Nesta quinta feira (13), a direção do 14º Núcleo do CPERS entregou um ofício ao presidente da Associação dos Municípios do Vale do Sinos (Amvars) e prefeito de Campo Bom, Luciano Orsi, solicitando a inclusão para  vacinação contra a Covid 19 de todos os educadores(as) dos municípios de abrangência do Vale do Sinos.

Considerando que a imunização de profissionais da educação nas redes municipal, estadual e particular já iniciou em Campo Bom, a solicitação é para que se faça um pedido aos prefeitos dos demais municípios para vacinarem professores(as) e funcionários(as) de escola.

Também esteve presente na entrega do documento o secretário da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM), Loricardo Oliveira.

Nesta terça-feira (11), a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) decidiu orientar as prefeituras gaúchas a antecipar a vacinação contra covid-19 para profissionais da educação das redes municipais, estadual e privada.

CPERS luta por política estadual de imunização

O CPERS saúda a iniciativa da Famurs e das Prefeituras que já começaram, diante da inércia dos governos federal e estadual, a vacinação da categoria.

Ressaltamos, no entanto, que uma política ampla e coordenada de imunização dos educadores se faz necessária, pois campanhas pontuais e localizadas terão efeito reduzido para evitar a contaminação da comunidade escolar.

Frente à incompetência do Ministério da Saúde, é necessário que Eduardo Leite (PSDB) busque alternativas para proteger a vida da categoria, estudantes e familiares.

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Na tarde desta quarta-feira (12) o CPERS, representado pela presidente Helenir Aguiar Schürer e o 2º vice-presidente Edson Garcia, entregou novo ofício endereçado ao governador exigindo urgência na vacinação dos trabalhadores(as) em educação.

Na ocasião foram recebidos pelo secretário adjunto da Casa Civil, Bruno Pinto de Freitas. 

No documento, o Sindicato ressalta que já há diversos relatos de contaminação na rede estadual desde a imposição autoritária de retomada das atividades presenciais.

A presidente Helenir destacou que as prefeituras já estão imunizando os educadores(as) da rede municipal e cobrou um retorno rápido do governo sobre a situação no Estado.

“Estamos aqui entregando esse ofício solicitando vacina e denunciando que já temos escolas com casos de contaminação. A FAMURS já orientou as suas prefeituras a priorizarem os educadores na vacinação, por que o governador ainda não fez o mesmo?”

O ofício também reforça que com o pedido de priorização dos professores(as) e funcionários(as) de escola não se pretende postular a preterição de outros grupos, mas que haja a imunização concomitante entre os atuais grupos prioritários e a educação. 

Bruno garantiu que o documento seria entregue ao governador ainda nesta tarde e tão logo quanto possível dariam um retorno. 

O CPERS defende a ampla imunização dos trabalhadores(as) em educação, mais recursos humanos, físicos e financeiros para as escolas e estratégias de testagem, rastreamento e monitoramento dos casos de covid-19 como condicionantes mínimos de um retorno seguro às aulas presenciais.

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Na manhã desta quarta feira (12), a diretoria do 14º núcleo do CPERS reuniu-se com o prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi e entregou um ofício solicitando a prioridade dos educadores das escolas estaduais de São Leopoldo na vacinação contra a Covid-19.

Atualmente a vacina está sendo disponibilizada, com doses remanescentes, a profissionais da rede municipal de ensino e conveniadas da rede privada.

“O prefeito sinalizou de forma propositiva para a ampliação da faixa etária com comorbidades e também colocando a rede estadual na lista para a vacinação. A categoria está muito insegura frente ao número de positivados e o elevado número de mortes pela covid. Com a vacina teremos mais segurança para pensarmos no retorno das aulas presenciais”, frisou o diretor do 14º núcleo (São Leopoldo), Luiz Henrique Becker.

Nesta terça-feira (11), a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) decidiu orientar as prefeituras gaúchas a antecipar a vacinação contra covid-19 para profissionais da educação das redes municipais, estadual e privada.

CPERS luta por política estadual de imunização

O CPERS saúda a iniciativa da Famurs e das Prefeituras que já começaram, diante da inércia dos governos federal e estadual, a vacinação da categoria.

Ressaltamos, no entanto, que uma política ampla e coordenada de imunização dos educadores se faz necessária, pois campanhas pontuais e localizadas terão efeito reduzido para evitar a contaminação da comunidade escolar.

Frente à incompetência do Ministério da Saúde, é necessário que Eduardo Leite (PSDB) busque alternativas para proteger a vida da categoria, estudantes e familiares.

 

Foto: Thales Renato Ferreira/PMSL

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Nas últimas semanas o áudio de uma entrevista que a professora e presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, concedeu ao jornalista Guilherme Baumhardt, da Rádio Guaíba, vem circulando nas redes e grupos por todos o Estado.

Na ocasião, Guilherme, atual diretor de jornalismo da rádio, acompanhado de outros colegas de profissão, atacam a presidente de forma vulgar e extremamente desrespeitosa, utilizando-se de inverdades, agressões verbais e sem conder espaço à convidada.

A entrevista, aparentemente realizada com o único propósito de “envergonhar” uma representante sindical e toda a categoria que representa, é um exemplo da degradação da Guaíba.

A rádio que já foi um espaço de troca e debate e que abrigou por anos respeitados jornalistas como Flávio Alcaraz Gomes e Juremir Machado da Silva, atualmente coleciona momentos vergonhosos que não condizem com o papel de uma difusora de informações com o seu alcance.

Seu colapso, resultado da troca da verdade por ideologias radicais da extrema-direita, colocam em xeque a sua atuação e o respeito que possuía.

As palavras de Guilherme não ultrajaram somente a presidente do Sindicato, mas toda uma categoria de bravos educadores e educadoras que além de lutar pelo básico, salário e condições dignas de trabalho, também tem de enfrentar o desrespeito e a ignorância de ditos jornalistas que desconhecem a realidade da educação no estado e a noção de civilidade.

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Em Assembleia Geral realizada na manhã desta terça-feira (11), a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) decidiu orientar as prefeituras a antecipar a vacinação da covid-19 para profissionais da educação das redes municipais, estadual e privada. 

Até o momento, a imunização da categoria foi iniciada ou está em vias de começar nos Municípios de São Leopoldo, Esteio, Bagé e Campo Bom.

Durante a reunião, ficou definido que a Famurs emitirá uma nota orientativa a respeito da vacinação dos profissionais, considerando a realidade de cada município.

A decisão da Famurs também já foi comunicada à secretária de Estado da Saúde, Arita Bergmann.

O CPERS saúda a iniciativa da Famurs e das Prefeituras que já começaram, diante da inércia dos governos federal e estadual, a vacinação da categoria. 

Ressaltamos, no entanto, que uma política ampla e coordenada de imunização dos educadores se faz necessária, pois campanhas pontuais e localizadas terão efeito reduzido para evitar a contaminação da comunidade escolar.

Frente à incompetência do Ministério da Saúde, é necessário que Eduardo Leite (PSDB) busque alternativas para proteger a vida da categoria, estudantes e familiares.

Municípios exigem distribuição igualitária e proporcional da vacina da Pfizer

Os gestores também exigiram a distribuição igualitária e proporcional das vacinas, principalmente das doses da Pfizer, que teve o primeiro lote destinado apenas para as capitais brasileiras devido às condições de armazenamento, conforme anunciado pelo Ministério da Saúde.

Os presidentes das regionais também manifestaram que é preciso uma postura mais ativa do governo do Estado junto ao governo federal para a distribuição de mais vacinas.

A Famurs emitirá em nota a exigência dos municípios e que, caso os mesmos não tenham as condições necessárias de armazenamento do imunizante, que exige um armazenamento entre -25°C e -15°C, que haja compensação de doses dos demais fabricantes.

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A Assessoria Jurídica do CPERS, representada pelo Escritório Buchabqui & Pinheiro Machado, alerta os educadores(as) para uma tentativa de golpe no WhatsApp.

Estelionatários, identificando-se como advogados do escritório, estão enviando mensagens para credores de processos judiciais através do aplicativo.

O golpe consiste em exigir depósito, pagamento de boleto ou PIX para a liberação de alvará judicial.

Orientamos que quem receber qualquer tipo de mensagem ou ligação dessa natureza não faça a transação solicitada e entre em contato com o escritório pelo número (51) 3073.7512.

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Está no ar e, em breve, na casa dos sócios(as) do CPERS, a edição especial da Sineta sobre as eleições sindicais deste ano.

Elaborada em conjunto com a Comissão Eleitoral e as chapas que concorrem à Direção Central, a publicação traz orientações básicas sobre o processo democrático da entidade, bem como apresentação e conteúdo programático das chapas.

A distribuição das páginas se deu por meio de sorteio.

> Clique aqui para baixar a Sineta em PDF 

O pleito, que ocorrerá pela primeira vez em meio digital, definirá as próximas gestões da Direção Central e dos Núcleos do Sindicato para o período 2021/2024, bem como demais representantes. O 1º turno ocorrerá nos dias 26, 27 e 28 de maio.

Mais informações:

> Confira as chapas homologadas para as direções Central e dos Núcleos
> Informações sobre as #EleiçõesCPERS2021

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Em nova sentença proferida nesta segunda-feira (10), o juiz Cristiano Vilhalba Flores elenca uma série de pré-requisitos a serem cumpridos antes da retomada de aulas presenciais na rede estadual.

Entre as exigências, consta a aprovação, pelo COE-E Regional ou Municipal, do Plano de Contingência elaborado pelo COE-E Local, bem como declaração de conformidade sanitária assinada por agente técnico da área sanitária, além da disponibilização de todos os EPIs individuais necessários.

A premissa de um aval técnico emitido por um técnico externo à escola tem sido uma bandeira constante do CPERS, uma vez que o COE-E local é composto por educadores(as) sem formação na área.

“(…) este é o papel do Estado, pois eminentemente fiscalizatório, sendo dever seu apurar o correto implemento do plano para fins de garantir a saúde de todos, desde os profissionais até os estudantes”, afirma a sentença.

E continua: “(…) assim não o sendo, estar-se-ia delegando atividade estatal para quem não tem capacidade para tanto, o que demonstra-se ilegal.”

> Acesse a íntegra da decisão aqui

O Sindicato está ciente da orientação de diversas CREs no sentido de flexibilizar os critérios elaborados pelo próprio governo para forçar a reabertura, a exemplo da necessidade de aprovação do Plano de Contingência.

Efetivamente, a sentença fornece um novo instrumento legal para proteger a comunidade escolar da exposição à Covid-19 em um cenário em que o governo abandonou os próprios protocolos de segurança.

Ainda cabe recurso por parte do Executivo.

Saiba mais:

> Orientações à categoria para manutenção das aulas remotas e fiscalização de protocolos
> Duas das cinco escolas estaduais de Portão já têm educadores contaminados por Covid-19
> Insegurança sanitária preocupa educadores de Portão e Estância Velha
> Falta de PPCI em escolas estaduais põe em xeque retorno das aulas presenciais
> Defesa da vida e luta para manter aulas remotas marcam Assembleia Geral da categoria
> “Peguei Covid-19 duas vezes nos plantões presenciais”; conta diretora de escola de Viamão

 

 

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A Emenda Constitucional (EC) n° 109/2021, antiga PEC 186, aprovada em março deste ano, visa a redução de gastos públicos sociais. Entre outros pontos, congela salário dos servidores, suspende concursos e limita investimentos.

Em nota técnica publicada na última semana, o Dieese apresenta as principais consequências da implementação das medidas que possuem potencial para destruir políticas públicas fundamentais.

Confira a íntegra da nota aqui.

Se aproveitando da situação de calamidade em decorrência da pandemia, e em troca da quase esmola do auxílio emergencial, Bolsonaro e seus aliados aprovaram, no Congresso, severas medidas de austeridade, além das já implementadas pela Emenda Constitucional 95 (Teto dos Gastos) e pelas Leis Complementares 101 (LRF) e 173 (ajuste fiscal).

Em resumo, a EC-109/2021 é mais um mecanismo que busca limitar o investimento em políticas públicas, restringindo a capacidade do Estado de manter e melhorar a qualidade do serviço prestado.

Entre os pontos apresentados pelo Dieese destacamos os seguintes aspectos que terão interferência direta nas negociações do setor público:

Os “gatilhos” da relação despesa/receita para Estados, DF e Municípios

A limitação da realização de investimentos sociais está presente no novo artigo inserido na carta constitucional, o art. 167-A, que define que as despesas correntes não devem ser superiores a 95% das receitas correntes.

Caso isso ocorra, o ente (Estado, DF ou Município) e seus poderes estarão autorizados a adotar, entre outras, as seguintes proibições: criar cargos, empregos ou funções que aumentem as despesas; alterar carreiras, caso isso resulte em aumento de despesas; realizar concursos públicos; exceto para reposição de vacância.

Além disso, a EC-109 não fixa um prazo determinado para a vigência das proibições. Caso tenha sido ultrapassado o “gatilho” dos 95%, as vedações deverão durar enquanto permanecer essa situação (despesas acima de 95% das receitas correntes).

Caso a EC-109 já estivesse em vigor em 2020 – e considerando-se as despesas empenhadas e excluindo-se as despesas e receitas intraorçamentárias – três estados brasileiros já poderiam ter adotado todas as medidas acima apontadas, em detrimento da prestação dos serviços públicos fornecidos à população: o Rio Grande do Sul, que comprometia 98,0% da sua receita corrente; Minas Gerais, que comprometia 97,9%; e o Rio Grande do Norte, que comprometia 96,9% das suas receitas correntes (Gráfico 1).

“Gatilho” específico para a União

Esse “gatilho” está relacionado às despesas primárias, retomando e reforçando algumas das previsões da emenda do Teto de Gastos (EC-95/2016).

Quando da aprovação da Lei Orçamentária, caso seja verificado que a razão entre a despesa obrigatória primária e a despesa primária total for superior a 95%, em cada Poder e órgão da União, deverão ser aplicadas, até o final do exercício a que se refere a Lei Orçamentária Anual (LOA), as seguintes vedações: alteração de estrutura de carreira que implique aumento de despesa; criação de despesa obrigatória; adoção de medida que implique reajuste de despesa obrigatória acima da variação da inflação, observada a preservação do poder aquisitivo referida no inciso IV do caput do art. 7º da Constituição Federal (que trata do Salário Mínimo e de seus reajustes); entre outras.

A EC-109 também proíbe a concessão da revisão geral anual das remunerações, caso as vedações previstas acima sejam acionadas, o que pode dificultar ainda mais as negociações no setor público.

Inclusão dos pensionistas na definição de despesa de pessoal e a LRF

Outro aspecto específico de extrema importância, com impacto no serviço público e, novamente, na situação dos(as) servidores(as) públicos(as) é a inclusão dos pensionistas no cálculo de gasto com pessoal.

A inclusão dos pensionistas na contabilização do gasto com pessoal, somada às alterações promovidas na LRF pela LC-178/2021 terão grande peso nesse item, fazendo com que a relação entre aquele gasto e a RCL aumente e, em muitos casos, ultrapasse os limites prudencial e máximo. Tal movimento, como visto antes, irá engessar, por lei, as possibilidades de qualquer expansão dos gastos com pessoal, sendo mais uma medida de arrocho da renda dos(as) servidores(as).

Importantes observações sobre a implementação da EC-109 

Os defensores da EC-109 se utilizaram do contexto de pandemia e da necessidade de um novo Auxílio Emergencial para fazer frente ao sustento das famílias, como forma de pressão pelo desmonte da estrutura de políticas públicas importantes para a sociedade brasileira, mas desconsideraram os seguintes aspectos: 

– Pouco se discute a questão da parcela do orçamento utilizada para o pagamento de juros e amortizações da dívida pública;

– Há uma limitação em se considerar somente o lado das despesas, enquanto poderia ser construída uma reforma que também analisasse as receitas. Por exemplo, a taxação das grandes fortunas e a ampliação da progressividade do sistema tributário, de modo a penalizar menos os contribuintes mais pobres. O Brasil é um dos poucos países onde nada se faz quando o assunto é tributar as grandes fortunas. Enfatiza-se, também, a significativa queda da arrecadação em consequência da recessão econômica dos últimos anos;

– No contexto de crise – e em um cenário estrutural de baixo investimento -, limitar ainda mais o gasto com pessoal coloca em risco o bom andamento das políticas públicas. Como, por exemplo, a política pública de educação básica, na qual os(as) professores(as) possuem remuneração média 61% menor que a remuneração média dos(as) demais profissionais com ensino superior, o que torna a carreira docente menos atrativa aos(às) jovens e precariza ainda mais o ensino básico. Outro exemplo é a falta de profissionais na saúde pública: limitar a contratação dos mesmos perpetuará a precária situação do sistema de saúde em um momento extremamente delicado.

O governo Bolsonaro e o Congresso Nacional, novamente caminham na contramão do que o Brasil precisa para superar a crise econômica, social e pandêmica que vivemos, promovendo mais arrocho e desassistência à população.

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“Peguei duas vezes covid-19 durante os plantões presenciais; tá aí a prova de que a gente pega uma, duas ou mais vezes essa doença. Precisamos urgentemente da vacina”.

Durante os plantões presenciais, a diretora da EEEF Dr. Liberato Salzano Vieira da Cunha, de Viamão, Simone Fagundes de Souza, relata que testou positivo para Covid-19 por duas vezes.

O mais recente contágio ocorreu no início deste mês; das quatro pessoas que trabalharam nos plantões, duas testaram positivo. A primeira foi a merendeira e, após dois dias, os testes revelaram que a diretora Simone também estava contaminada. Depois foi a vez de seu filho testar positivo ao coronavírus.

“A minha merendeira foi a primeira que pegou covid e se afastou no dia 3, com sintomas. Eu testei positivo no dia 5. Possivelmente passei para o meu filho, já que praticamente ele não sai de casa”, conta Simone.

Após a confirmação dos casos de covid-19, a escola teve que ser higienizada e as atividades foram imediatamente suspensas por 14 dias; a instituição de ensino terá que retomar as atividades presenciais já no dia 18.

A diretora Simone expressa angústia com a insegurança sanitária para a volta às aulas, sem EPIs suficientes e de qualidade, vacina e testagem em massa, o retorno representa um risco à saúde não apenas dos educadores(as), mas de toda a comunidade escolar.

“Gostaria muito que fossem vacinados todos da comunidade escolar, mas diante desta impossibilidade, que se vacinem primeiro os educadores para que possamos retornar com segurança”, desabafa.

O primeiro contágio 

Em outubro passado, Simone testou positivo para o coronavírus, período em que as escolas se preparavam para o retorno das atividades presenciais, após imposição do governo Leite (PSDB) para a volta às aulas no Ensino Médio estadual.

Na época, antes mesmo de obter qualquer retorno da 28ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), a diretora decidiu fechar imediatamente a escola.

“Eles queriam que alguém ficasse no meu lugar. Mas quem poderia ficar, teve contato comigo. Afastei todas as educadoras. Tive muitos sintomas e fiquei o dia inteiro no Hospital Ernesto Dorneles, fazendo exames, no soro e tomando remédios para dor”, explica.

Conforme dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES), hoje o Rio Grande do Sul atingiu a marca de 1 milhão de infectados e 25, 8 mil óbitos. O estado é o terceiro a ultrapassar a barreira do 1 milhão de casos, depois de São Paulo e Minas Gerais.

Diante dos altos índices de contaminações e mortes por coronavírus, retomar as aulas presenciais é um atentado à vida das equipes diretivas, professores(as), funcionários(as), alunos(as) e seus familiares.

O CPERS defende a ampla imunização dos trabalhadores(as) da educação, mais recursos humanos, físicos e financeiros para as escolas e estratégias de testagem, rastreamento e monitoramento dos casos de covid-19 como condicionantes mínimos de um retorno seguro às aulas presenciais.

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> Orientações à categoria para manutenção das aulas remotas e fiscalização de protocolos
> Duas das cinco escolas estaduais de Portão já têm educadores contaminados por Covid-19
> Insegurança sanitária preocupa educadores de Portão e Estância Velha
> Falta de PPCI em escolas estaduais põe em xeque retorno das aulas presenciais
> Defesa da vida e luta para manter aulas remotas marcam Assembleia Geral da categoria

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