Farias
                  Suplente: Marliane Ferreira dos Santos

                  Chapa CPERS Unido e Forte

                  1° titular: Nilza de Souza Schebella
                  Suplente: Ana Cristina Brignol Tavares de Oliveira
                  2º titular: Rosa Maria Pinheiro Mosna
                  Suplente: Maria Eulalia Nascimento

                  Chapa Novo Rumo
                  Titular: Roberto de Andrade Pereira
                  Suplente: Manuel da Silva Fernandes

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                    “Defiro o pedido de antecipação de tutela para determinar a suspensão das aulas presenciais nas escolas públicas e privadas do Estado do Rio Grande do Sul, enquanto vigente a decretação de bandeira preta do Sistema de Distanciamento Controlado, independentemente de eventual flexibilização de protocolos.”

                    A decisão é da Juíza Rada Maria Metzger Kepes Zaman, da 1ª Vara da Fazenda Pública da Capital, em ação civil pública ajuizada pelo CPERS/Sindicato em parceria com a Associação Mães e Pais pela Democracia (AMPD).

                    Com a liminar, estão suspensas as aulas presenciais em todas as escolas públicas e privadas, incluindo nas modalidades de Educação Infantil e dos primeiros anos do Ensino Fundamental, até então liberadas pelo Estado. Com isso, a reabertura de escolas da rede estadual, marcada para 8 de março, deve ser adiada.

                    “Venceu o bom senso e a preservação da vida”, avalia a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer. “A decisão é sensível e reconhece a gravidade da situação em que nos encontramos, resguardando a vida como bem maior. Retomar as aulas presenciais agora seria uma grande irresponsabilidade com a comunidade escolar e uma contradição com o próprio discurso do governador”, complementa.

                    Acatando os argumentos utilizados pelo Sindicato e pela AMPD, a magistrada apontou que “os números são completamente alarmantes e a previsão dos profissionais de saúde não é de diminuição dos contaminados em um futuro próximo, mas o agravamento desses números por todo o Estado.”

                    E asseverou que as escolas mantiveram-se fechadas durante quase um ano e que agora, no pior cenário da pandemia de Covid-19, retomar as atividades presenciais viola direitos constitucionalmente protegidos, como o direito à saúde, à vida e à dignidade humana. Também afirmou que há clara violação do direito à vida da coletividade.

                    O Estado ainda pode recorrer da decisão.  Acesse a íntegra da liminar aqui.

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